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	<title>Blog do Favre &#187; género</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Trata-se de uma questão de direitos civis</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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ROLDÃO ARRUDA, JORNALISTA &#8211; O Estado SP
O caso ocorrido na Universidade Bandeirante (Uniban) não afeta apenas a estudante Geisy Arruda. Trata-se de uma questão de direitos civis, que interessa a toda a sociedade. É preocupante a condescendência demonstrada com a turba que perseguiu e xingou a jovem por causa de sua vestimenta. Será que, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="swfdestaque300" style="text-align: center;"><img id="imagem-popin" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32913509-EX,00.jpg" alt="Geisy Arruda chora durante coletiva na tarde desta                 segunda-feira (9). (Foto: Rubens Cavallari/Folha Imagem)" width="355" height="237" /></div>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ROLDÃO ARRUDA, JORNALISTA &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O caso ocorrido na Universidade Bandeirante (Uniban) não afeta apenas a estudante Geisy Arruda. Trata-se de uma questão de direitos civis, que interessa a toda a sociedade. É preocupante a condescendência demonstrada com a turba que perseguiu e xingou a jovem por causa de sua vestimenta. Será que, ao tolerarmos esse tipo de comportamento, amanhã não acharemos normal algum jovem ensandecido agredir um judeu ortodoxo pelo fato de expor na rua uma vestimenta diferente? Não acharemos justo um grupo de skinheads espancar dois gays que se beijaram na rua, alegando que tal beijo os agrediu moralmente? Não acharemos divertido ver uma pessoa gorda ser ridicularizada em público pelo fato de ser gorda?</p>
<p>A lista poderia incluir negros, índios, nordestinos, pessoas idosas, pobres, outras minorias e grupos sociais contra os quais volta e meia se levantam velhos e arraigados preconceitos &#8211; aqueles que parecem ficar guardados em algum canto escuro do corpo social, latentes, à espera de um estímulo, um sinal verde para serem escancarados. No caso de Geisy, o que se viu foi a volta do patriarcalismo mais exacerbado, que, apesar de tudo que se diz e se vê sobre as conquistas das mulheres, continua a nos assediar. A mensagem indireta estava lá: as mulheres, que até 1932 ainda não tinham o direito ao voto, não estão autorizadas até hoje a dispor livremente de seus corpos. É por isso que volta e meia somos assombrados pela notícia de que algum homem matou a namorada por não suportar a ideia de que ela seria de outro &#8211; como se estivéssemos falando de posse. É por isso, provavelmente, que o Congresso, dominado por homens, não discute em profundidade a proposta de liberação do aborto. É por isso que as mulheres mais independentes ainda são chamadas de prostitutas.</p>
<p>O mais correto seria aproveitar episódios como esse para dar a volta por cima, reforçando nas universidades os ensinamentos sobre a magnífica catedral de direitos civis que, a ferro e fogo, literalmente, nossa civilização vem montando ao longo dos séculos. Nessas aulas certamente seria lembrado o pensamento de Claude Lévi-Strauss, que morreu na semana passada, após ter revolucionado o pensamento antropológico, ensinando que não existem civilizações superiores ou inferiores, mas sim diferentes.</p>
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		<title>Universidade Taleban</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TENDÊNCIAS/DEBATES &#8211; FOLHA SP


MARTA SUPLICY




Uma simples pergunta evidencia o machismo: a reação seria a mesma se se tratasse de um rapaz usando roupa &#8220;inadequada&#8221;? 






HÁ COISAS que assustam pelo  seu inusitado ou inesperado.
