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	<title>Blog do Favre &#187; Hillary Clinton</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>O Ártico derrete</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Gelo fino cobre 90% do Ártico, afirma estudo 
DA ASSOCIATED PRESS &#8211; Folha SP
A chegada da primavera no  Ártico não é um bom presságio para o gelo marinho. Um  estudo divulgado ontem nos  EUA mostra que mais de  90% da região está coberta  por uma camada de gelo jovem e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/o-artico-derrete/10588/" rel="attachment wp-att-10588" title="aquecimento_global1.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/o-artico-derrete/10588/" rel="attachment wp-att-10588" title="aquecimento_global1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aquecimento_global1.jpg" alt="aquecimento_global1.jpg" /></a></div>
<p><font size="5"><strong>Gelo fino cobre 90% do Ártico, afirma estudo </strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="-1">DA ASSOCIATED PRESS &#8211; Folha SP</font></p>
<p>A chegada da primavera no  Ártico não é um bom presságio para o gelo marinho. Um  estudo divulgado ontem nos  EUA mostra que mais de  90% da região está coberta  por uma camada de gelo jovem e, portanto, fina e frágil.<br />
Ao contrário de anos anteriores, quando a taxa estava  ao redor de 30%, apenas 10%  do gelo da região tem hoje  mais que dois anos de vida,  disseram cientistas da Nasa  (agência espacial americana)  e do NSIDC (Centro Nacional de Informações sobre  Gelo e Neve), no Colorado.<br />
A pouca idade significa  também pouca espessura.  Jovem e frágil, o gelo do Ártico poderá derreter com muito mais facilidade quando o  verão chegar.<br />
Sem o gelo marinho, o  oceano passa a absorver mais  energia vinda do Sol. Mais  radiação solar no planeta, especulam os climatologistas,  pode causar um aquecimento global descontrolado.<br />
Em março, havia no mar  do Ártico 15,2 milhões de  quilômetros quadrados de  gelo, mostra a pesquisa americana. Essa cifra está 730  mil quilômetros quadrados  acima do mínimo histórico  registrado em março (2006),  mas 590 mil quilômetros  quadrados abaixo da média  registrada entre 1979 e 2000.</p>
<p><font size="5"><strong>Outra plataforma quebra na Antártida </strong></font></p>
<p><strong>Ponte de gelo que impedia o colapso da barreira de Wilkins se rompe no sábado, em novo sinal do aquecimento global</strong></p>
<p><strong>Evento foi flagrado por um  satélite europeu no fim de  semana e não tem impacto  imediato sobre nível do mar;  região perdeu 6 plataformas  </strong></p>
<p align="center"><font size="1"><em>4.abr.2009/British Antarctic Survey<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/d0704200901.jpg" border="0" /><br />
</em><em>Icebergs formados pela quebra da plataforma Wilkins, no ano passado</em></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99">DA REDAÇÃO &#8211; FOLHA SP</p>
<p>Foi a crônica de uma morte  anunciada. Um satélite europeu flagrou no fim de semana o  rompimento da ponte de gelo  que prendia uma plataforma de  gelo no oeste da Antártida. Agora é uma questão de tempo até  que essa estrutura, a plataforma Wilkins, oito vezes maior  que a cidade de São Paulo, termine de se esfacelar. Cortesia  do aquecimento global.<br />
O colapso vinha sendo monitorado em tempo real pelo satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia, nas últimas semanas. A ponte de gelo, de 40 km de extensão por até 2,5 km de largura, se esfacelou entre sábado e domingo. &#8220;Do dia para a noite a região explodiu com icebergs&#8221;, disse o glaciologista David Vaughan, do Serviço Antártico britânico, à rede BBC.<br />
Vaughan e seus colegas acreditavam que esse língua de gelo,  que ligava a plataforma à ilha  Charcot, fosse a única coisa impedindo a Wilkins de colapsar.  No ano passado, os britânicos  descobriram que a plataforma  já havia perdido cerca de 15%  de seus 16.000 km2 de extensão  original. No final dos anos  1990, Vaughan estimara que a  estrutura glacial fosse levar 30  anos para desaparecer.<br />
A plataforma vinha se mantendo estável pelo menos desde os anos 1930 e, possivelmente, ao longo dos últimos 1.500 anos. Sua quebra é apenas o drama mais recente provocado pela elevação das temperaturas da península Antártica, região que tem vivido um aquecimento sem precedentes nos últimos 50 anos -de até 3C, contra 0,7C da média global em todo o século 20.<br />
A Wilkins se junta agora às  outras cinco plataformas de gelo extintas na península nesse  período. A mais famosa delas, a  Larsen-B, foi também a primeira a ter seu esfacelamento  acompanhado por satélites, em  tempo real, em 2002.<br />
&#8220;A próxima a ir é a Larsen-C,  daqui a alguns anos&#8221;, disse à  Folha o glaciologista Jefferson  Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.<br />
O colapso dessas plataformas  -bancos de gelo flutuantes  presos ao continente- não tem  impacto imediato sobre o nível  do mar. No entanto, essas estruturas servem de &#8220;barragem&#8221;  ao escoamento de geleiras continentais, cujo escorregão pode, este sim, elevar o oceano.<br />
A tragédia com a Wilkins  aconteceu exatamente na véspera da conferência que marca  os 50 anos do Tratado da Antártida. Abrindo o evento ontem, em Washington, a secretária de Estado dos EUA, Hillary  Clinton, afirmou que o colapso  é um lembrete &#8220;de que o aquecimento global já teve efeitos  enormes no nosso planeta e  que não temos tempo a perder  para atacar essa crise&#8221;.<br />
Mas em Bonn, Alemanha,  onde um encontro das Nações  Unidas deveria começar a resolver essa crise, a diplomacia  americana agiu no sentido  oposto, com cautela em vez de  pressa.</p>
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		<title>O mundo precisa de mulheres livres</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/o-mundo-precisa-de-mulheres-livres/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 15:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Desafios atuais são grandes e complexos demais para serem resolvidos sem a participação delas

Hillary Clinton* &#8211; O Estado SP
Há 11 anos, em viagem à China, encontrei ativistas que me relataram seus esforços para melhorar a situação da mulher no país. Elas me apresentaram os desafios enfrentados pelas mulheres: discriminação no emprego, assistência médica inadequada, violência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong><br />
Desafios atuais são grandes e complexos demais para serem resolvidos sem a participação delas</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://s.tf1.fr/mmdia/i/06/0/hillary-clinton-a-la-convention-democrate-de-denver-26-aout-2008-2629060.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://s.tf1.fr/mmdia/i/06/0/hillary-clinton-a-la-convention-democrate-de-denver-26-aout-2008-2629060.jpg" width="499" height="281" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong><font size="4">Hillary Clinton* &#8211; O Estado SP</font></strong></p>
<p>Há 11 anos, em viagem à China, encontrei ativistas que me relataram seus esforços para melhorar a situação da mulher no país. Elas me apresentaram os desafios enfrentados pelas mulheres: discriminação no emprego, assistência médica inadequada, violência doméstica, leis antiquadas.</p>
<p>Reencontrei algumas delas há poucas semanas, durante minha primeira viagem à Ásia como secretária de Estado. Desta vez, ouvi sobre progressos obtidos na década passada. No entanto, mesmo após alguns avanços importantes, essas mulheres chinesas não deixaram dúvidas de que ainda existem obstáculos e injustiças, como ocorre em muitas partes do mundo.</p>
