04/03/2009 - 12:20h Blog policial com críticas a José Serra é tirado do ar pela Justiça

MARINA LANG
colaboração para a Folha Online

A blogosfera policial, que vem aumentando sua popularidade com o surgimento de páginas como Segurança Pública, Cultcoolfreak e Diário de um PM, sofreu uma baixa. O flit-paralisante.blogspot.com saiu do ar.

O “Flit Paralisante” (referência a um antigo inseticida) ficou conhecido por abordar a rotina dos policiais civis no Estado de São Paulo. Em tom de denúncia, seus textos criticam as estruturas internas da corporação e o governador José Serra (PSDB).

“Não sei dizer por que, exatamente, o blog saiu do ar, mas foram em duas ocasiões: a primeira em 30 de outubro [de 2008] e essa de janeiro. A representação, da última vez, trouxe como vítimas o governador José Serra e outros”, diz o autor do blog, o delegado da Polícia Civil em São Vicente (65 km de São Paulo), Roberto Conde Guerra.

Com a derrubada do endereço eletrônico, ocorrida em janeiro, Guerra reativou seu espaço na rede pelo servidor Wordpress, no qual permanece em funcionamento (flitparalisante.wordpress.com).

“Quando apagaram o blog, deram a entender que eu era anônimo. Nunca escrevi escondendo minha identidade. Nada ali afeta a idoneidade do governador”, defende-se.

O blogueiro suspeita que a primeira retirada do ar (30 de outubro) tenha ocorrido pelos “desabafos” sobre o confronto entre polícias e a ação desastrada na morte de Eloá.

Um ofício judicial, ao qual a Folha Online teve acesso, foi enviado à Guerra pelo próprio Google, detentor do domínio blogspot.com. Entretanto, o documento não solicita a retirada do blog do ar –mas pede dados cadastrais do autor e endereços virtuais (IPs) utilizados por ele para a publicação.

O delegado José Mariano de Araújo Filho, da Delegacia de Crimes em Meios Eletrônicos, foi o responsável pelo inquérito contra o Flit Paralisante. Embora o nome do governador José Serra apareça no ofício judicial, Araújo Filho diz que o “governador de São Paulo não é parte”.

Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis se pronunciar –tampouco o Google, que diz apenas cumprir um pedido da Justiça.


http://2.bp.blogspot.com/_eEOSD1Sb7cc/SQhxQrX95wI/AAAAAAAAKqM/VV_ZT5QwoG4/s400/greve+da+pol%C3%ADcia+civil+-+202C70BA27774B6C95813901B4C2D7CF.jpg
Policiais militares em confronto com tropa civil, em outubro; críticas ao Executivo seriam motivo da retirada do blog

Delegado X delegado

“[A retirada do blog] foi uma medida cautelar, pois se trata de um funcionário público, e o site foi usado como veículo de difusão de calúnia, injúria e difamação”, alega Araújo Filho. A medida cautelar é um ato preventivo, que é deferida pelo juiz quando há a comprovação de lesão de qualquer natureza ou motivo justo. Ela pode ser autorizada pelo juiz sem que a outra parte tome conhecimento. Também é provisória, ou seja, há um prazo para que o autor mova a ação principal.


http://www.estadao.com.br/fotos/serratv292.jpg
Governador José Serra é situado como uma das vítimas em inquérito policial que retirou endereço de blog “Flit Paralisante” do ar

O nome do governador está ali, segundo ele, para “justificar” a medida. “Caso ele se interesse, pode tomar parte na ação principal, pois ele é uma das partes”, diz.

O delegado confirma ainda que houve acusações de maneira genérica e dirigida a promotores e juízes. Serra foi chamado de “nazista”, de acordo com ele. “Não foi possível apagar apenas algumas das postagens porque o encadeamento dos posts e comentários era ofensivo. A internet maximiza isso”, observa Araújo Filho, afirmando que as supostas ofensas não partiram apenas do autor do blog, “mas também dos comentários nas postagens.”

Cicarelli

“Chega a ser amador e hilário. Com a censura, é claro que um blog se transfere para um servidor estrangeiro. De quebra, faz com que as pessoas se interessem mais ainda pelo assunto”, analisa o professor da Fundação Getúlio Vargas e advogado especialista em internet Marcel Leonardi.

Segundo ele, é possível que o governador José Serra saiba, informalmente, a respeito do inquérito. “Mas não dá para afirmar categoricamente que ele esteja envolvido”, afirma Leonardi. “Isso lembra até o caso da [Daniela] Cicarelli [e do bloqueio do YouTube], em que ela afirmou que o namorado era o responsável pelo processo, não ela.”

13/01/2009 - 18:40h 14 telas do Museu do Prado em alta resolução na internet

Sur La Descente de croix de Roger van der Weyden, on peut voir le réalisme d'une larme perlant à l'œil de Saint-Jean.

