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	<title>Blog do Favre &#187; homofobia</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Ditadura gay</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 16:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[Antonio Prata &#8211; O Estado SP
&#8220;Você é a favor da aprovação do projeto de lei 122/2006, que pune a discriminação contra homossexuais?&#8221; Desde que a enquete apareceu no site do senado, faz umas semanas, evangélicos de todo o País iniciaram uma cruzada via internet, pelo direito de ofender pessoas que namoram pessoas do mesmo sexo.
Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">Antonio Prata &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>&#8220;Você é a favor da aprovação do projeto de lei 122/2006, que pune a discriminação contra homossexuais?&#8221; Desde que a enquete apareceu no site do senado, faz umas semanas, evangélicos de todo o País iniciaram uma cruzada via internet, pelo direito de ofender pessoas que namoram pessoas do mesmo sexo.</p>
<p>Uma senhora chamada Rosemeire, por exemplo, expondo num blog seu temor de que a lei seja aprovada, disse que vivíamos &#8220;O início da Ditadura Gay no mundo!&#8221;. Pelo que entendi, Rosemeire acredita que está em curso uma batalha global, travada entre heteros e homossexuais, pela hegemonia na Terra. Hoje, os heteros estão vencendo, mas é só porque têm amparo legal para chamar os gays de veadinhos, as lésbicas de sapatonas e rir das piadas do Juca Chaves. No momento em que passarem a punir quem ofender pessoas que namoram pessoas do mesmo sexo, elas perceberão que chegou a hora, sairão todas correndo da The Week e tomarão o poder.</p>
<p>Imagine só, Rosemeire? Criancinhas terão de cantar Village People na escola, enquanto assistem ao hasteamento da bandeira do arco-íris. Aos domingos, em vez de futebol, as TVs transmitirão Holiday on Ice e, com 18 anos, os jovens serão obrigados a alistar-se no exército, fazer flexões de braço, dormir e tomar banho, uns na frente dos outros. Que horror!</p>
<p>Se você acha que Rosemeire exagerou, é porque não leu o blog de Rozângela Justino, cristã, psicóloga e indignada: &#8220;Se esse projeto (&#8230;) for aprovado, estaremos institucionalizando em nosso país o sistema de castas e todos aqueles que não forem homossexuais serão considerados cidadãos de segunda classe.&#8221;</p>
<p>Uau, Rozângela! O mundo, então, seria governado pela casta das Drag Queens? Um advogado gay, de terno e cabelo curto, seria de uma casta intermediária? E lutadores do Ultimate Fighting viveriam de esmolas? Bem, talvez não&#8230;</p>
<p>Quanta imaginação têm as duas mulheres. Se seus piores pesadelos fossem filmados, seria preciso unir o talento de um Fellini com o de um Clóvis Bornay; juntar, no mesmo caldeirão, George Orwell e Andy Warhol; vislumbrar as ruas de Nova Délhi sendo percorridas pela banda de Ipanema.</p>
<p>Se bem que&#8230; Sei lá. Pensando melhor, talvez o temor de Rosemeire e da dra. Justino tenha algum fundamento. Veja o caso dos negros: há poucas décadas, todo mundo contava piada racista e eles eram cidadãos de segunda classe. Veio esse papo de igualdade, o que aconteceu? Um mulato chegou a presidente dos Estados Unidos!</p>
<p>A batalha racial já está perdida, mas a sexual ainda pode ser ganha! Basta ir ao www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0, clicar em NÃO e mostrar a todos que ainda tem gente disposta a lutar por um mundo injusto, desigual e preconceituoso!</p>
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		<title>Discordar de nosso próprio desejo</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[CONTARDO CALLIGARIS &#8211; FOLHA SP



 Um terapeuta deve deixar suas opiniões e crenças no vestiário do consultório, a cada dia  



EM 31 de julho, o Conselho Federal de Psicologia repreendeu a psicóloga Rozângela Alves Justino por ela oferecer uma terapia para mudar a orientação sexual de pacientes homossexuais.
Não quero discutir a &#8220;possibilidade&#8221; desse tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99"><strong><font size="+1" color="#000080">CONTARDO CALLIGARIS &#8211; FOLHA SP</font></strong></p>
<table width="451" height="90">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Um terapeuta deve deixar suas opiniões e crenças no vestiário do consultório, a cada dia  </em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>EM 31 de julho, o Conselho Federal de Psicologia repreendeu a psicóloga Rozângela Alves Justino por ela oferecer uma terapia para mudar a orientação sexual de pacientes homossexuais.<br />
Não quero discutir a &#8220;possibilidade&#8221; desse tipo de &#8220;cura&#8221; (afinal, reprimir o desejo dos outros e o nosso  próprio é uma atividade humana  tradicional), mas me interessa dizer  por que concordo com a decisão do  Conselho.<br />
A revista &#8220;Veja&#8221; de 12 de agosto  publicou uma entrevista com Alves  Justino, na qual ela explica sua posição. No fim, a psicóloga manifesta  seu temor do complô de um &#8220;poder  nazista de controle mundial&#8221;, que  estaria querendo &#8220;criar uma nova  raça e eliminar pessoas&#8221;, graças a  políticas abortistas, propagação de  doenças sexualmente transmissíveis etc.<br />
Para ser psicoterapeuta, não é  obrigatório (talvez nem seja aconselhável) gozar de perfeita sanidade  mental. É possível, por exemplo, que  um esquizofrênico, mesmo muito  dissociado, seja um excelente psicoterapeuta (há casos ilustres). Mas  uma coisa é certa: para ser terapeuta, ser inspirado por um conjunto  organizado de ideias persecutórias é  uma franca contraindicação.<br />