<p>Tenho ouvido histórias como as delas em todos os continentes. Em 8 de março, ao comemorarmos o Dia Internacional da Mulher, temos a chance de avaliar tanto os avanços conquistados quanto os desafios remanescentes &#8211; e de pensar sobre o papel vital que as mulheres devem desempenhar na solução dos desafios globais do século 21.</p>
<p>Os problemas que enfrentamos hoje são demasiadamente grandes e complexos para serem resolvidos sem a plena participação das mulheres. Fortalecer os direitos das mulheres não é somente obrigação moral, é também uma necessidade, no momento em que enfrentamos uma crise econômica global, disseminação do terrorismo e das armas nucleares, conflitos regionais e mudanças climáticas, com seus respectivos perigos para a saúde e a segurança mundiais. Esses desafios exigem tudo o que temos. Não os resolveremos com meias medidas. Mas com frequência metade do mundo é deixada de fora dessas e muitas outras questões.</p>
<p>Atualmente, mais mulheres chefiam governos, empresas e ONGs do que nas gerações anteriores. Mas essa boa notícia tem outro lado. As mulheres ainda constituem a maioria dos pobres, desnutridos e não escolarizados do mundo. Ainda estão sujeitas a estupro como tática de guerra e ainda são exploradas em âmbito mundial por traficantes, em atividades criminosas que rendem bilhões.</p>
<p>Crimes em nome da honra, mutilação genital, além de outras práticas violentas e degradantes cujo alvo são mulheres, continuam a ser toleradas em muitos lugares. Há poucos meses, uma jovem do Afeganistão estava a caminho da escola quando um grupo de homens jogou-lhe ácido no rosto, causando-lhe danos permanentes à visão, só porque se opunham à sua busca por instrução. A tentativa de aterrorizar a moça e sua família fracassou. &#8220;Meus pais disseram para eu continuar na escola, ainda que possa ser morta&#8221;, disse ela.</p>
<p>A coragem e a determinação dessa jovem servem de inspiração para que todos nós &#8211; mulheres e homens &#8211; continuemos a trabalhar com o maior empenho possível para garantir que meninas e mulheres consigam seus merecidos direitos.</p>
<p>Especialmente em meio a esta crise financeira, devemos lembrar o que um conjunto crescente de pesquisas nos diz: o apoio a mulheres é um investimento de alto retorno, que resulta em economias mais fortes, sociedades civis mais vigorosas, comunidades mais saudáveis e mais paz e estabilidade. Investir nas mulheres é um modo de apoiar futuras gerações, pois elas gastam a maior parte de sua renda em alimentos, remédios e escolas para os filhos.</p>
<p>Mesmo em países desenvolvidos, o pleno poder econômico das mulheres está longe de ser alcançado. Mulheres de muitas nações continuam a ganhar menos que os homens para fazer o mesmo trabalho &#8211; uma lacuna contra a qual o presidente Barack Obama deu um passo adiante nos Estados Unidos este ano, ao assinar a Lei Lilly Ledbetter de Pagamento Justo, que fortalece a capacidade das mulheres de contestar salários desiguais.</p>
<p>É necessário dar às mulheres a oportunidade de trabalhar com salários justos, ter acesso a crédito e abrir negócios. Elas merecem igualdade na esfera política, acesso igual à urna eleitoral, liberdade para apresentar reivindicações ao governo e candidatar-se a cargos públicos. Elas têm direito à assistência médica para si e suas famílias e o direito de enviar os filhos e filhas à escola. Elas desempenham um papel vital no estabelecimento da paz e da estabilidade no mundo inteiro. Em regiões arrasadas pela guerra, são frequentemente mulheres que dão um jeito de superar diferenças e descobrir interesses comuns.</p>
<p>Ao viajar pelo mundo em minha nova função, não me esquecerei das mulheres que já encontrei &#8211; mulheres que lutaram contra adversidades extraordinárias para mudar leis de modo a poder possuir bens, ter direitos no casamento, frequentar escola, apoiar a família e até atuar como pacificadoras.</p>
<p>Serei uma defensora veemente, trabalhando com meus pares de outras nações, assim como com ONGs, empresas e indivíduos, para continuar a promover o avanço dessas questões. Reconhecer o pleno potencial e o comprometimento das mulheres não é apenas questão de justiça. Trata-se de fortalecer a prosperidade, o progresso e a paz global para as próximas gerações.</p>
<p><strong>* Hillary Clinton é secretária de Estado dos Estados Unidos </strong></p>
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		<title>Cooperação sobre clima é &#8220;imperativa&#8221;, diz Hillary</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 14:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 

Hillary Clinton et Hu Jintao
Em Pequim, ela afirma que solução de temas globais exige envolvimento da China
Secretária de Estado insta chineses a &#8220;não cometerem os erros que cometemos&#8221;; chanceler fala em elevar relações &#8220;a novo patamar&#8221;
RAUL JUSTE LORES &#8211; FOLHA SP
DE PEQUIM
Na mais importante visita de sua primeira turnê internacional como secretária de Estado americana, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span id="texte_contenu" style="font-size: 13px; font-family: arial,verdana,helvetica,sans-serif"></span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://portuguese.cri.cn/mmsource/images/2009/02/22/hu.jpg" /><br />
<font size="1"><em><em>Hillary Clinton et Hu Jintao</em></em></font></p>
<p><strong>Em Pequim, ela afirma que solução de temas globais exige envolvimento da China</strong></p>
<p><strong>Secretária de Estado insta chineses a &#8220;não cometerem os erros que cometemos&#8221;; chanceler fala em elevar relações &#8220;a novo patamar&#8221;</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">RAUL JUSTE LORES &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DE PEQUIM</p>
<p>Na mais importante visita de sua primeira turnê internacional como secretária de Estado americana, Hillary Clinton usou vários provérbios chineses e priorizou discussões sobre o meio ambiente e o aquecimento global &#8211; em vez de economia ou direitos humanos.<br />
Do lado chinês, houve redobradas manifestações de confiança na economia americana e até galanteios. &#8220;A senhora é muito mais bonita e jovem do que se vê pela TV&#8221;, disse Dai Bingguo, membro do Conselho de Estado chinês e do Comitê Central do Partido Comunista.<br />
&#8220;Acho que vamos nos dar muito bem&#8221;, respondeu ela.<br />
Hillary se encontrou com o presidente chinês, Hu Jintao, com o premiê, Wen Jiabao, e com o chanceler, Yang Jiechi. Visitou uma usina de gás ecologicamente moderna que usa turbinas desenvolvidas pela americana General Electric.<br />
&#8220;Desejamos que vocês não cometam os mesmos erros que cometemos antes&#8221;, disse. &#8220;Quando nós estávamos nos industrializando e crescendo, nós não sabíamos como fazer melhor, nem a Europa.&#8221;<br />
A secretária afirmou várias vezes ao longo do dia que &#8220;temos de elevar a relação bilateral a outro nível, aprofundar e fortalecer a cooperação entre EUA e China&#8221;. &#8220;É imperativo que cooperemos na mudança climática, na crise econômica global, no desenvolvimento.&#8221;<br />
Yang comentou que os dois países enfrentam &#8220;uma série de desafios&#8221;, o que exige que &#8220;fortalecer o diálogo e elevar as relações a um novo patamar&#8221;.<br />
No encontro com o premiê, Hillary usou um trecho do clássico &#8220;A Arte da Guerra&#8221;, de Sun Tzu: &#8220;Todos os países devem cruzar o rio pacificamente por estarem no mesmo barco&#8221;.<br />
Ao falar da necessidade de maior cooperação, Hillary usou outro ditado chinês, que fala de planejamento e da antecipação de problemas. &#8220;Você deve perfurar um poço de água antes de sentir sede.&#8221;<br />
Reportagens sobre o encontro foram escassas na mídia estatal, que sempre aguarda diversas autorizações antes de noticiar qualquer assunto sensível. Boa parte dos encontros ocorreu em Zhongnanhai, complexo fortificado onde trabalham e moram os líderes comunistas.<br />