Google Earth em parceria com o Museu do Prado disponibilizam na internet, a partir de hoje, a reprodução digital, em alta resolução, de quadros famosos.

A tecnologia utilizada permite distinguir detalhes apenas visíveis aos olhos, afirmam os organizadores.

Quadros com As meninas, de Velasquez; O jardim das delicias, de Jerôme Bosch; Os fuzilados do 3 de maio, de Goya e As três graças, de Rubens; entre outras telas famosas, estão já a disposição para qualquer internauta.

Pour visualiser les œuvres, il faut positionner le navigateur Google Earth sur le musée du Prado, à Madrid, et ensuite cliquer sur l'icône Basta posicionar o Google Earth acima do Museu do Prado (em Madrí, Espanha) e depois clicar em “Obras maestras”.

Na foto acima podemos ver o detalhe realista de uma lágrima no olho de São João (pintura de Roger van der Weyden).

22/06/2008 - 11:52h “Es peligroso confundir cultura con información”


La filósofa francesa Bárbara Cassin advierte sobre los peligros de confiar ingenuamente en el recorte de la realidad que realizan los buscadores de Internet, y señala que la educación y el ejercicio crítico de la filosofía son cada vez más importantes en la tarea de dar sentido a la existencia humana

Foto: Gustavo Cherro

Hay una frase sobre la verdad, en el libro Conversaciones , de Deleuze, que me gusta mucho: “Las nociones de importancia, de necesidad y de interés son mil veces más determinantes que la noción de verdad. No porque la reemplacen, para nada, sino porque miden la verdad de lo que digo”. Esto es lo que hay que tener en cuenta al pensar en un criterio para distinguir posturas. La idea de una verdad universal que domina el mundo, tanto si es vehiculizada por un filósofo como si es vehiculizada por un dios, es una idea insoportable para mí.

Por Gustavo Santiago
Para LA NACION

Barbara Cassin (París, 1947) es una de las principales filósofas francesas contemporáneas. Directora de investigación en el Centre National de la Recherche Scientifique, sus trabajos se caracterizan por un marcado esfuerzo por encontrar en los textos filosóficos algunas claves que permitan pensar el mundo actual. En su reciente paso por la Argentina, la filósofa participó de varios debates sobre filosofía, política y estética, y presentó dos de sus últimos libros: Googléame . La segunda misión de los Estados Unidos y El efecto sofístico , que acaban de ser editados en nuestro país por el Fondo de Cultura Económica. En diálogo con adn CULTURA recorrió los aspectos centrales de su producción reciente, evocó experiencias personales de Mayo del 68 y se refirió, entre otros temas, a la actualidad de la filosofía y a la relación entre cultura e información.

-¿Cómo vive su relación con la filosofía?

-Adoro leer libros filosóficos. Y me parece algo muy extraño que plantearse preguntas fundamentales, como hacemos los filósofos, sea un oficio. Que a alguien le paguen por preguntarse si Dios existe es genial.

-¿Cuáles son los autores que le interesa leer?

-Leo mucho y de filósofos diversos. Pero hay escansiones indispensables: los griegos, Spinoza, Descartes, Kant, Hegel, Nietzsche, Marx, Arendt. Lógica del sentido y Diferencia y repetición , de Gilles Deleuze, son para mí muy buenos libros. También La diferencia , de Lyotard, es un gran libro, un texto que me ha aportado mucho. Se trata de libros cuya lectura nos cambia, nos marca. En lo personal, los libros de los filósofos recién mencionados me han marcado, transformado. Pero, por otra parte, son libros que olvido una y otra vez. Y entonces, necesito releerlos continuamente. Haciendo un recorrido por mi historia personal, tendría que decir que yo vengo de una generación filosófica que fue educada por Heidegger. Incluso participé en el seminario de Le Thor dictado por Heidegger en 1969. A partir de entonces me interesé por los griegos, por los filósofos presocráticos. Lo que yo quería era ver cómo se podía ser presocrático de una manera distinta de la planteada por Heidegger; cómo poder ser presocrático sin ir en busca de lo “originario”, en ese sentido casi nazi del término. También me interesé en los griegos por su lengua. La lengua griega me resultó extraordinaria, como a Heidegger.

-Deleuze dice que es necesario preguntarse “¿Qué es la filosofía?” y responde: “La disciplina encargada de crear conceptos”. ¿Se hizo usted esa pregunta? ¿Comparte la respuesta de Deleuze?

-Creo que no hay que tomar esa respuesta como de Deleuze, sino como la de uno de sus personajes conceptuales. A mí me interesan, particularmente, los bordes de la filosofía, pero no pensados como fronteras. Algunas veces me sucede que escribo simultáneamente de muchas maneras. En realidad, yo creo que conforman una única manera, pero los editores piensan que se trata de tipos de textos diferentes. Entonces tengo que ponerme a pensar cuáles son las fronteras entre filosofía, ciencias humanas, poesía, literatura. No estoy nunca de acuerdo con esas fronteras, ni con las definiciones excluyentes.

