21/07/2008 - 22:02h Edward Weston

A imagem “http://www.artphotogallery.org/02/artphotogallery/database/weston01.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
Nudes - Foto de Edward Weston

Edward Weston was born in 1886 in Highland Park, Illinois. When he was sixteen years old his father gave him a Kodak Bulls-Eye #2 camera and he began to photograph at his aunt’s farm and in Chicago parks. In 1903 Weston first had his photographs exhibited at the Chicago Art Institute. Soon after the San Francisco earthquake and fire on April 19, 1906, Weston came to California to work as a surveyor for San Pedro, Los Angeles and Salt Lake Railroad. For a short while Weston returned to Chicago and attended the Illinois College of Photography, but came back to California to live in 1908 where he became a founding member of the Camera Pictorialists of Los Angeles. He married Flora Chandler in 1909 and they soon gave birth to two sons: Edward Chandler Weston, in 1910 and Theodore Brett Weston in 1911. Weston had his own portrait studio in Tropico, California and also began to have articles published in magazines such as American Photography, Photo Era and Photo-Miniature where his article entitled “Weston’s Methods” on unconventional portraiture appeared in September, 1917. Weston’s third son, Laurence Neil Weston, was born in 1916 and his fourth, Cole Weston, in 1919. Soon after Weston met Tina Modotti which marked the starting point of their long relationship, photographic collaborations in Mexico and later much publicized love affair. Modotti’s husband, a political radical in Mexico, died in 1922. That same year Weston traveled to Ohio to visit his sister and there took photographs of the Armco Steel Plant. From Ohio he went to New York and met Alfred Stieglitz, Paul Strand, Charles Sheeler and Georgia O’Keefe. At this time Weston renounced Pictorialism and began a period of transition, self-analysis and self-discipline while making voyages to Mexico, often with Modotti and one of his sons. Some of the photographs that he and Modotti made in Mexico were published in Anita Brenner’s book Idols Behind Altars. Weston began photographing shells, vegetables and nudes in 1927. Weston kept very detailed journals or “Day Books” of his daily activities, thoughts, ideas and conversations. His first publication of these writings “From My Day Book” appeared in 1928 - others were published after his death. Two years later he had his first New York exhibit at Alma Reed’s Delphic Studios Gallery and later exhibited at Harvard Society of Contemporary Arts with Walker Evans, Eugene Atget, Sheeler, Stieglitz, Modotti and others. Weston was a Charter member of the “Group f/64″ that was started in 1932 and included Ansel Adams, Imogen Cunningham, Consuelo Kanaga and others. They chose this optical term because they habitually set their lenses to that aperture to secure maximum image sharpness of both foreground and distance. Weston went even further toward photographic purity in 1934 when he resolved to make only unretouched portraits. Even though several large exhibitions followed, he was still of modest means and in 1935 initiated the “Edward Weston Print of the Month Club” offering photographs at $10 each. In 1937 he was the first photographer to be awarded a Guggenheim fellowship taking his assistant Charis Wilson along on his travels whom he married the next year. In 1940 the book California and the West was published with text by Charis and photographs by Edward. The same year he participated in the U.S. Camera Yosemite Photographic Forum with Ansel Adams and Dorthea Lange. In 1941 he was commissioned by Limited Editions Club to illustrate a new edition of Walt Whitman’s Leaves of Grass. Weston started experiencing symptoms of Parkinson’s disease in 1946 and in 1948 made his last photographs at Point Lobos. In 1952 his Fiftieth Anniversary Portfolio was published with his images printed by Brett. In 1955 Weston selected several of what he called “Project Prints” and began having Brett, Cole and Dody Warren print them under his supervision. Lou Stoumen released his film The Naked Eye in 1956 of which he used several of Weston’s print as well as footage of Weston himself. Edward Weston died at home on January 1, 1958.

A imagem “http://www.exeter.edu/media/content/Photograph_by_Edward_Weston_rdax_300x404.jpg” contém erros e não pode ser exibida.
Frida Kahlo por Edward Weston

Edward Weston (Highland Park, Illinois, 24 de março de 1886Widcat Hill, 1 de janeiro de 1958) foi um dos fotógrafos estadunidenses mais importantes do século XX.