Organizações de direitos humanos criticaram Hillary por afirmar na sexta que a repressão no Tibete e os direitos humanos não deveriam interferir na busca por consensos em outras áreas entre os dois países.<br />
O grupo Defensores Chineses dos Direitos Humanos disse que vários ativistas estavam ontem em prisão domiciliar para evitar protestos.<br />
O chanceler Yang disse que seu governo está pronto para discutir direitos humanos com Washington na base de &#8220;igualdade e não-interferência em assuntos internos&#8221;.&#8221;As caras sorridentes do povo chinês atestam nosso respeito aos direitos humanos&#8221;, disse.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para Hillary, taxação a Brasil deve se manter</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 14:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Decisão de Barack Obama de prorrogar permanência no País do embaixador Clifford Sobel visaria à política de biocombustíveis
Patrícia Campos Mello, WASHINGTON &#8211; O Estado SP
A futura secretária de Estado americana, Hillary Clinton, deu sinais de que o governo de Barack Obama não será favorável à eliminação das tarifas de importação sobre o etanol brasileiro. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.topnews.in/usa/files/hillary-clinton.jpg" alt="http://www.topnews.in/usa/files/hillary-clinton.jpg" /></div>
<p><strong>Decisão de Barack Obama de prorrogar permanência no País do embaixador Clifford Sobel visaria à política de biocombustíveis</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Patrícia Campos Mello, WASHINGTON &#8211; O Estado SP</p>
<p>A futura secretária de Estado americana, Hillary Clinton, deu sinais de que o governo de Barack Obama não será favorável à eliminação das tarifas de importação sobre o etanol brasileiro. Em perguntas enviadas pelo senador republicano Richard Lugar como parte do processo de confirmação de Hillary no cargo, a futura secretária afirmou ser &#8220;importante que a cooperação entre o Brasil e os EUA na área energética não prejudique os produtores americanos de biocombustíveis&#8221;.</p>
<p>&#8220;Queremos assegurar que a atual cooperação energética com o Brasil seja ambientalmente sustentável e espalhe os benefícios de energia alternativa na região, ao mesmo tempo em que amplie o mercado para produtores americanos de energia verde&#8221;, disse Hillary, segundo documento obtido pelo Estado. &#8220;Mas também é importante que os produtores americanos de biocombustíveis não sejam prejudicados pelos esforços para aumentar a cooperação Brasil-EUA&#8221;, disse a futura secretária de Estado.</p>
<p>Questionada por Lugar sobre a possibilidade de se estabelecer memorandos de entendimento sobre segurança alimentar, e posteriormente tratados de investimento e tributário com o Brasil, Hillary disse: &#8220;A atual relação Brasil-EUA nos dá uma base para uma relação mais aprofundada entre os dois países. Há uma série de questões em que esperamos trabalhar com nossos parceiros brasileiros para disseminar a governança democrática, oportunidade e segurança nas Américas. Eu gostaria de ter sua assessoria para identificar as áreas.&#8221;</p>
<p>O senador republicano perguntou a Hillary se o governo Obama pretende mudar sua política para a América Latina para melhorar o papel do país na região, já que os EUA vêm perdendo influência. &#8220;O presidente eleito deixou claro que após anos de pressão por reformas de cima para baixo, precisamos de uma agenda nas Américas que trabalhe para promover democracia, segurança e oportunidades de baixo para cima.&#8221; Hillary afirmou que algumas políticas do governo de George W. Bush para a região serão mantidas, mas adaptadas para &#8220;os desafios que estão surgindo&#8221;.</p>
<p>O jornal The Washington Post informou ontem que o presidente eleito prorrogou por um período ainda não definido a permanência do embaixador americano no Brasil, Clifford M. Sobel, diplomata ligado ao círculo de amigos do presidente Bush.</p>
<p>Mas o jornal não indicou as razões da decisão tomada por Obama. Aparentemente, a medida teria sido motivada, segundo o jornal, pelo desejo de que Sobel continue no posto em razão de suas boas relações com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem Obama espera trabalhar em um amplo plano de cooperação energética regional.</p>
<p>Ex-membro do comitê nacional do Partido Republicano, Sobel foi uma peça fundamental na busca por um entendimento de Lula com Bush na área de biocombustíveis. Em uma reunião realizada em Washington, há dois anos, tanto o presidente brasileiro quanto o americano concordaram em adotar um plano piloto de ajuda ao desenvolvimento de tecnologia em vários países.</p>
<p><strong>DOADOR</strong></p>
<p>Sobel, identificado pelo Washington Post como &#8220;um importante doador&#8221; para campanhas de Bush, foi também embaixador dos EUA na Holanda, antes de servir no Brasil. Geralmente, os embaixadores americanos permanecem por quatro anos em seus postos. Mas quando há uma eleição presidencial nos EUA, eles costumam renunciar antes da votação para facilitar a escolha de novos representantes diplomáticos.</p>
<p>Quando o novo presidente americano aceita a renúncia, o encarregado de negócios assume provisoriamente as funções até a designação de um novo embaixador. Sobel foi nomeado em 2006 e, teoricamente, teria mais dois anos servindo no Brasil.</p>
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		<title>Obama anuncia nova política externa</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 11:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ao confirmar Hillary e Gates em sua equipe de governo, presidente eleito promete volta ao multilateralismo
Patrícia Campos Mello &#8211; O Estado SP
Prometendo &#8220;uma nova aurora para a liderança americana&#8221;, o presidente eleito Barack Obama anunciou ontem a indicação de Hillary Clinton, sua maior rival nas primárias democratas, como a secretária de Estado e a manutenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://correio24horas.globo.com/recursos/BancoImagens/%7BF176DCF3-166D-431C-B3F2-840D0B6152E1%7D_0004.jpg" border="0" /></div>
<p><strong>Ao confirmar Hillary e Gates em sua equipe de governo, presidente eleito promete volta ao multilateralismo</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Patrícia Campos Mello &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>Prometendo &#8220;uma nova aurora para a liderança americana&#8221;, o presidente eleito Barack Obama anunciou ontem a indicação de Hillary Clinton, sua maior rival nas primárias democratas, como a secretária de Estado e a manutenção de Robert Gates como secretário de Defesa.</p>
<p>link Confira o time de Barack Obama</p>
<p>&#8220;Vamos renovar velhas alianças e construir novas e duradouras parcerias&#8221;, disse Obama em entrevista coletiva para apresentar sua equipe de política externa.</p>
<p>O anúncio reforça o objetivo de Obama de traçar uma volta ao multilateralismo e se engajar em diplomacia enérgica para recuperar a imagem dos EUA no mundo. &#8220;Precisamos fazer uma diplomacia vigorosa para construir um futuro com mais parceiros e menos adversários,&#8221; disse Hillary.</p>
<p>Obama declarou ter &#8220;confiança total&#8221; em sua &#8220;querida amiga&#8221;. Os dois deixaram a entrevista de braços dados. Essa imagem era inimaginável apenas alguns meses atrás. Durante a campanha, Obama disse que a experiência de Hillary em política externa se limitava a &#8220;tomar chá com embaixadores&#8221;. Hillary acusou Obama de ser &#8220;ingênuo&#8221;.</p>