Na verdade, pouco importa que as ideias em questão sejam ou não persecutórias e delirantes: de um terapeuta, espera-se que ele deixe suas opiniões e crenças (morais, religiosas, políticas) no vestiário de seu consultório, a cada manhã. Quando, por qualquer razão, isso resultar difícil ao terapeuta, e ele sentir a vontade irresistível de converter o paciente a suas ideias, o terapeuta deve desistir e encaminhar o caso para um colega. Por quê?<br />
Alves Justino, com sua aversão  por homossexualidade, sadomasoquismo e outras fantasias sexuais,  ilustra a regra que acabo de expor.  Explico.<br />
A psicóloga defende sua prática  afirmando que a psiquiatria e a psicologia admitem a existência de  uma patologia, dita &#8220;homossexualidade ego-distônica&#8221;, que significa o  seguinte: o paciente não concorda  com sua própria homossexualidade,  e essa discordância é, para ele, uma  fonte de sofrimento que poderíamos aliviar -por exemplo, conclui  Alves Justino, reprimindo a homossexualidade.<br />
De fato, atualmente, psiquiatria e  psicologia reconhecem a existência,  como patologia, da &#8220;orientação sexual ego-distônica&#8221;; nesse quadro,  alguém sofre por discordar de sua  orientação sexual no sentido mais  amplo: fantasias, escolha do sexo do  parceiro, hábitos masturbatórios  etc. Existe, em suma, um sofrimento  que consiste em discordar das formas de nosso próprio desejo sexual,  seja ele qual for (alguém pode sofrer  até por discordar de sua &#8220;normalidade&#8221;). Pois bem, nesses casos, o que é  esperado de um terapeuta?<br />
Imaginemos um nutricionista que  receba uma paciente que se queixa  de seu excesso de peso, enquanto ela  apresenta uma magreza inquietante: ela tem asco da forma de seu próprio corpo, que ela percebe como  enorme e que ela não aceita como  seu. O nutricionista não tentará  nem emagrecer nem engordar sua  paciente, pois o problema dela não é  o peso corporal, mas o fato de que  ela discorda de si mesma a ponto de  não conseguir enxergar seu corpo  como ele é.<br />
No caso da orientação sexual ego-distônica, vale o mesmo princípio: o  problema do paciente não é seu desejo sexual específico, mas o fato de  que ele não consegue concordar  com seu próprio desejo, seja ele qual  for. As razões possíveis dessa discordância são múltiplas. Por exemplo,  posso discordar de meu desejo sexual porque ele torna minha vida  impossível numa sociedade que o  reprime (moral ou judicialmente) e  cujas regras interiorizei. Ou posso  discordar de meu desejo porque ele  não corresponde a expectativas de  meus pais que se tornaram minhas  próprias. E por aí vai.<br />
Nesses casos, o terapeuta que tentar resolver o problema confiando em sua visão do mundo e propondo-se &#8220;endireitar&#8221; o desejo de quem o consulta, de fato, só agudizará o conflito (consciente ou inconsciente) do qual o paciente sofre. Ora, é esse conflito que o terapeuta deve entender e, se não resolver, amenizar, ou seja, negociar em novos termos, menos custosos para o paciente. Em outras palavras, diante da ego-distonia, o terapeuta não pode tomar partido nem pelo desejo sexual do paciente, nem pelas instâncias que discordam dele.<br />
Ou melhor, ele pode, sim, só que,  se agir assim, ele deixa de ser terapeuta e vira militante, padre ou pastor.</p>
<p><strong> <a href="mailto:ccalligari@uol.com.br">ccalligari@uol.com.br</a></strong></p>
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		<title>Procuradora-geral da República propõe ação para reconhecer união entre pessoas do mesmo sexo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 21:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deborah Duprat ofereceu arguição de descumprimento de preceito fundamental ao Supremo Tribunal Federal
A procuradora-geral da República, Deborah Duprat, propôs hoje, 2 de julho, ao Supremo Tribunal Federal (STF) arguição de descumprimento de preceito fundamental, com pedido de liminar e de audiência pública, para reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo e que sejam dadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deborah Duprat ofereceu arguição de descumprimento de preceito fundamental ao Supremo Tribunal Federal</strong></p>
<p>A procuradora-geral da República, Deborah Duprat, propôs hoje, 2 de julho, ao Supremo Tribunal Federal (STF) arguição de descumprimento de preceito fundamental, com pedido de liminar e de audiência pública, para reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo e que sejam dadas a elas os mesmos direitos e deveres dos companheiros em uniões estáveis.</p>
<p>A ADPF foi proposta com base em representação do Grupo de Trabalho de Direitos Sexuais e Reprodutivos da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão. Apesar de já haver uma arguição (ADPF 132) sobre o mesmo tema, proposta pelo estado do Rio de Janeiro, foi oferecida nova ação em virtude do parecer da Advocacia Geral da União, no sentido de que os efeitos da ADPF 132 estariam restritos àquele estado. Para não correr tal risco, a procuradora-geral propôs esta nova arguição.</p>
<p>“O indivíduo heterossexual tem plena condição de formar a sua família, seguindo as suas inclinações afetivas e sexuais. Pode não apenas se casar, como também constituir união estável, sob a proteção do Estado. Porém, ao homossexual, a mesma possibilidade é denegada, sem qualquer justificativa aceitável”, diz, na ação.</p>
<p>A tese sustentada na ADPF, segundo Deborah Duprat, é a de que se deve extrair diretamente da Constituição de 88 – notadamente os princípios da dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III), da igualdade (art. 5º, caput), da vedação das discriminações odiosas (art. 3º, inciso IV), da liberdade (art. 5º, caput) e da proteção à segurança jurídica – a obrigatoriedade do reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. E, diante da inexistência de legislação infraconstitucional regulamentadora, devem ser aplicadas analogicamente ao caso as normas que tratam da união estável entre homem e mulher.</p>