Aos 16 anos ganhou sua primeira máquina fotográfica e fez suas primeiras fotos, demonstrando um grande talento em sua infante prática no campo da fotografia artística. Com 20 anos já havia publicado seus trabalhos.

Em 1922, Weston fotografou seu filho Neil nu. Apesar de não ser exatamente um trabalho do estúdio, a imagem foi aceita como uma clássica escultura em fotografia.

Viajou ao México em 1923, acompanhado de sua companheira Tina Modotti, quando esta ficou viúva, e de um dos seus quatro filhos, Chandler, e lá permaneceram por três anos. Com a ajuda de Modotti, realizou um trabalho fotográfico de mais de 200 obras para o livro Ídolos por trás dos altares, de Anita Brenner.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Tina_Modotti_Edward_Weston_1923.jpg/409px-Tina_Modotti_Edward_Weston_1923.jpg
Retrato de Tina Modotti, por Edward Weston (1923).

Em 1926 voltou para a Califórnia. Esse período de 1296 a 1930 significou para Weston um dos mais significantes de sua carreira, realizando seus trabalhos mais representativos.

Visitou o Deserto de Mojave em 1928, onde se deparou pela primeira vez com a paisagem. O deserto o impressionou, e como resultado, abriu portas para novos caminhos criativos.

A partir de 1929, iniciou sua célebre série de arte abstrata. Realizou sua primeira exposição individual em Nova Iorque no ano de 1930. Dois anos depois, publicou seu primeiro livros de fotografias, The Art of Edward Weston (A arte de Edward Weston).

Em 1935 se estabeleceu em Santa Mônica, onde encontrou lugares de grande inspiração, como nas dunas da Baía de Oceano. Nos últimos anos de sua vida, sua obra se fez mais sutil e diversa, porém, sem a força dos trabalhos anteriores. Em 1946 se divorciou de sua segunda esposa, Charis, e lhe apareceram os primeiros sintomas da síndrome de Parkinson.

Em 1947 teve seu primeiro contato com a fotografia em cores, mas não sem certas reticências. (wikipedia)

O fotógrafo Edward Weston (1886-1958) é considerado um pioneiro e um dos representantes mais sólidos da “fotografia direta” americana. Gostava de fazer experiências, de procurar motivos abstratos, angulos de observação e condições de iluminação. Fotografou fragmentos de rostos e nus e começou a usar técnicas de foco variável. Para Weston, as coisas do dia-a-dia transformavam-se em esculturas orgânicas, cujas formas eram ao mesmo tempo expressão e justificativa da vida que abrigavam, uma qualidade quase tátil.(Blog Um postal para um amigo).

13/07/2008 - 11:23h Pesquisa revela imagem que os eleitores têm de candidatos

Datafolha

Clique na imagem para ampliar e ler

imagem_candidatos-desenho.jpg

Folha de São Paulo 

03/06/2008 - 15:45h Mônica é nomeada embaixadora do turismo no Brasil

L'image “http://www.paho.org/Images/DD/PIN/persp19_13.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.

da Folha Online

Mônica, a mais famosa personagem de Mauricio de Sousa, será nomeada embaixadora do turismo. O título será entregue hoje pela ministra do Turismo, Marta Suplicy, que deve deixar o cargo amanhã (4) para disputar a Prefeitura de São Paulo.

monica_gibi.jpgPersonagem Mônica será nomeada embaixadora do turismo brasileiro

A cerimônia acontece às 16h em Brasília. A imagem de Mônica será usada para divulgar os destinos brasileiros no país e no exterior. Cebolinha, Cascão e Magali também participarão das campanhas do governo.

Um dos programas que devem utilizar a turma dos gibis é o Viaja Mais Jovem, que incentiva os estudantes a conhecerem melhor a região em que vivem.

Mônica é também embaixadora do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) no Brasil.