<p>Questionado se sua estratégia de reunir um time de rivais não poderia se transformar em um choque de rivais, Obama disse que acredita em personalidades fortes e opiniões firmes e alfinetou o governo George W. Bush. &#8220;Um dos perigos na Casa Branca é você ser dominado por um pensamento único, com o qual todos concordam, e não há visões divergentes&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Vou receber bem o debate vigoroso dentro da Casa Branca, mas estarei determinando as políticas. Serei responsável pela visão desse time e espero que eles implementem essa visão. Em ultima instância, a responsabilidade é minha, como dizia Harry Truman.&#8221;</p>
<p>Obama disse ainda que a indicação de Hillary era uma prova de &#8220;seriedade em renovar a diplomacia americana e restabelecer as alianças dos EUA&#8221;. Além da senadora e de Gates, ele anunciou a governadora do Arizona, Janet Napolitano, como secretária de Segurança Interna; Eric Holder, como secretário de Justiça; o general reformado Jim Jones, como conselheiro de segurança nacional; e Susan Rice, como embaixadora dos EUA na ONU. Para reforçar seu compromisso com o multilateralismo, Obama vai elevar o cargo de Susan para uma posição dentro do gabinete, como era no governo de Bill Clinton.</p>
<p>Joe Biden, cuja pouca visibilidade vinha demonstrando sua falta de poder, finalmente teve sua oportunidade de falar. Ao referir-se aos novos desafios em política externa, mencionou a emergência de China, Índia, Rússia e Brasil.</p>
<p>Obama também se referiu à situação no Afeganistão e na Índia, onde os EUA estão em uma situação delicada. A Casa Branca tem ótimas relações com a Índia e sempre confiou no apoio do Paquistão na luta contra o terrorismo. Agora, Washington terá de resolver a crise entre os dois países, agravada pelos atentados que deixaram cerca de 200 mortos em Mumbai.</p>
<p>&#8220;Eu acho que nações soberanas têm o direito de se proteger&#8221;, disse Obama quando questionado se a Índia teria o mesmo direito que os EUA têm de atacar suspeitos de terrorismo dentro do Paquistão. &#8220;A maior ameaça para o povo americano hoje são os santuários terroristas no Afeganistão e em algumas partes do Paquistão&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Lugar de mulher é na Casa Branca</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 19:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Michelle Obama
Lúcia Guimarães &#8211; O Estado de São Paulo
Sim, é claro, há muito ainda o que comemorar. Barack Obama será o senhor legítimo da residência construída com trabalho escravo. O mordomo negro da Casa Branca tornou-se uma celebridade, num novo momento extraordinário de seu longo serviço aos presidentes monocromáticos.
O simbolismo está em toda parte e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.nashvillecitypaper.com/photos/Full60183.jpg" alt="http://www.nashvillecitypaper.com/photos/Full60183.jpg" /></div>
<div align="center"><font size="1"><em>Michelle Obama</em></font></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Lúcia Guimarães &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>Sim, é claro, há muito ainda o que comemorar. Barack Obama será o senhor legítimo da residência construída com trabalho escravo. O mordomo negro da Casa Branca tornou-se uma celebridade, num novo momento extraordinário de seu longo serviço aos presidentes monocromáticos.</p>
<p>O simbolismo está em toda parte e não é abstração para satisfazer culpa liberal. Quando o deputado negro John Lewis, que quase morreu espancado durante um protesto pacífico em 1965, avisa &#8220;Não espero controlar as lágrimas no dia da posse&#8221;, sabemos que a história de um líder da luta pelos direitos civis como ele resiste a qualquer tentativa de trivialidade.</p>
<p>Mas, deixemos de lado a discussão sobre o controvertido modelito que Narciso Rodriguez criou para Michelle Obama, na noite da eleição. Em discussões com amigas articuladas, o vestido rubro-negro emergiu naturalmente e notei a paixão das opiniões.</p>
<p>Se voltamos atrás alguns meses, lembramos que essa eleição poderia ter colocado a primeira mulher na Presidência dos Estados Unidos. Não importa os sentimentos despertados por Hillary Clinton, será justo esperar que este movimento sísmico, sob o slogan &#8220;Mudança&#8221;, eleve também as mulheres?</p>
<p>Michelle Obama, que notoriamente não morria de amores pela senadora nova-iorquina, declarou diplomática: &#8220;Estou aprendendo muito com Hillary sobre a vida na Casa Branca, sobre como criar filhos sob o olhar atento da mídia.&#8221;</p>
<p>Beijinho, beijinho, tchau tchau.</p>
<p>Por que só se fala agora na Primeira Mãe e não na advogada com diplomas de Princeton e Harvard, que era uma profissional bem-sucedida quando foi convocada a treinar o estagiário paquerador Barack? Por que a decisão da Primeira Avó de se mudar para a Avenida Pennsylvania é manchete na CNN com direito ao comentário de um &#8220;analista&#8221; historiador?</p>
<p>Não basta termos sido contemplados quase diariamente, após a eleição, com a cena de Sarah Palin &#8220;surpreendida&#8221; em sua cozinha preparando alce diante de cada âncora de TV que se deslocou milhares de quilômetros para nos servir mais doses do seu besteirol?</p>
<p>Por que o telejornalismo mais liberal dá cambalhotas para reforçar a personalidade doméstica de Michelle Obama? A responsabilidade será da própria, por falar tanto de escolha de colégios, aulas de balé, prática de futebol e outras atividades que formam a hiperestimulada infância contemporânea? Assessores democratas repetem, &#8220;as duas meninas são a primeira preocupação de Michelle quando ela acorda e a última quando ela vai dormir&#8221;. Uau.</p>
<p>Levante a mão aí quem equilibrou maternidade e profissão sem direito a alternativa e não mereceu 30 segundos de horário nobre.</p>
<p>Há um subtexto nada sutil entre os jornalistas que dizem, Michelle Obama está mais mais Laura Bush do que Hillary Clinton. Hillary fez trapalhadas homéricas no começo do primeiro mandato do marido e alguns atribuem à sua desastrosa força tarefa para reformar o seguro saúde a vitória Republicana das tropas de Newt Gingrich, em 1994. Mas o subtexto é equivalente ao reflexo de um motorista que é vítima da barbeiragem de uma mulher ao volante e confirma seu preconceito.</p>
<p>Michelle Obama promete ficar no banco do passageiro e o país celebra sua domesticidade. Ela foi atacada pela franqueza sarcástica no começo da campanha e se suavizou. Sugeriu que vai lutar pelos direitos dos veteranos que voltam do Iraque e se suicidam duas vezes mais do que a população civil (e se isso atrapalhar o recital de piano da adorável Malia?)</p>
<p>Ainda que o gabinete Obama venha a refletir uma cartilha progressista, este súbito romance com a mulher, que faz pouco de seu enorme poder nos próximos quatro anos, é uma desnecessária brisa melancólica sobre o mar de expressões extasiadas que vamos testemunhar na manhã fria de 20 de janeiro de 2009.</p>
<p>Tive hoje o flashback de um momento que havia esquecido porque não coleciono troféus de vitimização. A luz fluorescente da sala no pavilhão pediátrico do Hospital Monte Sinai atrapalhava a visão da tela do laptop no meu colo. À minha volta, enfermeiras entediadas assistiam à TV, mães entravam e saíam em silêncio, o coração pesado era nossa linguagem comum. O ano era 1997 e escrevia minha primeira coluna para este jornal, interrompida várias vezes para conferir se o tubo de soro ligado à veia da minha filha estava em ordem. A coluna saiu &#8211; mal escrita -, minha filha saiu do hospital com saúde e sem diagnóstico.</p>
<p>A ordem de viver, como lembra o poeta, é seguida por milhões de mulheres anônimas , sem mistificação e sem voz ampliada numa coluna de jornal.</p>