-¿Cómo vivió Mayo del 68?

-En ese momento era una estudiante, tenía veinte años. El primer efecto que me produjo fue percibir que las relaciones de autoridad no existían como tales. Que hay relaciones de saber, de inteligencia, de creación, pero no relaciones de autoridad. Hubo otros efectos muy marcados, algunos de los cuales siguen vigentes. Cuando uno escucha a Sarkozy decir que es necesario enterrar Mayo del 68, se da cuenta de que algo de aquello se ha mantenido, puesto que todavía hay quienes intentan borrarlo. Uno de esos efectos fue, para mí, el descubrimiento de que se puede hacer cosas con palabras. En aquel momento se hablaba mucho, y todo el mundo podía hablar; había otra forma de instituir la palabra.

-¿La comunicación virtual mejora las posibilidades de diálogo o acentúa más las distancias?

-Las dos cosas. Por eso es importante cuidar lo que ocurrió en Mayo del 68, pero también es necesario adaptarse. No se puede volver al pasado. Hay que tratar de mantener aquello en lo que uno creyó y tratar, al mismo tiempo, de transformarlo.

-En una sociedad como la nuestra, ¿cómo encontrar un sentido en una maraña de información que parece infinita? ¿Puede un buscador como Google cumplir con la función de organizador del sentido?

-Mucha información mata la información. Es real que estamos sumergidos en ella y que es necesario orientarse. Google nos permite elegir, pero en función de palabras clave. La selección está bien hecha en general, pero no es más que eso: una selección de información a través de palabras clave. Y no se puede confundir eso con la estructuración de un sentido. Eso no tiene nada que ver con la cultura. La información y la cultura no están sobre el mismo plano. Creo que lo perjudicial para la cultura es la confusión. Y es también peligroso confundir lo que uno encuentra a través de un motor de búsqueda con información confiable. Esto no es así, y por supuesto es peligroso, especialmente para los jóvenes, confundir cultura con información. Para mí, sin dudas, la cultura está mejor caracterizada por Hannah Arendt que por Google. Arendt dice que la cultura tiene que ver con la obra de arte y que el gusto es una facultad política. Yo estoy de acuerdo con esas dos premisas.

-En su libro Googléame, si bien reconoce las virtudes de Google como buscador, expone su temor en relación con cierto imperialismo que podría esconderse allí. ¿Esto es así?

-Sí, es un temor al imperialismo de una suerte de “misión universal” que se esconde en dos de sus lemas: “Nuestra misión es organizar toda la información del mundo” y “No seas malo”. En realidad se trata de una “misión” que en los hechos simplemente consiste en la búsqueda de un beneficio económico, pero que se presenta disfrazada de moral y de democracia. Google nos hace creer que su información se organiza con el mecanismo “un clic igual un voto”, pero, en realidad, si una página importante envía a un link, éste automáticamente sube de lugar en el ranking . Al mismo tiempo, se muestra como ajeno a lo comercial, porque no acepta dinero a cambio de mejorar la posición de una página, pero esto le permite hacer enormes negocios con las publicidades que aparecen al costado de la información. Es esa pantalla moral, universal y humanística lo que me preocupa. Es imposible no relacionarla con la cruzada de Bush en defensa de la democracia y de la lucha “del bien contra el mal”. También es preocupante la reducción de la calidad a la cantidad. Google nos hace creer que algo es bueno porque es mencionado muchas veces.

-¿Una manera de enfrentar ese peligro es la mejora de la educación?

-La educación me parece un tema muy interesante. Lo he estudiado especialmente a partir de la paideia griega, que es una educación a la vez de la lengua y de las obras, y de la manera en que alguien se convierte en un hombre. Y la información no es paideia , por eso no debe confundirse con la cultura. Ahora bien, es complicado comparar la sociedad griega con la nuestra. La sociedad griega no puede tomarse como un modelo de la nuestra porque la democracia griega era una democracia “hasta donde llega la voz”, como decía Aristóteles. Era, además, una democracia en la que las mujeres y los esclavos no votaban. Sin embargo, creo que trabajando sobre los griegos se aprenden cosas sobre la educación o, por ejemplo, sobre la política.

-¿Qué enseñan los griegos sobre política?

-Que la política es fundamentalmente una creación de discurso y el hombre es un animal político porque habla. Y una segunda cosa: que la política no depende de nada más. Eso lo aprendí por Aristóteles, no por Platón. Para Platón la política, como para Heidegger, depende del ser. Mientras que para Aristóteles, la política es arquitectónica; en cierta manera traza el espacio. Y ese espacio es un espacio de discurso, un espacio donde hay una manera de procesar lo múltiple.

-¿Quién es el sujeto de la política hoy?