Outras assustam porque, além  de surpreendentes, são indicadoras  de situações preocupantes. O caso da  aluna Geisy, da Uniban, faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong><span style="color: #000080; font-size: xx-small;">TENDÊNCIAS/DEBATES &#8211; FOLHA SP</span></strong></span></h2>
<p><span style="font-size: large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,14472733,00.jpg" alt="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,14472733,00.jpg" width="259" height="371" /><strong>MARTA SUPLICY</strong></p>
<table style="height: 143px;" border="0" width="483">
<tbody>
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /><strong><span style="font-size: x-large;"><em>Uma simples pergunta evidencia o machismo: a reação seria a mesma se se tratasse de um rapaz usando roupa &#8220;inadequada&#8221;? </em></span></strong><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p>HÁ COISAS que assustam pelo  seu inusitado ou inesperado.<br />
Outras assustam porque, além  de surpreendentes, são indicadoras  de situações preocupantes. O caso da  aluna Geisy, da Uniban, faz parte dessa segunda leva. Um vestido curto, um  salto alto e um andar rebolado quase  provocam o linchamento de uma estudante. Dias depois, a vítima é transformada em ré e quase acaba expulsa  da universidade.<br />
Uma moça põe um vestido ousado, talvez não exatamente próprio para quem vai assistir a uma aula. Teria uma festa depois? Não vem ao caso. A situação que merece análise é: Por que um vestido curto e um possível caminhar provocante suscitam a reação brutal sofrida pela moça? Outra indagação é: Por que uma universidade, que deveria ser um lugar de ensino, penaliza a jovem e vai na contramão do século que pretende instruir?<br />
Vamos começar pelo que é &#8220;próprio&#8221; para ir à aula. É possível hoje dizer o que é moda? Ou o que é adequado para ir a este ou àquele lugar? Dá para restringir o que hoje se entende por expressão e extensão da personalidade da pessoa? Claro que não se espera que alguém vá de traje de banho&#8230; mas um vestido?<br />
Não. Não foi a impropriedade da  roupa, mas o desejo, o medo e a raiva  que a roupa despertou -igualmente,  mas por motivos diferentes- em homens e mulheres. A inveja e o reprimido provocaram a mesma reação.<br />
O caso da universidade Taleban é  complexo, na medida em que junta  machismo máximo com burrice aguda. A decisão pela expulsão, mesmo  que revogada, explica com extrema  clareza a situação que nós mulheres  ainda vivemos.<br />
Uma simples pergunta evidencia o  machismo: Seria essa a reação da universidade se se tratasse de um rapaz  se vestindo de maneira &#8220;inadequada&#8221;,  com coxas à mostra ou dorso nu?<br />
A burrice é que, se a universidade já havia pecado com o desleixo com a segurança da estudante, a primeira reação a tornou símbolo do atraso. Também financeiramente é um desastre para a instituição -quem vai querer estudar em tal lugar? Sem falar que, se o juiz não for do mesmo ramo Taleban, propiciará reparação financeira maior à aluna. Agora, com a expulsão revogada, é preciso esperar os próximos passos.<br />
A universidade, negando seu papel educador e a princípio expulsando a aluna, &#8220;completara o serviço&#8221; dos estudantes. A violenta indignação da sociedade civil e das organizações de defesa das mulheres -estas com algum atraso- mostrou como parcela importante da população já tem a percepção da gravidade do que ocorreu.<br />
Ficou evidenciado, e isso é o que indignou tantas pessoas, o quanto esse tipo de preconceito ainda está entranhado na sociedade. A agressão à jovem, a atitude da universidade Taleban, foi tudo muito assustador.<br />
Sobrou um pseudoconsolo: aqueles  que dizem que mulheres, nos dias de  hoje, não têm mais do que reclamar ficarão caladinhos alguns dias. Poucos  dias, pois o tamanho da montanha a  ser escalada, como pudemos todos verificar, é enorme.<br />
Não avançamos no número de mulheres na política -aliás, estamos entre os piores na América Latina. Continua a enorme desigualdade de salários para o mesmo trabalho e&#8230; quem é mulher tem sempre uma história para contar sobre o que ocorre no cotidiano, seja entre quatro paredes, seja na rua. E não são boas histórias.<br />
A desqualificação da estudante, feita primeiro pelos seus pares e depois  pela universidade, evidencia por que  as mulheres têm tanta dificuldade em  trilhar o caminho do poder, seja ele  político, seja empresarial. Não é à toa  que, no ranking das cem &#8220;Melhores &amp;  Maiores&#8221; empresas brasileiras publicado pela revista &#8220;Exame&#8221;, nenhuma  mulher ocupa o cargo de presidente.<br />
Universidades como essa e desrespeito à liberdade da mulher produzem resultados que excluem mais da  metade da população -o gênero feminino- dos seus direitos plenos.<br />
Nós acreditamos que, assim como  este é o século do Brasil, também é o  século no qual as mulheres adquirirão, de fato e na prática, direitos  iguais. Enquanto shows de autoritarismo continuarem a acontecer sem  indignação da sociedade, será difícil  atingir ambas as metas.<br />
A reação da universidade diante da  avalanche de repreensões e possíveis  sanções deixa claro que a indignação e  a reação públicas ainda conseguem  mudar rumos.</p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><span> <strong>MARTA SUPLICY </strong>foi prefeita da cidade de São Paulo pelo  PT (2001-2004) e ministra do Turismo (2007-2008).<br />
</span><br />
<span>Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. <a href="mailto:debates@uol.com.br">debates@uol.com.br</a></span></p>
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		<title>O crime de ser mulher</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ELIANE CANTANHÊDE &#8211; FOLHA SP
BRASÍLIA &#8211; Noutro dia, uma mulher de mais de 60 anos foi amordaçada, torturada e violentada por um criminoso que entrou na sua casa, em Brasília, fazendo-se passar por bombeiro eletricista.
