31/08/2008 - 15:22h Consciência política

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“O candidato à Prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) aproveitou o domingo para fazer campanha nos bairros Grajaú e Varginha (zona sul de SP) acompanhado de seu vice Campos Machado (PTB), de deputados e de diversos candidatos a vereador. Alckmin visitou pizzarias, supermercado, cabeleireiros e, conversando com as pessoas, prometeu melhorias para a região.

Vanderlei Nogueira, morador há mais de 30 anos do Grajaú, pediu atenção para o posto de saúde do bairro. O candidato respondeu: “Vamos contratar 1.500 médicos para os postos de saúde da capital”. Após a passagem do tucano, Nogueira, no entanto, não se mostrou muito convencido. “Quem era o prefeito aqui? Não era o Serra? Do partido dele? Então a coisa não melhorou muito aqui”, reclamou Nogueira.” (Folha online)

17/08/2008 - 10:24h Serra promete fazer o que Alckmin não fez

Do Grajaú à Sé, mais de 2 horas sobre os trilhos

Alterações em linhas de trem e metrô prometem reduzir em até 75% o tempo das viagens

A imagem “http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/cptm_pane1.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Eduardo Reina – O Estado de São Paulo

São Paulo é a quarta maior metrópole mundial, mas tem apenas 61,3 quilômetros de metrô e 260 quilômetros de ferrovias, com pouca conexão. Resultado: o paulistano fica horas dentro transporte público. Para um trabalhador sair de casa no Grajaú, na zona sul, e ir até a Praça da Sé, região central, e depois voltar para casa, leva 244 minutos, no mínimo, utilizando trem e metrô. São mais de quatro horas perdidas diariamente.

É tempo suficiente para assistir ao clássico E o Vento Levou, e ainda sobram 22 minutos. Ou mesmo participar de um curso qualquer, com aulas diárias. Já o cidadão que mora no Butantã, zona oeste, e vai até a Luz e volta à tarde, por trem, gasta 120 minutos de seu dia, tempo de um jogo inteiro de futebol mais a prorrogação.

Uma projeção feita pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos, baseado no plano de expansão a ser concluído até 2010, promete ganhos de até 75% no tempo das viagens sobre trilhos, com novas linhas de metrô, transformação de linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em metrô de superfície, início de operação do Expresso Aeroporto, Expresso ABC e Expresso Leste ampliado, além da ampliação de corredores de trólebus e ônibus da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).

Para elaborar o estudo, a secretaria reuniu um grupo de usuários do sistema metroferroviario. Desde julho, o tempo de viagem habitual desses passageiros está sendo monitorado por técnicos. O trajeto Grajaú-Praça da Sé, por exemplo, deve ter ganho de 52,4% no tempo de deslocamento hoje registrado na viagem de trem e metrô. Passará dos atuais 244 minutos por dia para 116 minutos/dia, um salto estimado de 128 minutos/dia. De acordo com o governo estadual, esse ganho será proporcionado com a conclusão da ampliação da Linha 9 – Esmeralda, sua transformação em metrô de superfície, somado à mudança do sistema de sinalização e comunicação, além da reforma dos trens. O usuário sairá do Grajaú e desembarcará na Estação Pinheiros, Linha 4 do Metrô, seguindo até a Estação Luz. De lá, ele embarcará para a Estação Sé, utilizando a Linha 1-Azul, explicam os técnicos da secretaria.

O tempo que se ganhará no trajeto – 116 minutos – é quase o mesmo utilizado hoje no trajeto entre a Luz e a cidade de Poá, no extremo leste da região metropolitana, ida e volta. O estudo prevê diminuição de 24,5% no tempo de deslocamento assim que o Expresso Leste, Linha 11-Coral, estiver pronto e as melhorias na linha concluídas.

Para moradores de Santo André, no ABC, o tempo perdido hoje nos bancos dos trens deve diminuir de 92 minutos diários, ida e volta, para uma hora no trajeto até a Estação Barra Funda da CPTM, onde há integração com o metrô. No novo esquema, o usuário utilizará o Expresso ABC – serviço que será implantado na mesma Linha 10-Turquesa – e desembarcará no Brás. Dali, migrará para a Linha 3-Vermelha do Metrô até a Barra Funda.

30/06/2008 - 10:28h As variações da mentira

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Vista do CEU Navegantes. “No Grajaú, onde o governo estadual está maquiando três escolas de lata, em 2003 a Prefeitura inaugurou o CEU Navegantes, conciliando a demanda de escolas com o interesse ambiental.”

Editorial jornal O Estado de São Paulo

Alckmin reagiu violentamente ao discurso de Marta ontem na convenção do PT. Ele acusa Marta de mentirosa.

