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	<title>Blog do Favre &#187; governo MG</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Construindo uma biografia &#8220;de realizador&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Serra gastará em publicidade em 2010, mais que o dobro do que Alckmin gastou em 2006 quando foi candidato a presidente. Aumento é de 158% nos gastos de propaganda, segundo o jornal Folha de São Paulo. Em contrapartida, investimento em combate as enchentes terá redução drástica. A biografia se constrói com propaganda. Nisto, José Serra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Serra gastará em publicidade em 2010, mais que o dobro do que Alckmin gastou em 2006 quando foi candidato a presidente. Aumento é de 158% nos gastos de propaganda, segundo o jornal <strong>Folha de São Paulo</strong>. Em contrapartida, investimento em combate as enchentes terá redução drástica. A biografia se constrói com propaganda. Nisto, José Serra é um verdadeiro &#8220;realizador&#8221;</em> (ver <a title="Permanent Link to Serra e Kassab cortam verbas importantes para a população e investem pesado em publicidade" rel="bookmark" href="../2009/10/serra-e-kassab-cortam-verbas-importantes-para-a-populacao-e-investem-pesado-em-publicidade/">Serra e Kassab cortam verbas importantes para a população e investem pesado em publicidade)</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/09/AecioSerraFHCSLim.jpg" alt="http://www.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/09/AecioSerraFHCSLim.jpg" width="555" height="364" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Cresce gasto com publicidade em Minas e SP</span></strong></p>
<p><strong>Serra e Aécio aumentam em 158% e 21%, respectivamente, verba de divulgação institucional em 2010 em comparação com 2006</strong></p>
<p><strong>SP prevê gasto de R$ 120 mi em publicidade, enquanto Minas destina R$ 40 mi; os tucanos são pré-candidatos do partido à Presidência</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">PAULO PEIXOTO E  BRENO COSTA  DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELO HORIZONTE</span></h2>
<p><span style="background-color: #ffff99;"><br />
</span></p>
<p>Os governos tucanos de Minas Gerais e de São Paulo pretendem aumentar em 21% e 158%, respectivamente, os gastos com publicidade governamental no ano eleitoral de 2010, comparado com 2006.<br />
Naquele ano, quando José Serra se elegeu governador paulista, o Orçamento de São Paulo foi elaborado pelo seu antecessor, o tucano Geraldo Alckmin, que concorreu à Presidência. Aécio Neves era o governador de Minas e foi reeleito. Agora os dois são pré-candidatos do PSDB à Presidência.<br />
A previsão de gastos para 2010, no caso do governo de São Paulo, ultrapassa a evolução real do Orçamento do Estado desde 2006. Nesse período de quatro anos, o valor total do Orçamento paulista cresceu 26,9%. Já a evolução do Orçamento de Minas foi de 25,1%.<br />
Considerando o valor dos Orçamentos de SP (R$ 125,5 bilhões) e de Minas (R$ 41,1 bilhões) para o próximo ano, a proporção dos gastos com publicidade previstos por Serra e Aécio é exatamente igual: 0,1%.<br />
As comparações com 2006 feitas pela Folha contemplam os valores reais da propaganda institucional de cada governo, corrigidos pelo IGP-DI. Estão fora desse cálculo publicidade específica, como campanhas na área de saúde ou de segurança.<br />
Serra prevê gastar no próximo ano R$ 119,9 milhões em publicidade institucional, enquanto Aécio prevê gastos de R$ 40,4 milhões, conforme as propostas orçamentárias que os governos enviaram no mês passado aos seus respectivos Legislativos estaduais.<br />
A lei estabelece como limite para gastos com publicidade em ano eleitoral a média da verba gasta nos três anos anteriores. O texto da legislação eleitoral (lei 9.504/1997) não deixa claro se o cálculo da média inclui apenas as despesas com publicidade institucional, ou todos os gastos na rubrica &#8220;comunicação social&#8221;.<br />
No caso de São Paulo, chama a atenção o fato de Serra ter elevado os valores da publicidade na sua gestão em comparação com os gastos orçados por Alckmin para o ano eleitoral de 2006 (R$ 46,5 milhões, valor também atualizado).<br />
O peso da publicidade no Orçamento paulista mais do que dobrou em relação àquele ano e também em relação a 2007 -primeiro ano da gestão Serra, mas com Orçamento elaborado pelo governo antecessor.<br />
Na disputa pela indicação do PSDB para a candidatura presidencial, fala-se nos bastidores sobre a possibilidade de haver uma chapa &#8220;puro-sangue&#8221; com Serra e Aécio. Ambos negam.<br />
Aécio já anunciou que deixará o governo até o começo de abril, sendo ou não o escolhido para ser o candidato ao Planalto. Se o escolhido for Serra, ele deve tentar o Senado.<br />
Serra disputa a reeleição somente se não for escolhido candidato a presidente.</p>
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		<title>PMDB-MG: Rompimento com Aécio indica tendência a aliança com PT mineiro</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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César Felício, de Belo Horizonte &#8211; VALOR
