19/09/2009 - 13:54h Paulistano gasta quase 3 h por dia no trânsito classificado como “ruim ou péssimo” por 71%

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Pesquisa divulgada ontem pela ONG Movimento Nossa São Paulo revela que o paulistano passa, em média, 2h43min todos os dias no trânsito. O estudo foi encomendado pela entidade e feito pelo Ibope Inteligência, que ouviu 805 pessoas com 16 anos ou mais nas cinco regiões da capital, entre 28 de agosto e 2 de setembro.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos, para mais ou para menos.

Em um ano, o tempo que os moradores da capital dizem gastar no trânsito todos os dias aumentou em 13 minutos, de 2h30 para 2h43. O aumento se justifica pelo crescimento nos principais indicadores negativos de transporte em São Paulo.

O trânsito – classificado como “ruim ou péssimo” por 71% dos 805 entrevistados – recebeu nota 3, numa escala de 0 a 10. Com a má avaliação, aumenta o apoio a medidas polêmicas, como a ampliação da Marginal do Tietê (89% favoráveis) e o rodízio de carros em dois dias (apoio de 52%). Cresceu também a aprovação ao pedágio urbano, passando de 24% para 26% de pessoas favoráveis.

Fonte Jornal da Tarde

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18/09/2009 - 10:20h “Gestão” Kassab: transporte público cada vez pior


Usuário reclama que espera mais por ônibus

Entrevistados pelo Ibope também apontam maior superlotação

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Renato Machado – O Estado SP

Os usuários de transporte coletivo na cidade de São Paulo acham que os ônibus estão demorando mais para passar e estão mais lotados. Segundo dados preliminares de uma pesquisa do Ibope encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo, 44% dos entrevistados afirmam que aumentou o tempo de espera no último ano, ante 42% que acham que está igual. Para apenas 11% diminuiu e outros 3% não souberam responder.

Situação parecida foi constatada em relação à lotação. Os dados mostram que 50% apontaram aumento na lotação, ante 43% que acham que não houve mudança. Somente 4% afirmaram que diminuiu e outros 2% não souberam responder. A pesquisa Ibope foi feita entre 28 de agosto e o dia 1º deste mês. Foram ouvidas 805 pessoas.

“Os ônibus sempre foram lotados. Mas eles estão demorando mais e, por isso, a gente se mete no primeiro que passa”, diz o auxiliar administrativo Marcelo de Oliveira Calixto, de 27 anos. Por volta de 7h50, ele pega o ônibus na Avenida Francisco Morato, no Jardim Canner, e segue até a Paulista.

Os especialistas ressaltam que a pesquisa reflete a percepção do usuário e não exatamente a situação, já que não é baseada em estatísticas operacionais. “Mas é um importante termômetro da situação”, diz o superintendente da Associação Nacional de Transporte Público, Marcos Pimentel Bicalho. “Um dos fatores que prejudicam os ônibus cada vez mais é o congestionamento. Os ônibus são os que mais sofrem, porque tem uma rota fixa e não podem fugir das filas. Mas também temos de analisar se a frota diminuiu.”

Segundo dados do site da São Paulo Transportes (SPTrans), houve redução na frota cadastrada que serve o transporte público. Os números de agosto (os mais recentes) apontam que há 14.868 veículos. No mesmo mês do ano passado, eram 14.982. Por outro lado, a média mensal de passageiros transportados até agosto foi de 235,3 milhões ante 231,2 milhões do período anterior.

A SPTrans afirma que não registrou aumento no tempo de espera nos ônibus e as partidas continuam com o mesmo intervalo. “Além disso, o acompanhamento feito aponta aumento de 3,5% na velocidade nos corredores no pico da manhã.” A empresa diz que os dados no site referem-se à frota cadastrada e não à frota circulante, sendo que a última não diminuiu porque “cada linha tem um número definido de veículos”. A SPTrans diz que os novos ônibus têm capacidade maior de transporte e, por isso, aumentou a quantidade de passageiros transportados por veículos.

23/07/2009 - 10:55h IBOPE DO PARANÁ: INFORMAÇÃO EQUIVOCADA!

Foi divulgada e reproduzi aqui, pesquisa do Ibope para governador do Paraná. Na verdade era só em Curitiba. No Estado todo, a situação é de empate entre o prefeito Beto Richa e o senador Osmar Dias.

21/07/2009 - 11:28h Richa mantém favoritismo para a disputa paranaense

Folhapress, de São Paulo – VALOR

Em meio a suspeitas de caixa dois na campanha eleitoral, o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), lidera a pesquisa de intenção de voto para o governo do Paraná realizada pelo Ibope a pedido da rádio BandNews. Segundo o levantamento, o tucano aparece com mais de 60% nos dois cenários em que seu nome foi incluído.

No primeiro cenário, Richa aparece na frente com 63% das intenções de voto, seguido pelo senador Osmar Dias (PDT-PR), com 14%, e pelo vice-governador Orlando Pessuti (PMDB), com 4%. Os brancos e nulos somam 13% e os que não sabem ou não responderam, 6%.

No segundo cenário, quando o nome de Osmar Dias é trocado pelo da petista Gleisi Hoffman, o prefeito também está na frente com 65% do eleitorado. Gleisi aparece em segundo, com 12%; e Pessuti em terceiro, com 5%. Os brancos e nulos somam 11% e os que não sabem ou não responderam, 6%.

O Ibope apresentou outros dois cenários nos quais Richa é substituído pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que também aparece na frente com mais de 30%. Na primeira lista, Álvaro Dias tem 30%, seguido por Osmar Dias, com 26%. Pessuti aparece em terceiro, com 8%. Os brancos e nulos somam 23% e os que não sabem ou não responderam, 10%.

Na segundo lista, Álvaro Dias lidera com 39%, Gleisi tem 18%, e Pessuti 8%. Os brancos e nulos somam 22% e os que não sabem ou não responderam, 12%. O Ibope ouviu 805 eleitores entre os dias 16 e 18 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Richa saiu de férias no último dia 12 e só volta ao Brasil no dia 25. Ele viajou para a Europa com a mulher, Fernanda Richa, e os filhos sem compromissos oficiais.

Richa saiu de férias durante o recesso na Câmara Municipal, que esfriou a possibilidade de ser instalada uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigá-lo das suspeitas de fazer caixa dois para financiar sua reeleição em 2008. Para que a CPI seja instalada, é necessária a adesão de pelo menos 13 dos 38 vereadores da Câmara. A oposição, no entanto, só conseguiu colher seis assinaturas até agora.

As suspeitas contra Richa aumentaram após a divulgação de um vídeo em que aliados de Richa tentavam desqualificar as suspeitas de caixa dois. As imagens, no entanto, apontam novas irregularidades, como fraudes na arrecadação de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) para alimentar a campanha tucana.

09/01/2009 - 20:26h Lula fala à revista Piauí

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Entrevista exclusiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à revista Piauí no dia  18 de dezembro de 2008. Publicada na edição nº 28, na primeira semana de janeiro de 2009

Presidente, é o seguinte: eu queria saber… o senhor está com a imprensa aí há quase 40 anos na sua cola. Estando no Planalto, muda a sua relação, piora, o senhor sente que a imprensa é melhor ou pior do que o senhor achava antes ou não?

Eu não vejo, Mário Sérgio, melhora ou piora na imprensa. Eu acho que a imprensa brasileira tem um comportamento, que não é um comportamento de agora, é um comportamento histórico. Eu, por exemplo, sou um cidadão brasileiro que nunca tive a grande mídia brasileira com preocupação de fazer coisas favoráveis a mim, e nunca me preocupei muito com isso, porque antes de tudo eu acredito na inteligência de quem assina uma revista, de quem assina jornal, de quem vê televisão e escuta rádio.

Possivelmente, ainda tenha gente inocente, que acredita que tudo o que ele fala, tudo o que ele escreve é recebido pelo leitor como a verdade mais absoluta, ou seja, ele não acredita na capacidade de análise do leitor, que pega uma matéria e percebe se há má fé, se não há má fé, se a matéria está informando corretamente ou se não está informando corretamente.

Hoje a informação é muito plural, não tem mais apenas a informação de tal revista, a informação de tal jornal. A informação é veiculada por diferentes fontes. Então, quando o cidadão pega o jornal de manhã, aquela matéria ele já viu na televisão, ele já ouviu no rádio, ele já viu em vários blogs (incompreensível) diferentes, então aumenta a capacidade de interpretar do cidadão que lê.

Agora, o senhor falou uma vez, eu fiz uma matéria com o senhor, eleição municipal 2000, 2001. A gente percorreu várias cidades, uma semana, dez dias. Eu, o senhor, tinha mais gente, o Zé Dirceu… Mas aí o senhor… a relação que o senhor tinha com a imprensa, eu observava, o senhor todo dia lia o jornal no avião, lia a parte de esportes. O senhor comentava comigo, o senhor comentou duas vezes comigo: “olha, esse Painel, petista adora o Painel da Folha, até o Kennedy Alencar, eles botam nota”. O senhor tinha uma coisa que curtia a imprensa, o senhor achava, vamos dizer, engraçado. O senhor disse: “se eu tivesse até mais tempo – eu me lembro disso – se eu tivesse mais tempo eu lia isso com mais vagar”. Hoje o senhor tem tempo, o senhor curte mais, curte menos, como é que é hoje?

Bem menos, bem menos.

Isso melhora a sua vida ou não?

Não, acho que melhora. Eu fui deputado e eu sei como é que muita gente passava matérias para o Painel da Folha, para o Informe JB, para aquele negócio do Estadão. Você sabia quais os deputados que ficavam procurando jornalista, você conversava com um cara aqui e daqui…

Sabia o que era plantado…

…sabia o que era plantado e o que não era plantado. Eu sempre dizia que no PT, às vezes uma matéria que saía em um informe qualquer, ou no Painel, era mais vista do que uma matéria do Jornal Nacional. Eu falava isso em tom crítico, porque eu queria mostrar o lado mais intelectualizado da Direção do PT, que não via o que passava no Jornal Nacional, que é o que o povo vê, e via o Painel, que é uma coisa que o povo não lia.

O senhor nunca foi político de fazer esse tipo de ação, vamos dizer, o senhor nunca foi fonte de jornalista, o senhor nunca…

Não gosto, não gosto de ser fonte, porque eu acho que você estabelece uma relação promíscua com o jornalista, com o jornal, com a revista, com a televisão. Se você passa a ser uma espécie de informante privilegiado… no caso do mundo policial, isso seria informante. No mundo jornalístico é mais chique, você passa a ser fonte. Então, é o cara que planta laranja para colher manga, é o cara que planta manga para colher limão…

(mais…)

04/10/2008 - 20:24h IBOPE: Marta 35%; Kassab 27% e Alckmin 17%

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Ibope:Kassab atinge 27% e deve ir ao 2º turno com Marta

EQUIPE AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, subiu 2 pontos porcentuais – de 25% para 27% – na mais recente pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), contratada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” e Rede Globo, e deve disputar o segundo turno com a candidata do PT, Marta Suplicy, que manteve 35% e continua liderando as intenções de voto. O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, teve oscilação negativa de 3 pontos porcentuais, de 20% para 17%, na corrida à Prefeitura de São Paulo. Na sondagem anterior, divulgada em 27 de setembro, Kassab e Alckmin estavam tecnicamente empatados, uma vez que a margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. Agora, com 11 pontos de diferença, Kassab se descolou.