A irritação de Alckmin foi contra à afirmação que Marta fez no discurso: “Havia o absurdo das escolas de lata de Pitta e Kassab, que o então governador Geraldo Alckmin reproduziu em várias regiões do Estado.” A frase de Marta deixou Alckmin irritado e agressivo.

Em declaração publicada hoje nos jornais, Alckmin disse que “nunca existiram” escolas de lata no Estado e que Marta mente.

Porem, dias atrás, o próprio Alckmin tinha pretendido, respondendo a Marta, que as escolas de lata tinham sido substituídas em 2004 e não existiam mais.

Uma semana atrás elas existiram ate 2004 e hoje elas nunca existiram (sic).
Para ser claros, elas existem sim e até hoje!

Quem mente? quem esconde? quem manipula?

Acusar Marta de mentir é grave, por isso me parece relevante tratar com seriedade desta questão das escolas de lata.

Mas esta resposta me parece bem encaminhada pelo editorial do insuspeito jornal O Estado de São Paulo (insuspeito de simpatias petistas, se entende). O Editorial é de 2 de maio 2007, apenas um ano atrás:

“A Secretaria Estadual da Educação decidiu maquilar as 76 escolas de lata ou latão ainda existentes na Grande São Paulo e no interior.

Elas estão recebendo paredes externas de concreto, novos pisos, o telhado recebe revestimento de feltro de lã, na tentativa de isolar o calor e o barulho internos, e algumas paredes receberão textura branca. Tudo parecerá novinho, menos o desconforto que os alunos dessas escolas continuarão sentindo.

Nas escolas em que a maquiagem já foi concluída, professores e estudantes continuam reclamando do calor, do barulho e da iluminação deficiente. Vinte e duas unidades já foram reformadas. Outras 40 estão em obras e as restantes estão em processo de licitação.

O governo estadual investe pelo menos R$ 4 milhões nessa iniciativa que só prolonga o abuso cometido entre o fim dos anos 90 e 2002, período em que, para atender à demanda crescente por vagas na rede estadual, foram construídas 215 escolas com uma tecnologia que permitia a entrega da obra em três meses.

O chamado padrão Nakamura de construção, que usa estrutura metálica no telhado e vedação com chapas de aço e madeira, foi escolhido, segundo as autoridades da época, como solução provisória, até que fossem feitas novas escolas de alvenaria, cujo prazo médio de construção é de um ano.

As escolas de lata, no entanto, tornaram-se permanentes. Diante da pressão de pais, alunos, professores e especialistas em educação, o ex-governador Geraldo Alckmin substituiu a maior parte delas. Restaram 40 na cidade de São Paulo, 19 na região metropolitana e 17 no interior.

No final de setembro, a Secretaria Estadual da Educação anunciou que essas unidades seriam substituídas neste ano. A licitação de 64 delas já teria sido concluída e as obras deveriam ser iniciadas em outubro. Agora, a programação mudou.

A Secretaria decidiu fazer apenas a reforma das 76 escolas, explicando: “Como as salas apresentaram alguns problemas de desconforto térmico, (o governo) programou a execução de intervenções nos prédios deste padrão para garantir condições ambientais adequadas ao ensino.”

Condições adequadas ao ensino são o produto de um eficiente projeto pedagógico, da capacitação do corpo docente e das condições físicas da escola, com a oferta de equipamentos esportivos, bibliotecas e salas de informática – o que é óbvio que as escolas de lata não proporcionam.

É compreensível a dificuldade de substituir as escolas de lata pelas de alvenaria, principalmente na região metropolitana, porque a maior parte delas se encontra em área de proteção de mananciais. Nesses locais, a construção de alvenaria é proibida, mas a de latão, não. Dessa forma, encontrar terrenos próximos da comunidade escolar, que preencham os requisitos legais, é o principal obstáculo para o cumprimento da promessa de substituir as escolas de lata.

É evidente que o governo não pode descumprir a legislação de proteção dos mananciais e o zoneamento. Mas as áreas de proteção foram invadidas sob os olhares complacentes das autoridades, bairros inteiros se formaram com a construção ilegal de casebres de alvenaria e o poder público acabou atendendo à demanda escolar recorrendo às escolas de lata.

Os planos recentemente lançados pelo governo estadual para a proteção das bacias da Guarapiranga e da Billings concentram-se na urbanização dessas áreas e na fiscalização para impedir novas invasões. Urbanizar é o mesmo que dotar os bairros clandestinos de infra-estrutura e serviços públicos. Certamente, lá não serão construídos postos de saúde e hospitais de lata. Por que, então, as escolas têm de se manter inadequadas ao ensino sob o argumento de que a lei assim exige?