É dramático, mas comum. Pior foi a entrevista da delegada (delegadaaa!) a uma rádio, em que ela nem sequer fez referência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">ELIANE CANTANHÊDE &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>BRASÍLIA &#8211; Noutro dia, uma mulher de mais de 60 anos foi amordaçada, torturada e violentada por um criminoso que entrou na sua casa, em Brasília, fazendo-se passar por bombeiro eletricista.<br />
É dramático, mas comum. Pior foi a entrevista da delegada (delegadaaa!) a uma rádio, em que ela nem sequer fez referência ao crime e ao criminoso, centrando suas suspeitas (ou seriam certezas?) sobre a própria vítima: se nunca tinha visto o homem, como entabulou conversa com ele? Se morava sozinha, como deixou o estranho entrar? E sentenciou: &#8220;Há muita coisa estranha nessa história&#8221;.<br />
Nada disse sobre o estupro, a violência, a covardia, as escoriações, as muitas horas que a mulher havia ficado ferida, amarrada e amordaçada. No inconsciente da delegada, a vítima era a ré. Afinal, uma mulher madura, sozinha, sabe-se lá!<br />
É o que ocorre na Uniban, quando vândalos recalcados promovem uma rebelião, perseguem, ameaçam e humilham uma colega indefesa, porque&#8230; Por que mesmo? Ah, sim! Era insinuante. E ela é que acaba expulsa pelo conselho universitário, até o reitor agir. A vítima virou ré. Afinal, uma mulher jovem, bonita, de saia curta&#8230;<br />
São dois casos bastante simbólicos. No de Brasília, não foi um policial bruto e machista que inverteu as condições de vítima e réu: foi uma delegada mulher. No da Uniban, quem embolou os personagens foi o conselho de uma entidade acadêmica, que foi criada e é regiamente paga para cuidar da educação (e da segurança) dos filhos alheios.<br />
Se a delegada e a cúpula da escola são os primeiros e mais insensíveis algozes, para onde correr? A quem recorrer? O &#8220;mal&#8221; e o &#8220;bem&#8221; se embaralham cruelmente, e a vítima passa a ser cada vez mais vítima -na condição de ré.<br />
PS &#8211; Por falar nisso, no Estado de Maluf e na capital de Pitta, quem é condenada e paga a conta é Luiza Erundina. É de rir ou de chorar?</p>
<p><strong>elianec@uol.com.br </strong></p>
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		<title>Uniban revoga decisão de conselho que expulsou aluna hostilizada por vestido curto</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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LAURA CAPRIGLIONE
da Folha de S.Paulo
da Folha Online
A Uniban (Universidade Bandeirante) revogou no início da noite desta segunda-feira a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, porém, não traz detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia. Leia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>LAURA CAPRIGLIONE</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong><br />
da <strong>Folha Online</strong></div>
<p>A Uniban (Universidade Bandeirante) revogou no início da noite desta segunda-feira a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna Geisy Arruda, 20, hostilizada após usar um vestido curto. A decisão foi anunciada em nota, porém, não traz detalhes sobre o que fez a reitoria mudar de ideia. Leia a nota abaixo:</p>
<p>&#8220;O reitor da Universidade Bandeirante &#8211; UNIBAN BRASIL, de acordo com o artigo 17, inciso IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão&#8221;.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649803.shtml">Estudante expulsa da Uniban diz ter sido hostilizada na rua</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649373.shtml">Veja comunicado da Uniban sobre expulsão de aluna</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649404.shtml">Ministra condena medida e diz que expulsão é intolerância</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649611.shtml">Veja repercussão do caso Geisy na imprensa internacional</a></p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td>Rubens Cavallari/Folha Imagem</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/09313271.jpeg" border="0" alt="A estudante Geisy Arruda e o advogado Nehemias Melo; advogado entrará com ação para que aluna conclua o semestre na Uniban" /></td>