A personagem já tem 45 anos de existência, mas na ficção é apenas uma menina de quase sete anos.

A iniciativa de recorrer a personagens infantis não é inédita. No mês passado, Hello Kitty foi nomeada embaixadora do turismo do Japão.

Saída

Marta deve disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PT. A assessoria do ministério não confirma a saída, pois a ministra ainda não se posicionou oficialmente sobre o assunto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já praticamente definiu os substitutos de Marta. A petista deve ser substituída por seu secretário-executivo na pasta, Luiz Eduardo Barretto.

28/05/2008 - 16:53h Observando a mídia

A notícia instantânea, que desmancha sem bater

Carlos Brickmann, para o Observatório da Imprensa

Circo da Notícia - Coluna de 27 de maio

http://www.bobnews.com.br/images/10a83e14a51d7cebb9f723a317178578.jpgjornais2.jpg

No último dia 20, uma falsa notícia, divulgada por um importante canal de TV, mostrou como anda a imprensa no país: ninguém checou nada e todo mundo pôs no ar. A emissora de TV responsável pela barriga teve a cara-dura de afirmar que, enquanto divulgava as imagens de um incêndio, que teria sido causado pelo choque de um avião de passageiros com um prédio, ia checando a notícia.

Em resumo: divulgar antes, checar depois. E as concorrentes agiram ainda pior: copiaram primeiro, e algumas nem se deram ao trabalho de checar. Foram responsáveis não apenas pelos momentos de terror vividos pela família e pelos amigos dos passageiros daquela companhia, mas também por prejuízos reais à imagem da empresa aérea cujo nome foi citado. E foram responsáveis por atrasos e contratempos sem fim, já que a área mencionada como palco do choque do avião com o prédio é uma das mais movimentadas de São Paulo.

De onde surgiu a história? Ninguém sabe. O que ocorreu de fato foi um incêndio numa loja de móveis e colchões, com muita fumaça preta, muito susto e nenhuma vítima. Quem inventou que havia ali um avião de passageiros? Ninguém sabe, e a emissora que criou a barriga nada informou.

A fonte, cadê a fonte?

O fato é que a Internet, que pôs a informação ao alcance de muito mais gente em muito menos tempo, tem desprezado a boa apuração, em troca da velocidade. E, já que não é mesmo para apurar, por que gastar em bons jornalistas, em editores, em equipes de tamanho suficiente, em qualidade? Este colunista conhece alguns online operados exclusivamente por estagiários, sem ninguém que os treine, que os ensine, que se responsabilize por eles. Outros online, ligados a empresas que levaram anos construindo uma boa reputação, publicam qualquer coisa, e quando a informação é contestada dão uma resposta-padrão: “Nós recebemos da Agência X”. E daí? Se a Agência X informasse que os Estados Unidos, invadidos por tropas bolivarianas do presidente Hugo Chávez, com apoio logístico da Marinha de Guerra de Evo Morales, tinham concordado em se transformar em província boliviana, o jornalista divulgaria?

Há alguns anos, quando este colunista começou a trabalhar, notícia era mercadoria rara e cara. Hoje é abundante e barata. Mas é preciso evitar que, em nome da velocidade na transmissão de informações, a notícia perca sua principal característica: a semelhança com os fatos que pretende descrever.

A manipulação da notícia

A defesa de um policial acusado de corrupção, em Mogi das Cruzes, abre definitivamente a caixa-preta do relacionamento entre alguns jornalistas e alguns promotores: em troca de notícias exclusivas, jornalistas aceitam ser instrumentalizados pelos acusadores e publicam a informação como lhes é exigido.

O caso que explodiu agora é o de um e-mail enviado por um promotor a uma jornalista, denunciando a corrupção de 13 policiais. No e-mail, além da notícia, o promotor instrui a jornalista sobre como divulgar a denúncia (não deveria, por exemplo, abrir a denúncia completa, nem usar transcrições literais da acusação, para não colocar em risco a legitimidade da Promotoria diante do Poder Judiciário). Uma frase textual: “Queremos evitar que se diga que os promotores estão querendo aparecer”.