O deputado Paulo Maluf, candidato do PP, oscilou 1 ponto, de 7% para 6%. A vereadora Sonia Francine, a Soninha, candidata do PPS, subiu 1 ponto e agora está com 5%. Considerando a margem de erro da pesquisa, ambos estão em empate técnico.

O deputado Ivan Valente, candidato do PSOL, obteve 1%. Os candidatos Anai Caproni (PCO), Ciro Tiziani Moura (PTC) e Levy Fidelix (PRTB) tiveram menos de 1%. Edmilson Costa (PCB) e Renato Reichmann (PMN) constavam do disco da pesquisa estimulada, mas não foram citados pelos eleitores entrevistados. Os votos em branco e nulos somaram 6% e os que não sabem em quem votar ou não responderam totalizaram 3% dos eleitores.Os números levam em conta os votos totais.

Considerando apenas os votos válidos – a proporção do candidato sobre o total de votos, excluídos os brancos, nulos e indecisos -, a pesquisa de intenção de voto aponta Marta com 38%, Kassab com 30% e Alckmin com 19%. Maluf aparece com 7%, Soninha, com 5%, e Ivan Valente, com 1%. Os demais não pontuaram.

A pesquisa do Ibope foi realizada entre quinta-feira, dia 2, e hoje. Foram entrevistados 1.204 eleitores. O levantamento foi registrado na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, sob o número 034.001.08-SPPE.

Histórico

Nas cinco pesquisas Ibope anteriores, também contratadas por Estado e TV Globo, Marta e Kassab apresentaram trajetórias bem diferentes. Marta liderou desde a primeira pesquisa, divulgada em 18 de julho, com 34%, mas em empate técnico com Alckmin, com 31%, e Kassab bem longe, com apenas 10%. Na época, a diferença de 21 pontos porcentuais que Alckmin impunha ao atual prefeito deu a impressão de que o segundo turno já estava definido. Kassab chegou a amargar um quarto lugar, atrás de Maluf, na pesquisa divulgada em 15 de agosto, mas passou a subir gradativamente a partir do programa eleitoral gratuito no rádio e na TV, iniciado a 19 de agosto, até superar Alckmin.

03/10/2008 - 23:11h Ibope: Coser (PT) mantém folga na liderança em Vitória

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O Globo

Atual prefeito de Vitória e candidato à reeleição, João Coser (PT) manteve larga vantagem nas intenções de voto segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira pela TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo. Pelos novos números, o petista tem 71% da preferência do eleitorado, dois pontos percentuais a mais que no último levantamento. Luciano Rezende (PPS) manteve os 20% da pesquisa anterior.

Bernardo Teteco (PRTB), que tinha 2%, agora aparece com apenas 1%. Os candidatos Avelar (PCO) e Carlão (PSOL) tiveram menos de 1% das intenções. Os votos brancos ou nulos somam 2%, enquanto 6% não sabem ou não opinaram. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Numa simulação de segundo turno, Coser venceria Rezende por 73% contra 21%, segundo a pesquisa Ibope. Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.

A pesquisa foi realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro, e o Ibope ouviu 504 eleitores em Vitória. A pesquisa foi contratada pela TV Gazeta, e está registrada sob o número 072/ 2008 na 1ª Zona Eleitoral da capital capixaba.

29/09/2008 - 15:42h Maior alta na aprovação a Lula é no combate ao desemprego

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O combate ao desemprego pelo governo Lula foi o setor que registrou maior alta, subindo da aprovação de 52% dos entrevistados em junho para 60% em setembro.

No combate à fome e à pobreza, 67% dos entrevistados aprovam a gestão do governo.

52% dos entrevistados também aprovam a condução do governo no combate à inflação.

 

Pesquisa indica que economia, redução da inflação e pré-sal colaboraram para aprovação do governo

GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília

O desempenho recorde atingido pelo governo federal e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro deste ano, segundo mostra pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta segunda-feira, se justifica pelo resultado da economia brasileira associado à redução da inflação e à descoberta da camada de petróleo pré-sal.

O diretor de Relações Institucionais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Marco Antonio Guarita, disse que os três fatores unidos fizeram com que o governo federal e o presidente alcançassem recordes de popularidade e avaliação positiva este mês.

“Temos um desempenho do presidente e do governo que alcançam pontos máximos em relação ao seu mandato. São patamares expressivos desde o início da pesquisa”, afirmou.

Segundo a pesquisa, a avaliação positiva do governo Lula chegou a 69% em setembro. Já a aprovação pessoal ao presidente atingiu o índice positivo entre 72% dos entrevistados.

A pesquisa mostra que a descoberta da camada pré-sal de petróleo foi a notícia mais lembrada pelos entrevistados no mês de setembro –o que reforça a tese da CNI/Ibope de que o tema ajudou na popularidade de Lula.

“Há um otimismo associado à exploração do pré-sal. Ainda é um evento futuro, mas quando olhamos as notícias podemos ver que a população é capaz de apostar na exploração do pré-sal”, afirmou Guarita.

Depois do pré-sal, a notícia mais lembrada pelos entrevistados foi a descoberta de uma nova bacia de petróleo em Santos, seguida pelas viagens do presidente Lula.

As notícias sobre o aumento no valor do Bolsa Família e a redução da inflação aparecem em quarto e quinto lugar entre as mais lembradas pelos entrevistados.

Áreas de atuação

A pesquisa mostra que, por áreas de atuação, o governo federal obteve aprovação pela maioria dos entrevistados em vários setores. No combate à fome e à pobreza, 67% dos entrevistados aprovam a gestão do governo, enquanto 30% desaprovam. Outros 4% não quiseram responder ou não opinaram. A avaliação do setor já era positiva em junho, aprovada por 59% dos entrevistados, mas subiu oito pontos percentuais em setembro.

O combate ao desemprego pelo governo Lula foi o setor que registrou maior alta, subindo da aprovação de 52% dos entrevistados em junho para 60% em setembro. Somente 35% dos entrevistados este mês disseram desaprovar a gestão Lula ano que diz respeito ao desemprego.

No total, 52% dos entrevistados também aprovam a condução do governo no combate à inflação, enquanto 41% desaprovam. A aprovação às políticas inflacionárias subiu 11 pontos percentuais em relação a junho, quando o índice positivo era de 41%.

O governo Lula registrou maioria de desaprovação na ares de segurança pública, com 50% dos entrevistados que se mostraram pessimistas nesse setor. Outros 46% disseram aprovar a gestão petista na área de segurança pública.

Outro setor com maior índice negativo foi a taxa básica de juros da economia (Selic), desaprovada por 55% dos entrevistados, contra outros 36% que aprovam as recentes altas na taxa de juros.

A maioria dos brasileiros também desaprovou os impostos cobrados pelo governo (56%) contra 38% que aprovam a atuação do governo no que diz respeito aos impostos cobrados no país.

As áreas de saúde e educação foram aprovadas, respectivamente, por 54% e 63% dos entrevistados. Outros 44% desaprovam as políticas da área de saúde, enquanto 35% desaprovam as da área de educação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 22 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

28/09/2008 - 15:56h Porto Alegre em disputa acirrada

Blog da Rosane de Oliveira do jornal Zero Hora de Porto Alegre

Margem estreita

DA PÁGINA 10 DE ZH DOMINICAL

Com a indefinição sobre quem vai enfrentar José Fogaça no segundo turno, a última semana de campanha não deve registrar mudança na tática dos candidatos que ocupam os primeiros lugares em Porto Alegre: Maria do Rosário e Manuela D’Ávila continuarão se atacando porque brigam pela segunda vaga e a pesquisa mostrou empate técnico.
Como o Ibope desta semana destoa das pesquisas anteriores e das sondagens de outros institutos em relação ao segundo turno, o experiente Fogaça não cairá na tentação de mudar tudo porque os números dizem que a parada é mais difícil com Rosário. Na coordenação da campanha, Manuela é considerada mais perigosa, por ser novidade e por não precisar responder pelos governos passados.


Como caiu o número de indecisos, será preciso suar para virar votos. Isso significa intensificar o corpo-a-corpo, que tem dividido a atenção com os debates e entrevistas. Maria do Rosário e Manuela farão comícios no Largo Glênio Peres, enquanto Fogaça seguirá visitando bairros.

Cautela com as pesquisas

ABERTURA DA PÁGINA 10 DE ZH DOMINICAL

Se a pesquisa do Ibope estiver certa, uma das vagas no segundo turno na Capital será disputada palmo a palmo pelas candidatas Manuela DÁvila (PC do B) e Maria do Rosário (PT). Só pela pesquisa é impossível dizer qual delas irá para o segundo turno com o prefeito José Fogaça (PMDB), até porque a mobilização na última semana de campanha é capaz de virar uma eleição que parecia perdida. O PT está aí para comprovar que é possível: já virou disputa que parecia perdida, colocando os militantes na rua e fazendo valer sua inserção na periferia.Ameaçado de ficar fora da fase seguinte, o partido tem se mobilizado nos últimos dias, mas a candidata Maria do Rosário permanece empacada nos 16%. A pesquisa mostra que o PT está no jogo, mas terá de usar sua capilaridade nas vilas para desbancar Manuela.Quem já se envolveu diretamente com uma campanha sabe que é preciso ter cautela com as pesquisas e não dar a elas mais valor do que têm: são retratos de um momento e têm margem de erro elevada – no caso do Ibope, três pontos percentuais para mais ou para menos. A do Ibope apontou uma queda de quatro pontos percentuais para Manuela e crescimento de mesma ordem para Luciana Genro (PSOL), enquanto Maria do Rosário permaneceu estagnada e o prefeito José Fogaça aumentou dois pontos.Alguns números são intrigantes, a começar pela queda de Manuela e pela estagnação de Rosário. Não combinam com o que se percebe na rua. Causam estranheza, também, os resultados das simulações de segundo turno, muito diferentes da pesquisa anterior do próprio Ibope, sem que tenha ocorrido algum fato político capaz de justificar tal mudança. Na sondagem anterior, Manuela aparecia como uma candidata mais competitiva do que Rosário no confronto com Fogaça. Agora, a situação se inverteu. Na simulação de segundo turno entre Manuela e a petista, a pesquisa anterior dava 45% para a candidata do PC do B e 31% para a do PT. Agora, Manuela tem 35% e Rosário, 34%.

