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	<title>Blog do Favre &#187; Hospitais</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 00:00:42 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Kassab reduz verbas para hospitais, corredores de ônibus e obras</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 14:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas bandeiras de campanha de 2008 terão menos recursos no Orçamento de 2010



Fabio Leite &#8211; JT
f.leite@grupoestado.com.br
Obras e ações da lista de promessas feitas pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) na campanha eleitoral de 2008, como a construção de três hospitais, terão menos recursos orçados em 2010 do que este ano. Os números constam na proposta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Algumas bandeiras de campanha de 2008 terão menos recursos no Orçamento de 2010</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><img src="../wp-content/uploads/2008/09/kassab_estadao.jpg" alt="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/kassab_estadao.jpg" width="249" height="249" /><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://1.bp.blogspot.com/__LuBmKBO03g/SosxUxgo9BI/AAAAAAAAAxk/OW0IT6aR_X8/s400/pinoquio.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/__LuBmKBO03g/SosxUxgo9BI/AAAAAAAAAxk/OW0IT6aR_X8/s400/pinoquio.jpg" width="245" height="248" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Fabio Leite &#8211; JT</span></h2>
<p>f.leite@grupoestado.com.br</p>
<p>Obras e ações da lista de promessas feitas pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) na campanha eleitoral de 2008, como a construção de três hospitais, terão menos recursos orçados em 2010 do que este ano. Os números constam na proposta de Orçamento enviada por Kassab à Câmara Municipal, que deve ser analisada e votada pelos vereadores até o fim do ano.</p>
<p>A redução do volume de investimentos pode ser notada logo nos três primeiros itens do Programa de Metas da Prefeitura para esta gestão (2009-2012), chamado Agenda 2012. Os três hospitais prometidos por Kassab &#8211; Parelheiros, Vila Matilde e Brasilândia &#8211; tinham R$ 30 milhões cada previstos no Orçamento deste ano, mas até o fim de setembro não haviam recebido quase nada &#8211; só o da Vila Brasilândia teve empenho (reserva de verba, que ainda pode ser cancelada) de R$ 42,7 mil.</p>
<p>As promessas da área de transportes, ponto crítico da cidade, também tiveram redução na previsão orçamentária. O Expresso Tiradentes (antigo Fura-Fila), por exemplo, que vai virar “metrô leve” de superfície nos 22 km restantes, terá R$ 10 milhões de orçamento, 92,5% menos que os atuais R$ 133,2 milhões. Destes, contudo, apenas 13% (R$ 17,2 milhões) foram liberados até agora à obra que liga o Parque D. Pedro II, no centro, à Cidade Tiradentes.</p>
<p>A promessa de repassar R$ 1 bilhão ao metrô em quatro anos de mandato segue ritmo lento. Kassab chegou a prever R$ 218,3 milhões este ano, mas não os liberou até o fim de setembro. Para 2010, a previsão é de R$ 10 milhões. Em abril, porém, o prefeito disse que o valor prometido ao metrô iria para o Expresso Tiradentes, justamente porque ele atuará como “metrô leve” ou monotrilho. Somando todas as dotações previstas para o próximo ano &#8211; Expresso Tiradentes, metrô e monotrilho -, serão R$ 21 milhões em repasses. Isso significa que nos dois últimos anos de mandato, Kassab teria de repassar até R$ 979 milhões para chegar ao R$ 1 bilhão.</p>
<p><strong>Corredores<br />
</strong><br />
Já o dinheiro reservado para implantação de 66 km de corredores de ônibus, como o da Avenida Celso Garcia, na zona leste, anunciado em agosto de 2007 e atrasado, e o da Engenheiro Luiz Carlos Berrini, zona sul, terá queda de 51,7%. Dos atuais R$ 124,4 milhões (R$ 33,4 milhões empenhados até setembro), haverá R$ 60 milhões para as obras, que incluem um corredor para ligar M’Boi Mirim, sul da cidade, ao centro, outro na Avenida Paes de Barros, ligando leste ao norte, e requalificação de mais 38 km de vias exclusivas de coletivos já existentes.</p>
<p>Kassab ainda prometeu investir R$ 300 milhões para auxiliar o governo do Estado, do seu padrinho político José Serra (PSDB), na construção do Rodoanel. Este ano, contudo, estavam previstos R$ 65,4 milhões, mas nada foi aplicado até setembro. Para 2010, o prefeito reduziu o volume para R$ 5 milhões.</p>
<p>Na Educação, foi prometida construção de 80 novas Escolas Municipais de Ensino Infantil (EMEIs), mas, pelo cronograma de metas na internet, não houve obra iniciada este ano até agora. Do orçamento de R$ 60 milhões, R$ 10,2 milhões foram empenhados até setembro. Para 2010, estão previstos R$ 22,8 milhões.</p>
<p>Já a Fábrica dos Sonhos, construção de 15 barracões de escolas de samba na Barra Funda, prometida para este ano, não será concluída em 2010. Kassab tirou recursos do projeto ao longo de 2009, deixando-o com R$ 229,6 mil, contra orçamento inicial de R$ 3,9 milhões. Para 2010, haverá R$ 1 milhão. Segundo a Prefeitura, o custo da construção deve chegar a R$ 90 milhões, sendo R$ 15 milhões do Executivo.</p>
<p>Dos dois novos teatros prometidos &#8211; Freguesia do Ó, zona norte, e Vila Prudente, zona leste &#8211; os primeiros recursos estão previstos para 2010 &#8211; R$ 100 mil. Para efeito comparativo, a reconstrução do Teatro Cultura Artística vai custar R$ 75 milhões. Já dos 50 Parques Lineares, há um em fase final de implantação (Lajeado) e outro parcialmente entregue à população (Itaim Paulista), segundo a Prefeitura. De R$ 52,3 milhões orçados para este ano, o investimento caiu para R$ 32,4 milhões.</p>
