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	<title>Blog do Favre &#187; G20</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>As promessas do G-20</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 20:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja o que Obama disse ao Primeiro Ministro da Austrália, sobre o Lula. Clique aqui 
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&#8216;Hoje nasce nova ordem financeira mundial&#8217;, diz Brown
Regulação do sistema financeiro mundial foi um dos principais pontos do acordo de líderes do G-20 em Londres

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Da Redação &#8211; Agencia Estado
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 SÃO PAULO - A regulação do sistema financeiro mundial foi um dos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><strong>Veja o que Obama disse ao Primeiro Ministro da Austrália, sobre o Lula. <a href="http://www.bbc.co.uk/worldservice/emp/pop.shtml?l=pt&amp;t=video&amp;p=/portuguese/meta/dps/2009/04/emp/090402_g20obamalula.emp.xml">Clique aqui </a></strong></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
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<div id="c">
<h1>&#8216;Hoje nasce nova ordem financeira mundial&#8217;, diz Brown</h1>
<p><strong>Regulação do sistema financeiro mundial foi um dos principais pontos do acordo de líderes do G-20 em Londres</strong></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Da Redação &#8211; Agencia Estado</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p> SÃO PAULO - A regulação do sistema financeiro mundial foi um dos principais pontos do acordo de líderes do G-20 em Londres. Este era um grande impasse entre Estados Unidos e Europa. Enquanto os americanos não aceitavam uma fiscalização internacional dos bancos, a Europa defendia o controle. Em uma coletiva de imprensa após a reunião de cúpula do grupo em Londres, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse que &#8220;hoje nasceu uma nova ordem financeira mundial. Este é o dia em que o mundo se uniu para lutar conjuntamente contra a recessão global&#8221;.</p>
<p align="center"><img src="http://www.estadao.com.br/brown.jpg" /></p>
<div align="center"></div>
<p align="center"><em>Primeiro-ministro britânico, Gordon Brown: &#8220;Hoje nasceu uma nova ordem financeira mundial&#8221;</em></p>
<p>O presidente da França, Nicolas Sarkozy, reforçou a idéia de que os países do G-20 concordaram em realizar reformas profundas na forma como o sistema financeiro internacional está organizado, regulando fundos de hedge e registrando as agências de crédito.</p>
<p>O acordo saiu após duras negociações entre os países que, como Alemanha e França, davam prioridade à regulação do sistema financeiro internacional e os que, como os Estados Unidos, pediam estímulos fiscais para estimular a economia.</p>
<p>O premiê britânico assegurou que o G-20 lança uma mensagem clara de que &#8220;nesta era global nossa prosperidade é indivisível&#8221;, e de que &#8220;são necessárias soluções globais aos problemas globais&#8221;. Brown disse que o &#8220;consenso de Washington está superado&#8221; e que chegou um &#8220;novo consenso&#8221;, em que o comércio mundial deve se converter em um &#8220;motor de crescimento&#8221;.</p></div>
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		<title>Brasil entra tranquilo e sem pressa na reunião</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 12:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Alberto Tamer &#8211; O Estado SP
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O Brasil entra sem medo na reunião do G-20 que se inicia hoje com muita expectativa e pouca esperança. Teme-se que seja mais uma &#8220;conferência das promessas não cumpridas&#8221;, como todas as anteriores desse grupo que detém 80% do PIB mundial. Um alto funcionário americano alertou ontem para esse risco.
Seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<h3>
<div style="text-align: center"><img src="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/103536-49d3f589d39e4.jpg" alt="http://gazetaonline.globo.com/_midias/jpg/103536-49d3f589d39e4.jpg" width="550" height="276" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
</h3>
</div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Alberto Tamer &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>O Brasil entra sem medo na reunião do G-20 que se inicia hoje com muita expectativa e pouca esperança. Teme-se que seja mais uma &#8220;conferência das promessas não cumpridas&#8221;, como todas as anteriores desse grupo que detém 80% do PIB mundial. Um alto funcionário americano alertou ontem para esse risco.</p>
<p>Seria triste, mas não uma tragédia. A economia mundial demorará mais para sair da recessão, os EUA continuarão fazendo sozinho o seu programa de incentivo fiscal e socorro aos bancos, a Europa continuará afundando e um dia, afinal, vai se decidir fazer o inevitável: investir maciçamente no estimulo à demanda interna, uma vez que já se está socorrendo o sistema financeiro.</p>
<p>PODEMOS FICAR SÓ OLHANDO</p>
<p>Nós entramos bem nessa reunião. Já estamos seguindo a estratégia certa. Desde os primeiros sinais da crise, tivemos o cuidado de fiscalizar e oferecer liquidez ao sistema bancário, que está enxuto e sólido.</p>
<p>Estamos executando uma política fiscal fortalecida por reduções de impostos em setores importantes para a geração de empregos e aumento da demanda, como a construção civil e a indústria automobilística. Só a cadeia produtiva dessa indústria representa 23% do PIB do País! Podemos até nos dar ao luxo de apontar o dedo para os países desenvolvidos e dizer, como estamos dizendo, absorvam logo essas subprimes, esses papéis podres que vocês mesmos criaram e que estão intoxicando, envenenando o mercado e as linhas de crédito.</p>
<p>Sabemos que eles vão demorar muito para fazerem isso, mas está cada vez mais claro que não há saídas. Ou os governos dos países ricos assumem os prejuízos ou essa crise vai demorar muito a passar.</p>
<p>E SE NÃO DER CERTO?</p>
<p>É evidente que, se isso acontecer, será ruim para nós. Entraremos em recessão mas poderemos conviver com ela por algum tempo melhor do que os outros.Temos, como a China, um mercado interno potencial inexplorado e não será nenhuma tragédia shakespeariana se por alguns meses tivermos um déficit fiscal de 1% ou 2%. Para nós é importante que essa reunião dê certo, mas a economia não irá cair no fundo do poço se isso não ocorrer.</p>
<p>POR QUE ESPERAR POUCO?</p>
<p>Simplesmente porque, tendo em vista o que aconteceu ontem, em Londres, pode-se dizer que há nitidamente dois blocos bem distintos. Um é formado pelos EUA, Japão e China, do qual o Brasil também faz parte. Eles defendem a aplicação imediata de uma política fiscal agressiva para promover um grande aumento da demanda e retomar o crescimento ainda no fim deste ano. O Brasil já vem há algum tempo aplicando essa estratégia. O fato de o governo ter reduzido impostos para os setores automobilístico e de construção revela pioneirismo. Só a Grã-Bretanha fez algum movimento nesse sentido mas não avançou.</p>