-Ésa es una pregunta enorme. Hay una respuesta muy bien articulada, la de Toni Negri, que dice que el sujeto de la política es la multitud. Se trata de una multitud diferenciada. Es una respuesta que no me parece nada tonta. No estoy muy segura de estar completamente de acuerdo con el libro Imperio de Negri, pero, en cambio, encuentro que la noción de multitud que él plantea, incluso en relación con Internet, es muy interesante.

-Si, para usted, todo lenguaje y especialmente el lenguaje político, es creador y no un reflejo del ser, ¿qué sucede con la noción de “verdad”?

-No creo en la verdad universal ni en el filósofo rey. Y pienso que es peligroso creer en eso. Creo que es peligroso desde Platón hasta Heidegger. Y ahí pienso con Arendt, que veía en Sócrates un discurso que representa un modelo de unidad que no es, sin embargo, unicidad, sino una unidad que se constituye por singularidades diferenciadas, con lo que la pluralidad es la condición de lo político. O con los sofistas, que le extraen la mayúscula a la verdad y la modulan comparativamente. Ellos sostienen que hay algo más verdadero y algo menos verdadero, pero no una verdad universal. Como dice Sócrates, en defensa de Protágoras, en el libro Teeteto de Platón: “No se puede hacer pasar a alguien de una opinión falsa a una verdadera, pero sí se puede hacer pasar a alguien de un estado no tan bueno a uno mejor”. Ese alguien puede ser una persona, una ciudad o un Estado.

-¿Y desde qué criterio podemos distinguir construcciones mejores que otras? ¿Comparando los efectos que una ficción produce, como en el perspectivismo nietzscheano?

-Absolutamente. Eso es lo que se propone desde la sofística. Hay una frase sobre la verdad, en el libro Conversaciones , de Deleuze, que me gusta mucho: “Las nociones de importancia, de necesidad y de interés son mil veces más determinantes que la noción de verdad. No porque la reemplacen, para nada, sino porque miden la verdad de lo que digo”. Esto es lo que hay que tener en cuenta al pensar en un criterio para distinguir posturas. La idea de una verdad universal que domina el mundo, tanto si es vehiculizada por un filósofo como si es vehiculizada por un dios, es una idea insoportable para mí.

-¿En qué está trabajando en este momento?

-Estoy haciendo un libro sobre Homero como filósofo. Es una lectura de un Homero vestido con el ropaje de un filósofo y, a la vez, de lo que Homero les aporta a los filósofos. Por ejemplo, no sé si usted sabe que las palabras que emplea Parménides para describir el ser son exactamente las mismas palabras que Homero utiliza para describir el paso de Ulises a través del mar de las sirenas. Sobre ese tipo de cosas quiero reflexionar. Otra cuestión que me interesa es cómo se hacen cosas con las palabras; la performance , lo performativo. Veo, en la escena de la Odisea en que Ulises se encuentra con Nausícaa, el nacimiento de lo performativo. Cuando Ulises, que está desnudo y sucio, ve a Nausícaa con las otras jóvenes y piensa en pedirle auxilio, él dice: “¿Voy a tocarle las rodillas como un suplicante o voy a hablarle?” Y Ulises se decide por el discurso. Es el discurso el que gana. Entonces dice: “Yo te tomo por las rodillas, mujer o diosa, porque temo tomarte por las rodillas”. Esto es magnífico, porque él no la toca sino que le dice que la toca. Dicho de otra forma, la toca con las palabras. …stas son las cosas sobre las que estoy reflexionando.

-¿Cuál cree que es hoy el lugar de la filosofía?

-La filosofía es muy importante. Su lugar es el de una toma de distancia crítica en relación con la sociedad, entendiendo “crítico” como la búsqueda de criterios. En cambio, me parece peligroso creer que su función es la de conducir la sociedad, al estilo del filósofo rey de Platón

19/05/2008 - 11:22h Internautas atenção, sua privacidade pode acabar

http://www.tpe-pme.com/uploads/tx_sqlitpepmearticle/Internet-dossier_02.jpg

Redes sociais ensaiam sair do ‘casulo’

Em meio a polêmicas e dúvidas, Google, MySpace e Facebook lançam ferramentas de interconexão com sites e blogs

Rodrigo Martins – O Estado de São Paulo

Você toparia que suas informações do MySpace, por exemplo, fossem parar em um site de leilões? Que os dados de seu perfil no Facebook, com suas preferências pessoais, fossem passados para uma loja virtual? E que o seu cadastro no Orkut lhe desse direito a participar de micro-redes sociais em blogs e sites, mas com a navegação monitorada pelo ‘Grande Irmão’ Google?

No início da semana passada, sob críticas, desconfiança e dúvidas, de uma tacada só, três gigantes dos sites de relacionamento fizeram barulho e causaram polêmica. Google, MySpace e Facebook anunciaram para ‘algumas semanas’ uma nova tendência: o seu login, cadastro e amigos da rede social não servirão mais só para acessar grupos de discussão e trocar scraps. Agora, você pode carregar tudo isso para outros serviços, como Twitter, eBay, blogs e até outras redes sociais.