<p><strong><br />
TEORIA E PRÁTICA</strong></p>
<p><strong>HOSPITAIS</strong><br />
Na campanha, Kassab prometeu erguer três, em Vila Brasilândia, Parelheiros e Vila Matilde.</p>
<p>Este ano, há no Orçamento R$ 30 milhões para cada</p>
<p>Para 2010, a previsão é de que cada um receba R$ 5 milhões</p>
<p><strong>RODOANEL</strong><br />
&gt;Kassab prometera aplicar, de 2009 a 2012, R$ 300 milhões na obra</p>
<p>Este ano, foram orçados R$ 65,4 milhões, mas nada foi liberado</p>
<p>Para 2010, foram previstos R$ 5 milhões no Orçamento</p>
<p><strong>TEATROS</strong><br />
Dois novos equipamentos foram prometidos, na Freguesia do Ó e Vila Prudente</p>
<p>Este ano, não houve previsão de recursos no Orçamento</p>
<p>Para 2010, constam R$ 100 mil no projeto enviado à Câmara</p>
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		<item>
		<title>Serra e Kassab cortam verbas importantes para a população e investem pesado em publicidade</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem de Brasil Confidencial para ampliar

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Clique na imagem de <strong>Brasil Confidencial </strong>para ampliar<br />
<img class="size-full wp-image-14549 aligncenter" title="BsBConfidencial_enchentes_orca" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/BsBConfidencial_enchentes_orca.gif" alt="BsBConfidencial_enchentes_orca" width="555" height="929" /></p>
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		<title>Área social da cidade perde recursos no orçamento de Kassab para 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nota do Vereador João Antonio, líder da bancada do PT na Câmara de Vereadores de São Paulo
Redução dos gastos nas áreas sociais e aumento das despesas com propaganda. Esse é o resumo da proposta orçamentária do município de São Paulo para 2010 que o prefeito Kassab enviou à Câmara Municipal. Apesar de projetar uma arrecadação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.folhavp.com.br/vereadores/joao%20antonio.jpg" alt="http://www.folhavp.com.br/vereadores/joao%20antonio.jpg" /><strong>Nota do Vereador João Antonio, líder da bancada do PT na Câmara de Vereadores de São Paulo</strong></p>
<p>Redução dos gastos nas áreas sociais e aumento das despesas com propaganda. Esse é o resumo da proposta orçamentária do município de São Paulo para 2010 que o prefeito Kassab enviou à Câmara Municipal. Apesar de projetar uma arrecadação de R$ 28,1 bilhões no ano que vem, a administração DEM/PSDB não amplia investimento em transporte público, adia mais uma vez obras aguardadas pela população e tira recursos do orçamento das 31 subprefeituras, que prestam serviço diretamente à população.<br />
Os três hospitais novos (Parelheiros, Brasilândia e Vila Matilde) prometidos na campanha eleitoral de 2008 mais uma vez não sairão do papel. Os recursos para a construção dos equipamentos sofreram corte de 83% na comparação entre o orçamento de 2009 e a proposta para 2010: de R$ 30 milhões para R$ 5 milhões cada unidade, o que denuncia que os hospitais, tão aguardados pela população, não são prioridades da administração demotucana.<br />
A previsão de gastos em habitação, saneamento e urbanização de favelas não acompanha o crescimento dessas demandas na cidade. O mesmo acontece com a ampliação da rede própria de creches – que enfrenta um crescente déficit de vagas – e as despesas com assistência e desenvolvimento social (Programa Renda Mínima e albergues), cujos orçamentos para o ano que vem praticamente repetem o que foi planejado para 2009.<br />
No transporte, Kassab reduz para R$ 360 milhões (corte de 31%) a despesa com compensação tarifária, que é o dinheiro que subsidia o preço da passagem. Menos subsídio significa passagem de ônibus mais cara. Kassab não vai construir corredores de ônibus (nem o da Celso Garcia, prometido desde 2007) e na expansão do metrô, que tanto prometeu ajudar, o prefeito programou gastar apenas R$ 10 milhões. É bom lembrar que em 2008 ele havia prometido repassar R$ 1 bilhão para o metrô, mas só entregou R$ 275 milhões.<br />
A redução de gastos só não afeta a área de propaganda, que vai dispor de R$ 105 milhões. Um aumento de 239% na comparação com os R$ 31 milhões inicialmente reservados para este ano (mas que até setembro já haviam atingido R$ 80 milhões, graças aos remanejamentos).<br />
A gestão DEM/PSDB demonstra fragilidade para executar projetos esperados há anos pela população. O prefeito só sabe guardar o dinheiro da prefeitura nos bancos, não libera verba para obras necessárias. Ele não tem um plano para a cidade, toma decisões erradas e depois recua daquilo que anunciou, como vimos recentemente na sua tentativa de reduzir a merenda fornecida em creches e de cortar gastos com o serviço de coleta de lixo e varrição de ruas.</p>
<p>Ver. João Antônio<br />
Líder da Bancada do PT<br />
Câmara Municipal de São Paulo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Kassab, as mulheres do Campo Limpo precisam ser tratadas com mais respeito.</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/kassab-as-mulheres-do-campo-limpo-precisam-ser-tratadas-com-mais-respeito/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Editorial do jornal AGORA
Descaso no Campo Limpo
A mamografia é o exame que detecta o câncer de mama, o tumor que mais mata as brasileiras. Recomenda-se que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Daí se vê como é um procedimento importantíssimo para a saúde da população.