Os 8 deputados estaduais do PMDB mineiro constituíram ontem oficialmente um bloco de oposição ao governador Aécio Neves (PSDB) com os 11 deputados do PT e do PCdoB. O bloco não necessariamente irá diminuir a facilidade com que Aécio faz transitar suas propostas na Assembleia Legislativa, já que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_SSjOK5jWtL0/R_Q9zKmNrqI/AAAAAAAAAVI/OCf0Zxq56eA/s400/PMDB+E+PT.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_SSjOK5jWtL0/R_Q9zKmNrqI/AAAAAAAAAVI/OCf0Zxq56eA/s400/PMDB+E+PT.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">César Felício, de Belo Horizonte &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Os 8 deputados estaduais do PMDB mineiro constituíram ontem oficialmente um bloco de oposição ao governador Aécio Neves (PSDB) com os 11 deputados do PT e do PCdoB. O bloco não necessariamente irá diminuir a facilidade com que Aécio faz transitar suas propostas na Assembleia Legislativa, já que o governador permanece com uma base de apoio de 58 dos 77 deputados estaduais, mas fortalece a corrente pemedebista que defende a aliança com os petistas na eleição do próximo ano.</p>
<p>&#8220;Estamos sinalizando a disposição de marchar juntos nas eleições de 2010. Aqui poderá ser a &#8216;avant première&#8217; da decisão nacional do PMDB&#8221;, afirmou o deputado pemedebista Sávio Souza Cruz. Antes da formalização do bloco, os deputados do PMDB estiveram com os dois pré-candidatos ao governo estadual do PT, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias. Mas ainda não estiveram com o pré-candidato do próprio partido, o ministro das Comunicações, Hélio Costa. &#8220;Estaremos com ele brevemente. Falta apenas acertar a agenda&#8221;, justificou o líder da bancada, Vanderlei Miranda.</p>
<p>Os deputados do PMDB na Assembleia Legislativa estão alinhados com a candidatura à presidência regional da sigla de Adalclever Lopes, um dos integrantes da bancada. Hélio Costa apoia a candidatura do deputado federal Antonio Andrade, que não descarta a possibilidade de uma composição em 2010 com o PSDB de Aécio, caso o PT não aceite se aliar em torno de uma chapa encabeçada pelo pemedebista.</p>
<p>Os próprios petistas tomam o cuidado para que o novo bloco não seja visto por Hélio Costa como uma manobra contra a sua possível candidatura. &#8220;Estive na semana passada com Hélio Costa. Ele não quer rolo compressor, quer um diálogo, em que como critério para a escolha de candidato seja cruzada a intenção de votos na pesquisa com sondagens qualitativas e avaliação de possibilidade de crescimento e rejeição&#8221;, afirmou o deputado estadual Durval Ângelo, mais próximo a Pimentel.</p>
<p>A oposição a Aécio que o novo bloco fará está longe de ser radical. Ontem mesmo, pela manhã, os deputados petistas e do PCdoB estiveram com o vice-governador Antonio Junho Anastasia, que está exercendo o governo na ausência de Aécio, em viagem ao exterior, e que é o mais provável candidato governista à sucessão estadual em 2010. Segundo os petistas, a bancada pediu informações sobre um empréstimo que o governo mineiro está pleiteando junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento e discutiram a tramitação do Orçamento. Mas os deputados do bloco afirmaram que não haverá novos movimentos isolados. &#8221; Este bloco agora enfraquece qualquer iniciativa individual ou isolada. As negociações serão feitas em conjunto&#8221;, afirmou Ângelo.</p>
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		<title>Substituição tributária de Serra dificulta combate a crise</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A substituição tributária não é uma medida contracíclica contra a crise.&#8221; 

Amir Khair, especialista em contas públicas
&#160;
Mantega culpa Estados por repasse limitado aos preços
Segundo ministro, mudança tributária imposta por governadores reduziu o caixa das empresas
Edna Simão, Renato Andrade e Raquel Landim &#8211; O Estado SP
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, jogou sobre o governo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://images.google.fr/imgres?imgurl=http://www.valoronline.com.br/images/edicoes/ed_0002068/imagens/foto_11bra-amirklair-a4.jpg&amp;imgrefurl=https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2008/8/11/aumenta-fatia-da-grande-empresa-na-arrecadacao/&amp;usg=__r5YKX3ZUF4Ybgccbf2-Bs5HY9Qs=&amp;h=161&amp;w=220&amp;sz=10&amp;hl=pt-BR&amp;start=29&amp;um=1&amp;tbnid=fwmc5EKSC1arKM:&amp;tbnh=78&amp;tbnw=107&amp;prev=/images%3Fq%3DAmir%2BKhair%26ndsp%3D18%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1B3GGGL_frUS225BR226%26sa%3DN%26start%3D18%26um%3D1"><img src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:fwmc5EKSC1arKM:http://www.valoronline.com.br/images/edicoes/ed_0002068/imagens/foto_11bra-amirklair-a4.jpg" style="border: 1px solid " width="107" align="right" height="78" /></a><em><strong><font size="5">&#8220;A substituição tributária não é uma medida contracíclica contra a crise.&#8221; </font></strong></em></p>
<div align="right"></div>
<p align="center"><font size="4"><strong>Amir Khair, especialista em contas públicas</strong></font></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p><font size="4"><strong>Mantega culpa Estados por repasse limitado aos preços</strong></font></p>
<p><strong>Segundo ministro, mudança tributária imposta por governadores reduziu o caixa das empresas</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Edna Simão, Renato Andrade e Raquel Landim &#8211; O Estado SP</p>
<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, jogou sobre o governo de São Paulo e de outros Estados a responsabilidade pelos problemas no repasse aos consumidores da isenção do imposto incidente na produção de geladeiras, fogões e máquinas de lavar, a chamada linha branca.</p>
<p>Durante o anúncio do novo pacote de medidas para estimular a economia, o ministro afirmou que o efeito da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos últimos três meses sobre esses produtos foi limitado, porque alguns governadores promoveram, ao mesmo tempo, uma substituição tributária, transferindo para a indústria a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS , antes mesmo da venda do produto no varejo.</p>