<p>Para a procuradora-geral, o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo independe de mediação legislativa, pois é possível aplicar imediatamente os princípios constitucionais. “Não subsiste qualquer argumento razoável para negar aos homossexuais o direito ao pleno reconhecimento das relações afetivas estáveis que mantêm, com todas as consequências jurídicas disso decorrentes”, afirma.</p>
<p><strong>Princípio da igualdade</strong> – Significa que todos devem receber o mesmo tratamento pelo Estado. Segundo Deborah Duprat, o Estado, em todos seus poderes e esferas, viola os preceitos fundamentais com relação a este tema. Isso envolve atos comissivos e omissivos. “Seria possível citar as decisões judiciais de diversos tribunais, que se negam a reconhecer como entidades familiares as referidas uniões, e os atos das administrações públicas que não concedem benefícios previdenciários estatutários aos companheiros dos seus servidores falecidos”, explica. Ela acrescenta que a aparente neutralidade da legislação infraconstitucional brasileira escondeu o preconceito contra os homossexuais ao proteger apenas as relações estáveis heterossexuais.</p>
<p><strong>Proibição de discriminação </strong>– A Constituição estabeleceu que é objetivo fundamental da República “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. “A discriminação motivada pela orientação sexual é constitucionalmente banida no Brasil. E esta argumentação é reforçada quando se analisa a orientação seguida no âmbito do direito internacional dos direitos humanos”, diz a procuradora-geral. Ela lembra que o Brasil é signatário do Pacto dos Direitos Civis e Políticos da ONU, que proíbe qualquer tipo de discriminação. “O Estado laico não pode basear os seus atos em concepções religiosas, ainda que cultivadas pela religião majoritária, pois, do contrário, estaria desrespeitando todos aqueles que não a professam, sobretudo quando estiverem em jogo os seus próprios direitos fundamentais”, acrescenta.</p>
<p><strong>Dignidade humana</strong> – Além de privar parceiros homossexuais de direitos importantes, o não-reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo explicita a desvalorização pelo Estado do modo de ser do homossexual, rebaixando-o à condição de cidadão de segunda classe. Privar os membros de uniões estáveis entre mesmo sexo de direitos relacionados às condições básicas de existência (direito a alimentos, a receber benefícios previdenciários etc.) atenta contra sua dignidade, expondo-o a situações de risco social injustificado. “O reconhecimento social envolve a valorização das identidades individuais e coletivas. E a desvalorização social das características típicas e do modo de vida dos integrantes de determinados grupos, como os homossexuais, tende a gerar nos seus membros conflitos psíquicos sérios, infligindo dor, angústia e crise na sua própria identidade”, destaca a procuradora-geral. Ela lembra que, ao negar o reconhecimento deste tipo de união, o Estado alimenta e legitima uma cultura homofóbica.</p>
<p><strong>Direito à liberdade</strong> – Esse princípio permite que cada um faça suas escolhas existenciais básicas e persiga seus projetos de vida, desde que não viole direitos de terceiros. Isso significa que cada um tem o direito de escolher com a pessoa com a qual pretende manter relações afetivas estáveis, de caráter familiar. “É exatamente essa liberdade que se denega ao homossexual, quando não se permite que ele forme a sua família, sob o amparo da lei, com pessoas do sexo para o qual se orienta a sua afetividade”, diz Deborah Duprat.</p>
<p><strong>Proteção à segurança jurídica </strong>– Princípio que possibilita que pessoas e empresas planejem as próprias atividades e tenham estabilidade e tranquilidade na fruição dos seus direitos. Devido à falta de legislação e de indeteminação da jurisprudência, não há previsibilidade em temas envolvendo herança, partilha de bens, deveres de assistência recíproca e alimentos. “O caminho para superação desta insegurança só pode ser a extensão do regime legal da união estável para as percerias entre pessoas do mesmo sexo, através de decisão judicial do STF, revestida de eficácia erga omnes (para todos) e efeito vinculante”, afirma.</p>
<p>Quanto à redação do artigo 226, § 3º, da Constituição (“&#8230; é reconhecida a união estável entre homem e mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar a sua conversão em casamento”), a procuradora-geral diz que isso não impede o reconhecimento da união entre homossexuais, uma vez que a Carta Maior não é um amontoado de normas isoladas. “Trata-se de um sistema aberto de princípios e regras, em que cada um dos elementos deve ser compreendido à luz dos demais”, diz. E, para ele, é na parte dos princípios fundamentais que se encontram as normas que permitem o reconhecimento.<br />
<strong><br />
Liminar</strong> – Na arguição, Deborah Duprat pede medida liminar para evitar danos patrimoniais, como benefícios previdenciários e direito a alimentos,  e extrapatrimoniais, como abalos à auto-estima e o estímulo ao preconceito e à homofobia.</p>
<p>Devido à relevância do tema, a procuradora-geral pede, na ação, a convocação de audiência pública no STF para discussão do reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo.</p>
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		<title>NY, 1969 &#8211; SP 2009: aos 40 anos do movimento gay, repressão persiste</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 18:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antonio Quinet &#8211; O Globo
Aos 40 anos do movimento gay, repressão resiste e homoterrorismo avança. Por que e até quando? 