<p>O outro bloco é o da França e Alemanha. Os dois chefes de Estado, Sarkozy e Merkel, se reuniram ontem em Paris e firmaram um ponto de vista comum. Eles vão se opor a qualquer aumento de gastos e defenderão uma reforma imediata do sistema financeiro internacional.</p>
<p>Ainda ontem a chanceler alemã afirmou que a sua economia depende muito das exportações. Mas &#8220;é algo que nem mesmo queremos mudar, afirmou ela.&#8221; Ou seja, ela quer que o mundo mude, cresça mais para importar mais da Alemanha e sustentá-la! Isso não nos leva um pouco de volta ao passado?</p>
<p>G2 COM PINTA DE G3</p>
<p>A perigosa divisão ficou ainda mais clara nesta quarta-feira. Obama reuniu-se com Hu Jintao, no que já se estava chamando, em Londres, de um &#8220;novo G-2&#8243;. Não foi uma conversa informal, não.</p>
<p>Ao fim do encontro, eles anunciaram que decidiram trabalhar para reativar a economia por meio de medidas fiscais, reforçar o sistema financeiro e &#8220;estabelecer um diálogo bilateral estratégico&#8221;. Os EUA já vêm investindo pesadamente na política fiscal e a China destinou mais de US$ 500 bilhões para reativar o consumo interno. Sua vantagem é que os projetos já estão prontos e podem começar a ser executados imediatamente.</p>
<p>Como a Alemanha, seu crescimento espantoso até agora vem dependendo essencialmente das exportações, mas, ao contrário da Alemanha, sabe que precisa reverter essa situação, investindo na demanda interna. Ou isso, ou não crescerá mais de 5% neste ano. Inaceitável para um país com 1,3 bilhão de habitantes, 800 milhões dos quais vivendo pobre ou miseravelmente.</p>
<p><strong>*E- mail: at@attglobal.net</strong></div>
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		<title>Maionese, cocoricós e o G20</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 12:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Manif anti sarko

VINICIUS TORRES FREIRE &#8211; FOLHA SP



 Reunião &#8220;histórica&#8221; começa sob ameaça de fiasco prático e risco de maior desacordo internacional sobre a crise  



&#8220;LA MAYONNAISE va prendre&#8221; é uma expressão  francesa tanto para dizer  &#8220;a coisa vai engrenar&#8221; como, em contexto de maior exaltação, &#8220;o caldo vai  engrossar&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Manif anti sarko</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.ladepeche.fr/content/photo/biz/afp/une/photo_1195578234090-10-0_zoom.jpg" alt="http://www.ladepeche.fr/content/photo/biz/afp/une/photo_1195578234090-10-0_zoom.jpg" width="270" height="191" /><img src="http://www.france24.com/files_fr/story/sommet-berlin_m.jpg" alt="http://www.france24.com/files_fr/story/sommet-berlin_m.jpg" width="255" height="191" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong><font size="+1" color="#000080">VINICIUS TORRES FREIRE &#8211; FOLHA SP</font></strong></p>
<table width="437" height="99">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Reunião &#8220;histórica&#8221; começa sob ameaça de fiasco prático e risco de maior desacordo internacional sobre a crise  </em></strong></font></p>
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>&#8220;LA MAYONNAISE va prendre&#8221; é uma expressão  francesa tanto para dizer  &#8220;a coisa vai engrenar&#8221; como, em contexto de maior exaltação, &#8220;o caldo vai  engrossar&#8221;. Nicolas Sarkozy, marido  de Carla Bruni, aliás presidente da  França, ameaça bater a maionese na  reunião do G20, que começa amanhã, em Londres. Não é o mais importante dos tiros no concerto do  G20, mas é sintomático.<br />
Sarkozy vazou para imprensa que  &#8220;deixará uma cadeira vazia&#8221; no G20  caso os EUA não aceitem uma reforma que endureça os controles sobre  a finança mundial. &#8220;Cadeira vazia&#8221; é  um clássico gaullista, de quando  Charles de Gaulle deixou seus pares  da Comunidade Econômica Europeia falando sozinhos, em 1965.<br />
A maionese caseira de Sarkozy desanda. Há o risco de a crise levar  franceses em massa às ruas, o que  não tem tido consequências maiores  desde os anos 1960, embora tenha levado à breca um governo liberal, nas  grandes greves de 1995. Enfim, nunca se sabe o que pode dar quando há  franceses irados na rua. Sarkozy canta, pois, um cocoricó para a galera, tirando casquinha dos EUA. Além do  mais, se sair do G20, faz o quê? O que  importa? O PIB francês equivale a  6% das 19 economias do G20 (19 países mais um representante da União  Europeia). Os EUA têm 30% do PIB  do G20.<br />
A chanceler alemã, Angela Merkel,  deve reafirmar sua oposição ao apelo  de Barack Obama, que pede mais  gasto público no mundo a fim de  conter o colapso global. Os alemães  são conservadores em juros e dívida,  mas temem mesmo é ter de bancar a  conta do colapso da Europa, que não  tem governo unificado para fazer pacote fiscal. A Alemanha é 8% do G20  e, na previsão da OCDE, seu PIB deve encolher uns 5% em 2009.<br />
O premiê japonês, Taro Aso, apoia  os americanos e critica Merkel. Aso  vai a Londres com aprovação de apenas 25% dos japoneses e sob o risco  de governar a pior recessão no mundo rico (queda de 6,6% do PIB, diz a  OCDE). O Japão, 10% do PIB do  G20, tem, porém, a experiência de  quase 15 anos de estagnação, fruto do  estouro de uma bolha imobiliária, de  uma outra na Bolsa e da reação oficial tardia à crise. Aso apoia a ideia  americana de triplicar os fundos do  FMI, está soltando um pacote fiscal  de US$ 100 bilhões a US$ 200 bilhões, uns 2% a 4% do PIB, e anunciou ajuda para a Ásia.<br />
O anfitrião Reino Unido é sempre  pró-EUA, mas não que ver o caldo  entornar em casa e está meio sobre o  muro. Os chineses, que têm 8% do  PIB do G20, vão aproveitar para tirar um cascão dos EUA, como o têm  feito, acusando-os de irresponsáveis  e sugerindo, por ora retoricamente,  dar cabo do dólar como moeda mundial. Os russos estão falidos, mas são  mais um problema político.<br />
O resto é mais ou menos o resto.<br />
Aliás, do que vai tratar mesmo o G20? De estímulo à demanda mundial, de reforma financeira, de evitar protecionismo. Numa reunião de um dia, cheia de ruídos, na qual o &#8220;Ocidente&#8221; tentará tanto lançar mão do &#8220;ouro de Pequim&#8221; como evitar que a China atraia mais emergentes para seu lado. Em que os líderes terão de falar &#8220;urbi et orbi&#8221;, por algum acordo internacional, para as ruas que querem protecionismo, para Wall Street que não quer saber de restrições etc. Vai dar certo, isso?</p>
<p><strong><a href="mailto:vinit@uol.com.br">vinit@uol.com.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que o G20 fracassará</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 11:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
MARTIN WOLF &#8220;DO FINANCIAL TIMES&#8221; &#8211; FOLHA SP
A CONFERÊNCIA de cúpula do G20 parece destinada a realizar progressos. Mas suas realizações precisam ser medidas não apenas diante do desempenho do passado, mas com relação à &#8220;feroz urgência do agora&#8221;. E, infelizmente, não serão suficientes.