<p>A decisão dos governadores, na avaliação do ministro, reduziu o capital de giro das empresas, impedindo uma queda mais brusca dos preços. Segundo levantamento do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), apresentado por Mantega, nos meses de abril e maio, o preço médio do fogão recuou 0,7%, o do refrigerador caiu 5% e o da máquina de lavar 6,4%. &#8220;Há espaço para uma redução maior dos preços&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<p>O governo federal reduziu o IPI em 5 pontos porcentuais para fogões e em 10 pontos porcentuais para refrigeradores e máquinas de lavar.</p>
<p>As vendas de produtos de linha branca cresceram consideravelmente após o estímulo. Somente de geladeiras, a expansão das vendas foi de 26% em maio na comparação com o mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Com a renovação da isenção do IPI até o fim de outubro, Mantega vai convocar os governadores para discutir a questão. &#8220;Foi feito em São Paulo e em outros Estados. Vou conversar com os governadores que de certa forma se aproveitaram&#8221;, disse. Ele frisou que &#8220;não tem nada contra a substituição tributária&#8221; e acrescentou que o momento é que foi &#8220;errado&#8221;.</p>
<p>Fabíola Xavier, diretora do IDV, que representa varejistas como Casas Bahia, Magazine Luiza e Carrefour, confirmou que a substituição tributária impediu o repasse integral da redução do IPI para os preços pagos pelo consumidor nas lojas. &#8220;Temos a mesma opinião do ministro. Deixamos de pagar imposto para o governo federal para pagar para o estadual&#8221;, disse. Ela afirmou que o varejo é a favor da substituição tributária, porque combate a sonegação, mas o problema é que as medidas foram &#8220;simultâneas&#8221;. O setor pediu ao governo paulista a revisão das margens de lucro utilizadas para o cálculo.</p>
<p>Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros), afirmou que o repasse do IPI foi feito integralmente pela indústria e que o problema ocorreu depois.</p>
<p>Por meio de uma nota, a secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informou que o prazo para o pagamento do imposto pode chegar a 90 dias e que o objetivo foi neutralizar eventual impacto no fluxo de caixa das empresas. O governo estadual argumenta ainda que a medida foi discutida com as entidades de classe.</p>
<p>A Receita Estadual de Minas Gerais também informou que o efeito da substituição tributária é &#8220;neutro&#8221; para o repasse do IPI ao consumidor. O órgão disse que o IPI faz parte da base de cálculo do ICMS, logo se o primeiro é reduzido, o segundo é &#8220;automaticamente&#8221; alterado.</p>
<p>Para Amir Khair, especialista em contas públicas, o problema é exclusivamente de &#8220;capital de giro&#8221;. Ele disse que, ao antecipar a arrecadação do imposto, o Estado se apodera de um capital que estaria disponível para o varejo. Khair ressalta que as pequenas varejistas operam com margens apertadas. &#8220;A substituição tributária não é uma medida contracíclica contra a crise.&#8221;</p>
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		<title>Patrus e Pimentel rejeitam chapa em MG sem o PT na cabeça</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 11:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2010: Adversários internos no PT, ambos refutam negociação com Hélio Costa, do PMDB
Alex de Jesus/O Tempo/Folha Imagem &#8211; 28/6/2008

 Pimentel e Patrus: os dois pré-candidatos petistas defendem candidatura própria do partido ao governo de Minas
&#160;
César Felício, de Jeceaba (MG) &#8211; VALOR
Pré-candidatos a governador de Minas Gerais pelo PT, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>2010: Adversários internos no PT, ambos refutam negociação com Hélio Costa, do PMDB</strong></font></p>
<p align="center"><font size="1"><em>Alex de Jesus/O Tempo/Folha Imagem &#8211; 28/6/2008<br />
</em></font><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002279/imagens/foto16pol-psp-a7.jpg" border="0" /><br />
<font size="1"><em> Pimentel e Patrus: os dois pré-candidatos petistas defendem candidatura própria do partido ao governo de Minas</em></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99">César Felício, de Jeceaba (MG) &#8211; VALOR</p>
<p>Pré-candidatos a governador de Minas Gerais pelo PT, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel adotaram o mesmo discurso ao defenderem a candidatura própria do partido em Minas Gerais. A alternativa a um nome próprio é o apoio ao candidato virtual do PMDB, o ministro das Comunicações, Hélio Costa.</p>
<p>&#8220;Sou um ator político, um militante, não um analista do cenário. Me dedico a fazer as coisas acontecerem. Estou empenhado em viabilizar a minha candidatura dentro do PT. A primeira etapa é garantir a unidade dentro do PT, depois dentro do campo das forças progressistas e depois dentro de um universo de uma aliança mais ampla&#8221;, afirmou Patrus Ananias, ao ser indagado sobre uma aliança com PMDB, durante evento promovido pela empreiteira Odebrecht e pela siderúrgica Vallourec &amp; Sumitomo em Jeceaba, cidade a 120 km de Belo Horizonte.</p>