Respostas nos textos de Antonio Quinet, João Ximenes Braga e Gilberto Scofield


&#160;
Lições de Stonewall a São Paulo
Por Antonio Quinet*
1969, Stonewall, Nova York. 2009, atentado com bomba na Parada Gay em São Paulo. Após sucessivas batidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>Antonio Quinet &#8211; O Globo</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Aos 40 anos do movimento gay, repressão resiste e homoterrorismo avança. Por que e até quando? </strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Respostas nos textos de Antonio Quinet, João Ximenes Braga e Gilberto Scofield</strong></font></p>
<p><font size="4"></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.tvcanal13.com.br/fotos/FOT20080204124740.jpg" alt="http://www.tvcanal13.com.br/fotos/FOT20080204124740.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff00">&nbsp;</p>
<p><font size="5"><strong>Lições de Stonewall a São Paulo</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Por Antonio Quinet*</p>
<p>1969, Stonewall, Nova York. 2009, atentado com bomba na Parada Gay em São Paulo. Após sucessivas batidas policiais com humilhação e<br />
prisão no Bar Stonewall, reduto gay do Greenwich Village em NY, os homossexuais reagiram e se rebelaram contra a polícia; a rebelião ganhou o apoio dos passantes e os policiais recuaram.</p>
<p>É o marco histórico do início do movimento de emancipação e liberação dos homossexuais e do combate à homofobia. No ano seguinte, deu-se a primeira Parada Gay. Em São Paulo, além da bomba atirada numa sacola do alto de um prédio, outras agressões deixaram rapazes feridos. Um deles morreu.</p>
<p>Aos 40 anos de Stonewall, ataques como o de São Paulo estão além da homofobia. São atos de homoterrorismo. Apesar das transformações nos costumes e leis e da maior liberdade de expressão da opção sexual, prevalece, mundo afora, a repressão através de atos de guerra. No Brasil, o número de assassinatos de homossexuais aumentou 55% em 2008 em relação ao ano anterior, revela a pesquisa anual sobre crimes com motivação homofóbica, do Grupo Gay da Bahia (GGB).</p>
<p>Como se explica o homoterrorismo? Como a homofobia, termo que designa medo, se transforma em ódio? Por um lado, podemos pensar a partir da lógica da exclusão do diferente e situar o homossexual ao lado do negro e do judeu, vítimas de discriminação e intolerância (o triângulo gay era cor-de-rosa nos campos de concentração) e também, como se tem visto, aqueles que frequentam religiões “fora da norma”, como a Umbanda, alvos de agressões em seus templos. As mulheres, acrescentese, continuam a ser discriminadas. Essa norma mítica, que se confunde com o “normal”, é a do “branco, masculino, jovem, heterossexual, cristão, financeiramente seguro e magro” (cf. Dollimore). O homossexual provoca o imaginário de um gozo outro, tão diferente, e ao mesmo tempo tão semelhante. Para a consciência da norma, é melhor qualificá-lo de pervertido, não-confiável, pois um gozo periférico, daí ser perigoso. Como disse Arnaldo Jabor, os gays “ (&#8230;) sempre foram uma fonte de angústia, pois atrapalham nosso sossego, nossa identidade ‘clara’. O gay é duplo, é dois, o viado tem algo de centauro, de ameaçador para a unicidade do desejo&#8230; o gay sério inquieta&#8230; o gay de terno, o gay forte, o gay caubói são muito próximos de nós (&#8230;).”</p>
<p>Ao responder a uma mãe extremamente preocupada com a homossexualidade de seu filho, Sigmund Freud (que assinara uma petição pela descriminalização da homossexualidade) aponta, em 1935, que não é nenhuma desvantagem, nem vantagem, “não é motivo de vergonha, não é uma degradação, não é um vício e não pode ser considerada uma doença”. Apesar disso, só em 1973 a American Psychiatric Association (APA) deixou de classificar a homossexualidade como doença. E depois que ativistas gays, por duas vezes (1970 e 1971), invadiram seu encontro anual.</p>
<p>A psicanálise, na mesma direção, se opõe à pedagogia do desejo, pois esta é uma falácia. Não se pode educar a pulsão sexual, desviá-la para acomodá-la aos ideais da sociedade. A pulsão segue os caminhos traçados pelo inconsciente, individual e singular. A pulsão não é louca: obedece à lógica de uma lei simbólica a que todos estamos submetidos.</p>
<p>Para a psicanálise, o interesse exclusivo de um homem por uma mulher também merece esclarecimento. A investigação psicanalítica, diz Freud em seu texto premiado sobre Leonardo da Vinci, opõe-se à tentativa de separar os homossexuais dos outros seres como um “grupo de índole singular”, pois “todos os seres humanos são capazes de fazer uma escolha de objeto homossexual e que de fato a consumaram no inconsciente”. Ou seja, a bissexualidade é constitutiva de todos, seja a escolha homossexual praticada ou não.</p>
<p>O complexo de Édipo, que cai no esquecimento, comporta também a ligação libidinal do filho para com o pai e da menina para com a mãe, além das ligações do filho com a mãe e da filha com o pai. Assim, o número de homossexuais que se proclamam como tais, diz Freud, “não é nadaem comparação com os homossexuais latentes”.</p>
<p>Há uma diversidade enorme na homossexualidade tanto na praticada quanto na latente e sublimada. Devemos falar, portanto, de homossexualidades”. As sexualidades são tantas quanto existem os sujeitos, determinadas pelas fantasias de cada um. A questão que se coloca nesse episódio de terror é como cada um lida com sua homossexualidade (patente ou latente) que se materializa nas amizades, nas relações entre parentes do mesmo sexo e em todo ajuntamento social.</p>
<p>Segundo Freud, a libido homossexual é o cimento dos grupos e da massa, assim como a raiz dos ideais subjetivos de cada um se encontra em seu narcisismo (do amor por si mesmo e até a auto-estima). O “amar aos outros como a si mesmo” tem claramente fundamento homo (igual) erótico. A aceitação da homossexualidade do outro se encontra na dependência de como o sujeito lida com a sua própria. Quanto mais ele a rejeita em si mesmo, menos saberá lidar com ela, podendo fazer desse outro um objeto de ódio, de agressões e até de assassinato.</p>
<p>Dentro de uma cultura machista e falocêntrica (existe no ocidente alguma que não o seja?) parece mais fácil para a mulher lidar com sua homossexualidade do que o homem. Não é à toa que o lipstick lesbian virou moda entre as meninas. O que está longe de ser o caso para os meninos que cedo, muitas vezes na escola, aprendem a prática do homoterrorismo. A aceitação do outro como sexuado, diferente e independente, podendo fazer suas próprias escolhas de gozo sem ter que se desculpar, é um índice de civilização. O contrário é a barbárie.</p>
<p><strong>ANTONIO QUINET é psicanalista e doutor em filosofia.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/07/203_1522-gaycouple.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/07/203_1522-gaycouple.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ff00ff">&nbsp;</p>
<p><font size="5"><strong>A revolta dos perdigotos</strong></font></p>