Como? Tudo começou na quinta, dia 8. O MySpace chamou a mídia mundial para anunciar uma novidade que iria ‘tornar a experiência da web 2.0 mais fácil’, segundo um dos criadores do site, Chris DeWolfe. Na prática, a empresa anunciou o Data Availability, uma parceria com meia dúzia de sites, entre eles Twitter e eBay, e afirmou que em breve todos estarão interligados. Ou seja, todas as informações pessoais que você atualizar em seu MySpace, como nome e foto do perfil, também serão atualizadas automaticamente nos outros sites do consórcio.

No dia seguinte, na sexta, foi a vez do Facebook lançar uma ferramenta semelhante. Mas nada de pompa. Apenas um post no blog do site apresentava o Facebook Connect. ‘(O intuito é) conectar a identidade, amigos e privacidade do Facebook a qualquer site.’ E em quais sites vai funcionar? Nenhuma dica. ‘Não iremos adiantar nenhum detalhe’, contou o diretor de plataforma, Ben Ling, ao site CNET na data. ‘Teremos parceiros pequenos e grandes’, limitou-se a dizer.

E, enfim, na segunda o Google entrou na fila e fez o anúncio do Friend Connect (notou a semelhança?). Mas nesse caso a intenção não é parceria com grandes sites. A idéia é que pequenos blogs possam criar mini-redes sociais. ‘A web melhora à medida em que fica mais social’, repetiu o chavão atual do Google o diretor de engenharia da empresa, David Glazer, em coletiva nos EUA. O engraçado é que, além de cruzar informações de Orkut e Google Talk, a novidade coloca na roda dados de concorrentes como Facebook (?) e Yahoo!

Onde isso vai parar? Milhares de blogs e sites fizeram o questionamento. ‘A tendência que essas redes estão tentando passar é a de que os sites de relacionamento estão se interligando. Tanto entre si como com outros serviços para deixar a web mais social mesmo’, diz a pesquisadora da Universidade Católica de Pelotas Raquel Recuero. ‘Não se sabe se a tecnologia irá permitir, mas, pelo que se delineia, seria possível no futuro, por exemplo, acessar o Orkut no MySpace ou os recados do Facebook em sites como o eBay.’

Parece que isso corre mesmo o risco de acontecer. No final do ano passado, sem muita publicidade, foi lançada nos EUA uma associação (clã?) de gigantes da internet, o Data Portability Project, liderado por Microsoft, Google, Facebook e MySpace. O intuito? ‘Desenvolvermos o compartilhamento de dados entre os sites. O usuário terá um login único. Quando atualizar um cadastro, a ação será replicada para todos os outros sites. Em quatro anos, esse conceito deve se disseminar’, disse ao Link o co-fundador do projeto, Chris Saad (veja entrevista na pág. 3).

Para o diretor geral do MySpace Brasil, Emerson Calegaretti, o futuro é a interconexão entre redes sociais, com a possibilidade de acessar mensagens e fotos em qualquer lugar da web. ‘Em seis meses já deve ser possível, por exemplo, acessar fotos e mensagens do MySpace no Twitter e vice-versa’, diz. ‘No futuro, tanto Google, Facebook como MySpace terão de definir um padrão comum para uma rede conversar com a outra. É inevitável.’

O analista de internet do Ibope/NetRatings, José Calazans, concorda. ‘Aos poucos, o e-mail e o messenger são substituídos pelas redes sociais. O problema é que não dá para enviar um recado do MySpace para o Orkut, por exemplo. Essa mudança seria muito importante.’

Para o estudante Alan Cerqueira, de 20 anos, seria uma mão na roda. Ele tem perfis no Orkut, MySpace e Facebook e gasta muito tempo para acessar os três sites. Ele até arranjou um quebra-galho. O Facebook tem hoje aplicativos que permitem estabelecer, de forma limitada, conexão com o MySpace e o Orkut. ‘Mas só dá para acessar mensagens, fotos e perfis. Se quiser ouvir música ou postar em comunidades, não dá. Essa integração seria ótima.’

Mas nem tudo são flores. MySpace e Facebook anunciaram na última semana ferramentas semelhantes. Ou seja, integração de dados pessoais e acesso de mensagens e fotos em sites parceiros. Já o Google não distribui informações para terceiros. ‘A idéia é que, em um blog, o usuário encontre os comentários e conteúdos postados por amigos’, diz o diretor de Comunicação do Google Brasil, Félix Ximenes.

De qualquer forma, todos trazem polêmicas com relação à privacidade. No MySpace, por exemplo, será possível escolher se o usuário quer compartilhar com outros sites seus dados cadastrais. ‘Não vejo com bons olhos essa tendência de as redes sociais – no caso MySpace e Facebook – lucrarem com a venda de dados dos usuários. Os internautas se afastam disso.’