</tr>
<tr>
<td>A estudante Geisy Arruda e o advogado Nehemias Melo; advogado entrará com ação para que aluna conclua o semestre na Uniban</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Geisy foi xingada nos corredores da universidade no último dia 22 por usar um microvestido rosa. O tumulto foi filmado e os vídeos acabaram na internet. A aluna, que está no primeiro ano do curso de turismo, parou de frequentar as aulas após a confusão e, neste fim de semana, foi expulsa.</p>
<p>O anúncio da expulsão foi publicado em jornais de São Paulo neste domingo (8), e a aluna afirmou ter sido comunicada pela imprensa.</p>
<p>Na nota do fim de semana, a Uniban informou que a medida foi adotada após &#8220;flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade&#8221; por parte da aluna.</p>
<p>A UNE (União Nacional dos Estudantes), movimentos sociais e sindicais organizam para hoje uma manifestação contra a expulsão da aluna. O protesto deve acontecer no início da noite em frente à Uniban de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8221;A reação da universidade foi coerente com a dos agressores&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista Luiza Nagib Eluf: procuradora de Justiça MP-SP
O que acha da expulsão?
Presenciamos uma situação ultrapassada: culpar a mulher pelas agressões que sofre. É uma forma extremamente machista de avaliar uma situação de violência, na qual a vítima pode ser seu próprio algoz. Há algum tempo havia o pensamento de que a mulher era estuprada por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.daquiperdizes.com.br/fotos_materias/dpp120-int_entrevista.jpg" alt="http://www.daquiperdizes.com.br/fotos_materias/dpp120-int_entrevista.jpg" /><strong><span style="font-size: large;">Entrevista Luiza Nagib Eluf: procuradora de Justiça MP-SP</span></strong></p>
<p><strong>O que acha da expulsão?</strong></p>
<p>Presenciamos uma situação ultrapassada: culpar a mulher pelas agressões que sofre. É uma forma extremamente machista de avaliar uma situação de violência, na qual a vítima pode ser seu próprio algoz. Há algum tempo havia o pensamento de que a mulher era estuprada por culpa dela, que provocava o homem que a estuprou. Já vi muita violência contra mulher, mas jamais imaginei que a universidade fosse oficialmente praticar violência contra ela.</p>
<p><strong>Qual o papel da universidade?</strong></p>
<p>Dar exemplo de democracia como uma casa do saber, mas ela preferiu tomar uma medida retrógrada, preconceituosa e ilegal. Sim, porque a Constituição proíbe a discriminação da mulher e prevê que tenha os mesmos direitos que os homens. A universidade existe para ser um local de aprendizado e devia ter usado seu espaço para refletir sobre o caso, jamais penalizar a moça. A reação da universidade foi coerente com a dos agressores, deixando claro que foi Geisy que provocou a reação dos alunos. A partir desse ato, entendemos porque são verdadeiros trogloditas.</p>
<p><strong>O que Geisy deve fazer agora?</strong></p>
<p>No mínimo entrar com uma ação judicial milionária contra a universidade, por danos morais. A roupa não era escandalosa, a moça que é exuberante. A expulsão foi o ápice da tragédia. A Uniban tem que pagar e a sociedade, refletir.</p>
<p><em>Fonte O Estado SP</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Expulsão decidida pela Uniban vai contra Constituição</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Para especialistas, afastamento de estudante não tem amparo legal
Simone Iwasso, Camila Molina, Marília Almeida e Flávia Prado &#8211; O Estado SP
A decisão da Uniban de expulsar a estudante Geisy Arruda e considerá-la responsável pelo tumulto é inconstitucional e dá força para um processo e pedido de indenização, na avaliação de advogados e especialistas ouvidos pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32518407-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,32518407-EX,00.jpg" width="556" height="371" /></p>
<p><strong><br />