É alarmante, portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong><span style="font-size: x-large;">Editorial do jornal AGORA</span></strong></span></h2>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Descaso no Campo Limpo</span></strong></p>
<p>A mamografia é o exame que detecta o câncer de mama, o tumor que mais mata as brasileiras. Recomenda-se que as mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. Daí se vê como é um procedimento importantíssimo para a saúde da população.</p>
<p>É alarmante, portanto, que o Hospital Municipal do Campo Limpo, o maior da zona sul de São Paulo, esteja há três meses com o mamógrafo quebrado. De acordo com funcionários e pacientes, o aparelho deixou de funcionar no começo de julho e não há previsão para o conserto. Já a Secretaria Municipal de Saúde diz que o novo mamógrafo deve ser instalado até o fim do ano.</p>
<p>Mas o descaso com a saúde no Campo Limpo não para por aí. As mulheres que procuram o hospital para a mamografia são encaminhadas para a UBS (Unidade Básica de Saúde) Vila das Belezas. É só dor de cabeça: na UBS, depois de agendado o exame, a demora para o atendimento chega a três horas.</p>
<p>O hospital é gerido pela secretaria, mas os exames estão sob responsabilidade da OSS (Organização Social de Saúde) Fidi. Não dá para entender por que o aparelho ainda não foi trocado. O diagnóstico precoce do câncer de mama facilita a sua cura. As mulheres do Campo Limpo precisam ser tratadas com mais respeito.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Faltam médico e remédio em UBSs e Kassab fecha maternidade do hospital Tatuapé. Serra sanciona terceirização em hospitais de SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/faltam-medico-e-remedio-em-ubss-e-kassab-fecha-maternidade-do-hospital-tatuape-serra-sanciona-terceirizacao-em-hospitais-de-sp/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 16:12:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rivaldo Gomes/Folha Imagem

Waldomiro Rocha não conseguiu remédios receitados
 Faltam médico e remédio em UBSs
Ver também
Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009
Willian Cardoso e Léo Arcoverde do Agora
Além do fechamento da maternidade do Hospital Municipal do Tatuapé, a redução de gastos na área da saúde também tem gerado problemas como falta de remédios e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font size="1"><em>Rivaldo Gomes/Folha Imagem<br />
<img src="http://f.i.uol.com.br/agora/saopaulo/images/09261520.jpeg" alt="Waldomiro Rocha não conseguiu remédios receitados" border="0" /><br />
Waldomiro Rocha não conseguiu remédios receitados</em></font></p>
<p><strong> <font size="5">Faltam médico e remédio em UBSs</font></strong></p>
<p>Ver também<br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/" title="Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009" rel="bookmark">Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009</a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Willian Cardoso</strong> e <strong>Léo Arcoverde</strong> do <strong>Agora</strong></p>
<p>Além do fechamento da maternidade do Hospital Municipal do Tatuapé, a redução de gastos na área da saúde também tem gerado problemas como falta de remédios e médicos na capital.</p>
<p>Na UBS Sítio da Casa Pintada, na Vila Jacuí (zona leste de SP), segundo moradores da região, não há anti-inflamatório nem curativo para os pacientes. Pior para o cabeleireiro Waldomiro Gomes da Rocha, 48 anos. Após ser atendido, por conta de um dedo inflamado, ele soube, na farmácia da unidade, que voltaria para casa sem a medicação receitada. &#8220;Entrou um pedaço de cabelo de um cliente na terça-feira. Pensei que iria melhorar, mas não consegui dormir de tanta dor. O médico receitou remédio e curativo. Só que não tem.</p>
<p>Na UBS Jardim das Oliveiras, também na zona leste, uma funcionária contou que uma paciente precisou obter prescrição de insulina com uma médica da AMA que fica ao lado, pois a UBS ficou sem médico por três horas.</p>
<p>No Hospital do M&#8217;Boi Mirim (zona sul de SP), pacientes contavam com dois clínicos no pronto-atendimento no fim da tarde de ontem. Um pediatra era responsável pela UTI, pela internação infantil e por eventuais emergências no pronto-socorro.</p>
<p><strong>Resposta</strong><br />
A Secretaria Municipal da Saúde disse que atende toda a demanda tanto nas situações de urgência quanto nas consultas agendadas. A pasta também negou falta de profissionais na rede. Em relação à UBS Jardim das Oliveiras, a pasta explicou que os casos de urgência, em eventual falta de profissionais médicos, são encaminhados para a AMA.</p>
<p>A Saúde nega a falta de curativo e de medicamento na unidade. Procurada ontem à noite novamente, a pasta informou que não teria como responder sobre o hospital do M&#8217;Boi Mirim.</p>
<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/13374/" rel="attachment wp-att-13374" title="kassab_estadao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_estadao.jpg" alt="kassab_estadao.jpg" height="262" width="262" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/13376/" rel="attachment wp-att-13376" title="saude_uti1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/saude_uti1.jpg" alt="saude_uti1.jpg" height="261" width="273" /></a></p>
<p><font size="5"><strong>Kassab fecha maternidade do hospital Tatuapé</strong></font></p>
<p>ver também<br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/" title="Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009" rel="bookmark">Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009</a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Bruno Ribeiro e Léo Arcoverde do Agora</p>