Escrito por Rosane de Oliveira

27/09/2008 - 11:10h Pesquisas mostram disputa acirrada pelo segundo lugar e Marta consolidada na liderança

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As novas rodadas de pesquisas Datafolha e Ibope estão nos jornais. Os resultados, com margem de erro de 3 pontos para o IBOPE e de 2 pontos para o Datafolha, mostram uma consolidação das intenções de voto em favor de Marta e um certo favoritismo de Kassab na sua disputa com Alckmin pelo segundo lugar.

O que as pesquisas registram, a uma semana do primeiro turno, é que entre o começo de julho e agora, a candidatura Alckmin perdeu aproximadamente 11 pontos, recuperados pela candidatura Kassab (isto é mais claro com o Datafolha; com o IBOPE é um pouco diferente, mas não muda a apreciação de conjunto).

Para muitos analistas este resultado é produto do marketing eleitoral, com as campanhas de Marta e Kassab bem focadas e avaliadas, diferentemente do marketing eleitoral de Alckmin. Para outros analistas, é o próprio caracter “anormal” da candidatura Alckmin ao margem do governo demo-tucano, que acabou desidratada pela força do debate sobre os governos municipais, atual e anterior.

Eu incluo com peso preponderante, à ação de desconstrução de Alckmin levada a cabo internamente e com apoio da mídia, pelo grupo de Serra apoiado nas máquinas municipal e estadual. Não tem quase nenhum comentarista que não participe deste trabalho em favor de Kassab e, após uma certa resistência, até o Estadão acabou se juntando à Folha, contra Alckmin.

Por isso mesmo, o que chama mais atenção nos números é a resistência do eleitorado de Alckmin e do próprio candidato, ao rolo compressor do marketing e da quinta-coluna contra ele. Mas ainda falta uma semana que pode precipitar o processo de agrupamento eleitoral em favor de Kassab ou não.

No plano mais geral, as pesquisas do segundo turno indicam um equilíbrio entre as intenções de voto em favor de qualquer um dos candidatos suscetível de ir para o segundo turno contra Marta e os votos em favor dela.

Aparentemente esse equilíbrio só será rompido no segundo turno e não antes. É um pouco como em aqueles campeonatos de futebol em que o primeiro já está classificado com antecedência e só se saberá com quem ele ira disputar a copa, após o jogo decisivo entre o segundo e o terceiro colocado. É natural nesse caso que todo o interesse das torcidas e dos comentaristas esteja concentrado nessa disputa e não nas qualidades do líder. Incluso é normal que o vitorioso apareça inicialmente com mais força que o próprio líder, “carregado” pela adrenalina de sua vitória na disputa pelo segundo lugar. Pelo menos no futebol, as vezes é assim.

No plano político, esta semana concentrará os ataques contra Alckmin e as pressões para montar, com sua participação, um frente anti-PT e anti-Marta com Kassab. Se ele se recusar, José Serra já anunciou que o substituirá como quase “candidato” (esse o sentido de vazar que estaria disposto a se licenciar do cargo para fazer a campanha… de Kassab). FHC veio, com sua declaração anti-PT, indicar que este será o desfecho que o alto tucanato apadrinhará.

Para Alckmin o que está sendo preparado pelos seus “companheiros” é um haraquiri. A morte política.

Após explicar que Kassab é a continuidade de Maluf e Pitta, disfarçado por oportunismo de lambe-tucano, ser levado a dizer que o demo conta com seu apoio contra Marta é demais. É bom lembrar que Marta apoio Mário Covas contra Maluf em 1998 e que Mário Covas e o próprio Alckmin apoiaram Marta em 2000 contra o mesmo Maluf (que tudo indica estará com Kassab no segundo turno). Mas existem precedentes, como o do próprio FHC e Maluf juntos pela reeleição do primeiro, apesar de Mário Covas.

Para evitar tamanha sinuca de bico, Alckmin terá que tentar reverter a situação em seu favor nesta reta final, o que não pode ser excluído.

Em todo caso, o respeito aos adversários e a democracia eleitoral, exige aguardar o resultado das urnas e do veredito popular para depois abordar as condições concretas do segundo turno.

Vale a pena destacar também a força e a consistência do eleitorado de Marta, segundo registrado pelas pesquisas. Após 3 meses de intenso tiroteio contra ela, particularmente da campanha Kassab, Maluf, Ciro Moura e também em menor intensidade de Alckmin; das matérias negativas (amplamente dominantes nos jornais segundo o observatório da Mídia), às intenções de voto se mantém no mesmo patamar, na liderança e amplamente consolidadas no registro da “espontânea”(onde o entrevistado diz em quem pensa votar antes de ver a lista dos candidatos, no Datafolha a espontânea dá 29% Marta; 19% Kassab; 14% Alckmin. No IBOPE a espontânea dá 30% Marta; 20% Kassab e 16% Alckmin) e também na “estimulada” (com a lista dos candidatos).

Novamente, as pesquisas mostram que a disputa entre os dois campos no segundo turno será voto a voto. A seguir as tabelas das pesquisas Datafolha e IBOPE.

Luis Favre

Pesquisas Datafolha de começo de julho até hoje


Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha
Marta 38% 36% 41% 39%
40%
37%
37%
37%
Alckmin 31% 32% 24% 24% 22%
20%
22%
20%
Kassab 13% 11% 14% 16% 18%
21%
22%
24%
Maluf 8% 8% 9% 7% 8%
8%
 7% 6%
2° turno
Marta 45% 43% 49%  46% 47%
47%
47%
45%
Alckmin 50% 51% 44% 46%
47%
47%
47%
48%
2° turno
 Marta 55% 52% 55% 49%
50%
 48% 46%
46%
 Kassab 36% 37% 35% 41%
43%
 44% 45%
47%
campo 3 e 4 de julho 23-24 julho 21-22 agosto 29 agosto 4-5 setembro 11-12 setembro
17-18 setembro 25-26 setembro

 

 

Pesquisas IBOPE

IBOPE IBOPE IBOPE IBOPE  IBOPE
Marta 34% 41% 39%
35%
 35%
Alckmin 31% 26% 22% 21%
 20%
Kassab 10% 8% 12%
21%
 25%
Maluf 9% 9% 9% 8%
 7%
2° turno
Marta 43% 47% 50%
45%
45%
Alckmin 47% 42% 39%
45%
45%
2° turno
 Marta 51% 55% 55%
48%
45%
 Kassab 35% 30% 32%
42%
44%
campo 15-17 julho 15 agosto 27-29 agosto 8-11 setembro 23-24-25 setembro

 

 

25/09/2008 - 14:18h Petistas são favoritos em Rio Branco e em Porto Velho

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Candidato à reeleição na capital acreana, Raimundo Angelim tem apoio dos irmãos Tião e Jorge Viana e, segundo as pesquisas de intenção de votos, deve definir a disputa ainda no primeiro turno

Edson Luiz – Correio Braziliense

José Varella/CB/D.A Press – 26/11/04
Angelim, do PT(E): perda de cinco pontos percentuais, mas na dianteira


José Varella/CB/D.A Press – 6/10/06
Tião e Jorge Viana, senador e ex-governador do Acre: cabos eleitorais de Angelim em Rio Branco

O prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim (PT), seria reeleito se a eleição fosse realizada hoje. A última pesquisa do Ibope, divulgada na terça-feira, mostra o candidato com 51% da preferência dos eleitores, contra 23% do segundo colocado, o deputado federal Sérgio Petecão (PMN). Tião Bocalom (PSDB) ocupa a terceira posição, com 11%. Apesar da dianteira, Angelim, que conta com apoio do ex-governador Jorge Viana e seu irmão, o senador Tião Viana (PT-AC), perdeu cinco pontos percentuais em relação à amostragem feita há um mês.

Sem tradição política, o ex-professor universitário Raimundo Angelim chegou à prefeitura de Rio Branco com apoio dos irmãos Viana e da senadora Marina Silva (PT-AC), que fizeram a maior parte dos cargos nos 22 municípios do Acre. Na capital, o atual prefeito conseguiu derrotar o deputado federal Flaviano Melo, considerado uma das maiores lideranças do PMDB no estado. Nas últimas eleições, o PT também fez maioria na Câmara dos Deputados e mantém dois parlamentares no Senado, contra um do PMDB, Geraldo Mesquita Júnior, que foi eleito pelo PT e posteriormente se desligou do partido.

Curiosamente, apesar de o PT dominar atualmente a política do Acre, foi no estado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um de seus piores desempenhos nas eleições de 2006, quando o candidato do PSDB Geraldo Alckmin obteve grande vantagem. O fenômeno, que nem mesmo o tucano soube explicar, pode ser atribuído ao apoio do PMDB ao adversário do presidente, já que nunca houve acordos estaduais com os petistas.

Na pesquisa divulgada na terça-feira, o candidato petista ficou com 51% da intenção de votos, mas distante do segundo colocado, o deputado Petecão, que é apoiado pelo PMDB. Angelim representa uma coligação que reúne outros 16 partidos que formam a Frente Popular do Acre, criada há oito anos para eleger Jorge Viana governador do estado. Petecão subiu quatro pontos percentuais, já que na pesquisa realizada em agosto contava com 19% e hoje está em 23%. O mesmo aconteceu com Bocalom, que teve um crescimento de dois pontos, saindo de 11% para 13%. Antônio Rocha, do PSol manteve o mesmo índice de antes: 1% das intenções de votos.

Os votos brancos e nulos, que na primeira pesquisa totalizaram 6%, ficaram na amostragem divulgada terça-feira em 3%, enquanto que o número de eleitores indecisos subiu de 7% para 9%. Na simulação feita pelo Ibope, seja qual for o adversário de Angelim em um eventual segundo turno, a vitória seria do prefeito de Rio Branco com 60% dos votos.

FICHA TÉCNICA

RIO BRANCO
População
280 mil

Eleitores
201.620

Candidatos a prefeito
4

Orçamento
R$ 350 milhões

PORTO VELHO
População
380.884

Eleitores
253.333

Candidatos a prefeito
7

Orçamento
R$ 500 milhões
Metodologia e identificação

A pesquisa do Ibope em Rio Branco foi feita entre 12 e 14 de setembro, enquanto que em Porto Velho, entre os dias 15 e 17. Nas duas cidades as amostragens foram encomendadas pela Rádio TV do Amazonas e a margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. Na capital do Acre a pesquisa foi registrada na 1ª Zona Eleitoral de Rio Branco com o número 11615/2008. Em Porto Velho, o registro foi feito na 23ª Zona Eleitoral com o número 1249/2008.
Em Porto Velho, vantagem é mantida

O prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), manteve os mesmos percentuais na pesquisa divulgada pelo Ibope na terça-feira e deve ser reeleito sem precisar disputar um segundo turno. Ele tem 55% das intenções de votos contra 19% de seu principal adversário, Lindomar Garçon (PV). O terceiro colocado, Mauro Nazif, tem 3%. Apesar de os resultados de ambas as pesquisas serem semelhantes, houve um aumento grande do número de entrevistados que disseram não saber em quem votar. Em agosto era 7% e em setembro chegou a 13%.