A OCDE prevê agora contração de 4,3% nas economias dos países avançados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.vermelho.org.br/ctt/img_upload/manifranca3.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.vermelho.org.br/ctt/img_upload/manifranca3.jpg" width="183" height="275" /><img src="http://1.bp.blogspot.com/_V6YsQcWSNso/SbWAh9eyC7I/AAAAAAAAAKM/m2y-jQHe5Bk/s320/G20logo.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_V6YsQcWSNso/SbWAh9eyC7I/AAAAAAAAAKM/m2y-jQHe5Bk/s320/G20logo.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">MARTIN WOLF &#8220;DO FINANCIAL TIMES&#8221; &#8211; FOLHA SP</p>
<p>A CONFERÊNCIA de cúpula do G20 parece destinada a realizar progressos. Mas suas realizações precisam ser medidas não apenas diante do desempenho do passado, mas com relação à &#8220;feroz urgência do agora&#8221;. E, infelizmente, não serão suficientes.</p>
<p>A OCDE prevê agora contração de 4,3% nas economias dos países avançados neste ano, seguida por estagnação em 2010. Nos países avançados que a integram, o desemprego pode subir em 25 milhões de pessoas até 2010. Enquanto isso, o FMI prevê que a economia mundial se contrairá neste ano entre 0,5% e 1%. Isso representaria uma elevação de cerca de 4% na &#8220;diferença de produção&#8221;, a diferença entre o potencial produtivo e a produção efetiva.</p>
<p>Será que o G20 se provará capaz de enfrentar esses excepcionais desafios? A resposta é não. O que é necessário é uma grande ampliação na demanda e uma virada em sua distribuição, dos países cronicamente deficitários para os superavitários. Em ambos os pontos, o progresso será muito limitado.</p>
<p>A OCDE argumenta que as medidas de estímulo adotadas pelos governos em resposta à crise elevarão o PIB desses países em média por só 0,5%, em 2009 e 2010. Além disso, a demanda adicional está surgindo pelo menos em igual medida nos países deficitários e superavitários. Isso não é receita para uma solução dos desequilíbrios mundiais, mas sim para seu prolongamento indefinido.</p>
<p>Infelizmente, não há consenso sobre as causas subjacentes da crise ou as melhores maneiras de escapar dela. EUA e Reino Unido concordam que os excessos financeiros tiveram origem não na desregulamentação e sim no imenso excedente de oferta dos países superavitários, principalmente China, Alemanha e Japão. Mas a China e europeus liderados pela Alemanha argumentam que a culpa cabe integralmente aos perdulários países deficitários. No entanto, a China também espera que o mundo em breve possa voltar a absorver seu excesso de oferta.</p>
<p>Na entrevista do &#8220;Financial Times&#8221; com Angela Merkel, a chanceler alemã disse que &#8220;a economia alemã depende muito de exportações, e isso não é algo que se possa mudar em dois anos&#8221;. Acrescentou ainda que &#8220;não é algo que desejemos mudar&#8221;. Parafraseando: &#8220;O resto do mundo precisa encontrar uma maneira de absorver a nossa oferta excedente, mas de maneira sustentável, por favor&#8221;. Mas o que acontece se isso não ocorrer? Em 2007, os China, Alemanha e Japão registraram um superávit agregado de US$ 835 bilhões em conta corrente. Logicamente, os países deficitários que lhes servem como contraparte precisam gastar mais do que ganham por igual montante. Mas os países deficitários já não podem captar recursos junto a credores voluntários com bom crédito.</p>
<p>Essa mudança é o aspecto central da crise. Os países superavitários, que dependiam do setor privado dos países deficitários para que realizasse por eles sua captação irresponsável, demonstram padrão muito diferente: o balanço em seu setor privado mudará pouco e, em todos os casos, continuará a exibir um grande superávit o tempo todo: grandes superávits em conta corrente quase sempre significam poupança excedente no setor privado. Mas, na medida em que seus superávits externos caiam, os déficits fiscais crescerão, em parte por decisão política deliberada mas também devido às consequências automáticas das recessões.</p>
<p>Assim, as posições fiscais estão se deteriorando, e os superávits e déficits em conta corrente estão minguando em toda parte, à medida que o setor privado dos países deficitários reduz dramaticamente os seus gastos. Mas a deterioração fiscal esperada é maior nos países deficitários do que nos superavitários. Com a exceção do Japão, os déficits fiscais também serão maiores nos países deficitários. O que essa análise nos revela é bastante simples: não está acontecendo quase nenhum ajuste nos desequilíbrios estruturais subjacentes. Não estamos no caminho para uma saída duradoura da crise.</p>
<p>Assim, o que resta a fazer? Esse deve ser o tema central do G20. A economia mundial não pode ser conduzida a um equilíbrio seguro por meio de medidas que encorajem número relativamente pequeno de países a gastar até falir. A resposta depende, em parte, de mudanças nas políticas dos países superavitários. Mas também em igual medida de repensar o sistema monetário internacional. Enquanto isso, a cúpula do G20 tratará em larga medida dos sintomas imediatos da doença. Encontrar uma cura de longo prazo para o excesso crônico de oferta mundial é tarefa que ficará para o futuro.</p>
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		<title>A reputação manchada dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Paul Krugman, The New York Times *
Há dez anos, a capa da revista Time estampava Robert Rubin, então secretário do Tesouro, Alan Greenspan, então presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), e Lawrence Summers, então vice-secretário do Tesouro. A revista chamou a trinca de &#8220;comitê para salvar o mundo&#8221;, creditando-lhe a condução do [...]]]></description>
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<p style="background-color: #ffff99"><strong>Paul Krugman, The New York Times *</strong></p>
<p>Há dez anos, a capa da revista Time estampava Robert Rubin, então secretário do Tesouro, Alan Greenspan, então presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), e Lawrence Summers, então vice-secretário do Tesouro. A revista chamou a trinca de &#8220;comitê para salvar o mundo&#8221;, creditando-lhe a condução do sistema financeiro global numa crise que parecia aterrorizante na época, embora pareça um pequeno solavanco comparada ao que estamos enfrentando hoje.</p>
<p>Os três homens naquela capa eram americanos, mas ninguém estranhou isso. Afinal, em 1999, os Estados Unidos eram o líder inconteste da resposta global à crise. Esse papel de liderança só em parte se baseava na riqueza americana; num grau importante, ele refletia também a estatura da América como um modelo exemplar. Todos achavam que os EUA eram o país que sabia lidar bem com as finanças.</p>
<p>Como os tempos mudaram.</p>