<p style="background-color: #ff99cc">Por João Ximenes Braga</p>
<p>Homoterrorismo é a desimportância em desespero. A sexualidade é inalterável e inatingível. E quando se trata de sexualidade, só existe uma coisa no mundo que consegue ser mais desprovida de importância que a opinião pessoal: o julgamento moral.</p>
<p>Você pode julgar quanto quiser a sexualidade alheia. Não tem importância. Você pode ser hétero e fazer a elegia dos seus amigos gays. Não tem importância. Você pode ser gay e fazer piadas maldosas sobre o comportamento “careta” dos héteros. Não tem importância. Eles não deixarão de ser o que são.</p>
<p>Você pode ser conservador e barrar leis no Congresso, fazer passeatas pela família, dizer que o mundo está acabando, que Deus vai punir a todos. Não tem importância, não passa do registro da fofoca, ninguém vai deixar de se deitar com quem quer. Pode até deitar escondido, ou demorar a criar coragem, mas vai deitar. Deitar e suar e trocar saliva e outros fluidos que, com sorte, ficarão na camisinha.</p>
<p>E você pode achar isso nojento. Mas não tem importância. Pois a sua opinião e o seu julgamento sobre a sexualidade alheia não tem importância. Porque é alheia. Se é alheia, é do outro; se é do outro, não é sua; não sendo sua, não vai mudar por sua causa.</p>
<p>Você pode ser deputado crente ou padre pitboy, pode ser simpatizante ou skinhead, pode ser presidente do Irã ou suplente do PTC, grandes coisas, azar o seu, a sexualidade alheia continuará a não ser da sua conta. O pessoal vai continuar deitando e suando e trocando saliva enquanto você desperdiça os seus perdigotos uivando indignação pelas esquinas.</p>
<p>Aí, numa desesperada tentativa de não admitir que seu julgamento moral é inútil, você joga uma bomba. Você pode até matar alguns indivíduos. Ferir outros. Emperrar a vida de muitos. Vãs tentativas de ter importância, pois não vai, jamais, impedir que o mundo gire, a lusitana rode e as pessoas se deitem com quem quiserem, como quiserem. Seu julgamento moral e sua opinião, quaisquer que sejam, serão para sempre da mais profunda desimportância.</p>
<p>A não ser, claro, para você mesmo. Pois como diz Tennessee Williams na voz de Chance, o protagonista de “Doce pássaro da juventude”, a grande diferença entre as pessoas neste mundo “não é entre quem é rico e pobre, bom ou mau. É entre quem tem ou teve prazer no amor e quem nunca teve prazer no amor, apenas observou, com inveja, inveja doentia”.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.lasescapadas.com/wp-content/uploads/2007/08/tq_001534_g.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.lasescapadas.com/wp-content/uploads/2007/08/tq_001534_g.jpg" width="554" height="359" /></div>
<p style="background-color: #ff9900">&nbsp;</p>
<p><font size="5"><strong>Bambi na selva</strong></font></p>
<p style="background-color: #ff6600"><strong>Por Gilberto Scofield (de WASHINGTON)</strong></p>
<p>Os EUA podem ser um intensivão da realidade e da cultura gays. Estão aqui as bases do que se conhece como ativismo GLBT, bem como os maiores exemplos de como a homofobia beira a patologia. No aniversário de 40 anos do movimento gay, as grandes cidades americanas fervem: boates, saunas, bares, indústria pornô, lojas, literatura,arte e cinema que dão o tom e o formato de tudo oque se vê de gay e lésbicoao redor do planeta, incluindo no Brasil.<br />
A indústria cultural gay flerta com Hollywood, Broadway, Off-Broadway, Metropolitan, Lincoln, You Tube, Twitter. Define mitos, delineia divas, lança DJs, danças, dramas, drogas, roupas, tudo que é mainstream ou alternativo.</p>
<p>E está aqui a mais raivosa e verbal sociedade conservadora do planeta, com seus cartazes de “casamento = homem + mulher” ou “Deus odeia viados”. Aqui,um gay já foi espancado e deixado semimorto numa cerca no meio do nada para servir de aviso. Um entre muitos. Os maiores índices de crescimento da HIV/Aids entre gays depois da África estão aqui.<br />
No Brasil, tendo a achar que o lado negro da força impede o avanço das conquistas gays. O que será do projeto de união civil há anos engavetado no Congresso por pressão de religiosos e coronéis (alguém aí falou em Irã?)?<br />
A vitória da união civil é surrada, à mercê da mente mais ventilada deste ou daquele juiz, apesar dos impostos pagos pelos gays serem os mesmos. O ativismo gay mudou de foco. As velhas reivindicações ficaram mais discretas. A maioria quer ser&#8230;. como a maioria! Normais, virtuosos, viciosos, como todos.<br />
Estamos a quilômetros disso. Pesquisa nacional mostra que a maioria dos brasileiros maiores de 16 possuem algum tipo de preconceito contra homossexuais, dos quais 16% consideram-nos como “doentes”, “safados” ou“sem-vergonha”.<br />
Não se pode parar aos 40, gritam os ativistas. Mas estou exausto. E só vejo aconchego na minha ridícula rotina jornalística. Ou no meu companheiro ofere cendo seu abraço cúmplice depois de um dia de 50 horas. Eu não comemoro nem os meus 40 anos. Amadurecer tem um preço alto para quem aprende com a vida. Uma clareza antecipada, preguiça do manjado, do cinismo, cabelos brancos. Quarenta anos de movimento gay e, sinceramente, apesar dos avanços nos costumes, me sinto tão facilmente aniquilável quanto um Bambi numa floresta.</p>
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		<title>Parada Gay na Paulista</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 16:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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G1

 	     	 	      			 			

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="foto-legenda larg-291 crop-291"> 	   	         	 	     	 	 		<a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1193892-15561,00-COMECA+DESFILE+DA+PARADA+GAY+NA+PAULISTA.html" onclick="trackerPortal(this, 'A/MS/4/J/F');" title="Parada Gay começa naAvenida Paulista; veja fotos" class="crop-foto noticias"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://g1.globo.com/Noticias/foto/0,,21077913-EX,00.jpg" alt="Luciana Bonadio / G1" title="Parada Gay começa naAvenida Paulista; veja fotos (Luciana Bonadio / G1)" width="291" height="291" /><br />
G1</div>
<p></a></div>
<h3> 	     	 	      			 			<a href="http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1193892-15561,00-COMECA+DESFILE+DA+PARADA+GAY+NA+PAULISTA.html" onclick="trackerPortal(this, 'A/MS/4/J/C');" title="Parada Gay começa naAvenida Paulista; veja fotos" class="noticias"><br />
</a></h3>
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		<title>Igreja em São Paulo faz casamento gay coletivo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 16:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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O Globo
SÃO PAULO &#8211; A Igreja da Comunidade Metropolitana, em São Paulo, vai realizar neste sábado, véspera da Parada do Orgulho GLBT, um casamento gay coletivo. A cerimônia está marcada para às 18 horas, no auditório do Sindicato dos Químicos de São Paulo, na Rua Tamandaré, no bairro da Liberdade.