Como não havia segredo de Justiça nem o promotor lhe pedira sigilo, a jornalista passou cópia do e-mail a alguns dos policiais acusados, para que dessem sua versão dos fatos. O advogado de um policial juntou o e-mail ao processo e acusou o promotor de tentar dirigir o trabalho da imprensa. E o promotor passou a recusar-se a atender à jornalista que não o obedeceu, acusando-a de estar do lado da defesa – como se isso fosse crime.

Parece que o promotor ficou bravo ao descobrir que a jornalista estava ao lado do consumidor de informações, que merece receber a versão de todos os envolvidos. Talvez tenha razão para se irritar: nos últimos tempos, a imprensa, que nos tempos da ditadura se manteve sempre no apoio à defesa, mudou de posição e passou a aceitar, quase incondicionalmente, os argumentos da acusação.

Nunca se deve esquecer o promotor Luís Francisco, aquele de Brasília, que por sinal anda sumido: é preciso usar a imprensa para que os juízes não possam negar as prisões pedidas pelo promotor. O que cabe à imprensa é não se deixar usar nem pela defesa, nem pela acusação – e manter-se crítica até com os juízes.
(…)

carlos@brickmann.com.br

10/05/2008 - 18:46h O detetive da imagem e as fraudes visuais

fuegofalso.jpg
FUEGO FALSO. El milagro de la ‘Ignición fatua’, de la serie Milagros & CO. (2002)

Fotografía | Joan Fontcuberta

De paso por Buenos Aires, el fotógrafo catalán expone en esta entrevista su idea de la fotografía como “media verdad”, una herramienta tramposa pero necesaria para acceder a una realidad solo cognoscible por la mediación. Una mirada imprescindible en una época en la que hasta las guerras se justifican por “fraudes visuales”

irak.jpg

IMAGEN MANIPULADA. BASADA EN UNA FOTOGRAFÍA TOMADA POR UN CORRESPONSAL EN IRAK, FONTCUBERTA MANIPULA LA IMAGEN Y SE CONVIERTE EN EL TERRORISTA QUE DIRIGE UNA ACCIÓN INSURGENTE. DE LA SERIE DECONSTRUYE

Sábado 10 de mayo de 2008 | Publicado en la Edición impresa

Por Leonardo tarifeño

De la Redacción de LA NACION

El fotógrafo catalán Joan Fontcuberta dice que aprendió a desconfiar de las imágenes gracias a la dictadura de Franco, donde “la manipulación y la censura obligaban a leer entrelíneas. En esas circunstancias, se crece con el síndrome de la sospecha, y llega el momento en el que la duda se convierte en estilo de vida”. Eso, de niño. Ya de grande, lo que terminó de formar su conciencia de lo ilusorio y el simulacro (por no decir la mentira) fue trabajar en periodismo y publicidad. “Siempre digo que allí me entrenaron en la media verdad, una técnica de persuasión mucho más peligrosa que la mentira”, cuenta ahora, en Buenos Aires, invitado por el Cceba para un diálogo con Marcelo Brodsky. “¿Cómo me explico? A ver, hay una frase de Oliver North, el principal implicado en el escándalo Irangate , que puede servir. Para defenderse, durante el juicio en su contra, él dijo: ´yo no miento, simplemente economizo la verdad . Esa idea de economizar la verdad sin mentir es maquiavélica. La mentira es detectable, en cambio la ´economía de la verdad es un recurso casi florentino del que la política contemporánea da grandes muestras. Y hay que saber cómo reaccionar frente a esta situación actual. En ese sentido, sin ninguna pretensión ni paternalismos, yo esperaría que mi trabajo fuera pedagógico y hasta profiláctico.”