<p>Depois de se comprometer, por escrito, a manter a maternidade do hospital do Tatuapé (zona leste de SP) aberta, a gestão Gilberto Kassab (DEM) decidiu que fechará a unidade definitivamente. A maternidade contava com equipamentos complexos, como tomógrafo e UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para adultos, usada por mães que corressem risco de morte.</p>
<p>A medida ocorre em um momento em que a Secretaria Municipal da Saúde passa por um congelamento de R$ 644 milhões nas verbas da saúde. Cerca de 17% do total de recursos já empenhados (reservados para serem gastos) neste ano ainda não foram utilizados. A prefeitura nega relação entre o fechamento da maternidade e a economia de dinheiro.</p>
<p>A maternidade fazia 90 partos por mês, cerca de 1% do total mensal da cidade, e está fechada desde junho do ano passado. Mas era para ser um fechamento temporário. Segundo a prefeitura, como a UTI adulta passaria por reformas e o setor da maternidade era a única parte do prédio que poderia abrigar a estrutura da UTI, que não poderia deixar de funcionar, a maternidade foi desativada e a UTI ocupou o local.</p>
<p>Antes mesmo do fechamento, funcionários já diziam que o plano da prefeitura era fechar a maternidade para sempre, o que foi negado. O secretário-adjunto na época chegou a assinar um termo de compromisso, em nome do secretário Januário Montone, e o entregou à Câmara Municipal. O texto dizia que a reforma terminaria em 90 dias e a maternidade reabriria (veja quadro ao lado).</p>
<p>Passados mais de 450 dias, na última semana do mês passado, o conselho gestor do hospital foi avisado que o fechamento era definitivo.</p>
<p>O coordenador do conselho gestor, médico Marcelo Sidney Gonçalves, disse que não há falta de leitos de maternidade na cidade. Mas que o hospital do Tatuapé é &#8220;um caso à parte&#8221;, dada a estrutura para os partos de risco. &#8220;No final de julho, uma mãe de 19 anos que teve parto no [hospital estadual] Leonor Mendes de Barros [referência para partos na zona leste] e faleceu no transporte. Teve complicação, não tinha estrutura para dar suporte à mãe, botaram na ambulância para chegar até o hospital Sapopemba [zona leste] e chegou morta. No Tatuapé, há todo esse suporte.</p>
<p>Ontem, a enfermeira Maura Rezende Correia de Lima, 23 anos, grávida de sete meses e hipertensa, foi com o marido até a porta do hospital e não conseguiu atendimento. &#8220;A minha médica, que é residente aqui, me encaminhou do Hospital João 23 [na Mooca] para essa unidade, para que eu desse continuidade ao meu pré-natal. Tive 16 por 10 de pressão ontem à noite, e, mesmo assim, não me atendem&#8221;, reclamou a paciente.</p>
<p>A enfermeira disse que sua gravidez é de alto risco e que esperava ser melhor atendida. &#8220;Pensei que pudesse ter meu filho aqui. É um absurdo isso que o prefeito está fazendo.&#8221;<br />
<strong><br />
Demanda diminuiu, diz pasta</strong></p>
<p>Bruno Ribeiro<br />
do Agora</p>
<p>A Secretaria Municipal da Saúde disse, em nota, que vai fechar a maternidade do hospital municipal do Tatuapé porque a demanda na região vem diminuindo.</p>
<p>&#8220;Há cinco anos, faziam-se 350 partos por mês. No último ano, o máximo a que se chegou foi a 90 partos por mês. Outra razão é a localização do hospital, na mesma avenida onde fica a Maternidade Leonor Mendes de Barros, que também vem perdendo demanda &#8211;hoje com 40% de ociosidade&#8221;, informou a nota.</p>
<p>O texto diz que o hospital nunca foi referência de partos de risco. &#8220;A referência da região é a Leonor Mendes de Barros&#8221;, que, segundo a nota, possui leitos de berçário e de UTI.</p>
<p>Segundo o texto, as pacientes do Tatuapé irão para o Leonor e para o Hospital Municipal Doutor Ignácio Proença de Gouveia, que recebeu 16 novos leitos (mesma quantidade que tinha o Tatuapé).</p>
<p>Sobre a alegação de que a maternidade era cara, a nota diz que &#8220;a intenção da Secretaria Municipal da Saúde não é fazer economia, e sim priorizar as necessidades da população que atende&#8221;</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/faltam-medico-e-remedio-em-ubss-e-kassab-fecha-maternidade-do-hospital-tatuape-serra-sanciona-terceirizacao-em-hospitais-de-sp/13450/" rel="attachment wp-att-13450" title="kassab_serra2.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_serra2.jpg" alt="kassab_serra2.jpg" height="333" width="500" /></div>
<p></a></p>
<p><font size="5"><strong>Serra sanciona terceirização em hospitais de SP</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Folha de S.Paulo</p>
<p>O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), sancionou o projeto de lei que permite que todos os hospitais públicos da rede estadual sejam dirigidos por OSs (organizações sociais), mas vetou o artigo que possibilitaria que esses hospitais atendessem, mediante cobrança, a pacientes particulares e com plano de saúde. A decisão está na edição de hoje do &#8220;Diário Oficial&#8221; do Estado.</p>
<p>O projeto de lei original, de autoria do governador, só previa a permissão para a terceirização. A reserva de até 25% dos atendimentos a pacientes particulares e com plano de saúde foi acrescentada durante a tramitação na Assembleia, por uma emenda da deputada Maria Lúcia Amary (PSDB).</p>
<p>Entidades de defesa do SUS (Sistema Único de Saúde), contrárias aos termos do projeto de lei, apostavam que no final a cobrança nos hospitais públicos seria vetada. Segundo elas, o governo apoiou essa emenda com o objetivo de provocar uma grande polêmica em torno da cobrança e, assim, aprovar sem questionamentos a terceirização da gestão dos hospitais.</p>