Para especialistas, afastamento de estudante não tem amparo legal</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Simone Iwasso, Camila Molina, Marília Almeida e Flávia Prado &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A decisão da Uniban de expulsar a estudante Geisy Arruda e considerá-la responsável pelo tumulto é inconstitucional e dá força para um processo e pedido de indenização, na avaliação de advogados e especialistas ouvidos pelo Estado. Além de não ter havido ampla possibilidade de defesa por parte da estudante, como diz a lei, a decisão vai contra artigos da Constituição e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).</p>
<p>&#8220;Há algo ainda mais grave, que é o indício de que a universidade tenha agido com preconceito de gênero contra a aluna, ferindo o artigo 46º da LDB que determina o respeito à diversidade e à tolerância&#8221;, explica o advogado constitucionalista Pedro Estevam Serrano, professor da PUC-SP.</p>
<p>Para promotor criminal Roberto Livianu, a expulsão não tem fundamento e dá força para um pedido de indenização. &#8220;A Uniban meteu os pés pelas mãos. A atitude representa um profundo e lamentável desrespeito às mulheres, é um pensamento arcaico&#8221;, diz.</p>
<p>O advogado Ariel de Castro Alves, do Conselho Estadual de Direitos Humanos, afirma que a Uniban pode ser processada por danos morais e materiais e Geisy ainda pode entrar com liminar para ser reintegrada, além de receber as mensalidades pagas. &#8220;A instituição preferiu responsabilizar apenas uma estudante a suspender um grupo. Fez um cálculo financeiro. Dificilmente um episódio como este ocorreria em uma universidade federal ou estadual&#8221;, analisa.</p>
<p>Na avaliação da antropóloga Débora Diniz, da Universidade de Brasília (UnB), a Uniban não conseguiu responder à altura a expectativa da opinião pública. &#8220;O que a universidade resolveu fazer foi o caminho mais simples: em vez de fazer o julgamento dos agressores, disse que a equivocada era a estudante. É um equívoco tremendo depois de toda a discussão sobre violência.&#8221;</p>
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		<title>A Uniban da idade média</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 19:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Secretaria cobra explicação sobre expulsão de universitária
Movimento Feminista de SP prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban
Agência Brasil &#8211; Agência Estado
RIO &#8211; A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), informou neste domingo, 8, que que vai cobrar da Universidade Bandeirante (Uniban) explicações sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://danielattias.blog.lemonde.fr/files/burqa.jpg" alt="http://danielattias.blog.lemonde.fr/files/burqa.jpg" width="198" height="296" /><img src="http://pierre.souchier.free.fr/illustrations/jeux/humour/3.femmes.nus.jpg" alt="http://pierre.souchier.free.fr/illustrations/jeux/humour/3.femmes.nus.jpg" width="333" height="296" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Secretaria cobra explicação sobre expulsão de universitária</span></strong></p>
<p><strong>Movimento Feminista de SP prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Agência Brasil &#8211; Agência Estado</span></h2>
<p>RIO &#8211; A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), informou neste domingo, 8, que que vai cobrar da Universidade Bandeirante (Uniban) explicações sobre a decisão de expulsar uma aluna que usava um vestido curto e sobre o andamento das medidas contra estudantes que a &#8220;atacaram verbalmente&#8221;. Nilcéa condenou a decisão de expulsar a universitária e disse que a atitude da escola de demonstra &#8220;absoluta intolerância e discriminação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isso é um absurdo. A estudante passou de vítima a ré. Se a universidade acha que deve estabelecer padrões de vestimenta adequados, deve avisar a seus alunos claramente quais são esses padrões&#8221;, disse a ministra à &#8216;Agência Brasil&#8217;, ao chegar para participar do seminário seminário A Mulher e a Mídia.</p>
<p>Segundo a ministra, a ouvidoria da SPM já havia solicitado à Uniban explicações sobre o caso, inclusive perguntando quais medidas teriam sido tomadas contra os estudantes que hostilizaram a moça. Nesta segunda-feira, 9, a SPM deve publicar nova nota condenando a medida e provocando outros órgãos de governo como o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Educação (MEC) a se posicionarem.</p>