Fontcuberta es fotógrafo y, en particular, cazador iconográfico, un detective artístico empeñado en mostrar los riesgos de la credulidad en un mundo edificado por toda clase de imágenes. Premio Nacional de Fotografía en 1988 y ordenado Caballero de las Artes y las Letras por el Ministerio de Cultura de Francia en 1994, este militante de la sospecha visual trabaja con herramientas informáticas para poner en evidencia la poca verdad de la verdad fotográfica, a la que califica de “imagen-trampa”. Pero, además de su extensa obra, también expone su mirada en lúcidos ensayos ( El beso de Judas. Fotografía y verdad , o Ciencia y Fricción. Fotografía, naturaleza y artificio ) dirigidos a poner al descubierto la trampa que él advierte en la imagen. “La dimensión política del documento fotográfico, la problemática de la representación y el cuestionamiento de la veracidad de la imagen son mis temas recurrentes”, explica “porque la fotografía siempre se ha jugado a partir de un efecto de convicción, una idea de prueba de evidencia en la que basa su potencial político. Y lo que yo intento es desmantelar esa creencia y mostrar cómo la fotografía, a la manera de cualquier otro producto humano, es una construcción intelectual, cultural e ideológica”.

-¿La revolución tecnológica en el campo de la imagen no ha vuelto caduco el discurso de sospecha ante la fotografía? Hoy en día, cualquier chico sabe que las fotografías se manipulan.

-Efectivamente, el conocimiento y la conciencia crítica del espectador se han refinado, pero también se han refinado, en la misma proporción, las posibilidades sibilinas de la manipulación. La tergiversación propagandística de la imagen se ha sofisticado, y entonces las herramientas críticas tienen que sofisticarse en la misma dirección. Recientemente hemos tenido grandes ejemplos de fraude visual. El más relevante: se nos ha vendido una guerra internacionalizada con el pretexto de la supuesta presencia de armas de destrucción masiva, justificada por el testimonio de un documento fotográfico. ¿Hasta qué punto esa idea ha sido vehiculizada y fortalecida por la confianza que nos merecen los supuestos documentos fotográficos? La guerra en Irak demuestra que no podemos pensar en un espectador consciente ante el engaño que se vive en la iconosfera, solo porque hoy cualquier niño juega con Photoshop.

-¿El desarrollo tecnológico impulsa la fotografía hacia la mentira y la manipulación?

-La fotografía y la imagen siempre han estado involucradas en el discurso del poder y los tratamientos propagandísticos, eso no es un producto de las recientes innovaciones tecnológicas. Porque, no nos engañemos: la verdad no existe, no es más que un punto de vista, una versión interpretativa de los acontecimientos sustentada por una posición de autoridad. La verdad es una abstracción que representa más un objetivo que una cualidad definible. Cualquier fotógrafo de prensa sabe perfectamente que, delante de un mismo hecho, diez fotógrafos que trabajan para diez medios diferentes ven diez situaciones distintas. Las imágenes no coinciden, pero todos han tenido la misma verdad delante. Los fotógrafos han sido afectados por sensibilidades, intereses, ideologías y puntos de vista, y eso influye en su manera de moldear esa realidad. Y luego, esa información la toman los medios y los intereses a los que sirven, el marketing en el que se insertan y toda una serie de problemáticas y factores someten el significado de una imagen a factores ajenos al fotógrafo mismo. Está claro que la fotografía se ha vendido como una máscara de verdad, pero no ha sido más que un intento de reconstruir una cierta realidad.

-Dice que una fotografía es una construcción cultural, ¿cuáles son los presupuestos filosóficos de esa idea?

-Yo parto de un planteamiento filosófico para el cual la realidad no preexiste nuestra experiencia, sino que es un efecto de construcción intelectual e ideológica. El fotógrafo, al hacer una imagen, contribuye a esa noción de lo real que tenemos. La idea de “documento” se basa en unas presunciones culturales e históricas controvertibles, nada objetivas, que obedecen a la voluntad de influir en los procesos de comunicación.

-¿La realidad se construye?

-Efectivamente, la realidad, o al menos la experiencia que tenemos de la realidad, es un efecto de construcción. No se trata de debatir si la realidad existe o no, como lo hicieron las corrientes filosóficas clásicas, sino de darnos cuenta de que, exista o no, no podemos ver la realidad directamente, sino a través de unas mediaciones como, por ejemplo, la de los medios de comunicación. La cultura de masas y las imágenes que los medios nos transmiten son nuestra fuente de conocimiento, más que la experiencia directa. Nuestra idea de realidad viene condicionada por ese cúmulo iconográfico generado por los medios.