<p>De acordo com o governador, a emenda da deputada tucana foi vetada porque uma lei federal e outra estadual obrigam a operadora de plano de saúde, quando seu cliente é atendido num hospital público, a fazer o pagamento ao SUS. As leis não falam em paciente particular.</p>
<p>A reportagem procurou a deputada Maria Lúcia Amary ontem, mas não conseguiu contato. Questionada antes do veto sobre não ser especialista em saúde &#8211;uma das críticas de entidades de saúde&#8211;, ela respondeu: &#8220;Eu não conheço todos os assuntos, mas procurei me inteirar. [Se fossem necessários conhecimentos específicos,] Lula não seria presidente. Ele não tem nem curso superior e discute qualquer assunto, inclusive os que ele não conhece&#8221;.</p>
<p>As OSs são entidades privadas sem fins lucrativos habilitadas para gerir hospitais, laboratórios e postos de saúde públicos. Elas recebem do dinheiro enviado pelos cofres públicos. O governo continua sendo o dono dos hospitais e exige que as entidades cumpram metas em sua gestão. Esse modelo começou a ser utilizado em São Paulo em 1998. Hoje o Estado já conta com 25 hospitais geridos pelas OSs.</p>
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		<title>Kassab congela 12% da verba da Saúde para 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 13:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Recursos represados chegam a R$ 644,4 milhões; construção de três hospitais perdeu metade do dinheiro
Diego Zanchetta &#8211; O Estado SP
A gestão Gilberto Kassab (DEM) descumpriu a promessa de não congelar verbas na área da Saúde. Somente no primeiro semestre deste ano, os recursos represados da pasta somaram R$ 644,4 milhões, o equivalente a 12% do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/13374/" rel="attachment wp-att-13374" title="kassab_estadao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/kassab_estadao.jpg" alt="kassab_estadao.jpg" height="262" width="262" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-12-da-verba-da-saude-para-2009/13376/" rel="attachment wp-att-13376" title="saude_uti1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/saude_uti1.jpg" alt="saude_uti1.jpg" height="261" width="273" /></a></p>
<p><strong><font size="4">Recursos represados chegam a R$ 644,4 milhões; construção de três hospitais perdeu metade do dinheiro</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Diego Zanchetta &#8211; O Estado SP</p>
<p>A gestão Gilberto Kassab (DEM) descumpriu a promessa de não congelar verbas na área da Saúde. Somente no primeiro semestre deste ano, os recursos represados da pasta somaram R$ 644,4 milhões, o equivalente a 12% do orçamento anual atualizado para o setor, de R$ 5,4 bilhões. Uma das dotações mais atingidas, com um contingenciamento de 77%, é a rubrica destinada a ampliação e reforma de equipamentos de saúde: foram congelados R$ 79,7 milhões de um orçamento anual de R$ 104,1 milhões.</p>
<p>Os dados constam no Relatório de Acompanhamento Orçamentário e Financeiro da Secretaria Municipal da Saúde do segundo trimestre, enviado à Câmara Municipal. Desde fevereiro, o prefeito vinha afirmando que o congelamento de verbas não atingiria as áreas de Saúde e de Educação. Outras obras e intervenções, como a construção de túneis e viadutos, a varrição, a coleta do lixo, o recapeamento de ruas e a limpeza de galerias pluviais já foram atingidos por corte e congelamentos de até 20% na verba de 2009.</p>
<p>Mas o relatório assinado pelo secretário da Saúde, Januário Montone, e entregue à Comissão de Saúde do Legislativo, mostra que o congelamento também atingiu, por exemplo, a verba prevista para a construção de três novos hospitais até 2012, uma das principais promessas de Kassab feitas durante a campanha da reeleição. Dos R$ 90 milhões previstos este ano para o início da construção de hospitais na Vila Brasilândia (zona norte), em Parelheiros (zona sul) e na Vila Matilde (zona leste), R$ 45 milhões foram congelados no primeiro semestre. As três unidades ainda estão em fase de projeto.</p>
<p>Outro programa vitrine da primeira gestão do prefeito foi atingido pelo congelamento. Se entre 2006 e 2008 o prefeito entregou 110 AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais), neste ano apenas uma unidade das dez previstas pelo governo no Plano de Metas ficou pronta, na Casa Verde. Oito unidades ainda estão na fase de definição de parceiros. Ao todo, o prefeito congelou no semestre R$ 30,5 milhões para a construção de novos equipamentos de saúde &#8211; ou 70% dos R$ 43,9 milhões previstos.</p>
<p>No Plano de Metas também estão previstas 50 unidades de atendimento odontológico (AMAs-Sorriso) até 2012. Nenhuma ficou pronta neste ano. A verba de R$ 92,9 milhões para o Serviço de Atendimento Médico de Urgência também sofreu congelamento de 15% (R$ 14,2 milhões). Da rubrica que prevê verba anual de R$ 11,6 milhões para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores, foi congelado R$ 1 milhão (9%).</p>
<p>&#8220;SEM CORTES&#8221;</p>
<p>Em nota, a Secretaria da Saúde informou que não haverá cortes de verbas na pasta e os prazos serão cumpridos para a construção de AMAs e de hospitais. &#8220;Cabe ainda explicar que o contingenciamento se refere a um quadro momentâneo do processo orçamentário&#8221;, diz a nota. A pasta afirma que o contingenciamento &#8220;é uma ferramenta de austeridade e responsabilidade de uma gestão preocupada com o cenário de crise mundial, presente principalmente no primeiro semestre de 2009, mas que, de forma alguma, inviabiliza ou causa prejuízo aos serviços de saúde&#8221;.</p>