<p>Pouco importa o fato de que dois membros do comitê desde então sucumbiram à maldição da capa da revista, o colapso de reputação que amiúde acompanha a notoriedade na mídia. (Summers, que ocupa hoje a chefia do Conselho Econômico Nacional, continua prestigiado.) Bem mais importante é a extensão em que nossas pretensões à solidez financeira &#8211; pretensões com frequência invocadas quando fazemos preleções a outros países sobre a necessidade de mudarem suas atitudes &#8211; se mostraram vazias.</p>
<p>Aliás, os EUA de hoje se parecem com o Bernie Madoff das economias: durante muitos anos, eles foram respeitados, admirados até, mas acabaram se revelando ter sido uma fraude o tempo todo.</p>
<p>É penoso ler hoje uma palestra feita por Summers no início de 2000, quando a intensidade da crise econômica dos anos 1990 estava diminuindo. Discutindo as causas daquela crise, Summers apontou coisas que faltavam aos países em crise &#8211; e que, por implicação, os EUA possuíam. Essas coisas incluíam &#8220;bancos bem capitalizados e supervisionados&#8221;, e &#8220;contabilidade corporativa transparente e confiável&#8221;. Bem, bem.</p>
<p>Um dos analistas que Summers citou na palestra, alias, foi o economista Simon Johnson. Num artigo do número corrente da revista The Atlantic, Johnson, que foi economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) e hoje leciona no Massachusetts Institute of Technology (MIT), declara que as dificuldades atuais dos EUA são uma &#8220;recordação chocante&#8221; de crises em lugares como Rússia e Argentina &#8211; incluindo o papel-chave desempenhado pelo capitalista de compadrio.</p>
<p>Nos EUA, como no terceiro mundo, ele escreve , os &#8220;interesses econômicos de elite &#8211; financistas, no caso dos EUA &#8211; jogaram um papel central na criação da crise, fazendo especulações cada vez maiores com o respaldo implícito do governo, até o colapso inevitável&#8221;. Mais alarmante, eles agora estão usando sua influência para impedir precisamente os tipos de reformas que são necessários e urgentes para tirar a economia da queda livre.</p>
<p>Não espanta, pois, que um artigo no New York Times de domingo sobre a resposta que o presidente Barack Obama receberá na Europa tenha sido intitulado &#8220;Capitalismo de Fala Inglesa em Julgamento&#8221;.</p>
<p>Agora, a bem da verdade, é preciso dizer que os EUA não foram o único país onde os bancos extrapolaram. Muitos líderes europeus ainda se recusam a admitir os problemas econômicos e financeiros do continente que são, provavelmente, tão profundos como os nossos &#8211; embora as redes de segurança social muito mais sólidas de suas nações signifiquem que nós provavelmente experimentaremos um sofrimento humano maior. Seja como for, é um fato que a crise custou aos EUA muito de sua credibilidade, e, com ela, muito de sua capacidade de liderar.</p>
<p>E isso é uma coisa muito ruim.</p>
<p>Como muitos outros economistas, venho reavaliando a Grande Depressão à procura de lições que possam nos ajudar a evitar uma repetição. E uma coisa que se destaca da história do início dos anos 1930 é a extensão em que a resposta mundial à crise foi debilitada pela incapacidade de cooperar das principais economias do mundo.</p>
<p>Os detalhes de nossa crise atual são muito diferentes, mas a necessidade de cooperação não é menor. Obama captou isso com extrema correção na semana passada, quando declarou: &#8220;Nós todos vamos ter de dar passos para levantar a economia. Não queremos uma situação em que alguns países façam esforços extraordinários e outros países não&#8221;. Essa é, contudo, a precisa situação em que nos achamos. Eu acredito que mesmo os esforços econômicos dos EUA não são adequados, mas eles têm sido bem maiores que a maioria dos outros países ricos têm se mostrado disposta a fazer. E a cúpula do G-20 desta semana seguramente será uma ocasião para Obama repreender e espicaçar os líderes europeus, em particular, para que estes joguem seu peso na solução da crise.</p>
<p>Mas os líderes estrangeiros não se mostram hoje muito dispostos a ser censurados por autoridades americanas, mesmo quando &#8211; como neste caso &#8211; os americanos estão certos.</p>
<p>A crise tem causado muitos prejuízos. E um deles são os danos à reputação dos EUA, um ativo que perdemos no exato momento em que nós, e o mundo, mais precisamos dele.</p>
<p><strong>*Paul Krugman é articulista </strong></p>
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		<title>Sarkozy plan for another economic conference annoys some diplomats</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 21:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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President Nicolas Sarkozy of France on Wednesday in Paris.   (Pool photo by Eric Feferberg)


By Mark Landler &#8211; Herald Tribune
Published: November 20, 2008
French officials said the gathering Jan. 8 and 9, for which the former British prime minister, Tony Blair, was to be co-host, would be merely a conference, designed to bring together [...]]]></description>
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<div align="center"> 	<img src="http://img.iht.com/images/2008/11/20/20sarko-podium550.jpg" class="article_photo" width="550" height="320" /></div>
<div id="photo_caption_landscape">
<div align="center"><font size="1"><em>President Nicolas Sarkozy of France on Wednesday in Paris.   </em></font><nobr><font size="1"><em>(Pool photo by Eric Feferberg)</em></font></nobr></div>
</div>
</div>
<p style="background-color: #ffff99">By Mark Landler &#8211; Herald Tribune</p>
<p>Published: November 20, 2008</p>
<p>French officials said the gathering Jan. 8 and 9, for which the former British prime minister, Tony Blair, was to be co-host, would be merely a conference, designed to bring together political leaders and prominent thinkers to discuss issues like globalization and the values of capitalism.</p>
<p>The surfeit of high-level meetings reflects what has become a tense trans-Atlantic contest over the global economy. Much of this is posturing by ambitious leaders, but it also reflects a genuine philosophical debate about how best to fix the fractured global markets.</p>
<p>On one side is Sarkozy, the supercharged French leader, determined to keep the initiative on what many in Europe regard as a long-overdue discussion of the excesses of American-style capitalism.</p>
<p>On the other is Bush, playing out his final weeks in office but unwilling to allow Europeans, especially the French, to dominate the debate on how to overhaul international financial regulations.</p>
<p>Certainly, the two leaders had sharply different interpretations of what happened in Washington. Sarkozy portrayed it as a shift in power, saying, &#8220;Europe for the first time expressed its clear determination.&#8221; Americans had &#8220;never, ever&#8221; been willing to negotiate these kinds of regulatory changes, he said.</p>
<p>Bush agreed that the meeting had been productive. But he noted that the leaders had reaffirmed the value of free markets, free trade and the primacy of national regulation &#8211; all hallmarks of American capitalism.</p>