-¿La revolución iconográfica exige una nueva ética?

-En el caso del arte contemporáneo, siento que vale la pena generar una dinámica de reacción y resistencia, un compromiso importante aunque muchas veces sus efectos sean testimoniales. No se puede competir con el establishment mediático y político, pero con trabajos críticos se consigue mostrar que otro discurso visual es posible. Un discurso que active y movilice una capacidad de reacción crítica contra ese discurso dominante.

-¿Cómo sería ese discurso?

-Hay muchas posibilidades. Están quienes han renunciado a hacer fotografías y solo reciclan las que ya existen, para mostrar que esas fotos no son imágenes, sino realidades, objetos. Otra es mostrar que las imágenes en apariencia neutrales esconden significados ocultos y tienen agendas concretas para incidir en la opinión pública. Y también están los que buscan erosionar la credibilidad del documento fotográfico, que sería la estrategia en la que yo me inserto. Para mí, el arte comprometido contemporáneo, aquel que debe interesarnos y que dejará una huella en nuestro tiempo, es hoy el que busca formas de oponerse a la situación hegemónica de la avalancha de imágenes seductoras que componen la iconosfera en la que vivimos.

adnFONTCUBERTA

Artista y crítico

Es uno de los principales referentes en la crítica de la imagen contemporánea. Premio Nacional de Fotografía en su país, sus proyectos buscan desarticular la fuerza del documento fotográfico como testimonio de una verdad incuestionable

09/05/2008 - 09:34h A foto proibida

serrakassab_masques.jpgquerciameiorostoesta.jpeg

Nenhum jornal publicou a foto do ex-governador Quercia com o governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab. Os três juntos participaram do que pode se denominar comício eleitoral em inauguração de obra pública. O comício teve distribuição de camisetas e discursos eleitorais. Trata-se de ato moral e legalmente repreensível usar inauguração de obra pública para promoção eleitoral. A melhor prova sobre o exclusivo senso eleitoral da participação no ato do ex-governador Quercia é a ausência de convite as outras autoridades que tiveram alguma participação na realização da obra inaugurada, limitando o convite aos participantes da aliança eleitoral de Kassab-Serra.

Só por isso já justificaria a mídia publicar a dita foto. Isso também explica, em parte, porque a foto foi sonegada ao leitor. Pior ainda, os mesmos veículos de comunicação e seus articulistas não cansaram de questionar a presença do presidente Lula em atos públicos ou inaugurações de obras do PAC, sendo que Lula não é candidato a nada, fora concluir com êxito seu segundo mandato. Sendo que o DEM, partido do candidato e atual prefeito, Gilberto Kassab, entrou com representação judicial questionando o direito do presidente a participar destes atos.

Mas tem um outro motivo que explica o veto imposto pelos jornais a foto dos três políticos no palanque do comício: ela permitiria ao leitor de eliminar qualquer dúvida, graças a força da imagem, sobre a participação do governador Serra no acordo que selou o apoio de Quercia a Kassab e ilustraría a “reabilitação” nas fileiras demo-tucanas da imagem do ex-governador Quercia, apresentado nessas mesmas fileiras, até pouco tempo atrás, como a personificação do “mal”.

Eu não vejo mal nenhum na participação do ex-governador Quercia e o PMDB na ação político - partidária - eleitoral. Lamento que não fechasse com o PT uma aliança em sintonia com a participação do PMDB na base de apoio do governo Lula e tenha preferido um pacto de apoio a candidatura de José Serra a presidente em 2010, que passa pelo apoio ao candidato de Serra a prefeitura de São Paulo em 2008 e a participação do PMDB no governo estadual e promessas na prefeitura. Como lamentei em 2004 que, pelos mesmos motivos invocados hoje, o ex-governador Quercia tenha rompido o acordo eleitoral selado entre o PMDB e o PT na cidade de São Paulo.