A Prefeitura de São Paulo resolveu a questão há tempos com um acordo firmado com o Ministério Público Estadual, que permitiu a troca dos módulos metálicos por prédios de alvenaria em várias áreas de proteção. No Grajaú, onde o governo estadual está maquiando três escolas de lata, em 2003 a Prefeitura inaugurou o CEU Navegantes, conciliando a demanda de escolas com o interesse ambiental.”

Resumindo: as escolas de lata foram criadas por Pitta-Kassab e conjuntamente por Alckmin. Elas só começaram a ser substituídas por Marta Suplicy, que além de eliminar várias delas, deixou o restante com os terrenos prontos, as licitações realizadas e várias com as construções bem adiantadas. Kassab só completou o que Marta estava concluindo. Já Alckmin e o PSDB fazem maquiagem e agora acusam os outros de mentirosos.

O fato é um revelador do caráter do candidato, semelhante ao estilo Kassab, ver: a questão do custo dos CEU’s. Ela revela o engodo do jeito demo-tucano de governar.

Divididos ele estão, porém, eles são muito parecidos. LF

11/06/2008 - 12:39h Em debate: Propostas para enfrentar o caos atual no trânsito de São Paulo (3)

Marta Suplicy e a ministra Dilma Roussef durante o seminário sobre transporte em São Paulo
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“O terceiro ponto que colocamos em discussão neste seminário é o PROGRAMA DE OBRAS que São Paulo necessita. São quatro pontos principais:

INVESTIMENTO NO METRÔ,
CONSTRUÇAO DE NOVOS CORREDORES
NOVAS OBRAS VIÁRIAS
E IMPLANTAÇÃO DE CICLOVIAS

Em relação ao metrô, a meta é construir mais de 47,4 km de linhas até 2012. Com isso, a rede saltaria dos atuais 62,1 km para 109,5 km. As obras prioritárias, nesses quatro anos, contemplariam a expansão das linhas já existentes. Destacaria, aqui, três delas: a extensão da Barra Funda até a Freguesia do Ó; a de Vila Madalena até Cerro Corá e a de Capão Redondo até o hospital de M’Boi Mirim, no Jardim Ângela.

Em paralelo, seriam iniciadas as obras de expansão mais complexas, com prazo de conclusão para 2014. Elas acrescentariam outros 31,3 km à rede, que passaria então a ter um total de 140,4 km. Entre as obras previstas, está a implantação da linha entre Cachoeirinha e Conceição, que teria 22 km, passaria pelo aeroporto de Congonhas e pela Faria Lima e integraria bairros comerciais e residenciais. Outra linha muito importante seria criada entre a Vila Prudente e a Vila Maria, que teria 8,6 km e atenderia a zona norte.

Para viabilizar essa expansão, os investimentos seriam distribuídos da seguinte maneira:

PREFEITURA – 490 milhões de reais/ano.
ESTADO – 980 milhões de reais/ano
E UNIÃO – 490 milhões de reais/ano, totalizando 1,960 bilhão ao ano.

Em relação aos CORREDORES DE ÔNIBUS, a solução proposta é criar mais 228 km até 2012 e mais 72 km até 2014. Ou seja, um total de 300 km de novos corredores de ônibus.

Esses 300 km seriam distribuídos por 31 CORREDORES. Entre os mais importantes, pela extensão e população beneficiada, eu citaria: o trecho entre a Vila Prudente e a Cidade Tiradentes; o trecho entre a 23 de Maio e o Grajaú; e entre a Celso Garcia e São Miguel.

Além desses 31 corredores, as soluções pensadas para a mobilidade urbana incluem a construção de 8 TERMINAIS nos seguintes pontos: Vila Prudente, Itaim Paulista, Campo Limpo, Pinheiros, Raposo Tavares, Vila Sônia, Água Espraiada e Jardim Mirim.

Assim, com essas obras, chegaríamos a 2014, com 140,4 km de linhas de metrô, mediante um investimento de 11,8 bilhões; e com 416,5 km de corredores de ônibus, mediante um investimento de 3,7 bilhões.

Em relação as OBRAS VIÁRIAS, os estudos já realizados recomendam a complementação de 16 CORREDORES DE ÔNIBUS e a realização de 12 OBRAS ESTRUTURANTES. A mais importante delas seria a que denominamos de Apoio Norte-Oeste: uma avenida que ligaria a Dutra e a Bandeirantes, servindo de alternativa a marginal Tietê.

Além disso, seriam realizadas quatro grandes obras em PARCERIA COM O ESTADO: a ampliação da marginal Tietê, a ligação Jacu Pêssego – Mauá, o alargamento da Bandeirantes e a conclusão de Águas Espraiadas.