<p>The timing of Sarkozy&#8217;s January meeting has ruffled feathers, even more than its agenda has, because the Group of 20 industrialized and emerging nations set out a detailed process for tackling regulatory reform. It assigned working groups to develop proposals on 47 issues, to be taken up later by the leaders, possibly in London.</p>
<p>At that meeting, the U.S. president-elect, Barack Obama will have a seat at the table. Obama will not, however, be in office during the Paris meeting, ensuring that the participants discuss the future of capitalism when the world&#8217;s leading practitioner of it is still in a transition.</p>
<p>Though the Élysée Palace, Sarkozy&#8217;s office, announced the meeting as an international summit meeting, his aides emphasized that it would be an informal gathering not connected to the G-20.</p>
<p>Among those planning to attend are two Nobel Prize-winning economists, Joseph Stiglitz and Amartya Sen. Blair is making contact with world leaders, aides said, adding that it was too soon to say which ones would attend.</p>
<p>&#8220;It&#8217;s a joint idea of Tony Blair and Nicolas Sarkozy; they have had it on their minds for a while,&#8221; said a French official, who, like other officials, spoke on condition of anonymity because he was not authorized to speak publicly.<br />
WASHINGTON: President Nicolas Sarkozy of France left the summit meeting on the financial crisis here last weekend in a triumphal mood, declaring that it had tamed the animal spirits of American capitalism.</p>
<p>Then he went home and announced that he would hold his own summit meeting in a few weeks in Paris &#8211; on the same topic.</p>
<p>That has raised hackles in diplomatic circles, not just because the meeting appears to compete with a planned gathering of 20 world leaders next April. Sarkozy&#8217;s aggressive statements have put U.S. officials on edge, with some saying that he seems determined to turn the global crisis into a referendum on the ills of untrammeled capitalism.</p>
<p>&#8220;Sarkozy claimed he put a bell on the American cat,&#8221; said Simon Johnson, a former chief economist of the International Monetary Fund. &#8220;He said the U.S. had agreed to a whole range of negotiations on regulations. But he didn&#8217;t actually come in and negotiate any of these things.&#8221;</p>
<p>Making matters worse, Sarkozy said nothing about his plans to convene a meeting to President George W. Bush or the 18 other leaders while he was in Washington. A senior European diplomat said he found the French proposal &#8220;amazing,&#8221; while an American official said that would be a charitable description of it.</p>
<p>Sarkozy has had many ideas. He proposed the meeting last weekend, though Bush rejected his idea of holding the talks in New York. American officials said it was Bush&#8217;s idea to expand the guest list to 20 countries, rather than the usual gathering of seven or eight.</p>
<p>The common ground between Europe and the United States is greater than these public statements suggest. The United States has shown a willingness to accept regulation of a wide range of institutions and markets, including credit default swaps &#8211; a form of bond insurance &#8211; and possibly private equity firms and hedge funds, that are not now regulated.</p>
<p>&#8220;People may have been surprised by the U.S. willingness to cooperate on issues,&#8221; said David McCormick, undersecretary of the Treasury for international affairs.</p>
<p>Although the French favor a strong state role in the economy and are partial to regulatory agencies with cross-border authority, they did not propose such measures at the talks in Washington. That was mainly because Britain and Germany had earlier resisted a supranational regulator.</p>
<p>Katrin Bennhold contributing reporting from Paris.</p>
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		<title>G20, Brasil, Obama e a mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 14:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TODA MÍDIA &#8211; Nelson de Sá &#8211; Folha SP
MAIS PRÓXIMOS
Na manchete on-line do &#8220;China Daily&#8221;, &#8220;Líderes mundiais concordam em agir&#8221; de forma &#8220;mais próxima e coordenada&#8221; na crise, mas:
- Eles adiaram planos detalhados sobre a revisão do sistema financeiro e até um próximo encontro, na administração Obama.
OBAMA DIANTE DO G20    


change.gov

&#160;


  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">TODA MÍDIA &#8211; Nelson de Sá &#8211; Folha SP</p>
<p><strong>MAIS PRÓXIMOS</strong><br />
Na manchete on-line do <a href="http://www.chinadaily.com.cn/china/2008-11/16/content_7208365.htm"><strong>&#8220;China Daily&#8221;</strong></a>, &#8220;Líderes mundiais concordam em agir&#8221; de forma &#8220;mais próxima e coordenada&#8221; na crise, mas:<br />
- Eles adiaram planos detalhados sobre a revisão do sistema financeiro e até um próximo encontro, na administração Obama.</p>
<p><font size="4"><strong>OBAMA DIANTE DO G20 </strong></font>  <!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table width="350">
<tr>
<td><font size="-2">change.gov</font><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm1711200802.jpg" border="0" /></td>
<td valign="bottom">&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->  Quanto a Obama, deu poucos sinais sobre a cúpula. Sábado pela manhã, no site de transição (acima), postou seu primeiro <a href="http://change.gov/newsroom/entry/your_weekly_address_from_the_president_elect/"><strong>&#8220;Pronunciamento Semanal do Presidente Eleito&#8221;</strong></a> sobre o G20. Elogiou Bush por &#8220;iniciar o processo&#8221; e já passou para a cobrança do plano de estímulo que os democratas querem aprovar. Falando ao <a href="http://www.cbsnews.com/stories/2008/11/13/60minutes/main4599840.shtml"><strong>&#8220;60 Minutes&#8221;</strong></a> sexta, antes do G20, insistiu no pacote, que Bush rejeita.<br />
As manchetes de <a href="http://www.huffingtonpost.com/2008/11/16/obamas-must-do-list-keeps_n_144193.html"><strong>Huffington Post</strong></a> e <a href="http://www.politico.com/news/stories/1108/15672_Page2.html"><strong>Politico</strong></a>, ontem, seguiram o <a href="http://www.nytimes.com/2008/11/16/business/worldbusiness/16summit.html?hp"><strong>&#8220;NYT&#8221;</strong></a> e destacaram que a marcação da nova cúpula para abril já pressiona Obama à ação.</p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table width="350">
<tr>
<td><font size="-2">ft.com</font><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm1711200804.jpg" border="0" /></td>
<td valign="bottom">&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><font size="-1"><em><strong>&#8220;FT&#8221; se mostrou simpático ao G20, mas ironizou o tamanho do grupo, comparado ao &#8220;Spruce Goose&#8221; de Howard Hughes</strong></em></font></p>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->   <strong>A MORTE DO G8</strong><br />