<p>&#8220;Há os que querem uma aliança a qualquer custo. Eu digo que a discussão da aliança deve ser feita a seu devido tempo&#8221;, disse Fernando Pimentel, em entrevista por telefone. Pimentel negou que haja pressão da direção nacional do partido para que o PT coloque em segundo plano as eleições para os governos estaduais, em detrimento da candidatura presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e da eleição para o Senado. &#8220;Tudo o que existe é uma determinação para que a discussão das candidaturas estaduais seja feita após a escolha da nova direção do PT. Apenas isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>Em recente reunião do diretório nacional, o PT mandou suspender todos os processos de escolha interna de candidatos a governador que estavam em curso neste ano. A decisão afetou com mais força Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, onde há disputa pela vaga.</p>
<p>Primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, o ministro das Comunicações já fez afirmações públicas de que só deverá ser candidato a governador em um contexto de aliança ampla, mas não é categórico em dizer que a coligação será com o PT. Mantém o diálogo com o governador mineiro Aécio Neves (PSDB), de cuja candidatura presidencial duvida, e com a ala do PT defensora da candidatura de Patrus Ananias.</p>
<p>Isto tem feito com que Patrus avance posições dentro do próprio PT nacional. Bastante próximo a Pimentel, o ex-ministro e ex-presidente nacional do partido, José Dirceu, encontrou-se com Patrus na posse do novo presidente salvadorenho, Mauricio Funes, em San Salvador. Ficaram de ter um novo encontro em breve. &#8220;Ele percebeu que o entendimento do PT com o PMDB em Minas está muito mais próximo do que se imagina&#8221;, disse o ministro. Pimentel têm procurado diminuir a distância com o PMDB, conversando com deputados estaduais do partido. Também deve encontrar-se com Dirceu, dentro de alguns dias, em Belo Horizonte ou São Paulo.</p>
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		<title>Empresários veem em Aécio um &#8216;quase-Lula&#8217;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/empresarios-veem-em-aecio-um-quase-lula/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/empresarios-veem-em-aecio-um-quase-lula/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Vocação conciliadora divide empresariado2010: Empresários elogiam Aécio pela aversão a conflitos mas temem hesitação face a medidas impopulares
Filipe Araújo/AE &#8211; 19/3/2007

 Aécio Neves em palestra a empresários: setores empresariais prejudicados por medidas do governo de São Paulo- por exemplo, a indústria do cigarro &#8211; apostam nas alternativas mais consensuais propostas pelo governador mineiro
&#160;
César Felício e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.uae.com.br/images/stories/politica/aecio_neves.jpg" alt="http://www.uae.com.br/images/stories/politica/aecio_neves.jpg" /></div>
<p><font size="4"><strong>Vocação conciliadora divide empresariado</strong></font><font size="4"><strong>2010: Empresários elogiam Aécio pela aversão a conflitos mas temem hesitação face a medidas impopulares</strong></font></p>
<p align="center"><font size="1"><em>Filipe Araújo/AE &#8211; 19/3/2007</em><br />
</font><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002271/imagens/foto03pol-aeciso-a14.jpg" border="0" /><em><br />
<font size="1"> Aécio Neves em palestra a empresários: setores empresariais prejudicados por medidas do governo de São Paulo- por exemplo, a indústria do cigarro &#8211; apostam nas alternativas mais consensuais propostas pelo governador mineiro</font></em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99">César Felício e Yan Boechat, de Belo Horizonte e São Paulo &#8211; VALOR</p>
<p>O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), reúne as principais virtudes políticas encontradas no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem ser de esquerda. Esta é a visão captada junto ao empresariado mineiro e paulista sobre o presidenciável tucano, que concorre dentro do partido em situação de desvantagem em relação ao governador paulista José Serra.</p>
<p>E virtude política, nesta situação, significa capacidade de agregação, ânimo conciliador e disposição em cumprir acordos, segundo definiu um dirigente de uma empresa do setor metalúrgico, ao comparar Aécio a Lula. Para este alto executivo, Lula só não se tornou o presidente ideal, dada a sua capacidade de conseguir consensos, por não acreditar em reformas limitadoras do tamanho do Estado. &#8220;Lula no fundo continua preso a crenças arraigadas na esquerda. O Aécio é um Lula do nosso lado&#8221;, afirmou. A visão não é uníssona. No meio empresarial a vocação de Aécio à conciliação ora é louvada ora é temida como indicativo de que um governo, sob o seu comando, hesitaria em tomar medidas impopulares.</p>
<p>Ao longo do último mês, o Valor ouviu 13 presidentes de empresas ou dirigentes de classe, sete em Minas Gerais e seis em São Paulo, sobre a sucessão presidencial em 2010 e a impressão pessoal sobre os potenciais candidatos. Apenas um, o presidente da Souza Cruz, Dante Letti, aceitou ser identificado. &#8220;Aécio Neves tem um discurso empolgante, que mostra ser capaz de ajustar esta base que temos hoje, que é boa, e de somar novas ideias. Seu discurso não é desagregador, ele reúne características de um conciliador. Além disso Aécio fez um bom trabalho na profissionalização da máquina pública&#8221;, afirmou.</p>
<p>Letti referiu-se ao programa de &#8220;choque de gestão&#8221;, o estabelecimento de metas de desempenho no funcionalismo público, marca do primeiro mandato de Aécio, em um ação governamental que contou com a assessoria do Instituto Nacional de Desenvolvimento Gerencial (INDG), um instituto de consultoria empresarial, liderado pelo engenheiro Vicente Falconi e que tem o empresário Jorge Gerdau Johannpeter como presidente do Conselho de Administração. Pioneiro na contratação do INDG para consultoria, Aécio foi seguido por outros administradores, até mesmo do PT, como o governador da Bahia, Jaques Wagner.</p>