<p>Michelle Obama, aqui vai uma sugestão. Você usa o seu acesso para melhorar a vida dos veteranos amputados, das mulheres sem seguro saúde, ou para qualquer trabalho à altura da sua inteligência e lhe damos o crédito merecido. Afinal, nem todas temos o privilégio de afetar a vida de milhões de pessoas com um cutucão no sujeito deitado ao lado.</p>
<p>Quando você assar biscoitinhos para a quermesse da quarta série, por favor, celebre o feito na privacidade de um dos 132 cômodos da sua próxima residência.</p>
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		<title>Clinton Beats Obama in Puerto Rico</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 19:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 By Chris Cillizza &#8211; washingtonpost.com staff writer
Sen. Hillary Rodham Clinton claimed a convincing win over Sen. Barack Obama (Ill.) in today&#8217;s Puerto Rico primary, a victory that may well be her last in her fading bid for the Democratic presidential nomination.
Polls closed in Puerto Rico at 3 p.m. Eastern time and the race was [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://clinton.senate.gov/images/photos/500k/6-11-06-Puerto-Rican-Day-pa.jpg" alt="http://clinton.senate.gov/images/photos/500k/6-11-06-Puerto-Rican-Day-pa.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong> By Chris Cillizza &#8211; washingtonpost.com staff writer</strong></p>
<p>Sen. Hillary Rodham Clinton claimed a convincing win over Sen. Barack Obama (Ill.) in today&#8217;s Puerto Rico primary, a victory that may well be her last in her fading bid for the Democratic presidential nomination.</p>
<p>Polls closed in Puerto Rico at 3 p.m. Eastern time and the race was called for Clinton almost immediately by the major television networks and the Associated Press.</p>
<p>For Clinton, the win provides a quick bounce-back from her campaign&#8217;s resounding setback on Saturday at the hands of the Democratic National Committee&#8217;s Rules and Bylaws Committee, which ruled in Obama&#8217;s favor in a dispute over the seating of the Florida and Michigan delegations, but does little to change the overarching dynamic of the primary fight.</p>
<p>While Clinton will win a clear majority of Puerto Rico&#8217;s 55 delegates, she will still stand well behind Obama in the overall count. Coming into today&#8217;s vote, Obama had 2,052 delegates, 66 short of clinching the nomination. Clinton had a total of 1,877 delegates.</p>
<p>Clinton launched new ads in South Dakota and Montana on Sunday asserting that she is the popular vote leader, securing more votes than any previous primary candidate. &#8220;Some say there isn&#8217;t a single reason for Hillary to be the Democratic nominee,&#8221; says the ad&#8217;s narrator. &#8220;They&#8217;re right. There are over 17 million of them.&#8221;</p>
<p>Bill Burton, a spokesman for the Obama campaign, responded by noting that &#8220;both Barack Obama and Hillary Clinton have gotten more votes than any presidential campaign in primary history&#8221;, adding: &#8220;We are, however, ahead in the popular vote now and will be ahead when all of the votes are counted Tuesday.&#8221;</p>
<p>According to Real Clear Politics, Obama actually has 166,186 vote lead over Clinton in the popular vote &#8212; 17,267,658 to 17,101,472. If Michigan&#8217;s primary is included, where Clinton received 328,307 votes and Obama none due to the fact he removed his name from the ballot, Clinton takes a 162,123 vote lead.</p>
<p>The popular vote debate is largely a semantic and symbolic one at this point, however, as the nominee for the party is selected by delegates and Obama appears to be all-but-certain to reach the magic number of 2,118 sometime soon after Tuesday&#8217;s primaries in South Dakota and Montana.</p>
<p>Clinton&#8217;s last, best hope to reverse that math came and went yesterday when the Rules and Bylaws Committee met to resolve the fate of Florida and Michigan whose delegates were stripped by the DNC after moving their respective primaries too early in the nominating calendar.</p>
<p>The committee granted Clinton less than half the delegates she had hoped to claim from the two states, which were sanctioned by the DNC for moving their primaries up too early in the year in the nomination fight.</p>
<p><img src="http://msnbcmedia4.msn.com/j/msnbc/Components/Photo_StoryLevel/071103/071103_obama_vmed_8p.widec.jpg" alt="http://msnbcmedia4.msn.com/j/msnbc/Components/Photo_StoryLevel/071103/071103_obama_vmed_8p.widec.jpg" align="left" />The committee&#8217;s decision &#8212; particularly with regards to Michigan &#8212; was met with derision in the Clinton campaign, which floated the possibility of taking the fight over the Wolverine State to the party&#8217;s national convention in late August. &#8220;We reserve the right to challenge this decision before the Credentials Committee and appeal for a fair allocation of Michigan&#8217;s delegates that actually reflect the votes as they were cast,&#8221; the campaign said in a statement released immediately following Saturday&#8217;s proceedings.</p>
<p>Nonetheless, the committee&#8217;s decision to seat the Florida and Michigan delegations at the convention, but grant each delegate only half a vote, resolves a major piece of the nomination puzzle in Obama&#8217;s favor.</p>
<p>Puerto Rico was the largest delegate prize left on the board, South Dakota, with 15 delegates, and Montana, with 16 delegates, will bring the 2008 presidential primary process to a close on Tuesday. Even the most ardent Clinton backers acknowledge that their candidate&#8217;s pledged delegate deficit will stand in triple digits when all votes are counted on Tuesday</p>
<p>Polling in Puerto Rico, albeit limited, suggested that Clinton was headed for a significant victory. A survey done by Greenberg Quinlan Rosner Research, a Democratic firm, showed Clinton with 59 percent of the vote to Obama&#8217;s 40 percent.</p>
<p>Clinton&#8217;s demonstrated strength among Hispanic voters during the primary process and her popularity among the large Puerto Rican community in New York (more than one million residents, according to the 2000 Census) combined to give the Empire State senator a significant leg up.</p>
<p>Clinton also lavished Puerto Rico with attention. She and her husband, former president Bill Clinton, and the couple&#8217;s daughter Chelsea spent 14 combined days there of late. Hillary Clinton spent Saturday touring local communities on the back of a flatbed truck. Today she made stops in and around San Juan, the country&#8217;s capital city.</p>
<p>&#8220;Campaigning in Puerto Rico is like one long Puerto Rican Day Parade,&#8221; Clinton said on Saturday, in a reference to the annual celebration in New York City. &#8220;It is incredibly energizing, exciting.&#8221;</p>
<p>Obama devoted far less time to Puerto Rico. His most recent campaign visit was last weekend, and he spent Sunday campaigning in South Dakota. The Illinois Senator will travel to Michigan and Minnesota &#8212; two key general election battlegrounds &#8212; in the early part of this coming week.</p>
<p>Election officials were preparing for lower-than-average turnout, estimating that a quarter or fewer of the island&#8217;s 2.3 million registered voters would go to the polls. There are no local candidates or initiatives on the ballot, and the battle between Clinton and Obama appears all but over.</p>
<p><strong>Washington Post staff writers Anne E. Kornblut and Shailagh Murray contributed to this report</strong></p>
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		<title>History suggests an Obama-Clinton ticket could work</title>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Barack Obama vs. Hillary Clinton

Cold Fusion
By David Greenberg &#8211; Slate Magazine