O casamento coletivo entre homossexuais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://1.bp.blogspot.com/_YoQ-L4mEoXM/SW2zRiev0_I/AAAAAAAABis/y4n_qht_e5E/s400/casamento+gay.bmp" alt="http://1.bp.blogspot.com/_YoQ-L4mEoXM/SW2zRiev0_I/AAAAAAAABis/y4n_qht_e5E/s400/casamento+gay.bmp" align="right" /><span style="background-color: #ffff99"></span></p>
<p style="background-color: #ffff99"><img src="http://www.jornalexpress.com.br/noticias/imagem.php?id_jornal=14242&amp;id_noticia=12" alt="http://www.jornalexpress.com.br/noticias/imagem.php?id_jornal=14242&amp;id_noticia=12" />O Globo</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A Igreja da Comunidade Metropolitana, em São Paulo, vai realizar neste sábado, véspera da Parada do Orgulho GLBT, um casamento gay coletivo. A cerimônia está marcada para às 18 horas, no auditório do Sindicato dos Químicos de São Paulo, na Rua Tamandaré, no bairro da Liberdade.</p>
<p>O casamento coletivo entre homossexuais acontece pela segunda vez na igreja. Em 24 de maio do ano passado, também véspera da Parada Gay, três casais formados por pessoas do mesmo sexo se casaram. Pelo menos seis casais devem participar da cerimônia este ano.</p>
<p>Os representantes da igreja dizem que amor não escolhe sexo e elogiam os que conseguem vencer todas as barreiras de uma união homossexual. Comunicado publicado no site da igreja diz que cresce na sociedade brasileira a consciência de que a homofobia (a rejeição intransigente a tudo que difere do padrão heterossexual) é um crime que põe em risco a democracia, cujo fundamento é o respeito à diversidade.</p>
<p>- É profundamente injusto e inaceitável que alguém sofra violência verbal, tenha seus direitos violados ou seja vítima de agressões físicas (inclusive assassinatos) por sua orientação sexual ou identidade de gênero. Contra o preconceito e discriminação aos GLBTs, milhões de pessoas saem às ruas em São Paulo para defender a vida e a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus &#8211; diz a nota.</p>
<p>Os representantes da igreja dizem que acolhem e incentivam a união homossexual seguindo os valores do evangelho de Jesus Cristo. E invocam sobre estes casais as bênçãos divinas para que seus relacionamentos sejam no mundo um sinal visível da presença de Deus.</p>
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		<title>Igualdade todo dia</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 18:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Orgulho
Parada Gay de SP lança a campanha &#8216;Igualdade todo dia&#8217;
O Globo
SÃO PAULO &#8211; A Parada Gay de São Paulo, marcada para o próximo domingo, homenageia os 30 anos do movimento GLBT no Brasil reunindo fotos de 45 personalidades históricas que deram algum tipo de contribuição à causa, nas arte, na ciência, na sexologia ou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_x4T1wuIMR88/SN5XJNdKpXI/AAAAAAAAAi4/h0j784o-bCY/s400/0117+freira.JPG" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://3.bp.blogspot.com/_x4T1wuIMR88/SN5XJNdKpXI/AAAAAAAAAi4/h0j784o-bCY/s400/0117+freira.JPG" width="193" height="258" /><img src="http://2.bp.blogspot.com/_jUfPQZsEkfI/SHBkc_co9TI/AAAAAAAAAro/AyshpniXys0/s400/gay.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_jUfPQZsEkfI/SHBkc_co9TI/AAAAAAAAAro/AyshpniXys0/s400/gay.jpg" width="341" height="258" /></div>
<p><strong>Orgulho<br />
Parada Gay de SP lança a campanha &#8216;Igualdade todo dia&#8217;</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">O Globo</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A Parada Gay de São Paulo, marcada para o próximo domingo, homenageia os 30 anos do movimento GLBT no Brasil reunindo fotos de 45 personalidades históricas que deram algum tipo de contribuição à causa, nas arte, na ciência, na sexologia ou em outras áreas. São retratos 3X4, em preto e branco, impressos nos cartazes do 13º Mês do Orgulho GLBT na Avenida Paulista, de pessoas como os intelectuais franceses Simone de Beauvoir e Jean Paul Sartre, o dramaturgo britânico Oscar Wilde, a militante travesti brasileira, Brenda Lee (uma das primeiras a acolher pacientes com HIV no país) e Maria Quitéria que, no início do século XIX, travestiu-se de homem para integrar o exército brasileiro, tornando-se a primeira mulher militar sobre a qual se teve notícia.</p>
<p>O cartaz, que deve estar no metrô, em universidades e no trajeto da passeata &#8211; que inclui a Rua da Consolação &#8211; lança ainda a campanha &#8220;Igualdade todo dia&#8221;.</p>
<p>No ano passado, mais de 3 milhões participaram e a cidade espera 400 mil turistas por conta do evento.</p>
<p>Nesta quarta, o movimento ocupa o Salão Nobre da Câmara Municipal para discutir &#8220;Os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais e os três poderes&#8221;, já que a Constituição brasileira proíbe qualquer forma de discriminação, mas muitos direitos ainda são negados. A ex-ministra Marta Suplicy e Maria Berenice Dias, presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB do Rio Grande do Sul estão entre os debatedores.</p>
<p>Na quinta, feriado de Corpus Chirsti, será realizada a 9ª Feira Cultural GLBT no Vale do Anhangabaú, com a participação de 40 entidades sociais.</p>
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		<title>Ciclo de debates gays em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 20:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) prepara para junho uma intensa programação de debates, seminários, oficinas e fóruns para discutir questões relevantes à comunidade LGBT.