<p>A indústria do cigarro tem um histórico de contenciosos com o principal adversário de Aécio no PSDB, o governador de São Paulo, José Serra. Quando ministro da Saúde, Serra proibiu a publicidade de cigarro, sem aceitar discutir o tema com o setor empresarial. No governo paulista, sancionou recentemente uma legislação que restringe drasticamente o fumo em ambientes públicos. Exatamente nesta questão os empresários direta ou indiretamente atingidos testaram a diferença entre os dois governadores tucanos.</p>
<p>Empresários do ramo de restaurantes reuniram-se com integrantes do governo mineiro para saber como Aécio se posicionaria diante do tema. Ouviram que o governador não tinha interesse em adotar uma legislação restritiva como a paulista. E que iria procurar agir em sintonia com o que o governo federal dispusesse sobre o assunto. Caso se visse obrigado a fazer uma lei, não o faria sem ouvir setor. Os empresários saíram do encontro satisfeitos.</p>
<p>Segundo um dos articuladores desta reunião, o principal motivo de alívio é que eles já haviam obtido do governo federal sinais de que as gestões do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, para que a União adotasse o rigor paulista seriam barradas na Casa Civil, comandada pela ministra Dilma Rousseff, a presidenciável petista.</p>
<p>Este empresário dono de restaurantes, obviamente, considera Aécio agregador, conciliador e cumpridor de acordos. A avaliação, contudo, existe mesmo entre empresários com pouca relação com o poder estadual, como a incorporação imobiliária. &#8220;Aécio é conhecido nos meios empresariais por ser um político que cumpre fielmente os acordos estabelecidos&#8221;, disse o presidente de uma empresa atuante na construção civil.</p>
<p>A proximidade de Aécio com o meio empresarial não se sustenta apenas em situações de conjuntura. Conta com raízes remotas, ligadas a situações familiares do governador mineiro. Aécio foi enteado de Gilberto Faria, ex-proprietário do Banco Bandeirantes, posteriormente absorvido pelo Unibanco. Sua irmã Andréa casou-se com Luiz Marcio Pereira, diretor do Sebrae mineiro.</p>
<p>Ao eleger-se governador, em 2002, Aécio abriu a administração estadual para o empresariado de uma maneira que seus antecessores jamais haviam ousado. Aécio chamou consultores empresariais para, sob a coordenação do então secretário de Planejamento, o hoje vice-governador Antonio Anastasia, implantarem as metas de desempenho na máquina pública.</p>
<p>E nomeou para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico uma sequência de executivos ligados à Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg): Wilson Brumer, o atual prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), e Sérgio Barroso, que está atualmente no comando da Pasta. Coube principalmente a Brumer, executivo que reestruturou a siderúrgica Acesita depois da privatização, atrair para o Estado investidores receosos depois do histórico de conflitos que marcou o governo de Itamar Franco.</p>
<p>Seu atual secretário da Agricultura, Gilman Viana, foi vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e presidente da federação da agricultura mineira. Sua secretária de Turismo, Erica Drummond, é a controladora da rede de hotéis Ouro Minas.</p>
<p>Aécio montou um grupo de quinze presidentes de empresas com quem se reúne a cada bimestre, no Palácio das Mangabeiras, para avaliações de conjuntura. Também cultiva relações com acadêmicos e executivos do meio financeiro vinculados à &#8220;Casa das Garças&#8221;, um centro de estudos no Rio de Janeiro onde se encontram os ex-colaboradores da equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso que montou e geriu o Plano Real.</p>
<p>Como governador, estruturou uma parceria público-privada (PPP) na área da telefonia móvel, o &#8220;Minas Comunica&#8221;, que expandiu serviços da Oi, Claro e Vivo para 412 municípios do Estado.</p>
<p>Na área da educação, enquanto os governos tucanos em São Paulo expandiam as escolas de ensino técnico, conhecidas como Fatecs, o governo mineiro criou um programa de parceria. Lançou em 2007 o Programa de Ensino Profissionalizante (PEP), por meio do qual credenciou 34 instituições privadas que ofereceram vagas a 36 mil alunos.</p>
<p>O governador mineiro tenta implantar outras parcerias com o setor privado em áreas polêmicas, como a da segurança pública. Neste ano, um consórcio formado cinco empresas ganhou a licitação para uma parceria público privado na área da segurança pública.</p>
<p>O grupo construirá e administrará por 27 anos um complexo penal para 3 mil detentos. Receberá para tal o equivalente a R$ 74 a diária por vaga, o que resulta em um ganho de aproximadamente R$ 81 milhões por ano. O governo aguarda apenas a formação de uma sociedade de propósito específico para a assinatura do contrato.</p>
<p>A relação com o empresariado foi construída sem que Aécio diminuísse a estrutura do Estado, que em Minas Gerais é proporcionalmente maior do que em São Paulo. A péssima repercussão política das privatizações feitas pelo antecessor tucano Eduardo Azeredo (PSDB), cujos efeitos foram atenuados no governo de Itamar Franco, transformaram privatizações e concessões em um anátema na política local muito mais forte do que no contexto paulista. E desde muito antes de Juscelino Kubitschek o Estado mineiro é visto como indutor de desenvolvimento. Até os anos 70, o governo estadual ainda era dono de hotéis e matadouros. E até 1987 era sócio da montadora de automóveis Fiat.</p>
