<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; IDE</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/ide/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 12:47:13 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cotas para alunos pobres</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/cotas-para-alunos-pobres/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/cotas-para-alunos-pobres/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 11:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[pardos]]></category>
		<category><![CDATA[ProUni]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/cotas-para-alunos-pobres/</guid>
		<description><![CDATA[ Câmara decide que reserva de vagas em universidades federais não obedecerá só a critérios raciais

Isabel Braga e Demétrio Weber BRASÍLIA &#8211; O Globo
De afogadilho, a Câmara aprovou ontem projeto que cria reserva de vagas para alunos de escolas públicas em instituições federais de ensino superior e de educação técnica. Na última hora, os deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Câmara decide que reserva de vagas em universidades federais não obedecerá só a critérios raciais</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/06/igualdade.jpg" alt="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/06/igualdade.jpg" width="551" height="271" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Isabel Braga e Demétrio Weber BRASÍLIA &#8211; O Globo</strong></p>
<p>De afogadilho, a Câmara aprovou ontem projeto que cria reserva de vagas para alunos de escolas públicas em instituições federais de ensino superior e de educação técnica. Na última hora, os deputados fizeram uma mudança importante no projeto, que já fora aprovado pelo Senado: além das cotas raciais, haverá uma cota social, baseada na renda familiar, para beneficiar os estudantes mais pobres.</p>
<p>O texto estabelece a reserva de, no mínimo, 50% das vagas (por curso e turno) oferecidas pelas instituições a estudantes que tenham cursado, integralmente, os três anos do ensino médio em escolas públicas. Dentro desses 50%, agora há outros dois critérios a serem obedecidos: a renda familiar (metade dessas vagas será preenchida por estudantes com renda familiar de até um salário e meio per capita) e a questão racial.</p>
<p>Por causa da mudança — proposta pelo ex-ministro da Educação, deputado Paulo Renato Souza (PSDB-SP) —, o projeto voltará ao Senado.</p>
<p>Em cada estado, as vagas destinadas às cotas serão divididas de acordo com a proporção da variável étnica, tendo por base o último Censo do IBGE. Assim, se uma universidade oferece 200 vagas para Direito, cem serão reservadas para estudantes de escolas públicas que prestam o vestibular. Dessas, 50 serão ocupadas por estudantes de baixa renda, negros ou não. No caso do critério de raça, é preciso saber qual a porcentagem de negros, pardos e índios no estado.</p>
<p>Em 2004, o governo enviou ao Congresso proposta que previa a reserva de vagas para os estudantes do ensino público e a cota racial.</p>
<p>Desde 2006, o projeto estava pronto para ir a plenário, mas PSDB e o DEM resistiam à proposta.</p>
<p>Os tucanos queriam trocar o critério racial pelo de renda. Uma proposta da senadora Ideli Salvatti (PT-SC), de mesmo teor, foi aprovada este ano no Senado e enviada à Câmara.</p>
<p>O projeto foi anexado aos que já tramitavam na Casa, mas ontem prevaleceu o substitutivo do deputado Carlos Abicalil (PT-MS).</p>
<p>Para viabilizar a votação ontem, líderes do PT e do PSDB tentaram encontrar um texto de consenso. Foram incluídas emendas, escritas à mão, como a da reserva de vagas para os estudantes de baixa renda, de Paulo Renato.</p>
<p>— Minha tese era de que, com o critério de renda, o problema racial estaria resolvido. Mas parte do governo reiterou o compromisso com os movimentos raciais. O que se vota hoje são dois critérios: o racial e o de renda. Não é o ideal, na minha opinião, mas, para garantir o acordo, concordamos — disse Paulo Renato.</p>
<p>Artigo polêmico sobre dispensa de vestibular</p>
<p>O projeto, no entanto, segue para o Senado com um artigo polêmico e considerado inconstitucional.</p>
<p>Ele acaba com a exigência de exame de seleção e diz que serão consideradas, para a ocupação das vagas, as notas dos estudantes nos três anos do ensino médio. Abicalil, que não estava ontem em Brasília, acreditava que este artigo tinha sido retirado do texto.</p>
<p>— Ninguém é dispensado do vestibular, esse critério fere a autonomia das universidades — disse Abicalil, sinalizando que o artigo deverá ser retirado no Senado.</p>
<p>O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou ativamente da negociação que permitiu a aprovação do projeto. De seu gabinete, por telefone, orientava o líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS). O tom da conversa era tenso: num dos diálogos, Haddad quase gritava, a ponto de ser ouvido na sala ao lado, onde jornalistas o aguardavam para uma entrevista.</p>
<p>Ele interrompeu a entrevista três vezes para falar com Fontana.</p>
<p>— A discussão é sobre o corte de renda. O ingrediente novo é esse. Acho cabível — afirmou o ministro.</p>
<p>Haddad defendeu que o limite de renda familiar fosse o mesmo do programa Universidade para Todos (ProUni): um salário mínimo e meio por pessoa, no caso de quem ganha bolsa de 100% para estudar em instituições privadas.</p>