Em sua 7ª edição, o Ciclo de Debates, que este ano traz como tema &#8220;Construindo Políticas para LGBT&#8221;, acontece entre os dias 3 e 19 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/ciclo-de-debates-gays-em-sp/11414/" rel="attachment wp-att-11414" title="paradagay2.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/ciclo-de-debates-gays-em-sp/11414/" rel="attachment wp-att-11414" title="paradagay2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/paradagay2.jpg" alt="paradagay2.jpg" /></a></div>
<p><img src="http://www.acapa.com.br/site/images/noticia/88177.jpg" style="border-color: #ffffff" align="left" border="5" />A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) prepara para junho uma intensa programação de debates, seminários, oficinas e fóruns para discutir questões relevantes à comunidade LGBT.</p>
<p>Em sua 7ª edição, o Ciclo de Debates, que este ano traz como tema &#8220;Construindo Políticas para LGBT&#8221;, acontece entre os dias 3 e 19 de junho e promete reunir palestrantes de renome, como Marta Suplicy e o ministro dos Direitos Humanos Paulo Vannuchi. Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público em geral.</p>
<p>Entre os assuntos que serão abordados no Ciclo estão os direitos de LGBT nas esferas estadual, federal e internacional, o sistema judicial, a situação dos LGBT na periferia, a família, a religião e o mercado de trabalho. Além de Marta Suplicy e do ministro Paulo Vannuchi, foram convidados o juiz federal Roger Raupp Rios, a desembargadora Maria Berenice Dias, as psicólogas Graciela Haydée Barbero e Elizabeth Zambrano, a assistente social Maria Lúcia Martinelli, e Berenice Bento e Regina Facchini, dois nomes importantes da militância nacional.</p>
<p>O 7º Ciclo de Debates é uma realização da APOGLBT em parceria com a Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual (Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo), Conselho Regional de Serviço Social (CRESS-SP), Conselho Regional de Psicologia (CRP-SP), Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) Santo Amaro, Grupo Encontro Liberdade Expressão Sexo Seguro (ELES), Ministério Público Federal (MPF), Txai Consultoria, entidade ecumênica KOINONIA, Associação Brasileira de Turismo Para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat GLS) e revista e site A Capa.</p>
<p>Confira abaixo a programação completa. Para mais informações acesse o site da APOGLBT.</p>
<p><font color="#000000"><strong>03 de junho (quarta-feira), às 19h<br />
</strong>Abertura Oficial do 7º Ciclo de Debates<br />
Debate &#8220;Construindo o sistema paulista de proteção aos direitos da população LGBT: desafios e perspectivas&#8221;<br />
Local: Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (Páteo do Colégio, nº 184 &#8211; metrô Sé)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>04 de junho (quinta-feira), das 8h30 às 17h30<br />
</strong>Seminário &#8220;Intervenção profissional do assistente social e conquistas de direitos LGBT&#8221;<br />
Local: Sindicato dos Químicos (Rua Tamandaré, nº 348 &#8211; metrô São Joaquim)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>06 de junho (sábado), das 13h30 às 20h30</strong><br />
Seminário &#8220;Sexualidade e gênero: diálogo entre a psicologia e a realidade LGBT nos 10 anos da Resolução CFP 01/99&#8243;<br />
Local: Conselho Regional de Psicologia (Rua Arruda Alvim, nº 89 &#8211; metrô Clínicas)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>08 de junho (segunda-feira), às 18h30</strong><br />
Debate &#8220;Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na periferia: na luta pela cidadania plena&#8221;<br />
Local: Centro de Cidadania da Mulher de Santo Amaro (Rua Mário Lopes Leão, nº 240 &#8211; em frente à Praça Floriano Peixoto, metrô Largo Treze)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>09 de junho (terça-feira), das 9h30 às 17h30</strong><br />
Oficina &#8220;Direito à não discriminação e acesso à justiça&#8221;<br />
Local: Auditório da Procuradoria Regional da República da Terceira Região (Av. Brigadeiro Luiz Antônio, nº 2020 &#8211; metrô Brigadeiro)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>10 de junho (quarta-feira), às 19h<br />
</strong>Debate &#8220;Os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais e os três poderes&#8221;<br />
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal (Viaduto Jacareí, nº 100, 8º andar &#8211; metrô Anhangabaú)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>12 de junho (sexta-feira), às 10h e às 19h</strong><br />
Workshop &#8220;O Produto GLS: especificidades e cuidados que a empresa deve ter na formatação e comercialização de um produto ou serviço GLS&#8221;<br />
Fórum &#8220;Uma nova postura: quais as estratégias de marketing e como os destinos turísticos estão se preparando para captar o turista GLS&#8221;<br />
Mesa de Imprensa<br />
Roda de conversa &#8220;Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais nas empresas: reconhecimento, valorização e desafios&#8221;<br />
Local: Hotel Panamericano (Rua Augusta, nº 778 &#8211; metrô Consolação)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>15 de junho (segunda-feira), às 19h<br />
</strong>Cineclube &#8220;Liberdade de gênero&#8221;<br />
Exibição do filme &#8220;XXY&#8221; (Lucía Puenzo, Argentina, 2007), seguida de debate<br />
Local: Conselho Regional de Psicologia (Rua Arruda Alvim, nº 89 &#8211; metrô Clínicas)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>17 de junho (quarta-feira), às 19h</strong><br />
Debate &#8220;Os sistemas internacionais de proteção aos direitos humanos em defesa dos cidadãos LGBT&#8221;<br />
Local: Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (Páteo do Colégio, nº 184 &#8211; metrô Sé)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>18 de junho (quinta-feira), às 19h<br />
</strong>Debate &#8220;As religiões na luta contra a homofobia: perspectivas de mobilização&#8221;<br />
Local: Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (Páteo do Colégio, nº 184 &#8211; metrô Sé)</font></p>
<p><font color="#000000"><strong>19 de junho (sexta-feira), às 19h</strong><br />
Debate &#8220;As vivências familiares de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais: famílias de origem e lares &#8221;<br />