<p>O governo mineiro conta com um banco de desenvolvimento, o BDMG, que deve conceder em empréstimos este ano R$ 1,3 bilhão, valor semelhante ao previsto para a agência de fomento criada em São Paulo para substituir o banco estadual Nossa Caixa, vendido por Serra para o Banco do Brasil.</p>
<p>A terceira maior empresa mineira em faturamento é a Cemig (depois de Fiat e Usiminas), geradora e distribuidora de energia de capital misto, controlada pelo governo do Estado. Desde que Aécio assumiu o governo, a Cemig entrou em uma fase de expansão que incomoda concorrentes e alguns investidores do mercado, receosos do peso político nas decisões estratégicas. No governo Aécio, a Cemig passou a participar do capital da Light no Rio de Janeiro, disputou o controle da CPFL em São Paulo e recentemente começou a negociar sua participação na CEB, a estatal brasiliense de energia. A Cemig conta com a subsidiária Gasmig, distribuidora de gás natural.</p>
<p>O governo mineiro controla ainda a Copasa, responsável pelo tratamento de água e esgotos, mas atenta a outros interesses: no ano passado, quando o Estado não conseguiu encontrar interessados para explorar as fontes de água mineral de Caxambu e Cambuquira, a Copasa assumiu a incumbência, e hoje disputa espaço neste mercado.</p>
<p>O Estado, em Minas, também é o controlador da Codemig, empresa que arrenda jazidas para mineradoras, aufere royalties e aplica os recursos nos mais diversos programas. De rodovias a parques balneários. Este ano, a previsão é de R$ 1 bilhão em investimentos. Saem da Codemig, por exemplo, os recursos para Aécio construir o centro administrativo do Estado, na periferia de Belo Horizonte.</p>
<p>Esta forte presença do Estado mineiro na economia faz com que alguns empresários pouco simpáticos à tese do Estado mínimo se entusiasmem com o governador mineiro. &#8221; Existe um PSDB de um liberalismo assassino. E há um PSDB diferente, com sensibilidade e visão de destino, que preza a infraestrutura nacional. Aécio Neves está no segundo grupo&#8221;, diz um executivo de Minas Gerais.</p>
<p>O poder concedido por Aécio a auxiliares, sobretudo para o hoje vice-governador, faz o mineiro ganhar pontos no setor empresarial. Nos dois mandatos de Aécio, Anastasia tornou-se o virtual gerente do governo. &#8220;Aécio sabe delegar autoridade e cercar-se de auxiliares competentes. Não avoca imperialmente tudo para si&#8221;, comenta um executivo da siderurgia.</p>
<p>&#8220;Aécio Neves sempre soube separar as coisas. Não nomeia amigos como assessores e nem se torna amigo destes. Isto garantiu a impessoalidade do governo&#8221;, comentou um empresário que colabora com a administração do mineiro.</p>
<p>Mas Aécio não colhe apenas elogios na seara empresarial. Dois comandantes de empresas, um do ramo siderúrgico e outro da telefonia, demonstraram dúvidas sobre a disposição do governador mineiro de arcar com custos políticos de medidas impopulares. Na visão destes empresários, o perfil conciliador de Aécio faria com que o governador procurasse sempre as saídas políticas mais simples, ao contrário do que Serra e a ministra Dilma Rousseff tendem a fazer.</p>
<p>&#8220;Não contem com Aécio para tomar medidas impopulares, mas necessárias, na Presidência. Ele definitivamente não faria isso. Empurraria os problemas para frente, um pouco como o atual presidente o faz&#8221;, afirma o presidente de uma empresa do setor siderúrgico.</p>
<p>Aécio ainda é visto com resistências no setor têxtil. Um investidor em Minas afirmou que só conhecia a ação do governo estadual em manobras para elevar a arrecadação. Queixa-se de que falta a Aécio uma visão própria de desenvolvimento, virtude que não faltaria a seus concorrentes no PSDB e no PT. &#8220;Nunca existiu política industrial em Minas. O que sempre existiu foi propaganda&#8221;, afirmou.</p>
<p>No segmento sucroalcooleiro, Aécio Neves ganhou respeito pelos incentivos dados a novas usinas, sobretudo na região do Triângulo e do Alto Paranaíba, mas sua recusa em seguir o exemplo de São Paulo e não reduzir o ICMS desagradou um empresário do setor, que se disse considerar traído após investir no Estado.</p>
<p>No setor empresarial, Aécio ainda enfrenta ceticismo em relação à sua real disposição de concorrer à Presidência. Boa parte dos entrevistados considera provável a existência de um acordo em favor do governador paulista. &#8220;É nítida a falta de sustentação política no Aécio para esta pretensão&#8221;, comentou um empresário do setor de energia.</p>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 12:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal <em>O Globo</em> dá destaque hoje às previsões orçamentárias para gastos com publicidade do governo federal. Segundo o jornal em 2008 foram gastos R$ 240,6 milhões com comunicação social, que incluem a propaganda institucional e de utilidade pública da Presidência da República e de todos os ministérios. <em>O Globo</em> informa que esses gastos serão aumentados em 2009.</p>
<p>Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), -citado pelo jornal- <strong>&#8220;o aumento de 35% nas verbas de publicidade oficial tem dois objetivos: maquiar os efeitos da recessão mundial no país e fortalecer a pré-candidatura da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva&#8221;.</strong></p>
<p>Em artigo publicado hoje na <em>Folha de São Paulo</em>, Fernando Rodrigues, articulista do jornal informa que <strong>&#8220;De janeiro a  novembro de 2008, o governo de  São Paulo (Serra) gastou R$ 110,3  milhões em propaganda. No mesmo período, o governo mineiro (Aécio) torrou R$ 34,7 milhões.<br />
(&#8230;)<br />
Além dos R$ 110,3 milhões investidos pelo governo Serra, a Sabesp  (empresa de saneamento paulista)  gastou outros R$ 28,3 milhões no  ano passado com publicidade, até  novembro -quase igualando-se ao  governo de Minas Gerais inteiro.<br />