<p>Em relação à resistência de universidades federais contra a definição de uma regra nacional de cotas, já que diversas instituições adotam modelos distintos de reserva de vagas, o ministro lembrou que foi acertado um prazo de transição de quatro anos, o que garantiu o apoio da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).</p>
<p>O coordenador nacional do Movimento dos Sem Universidade (MSU), Sérgio Custódio, comemorou a votação na Câmara: — O Brasil caminha para se equiparar ao resto do mundo, que vive um momento pósracista, após a eleição do presidente americano Barack Obama. Um mundo onde há espaço para a diferença — disse Custódio</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/cotas-para-alunos-pobres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frente parlamentar defende piso nacional dos professores</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/frente-parlamentar-defende-piso-nacional-dos-professores/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/frente-parlamentar-defende-piso-nacional-dos-professores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 13:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Adin]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Frente parlamentar]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[piso salárial]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/frente-parlamentar-defende-piso-nacional-dos-professores/</guid>
		<description><![CDATA[
Cristiane Agostine, de Brasília &#8211; VALOR
No período em que Estados e municípios negociam a aprovação de seus Orçamentos para 2009, deputados federais e senadores pressionam os governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraná a implementarem o piso nacional para os professores. Lançaram ontem uma frente em contraposição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://populo.weblog.com.pt/arquivo/professor.jpg" alt="http://populo.weblog.com.pt/arquivo/professor.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Cristiane Agostine, de Brasília &#8211; VALOR</strong></p>
<p>No período em que Estados e municípios negociam a aprovação de seus Orçamentos para 2009, deputados federais e senadores pressionam os governadores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraná a implementarem o piso nacional para os professores. Lançaram ontem uma frente em contraposição à Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) movida pelos cinco Estados contra a lei que criou o piso, de R$ 950, e aumentou a carga horária da educação básica.</p>
<p>Com mais de 150 assinaturas, segundo a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), a frente protestará nos Estados para que os governadores reformulem seus Orçamentos&#8221;. A Adin é uma afronta ao Congresso, ao movimento sindical e aos professores&#8221;, disse a senadora Ideli Salvatti (PT-SC).</p>
<p>Na ação apresentada pelos Estados contra a Lei 11.738/08, que instituiu o piso, os governadores argumentam que a medida não cabe no Orçamento. &#8220;A lei extrapola ao legislar sobre a carga horária&#8221;, diz a secretária de Educação do Ceará, Maria Izolda Cela. A medida, diz, levará o governo estadual a contratar mais de 7 mil professores, o que aumentará os gastos em R$ 102 milhões. &#8220;Não consigo entender a postura do governo federal&#8221;, diz.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Educação de Santa Catarina adverte para o risco de se ultrapassar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. A secretaria contesta a inclusão do aumento de horas-atividade e diz que terá de contratar 5,4 mil profissionais.</p>
<p>O cumprimento do piso será escalonado. O valor integral deve ser pago em 2010 para uma jornada de 40 horas semanais. O benefício também será destinado a aposentados e pensionistas. Além do piso, a lei, em vigor desde julho, estabelece que os professores devem reservar um terço da carga horária a funções fora da sala de aula, como planejamento das lições e correção de provas.</p>
<p>Os Estados e municípios que comprovarem não ter condições de pagar o reajuste terão complementação do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica. Segundo o governo federal, cerca de 40% dos professores em início de carreira recebem menos do que o piso. É a primeira categoria a ter piso salarial definido na Constituição.</p>
<p>Na frente, já há divergências. Segundo o deputado federal Gastão Vieira (PMDB-MA), o movimento está politizando a discussão contra os partidos dos governadores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/frente-parlamentar-defende-piso-nacional-dos-professores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Momento é favorável ao Brasil, aponta Deutsche Bank</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/10/momento-e-favoravel-ao-brasil-aponta-deutsche-bank/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/10/momento-e-favoravel-ao-brasil-aponta-deutsche-bank/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 15:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Economia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Deutsche Bank]]></category>
		<category><![CDATA[governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=1829</guid>
		<description><![CDATA[Assis Moreira
Jornal Valor
As perspectivas de crescimento do mercado financeiro no Brasil são &#8220;excelentes&#8221;&#8216;, estima o Deutsche Bank, um dos maiores grupos bancários do mundo, em nota divulgada ontem em Frankfurt.