For all the excitement he has generated, Barack Obama—should he maintain his delegate lead over Hillary Clinton—will be the Democratic Party&#8217;s weakest standard-bearer since primaries became the necessary route to securing the presidential nomination. No candidate has ever concluded these preliminary contests with so many rank-and-file [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="sidebar_wide">
<div style="text-align: center"><img src="http://img.slate.com/media/1/123125/123037/2180731/2190954/080822_HL_unityEX.jpg" alt="Barack Obama vs. Hillary Clinton." height="367" width="551" /></div>
<div align="center">Barack Obama vs. Hillary Clinton</div>
</div>
<p><strong>Cold Fusion</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>By David Greenberg &#8211; Slate Magazine</strong></p>
<p>For all the excitement he has generated, Barack Obama—should he maintain his delegate lead over Hillary Clinton—will be the Democratic Party&#8217;s weakest standard-bearer since primaries became the necessary route to securing the presidential nomination. No candidate has ever concluded these preliminary contests with so many rank-and-file Democrats against him. Obama badly needs to win over Clinton supporters, some of whom deeply resent the demonization of her as hysterical, ruthless, and racist and are talking of bolting or staying home in November.</p>
<p>The easiest way for Obama to unify the party would be to make Clinton his running mate. Indeed, the idea of a &#8220;dream ticket&#8221; or &#8220;unity ticket&#8221; has been in the air for months. CNN&#8217;s Wolf Blitzer proposed it, to deafening applause, in January. In March, Mario Cuomo pushed the idea in the Boston Globe.</p>
<p><span id="more-5444"></span></p>
<p>But do unity tickets happen? And do they work? Primaries have had a major influence on nominations since only 1952, and in that period the top two rivals have reconciled on a dream ticket just twice, when John F. Kennedy chose Lyndon Johnson as his running mate in 1960 and when Ronald Reagan brought George Bush onboard in 1980. That rarity doesn&#8217;t bode well for the creation of an Obama-Clinton ticket. It does, however, augur well for victory for an Obama-Clinton ticket. For both the Kennedy-Johnson and Reagan-Bush fusions offer models of how a divided party can turn debilitating rifts into assets.</p>
<p>The Kennedy-Johnson ticket represented the triumph of cold pragmatism over chilly personal feelings. In 1960, Senate Majority Leader Lyndon Johnson wielded more power than anyone in Washington other than President Dwight D. Eisenhower. Early on, he had regarded his younger colleague with admiration. But as JFK emerged as a front-runner for 1960, Johnson&#8217;s view of his Senate colleague soured. He made it no secret that he thought Kennedy too young, too ambitious, and too unaccomplished for the presidency.</p>
<p>Kennedy reciprocated in kind. To gain credibility, JFK chose to compete in the 1960 primaries, while Johnson counted on a deadlocked convention that would let him call in favors amassed from his years of Senate deal-making—still a plausible nomination strategy in those days. Led by Bobby Kennedy, JFK&#8217;s camp taunted LBJ for sitting out the preliminary contests.</p>
<p>As the July 11 convention neared, things got uglier. Johnson tried to orchestrate a &#8220;stop Kennedy&#8221; movement, hoping that those delegates loyal to him and those supporting Adlai Stevenson could together deny Kennedy a majority on the first ballot and create an opening. Johnson and his surrogates cast doubt on JFK&#8217;s electability, on his capacity for hard work, and, most controversially, on his claims to be in good health. On July 4, Johnson ally India Edwards publicly stated (correctly) that Kennedy had Addison&#8217;s disease, a severe kidney ailment. Bobby Kennedy denied the charge, the New York Times denounced it as dirty campaigning, and the ploy backfired. Meanwhile, Ted Kennedy and others whispered that LBJ hadn&#8217;t recovered from his 1955 heart attack.</p>
<p>Johnson formally announced his candidacy the next day. The mudslinging continued. Bobby accused LBJ of relying on the Teamsters union to muscle his way to the nomination, while Johnson brought up Joseph Kennedy&#8217;s support for the appeasement of Hitler. More promisingly, LBJ challenged Kennedy to debate before the Massachusetts and Texas delegations to the convention. Kennedy accepted but never let his claim on the nomination be questioned. As Johnson carped about Kennedy&#8217;s absenteeism from the Senate and his civil rights record, a self-satisfied JFK positioned himself above the fray. The next night, as the roll was called, and the delegates began stating their preferences, Johnson foresaw the outcome and left the convention floor. By the time Kennedy secured his 806-to-409 lead in the delegate count, a dejected LBJ was in his hotel room, seemingly destined to enjoy only enmity from the Kennedys in the future.</p>
<p>But since his own nomination had been uncertain, Kennedy hadn&#8217;t chosen a running mate. He didn&#8217;t think Johnson would want the vice presidency—arguably a demotion—but neither that surmise nor the pre-nomination ill will dashed the possibility. Some Kennedy aides thought LBJ would help the ticket more than any other running mate, given his pull with farmers and Southerners, particularly Texans. A series of twists and turns (laid out in its most comprehensive and comprehensible form in Jeff Shesol&#8217;s book Mutual Contempt) saw the prospect of the unity ticket rise and fall and rise again. Johnson was nominated the next day, though Kennedy&#8217;s waffling left considerable bad feeling.</p>
<p>The choice of a vice president rarely tips an election, but in 1960 it surely did. (When a race is as close as 1960—Kennedy beat Nixon by 0.2 percent—any number of things can tip the election.) Johnson proved to be a zealous and effective campaigner, even as he privately badmouthed Kennedy to reporters. His firm control of the Texas state party organization was critical to the Democrats&#8217; success there. His very presence on the ticket probably helped the Democrats win six other Southern states that would soon become reliably Republican.</p>
<p>If Johnson&#8217;s value to the Democrats in 1960 is undeniable, George Bush&#8217;s importance to Ronald Reagan&#8217;s victory in 1980 is less clear-cut. But it, too, showed the wisdom of reconciliation after a hard-fought nomination battle. One of the most hostile altercations came just before the New Hampshire primary. Bush, having won the Iowa caucuses, wanted to debate Reagan one-on-one, but he then refused to share the costs, leaving Reagan to foot the bill. (Outside sponsorship might have constituted a donation to the two front-runners&#8217; campaigns.) But on the night of the debate, Reagan showed up with the other Republican contenders in tow. When the moderator, a local newspaperman named Jon Breen, tried to silence him for speaking up on behalf of the excluded Republicans, Reagan memorably growled, &#8220;I&#8217;m paying for this microphone, Mr. Green.&#8221; (Reagan, it happens, was recalling an eerily apt line from Spencer Tracy in State of the Union, accounting for why he altered the moderator&#8217;s last name.) The footage of an aggressive Reagan and a paralyzed Bush played on TV news for another 48 hours—humiliating Bush and confirming in Reagan&#8217;s mind his adversary&#8217;s reputation as a wimp. Reagan took New Hampshire easily.</p>