A estatal serrista parece ter planos expansionistas de fazer inveja a  Solano López. Os comerciais da Sabesp foram vistos em 2008 também  em Salvador, Manaus e Teresina,  entre outras capitais. Como se sabe,  há (sic) imenso interesse público no  Norte e no Nordeste a respeito do  número de ligações de esgoto realizadas em São Paulo.&#8221;</strong></p>
<p>O senador do DEM poderia ser convidado a comentar e o jornal <em>O Globo</em> poderia aprofundar sua reportagem sobre a publicidade dos governos, comparando incluso sua pertinência e isenção em relação as futuras disputas eleitorais.</p>
<p>Os leitores poderão assim julgar melhor se é verdadeira a afirmação feita ao Globo que <strong>&#8220;um dos focos da estratégia de comunicação do governo (federal) é melhorar a imagem do Brasil no exterior, com o objetivo de atrair novos investimentos.&#8221;</strong> ou se a publicidade da Sabesp no nordeste serve para melhorar o tratamento do esgosto naquela regiões sabidamente mais carentes em matéria de saneamento.</p>
<p>O que sim me parece evidente é que a publicidade de todos estes entes federativos, injetando dinheiro na mídia em época de crise, contribuem a combater a retração econômica e a preservar o emprego de jornalistas e publicitários, assim como o lucro das empresas do setor. LF</p>
<p>PS Paulo Henrique Amorim, no seu site Conversa Afiada trata também deste assunto:</p>
<div id="attachment_3302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/01/sabesp1.jpg"><img src="http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/01/sabesp1.jpg" class="size-full wp-image-3302" title="sabesp1" alt="Serrágio usa dinheiro do contribuinte de SP para dar água ao Acre" width="480" height="317" /></a></p>
<p class="wp-caption-text">Serrágio usa dinheiro do contribuinte de SP para dar água ao Acre</p>
</div>
<p>O Conversa Afiada recebeu pelo menos 30 e-mails de leitores (leia abaixo) que se queixam de comerciais de televisão da Sabesp, empresa pública de São Paulo, em estados em que a Sabesp não distribui água: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Maranhão, Pará e Acre.</p>
<p>Veja trechos de alguns deles:</p>
<p>“Aqui no Acre, que nem praia tem, a mais perto fica em outro país, ta passando propaganda que o Governo de São Paulo” &#8211; Raphael Bezerra, referindo-se à atuação da Sabesp no litoral..</p>
<p>“Aqui em Vitória, ES, horário nobre, virada do ano, propaganda da SABESP, diz o leitor Alex Gonçalves. “Aqui, no interior do Ceará, estou sendo bombardeado com propagandas do Serra (PSDB) via governo de São Paulo” &#8211; Chico Mendes</p>
<p>“As propagandas do governo paulista estão sendo exibidas com freqüência aqui em Recife. Eu nem sabia o que era Sabesp. O Serra não só começou a fazer campanha, como está fazendo de maneira bastante questionável” – Sérgio S.</p>
<p>“Também assisti propaganda da Sabesp aqui em Salvador. A companhia de água da Bahia se chama Embasa” &#8211; Gabriel Borges.</p>
<p>“É claro que estamos entendendo que ele [Serra] tá gastando dinheiro do paulistano para fazer campanha, mas pode esquecer que mineiro não vota nele” &#8211; Chico Morais.</p>
<p>“Vi propaganda da Sabesp aqui no Rio Grande do Sul &#8211; confesso que estranhei &#8211; o que é que o povo gaúcho tem que ver com isto? Deve estar gastando o dinheiro da venda da Nossa Caixa” &#8211; Antônio Valadão.</p>
<p>Em tempo: e a Justiça Eleitoral, faz o que ?<br />
Em tempo 2: O presidente eleito José Serrágio foi o único governador que discursou na posse de um prefeito. E disse que São Paulo é uma “referência” para o resto do Brasil. “Referência” para se referir a que ? A usar o dinheiro do contribuinte de São Paulo para fazer propaganda eleitoral no Acre ? No mesmo memorável discurso ele acusa os administradores que não zelam pelo equilíbrio fiscal: não há incompatibilidade entre ser popular e manter o equilíbrio fiscal. Claro, a Sabesp distribuir água no Acre e garantir o equilíbrio fiscal de São Paulo. Esses tucanos de São Paulo dizem qualquer coisa, porque o PiG os tornou inimputáveis.</p>
<p><strong>Leia também</strong>:</p>
<p><strong>De olho em 2010, Serra dobra verba publicitária e faz propaganda Brasil afora </strong><br />
Publicado: 30/12/08 &#8211; 19h07</p>
<p>O governador José Serra resolveu dobrar o orçamento para publicidade em 2009, ano que antecede a eleição presidencial. Reportagem publicada hoje pelo <a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/serra-vai-dobrar-gastos-com-publicidade">site Brasil de Fato</a> indica que o governo tucano terá R$ 313 milhões de verba publicitária a disposição no próximo ano, contra R$ 166 milhões que destinou a essa área no orçamento de 2008, pontua o texto, assinado por Eduardo Sales de Lima.</p>
<p>A disposição de Serra em gastar dinheiro do contribuinte de olho na sucessão presidencial também aparece em reportagem publicada hoje pela Folha. A matéria, de Cátia Seabra, mostra que o tucano vai congelar R$ 2 bilhões do orçamento total do Estado, de R$ 118 bilhões. Serra acha que a crise financeira fará a arrecadação estadual cair. Porém, os cortes deverão se concentrar nos recursos para manutenção da máquina pública (custeio), sem atingir os investimentos que deverão alavancar seu caminho ao Planalto.</p>
<p>Por conta da proximidade das eleição presidencial, o governador recomendou aos secretários prioridade às obras. Reivindicações salariais de servidores, por exemplo, dificilmente serão atendidas, frisa a reportagem – <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3012200810.htm.">leia o texto</a>, se você for assinante da Folha.</p>