<p>As cerca de 300 participantes do seminário A Mulher e a Mídia decidiram divulgar, ainda neste domingo, moção de repúdio à Uniban pela expulsão da estudante Geisy Arruda, que foi hostilizada no dia 22 do mês passado por cerca de 700 colegas, por usar um vestido curto durante as aulas. Aluna do primeiro ano do curso de turismo, Geyse foi expulsa da instituição, que tem sede em São Bernardo do Campo (SP). A decisão foi divulgada em nota paga publicada hoje em jornais paulistas.</p>
<p>A decisão da Uniban também foi reprovada pela deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), uma das participantes do seminário. Segundo a deputada, a expulsão de Geisy não se justifica e parte de um &#8220;moralismo idiota&#8221;. &#8220;Mesmo que ela fosse uma prostituta, qual seria o problema da roupa? Temos que ter tolerância com a decisão e postura de cada um&#8221;, afirmou Erundina.</p>
<p>A socióloga e diretora do Instituto Patrícia Galvão, Fátima Pacheco, discordou da decisão e questionou o argumento da universidade de que a aluna &#8220;teria tido uma postura incompatível com o ambiente acadêmico&#8221;, conforme diz a nota da Uniban. &#8220;Ela não infringiu nada. Ela estava vestida do jeito que gosta, da maneira que acha adequado para seu o corpo e a interpretação do abuso, da falta de etiqueta é uma interpretação que não tem sentido&#8221;’, disse Patrícia. &#8220;É uma reação à mulher e à autonomia sobre o seu corpo. Não se faz isso com rapazes sem camisa, com cueca para fora ou calças rasgadas&#8221;, completou a socióloga.</p>
<p>Para a psicóloga Rachel Moreno, do Observatório da Mulher, a reação dos estudantes e da universidade refletem posições contraditórias e &#8220;hipócritas&#8221; da sociedade em relação à mulher. &#8220;Por um lado, a nossa cultura diz que a mulher tem que ser valorizar o corpo, afinal de contas, tem que ser bonita, tem ser gostosa e tem que se mostrar. Por outro lado, a mulher é punida quando assume tudo isso com tranqüilidade.&#8221;</p>
<p>Isso quer dizer que, para a sociedade, em termos de sexualidade, a mulher deve ser objeto de desejo e não de manifestar o seu desejo, sua sensualidade, concluiu Rachel.</p>
<p>O Movimento Feminista de São Paulo prepara manifestação nesta segunda-feira, 9, às 18 horas, em frente à Uniban. Na convocação, o movimento pede que as manifestantes compareçam usando minissaias ou vestidos curtos.</p>
<p>A União Nacional dos Estudantes (UNE) também condenou a decisão da Uniban.</p>
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		<title>Proibido para mulheres</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Não há executivas na presidência das cem maiores empresas do país
Machismo e preocupação com a família são alguns dos problemas que impedem as mulheres de obter um cargo mais alto, dizem estudiosos

Caio Guatelli/Folha Imagem

Luciana Medeiros von Adamek, diretora da área de consultoria da Pricewaterhouse Coopers e coordenadora do IbefMulher, diz que agora as mulheres estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: large;"><strong>Não há executivas na presidência das cem maiores empresas do país</strong></span></p>
<p><strong>Machismo e preocupação com a família são alguns dos problemas que impedem as mulheres de obter um cargo mais alto, dizem estudiosos</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: x-small;">Caio Guatelli/Folha Imagem<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/b0811200901.jpg" border="0" alt="" /><br />
Luciana Medeiros von Adamek, diretora da área de consultoria da Pricewaterhouse Coopers e coordenadora do IbefMulher, diz que agora as mulheres estão subindo mais alto no setor financeiro</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></em></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>DENYSE GODOY &#8211; FOLHA SP</strong></span></h2>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>As cem maiores empresas do  Brasil ostentam números impressionantes: US$ 552 bilhões  em vendas, US$ 30 bilhões de  lucro, 1,236 milhão de funcionários em 2008. E nenhuma  mulher na presidência, segundo levantamento da <strong>Folha</strong> realizado a partir dos cálculos da  Fipecafi (Fundação Instituto  de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) para o  anuário &#8220;Melhores &amp; Maiores&#8221;,  da revista &#8220;Exame&#8221;.<br />