Roberto Sobrinho tem pouco tempo de carreira em Rondônia e não faz parte dos grupos tradicionais que sempre dominaram a política no estado. Sua primeira experiência foi justamente a prefeitura de Porto Velho. O petista agora enfrenta dois adversários que poderiam ser considerados de peso, mas que estão muito além do que era de se esperar. Hamilton Casara (PSDB) chegou a ser presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e deputado federal. David Chiquilito Erse é de família tradicional na política. Seu pai, de quem herdou o nome, foi um dos mais populares prefeitos da capital rondoniense.

A recondução pode estar garantida, segundo a pesquisa do Ibope, que não detectou alterações entre seus adversários que pudessem ameaçar seu favoritismo. O segundo colocado continua com os mesmos índices de antes, que foi 19%, enquanto que o terceiro candidato caiu de 7% para 3%. Os outros quatro candidatos mantiveram ou caíram na pontuação. David Chiquilito Erse (PCdoB) continua com 3%, o mesmo percentual da pesquisa anterior, enquanto que Doutor Alexandre (PTC) caiu de 3% para 1%. Adilson Siqueira (PSol) e Hamilton Casara (PSDB) permaneceram com 1%.

Pela pesquisa do Ibope, os únicos números que aumentaram foram os dos indecisos, que quase dobraram em um mês e a poucos dias das eleições: de 7% para 13%, enquanto que brancos e nulos mantiveram os mesmos 4% de agosto. (EL)

24/09/2008 - 17:13h IBOPE: Raul Filho (PT) lidera em Palmas (Tocantins)

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Ibope – Com 39%, petista abre dez pontos sobre Lelis (29%) e lidera acima da margem de erro; Nilmar tem 21%.

O prefeito licenciado Raul Filho (PT) venceria a disputa para a Prefeitura de Palmas se as eleições fossem hoje com 39% das intenções de voto. É o que revela a segunda rodada da pesquisa Ibope/TV Anhanguera. Na segunda colocação, com 29%, aparece o deputado estadual Marcelo Lelis (PV), seguido da deputada federal Nilmar Ruiz (DEM), com 21%. Pelo levantamento (com intervalo de confiança de 95%), o cenário aponta agora a liderança de Raul acima da margem de erro da pesquisa, que é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento, realizado entre os dias 19 e 21 de setembro com 504 eleitores, mostra agora o empresário Getúlio Vargas (PT do B) e o pedagogo Tasso Antônio (PMN) empatados em quarto lugar com 1% cada um. Pelo apurado, 7% dos entrevistados ainda estão indecisos; 2% pretendem anular o voto ou votar em branco; e 1% não respondeu.

Espontânea
Com 38% das intenções de voto, Raul Filho também lidera acima da margem de erro na consulta espontânea – aquela em que o entrevistado não é exposto à estimulação das cartelas com os nomes dos candidatos. Em segundo lugar, com 26%, novamente aparece Marcelo Lelis, seguido de Nilmar Ruiz (20%). Tasso Antônio obteve 1%, enquanto Getúlio Vargas não atingiu 1% das citações. Já o número de indecisos é de 12%, ao passo que 2% querem votar em branco ou anular o voto, enquanto 1% não quis responder.

Evolução

Em relação à primeira rodada do Ibope/TV Anhanguera, realizada entre os dias 2 e 4 de setembro, o candidato Raul Filho cresceu quatro pontos percentuais (tinha 35% na anterior). Já Marcelo Lelis oscilou positivamente dois pontos (tinha 27%), ao passo que Nilmar Ruiz oscilou negativamente um ponto (tinha 22%).

Ainda em relação à pesquisa anterior, Tasso Antônio se manteve estável (1%), enquanto Getúlio Vargas oscilou para cima, visto que não havia obtido 1% dos votos na anterior. Já o número de indecisos caiu quatro pontos (eram 11%), ao passo que o número daqueles que pretendem votar nulo ou em branco permaneceu estável (2%), o mesmo ocorrendo com aqueles que não quiseram responder (1%).

Favoritismo
Raul Filho será o próximo prefeito de Palmas para 57% (na anterior 35% pensavam assim), independentemente da intenção de voto dos entrevistados. Em segundo lugar na lista de favorito para vencer as eleições, aparece agora Marcelo Lelis com 19% (18% na anterior). Nilmar Ruiz é a terceira nesse quesito com 13% das citações (31% na anterior). Já Getúlio Vargas não atingiu 1% (não havia sido citado na anterior), ao passo que Tasso Antônio não foi citado (na atingiu 1% na anterior).

Veja a evolução da rejeição dos candidatosPalmas – De acordo com a segunda rodada do Ibope/TV Anhanguera, a candidata Nilmar Ruiz segue como a mais rejeitada, 35% (na anterior tinha 30%). Com os mesmos 26%, Raul Filho segue como o segundo mais rejeitado, só que agora empatado com Getúlio Vargas, que na anterior tinha 23%. Na seqüência, aparecem Tasso Antônio, 19% (tinha 17%); e Marcelo Lelis, 17% (tinha 15%).Já o número daqueles que não rejeitam ninguém é de 5% contra 4% da consulta anterior, ao passo que 4% se mostraram indecisos em relação a esse quesito (na anterior eram 3%), enquanto 2% não responderam (na anterior foi 1%).

Detalhes
A exemplo da rodada anterior, Nilmar encontra maior prevenção ao seu nome entre os homens, 39% (era 33%); entre aqueles com 25 a 29 anos, 43% (era 37%); entre aqueles com curso superior, 39% (era 32%, sendo que tinha o mesmo percentual entre aqueles com até a 4ª série do ensino fundamental); e entre os com renda familiar de mais de cinco salários mínimos, 45% (era 36%).Por seu turno, Raul Filho manteve a rejeição entre os com 16 a 24 anos, 31% (era 34%); e entre os com renda com mais de cinco salários mínimos, 35% (era 30%). E viu seus piores índices de rejeição migrarem de homens e mulheres (26%) para os homens (26%); e daqueles que possuem da 5ª à 8ª séries (32%) para os de curso superior (28%).Já os piores índices de rejeição de Getúlio Vargas migraram para as mulheres, 28% (eram divididos entre ambos os sexos, 23%); para os com 40 anos ou mais, 33% (eram 27% entre os com 25 a 29 anos); e para aqueles com até a 4ª série do fundamental, 33% (eram 27% entre os com curso superior). Ele só manteve os piores índices entre os que ganham mais de dois a cinco salários mínimos, 27% (mesmo percentual da anterior), agora também acompanhado daqueles que ganham até dois salários.Tasso Antônio é agora mais rejeitado pelos homens, 19% (era pelas mulheres, 18%); e por aqueles com 40 anos ou mais, 21% (eram pelos de 25 a 29 anos, 19%); manteve a pior rejeição entre aqueles com até a 4ª série do fundamental, 24% (era 25%); e entre os que ganham até dois salários, 19% (era 20%) e de mais de dois a cinco salários, também 19%.Marcelo Lelis segue com os piores índices de rejeição entre os homens, 18% (mesmo percentual na anterior); entre aqueles com até a 4ª série fundamental, 21% (20% na anterior); e entre os que ganham mais de dois a cinco salários, 22% (18% na anterior).

Desempenho de cada um

Em primeiro lugar na pesquisa Ibope/TV Anhanguera, Raul Filho manteve seus melhores índices entre os homens, 41% (39% na anterior); e entre aqueles com 40 anos ou mais, 44% (41% na anterior, inclusive para aqueles com 25 a 29 anos). E viu sua melhor performance migrar daqueles que tinham até a 4ª série do fundamental (47%) para os com ensino médio (42%); e daqueles com renda de até dois salários mínimos (37%) para os que ganham mais de dois até cinco salários (44%). Segundo colocado, Marcelo Lelis segue melhor respaldado entre os homens, 30% (28% na anterior); entre os com curso superior, 35% (30% na anterior); e entre aqueles com renda de mais de cinco salários, 38% (32% na anterior). Sua melhor performance só mudou daqueles com 16 a 24 anos (41%) para os com 25 a 29 anos (35%).A melhor performance de Nilmar Ruiz, terceira colocada, manteve-se entre as mulheres, 23% (25% na anterior); e entre os que ganham mais de cinco salários, 25% (26% na anterior). E migrou dos com 40 anos ou mais (24%) para os com 16 a 24 anos (27%); e daqueles que possuem da 5ª à 8ª séries (24%) para aqueles com até a 4ª série do ensino fundamental (25%).Tasso Antônio segue melhor respaldado entre os homens, 2% (1% na anterior); entre os com 25 a 29 anos, 2% (1% na anterior); entre aqueles com ensino médio, 2% (1% na anterior); e entre os que ganham mais de dois a cinco salários mínimos, 2% (1% na anterior). Por seu turno, Getúlio Vargas obteve melhor performance entre os homens, 1% (mesmo percentual da anterior); entre os com 16 a 24 anos, 1% (mesmo percentual da anterior); entre os com curso superior, 2% (1% na anterior); e entre os que ganham mais de dois a cinco salários mínimos, 1% (mesmo percentual da anterior).

Em tempo
 

A pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23) pela TV Anhangüera, afiliada da TV Globo no Tocantins, também se encontra divulgada no site Globo.com [veja aqui] no Portal Terra [veja aqui]

Fonte: Jornal do Tocantins – Marcelo Santos

22/09/2008 - 12:39h Saúde é maior problema de SP para 23%, mostra Ibope

Se você preferir a “cidade da fantasia”, assista ao programa eleitoral de Kassab no horário gratuito. Se você quer saber o que acontece na cidade real, leia a seguir os resultados da pesquisa Ibope, assim como os artigos do jornal Diário de São Paulo de hoje, sobre a saúde.

Aliás, faça as duas coisas: leia os artigos e assista a “cidade da fantasia”. Você poderá constatar, como o tucano Clóvis Carvalho, que estão enganando você (Clóvis Carvalho não deveria rir à toa). LF

Agencia estado – G1 Portal Globo

Apesar de o trânsito dominar o debate na corrida pela Prefeitura de São Paulo, o principal problema da cidade, para os paulistanos, é a saúde. É o que mostra pesquisa Ibope divulgada hoje. De acordo com o levantamento, a saúde é citada como maior problema por 23% dos entrevistados. Em seguida aparecem o transporte, citado por 15%, e o desemprego, destacado por 13%. Poluição e segurança pública vêm depois, empatados com 11%, e educação, em seguida, com 5%.

O Ibope entrevistou 805 pessoas na capital paulista com mais de 16 anos entre os dias 5 e 11 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais. De acordo com o levantamento, a situação do trânsito é “péssima” para 48% dos entrevistados. A poluição é avaliada como um problema muito grave por 61% dos entrevistados e grave por 33%.