<p>Serra também contará como empenho do prefeito Gilberto Kassab na tentativa de ser o sucessor de Lula. É o que diz o texto de Caio Junqueira, no Valor Econômico. O jornal mostra que a equipe de Kassab vai tomar posse com a missão de implantar projetos que ajudem a candidatura de Serra. Para isso, contará com recursos de iniciativa privada e do próprio governo estadual.</p>
<p>Uma das principais cartadas de Kassab, em parceria com Serra, será a revisão do Plano Diretor da cidade para ampliar as áreas nas quais o setor imobiliário poderá construir, principalmente em locais próximos às linhas do metrô – leia a íntegra do texto, se você for assinante do <a href="http://www.valoronline.com.br/LoginUsuario.aspx?tit=Kassab%20aposta%20em%20Serra%20e%20em%20investimentos%20imobili%c3%a1rios&amp;dtMateria=30%2012%202008&amp;codMateria=5341655&amp;codCategoria=195&amp;url_recebido=/ValorImpresso/MateriaImpresso.aspx">Valor Econômico</a>.</p>
<p>Leia mais no Conversa Afiada <a href="http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=3572">aqui </a></p>
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		<title>Maldades e bondades</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 12:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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A discussão da hora é se o governo deve ou não adotar políticas anticíclicas.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99"> CELSO MING &#8211; O Estado SP</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/maldades-e-bondades/8466/" rel="attachment wp-att-8466" title="celso_ming2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/celso_ming2.jpg" alt="celso_ming2.jpg" align="left" /></a>A discussão da hora é se o governo deve ou não adotar políticas anticíclicas.</p>
<p>Trata-se de decisões de política econômica contra a paradeira da economia. A idéia é: se tudo vai bem, é melhor aplicar políticas de austeridade para equilibrar as finanças públicas. Se vai mal, é preciso gastar mais para ajudar na recuperação do sistema produtivo.</p>
<p>O Fundo Monetário Internacional, que sempre se bateu pelo rigor fiscal, agora recomenda o aumento das despesas públicas para ajudar a enfrentar a recessão que vem vindo braba.</p>
<p>Aqui essas políticas são mais conhecidas como sacos de maldades ou de bondades. O que se pede agora é que o governo despeje o conteúdo de sacos de bondades. Essas coisas estão chegando mais com propósitos eleitorais do que técnicos. O horizonte das manobras são as eleições presidenciais de 2010. E o quadro de fundo é o de que o presidente Lula não tem candidato vendável ao eleitor enquanto a oposição tem pelo menos dois nomes.</p>
<p>Isso posto, o governo Lula mandou que a Caixa Econômica Federal despejasse R$ 3 bilhões para reforçar o capital de giro das imobiliárias e que o Banco do Brasil (BB) enfiasse outros R$ 4 bilhões no crédito para compra de veículos.</p>
<p>Mas tanto o governador de São Paulo, José Serra, como o de Minas, Aécio Neves, ambos do PSDB, estão empenhados em mostrar serviço em escala nacional. As bondades de Serra prevêem R$ 4 bilhões da Nossa Caixa para financiar veículos.</p>
<p>E aí vai um lance especial de esperteza de Serra, que faz cumprimentos com chapéu alheio. Se o dinheiro é da Nossa Caixa, que será repassada ao BB, fica óbvio que os financiamentos acabarão sendo ativos do BB, com prazo de vencimento superior a dois anos.</p>
<p>O pacote de Aécio é mais modesto, de R$ 470 milhões, a serem distribuídos pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais para ajudar o setor produtivo a enfrentar a crise.</p>
<p>Boa pergunta consiste em saber se a paradeira das vendas da indústria automobilística é devida à falta de financiamento ou a certo esgotamento do mercado. Há boas razões para acreditar que é falta de mercado.</p>
<p>Em 2007, as vendas de automóveis cresceram 28% e, neste ano até outubro, 23%, avanços tão fantásticos como insustentáveis. Na maior parte desse período, os financiamentos foram feitos por mais de 36 meses. No início do ano, chegaram a ultrapassar 90 meses, o que levou o ministro Mantega a anunciar a intenção de intervir para reduzir os prazos. Isso significa que uma larga fatia do mercado parece atendida. O consumidor ainda está pagando seu carro e não pretende voltar tão cedo à concessionária.</p>
<p>Além disso, o estancamento do crédito ocorrido há cerca de um mês não se deveu a problemas nos bancos, como aconteceu no exterior. Apareceu com o estouro das operações com derivativos de câmbio, que lançaram dúvidas sobre a capacidade de pagamento de muitas empresas. Como o problema já está equacionado, o fluxo do crédito começa a ser restabelecido.</p>
<p>Dentro de algumas semanas saberemos até que ponto mais crédito à compra de veículos será suficiente para a retomada da produção. E, se for para combater a recessão que vem vindo aí, convém perguntar se o segmento a ser atendido prioritariamente é o de veículos.</p>
<p><strong>Confira</strong></p>
<p>Erro de foco &#8211; Vai ser difícil para o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, livrar-se da pecha de incompetente.</p>
<p>Há menos de um mês, praticamente chantageou o Congresso para que aprovasse o pacote de US$ 750 bilhões, mas ontem reconheceu que o pacote não está funcionando. Ele quer agora mudar o foco e passar a financiar o consumo.</p>
<p>O problema é que as demandas estão aumentando: é o resgate das hipotecas, o socorro à indústria de veículos, a capitalização dos bancos, a recessão fazendo estrago&#8230; E o governo Bush com sua credibilidade quase zero.</p>
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