Nos EUA, entre as cem maiores companhias pelo ranking  da revista &#8220;Fortune&#8221;, há seis  mulheres na presidência.<br />
Como entraram no mercado  de trabalho mais tarde do que  os homens e há apenas cerca de  20 anos ingressaram na vida  executiva, é natural que levem  ainda um certo tempo para alcançar o topo da carreira, de  acordo com os especialistas.  Mas outras questões culturais  explicam uma diferença tão  gritante de mobilidade profissional entre os sexos no Brasil.<br />
O primeiro freio à ascensão  das mulheres nas grandes corporações é o machismo. Antes,  a ideia por trás do prejulgamento era a de que elas possuíam conhecimento técnico  inferior ao dos homens. Entretanto, seu desempenho acadêmico já não dá brecha a esse  pensamento: na graduação,  elas costumam até levar vantagem porque amadurecem mais  rapidamente; na pós, apresentam resultados tão bons quanto os dos seus colegas.<br />
Outra alegação para que sejam preteridas nas promoções  aos cargos mais altos na hierarquia é o temor de que não consigam suportar a pressão, a  qual só faz aumentar conforme  se avança na escalada.<br />
No meio do caminho, problemas políticos atrapalham.  &#8220;Existem conflitos éticos -os  que dizem respeito à corrupção, por exemplo- que as mulheres têm menos estômago  para administrar&#8221;, diz Ana  Cristina Limongi França, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão de  Qualidade de Vida no Trabalho  da FIA (Fundação Instituto de  Administração).<br />
Conforme os anos passam, as  questões pessoais também começam a pesar, porque a responsabilidade de cuidar da família recai sobre elas. É preciso  tomar decisões sobre a maternidade e pensar nos pais, que  estão envelhecendo.<br />
&#8220;Aí entra a questão fundamental da escolha da mulher&#8221;,  afirma Carmem Migueles, professora de sociologia das organizações da Fundação Dom  Cabral. &#8220;As posições de diretoria e presidência são pesadas,  acabam exigindo um grande  sacrifício da qualidade de vida.  Então, a executiva decide que  não vai entrar nesse jogo maluco de tudo ou nada por causa de  um posto. Não quer se matar  para trabalhar.&#8221;<br />
Para a professora, &#8220;os homens se deixam seduzir por essas coisas, acabam com a sua  vida, e, depois, sentem as consequências: sofrem de problemas de estômago, enxaqueca,  pressão alta. Para quê? E,  quando estão perto de se aposentar, ainda sentem um vazio,  pois o cargo é quase a sua identidade, enquanto as mulheres  desenvolvem outras facetas e  possibilidades. Elas não querem chegar aos 60 anos presidentes de empresas mas com  seus relacionamentos -com o  marido e os filhos- falidos,  porque percebem que não vale  a pena&#8221;.</p>
<p><strong>Talentos<br />
</strong> Ao contrário do que o preconceito induz a pensar, ter  múltiplas funções -mãe, filha,  mulher, dona de casa- não  atrapalha a atuação profissional feminina, ressaltam os estudiosos. Essa versatilidade é  transportada para o local de  trabalho, daí a sua facilidade  em executar muitas tarefas ao  mesmo tempo. Adicionalmente, lhes confere um perfil conciliador de liderança, que as faz  administrar as equipes sempre  tendo em vista os interesses de  todos os envolvidos.<br />
Para José Tolovi Junior,  CEO global da consultoria  Great Place to Work Institute,  &#8220;a percepção de que a diversidade é positiva para os negócios&#8221; vai estimular as empresas  a receberem melhor as mulheres em todos os níveis.<br />
&#8220;Elas têm um outro tipo de  inteligência, e, quanto maior o  leque de opiniões sobre determinado problema, maior a  chance de encontrar a resposta  adequada&#8221;, destaca.<br />
Regina Madalozzo, professora do Insper, se diz otimista  com as perspectivas. &#8220;Não podemos imaginar uma mudança  radical no topo da hierarquia  em cinco anos, pois uma transformação cultural é demorada.  Grande parte da responsabilidade por essa mudança está nas  mãos das próprias mulheres.&#8221;</p>