Em relação as ciclovias, estamos iniciando os estudos de viabilidade. A topografia de São Paulo é complicada, mas na medida do possível elas serão implantadas em zonas estratégicas da cidade.

Essas são, em síntese, as soluções estudadas para melhorar a mobilidade urbana em São Paulo. Volto a dizer que não se trata de um pacote pronto e, sim, de uma contribuição para abrirmos o debate sobre este que é, hoje, um problema gravíssimo da nossa cidade.

Eu disse, no início da minha fala, que o trânsito é o atual emblema da democratização do prejuízo.

O que nós queremos, para São Paulo, é a democratização dos benefícios.

Bem-estar e qualidade de vida para todos.” (da contribuição de Marta Suplicy ao seminário do PT sobre transporte e mobilidade urbana).

11/06/2008 - 09:42h Contribuição de Marta Suplicy para o seminário do PT sobre transporte e mobilidade urbana (integral)

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Minhas amigas, meus amigos,

Inicialmente, gostaria de agradecer a presença da ministra Dilma Rousseff, dos engenheiros e especialistas em transporte Marcos Bicalho e Jaime Waisman, do mediador desse debate, professor Jorge Wilheim e de todos vocês, deputados, vereadores, lideranças comunitárias, moradores da cidade de São Paulo.

Estamos iniciando hoje o seminário São Paulo, Novos Caminhos.

Não tenho dúvida que ele vai prestar uma grande contribuição a todos aqueles que desejam fazer de São Paulo uma cidade mais justa e mais humana e, também, mais arrojada e preparada para enfrentar os desafios do presente e do futuro.

Nos próximos dias, vamos debater aqui temas relacionados com a mobilidade urbana, a saúde, a educação, a segurança, os programas sociais, a habitação e o desenvolvimento urbano.

Temas que, por sua complexidade e abrangência, definem o que São Paulo é hoje e para onde pode caminhar.

Hoje, abrindo esse ciclo de debates, vamos abordar o tema da mobilidade urbana. Não foi uma escolha aleatória, pelo contrário: atualmente nada é mais revelador dos problemas paulistanos do que a dificuldade de se locomover.

A verdade é que São Paulo, a locomotiva do Brasil, a cidade que não pode parar, está parando. A cada dia, a cada semana, se ouve falar de um novo congestionamento recorde.

E, quando falamos em congestionamento, não estamos falando de um transtorno qualquer. Estamos falando de perda de produção, de aumento da poluição e, acima de tudo, de queda na qualidade de vida das pessoas.

O trânsito, hoje, em São Paulo, é o emblema da democratização do prejuízo. É o inferno particular e coletivo de todo paulistano. Afeta a todos indistintamente, mas principalmente a população de baixa renda, as pessoas que moram longe do centro, têm menos recursos para se deslocar e, quando o fazem, levam muito mais tempo para chegar ao seu destino.

(mais…)

03/12/2007 - 19:50h Demos e tucanos nada sabem sobre Grajaú

A revelação contida na carta publicada pelo painel do leitor da Folha de São Paulo deveria provocar uma verdadeira indignação.

Na edição de domingo o jornal tinha publicado uma reportagem sobre a situação trágica de Grajaú, bairro da periferia de São Paulo que caiu no esquecimento depois que Marta Suplicy foi substituída por Serra e Kassab na prefeitura de São Paulo.

A carta publicada hoje traz uma revelação que o repórter da Folha ignorou, talvez por desconhecimento. Como foi ignorado também na reportagem o trabalho da administração anterior em pró da inclusão social, precisamente com foco em bairros como Grajaú.

Leiam a carta e tirem suas conclusões

Painel do Leitor da Folha de São Paulo

Grajaú
“Na reportagem “A cada assassinato em Moema, 130 são mortos no Grajaú” (Cotidiano 2, pág. C21, 2/ 12), a informação dada pelo subprefeito Valdir Ferreira, de que “não existe nenhum espaço cultural público no Grajaú”, está errada e demonstra um desconhecimento preocupante. Alguns equipamentos foram implantados na região pela ex-prefeita Marta Suplicy e, hoje, temos três CEUs sob responsabilidade daquela subprefeitura. A ausência de uma programação cultural regular reafirma o descaso da atual administração com políticas de inclusão social e mostra falta de sintonia entre a Secretaria da Educação e a subprefeitura. Lamentavelmente, a atual administração não tem oferecido novos investimentos em infra-estrutura, como admitiu o subprefeito. O Índice de Vulnerabilidade Juvenil apontou significava melhora na administração Marta Suplicy. Espera-se que as políticas de inclusão social tenham continuidade.”
CARLOS ZARATTINI , deputado federal (PT-SP), ex-secretário das Subprefeituras na administração Marta Suplicy (Brasília, DF)