Segundo ele, embora as redes digam que esse compartilhamento de dados é para ‘evitar que o usuário gaste tempo para preencher um formulário a cada site que se cadastra’, o intuito maior é mesmo o lucro. ‘A maioria das redes não consegue se manter com anúncios. E o cadastro dos usuários é muito valioso.’ Calegaretti, do MySpace Brasil, confirma que são feitas negociações econômicas para ceder os dados a cada parceiro. ‘Mas temos lucro com anúncios, sim.’

Já para o pesquisador Willian Reader, especialista em redes sociais da universidade britânica Sheffield Hallan, a questão mais sensível é que, cada vez mais, os usuários se sentirão vigiados. ‘No caso do Friend Connect, do Google, por exemplo, se a cada blog que entrar o internauta for identificado pelo login, isso causa desconforto. E o Google, que já tem os dados de busca, de e-mail, de documentos, etc., terá mais um rastro do usuário.’

Quanto ao Data Availability, do MySpace, e ao Facebook Connect, Reader é mais incisivo. ‘Quanto mais sites participarem, mais dados terão sobre você. Além de seus dados pessoais, poderão saber o que você comprou, o número de seu cartão de crédito… Isso é pior. Fica-se mais vulnerável. Como as informações estão centralizadas e presentes em todos os lugares, se antes alguém precisava correr a web para vasculhar sua vida, agora basta ir a um lugar só.’

E se daqui a quatro anos os gigantes da web estiverem todos interligados, com os dados centralizados? O pesquisador ri. ‘Aí é um Big Brother. Não vale pagar um preço tão alto para usar os serviços da internet.’

07/04/2008 - 13:09h Quase a metade dos internautas lê blogs

blog_banheiro.jpg

Ferramenta foi absorvida pelo mercado e pela mídia, mas grande parte dos blogs é produzida por internautas amadores

Rodrigo Martins – O Estado de São Paulo

Se há dez anos o blog era uma ferramenta desconhecida para os brasileiros, hoje 45,5% dos internautas acessam esse tipo de site, aponta o Ibope/NetRatings. Mas uma coisa não mudou: em sua maioria, os blogs continuam sendo diários virtuais para amadores contarem experiências pessoais. Há, lógico, sites de outros tipos: jornalísticos, corporativos, etc. Mas são minoria.

‘Os dez blogs profissionais mais populares, independentes e em portais, têm só 10% da audiência da blogosfera. O resto é pulverizado. Os diários virtuais, que são em maior número, são no conjunto os que recebem mais visitas’, afirma o pesquisador do Ibope Inteligência, José Calazans.

E segundo ele, o internauta não é fiel. ‘Em 65% dos casos, ele entra em blogs ao buscar no Google, por exemplo, uma atração turística. Aí lê o relato de quem esteve lá’, aponta. ‘A fidelidade é mais comum em blogs ligados a portais, com público mais velho. Os jovens não se importam com a fonte. Eles buscam no Google e lêem no site que for indicado.’

Em busca dessa fidelização, o blog se espalha pelos portais dos veículos de mídia. Dos jornais e canais de TV aos provedores, há quem chegue a ter mais de cem blogs, como o IG. ‘Temos 170′, conta o diretor de conteúdo do portal, Caíque Severo. ‘Com o blog o leitor interage com o colunista, comenta…’

‘E atrai todos os públicos’, explica a diretora de conteúdo do UOL, Márion Strecker. ‘Mas não está nem perto da ser a maior audiência. Temos alguns dos blogueiros mais populares da internet, mas eles não trazem nem 1% dos visitantes do UOL.’

Os jornais também aderiram aos blogs. No Globo Online, são 90. ‘A idéia é ter um cardápio variado. De TV a esportes radicais’, comenta o editor executivo de interatividade, Aloy Jupiara. ‘Atendemos a nichos específicos que o jornal não cobre sempre.’ Para o editor-chefe de Conteúdo Digital do Grupo Estado, Marco Chiaretti, os blogs trazem um aprofundamento das informações. ‘E estreitam a relação do leitor com o jornal.’

Os blogs também começam a surgir nas emissoras de TV. A Globo tem 20 blogs, ligados a programas como Malhação e Video Show. No último Big Brother, cada confinado postava em seu blog. Na MTV, a meta é ter 40 blogs até o meio do ano. Hoje são 20. ‘Serão sobre assuntos diversos. É um meio a que os jovens estão acostumados’, diz Mauro Bedaque, diretor de internet.

Nas empresas, o movimento também cresce. Carrefour, Tecnisa, Philips, Natura, Close Up e até o George Foreman Grill já aderiram. ‘Mas a maioria das companhias ainda tem medo de se expor nos blogs, abrir espaço para comentários…’, revela Patrícia Gil, diretora da consultoria corporativa Máquina Web.