Clique na imagem para ampliar e ler os artigos do Diário de S. Paulo 

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19/09/2008 - 15:06h Em 4 anos não se construiu um único corredor de ônibus novo na cidade

Congestionamentos
SP chega ao Dia sem Carro com aumento de 20 minutos no tempo perdido no trânsito

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Publicada em 19/09/2008 às 14h40m

O Globo Online

SÃO PAULO – Segunda-feira é o “Dia Mundial sem Carro”. A três dias da data, ainda não se vê nas ruas de São Paulo ampla campanha capaz de estimular o motorista a deixar o carro em casa. Dona de uma frota de 6,1 milhões de veículos, a cidade registra os maiores congestionamentos do país. Por dia, 600 novos carros e 240 novas motos circulam nas ruas. São 35 veículos a mais por hora. É quase o triplo do saldo de novos paulistanos por hora (por dia, São Paulo ganha 316 pessoas, com 491 nascimentos e 175 mortes, em média).

Uma pesquisa a ser divulgada pelo Movimento Nossa São Paulo na segunda-feira, feita pelo Ibope, mostra que passou de 1 hora e 40 minutos em 2007 para 2 horas este ano o tempo que o cidadão leva para se deslocar para sua atividade principal. O aumento é de 20 minutos. Por conta disso, cresceu o número de pessoas que se diz a favor do pedágio urbano – de 13% em 2007 para 24% este ano – e mais da metade dos 805 entrevistados, 54%, declara ser favorável ao rodízio de dois dias.

Apesar de ostentar um índice de 2,7 carros por habitante, a maioria dos moradores não contribui para o caos no trânsito. Eles se locomovem a pé, de bicicleta ou usam o transporte coletivo. Mas na hora de sofrer, todos sofrem com o congestionamento. Pior para quem precisa usar ônibus, que além de lotados emperram no trânsito.

Considerada a frota total de 14.982 ônibus divulgada pela SPTrans, São Paulo tem um ônibus para atender 433 pessoas, contando aí apenas a população com idade entre 18 e 59 anos (6.489.907). Cada ônibus tem capacidade para 70 pessoas em média, sendo 33 sentados e 37 em pé (6 por metro quadrado).

Logicamente, nem toda essa gente usa os coletivos e os ônibus dividem o serviço com o metrô e trens.

Um estudo da Comunidade de Metrôs (CoMet) mostrou que o metrô de São Paulo já está entre os mais lotados do mundo. Nos horários de pico, 8,6 passageiros se espremem por metro quadrado, quando o limite considerado “suportável” internacionalmente é de 6 pessoas por metro quadrado. A lotação fez o metrô reduzir a velocidade dos trens em 10% e aumentar o tempo de viagem em até 4 minutos, diz a CoMet. Nos trens, a superlotação não é diferente.

Um terço anda a pé

Nada menos do que um terço da população da Região Metropolitana circula à pé. A maioria percorre distâncias pequenas, mas 5% caminham simplesmente porque o consideram o transporte público caro, segundo pesquisa recém-divulgada pelo Metrô. O aumento no uso do transporte público, dizem os analistas, ocorreu principalmente por conta do Bilhete Único, que permite pagar uma só passagem e pegar mais de um ônibus num período de 3 horas.

Para se ter uma idéia do custo de andar de ônibus na cidade, basta saber que circular de moto é mais barato – apesar de muito mais arriscado. A tarifa do ônibus custa R$ 2,30 e um motoqueiro gasta apenas R$ 1,43 a cada 7 km (o valor leva em conta combustível e gastos com manutenção).

Carro é mais caro, porém confortável

Usar o carro é de longe mais confortável do que enfrentar ônibus e metrô lotados. Porém, custa muito mais caro. O gasto do automóvel a gasolina é de R$ 6,26 a cada 7 quilômetros. O custo do carro a álcool é de R$ 5,39 para percorrer a mesma distância, de acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Públicos.

A pesquisa do Metrô mostrou que 55% dos deslocamentos são feitos de ônibus, metrô ou trem. As viagens de carro representaram 45% do total, invertendo um movimento de crescimento do uso de automóvel que perdurou até o início desta década. Até 2002, o transporte público vinha sendo deixado de lado e o particular crescia e representava 53% do total.

Enquanto as viagens com carros aumentaram 13% nos últimos 10 anos, praticamente igual à média de crescimento da população, que foi de 15%, o aumento no uso do transporte público chegou a 30%.

No ano passado, pesquisa do Movimento Nossa São Paulo mostrou que 37% dos usuários pediam mais linhas de ônibus e 33% reclamavam do tempo de espera no ponto. Nada menos do que 26% pediam redução no preço da tarifa de ônibus.

Marta no SPTV – Globo

13/09/2008 - 10:26h Datafolha confirma IBOPE: Alckmin e Kassab empatam, Marta lidera 16 pontos na frente

 

Pesquisas Datafolha de começo de julho até hoje


Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha
Marta 38% 36% 41% 39%
40%
37%
Alckmin 31% 32% 24% 24% 22%
20%
Kassab 13% 11% 14% 16% 18%
21%
Maluf 8% 8% 9% 7% 8%
8%
2° turno
Marta 45% 43% 49%  46% 47%
47%
Alckmin 50% 51% 44% 46%
47%
47%
2° turno
 Marta 55% 52% 55% 49%
50%
 48%
 Kassab 36% 37% 35% 41%
43%
 44%
campo 3 e 4 de julho 23-24 julho 21-22 agosto 29 agosto 4-5 setembro 11-12 setembro

 

Pesquisas Datafolha e Ibope de começo de julho até o Datafolha de hoje


Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha Datafolha IBOPE Datafolha
Marta 38% 34% 36% 41% 41% 39%
39%
40%
35%
37%
Alckmin 31% 31% 32% 26% 24% 22% 24% 22%
21%
20%
Kassab 13% 10% 11% 8% 14% 12%
16% 18%
21%
21%
Maluf 8% 9% 8% 9% 9% 9% 7% 8%
8%
8%
2° turno
Marta 45% 43% 43% 47% 49% 50%
 46% 47%
45%
45%
Alckmin 50% 47% 51% 42% 44% 39%
46%
47%
45%
45%
2° turno
 Marta 55% 51% 52% 55% 55% 55%
49%
50%
 48% 48%
 Kassab 36% 35% 37% 30% 35% 32%
41%
43%
 42% 44%
campo 3 e 4 de julho 15-17 julho 23-24 julho 15 agosto 21-22 agosto 27-29 agosto 29 agosto 4-5 setembro 8-11 setembro 11-12 setembro

Minha analise da pesquisa Ibope está no link a seguir:

IBOPE: Marta cai e segue na liderança, Alckmin e Kassab estão empatados. Disputa no 2° turno será voto a voto


12/09/2008 - 20:56h IBOPE SP, RJ, BH e Recife

O quadro a seguir, da agencia Estado, contém os resultados do IBOPE publicados hoje de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife


12/09/2008 - 19:22h IBOPE: Marta cai e segue na liderança, Alckmin e Kassab estão empatados. Disputa no 2° turno será voto a voto

 

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A nova rodada de pesquisas desta semana começa com o IBOPE que foi a campo de segunda e quinta. No fim de semana teremos o Datafolha, com campo quinta feira e hoje.

O Ibope registra mudanças na evolução das intenções de voto.  A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O Ibope registrou uma queda da Marta, para 35 (estava com 39) e confirmou o empate detetado no Datafolha da semana retrasada, entre Alckmin e Kassab, com 21 pontos.

Nas projeções do segundo turno as variações são maiores em relação ao IBOPE anterior de 29 de agosto, mas em parte já tinham sido detetadas nas duas últimas pesquisas Datafolha. Marta continua empatada com Alckmin (45 a 45) e derrota Kassab (48 a 42) .Veja embaixo o quadro do IBOPE e também os quadros de ambos institutos, IBOPE e Datafolha, na seqüência de datas das pesquisas.

Reiterando minha opinião, as relações de forças eleitorais estão equilibradas entre o bloco Alckmin-Kassab e a candidatura Marta. Esta relação mudou um pouco, mas sem resolver em favor de qualquer um dos dois campos. No artigo do jornal Valor, o jornalista Paulo Totti considera que está situação traduz uma clara melhora de Marta em relação as eleições de 2004 (Vantagem comparativa).

O equilibro entre ambos campos será quebrado, ao que tudo indica, no segundo turno e numa disputa acirrada voto a voto. O fato do PT estar unido, com uma coligação também unificada e uma candidata da força e do prestigio de Marta e as forças demo-tucanas estarem divididas e brigando, permitiram fazer recuar o favoritismo tucano na cidade. Mas não resolvem a parada.

Para ganhar será necessária ainda mais que nunca da garra e do trabalho de convencimento dos filiados e simpatizantes de Marta, do PT e das forças coligadas.

Luis Favre

Pesquisas IBOPE

  IBOPE IBOPE IBOPE IBOPE
Marta 34% 41% 39%
35%
Alckmin 31% 26% 22% 21%
Kassab 10% 8% 12%
21%
Maluf 9% 9% 9% 8%
2° turno
Marta 43% 47% 50%
45%
Alckmin 47% 42% 39%
45%
2° turno
 Marta 51% 55% 55%
48%
 Kassab 35% 30% 32%
42%
campo 15-17 julho 15 agosto 27-29 agosto 8-11 setembro

 

 

 

Pesquisas Datafolha e Ibope de começo de julho até o IBOPE de hoje


Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha Datafolha IBOPE
Marta 38% 34% 36% 41% 41% 39%
39%
40%
35%
Alckmin 31% 31% 32% 26% 24% 22% 24% 22%
21%
Kassab 13% 10% 11% 8% 14% 12%
16% 18%
21%
Maluf 8% 9% 8% 9% 9% 9% 7% 8%
8%
2° turno
Marta 45% 43% 43% 47% 49% 50%
 46% 47%
45%
Alckmin 50% 47% 51% 42% 44% 39%
46%
47%
45%
2° turno
 Marta 55% 51% 52% 55% 55% 55%
49%
50%
 48%
 Kassab 36% 35% 37% 30% 35% 32%
41%
43%
 42%
campo 3 e 4 de julho 15-17 julho 23-24 julho 15 agosto 21-22 agosto 27-29 agosto 29 agosto 4-5 setembro 8-11 setembro


Luis Favre

O quadro a seguir, da agencia Estado, contém os resultados do IBOPE publicados hoje de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife


Marta cai, Kassab sobe e empata com Alckmin em 2º, diz Ibope

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que a vantagem da petista diminuiu e candidata caiu 4 pontos

Elizabeth Lopes – da Agência Estado

SÃO PAULO – A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, caiu 4 pontos na pesquisa de intenção de voto e o candidato Gilberto Kassab (DEM) alcançou Geraldo Alckmin (PSDB) sem empate técnico, pela primeira vez, segundo pesquisa Ibope encomendada pelo Estado e TV Globo, divulgada nesta sexta-feira, 12. Marta registrou 35%, contra 39% da anterior, enquanto Kassab e Alckmin aparecem juntos com 21%. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais.