<p>Do total de R$ 5,4 bilhões para o ano, o governo empenhou (já previu gastar) R$ 2,9 bilhões de janeiro a junho. A Saúde garante que os serviços de pronto atendimento não estão sendo afetados pelo congelamento. A pasta ressalta ainda ter investido mais de R$ 10 milhões só por causa da gripe A (H1N1).</p>
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		<title>Kassab congela R$ 644 milhões da Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Bruno Ribeiro do Agora
 A Prefeitura de São Paulo congelou R$ 644,4 milhões na Secretaria Municipal da Saúde previstos para ser gastos no primeiro semestre deste ano. O congelamento no Orçamento atinge setores como a manutenção dos atendimentos de emergência dos hospitais, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o Programa Saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-r-644-milhoes-da-saude/13238/" rel="attachment wp-att-13238" title="saude_uti.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center">
<h1><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-r-644-milhoes-da-saude/13238/" rel="attachment wp-att-13238" title="saude_uti.jpg"> </a></h1>
<h1><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/kassab-congela-r-644-milhoes-da-saude/13238/" rel="attachment wp-att-13238" title="saude_uti.jpg"><img src="http://doisdedosdeprosa.files.wordpress.com/2007/04/kassab.jpg" alt="http://doisdedosdeprosa.files.wordpress.com/2007/04/kassab.jpg" align="right" height="220" width="263" /></a></h1>
<p><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/saude_uti.jpg" alt="saude_uti.jpg" height="227" width="238" /></div>
<p><!--/TITULO--></h1>
<div style="background-color: #ffff99" id="articleBy"> <strong>Bruno Ribeiro</strong> do <strong>Agora</strong></div>
<p><!--TEXTO--> A Prefeitura de São Paulo congelou R$ 644,4 milhões na Secretaria Municipal da Saúde previstos para ser gastos no primeiro semestre deste ano. O congelamento no Orçamento atinge setores como a manutenção dos atendimentos de emergência dos hospitais, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), o Programa Saúde da Família e a Vigilância em Saúde &#8211;que cumpre políticas preventivas, como o combate à dengue e à gripe suína.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.agora.com.br/saopaulo/ult10103u621208.shtml">Recurso será investido até dezembro</a></li>
</ul>
<p>O congelamento é admitido em um relatório da Secretaria Municipal da Saúde enviado à Câmara Municipal. O texto diz que a prefeitura empenhou (reservou para ser gasto), até o final de junho, 54% do Orçamento do ano todo da pasta, mas só liquidou (gastou) 37% dessa verba.</p>
<p>Os números contradizem declarações do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que afirmou mais de uma vez que a saúde pública era uma das áreas prioritárias e que não teria gastos reduzidos neste ano. Culpando a queda de arrecadação trazida pela crise econômica, a prefeitura fez cortes em algumas áreas. Na varrição de ruas, por exemplo, a redução foi de 22%.</p>
<p>Com os recursos que deixaram de ser gastos, a prefeitura poderia construir cerca de 600 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) na cidade ou ainda os três hospitais que o prefeito prometeu (um na Vila Brasilândia, na zona norte, um em Parelheiros, na zona sul, e um terceiro na zona leste) e operá-los por cinco anos. As obras desses hospitais ainda não começaram. Com esse recurso, o Programa Saúde da Família, que atende cerca de 4 milhões de pessoas, funcionaria por quase um ano e meio.</p>
<p><strong>Propaganda</strong><br />
Na contramão do congelamento, a propaganda da Secretaria da Saúde custariaR$ 2 milhões no ano, segundo o Orçamento. A prefeitura reviu os gastos e aumentou o recurso para R$ 17 milhões. Até o fim de junho, reservou R$ 12 milhões dessa verba e já gastou R$ 1,7 milhão &#8211;quase a previsão original para 2009.</p>
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		<title>De médicos e gripes</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 18:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JANIO DE FREITAS &#8211; FOLHA SP  




 Provavelmente é a 1ª vez  que o país se vê ante situação crítica de saúde sem sucumbir à falta de medicamento 



MÉDICOS ENVOLVIDOS no combate direto à gripe A, dita suína, começam a fazer críticas públicas ao jornalismo que se ocupa do problema. Além de reconhecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="+1" color="#000080">JANIO DE FREITAS &#8211; FOLHA SP  </font></strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/116/116/15/3656414.gripe_suina_mundo_254_398.jpg" alt="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/116/116/15/3656414.gripe_suina_mundo_254_398.jpg" /></div>
<table width="446" height="99">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Provavelmente é a 1ª vez  que o país se vê ante situação crítica de saúde sem sucumbir à falta de medicamento </em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>MÉDICOS ENVOLVIDOS no combate direto à gripe A, dita suína, começam a fazer críticas públicas ao jornalismo que se ocupa do problema. Além de reconhecer a razão dos médicos, é preciso admitir também que estão sendo vítimas de uma injustiça. As providências médicas e o trabalho psicológico-informativo feitos no Brasil a partir do Ministério da Saúde, desde os primeiros sinais externos de uma gripe incomum, têm sido sucessos na sua competência e, a despeito das más influências do contravapor sensacionalista, nos seus efeitos.<br />
Ressalta logo, nesse quadro, ser  provavelmente a primeira vez que o  Brasil se vê ante uma situação crítica  de saúde pública sem sucumbir, em  pouco tempo, à falta de medicamento específico e à distribuição caótica  do estoque insuficiente. É a máquina  pública em ação, no entanto, a máquina dada como inútil e que, apenas  recebe comando competente, comprova seu papel insubstituível e  comprova-se capaz de exercê-lo.<br />