Local: Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (Páteo do Colégio, nº 184 &#8211; metrô Sé)</font></p>
<p><strong><em>Fonte A Capa</em></strong></p>
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		<title>Campanha por lei contra homofobia tem baixa adesão</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 19:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[O Estado SP

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			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><strong>O Estado SP</strong></div>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/campanha-por-lei-contra-homofobia-tem-baixa-adesao/11597/" rel="attachment wp-att-11597" title="homofobia_campanha.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/homofobia_campanha.jpg" alt="homofobia_campanha.jpg" /></a></div>
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		<title>CIDADANIA: Plano anti-homofobia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 14:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[ Iniciativa inclui fim da criminalização de militares homossexuais e das restrições existentes para doação de sangue pelo público LGBTT



Rodrigo Couto &#8211; Correio Braziliense
Estimado em 20 milhões de pessoas — número equivalente a pelo menos 20% da população brasileira — o público que engloba lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT) ganhou ontem um Plano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"><strong>Iniciativa inclui fim da criminalização de militares homossexuais e das restrições existentes para doação de sangue pelo público LGBTT</strong></font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/cidadania-plano-anti-homofobia/11268/" rel="attachment wp-att-11268" title="casalgayparadaisrael.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://artcasez.files.wordpress.com/2008/05/34a3.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://artcasez.files.wordpress.com/2008/05/34a3.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Rodrigo Couto &#8211; Correio Braziliense</p>
<p>Estimado em 20 milhões de pessoas — número equivalente a pelo menos 20% da população brasileira — o público que engloba lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT) ganhou ontem um Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos elaborado pelo governo federal. Lançada em Brasília pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, a iniciativa é fruto da 1ª Conferência Nacional LGBTT, ocorrida no ano passado e que resultou em 559 propostas. Destas, 50 transformaram-se em diretrizes e ações que devem ser implementadas por 18 dos 37 ministérios em curto (2009) e médio prazo (2010 e 2011). Entre as mais polêmicas, estão a que prevê o fim da perseguição e criminalização de militares homossexuais, a que classifica como inadequados para crianças e adolescentes programas de televisão com conteúdo homofóbico e a que revisa a restrição de doações de sangue pela população LGBTT.</p>
<p>Inédita em todo o mundo, a concretização do plano foi comemorada por diversas entidades que defendem os direitos dos homossexuais e por Paulo Vannuchi. “É um Brasil novo. O ato de hoje é o início do desabrochar de uma flor que vai levar esse país ao fim da homofobia e ao aumento das conquistas desse público”, filosofou. Apesar de agradecer a presença de 11 parlamentares, Vannuchi cobrou mais engajamento dos deputados e senadores para a causa. “Essa luta não pode ficar limitada a uma frente de esquerda. É preciso quebrar o preconceito dentro do próprio Congresso”, completou.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong><br />
Antes do lançamento do plano, três comissões da Câmara dos Deputados, em parceria com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, realizaram o 6º seminário sobre o público LGBTT. Representantes de diferentes organizações cobram dos parlamentares a aprovação de projetos considerados importantes, como o 5003/01, que criminaliza a homofobia. Aprovada em 2006 pela Casa, a proposição encontra-se no Senado, onde aguarda votação. Outra reivindicação do movimento é que os deputados votem a favor da proposta 4914/09, que prevê a união estável entre as pessoas do mesmo sexo. “Não se trata de casamento e nem da constituição de família”, explicou o deputado José Genoíno (PT-SP), um dos autores do projeto, assinado por nove partidos. O plano nacional prevê mais engajamento do executivo para a aprovação das propostas.</p>
<p>Durante o seminário, promovido em alusão ao Dia Internacional contra a Homofobia, que será celebrado no domingo, foi divulgada uma pesquisa inédita sobre homofobia no Brasil. Realizada pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Rosa Luxemburg Stiftung, da Alemanha, o estudo revelou que 93% dos brasileiros têm preconceito contra os travestis. Em relação aos transexuais, esse índice chega a 91%. A rejeição aos gays foi citada por 92%, mesmo percentual em relação às lésbicas (92%). Foram ouvidas 2.014 pessoas de 25 unidades da federação, incluindo o Distrito Federal. Das 80 questões, 14 itens tratavam especificamente sobre discriminação.</p>
<p><strong>AVANÇOS NO RIO E NO RS</strong><br />
<em>Por determinação do governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, os boletins de ocorrência das delegacias fluminenses passarão a ter a opção “homofobia” entre as possíveis motivações de crimes registrados. Com isso, o Rio se tornará o primeiro estado a ter estatísticas oficiais precisas da violência contra homossexuais. Em Porto Alegre, um casal de mulheres de Blumenau (SC) ganhou na Justiça o direito de registrar como seus filhos os gêmeos concebidos por uma delas há dois anos. A decisão foi tomada pelo juiz Cairo Madruga, da 8º Vara de Família de Porto Alegre.</em></p>
<p><a href="http://cbnews.correioweb.com.br/html/podcast/podcast.shtml">Ouça: trechos das entrevistas com Paulo Vannuchi, ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e com Eduardo Santarelo, coordenador do Programa Brasil Sem Homofobia</a></p>
<p><strong><a href="http://www.correiobraziliense.com.br/html/noticia_brasil,id_sessao=18/noticia_brasil.shtml" target="blank">Leia mais: a íntegra do plano</a></strong></p>
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