O banco destaca que as emissões de ações e obrigações atingiram um nível sem precedentes, o fluxo de investimentos diretos estrangeiros (IDE) bate recorde, o real [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assis Moreira<br />
Jornal <a href="http://www.valor.com.br/">Valor</a></p>
<p>As perspectivas de crescimento do mercado financeiro no Brasil são &#8220;excelentes&#8221;&#8216;, estima o Deutsche Bank, um dos maiores grupos bancários do mundo, em nota divulgada ontem em Frankfurt.</p>
<p>O banco destaca que as emissões de ações e obrigações atingiram um nível sem precedentes, o fluxo de investimentos diretos estrangeiros (IDE) bate recorde, o real apresenta uma dos melhores desempenhos entre as moedas nos últimos dois anos, e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tem altas históricas.</p>
<p>Para o Deutsche, isso mostra que a estabilização econômica que se seguiu a crise de 2002 &#8220;finalmente começa a dar seus frutos&#8221;. E aposta que a atual política de disciplina fiscal e monetária será mantida além de 2010, quando haverá nova eleição presidencial.</p>
<p>As perspectivas de estabilidade econômica no longo prazo, maior expansão econômica e menor taxa de juros (com custo de capital mais baixo) tem resultado num aumento sem precedentes nas atividades dos mercados financeiros, destaca a instituição.</p>
<p>Apoiando avaliação normalmente feita pelo governo, o Deutsche Bank, destaca que outras fases de expansão econômica e financeira foram baseadas em deterioração fiscal e externa. Agora, estima que o &#8220;boom&#8221; está ocorrendo num cenário de queda do débito público e melhora nas contas externas. E que &#8220;até mesmo&#8221; o mercado de hipotecas está decolando.</p>
<p>O banco alemão reconhece que a fase de expansão da economia brasileira foi favorecida pela aceleração do crescimento da economia global, preços das commodities em alta e liquidez internacional que ajudou os mercados financeiros e a apreciação de ativos entre as economias emergentes.</p>
<p>Apesar de sobressaltos recentes, o banco estima que a situação internacional continuará a ser interessante para os ativos brasileiros no médio prazo. A integração da China na economia mundial continuará a beneficiar o Brasil. O país também deverá receber mais investimentos chineses. Até agora, Pequim só investiu uma pequena parte dos US$ 100 bilhões prometidos pelo presidente Hu Jintao durante sua visita em 2004 a América latina. E o Brasil, pela sua riqueza natural, é o que deve receber a maior fatia.</p>
<p>A instituição alemã mantém a previsão de que a economia brasileira como um todo será tornará credor externo liquido em 2009. O Deutsche mantém a aposta num crescimento econômico entre 4-5% neste e no próximo ano. Conclui que o país está longe de alcançar todo seu potencial econômico. E alerta para &#8220;riscos consideráveis&#8221; a obtenção de maior expansão econômica no médio prazo por causa de problemas de infra-estrutura e regulamentações.</p>
<p>Ainda assim, as perspectivas econômicas e financeiras continuarão elevadas, graças a estabilidade econômica e queda dos juros, entre outros fatores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2007/10/momento-e-favoravel-ao-brasil-aponta-deutsche-bank/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