O prefeito e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, cresceu 9 pontos porcentuais na corrida à Prefeitura da Capital. De acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira, 12, contratada pelo Estado e TV Globo, Kassab subiu de 12% para 21% das intenções de voto e aparece empatado com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que oscilou dentro da margem de erro de 22% para 21%. A pesquisa mostra também que a candidata do PT, Marta Suplicy, mantém a liderança, mas caiu de 39% para 35% das intenções de voto. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

Na última pesquisa Ibope, do dia 30, Kassab e Alckmin apareciam tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Ele tinha 26 e caiu para 22 % e Kassab subiu de 8 para 12 %.Na sondagem, a candidata Marta Suplicy (PT) seguia liderando, com 40% das intenções de voto.

A pesquisa Ibope, a quarta da série, mostra que o candidato do PP, Paulo Maluf, oscilou dentro da margem de erro, com 8% das intenções de voto contra 9% da mostra anterior, divulgada no dia 30 de agosto. A candidata do PPS, Soninha Francine, permanece com 3% e Ivan Valente (PSOL) registrou 1% na pesquisa divulgada hoje. Os candidatos Anai Caproni (PCO), Ciro Mora (PTC), Levy Fidelix (PRTB), Renato Reichmann (PMN) e Edmilson Costa (PCB) não alcançaram 1% das intenções de voto. De acordo com o Ibope, os votos brancos e nulos atingiram 4%, os indecisos somam 6% e não respondeu 1%.

A pesquisa ouviu 1001 pessoas, entre os dias 9 a 11 de setembro e foi registrada na 1ª zona eleitoral de São Paulo/SP, sob o registro nº 02400108-SPPE.

Rejeição e segundo turno

Nas simulações de segundo turno, se a disputa for entre Marta e Alckmin, a disputa aparece empatada, pois os dois registraram 45% das intenções de voto. Na briga entre Marta e Kassab, a petista aparece com 48% das intenções de voto e o atual prefeito e candidato à reeleição com 42%. Na hipótese do segundo turno ser disputado entre Alckmin e Kassab, o tucano venceria o pleito com 48% das intenções de voto contra 34% de Kassab.

O Ibope perguntou aos eleitores em quem eles não votariam “de jeito nenhum” para a Prefeitura de São Paulo. O líder em termos de rejeição é o candidato do PP, Paulo Maluf, com 53%, seguido de Marta Suplicy com 31%, Gilberto Kassab com 22%, Levy Fidelix com 17%, Soninha com 15% e Geraldo Alckmin com 12%.

Na pesquisa espontânea, onde não é mostrado o disco com os nomes dos candidatos, Marta Suplicy aparece com 30% das intenções de voto, Gilberto Kassab com 17% e Geraldo Alckmin com 14%. Paulo Maluf registrou 6% das intenções de voto na mostra espontânea e Soninha 2%.

09/09/2008 - 10:32h Katia Abreu (DEM-Tocantins) é opção para compor chapa com PSDB em 2010. PT lidera em Palmas

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Katia Abreu, senadora DEM do Tocantins mira 2010, mas na capital do Estado é PT que lidera

Raquel Ulhôa – VALOR

Em Palmas, prefeito petista lidera disputa com 35% das intenções de voto
De Palmas (TO)

Com 35% das intenções de voto, o prefeito licenciado Raul Filho, do PT, lidera a disputa pela Prefeitura de Palmas, capital do Tocantins, segundo pesquisa realizada pelo Ibope entre os dias 2 e 4 de setembro. A candidata do DEM, a ex-prefeita Nilmar Ruiz, que em agosto aparecia em primeiro lugar em duas rodadas da pesquisa Serpes, encomendadas pelo Jornal do Tocantins, aparece em terceiro lugar, com 22%, atrás do petista e do deputado estadual Marcelo Lelis (PV), que tem 27%.

Lelis é candidato da coligação integrada pelo PSDB do ex-governador Siqueira Campos, que o apóia à distância, sem participação ativa. Defensor da criação do Estado do Tocantins quando deputado federal por Goiás, Siqueira está afastado do cenário político desde 2006, quando perdeu a eleição de governador – cargo que ocupou por três vezes – para Marcelo Miranda (PMDB).

Até hoje, dedica-se à contestação judicial da eleição de Miranda, por uso da máquina na campanha. Siqueira anunciou que ficaria distante da campanha de Lelis, embora o apóie, porque sua prioridade é o Recurso Contra a Expedição de Diploma (RCED) do governador. Em 2006, além de sua derrota pessoal, o ex-governador também viu o filho, o ex-senador Eduardo Siqueira Campos, ser derrotado para o Senado pela senadora Kátia Abreu (DEM), ex-aliada política.

Por enquanto, a senadora tem se dedicado mais à campanha no interior. E vê preocupada a queda de Nilmar nas pesquisas. Pretende dedicar mais tempo à capital. Nilmar aparece com maior índice de rejeição (30%). Sem fatos políticos que justifiquem a queda, analistas atribuem a rejeição ao programa eleitoral gratuito.

Um dos problemas foi a ambigüidade em relação ao governo Luiz Inácio Lula da Silva. O Democratas faz oposição radical ao petista, mas o programa de Nilmar usava a imagem de Lula, anunciando suposto acordo entre ele e a candidata, pela governabilidade da capital. A Justiça Eleitoral proibiu a candidata de veicular propaganda eleitoral com imagem de Lula.

O prefeito licenciado Raul Filho tem a segunda maior rejeição (26%), mas, aparentemente, não teve sua candidatura abalada com as denúncias publicadas pelo jornal “Correio Braziliense” de irregularidades apontadas pela Polícia Federal em licitação.

Segundo o Correio, a PF suspeita que o prefeito licenciado, em troca de um aparelho de ginástica de R$ 9 mil, agiu para favorecer o consórcio Prefisan/Compav numa obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O prefeito petista negou irregularidades e disse que o equipamento foi comprado numa transação normal. (RU)

Senadora é opção do DEM para compor chapa presidencial com PSDB
De Palmas (TO)

Por onde tem andado no interior do Tocantins nesta campanha municipal, a senadora Kátia Abreu (DEM) é lançada a candidata a governadora em 2010. Ela ouve, agradece e fica quieta. Prefere aguardar o resultado das eleições de 2008, para que seu futuro político seja analisado a partir do número de votos que seu partido obtiver nacionalmente.

Apesar da baixa densidade eleitoral do seu Estado (926,7 mil eleitores, o que representa 0,71% do eleitorado nacional e quarto menor colégio eleitoral do país), seu nome é citado como uma das opções do DEM em caso de candidatura própria a presidente da República ou a vice-presidente, numa coligação com o PSDB – nesse caso, se o candidato for o governador de São Paulo, José Serra. A aliança preferencial do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, caso seja ele o candidato, acredita-se, é com o PMDB.

“Se eu fosse vice do Serra, eu levantaria os produtores do Brasil todo. Virariam militantes”, diz Kátia, sobrevoando o rio Tocantins, entre um município e outro visitado no fim-de-semana. Se depender dos seus aliados no Estado, o destino de Kátia – primeira senadora mulher do Tocantins – será mesmo a eleição para o governo estadual.

“Kátia não tem opção. O povo do Estado só abre mão dela se for para presidente da República. Ela é empreendedora, ousada. Vai atrair investidores para o Tocantins”, afirmou a prefeita do Brejinho de Nazaré (100 Km de Palmas), Miyuki Hyashida, no sábado, em sua casa.

Candidata à reeleição com mais de 70% de aprovação no município e presidente da Comissão de Piscicultura da CNA, Miyuki, Kátia e o presidente do Democratas no Estado, o deputado federal João Oliveira, acabavam de voltar de uma atividade de campanha em uma comunidade quilombola da cidade. A senadora discursou em cima de caminhão, dançou forró e sússia (dança folclórica de origem africana) e, na casa de um morador, comeu arroz, feijão e frango – com muita pimenta.

Brejinho de Nazaré foi o terceiro dos 12 municípios do Tocantins visitados por Kátia entre a noite de quinta, dia 4, até domingo, 7. Quase sempre acompanhada do presidente do DEM estadual. O partido tem 23 dos 139 prefeitos do Estado e quer eleger 35. Como ex-presidente do DEM do Tocantins e sua principal liderança, Kátia planeja visitar até a eleição quase todos os municípios – exceto 25, onde há disputa entre aliados.

A senadora também tenta melhorar a qualidade dos prefeitos do partido. Em abril, o DEM promoveu seminário de gestão pública para os então pré-candidatos, com algumas teses que Kátia repete nos discursos. Entre elas, a escola de tempo integral para que as crianças comam e aprendam atividades esportivas.

Defende construção de postos de saúde que realizem exames da próstrata nos homens e pré-natal nas mulheres grávidas. E propõe a realização de uma “gincana do conhecimento” entre municípios, com competição de matemática, leitura e índices de saúde. Depois da eleição, pretende oferecer curso sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Aos 46 anos, com três filhos e uma neta de cinco, Kátia lidera caminhadas com candidatos, militantes e eleitores pelas ruas de municípios como Ipueiras (1.184 habitantes) e Porto Nacional (47.141), em ritmo de maratona. Os discursos são contundentes, desafiadores. “Não tenho medo de homem, cara feia ou pito”, repete.

Na sexta-feira, depois de Ipueiras, Porto Nacional e Brejinho de Nazaré, a senadora terminou o dia em Paraíso do Tocantins, onde “produziu um comício” para ficar na história da cidade. Lá, o PMDB do governador Marcelo Miranda, seu aliado estadual, rompeu com o DEM, que tinha o candidato mais forte entre os aliados. Por isso, o partido de Kátia aliou-se ao PTB – que tem o candidato a prefeito – e indicou o vice.

Ela encomendou 300 camisetas brancas com a palavra “Esperança” impressa, para distribuir aos convidados do palanque, já que está proibida impressão de propaganda eleitoral. Pôs a assessoria enlouquecida atrás de uma pomba branca. Apareceram três, todas soltas ao final dos discursos para delírio do público. Rosas brancas foram jogadas. Ao final, com Roberto Carlos tocando ao fundo, todos cantaram “Jesus Cristo”. (RU)

03/09/2008 - 09:50h Prefeito do Recife ameaça eleger sucessor no 1º turno

Leo Caldas/Valor

João da Costa: campanha embalada por gestão que agrada tanto os mais abastados quanto os eleitores da periferia

Carolina Mandl – VALOR

O candidato João da Costa (PT) começou a disputa pela Prefeitura do Recife sob a alcunha de “poste”. Sem nunca ter concorrido a uma eleição majoritária, enfrentava a rejeição inclusive dos caciques petistas. Pesquisas da campanha do candidato em meados deste ano também não deixavam dúvida: João da Costa era um total desconhecido para dois terços dos recifenses. O restante tinha apenas ouvido falar dele.

