15/10/2009 - 15:33h Arte X mudança climática

Civilización & Barbarie

Hoy es el Blog action day, el día en que los bloggers de todo el mundo que lo decidan, nos unimos para hablar sobre un tema en común.

Este año la consigna es alertar sobre los efectos del cambio climático.

Hace dos semanas Spencer Tunick, conocido fotógrafo que desnuda masas en espacios públicos, sumó su grano de arena al asunto al realizar una intervención con más de 700 personas en unos viñedos en la zona francesa de la Borgoña a pedido de Greenpeace.

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El objetivo de las personas que posaron y del célebre fotógrafo fue llamar la atención de la opinión pública y de los dirigentes políticos ante este fenómeno de cara a la cumbre mundial del Clima que se celebrará en diciembre en Copenhague.

“Si no actuamos aquí y ahora, el hombre y el conjunto de su patrimonio cultural están condenados”, alertó el director general de Greenpeace en Francia, Pascal Husting.

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El artista estadounidense, por su parte, alertó que además de los viñedos franceses, el cambio climático amenaza la agricultura y la naturaleza de todo el mundo.

Greenpeace instó a los líderes mundiales a que alcancen un acuerdo “ambicioso” en la cumbre de Copenhague, donde espera que los países industrializados se comprometan a reducir las emisiones de gases contaminantes en, al menos un 40 por ciento, de aquí al año 2020.

Otros años y otros artistas, llamaron la atención sobre este fenómeno en distintas muestras. Así sucedió en 2008 en Barcelona con la muestra El ambiente siempre está en el medio y con la muestra on line New climates.

Y aquí leé lo que los combloggers de Civilización&Barbarie proponen para la discusión sobre el cambio climático. Publicado por Cristina Civale

06/03/2009 - 11:49h Planos de estímulo podem aumentar aquecimento global

 

AP

Steve Howard, do Climate Group: “Se a crise financeira produziu algo, foi a noção de US$ 50 bilhões parecem pouco”

Fiona Harvey, Financial Times – VALOR

Os planos de estímulo econômico que estão sendo implementados em todo o mundo poderão impor aos países um crescimento rápido das emissões de gases que provocam o efeito estufa, anulando em parte as iniciativas verdes neles incluídas. É o que apontam algumas análises.

Os pacotes de corte de impostos, créditos e gastos extras têm sido propagandeados por suas credenciais ambientalistas pelos governos que os estão propondo, mas um exame mais detido mostra que os “gastos verdes” respondem por apenas uma pequena parte das iniciativas maiores.

“Essa é uma oportunidade que aparece uma vez na vida e que está sendo mal aproveitada”, disse Ben Stewart, porta-voz do Greenpeace, grupo internacional de defesa do ambiente.

Boa parte dos gastos irá para projetos que, na realidade, incrementarão as emissões de poluentes, como novas estradas ou usinas de eletricidade alimentadas a combustíveis fósseis, ao passo que muito pouco dinheiro será dedicado a projetos geradores de baixo teor de carbono para que produzam uma diferença real, acreditam especialistas.

Por exemplo, Barack Obama, o presidente dos EUA, deseja que US$ 27 bilhões sejam gastos em novas rodovias, o que elevará as emissões do tráfego. Embora algumas verbas serão gastas no desenvolvimento de veículos que emitem baixos teores de carbono, como carros elétricos ou a hidrogênio, os benefícios ganhos serão superados pelas emissões geradas pelos carros adicionais movidos a gasolina.

Esses aumentos nos gastos governamentais em atividades altamente emissoras de carbono são uma grave ameaça, segundo um número crescente de economistas, políticos e grupos de defesa do meio ambiente.

Eles estão preocupados com o fato de que – por não “pintar suficientemente de verde” as enormes propostas de expansão fiscal – o mundo estará condenado a décadas de crescimento econômico com altas emissões de carbono, prometendo um desastre para o planeta.

Andy Atkins, diretor-executivo da ONG ambientalista Friends of the Earth, diz que os governos precisam empenhar-se mais para evitar aprisionar a economia mundial em décadas de crescimento com altos teores de carbono. “Necessitamos ações verdes urgentes e abrangentes; chega de intenções e palavreado vazios.”

O Programa Ambiental da Nações Unidas (ONU) estima que apenas a Coreia do Sul está hoje gastando o suficiente de seu estímulo em investimentos verdes para reduzir os custos futuros das mudanças climáticas.

O Japão e a Índia gastarão verbas insignificantes em investimentos verdes como energia renovável, eficiência energética e tecnologias que emitem baixos teores de carbono.