No dominical <a href="http://www.guardian.co.uk/business/2008/nov/16/global-economy-global-recession"><strong>&#8220;Observer&#8221;</strong></a>, Larry Elliott escreveu que &#8220;Esta cúpula sinaliza o fim do clube exclusivo das nações ricas&#8221;. Sem Obama, foi como como &#8220;&#8221;Hamlet&#8221; sem o príncipe&#8221;, mas teve cinco &#8220;realizações&#8221;, sendo a maior delas que, &#8220;finalmente, soou o sino de morte para o G8&#8243;.</p>
<p><strong>A MORTE DO G7</strong><br />
No <a href="http://www.ft.com/cms/s/0/c4f4539c-b3ff-11dd-8e35-0000779fd18c.html"><strong>&#8220;FT&#8221;</strong></a>, Clive Crook foi mais cético. Escreveu que, &#8220;para muitos, o encontro não importou pela simples razão de que o presidente eleito não estava lá&#8221;. Mas avaliou que &#8220;a coisa mais importante foi geopolítica&#8221; e que &#8220;seria bom se provasse ser a certidão de morte do velho G7&#8243;.</p>
<p><font size="4"><strong>A ORDEM DAS CADEIRAS </strong></font>  <!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table width="350">
<tr>
<td><font size="-2">washingtonpost.com</font><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm1711200803.jpg" border="0" /></td>
<td valign="bottom">&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->  No <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/11/15/AR2008111500902.html"><strong>&#8220;WP&#8221;</strong></a> (acima), destaque para os EUA, ladeados por Brasil e Japão, na cúpula de sábado. No <a href="http://www.chinadaily.com.cn/china/2008-11/16/content_7208365.htm"><strong>&#8220;China Daily&#8221;</strong></a>, a foto on-line ressaltou o presidente Hu Jintao ao lado de George W. Bush, no jantar de sexta. Na home do espanhol <a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/G-20/acuerda/accion/publica/masiva/elppgl/20081116elpepieco_2/Tes"><strong>&#8220;El País&#8221;</strong></a>, a foto posada de sábado, com o primeiro-ministro José Luis Zapatero logo atrás de Bush e Lula.<br />
O <a href="http://www.nytimes.com/2008/11/16/washington/16leaders.html?_r=1&amp;oref=slogin"><strong>&#8220;NYT&#8221;</strong></a>, ontem sobre o jantar, ironizou que &#8220;a verdadeira história foi a distribuição dos lugares à mesa&#8221;. Bush cercado por Lula e Hu &#8220;foi uma ilustração de como a crise refez a ordem econômica mundial&#8221;.</p>
<p><font size="4"><strong>&#8220;BRAZILIANS, GO HOME&#8221; </strong></font><br />
Na <a href="http://www.newsweek.com/id/169266"><strong>&#8220;Newsweek&#8221;</strong></a>, &#8220;Conforme Brasil se torna ator mais poderoso, seus vizinhos se mostram vez mais agressivos&#8221;. Diz que a reação vem sobretudo de Bolívia, Paraguai etc. -e que, &#8220;ironicamente, Lula segue popular&#8221; nos mesmos. Mas sua &#8220;tolerância&#8221; está próxima do limite.</p>
<p><strong>Leia a integra da coluna de Nelson de Sá na Folha de São Paulo</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8221;FMI deveria ter US$ 3 trilhões&#8221;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/fmi-deveria-ter-us-3-trilhoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michael Spence: economista e ganhador do prêmio Nobel em 2001; Spence é favorável ao apoio do Fundo para os países emergentes, que foram abatidos pelo corte abrupto do crédito




Fernando Dantas, RIO &#8211; O Estado SP
 

Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
                  
Prêmio Nobel de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><strong>Michael Spence: economista e ganhador do prêmio Nobel em 2001; Spence é favorável ao apoio do Fundo para os países emergentes, que foram abatidos pelo corte abrupto do crédito</strong></div>
<div id="c" align="center"></div>
<div id="c" align="left"></div>
<div id="c" align="left"></div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte"><strong>Fernando Dantas, RIO &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"> <span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div class="ImagemMateria">                  <img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081117/img/4.10.imagem_spence.jpg" align="left" /></div>
<p>Prêmio Nobel de Economia de 2001, junto com o crítico da globalização Joseph Stiglitz e George Arkelof, o americano Michael Spence participou de um grupo de 20 economistas que elaborou um documento de sugestões aos líderes do G-20, numa tentativa de influenciar as decisões que acabam de ser tomadas ao fim do encontro de Cúpula dos chefes de Estado neste fim de semana em Washington.</p>
<p>Em entrevista ao Estado por telefone, antes da conclusão da cúpula, Spence defendeu uma vigorosa ajuda financeira aos países emergentes, que, para ele, estão sofrendo com o corte súbito do crédito causado por razões que nada têm a ver com o fundamento de suas economias. Ele está relativamente otimista quanto ao Brasil e sugeriu um aumento da munição do Fundo Monetário Internacional (FMI) para até US$ 3 trilhões, que poderiam ser alcançados com o uso das reservas de China, Japão e países do Golfo.</p>
<p>Coordenador do relatório final da Comissão do Crescimento, um documento sobre desenvolvimento elaborado durante dois anos por diversos especialistas e divulgado em maio de 2008, Spence acha que a atual crise mostra que uma ênfase maior deve ser dada à manutenção da estabilidade econômica e financeira. Mas ele é cético quanto a uma reforma da arquitetura financeira internacional a curto prazo, pois as causas da atual crise ainda não foram entendidas. Spence virá ao Rio nesta semana para o encontro da Associação Latino-americana e Caribenha de Economia e da sessão brasileira da Sociedade Econométrica Internacional (Lacea-Lames). A seguir, os principais trechos da entrevista.</p>
<p><strong>Qual deve ser a prioridade das autoridades econômicas mundiais neste momento?</strong></p>
<p>O mais importante, agora, é focar na crise financeira e econômica. O fato básico e simples é que os capitais estão saindo dos países em desenvolvimento, por causa dos balanços danificados nos Estados Unidos e na Europa. Não tem nada a ver com a situação econômica nos emergentes. Esses fluxos de capital têm de ser revertidos. Se o FMI tivesse ativos suficientes para apoiar aqueles países, poderia fazer. Mas não tem. Então, é preciso esquemas como o de swap (troca) de dólares do Fed (Federal Reserve, banco central americano).</p>
<p><strong>O sr. acredita num novo papel para o FMI, na esteira desta crise? </strong></p>
<p>Quando as pessoas falam de um novo papel do FMI, elas querem dizer uma entidade que tenha as funções atuais do FMI. Se o FMI pode ser reformado para representar esse novo papel, é uma outra questão. Mas o ponto sobre o qual todos concordam é a necessidade de uma entidade que tenha ativos substanciais ou uma capacidade substancial de acessar ativos, com autoridade e legitimidade para agir no contexto de uma crise. Esses ativos têm de ser muito maiores do que os US$ 250 bilhões do FMI. Um total de US$ 2 trilhões a US$ 3 trilhões parece adequado.</p>