Porém, pelo último levantamento divulgado pelo Ibope no sábado, João da Costa venceria já no primeiro turno, com 47% dos votos. Juntos, os demais concorrentes não alcançavam 40%. A arrancada, que surpreende até seus próprios correligionários, logo enseja a pergunta: como ele alcançou esse resultado?

O grande impulso, na avaliação da coordenação de campanha, está vindo do maior cabo eleitoral de João da Costa, o atual prefeito João Paulo (PT), que tem altos índices de aprovação.

Em oito anos, a gestão do petista conseguiu agradar tanto os mais pobres quanto os mais abastados. Na periferia, prevaleceram as obras do Orçamento Participativo, que, sob o comando do então secretário João da Costa, investiu 12% do orçamento (R$ 300 milhões) em 3,6 mil intervenções, principalmente na área de urbanização. Para a classe média, agradaram projetos como o fim do transporte clandestino na cidade, que congestionava o trânsito, e do Recifolia, uma festa de axé que tumultuava o bairro de Boa Viagem.

Pesquisas qualitativas feitas com os eleitores têm mostrado que o impulso de João Paulo, que precisou impor a candidatura do seu secretário, tem sido forte. João da Costa ainda não é muito conhecido pela população. “Só se sabe que ele é o candidato de João Paulo. Isso, por enquanto, tem bastado”, diz um integrante da equipe de marketing.

O baixo grau de conhecimento do candidato deve-se ao fato de a experiência de sua experiência se concentrar nos bastidores de João Paulo. Depois de atuar como líder estudantil – cursou, sem concluir, Direito, Agronomia e Administração de Empresas -, foi secretário do prefeito nos últimos sete anos. Como um teste para a candidatura à prefeitura, lançou-se deputado estadual em 2006, mobilizando o exército de delegados do OP. Conseguiu se eleger, mas deixou o cargo para retornar à secretaria.

É nessa atuação com o OP que os programas de televisão e rádio se concentram para passar a idéia que ele vai continuar a gestão de João Paulo. “É a identidade com o prefeito que está gerando votos”, diz Karla Menezes, presidente do PT no Recife.

Com a estratégia, ele tem desbancado políticos bastante conhecidos na cidade, como o ex-governador José Mendonça (DEM) e Carlos Eduardo Cadoca (PSC), deputado federal por três vezes, mesmo sendo o único a ainda não ter apresentado um programa de governo.

Para a oposição, além do prefeito, a coligação de 16 partidos que o postulante conseguiu formar tem garantido parte expressiva dos votos. É um reforço de 419 candidatos a vereadores – de um total de 641 postulantes no Recife – que se transformam em cabos eleitorais. Mendonça (DEM), que aparece na segunda colocação nas pesquisas de intenção de voto, não conseguiu atrair outras legendas.

Apoiada por uma ação que corre na Justiça Eleitoral, movida por uma denúncia do Ministério Público (MP), a oposição também acusa – ainda que de forma velada – o candidato petista de usar a máquina da prefeitura. No processo, o MP afirma que funcionários podem estar sendo coagidos a trabalhar na campanha de João da Costa.

Segundo Michel Zaidan, coordenador do Núcleo de Estudos Eleitorais, Partidários e da Democracia da Universidade Federal de Pernambuco, a arrancada de João da Costa também está relacionada ao perfil do eleitor recifense. “Ele gosta de polarizar. Uma terceira via nunca se concretiza. Quando o cenário está um pouco mais embolado, as pessoas já preferem migrar para os candidatos que estão na frente”, diz. E, na hora de optar entre Mendonça e João da Costa, o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contribui para a esquerda.

Por enquanto, a reação dos demais candidatos à escalada de João da Costa tem sido branda. Vai mais pela linha de que todos vão continuar o que está bom na atual gestão, mas prometem fazer mais. A coordenação de campanha de João da Costa, porém, tem receio do bombardeio que possa vir pela frente. “A velocidade com que ele subiu nas pesquisas foi muito rápida. É preciso cautela porque ainda tem um mês antes da votação”, explica um integrante da equipe.

Não se sabe se ele já chegou a um teto e pode cair com os ataques ou se ainda deve crescer mais. Amanhã Lula estará no Recife, o que pode dar um empurrão ao postulante. Por enquanto, porém, não estão previstos eventos políticos.

Na capital pernambucana, Lula enfrenta uma delicada situação. Além do petista João da Costa, Cadoca (PSC), que se encontra na terceira posição nas pesquisas com cerca de 10% dos votos, faz parte da base aliada do governo. Há ainda uma outra questão mais espinhosa: apesar de João da Costa ser o candidato oficial de Eduardo Campos (PSB), governador de quem Lula tem estado mais próximo, sua vitória em primeiro turno poderia fortalecer demais João Paulo como adversário a sua reeleição em 2010.

Nos últimos programas eleitorais, Eduardo tem aparecido mais ao lado de Cadoca do que de João da Costa. Na sexta-feira, o candidato do PSC pisou no calo da prefeitura na questão da segurança, um problema que já foi alvo de queixas do governo estadual pelo não envolvimento de João Paulo no combate aos homicídios da capital mais violenta do país. Cadoca disse que já está conversando com o governador sobre seus planos para a segurança. “Embora seja uma atribuição do Estado, o prefeito não pode se omitir”, afirmou, no mesmo tom usado por Eduardo Campos quando indagado sobre suas ações para a segurança pública.

31/08/2008 - 09:40h Saúde é maior preocupação para 3 em cada 4 paulistanos

Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, a seguir vêm educação, prioridade para 53%, e segurança, com 41%

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Carlos Marchi – O Estado de São Paulo

A saúde é a questão que mais preocupa o cidadão de São Paulo. Para 74% dos eleitores paulistanos é o tema que mais deve merecer atenção do futuro prefeito, informa pesquisa Ibope contratada pelo Estado e pela TV Globo. Esta preocupação majoritária é que tem influenciado os candidatos a dedicar grande espaço de seus programas na propaganda gratuita no rádio e na televisão ao setor. As demandas dos paulistanos estão concentradas em três áreas: além da saúde, a educação foi citada por 53% dos eleitores e a segurança, por 41%.

Outras questões que têm potencial relevância não estão, no momento, entre as grandes preocupações do cidadão paulistano. O desemprego, que sempre comanda as demandas em vésperas de eleição, foi mencionado por 31% dos entrevistados. O trânsito caótico de São Paulo apareceu como problema para apenas 23% dos cidadãos, enquanto o transporte coletivo foi citado por 25%. A pesquisa pediu aos entrevistados que citassem as três áreas que mais os preocupavam no momento.

Outros assuntos que costumam merecer importância na avaliação da população foram pouco citados. Habitação, por exemplo, surge como problema para apenas 9% dos paulistanos; calçamento de ruas e avenidas foi mencionado por 5%; o problema do menor abandonado mobiliza só 8% dos cidadãos; a limpeza pública está preocupando apenas 4% e o meio ambiente, que costuma atrair o interesse de parcelas significativas da população, foi mencionado por 6%.

O comportamento do eleitor carioca repete, com ligeiras mudanças, o pensamento paulistano. Para 77% dos cidadãos da capital fluminense a saúde também é o problema que mais preocupa, seguida pela segurança pública, citada por 54%, e a educação, mencionada por 51%. No Rio, o desemprego preocupa menos ainda – o problema foi citado por apenas 21%. O trânsito carioca, tão ou mais caótico que o de São Paulo, preocupa apenas 8% dos eleitores. O transporte coletivo foi lembrado por 11%.

Belo Horizonte atribuiu o mesmo valor à questão da saúde, citada por 77%. A segunda grande preocupação dos mineiros é a segurança, observada por 58%, e a educação é demandada por 51%. No Recife, 71% dos eleitores citaram a saúde como tema central da municipalidade, enquanto 61% optaram pela segurança pública e 45% mencionaram a educação.

O critério mais usado pelo eleitor paulistano para escolher o seu candidato a prefeito é olhar o passado do político, forma apontada por 34% dos entrevistados. O segundo critério é o conjunto de propostas, citado por 33%.

Mas 16% ficam atentos ao currículo do candidato, 5% votam por causa do partido político a que o candidato é filiado e 4% admitem que escolhem pela simpatia. Uma parcela de 2% opta por um nome mediante indicação de outras lideranças e 1% vota por indicação de parentes, amigos ou vizinhos.

No Rio, o passado do candidato é o mais importante para 35%, seguido pelas propostas de governo, examinadas por 27%, e o currículo do candidato, considerado por 12%. Em Belo Horizonte, o passado do candidato mereceu 29% das citações, seguido pelas propostas de governo, com 28%, e o currículo, citado por 17%. O apoio político de outras lideranças foi mencionado por 8%. No Recife, ao contrário, as propostas de governo foram citadas por 39% e o passado do candidato foi lembrado por 26%.

RAIO X

A pesquisa Ibope, feita entre os dias 25 e 28, ouviu 1.001 eleitores em São Paulo, 1.001 no Rio de Janeiro, 805 em Belo Horizonte e 805 em Pernambuco. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95% – ou seja, de cada 100 pesquisas, 95 terão resultados dentro da margem.

30/08/2008 - 20:53h Márcio Lacerda dispara nas corrida eleitoral de BH, mostra Ibope

http://tbn0.google.com/images?q=tbn:wSeDura2beKYyM:http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/images/AecioPimentelLacerda.jpgJornal da Globo – O Globo Online

RIO – O candidato do PSB à prefeitura de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, disparou na preferência dos eleitores e atingiu 40% das intenções de votos, mostra pesquisa do Ibope, encomendada pelo jornal “O estado de São Paulo” e pela TV Globo, e divulgada pelo Jornal da Globo na noite desta sexta-feira. Ele tinha 8% das intenções de voto em julho. Foi para 9% na pesquisa de 15 de agosto e agora disparou, atingindo 40% das intenções. Lacerda é o candidato das duas maiores autoridades políticas de Belo Horizonte, o prefeito Fernando Pimentel (PT), e de Minas, o governador Aécio Neves (PSDB).

A deputada federal, Jô Moraes, do PC do B, tinha 17% em julho. Na primeira quinzena de agosto oscilou para 18% e agora está com 15%. O deputado federal Leonardo Quintão, do PMDB, tinha 14% em julho, caiu para 10% na primeira quinzena de agosto e na nova pesquisa se manteve estável. Sérgio Miranda, do PDT, começou com 3%. Oscilou para 2% e agora se manteve estável.Vanessa Portugal, do PSTU, tinha 4% em julho, oscilou para 5% na primeira quinzena de agosto e agora caiu para 1% das intenções. Gustavo Valadares, do DEM, tinha 2% das intenções em julho manteve-se estável na primeira quinzena de agosto. Agora, oscilou para 1%.