Não fomos postos diante de um  problema secundário, mas do risco  de sermos invadidos por uma epidemia depressa elevada, por sua rapidez mundial, a pandemia. Risco  agravado pela vizinhança com Uruguai, atual recordista relativo em  número de vítimas, e Argentina, que  ultrapassou o México e nem sabe ao  certo, ou não diz, a quanto somam os  seus vitimados; e ainda a proximidade com o Chile, outro país de números muito altos. Consideradas as  ameaças geográficas de contaminação e a concentração demográfica  dos Estados brasileiros mais expostos a ela, no Sul e no Sudeste, nem  caberia dar nome de epidemia ao  que ocorre no Brasil. Ainda mais se  comparadas as mortes provocadas  pela gripe comum em 2008 (Folha  de sábado) e nos iguais meses deste  ano, pela gripe A: só em julho, e só  na cidade de São Paulo, 629 mortes  em 2008, e, em todo o Brasil, 45  mortes provocadas até ontem pela  gripe A.<br />
Mas cinco mortes mais, ou cem  doentes sob tratamento em UTI no  Rio Grande do Sul, levam a um noticiário de espaço, de tempo e de termos alarmistas. A queixa médica é  correta: não adianta que o ministro  José Gomes Temporão fale aos  meios de comunicação todos os  dias, desde o primeiro momento do  problema, dando informações claras e calmas contra o alarmismo, e  sobre as condutas convenientes na  população. E, como Temporão, à  vista do alarmismo tantos outros  médicos se ocupem com esclarecimentos e orientação acalmante.  Não adianta: hospitais e demais  centros de atendimento já são levados ao tumulto e à incapacidade de  dar vazão à procura tão aflita quanto equivocada. Há um relato médico  de que mais de metade dos atendidos nem a gripe comum tinham,  quando muito passavam por um  resfriado ou uma dor de garganta.<br />
Na fase inicial da ação contra a  gripe A, houve uma tentativa política de aproveitar o problema contra  o ministro Temporão, que não ocupa o cargo como ponta de lança, ou  &#8220;laranja&#8221;, de nenhum grupo político. Chegou a haver a publicação de  que &#8220;o corpo técnico da saúde não  gostou da recomendação do ministro José Temporão para que os brasileiros evitem viagens à Argentina,  devido ao risco da gripe suína&#8221;. Os  &#8220;técnicos&#8221; do Ministério da Saúde  preocupados com as perdas do turismo na Argentina &#8211; a mediocridade de lobismo político não tem cura.<br />
Não é demais repetir o dado do  Ministério da Saúde: a gripe comum  provocou 70.142 mortes registradas  no Brasil em 2008. Ou 192 por dia.  As mortes pela gripe A não são menos deploráveis, mas seu número é  um atestado de êxito do que foi feito  para enfrentá-la aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hospital de Kassab vive cenário de caos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 16:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Capa do AGORA



Gabriela Gasparin do Agora
Crianças virando a noite em macas nos corredores, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) improvisada na sala de emergência por falta de leitos, idosos, crianças e gestantes em pé por horas à espera de um raio-X, equipamentos parados, quebrados há um ano.
As cenas são do Hospital Municipal do Campo Limpo (zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><em>Capa do AGORA</em></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/hospital-de-kassab-vive-cenario-de-caos/11097/" rel="attachment wp-att-11097" title="kassab_agora_hospital.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/kassab_agora_hospital.jpg" alt="kassab_agora_hospital.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">Gabriela Gasparin do Agora</p>
<p>Crianças virando a noite em macas nos corredores, UTI (Unidade de Terapia Intensiva) improvisada na sala de emergência por falta de leitos, idosos, crianças e gestantes em pé por horas à espera de um raio-X, equipamentos parados, quebrados há um ano.</p>
<p>As cenas são do Hospital Municipal do Campo Limpo (zona sul de SP), referência na região por ser o único centro médico municipal hospitalar com atendimento direto 24 horas para uma população de pelo menos 1 milhão de pessoas &#8211;principalmente dos distritos de Capão Redondo, Campo Limpo, Jardim Ângela e Jardim São Luiz.</p>
<p>O hospital, que também é o único com atendimento emergencial psiquiátrico na região e que é referência em traumas, atende pacientes de outras regiões da capital e de outros municípios.</p>
<p>A Comissão da Saúde da Câmara Municipal esteve no local ontem, em vistoria que o Agora acompanhou. É o segundo hospital que apresenta problemas nas vistorias. O primeiro foi o do Tatuapé (zona leste de SP), fiscalizado pelos vereadores no mês passado.</p>
<p>Ambos são administrados pelo governo de Gilberto Kassab (DEM) &#8211;que, em sua campanha à reeleição, disse ter melhorado a saúde municipal e usou a inauguração de unidades de saúde como trunfo para bater Marta Suplicy (PT).</p>
<p>Mães dizem ter passado a noite com os filhos em macas no corredor do hospital do Campo Limpo porque não havia leitos na pediatria. &#8220;Cheguei às 7h30 de ontem [anteontem]. Meu filho caiu na creche&#8221;, disse Jamile dos Santos Silva, 19 anos.</p>
<p>Pacientes em estado grave, com quadro para estarem na UTI, permaneciam na sala de emergências. Um deles é Euclides Sebastião de Brito, 67 anos. Até a tarde de ontem, o aposentado estava havia dois dias entubado e em coma na sala, como disse o filho Marcos Sebastião de Brito, 32 anos.</p>
<p>No pronto-socorro, pacientes reclamavam da falta de ortopedistas de plantão &#8211;até porque a unidade é referência em traumas (fraturas por acidentes). Na AMA (Assistência Médica Ambulatorial), pacientes que tinham chegado às 8h30 começavam a ser chamados para triagem às 10h30.<br />