<p><strong>De onde poderiam vir os recursos deste FMI ampliado?</strong></p>
<p>Os grandes detentores de reservas internacionais hoje são a China, o Japão e os países do Golfo. É preciso encontrar uma forma de os detentores destes grandes acúmulos de reservas as utilizem para estabilizar o sistema como um todo.</p>
<p><strong>O sr. tem parecido cético em relação a uma reforma a curto prazo da arquitetura financeira internacional.</strong></p>
<p>Pense bem: as mais sofisticadas instituições financeiras do mundo, repletas de algumas das pessoas mais inteligentes do mundo, conseguiram criar uma situação na qual havia tanto risco sistêmico que, quando a coisa estourou, cada uma daquelas instituições, praticamente sem exceção, estava danificada ao ponto de não poder atuar nem mesmo como intermediária no sistema de crédito e de pagamentos. Enquanto não sentarmos e pensarmos arduamente sobre isso, não podemos nem ao menos obter uma explicação coerente sobre o que aconteceu. Deveríamos admitir que não temos um conhecimento perfeito e colocar em marcha um processo planejado para tornar o sistema mais estável e seguro para todo mundo ao longo do tempo. Isso pode requerer mudanças freqüentes, à medida que descubramos coisas novas.</p>
<p><strong>Como o sr. vê a situação do Brasil nesta crise?</strong></p>
<p>As grandes economias em desenvolvimento bem administradas, como o Brasil, se sairão desta crise razoavelmente bem. Quer dizer, ninguém vai escapar, e é preciso ficar muito alerta para reagir adequadamente, e evitar danos maiores do que o inevitável. Mas acho que o Brasil está numa boa situação para fazer isso.</p>
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		<title>G-20 abre ciclo de negociações</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 14:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Paulo Sotero * &#8211; O Estado SP
O mais difícil começa agora. Nos próximos quatro meses, as burocracias terão a árdua tarefa de trocar em miúdos os princípios acordados na primeira reunião de chefes de governo do G-20, realizada ontem em Washington. O encontro não produziu resultados conclusivos, mas foi uma boa notícia pelo simples fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://img.rian.ru/images/11796/93/117969347.jpg" alt="http://img.rian.ru/images/11796/93/117969347.jpg" /><img src="http://www.reuters.com/resources/r/?m=02&amp;d=20081115&amp;t=2&amp;i=6826787&amp;w=450&amp;r=2008-11-15T195516Z_01_BTRE4AE1D5T00_RTROPTP_0_FINANCIAL-SUMMIT" alt="http://www.reuters.com/resources/r/?m=02&amp;d=20081115&amp;t=2&amp;i=6826787&amp;w=450&amp;r=2008-11-15T195516Z_01_BTRE4AE1D5T00_RTROPTP_0_FINANCIAL-SUMMIT" width="257" height="165" /></div>
<p>Paulo Sotero * &#8211; O Estado SP</p>
<p>O mais difícil começa agora. Nos próximos quatro meses, as burocracias terão a árdua tarefa de trocar em miúdos os princípios acordados na primeira reunião de chefes de governo do G-20, realizada ontem em Washington. O encontro não produziu resultados conclusivos, mas foi uma boa notícia pelo simples fato de ter acontecido. Em meio ao tsunami financeiro causado pela falta de regulação adequada do sistema financeiro global, principalmente nos países ricos que até agora ditavam as regras, os líderes, que representam 90% do PIB mundial, mostraram-se unidos e tomaram a decisão histórica de elevar politicamente um foro para incluir os países emergentes como participantes iguais na elaboração e implementação de um novo conjunto de normas e procedimentos globais capaz de impedir ou conter crises sistêmicas como a que o mundo vive hoje.</p>
<p>A reunião de Washington abriu um ciclo de negociações que testará tanto os países avançados quanto os novos atores, como o Brasil. Os governos das nações industralizadas, congregadas até agora no obsoleto G-7, terão que resistir a seu velho hábito de se reunir com os emergentes para fazer-lhes preleções. Como lembrou o ex-presidente do Banco Mundial James Wolfensohn na última sexta-feira, os ricos não têm mais credibilidade para agir dessa forma. Em lugar disso, eles devem &#8220;ouvir os conselhos e as preocupações dos líderes dos países em desenvolvimento e tratá- los como parceiros plenos e iguais, não como afortunados por serem convidados&#8221;, disse Wolfensohn.</p>
<p>O outro lado da moeda é que os emergentes serão chamados a comportar-se como iguais. Isso significa ter claro que sua capacidade de influência no novo foro dependerá menos do talento de seus líderes de fazer discursos do que do cacife econômico, do capital intelectual e da disposição política de seus respectivos governos para formular propostas bem fundamentadas e contribuir efetivamente para a construção da nova arquitetura do sistema financeiro.</p>
<p>O Brasil demonstrou ter esse tipo de capacidade no outro G-20, que ajudou a criar em setembro de 2003, juntamente com a Índia e o apoio de outras nações emergentes no contexto das negociações da Rodada de Doha na Organização Mundial de Comércio. A iniciativa foi uma importante vitória tática e resultou na mudança do formato da mesa de negociações de acordos de liberalização do comércio global, que antes só tinha lugar para os ricos. Não vem ao caso se o País deveria ou não ter apostado todas as fichas na conclusão da rodada. Ela permanece no limbo, travada pela resistência dos EUA de reduzir seus subsídios à agricultura e, em menor proporção, pelo choque de interesses que surgiu entre os emergentes &#8211; de um lado o Brasil, uma potência agrícola que defende mercados abertos, de outro a Índia e a China, que têm milhões de camponeses na agricultura familiar de subsistência e, compreensivelmente, resistem a abrir seus mercados.</p>
<p>No G-20 financeiro, o cacife brasileiro é menor do que no G-20 comercial. Mas não é desprezível. O País seguiu a receita da racionalidade econômica pregada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e conquistou a estabilidade. Graças a isso, ganhou credibilidade. Mais: é hoje um dos emergentes que crescem num mundo em que as economias ricas estão em contração. Ainda que em escala menor do que a China, o Brasil dá uma contribuição positiva e aparece como parte da solução e não da crise profunda que aflige a economia mundial. Isso dá peso ao País no novo G-20, cuja criação Brasília apoiou, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de saber, agora, como o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva usará a cadeira permanente que tem no G-20 para influir no processo de construção de uma governança global do sistema financeiro que atenda os interesses nacionais.</p>
<p>Uma das propostas adotadas pelos chefes de governo foi o fortalecimento do FMI. Em 1990, quando o estoque de investimentos globais em bolsas somava U$ 170 bilhões, o FMI tinha U$ 36 bilhões para emprestar a países em crise. Hoje tem US$ 200 bilhões, ou seis vezes mais. Ocorre que o estoque de investimentos aumentou 18 vezes em 18 anos e está agora em U$ 3 trilhões. Esse cálculo, feito por Sebastião Malaby, do Washington Post, torna evidente a necessidade de aumento do capital do Fundo.</p>