Tóquio dedicará 2,6% de seus gastos em investimentos verdes, principalmente eficiência energética em edifícios, de um pacote total de estímulo de US$ 486 bilhões, segundo uma análise do HSBC.

Nova Déli não tem planos para gastar um centavo sequer de seu pacote fiscal de US$ 14 bilhões em atividades visando reduzir as emissões de carbono.

A mesma análise sugere que a China gastará 38% de seus US$ 586 bilhões em temas verdes. Entretanto, a dimensão e os detalhes do estímulo chinês ainda não estão claros, e muitos economistas acreditam que o impacto verde será muito mais modesto e poderá ser mais que compensado por projetos de infraestrutura poluentes.

Com base nos planos atuais, a Europa e os EUA estão um pouco mais bem posicionados do que a Ásia em termos de proteção ambiental.

Obama acenou com a perspectiva de milhões de novos empregos de “colarinho verde”, em atividades como a reforma de edifícios federais para dotá-los de maior eficiência energética, e para renovar as envelhecidas redes de transmissão de eletricidade no país. Segundo o HSBC, cerca de 10% das propostas isenções tributárias, gastos extras e outros incentivos propostos nos EUA podem ser classificados como verdes.

França e Alemanha estão dando o exemplo na Europa, sendo que 20% dos US$ 34 bilhões do pacote francês e 13% do pacote alemão focados em setores cujas emissões contêm baixo teor de carbono. No Reino Unido, onde ministros prometeram centenas de milhares de novos empregos verdes, cerca de 7% irão para bens e serviços ambientais.

Por seu turno, a Itália canalizará apenas 1% de seus planejados US$ 100 bilhões para iniciativas verdes e a Polônia, altamente dependente de eletricidade à base da queima de carvão, não planeja incluir qualquer item verde em sua agenda de estímulo.

Nicholas Stern, ex-economista-chefe do Banco Mundial que escreveu o histórico estudo que concluiu que os custos de enfrentar as mudanças climáticas seriam muito menores do que os custos de nada fazer contra o aquecimento mundial, liderou as exortações em defesa do posicionamento de iniciativas verdes no cerne das iniciativas mundiais de estímulo.

Ele disse: “É vital que esses investimentos não se fixem durante muitas décadas mais a uma insustentável economia baseada em altas emissões de carbono”.

Os investimentos em tecnologias com baixas emissões de carbono melhorariam as perspectivas econômicas mundiais de longo prazo, disse ele. “Se vamos promover essa expansão, analisemos qual será a história futura de crescimento. Crescimento com baixas emissões de carbono será a única história de crescimento do futuro”.

Stern calcula que os governos precisam gastar US$ 400 bilhões em iniciativas verdes para cumprir os cortes de emissões exigidos e ajudar a recuperar economia mundial.

Somente se os gastos forem centrados em tecnologias com baixas emissões de carbono, o mundo escapará às perspectivas de intensificação das emissões por muitos anos à frente, e de, “assim, ter de gastar muito mais no futuro para trazê-las de volta para níveis seguros”, disse Lord Stern.

Apesar disso, as companhias verdes estão, de modo geral, esperançosas em relação aos pacotes, e é fácil ver porquê. A ordem de grandeza das verbas contempladas nos planos de estímulo são enormemente maiores do que os valores dedicados a subsídios verdes e outros incentivos governamentais em anos recentes.

“Se a crise financeira produziu algo, foi a noção de US$ 50 bilhões parece pouco”, disse Steve Howard, do Climate Group, influente organização que se empenha em articular empresas para combater as mudanças climáticas.

Assim, ainda que uma proporção dos pacotes de estímulo propostos fosse gasto em projetos como o de geração de eletricidade mais renovável, eficiência energética e desenvolvimento de tecnologias com baixas emissões de carbono, isso representaria um enorme crescimento para as companhias envolvidas em tais planos.

Pavan Sukhdev, um executivo bancário sênior do Deutsche Bank que trabalhou com ideias verdes na ONU, disse: “Investimentos logo estarão sendo reinjetados na economia mundial. A questão é se serão destinados à velha economia extrativa de curto prazo do passado ou a uma nova economia verde”.

(Tradução de Sergio Blum)

03/12/2008 - 21:07h Sarkobama s’appelait en fait… Greenpeace

Par Arnaud Aubron | Rue89 |

On se disait qu’on se serait forcément un peu déçu. Après une semaine d’un buzz organisé de main de maître, rendez-vous était donné ce matin à la presse dans une station du métro parisien pour dévoiler, enfin, l’identité de Sarkobama.

Derrière ce pseudo se cachait un colleur d’affiches des plus efficaces qui, en quelques jours, avait placardé sur les murs de Paris des centaines de photos représentant Nicolas Sarkozy en bleu blanc rouge avec ce slogan: “Yes we can”. Une image tirée de la campagne du président élu Barack Obama.