Quem está na onda jura que funciona. ‘É uma forma de chegar aos jovens’, explica Luana Inocentes, gerente de produtos do George Foreman Grill. ‘Esse público pede inovação. E o blog tem sempre novidades’, conta a gerente de marketing da Close Up, Camila Gravina.

O Carrefour montou um blog para todos os públicos. ‘Os varejistas são parecidos, têm os mesmos produtos e preços. É preciso se diferenciar’, opina a gerente de relacionamento com o cliente, Renata Freitas. ‘O blog faz o cliente se lembrar da marca’, completa o diretor de marketing da construtora Tecnisa, Romeo Busarello.

E como fazer para os internautas acessarem o blog da empresa? ‘É preciso ter um conteúdo diferenciado. Não adianta falar de produtos da marca’, explica o gerente de internet da Philips, Alessandro Martins. ‘Assim, consegue-se fidelizar o internauta para que volte e, inclusive, acesse outras seções do site’, finaliza o gerente de internet da Natura, Mario Orlandi Júnior.

31/03/2008 - 14:44h Internet, avantages et inconvénients, par Sylvie Kauffmann

muralla_china1.jpg


Dimanche 23 mars, en pleine crise du Tibet, une information a commencé à circuler sur le réseau de messagerie instantanée Twitter : le site d’information de la BBC en anglais était soudain accessible depuis la Chine. A Londres, Steve Herrmann, son rédacteur en chef, a attendu quarante-huit heures pour s’assurer que ce changement n’était pas accidentel, puis, mardi, l’a annoncé sur le site. Pas de doute : au lieu du message d’erreur, rituel depuis près de dix ans, la page d’accueil de BBC News, ses photos de moines tibétains et ses reportages, en Chine ou dans le reste du monde, s’affichaient miraculeusement sur les écrans des internautes chinois comme s’ils étaient à Liverpool ou à Hongkong. Ce jour-là, le nombre de visiteurs à partir d’ordinateurs situés en Chine est passé d’une centaine à 20 000. Beaucoup y sont allés de leur petit commentaire, déposé à la fin des pages lues. Une semaine a passé, et le miracle continue.

Pourquoi ? Mystère. “Pour être honnêtes, nous n’en savons rien”, avoue Steve Herrmann. La BBC fait partie des médias dont la couverture des émeutes au Tibet a été critiquée publiquement par le pouvoir chinois. Pourquoi donc lui faire cette fleur, alors que tant d’autres sites occidentaux et asiatiques – dont celui de la BBC en mandarin – sont bloqués ? Dans l’empire du Milieu, la censure a ses raisons que la raison ne connaît pas. Elle les connaît d’autant moins que, comme disent les communicants, Pékin ne communique pas sur sa politique de contrôle de l’Internet.

Peut-être est-ce une façon de tenir un minimum d’engagements sur l’accès à l’information à l’approche des Jeux olympiques. Peut-être est-ce un moyen de montrer aux Chinois anglophones certes, mais néanmoins chinois, de quoi ces médias occidentaux sans foi ni loi sont capables sur le Tibet. A en juger par les réactions réprobatrices de lecteurs chinois sur le site de la BBC, si tel était l’objectif, il est atteint. Ou peut-être est-ce une façon de reconnaître qu’aucune muraille, aussi haute, aussi étanche soit-elle, ne peut totalement contenir la déferlante Internet.

Dans l’empire soviétique, un poste de radio à ondes courtes était le sésame de l’information libre, sur lequel on pouvait écouter Radio Free Europe, RFI, la BBC… quand elles n’étaient pas brouillées, bien sûr. Des dissidents se seraient damnés pour une photocopieuse. Aujourd’hui, l’Internet est à la photocopieuse ce que le satellite est à l’Aéropostale.

Un dirigeant asiatique vient de s’en apercevoir à ses dépens : Abdullah Badawi, premier ministre de Malaisie, qui a subi le 8 mars la mère de toutes les humiliations électorales. “Ma plus grosse erreur, vient-il de découvrir, a été de négliger l’Internet.” Le parti de M. Badawi s’était concentré sur les grands médias, télévision et presse écrite, propriétés soit de l’Etat soit d’amis du pouvoir. Ces grands médias s’étaient eux-mêmes concentrés sur la coalition au pouvoir au point d’ignorer l’opposition. Exclus des grands médias, les candidats de l’opposition se sont réfugiés sur Internet – où les électeurs les ont suivis. Pour les meetings, les SMS ont relayé l’Internet dans les campagnes, sous-équipées en ordinateurs. Les sites d’information indépendants, comme Malaysia-Today ou le très professionnel Malaysiakini, ont vu leur diffusion exploser. Jeff Ooi, célèbre blogueur pourchassé par la justice, a été élu député.