<p>O antagonismo ao FMI é, porém, parte da própria identidade ideológica do partido do presidente da República e de seus aliados da base governista. Sabe-se, também, que a ojeriza ao Fundo é compartilhada por vários integrantes da equipe econômica do governo, que vêem na crise atual a legitimação de suas posições e previsões sobre o inexorável colapso do capitalismo. Ocorre que integrantes do G-20, entre eles a China, um país nominalmente comunista com U$2 trilhões em reservas cambiais no cofre, decidiram em Washington que é do interesse de seus povos salvar o sistema, ou, como disse o presidente francês Nicholas Sarkozy, &#8220;refundar o capitalismo&#8221;. Turbinar o FMI é parte da refundação. No que diz respeito ao Brasil, trata-se de saber agora que propostas o governo Lula desenvolverá e levará à próxima reunião, marcada em princípio para fins de março. Está o Brasil disposto a respaldar a retórica oficial de redistribuição do poder do FMI em favor dos emergentes e aumentar sua contribuição ao capital da instituição? Como atuará o País no novo &#8220;colégio&#8221; global de agência reguladora do sistema financeiro que pode emergir das discussões à frente?</p>
<p>Somem-se à complexidade das negociações que começam agora as dificuldades imediatas que a transição política nos EUA apresenta para a decolagem do G-20. Antes mesmo do encontro, o presidente George W. Bush e seu sucessor eleito, o oposicionista Barack Hussein Obama, sinalizaram de maneiras diferentes que nenhum deles assumiria compromissos em relação a propostas de reforma demasiadamente ambiciosas.</p>
<p>Prestes a receber de Bush uma pesada herança &#8211; esta sim, maldita &#8211; Obama ficou longe da reunião e mandou como representantes a ex-secretária de Estado, Madeleine Albright, e o ex-deputado republicano Jim Leach &#8211; ambos políticos aposentados que não pertencem à equipe econômica do presidente eleito e não ocuparão postos de primeira grandeza em sua administração.</p>
<p>Entusiasta do processo de criação do G-20, o diretor do Munk Center for International Relations, da Universidade de Toronto, John Kirton, minimizou a ausência de emissários mais substantivos do futuro presidente, como o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, que é forte candidato a retornar ao cargo.</p>
<p>&#8220;A proposta de campanha de Obama para lidar com o aquecimento global segue o padrão de inclusão do G-20, pois envolve a participação de 16 países revelantes e torna claro que ele retomará o caminho do multilateralismo na busca da solução para os grandes problemas globais&#8221;, disse Kirton. &#8220;Não tenho dúvidas de que, um vez empossado, Obama e sua equipe econômica, que certamente será mais internacionalista e qualificada do que a do atual governo, injetará dinamismo no G-20.&#8221; É possível e até provável. Antes, porém, de mapear o curso que seguirá no que seu conselheiro econômico Paul Volcker (ex-presidente do Fed) chamou de &#8220;reconstrução do sistema financeiro a partir do alicerce&#8221;, o sucessor de Bush precisa saber o tamanho e a profundidade do buraco do qual terá que tirar a economia dos EUA. E isso ainda não está claro.<br />
<strong><br />
*Jornalista, é diretor do Brazil Institute do Woodrow Wilson International Center for Scholars </strong></p>
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		<title>Lula: &#8216;Já sabemos que o G-8 não tem mais razão de ser&#8217;</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 13:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Presidente afirma que, depois da crise financeira, países ricos tomaram &#8216;chá de humildade&#8217;
Marilia Martins &#8211; O GLOBO
Enviada especial
WASHINGTON. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera que o fortalecimento do G-20 como fórum internacional privilegiado, ocupando o lugar do G-8, já é um primeiro resultado da reunião de cúpula. Lula sentouse ao lado do presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/11/15/15_CHA_LULa_Summit.jpg" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/11/15/15_CHA_LULa_Summit.jpg" /></div>
<p><strong>Presidente afirma que, depois da crise financeira, países ricos tomaram &#8216;chá de humildade&#8217;</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marilia Martins &#8211; O GLOBO</p>
<p>Enviada especial</p>
<p>WASHINGTON. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera que o fortalecimento do G-20 como fórum internacional privilegiado, ocupando o lugar do G-8, já é um primeiro resultado da reunião de cúpula. Lula sentouse ao lado do presidente George Bush, elogiou a iniciativa do anfitrião em convocar o encontro, mas foi o primeiro a criticá-lo, acusando-o de vacilar na tomada de medidas ousadas.</p>
<p>Lula participou da cúpula acompanhado do ministro da Fazenda, Guido Mantega, enquanto o chanceler Celso Amorim mantinha encontro reservado com a representante de Comércio dos EUA, Susan Schwab, para tentar avançar nas negociações da Rodada de Doha. Amorim reuniuse ainda com Madeleine Allbright, exministra do Exterior do governo Bill Clinton, designada por Barack Obama como observadora no encontro.</p>
<p>— Já sabemos que o G-8 não tem mais razão de ser. Ninguém pode ignorar economias emergentes no mundo globalizado de hoje — afirmou Lula, declarando-se contente com a confirmação do G-20 como um fórum global. — Agora eu vejo que depois dessa crise todo mundo tomou um chá de humildade.</p>
<p>O presidente brasileiro disse que o G-8 vai continuar apenas “como um clube de amigos” e que o mundo assistiu a um momento histórico “porque há seis meses ninguém poderia imaginar que chegaríamos a um consenso para cuidar coletivamente da economia mundial”.</p>
<p>Ele também criticou os elevados ganhos dos executivos de fundos de investimento com a especulação: — Eu disse ao Bush que, quando eu era metalúrgico, tinha de trabalhar 40 ou 60 horas extras por mês para comprar uma TV. Eu tinha de me matar de trabalhar e não é justo que alguém fique bilionário sem produzir um único papel, um único emprego, um só salário.</p>
<p>Lula reafirmou que serão tomadas todas as medidas para garantir a expansão da economia brasileira em 2009, ressaltando que o governo vai “criar as condições para irrigar o nosso sistema financeiro”, e prometeu manter todos os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mas admitiu estar preocupado com um possível aprofundamento da crise e alertou que a desaceleração econômica estava transformando-se perigosamente em recessão.</p>
<p>Mantega saiu do encontro otimista: — Conseguimos estabelecer o G-20 como fórum privilegiado da crise. Vamos retomar a Rodada de Doha e chegar a um acordo comercial até o fim do ano. Esta é uma oportunidade histórica que permite uma resposta diferente da dos anos 30, e todos concordaram que é a única forma de impedir o alastramento da crise — disse o ministro.</p>
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