Toute la presse, française, mais aussi européenne, se demande très vite qui se cache derrière cette intrigante campagne. Lever de rideau, donc, ce mercredi matin:

“En recouvrant ce matin les panneaux publicitaires de la station de métro République, à Paris, d’affiches 4×3 représentant le visage de Nicolas Sarkozy assorti du slogan: ‘Réduire de 30% les émissions de gaz à effet de serre en Europe? Yes you must!’, Greenpeace révèle être à l’origine de la campagne ‘SarkObama’.”

Dans son communiqué adressé aux rédactions ce matin, l’association écologiste explique sa motivation:

“Cette campagne de buzz vise à éveiller la curiosité du grand public et à faire le maximum de bruit à propos d’un événement essentiel qui, aujourd’hui, malheureusement, n’intéresse pas grand monde: l’adoption imminente du paquet ‘climat/énergie’ par l’Union européenne, alors que la Conférence des Nations unies sur le climat bat son plein à Poznan.”

Avant de révéler pourquoi Nicolas Sarkozy s’est retrouvé au centre de cette campagne que certains ont même un temps cru orchestrée par les jeunes de l’UMP:

“Le président français porte une lourde responsabilité. Il a laissé les Etats membres s’engluer dans la défense de leurs intérêts nationaux de court terme, au lieu de porter haut et fort l’intérêt collectif et les impératifs de la lutte contre les changements climatiques. Avec lui, c’est Noël tous les jours: des droits à polluer gratuits pour les centrales à charbon polonaises, ou 30 g de CO2/km offerts aux constructeurs allemands Mercedes et BMW!”

01/11/2008 - 18:52h Porno verde

Pour convaincre la commission européenne de voter pour des mesures contre la déforestation, Greenpeace vient de diffuser un film porno. Les acteurs sont très… verts ?

Lovetree

Un petit film X avec seulement des arbres ? Oui, c’est possible. Cet été, suite à une pétition lancée contre l’exploitation illégale du bois, Greenpeace a décidé de lancer en image sa déclaration d’amour aux arbres. Un réalisateur a donc filmé des chênes, des hêtres et des chataigniers, à fleur d’écorces, en faisant bouger leurs branches et se caresser les feuillages de la façon la plus suggestive possible… Quelques fentes bien placées sur des troncs, un rameau fourchu en gros plan et une bande-son faite de râles suffisent à mettre la forêt en feu. Regardez :

Sur Internet, certains écologistes rigolards protestent contre l’abus dont sont victimes les acteurs de cette vidéo porno. Les arbres ont-ils au moins signé un contrat pour ce tournage ? Signe des temps : les arbres ne sont pas les seuls objets de détournements érotiques. Sur le site Greendaily (qui donne chaque jour des nouvelles extrêmement catastrophiques de l’état du monde), on se permet régulièrement de publier des articles humoristiques sur «comment faire l’amour en respectant l’environnement».

Sous le titre «Soyez bio-obscène», Maggie Milstein suggère par exemple de faire l’amour sur des matelas bourrés de coton naturel (sans pesticides), d’utiliser des godes sans piles faits en verre ou des fouets aux lanières découpées dans du caoutchouc recyclé (ça existe). Elle conseille même  de se lubrifier avec des gels bios… «Mais n’oubliez pas qu’avant tout, faire l’amour c’est la meilleure manière d’aimer la nature», conclut la journaliste.

Pour en revenir au problème de la déforestation, Greenpeace espère bien convaincre par le charme un maximum de gens à envoyer du courrier à Bruxelles. But du jeu : faire pression sur le Président de la Commission Européenne, José Manuel Barroso, afin qu’il interdise l’importation de bois d’origine douteuse. Une autre vidéo, beaucoup plus romantique celle-là, a d’ailleurs été envoyée à Bruxelles pour enfoncer le clou. Son message est clair, alors je le reproduis ici :

«Aujourd’hui, l’Europe achète ouvertement du bois illégalement coupé dans des forêts. Ce qui signifie que les bois que nous utilisons chaque jour, proviennent peut-être de coupes pratiquées dans la forêt amazonienne au Brésil ou au Congo. Des millions de gens sont menacés par la déforestation, sans compter les animaux. Les jaguars, les orang-outangs, les gorilles disparaissent. Et nous en sommes les complices involontaires. Un vote crucial est entre vos mains. Le climat change et nous allons léguer à nos enfants un monde sans forêts.»

Merci à Bernard Blanc, qui lutte pour nous tous.

Source les 400 culs