La Chine a aujourd’hui, selon les estimations d’un de ses propres instituts, dépassé les Etats-Unis en nombre d’Internautes : 228 millions en Chine, contre 217 aux Etats-Unis (ce qui ne fait jamais qu’un taux de pénétration de 16 % contre 69 % !). Comme le montre la crise du Tibet, le pouvoir chinois, grâce à une police de l’Internet forte de quelque 40 000 techniciens et la coopération d’entreprises occidentales comme Yahoo! et Google, est passé maître dans l’art de contrôler le cyberespace. Rien à voir avec l’amateurisme des dirigeants de Malaisie. Mais Pékin ne peut pas non plus faire comme les généraux birmans et couper l’Internet, purement et simplement : le rôle d’Internet dans la vie financière et économique du pays est désormais trop important. Aussi colossale soit-elle, la grande muraille de Chine ne peut être à toute épreuve.

De là à établir que l’Internet est l’arme fatale qui introduira la démocratie en Chine, il y a un pas que Zhou Yongming, chercheur à l’université de Wisconsin-Madison, se refuse à franchir. Il dresse un parallèle intéressant entre l’impact du télégraphe sur la participation politique sous la dynastie Qing à la fin du XIXe siècle et celui de l’Internet aujourd’hui. Les réformateurs, qui s’étaient appuyés sur le télégraphe, échouèrent. “La Chine, rappelle-t-il, a 5 000 ans d’histoire, 1,3 milliard d’habitants et un immense territoire. Fonder ses espoirs sur une seule et unique technologie est trop optimiste.” Morale de l’histoire, telle que la résume le professeur Zhou avec un sourire désarmant : la démocratisation en Chine ne se fera qu’à travers un changement fondamental du processus politique. “L’Internet peut faciliter cela, mais pas le dicter.” Désolé.

Post-scriptum.
Le Vietnam et la Thaïlande vont autoriser les Philippines à puiser dans leurs réserves d’urgence de riz. L’Inde et le Vietnam augmentent les prix du riz à l’exportation, pour protéger leur consommation intérieure. Partout en Asie, hausse des cours du riz et baisse des stocks : on redoute des pénuries et l’agitation sociale qui en résulterait..

Courriel : lettredasie@lemonde.fr.

Sylvie Kauffmann

09/11/2007 - 17:00h Con la nueva reserva de petróleo, Petrobras le gana a Google

La petrolera quedó como la quinta empresa con más valor de mercado en todo el continente. Según cálculos de una consultora, tras el descubrimiento del nuevo yacimiento, Petrobras vale US$ 221.900 millones. Sólo es superada por Exxon Móvil, General Electric, Microsoft y AT&T.


Clarín

La fuerte subida que registraron las acciones de Petrobras el jueves tras el anuncio del hallazgo de una gigantesca reserva, situaron a la petrolera brasileña como la quinta con mayor valor de mercado entre las empresas de capital abierto de toda América y la primera de Latinoamérica.

Según cálculos divulgados hoy por la consultora Economática, el valor de mercado de Petrobras al cierre del jueves llegó a 221.900 millones de dólares, con lo que la empresa saltó del noveno al quinto lugar entre las empresas más valiosas de América.

La empresa brasileña, controlada por el Estado pero con acciones negociadas en las Bolsas de San Pablo, Nueva York, Madrid y Buenos Aires, apenas es superada ahora en valor de mercado en América por Exxon Móvil (488.600 millones de dólares), General Electric (394.300 millones de dólares), Microsoft Corp. (325.000 millones de dólares) y AT&T (238.600 millones de dólares).

Según Economática, la apreciación de la petrolera le permitió superar en valor a Procter & Gamble, ahora sexta con un valor de 220.000 millones de dólares, Google (217.100 millones de dólares), Berkshire Hathaway (208.300 millones de dólares) y BankAmerica (193.000 millones de dólares).

Tras el anuncio del hallazgo de una reserva que puede contener entre 5.000 y 8.000 millones de barriles de petróleo, las acciones ordinarias de la petrolera (con derecho a voto) subieron el jueves un 16,73 por ciento y los preferenciales un 16,44 por ciento. Los títulos de la brasileña también subieron significativamente en los otros mercados en los que son negociados.

La empresa puede escalar aún más posiciones entre las compañías de capital abierto de América, debido a que a media jornada de hoy las acciones ordinarias de la petrolera brasileña acumulaban una subida del 4,86 por ciento y las preferenciales un 4,21 por ciento.

La empresa, que debe anunciar sus resultados financieros hasta el tercer trimestre del año al cierre de los mercados de hoy, anunció que descubrió un nuevo horizonte geológico bajo las áreas marinas que explora en el océano Atlántico con un volumen de crudo que puede superar la mitad de los cerca 10.573 millones de barriles de sus reservas probadas.

El presidente de la brasileña, José Sergio Gabrielli, afirmó que, considerada toda la cuenca en que fue descubierto el yacimiento y de confirmarse la importancia del hallazgo, las reservas de Brasil pueden llegar a “algún lugar entre las de Nigeria y Venezuela”.