<p>Apart from John Anderson, an old-style liberal Republican who stayed in the race as a gadfly, the other candidates soon dropped out. Though Reagan won most of the remaining contests, Bush stayed competitive throughout the spring. He continued to do well among party regulars troubled by Reagan&#8217;s often strident right-wing rhetoric, his lack of foreign-policy experience, and his divisive presidential bid at the 1976 convention, which some felt had contributed to Gerald Ford&#8217;s ultimate defeat by Jimmy Carter. Stressing his own conservative credentials, Bush tried to define his opponent as out of the mainstream—famously mocking his embrace of what Bush called &#8220;voodoo economics.&#8221; But Reagan soldiered on, and in late May, Bush dropped out.</p>
<p>Bush would have been the natural choice for vice president had not efforts been made to create a different &#8220;dream ticket&#8221;—one with former President Ford as Reagan&#8217;s understudy. The Reagan-Ford negotiations rivaled the Kennedy-Johnson dance of 1960 in their intricacy, but they finally crumbled when Ford said in a live interview with Walter Cronkite that he envisioned something like a &#8220;co-presidency&#8221; (Cronkite&#8217;s term). As a result, any reconciliation between party regulars and conservative activists came to rest on the selection of Bush.</p>
<p>Some players on both sides wondered if Bush, who had supported the Equal Rights Amendment and abortion rights, could run with a man who opposed both. And Reagan personally harbored other doubts. &#8220;If he can&#8217;t stand up to that kind of pressure,&#8221; he said to an aide, referring to the New Hampshire debate, &#8220;how could he stand up to the pressure of being president?&#8221; But the need for unity prevailed. When Reagan called with the offer, Bush happily agreed to endorse the party&#8217;s (anti-abortion, anti-ERA) platform &#8220;wholeheartedly,&#8221; and the two went on to victory. Although Reagan&#8217;s 44-state blowout suggested that any running mate would have sufficed, the choice of Bush did, at a minimum, help make him palatable to moderate voters.</p>
<p>It&#8217;s unclear whether Obama shares the qualities that Kennedy and Reagan showed in forging their unity tickets: the self-assurance not to fear being upstaged, the magnanimity to overlook the primary-season fisticuffs. And it&#8217;s equally unclear whether Clinton would even want to sit through eight years of an Obama presidency and then, at age 68, endure another 16 months of hell of the sort she&#8217;s now finally concluding—with no greater chance of emerging victorious. Surely, for her, the more gratifying course would be to achieve the historical first of having her name placed in nomination for the presidency at the Democratic convention and gaining a near-majority of ballots. With dignity, she could then pursue other distinctions, whether Senate majority leader or associate justice of the Supreme Court.</p>
<p>Then again, in 1960 the smart money said that Lyndon Johnson would never settle for the vice presidency, either.</p>
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		<title>Hillary aparece com mais chances de vencer McCain que Obama</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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da Folha Online
A pré-candidata democrata à Presidência dos EUA Hillary Clinton aparece com 9% a mais de intenções de voto que o provável candidato republicano John McCain, em pesquisa da Associated Press-Ipsos, dando força ao seu argumento de que ela tem mais chances de ser eleita que seu rival, Barack Obama. Em um cenário entre [...]]]></description>
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<p style="background-color: #ffff99"><strong>da Folha Online</strong></p>
<p>A pré-candidata democrata à Presidência dos EUA Hillary Clinton aparece com 9% a mais de intenções de voto que o provável candidato republicano John McCain, em pesquisa da Associated Press-Ipsos, dando força ao seu argumento de que ela tem mais chances de ser eleita que seu rival, Barack Obama. Em um cenário entre Obama e McCain, os dois estão tecnicamente empatados, segundo a pesquisa.</p>
<p>A sondagem divulgada nesta segunda-feira dá à senadora por Nova York um novo impulso em seus esforços por arrecadação de verbas e para persuadir superdelegados indecisos a ficarem ao seu lado, na convenção nacional da legenda, que decidirá o candidato do partido.</p>
<p>Ajudada por independentes, jovens e eleitores mais velhos, Hillary ganhou terreno neste mês em uma disputa hipotética com o senador pelo Arizona, que já alcançou o número necessário de delegados para se tornar o candidato republicano e aguarda a nomeação oficial. A ex-primeira-dama aparece liderando com 50% das intenções de voto contra 41%, enquanto Obama aparece tecnicamente empatado com McCain, com 46% contra 44%.</p>
<p>Os dois democratas apareciam praticamente empatados com McCain na pesquisa anterior, há cerca de três semanas.</p>
<p>Desde então, Hillary venceu a primária democrata na Pensilvânia, levantando dúvidas se Obama pode atrair eleitores de perfis diversos necessários para vencer em grandes Estados em novembro, quando o candidato democrata enfrentará McCain. Hillary venceu as primárias de praticamente todos os grandes Estados dos EUA, como Califórnia, Ohio e Texas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Obama foi colocado na defensiva após afirmar que os residentes de pequenas cidades dos EUA, amargurados, estavam recorrendo a armas e à religião, tendo sido deixados para trás no processo político. O senador pelo Illinois também teve que continuar a lidar com as controversas declarações de seu ex-pastor Jeremiah Wright.</p>
<p>Disputa democrata</p>
<p>&#8220;Não acho que exista nenhuma questão nas últimas três semanas que tenha melhorado sua situação (de Hillary)&#8221;, disse Harrison Hickman, pesquisador democrata que não apoiou nenhum dos pré-candidatos. Ele atribuiu os resultados de Hillary à mudança da população de um &#8220;estado de admiração&#8221;, no qual escolhiam o candidato que mais gostavam, para um &#8220;estado de tomada de decisão&#8221;, onde determinam quem deve ser o melhor presidente.</p>
<p>A pesquisa Associated Press-Ipsos mostra Hillary e Obama praticamente empatados na disputa pela nomeação democrata. Destacando as profundas divisões dentro do Partido Democrata &#8211;e um possível impacto negativo a longo prazo&#8211;, 30% dos eleitores de Hillary e 21% dos que apóiam Obama afirmaram que votarão em McCain em novembro se o seu candidato não vencer a nomeação.</p>
<p>Obama conseguiu mais delegados que Hillary nas primárias, mas ela têm vantagem sobre os superdelegados, sendo que cerca de um terço dos 800 pesos pesados do partido que participam da decisão do nomeado ainda não declararam quem apóiam.</p>
<p>Howard Dean, líder do Partido Democrata, disse nesta segunda que um dos dois saberá que é hora de desistir quando a temporada de primárias terminar, em junho, em tempo de os democratas se unirem antes da convenção em agosto e da campanha até novembro.</p>
<p>Dean também pediu aos superdelegados indecisos &#8211;membros do Comitê Nacional Democrata, assim como governadores e legisladores democratas&#8211; a se alinharem com um dos pré-candidatos antes da convenção, para que o partido se una contra McCain.</p>
<p>Cerca de metade dos entrevistados na sondagem disse que a longa disputa democrata irá prejudicar as chances do partido em novembro. Mais simpatizantes de Obama que de Hillary manifestaram essa impressão.</p>
<p>Com Associated Press</p>
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		<title>The Bruising Will Go On for the Party, Too</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 00:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Hillary Rodham Clinton greeted supporters. (Photo: Jessica Kourkounis for The New York Times)
By ADAM NAGOURNEY &#8211; THE NEW YORK TIMES
The Democratic Party may prove to have been the real loser in the Pennsylvania primary on Tuesday.