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		<title>Filme obrigatorio na Uniban: The Accused, com Jodie Foster</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Jodie Foster won her first Oscar for her role in this drama. She plays a girl out for a night of fun at a poolroom. Before she knows what&#8217;s happening, the men she&#8217;s been flirting with have pinned her down for a gang rape. The story centers on the efforts of a district attorney (Kelly [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="341" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ho_wdi3YvAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="341" src="http://www.youtube.com/v/ho_wdi3YvAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="555" height="356" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9FR7w8vHlGk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="555" height="356" src="http://www.youtube.com/v/9FR7w8vHlGk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Jodie Foster won her first Oscar for her role in this drama. She plays a girl out for a night of fun at a poolroom. Before she knows what&#8217;s happening, the men she&#8217;s been flirting with have pinned her down for a gang rape. The story centers on the efforts of a district attorney (Kelly McGillis) to press her case, in spite of a wall of silence by the participants&#8211;and then to take the unusual step of going after the witnesses as accomplices. Foster is outstanding as a tough, blue-collar woman who persists in what seems like an unwinnable case, despite the prospect of character assassination for standing up for herself.</p>
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		<title>A Uniban da idade média</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/a-uniban-da-idade-media-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeito de estudante se portar levou à expulsão, diz Uniban
DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP
O assessor jurídico da Uniban, Décio Lencioni Machado, afirma que a falta de uma postura ética de Geisy Arruda causou sua expulsão. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele à Folha.
FOLHA &#8211; Por que a decisão?
DÉCIO LENCIONI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Jeito de estudante se portar levou à expulsão, diz Uniban</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">DA REPORTAGEM LOCAL &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>O assessor jurídico da Uniban, Décio Lencioni Machado, afirma que a falta de uma postura ética de Geisy Arruda causou sua expulsão. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele à Folha.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Por que a decisão?</strong><br />
DÉCIO LENCIONI MACHADO &#8211; Por meio dos depoimentos dos alunos, professores, funcionários e mesmo dela, constatou-se que a postura dela não era adequada há algum tempo. O foco não é o vestido. Tem menina que usa roupas até mais curtas. O foco é a postura, os gestos, o jeito de ela se portar. Ela tinha atitudes insinuantes.</p>
<p><strong>FOLHA &#8211; Como assim?</strong><br />
MACHADO &#8211; Ela extrapolava, rebolando na rampa, usando roupas que os colegas pudessem verificar suas partes íntimas. Isso tudo foi dito em vários depoimentos e culminou no que ocorreu no dia 22 de outubro. Foi o estopim de uma postura recorrente da aluna.<br />
<strong><br />
FOLHA &#8211; Por que o anúncio? Não acham que estão expondo a aluna?</strong><br />
MACHADO &#8211; A exposição dela vem ocorrendo desde a semana seguinte a 22 de outubro. Ela se utilizou de todos os veículos de comunicação para divulgar [o que aconteceu] e vem declarando que, inclusive, tem interesse em ser atriz. Estamos querendo usar os mesmos veículos, não para expô-la, porque exposta ela já está, mas porque tenho compromisso com 60 mil alunos. Recebemos 4.000 e-mails de alunos, pais, pessoas da comunidade, se queixando da exposição da instituição, em especial do curso de turismo, porque as meninas estavam sendo chamadas de &#8220;putas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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