Na última pesquisa em Belo Horizonte, brancos e nulos somam 10%. Não sabem e não opinaram, 20%. Os candidatos André, do PT do B, Pepê, do PCO, e Jorge Periquito, do PRTB, tiveram menos de 1% das intenções.

Num eventual segundo turno, Marcio Lacerda teria 48% das intenções de voto contra 21% de Jô Moraes. Em outro cenário, o candidato do PSB teria 43% dos votos no segundo turno contra 17% de Leonardo Quintão.

O Ibope entrevistou 805 eleitores na capital mineira entre os dias 26 e 28 de agosto. A pesquisa, registrada na 26ª Zona Eleitoral com o número 59638/200, tem margem de erro de três pontos percentuais.

30/08/2008 - 09:04h Marta na frente, Alckmin e Kassab brigam pelo 2° lugar

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A nova rodada de pesquisas Ibope e Datafolha, com resultados diferentes para cada instituto, refletem algumas mudanças.

Embaixo a tabela mostra os resultados desde o começo da série em 3 de julho.

A liderança de Marta no primeiro turno permanece nos mesmos patamares das últimas pesquisas, com oscilação negativa de 2 pontos (a margem de erro é de 3 pontos para + ou para -).

Alckmin diminiu aparentemente o ritmo de sua queda e encontra-se numa franja de 20 a 25%. Kassab continua progredindo e adentrando na franja de 15 a 20%. Como ao mesmo tempo melhora, segundo o Datafolha, a aprovação de sua administração e diminui sua rejeição (26% é a rejeição de Kassab no Datafolha, antes era de 32%). Podemos considerar que a evolução nesta semana tem sido mais positiva para Kassab. Ou seja a disputa pelo segundo lugar vai acirrar a situação nos próximos dias.

As intenções de voto ao longo do último mês mostra um relativo equilíbrio entre o PT, de um lado, e o DEM-PSDB, do outro. Ambos blocos giram entorno de 40% de intenção de voto cada, o que reflete na simulação do último Datafolha sobre o segundo turno. Ou seja, tudo indica até aqui, que a eleição será muito disputada, voto a voto, no segundo turno.

Luis Favre

Datafolha Ibope Globo
Datafolha Globo
Ibope Globo Datafolha IBOPE Datafolha
Marta 38% 34% 36% 41% 41% 39%
39%
Alckmin 31% 31% 32% 26% 24% 22%
24%
Kassab 13% 10% 11% 8% 14% 12%
16%
Maluf 8% 9% 8% 9% 9% 9%
7%
2° turno
Marta 45% 43% 43% 47% 49% 50%
 46%
Alckmin 50% 47% 51% 42% 44% 39%
46%
2° turno
 Marta 55% 51% 52% 55% 55% 55%
49%
 Kassab 36% 35% 37% 30% 35% 32%
41%
campo 3 e 4 de julho 15-17 julho 23-24 julho 15 agosto 21-22 agosto 27-29 agosto 29 agosto

29/08/2008 - 19:45h Veja resultado de pesquisa Ibope em duas capitais e mais cinco cidades

Em Curitiba (PR), Richa tem 70% e Gleisi, 16%.
Na cidade de Natal (RN), Micarla de Sousa tem 50%.

Do G1, em São Paulo

O Ibope realizou pesquisas sobre a disputa eleitoral em duas capitais – Curitiba (PR) e Natal (RN) – e mais seis cidades: Umuarama (PR), Piracicaba (SP), Franca (SP), Guarujá (SP) e Campos (RJ). Os levantamentos foram divulgados nesta sexta-feira (29) pelas afiliadas da TV Globo.

Paraná

Em Curitiba, o Ibope aponta que Beto Richa (PSDB) oscilou negativamente dois pontos percentuais e registrou 70%. A candidata do PT, Gleisi Hoffmann, oscilou positivamente 3 pontos percentuais e foi a 16%. Fábio Camargo (PTB) oscilou de 4% para 2%. Reitor Moreira (PMDB), que não havia atingido 1% na pesquisa anterior, aparece agora com 2%. Bruno Meirinho (PSOL) tem 1%. Lauro Rodrigues (PTdoB), Ricardo Gomyde (PCdoB) e Maurício Furtado (PV) não atingiram 1% das intenções. Saiba mais sobre a pesquisa.

Em Umuarama, a pesquisa mostra que o candidato do PDT à Prefeitura de Umuarama (PR), Moacir da Morena, tem 49% das intenções de voto. O atual prefeito Dr. Luiz Renato (PT), que tenta reeleição, tem 16% e está tecnicamente empatado com Pozzobom (PV), que tem 11%. Saiba mais sobre a pesquisa.

Rio Grande do Norte

Em Natal, Micarla de Sousa (PV) aparece com 50% das intenções de voto e Fátima (PT) com 25%. Segundo o instituto, Miguel Mossoró (PTC) soma 5%, enquanto Joanilson Rego (PSDC) e Wober Júnior (PPS) têm 2% cada um. Dário Barbosa (PSTU), Pedro Quithé (PSL) e Sandro Pimentel (PSOL) somam 1% cada um deles. Saiba mais sobre a pesquisa.

São Paulo

Em Piracicaba, o atual prefeito e candidato à reeleição, Barjas Negri (PSDB), tem 77% das intenções de voto. Gustavo Herrmann (PSB) aparece com 3% das intenções, enquanto Boldrin (PT) e Dr. João Pauli (PV) têm 2% cada um. Adelmo Lindo (PC do B) e Marina Madeira (PCO) aparecem com 1% cada. André Tietz (PSOL) não alcançou 1%. Saiba mais sobre a pesquisa.

Na cidade de Franca, o Ibope aponta o atual prefeito e candidato à reeleição, Sidnei Rocha (PSDB), com 57% das intenções de voto. Gilson Pelizaro (PT) aparece com 21% das preferências, enquanto Cristiano Rodrigues (PV) tem 2%. Jorginho (PSOL) e Tito (PCB) somam 1% cada um. Saiba mais sobre a pesquisa.

Em Guarujá, o atual prefeito e candidato à reeleição, Farid Madi (PDT), subiu seis pontos percentuais em relação ao levantamento anterior e registrou 46%. A professora Antonieta (PMDB) subiu cinco pontos percentuais, passando de 19% para 24%. Pirani (PRP) oscilou de 5% para 4%. O mesmo ocorreu com Paulo Piasenti (PSDB), que tinha 5% e agora tem 4%. Duino (PSC) oscilou de 4% para 1%. Alexandre Silva (PSOL), que tinha 1% no levantamento anterior, não atingiu 1% das intenções de voto. Saiba mais sobre a pesquisa.

Rio de Janeiro

Em Campos (RJ), o instituto mostra empate técnico entre Rosinha Garotinho (PMDB) e Arnaldo Vianna (PDT). Rosinha tem 37% das preferências, contra 36% de Vianna. Paulo Feijó (PSDB) soma 4% e Professora Odete (PC do B), 2%. Marcelo Vivório (PRTB) e Vanderson Gama (PCB) não alcançaram 1%. Saiba mais sobre a pesquisa.

28/08/2008 - 18:12h Memória

Contribuição aos estudos avançados de Roberto Dias e Josias de Souza, da Folha.

Reproduzo a seguir as intenções de voto em favor de Marta Suplicy a partir da pesquisa Datafolha de 12 de julho 2000 até as vésperas do primeiro turno, pesquisa Datafolha de 29 de setembro 2000. No quadro só figuram os resultados de Marta nas pesquisas Datafolha e IBOPE, os maiores institutos. Em 2000, Marta obteve 33% (equivalente a 38% dos votos válidos) no primeiro turno e 58% no segundo turno, contra 42% de Maluf. Na pesquisa Datafolha do 29 de junho 2000, a rejeição de Marta era de 37%.

 As pesquisas do ano 2000, quando Marta foi eleita prefeita

Datafolha 12/jul 31%
Ibope 17/jul 26%
Datafolha 26/jul 33%
Ibope 06/ago 29%
Datafolha 10/ago 36%
Datafolha 17/ago 32%
Ibope 22/ago 30%
Datafolha 25/ago 31%
Datafolha 29/ago 30%
Datafoha 01/set 29%
Ibope 04/set 31%
Datafolha 05/set 29%
Ibope 08/set 33%
Datafolha 13/set 34%
Datafolha 15/set 32%
Datafolha 22/set 35%
Datafolha 26/set 33%
Datafolha 29/set 34%

26/08/2008 - 18:31h Prestes a receber Lula na campanha, Marta diz que não pensa em vitória no 1° turno

Reuters/Brasil Online – Portal O Globo

http://oglobo.globo.com/fotos/2008/08/26/26_MHG_PAIS_martafala.jpg

SÃO PAULO – Com 17 pontos acima do segundo colocado nas pesquisas e a quatro dias de receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha, a candidata a prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) afirmou que não conta com a vitória no primeiro turno.

- Nós não estamos pensando nisso não, a gente está muito feliz de o presidente vir, mas nós acreditamos que nada de salto alto – afirmou Marta a jornalistas nesta terça-feira após realizar palestra na sede da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

” Nada de salto alto “

Pesquisa Datafolha divulgada no sábado mostrou Marta subindo de 36 % para 41 %, abrindo 17 pontos percentuais de vantagem sobre Geraldo Alckmin (PSDB), que caiu de 32 para 24 %. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) passou de 11 para 14 %.

A alta de Marta e a queda de Alckmin já havia sido apontada em pesquisa Ibope anterior. Para ganhar no primeiro turno, em 5 de outubro, é necessário obter 50 % mais um dos votos válidos.

A candidata procurou não comentar a intensificação das críticas entre Alckmin e Kassab ao dizer que “a preocupação está em continuar apresentando propostas, porque foi assim que a gente chegou neste resultado.”

Mas não deixou sem resposta ataques do prefeito Kassab que a acusa de não acabar com as escolas de lata.

- As escolas de lata foram construídas, todinhas, na gestão (Celso) Pitta (1997-2000), da qual Kassab era secretário. Então me parece um pouco estranho ele fazer este discurso – afirmou, acrescentando que foi ela que iniciou o processo de desconstrução.

No sábado, o presidente Lula desembarca na campanha de Marta para o primeiro compromisso conjunto de campanha. Ele escolheu São Paulo para sua estréia na eleição deste ano. De acordo com informações ainda não oficiais, os dois farão uma caminhada e um comício na avenida Oliveira Freire, em São Miguel Paulista, zona leste da cidade. O extremo leste e a região sul são as duas áreas em que Marta tem seus melhores índices de intenção de voto.

- A idéia é ‘melhorar onde ela está bem’ – disse um petista da campanha.

Entre sábado e domingo Lula fará campanha também junto a candidatos do PT do ABC: Luiz Marinho (São Bernardo do Campo), Mário Reali (Diadema) e Vanderlei Siraque (Santo André).