Senator Hillary Rodham Clinton of New York defeated Senator Barack Obama of Illinois by enough of a margin to continue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="full-width" align="center"><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/2008/04/22/us/23clinton06_533.jpg" alt="Live Blogging" /><span class="caption"><br />
<font size="1">Hillary Rodham Clinton greeted supporters. (Photo: Jessica Kourkounis for The New York Times)</font></span></div>
<p style="background-color: #ffff99">By ADAM NAGOURNEY &#8211; THE NEW YORK TIMES</p>
<p>The Democratic Party may prove to have been the real loser in the Pennsylvania primary on Tuesday.</p>
<p>Senator Hillary Rodham Clinton of New York defeated Senator Barack Obama of Illinois by enough of a margin to continue a battle that Democrats increasingly believe is undermining their effort to unify the party and prepare for the general election against Senator John McCain of Arizona.</p>
<p>That worry was confirmed in exit polls that again highlighted the racial, economic, gender and values divisions in the party that Republicans would no doubt try to exploit if Mr. Obama won the nomination.</p>
<div class="full-width" align="center"><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/promos/politics/blog/22penn-lbobama533.jpg" alt="Live Blogging the Pa. Returns" /><span class="caption"><br />
<font size="1">Barack Obama greeted residents in West Philadelphia.  (Photo: Ozier Muhammad/The New York Times)</font></span></div>
<p>To take one example, only 50 percent of Democratic Catholic voters who attend church weekly said they would vote for Mr. Obama in a general election; 25 percent said would vote for Mr. McCain.</p>
<p>“This is exactly what I was afraid was going to happen,” said Gov. Phil Bredesen of Tennessee, a Democrat who has not endorsed anyone in the race. “They are going to just keep standing there and pounding each other and bloodying each other, and no one is winning. It underlines the need to find some way to bring this to conclusion.”</p>
<p>The Democratic Party, so energized and optimistic just a few months ago, thus finds itself in a position few would have expected: a nomination battle unresolved, with two candidates engaged in increasingly damaging attacks. At a time when the Democratic Party would dearly like to turn its attention to Mr. McCain, it now faces at least two more weeks of campaigning — and perhaps considerably more — risking continued damage to the images of both Mrs. Clinton and Mr. Obama.</p>
<p>That said, the fears confronting Democrats could be swept away reasonably soon. Mrs. Clinton still faces immense hurdles to securing the nomination, and it remains possible that her candidacy could come to an end in as little as two weeks, when Indiana and North Carolina vote. Should that be the case, the Democratic Party would presumably have the time and the motivation to heal its wounds.</p>
<p>“We have problems going both ways, but that is going to get healed,” said Joe Trippi, who was a senior adviser to the presidential campaign of John Edwards of North Carolina, who quit the race earlier this year. “If it doesn’t get healed, we have problems.”</p>
<p>Still, the voting patterns on Tuesday underlined what has been one of Mrs. Clinton’s central arguments to Democratic Party leaders in asserting that Mr. Obama would have trouble as a general election candidate. Once again, as in Ohio six weeks ago, he is struggling to win support from the kinds of voters that could be critical to a Democratic victory in the fall. Mrs. Clinton posed the question bluntly on Tuesday.</p>
<p>“Considering his financial advantage, the question ought to be, why can’t he close the deal?” Mrs. Clinton said outside a polling place in a northern suburb of Philadelphia. “Why can’t he win in a state like this?”</p>
<p>Mr. Obama continues to hold a lead over Mrs. Clinton in the total popular vote cast, as well as in pledged delegates. Those factors will weigh heavily on the superdelegates, elected Democrats and party leaders whose votes will be needed to give Mrs. Clinton or Mr. Obama the 2,025 total to claim the nomination.</p>
<p>Still, there were some worrisome signs for Mr. Obama after what has been several rough weeks for him on the campaign trail. At the least, he would have some work to do going into the fall if he wins the nomination, a point made even by his supporters.</p>
<p>“The negative attacks have had a little damage,” said Gov. Bill Richardson of New Mexico. “I do believe it’s recoverable, mainly because of his theme of unity and bringing people together. But it has brought a little bit of damage.”</p>
<p>Mr. Richardson, reflecting the general concern among Democrats about the campaign, added: “I also believe Senator Clinton’s negative attacks have hurt her as well, as recent polls have shown.”</p>
<p>The results of the exit poll, conducted at 40 precincts across Pennsylvania by Edison/Mitofsky for the television networks and The Associated Press, also found stark evidence that Mr. Obama’s race could be a problem in the general election. Sixteen percent of white voters said race mattered in deciding who they voted for, and just 56 percent of those voters said they would support Mr. Obama in a general election; 27 percent of them said they would vote for Mr. McCain if Mr. Obama was the Democratic nominee, and 15 percent said they would not vote at all.</p>
<p>After weeks in which Mr. Obama was pressed to explain what his opponents sought to characterize as disparaging remarks about gun owners and church-goers, Mrs. Clinton defeated him among those voters.</p>
<p>About 15 percent of Democratic voters said they would vote for Mr. McCain over Mr. Obama in a general election. Mrs. Clinton defeated Mr. Obama overwhelmingly among Catholics, a constituency that will be critical in states like Ohio and Pennsylvania.</p>
<p>“There are issues people raise about him, and there are also issues they raise about Senator Clinton,” Mr. Bredesen said. “They both have great strengths and they also have weaknesses. The sooner it is we end this and try to figure out how to address those weaknesses, the better.”</p>
<p>Mrs. Clinton was quick to vow that she would push on to the next big races in Indiana and North Carolina. Yet if the outcome threw her enough of a line to keep going, it probably did not do much to help her accomplish two of her top goals: narrowing Mr. Obama’s overall lead in the popular vote, or his lead in delegates elected in caucuses and primaries to date.</p>
<p>But Mrs. Clinton faces some tough obstacles. Her campaign is effectively out of money, and the results Tuesday may not make it that much easier to raise money</p>
<p>“She needed a big win because a big win might spark the $30 million or $40 million coming into her that she is going to need to compete in Indiana, North Carolina, Oregon and West Virginia,” Mr. Trippi said.</p>
<p><strong>Megan Thee, Marjorie Connelly and John M. Broder contributed reporting.</strong></p>
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