<strong><br />
Equipamentos</strong><br />
Com valor estimado hoje em US$ 700 mil, o único equipamento de ressonância magnética da rede municipal, que está disponível para o hospital há três anos, não foi entregue porque as obras da sala que abrigariam o equipamento estão em andamento desde aquela época. Segundo a comissão, o contrato com a empresa que forneceria a máquina venceu sem que a sala ficasse pronta. Os pacientes do hospital também não podem usufruir de um dos dois equipamentos de tomografia existentes no hospital, uma vez que a máquina está quebrada há um ano.</p>
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		<title>Editorial do Estadão confronta as promessas de Kassab com a realidade</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 13:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Editorial O Estado de São Paulo 
Agenda para a cidade ideal
A cidade ideal está retratada no plano de metas elaborado pela atual administração municipal de São Paulo e batizado de Agenda 2012. É uma metrópole desenhada sobre seis eixos de atividades que a tornam exemplo de cidade sustentável, culturalmente rica, com uma administração articulada e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5">Editorial O Estado de São Paulo </font></p>
<p><strong><font size="4">Agenda para a cidade ideal</font></strong><br />
A cidade ideal está retratada no plano de metas elaborado pela atual administração municipal de São Paulo e batizado de Agenda 2012. É uma metrópole desenhada sobre seis eixos de atividades que a tornam exemplo de cidade sustentável, culturalmente rica, com uma administração articulada e eficaz, que oferece grandes oportunidades profissionais e respeita criteriosamente os direitos da população. Para transformar esse cenário em realidade, a Prefeitura estima serem necessários investimentos de R$ 20 bilhões em quatro anos.</p>
<p>À primeira vista, trata-se de um projeto pouco realista, uma vez que em 2009 muito pouco poderá ser realizado. Dos R$ 4,65 bilhões previstos para investimentos até dezembro, R$ 2,9 bilhões foram congelados e, se realizados, os gastos serão quase três vezes menores do que o necessário. Ainda que sejam somados aos recursos municipais os estaduais, os federais e os da iniciativa privada, é muito difícil de alcançar a meta de investimentos.</p>
<p>A Agenda 2012 não traz novidades, a não ser no que se refere à ampliação do uso da tecnologia da informação para aperfeiçoar a fiscalização e, assim, aumentar a arrecadação. Nas demais áreas, o programa apenas condensa num só plano velhos projetos &#8211; alguns com mais de 30 anos.</p>
<p>O plano de metas atende a uma exigência legal criada por meio de emenda à Lei Orgânica do Município, aprovada no ano passado por iniciativa do Movimento Nossa São Paulo e de outras 570 entidades. Em entrevista ao Estado, o secretário de Planejamento, Manuelito Magalhães, afirmou que a Agenda 2012 representa um compromisso moral que o prefeito assume com a população.</p>
<p>A Prefeitura poderá rever as metas semestralmente e o andamento dos projetos será acompanhado por um Conselho Municipal. A população poderá acompanhar o cumprimento das promessas pelo website Observatório da Cidade. O não-cumprimento das metas poderá levar a Câmara Municipal a acionar a Prefeitura, por desrespeito à Lei Orgânica.</p>
<p>Os &#8220;compromissos morais&#8221; assumidos durante campanhas eleitorais deveriam ser respeitados pelos políticos sem que a isso fossem obrigados por normas legais. Mas não é isso o que ocorre.</p>
<p>O prefeito Gilberto Kassab, por exemplo, prometeu na última campanha eleitoral construir três modernos hospitais &#8211; um grande avanço quando se considera que nos últimos oito anos apenas dois foram entregues à população. Mas no orçamento municipal de 2009, antes dos cortes anunciados em janeiro, apenas R$ 30 milhões estavam previstos para cada uma das obras. Técnicos da Comissão de Finanças da Câmara Municipal estimam que a construção de cada prédio exigiria pelo menos R$ 100 milhões, sem considerar equipamentos, pessoal e custeio.</p>
<p>A proposta de atender todas as crianças à espera de vagas em creches é outra meta anunciada em campanha que se repete na Agenda 2012. O candidato Kassab prometeu criar 80 mil vagas, embora relatório do Tribunal de Contas do Município indicasse a carência de 96 mil e o Ministério Público Estadual estimasse um déficit de 110 mil. Para cumprir a promessa, teriam de ser construídas ou conveniadas 690 creches, uma a cada dois dias de mandato, com investimento aproximado de R$ 1 bilhão. Há dias, no entanto, a Prefeitura reestimou em 57,6 mil as crianças não atendidas.</p>
<p>Com jogos de números como esse, os governantes se eximem de cumprir suas promessas e deixam de atender às reais necessidades da população. As promessas recorrentes e os projetos nunca realizados, envolvendo questões como a revitalização do centro, a construção de corredores exclusivos de ônibus e a organização do tráfego pesado nas ruas da cidade, tornam a população cética em relação aos programas anunciados pelo governo.</p>
<p>Desde a aprovação do Estatuto das Cidades até a elaboração do Plano Diretor Estratégico municipal, vários mecanismos foram criados para que a população participasse e controlasse a gestão pública &#8211; e muito pouco foi alcançado. Só resta esperar que, com a plena vigência da nova lei, os políticos só prometam o que podem cumprir e a população e as organizações civis sejam rigorosas na cobrança.</p>
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