Já José Serra procura escapar da responsabilidade de ter realizado este acordo nas costas do PSDB e suas instâncias, procurando evitar que sua imagem seja associada a Quercia, incarnação do “mal” para alguns tucanos e setores da mídia (os mesmos que hoje sonegam a foto e esta associação).

O candidato do “bem” prefere a foto com o padre Marcelo, com maior apelo eleitoral, a posar de “padrinho” do casamento político de Quercia com Kassab.

Justamente os jornais que publicaram fotos escolheram a que o representante do “bem” prefere. Os jornais gostam do “bem”.

Os leitores deveriam exigir o bem da transparência e a ética jornalística. Faria um grande bem ao Brasil. LF

08/05/2008 - 18:39h Folha online: De rabo preso, adivinhem com quem?

A Folha Online traz na manchete:

Serra e Kassab inauguram juntos obra
em SP com show do padre Marcelo Rossi

Inauguração do complexo viário Jurubatuba, na zona sul de São Paulo, nesta quinta, teve tom de campanha eleitoral.

A foto e a legenda que ilustra a chamada e o artigo comporta Kassab, Serra e o Padre Marcelo. Confira:

Robson Ventura/Folha Imagem
kassab_serra_marcelo.jpg
Em clima de campanha, Kassab inaugura ponte ao lado de Serra e padre Marcelo

 

Mas a notícia é outra.

Em campanha eleitoral Quercia, junto a José Serra e Kassab participaram de inauguração.

No artigo a presença de Quercia é indicada, o jornalista fez seu trabalho, mas evitando a foto e o nome de Quercia na manchete a Folha faz o serviço que Serra espera dela.

Manipulação?

Onde fica o rabo da folha?

Amanhã o jornal publicará a foto de Quercia, Kassab e Serra? Ou como fazia Stalin, o ex-governador Orestes Quercia será “apagado” da foto?

30/04/2008 - 23:22h Um marco legal para a mídia

O advogado Pedro Serrano defende regras para evitar abusos de poder da grande mídia.

Verônica Couto - Revista ARede

L'image “http://www.arede.inf.br/images/stories/internas/arede35/entrevista_IMG_9722-b.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs.A Lei de Imprensa ficou caduca, e 22 de seus artigos foram suspensos, em fevereiro, por liminar do ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF). A remoção do “entulho autoritário” foi comemorada por jornalistas e ativistas dos direitos humanos. Mas há quem pergunte se é bom para a sociedade viver sem uma lei que regule a atividade da imprensa, ou da mídia, em geral. Para o advogado constitucionalista Pedro Serrano, o vácuo regulatório é ruim para o cidadão. Deve-se aproveitar o momento, diz ele, para debater um novo marco legal, que aumente a responsabilidade social da mídia. Em vez de uma Lei de Imprensa, o advogado propõe uma Lei de Garantia de Direito da Informação. De um lado, impedindo a censura prévia, por quaisquer meios; de outro, protegendo o cidadão de abusos praticados em quaisquer veículos — jornal, rádio, TV, internet.

Sem isso, destaca Pedro Serrano, não há, por exemplo, garantia de direito de resposta; e as indenizações por crimes de calúnia e difamação, em ações baseadas apenas nos Códigos Civil ou Penal, têm valores ínfimos, em comparação ao porte das empresas. Ele é a favor de multas pesadas, sem limites prévios, e de um papel de regulador ético da atividade para o Judiciário. E, de modo a assegurar um espírito realmente republicano à comunicação no Brasil, defende o fim da renovação automática das concessões de radiodifusão, prevista no próprio texto constitucional. “É mecanismo imperial e absurdo”, diz.

A decisão de Ayres Britto vale até o julgamento, pelo STF, do mérito da ação impetrada pelo PDT, que acusa a Lei de Imprensa de inconstitucionalidade — uma Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental. E há, também, na Câmara dos Deputados, desde 1992, um projeto de substitutivo da Lei de Imprensa (PL 3.232). Entre outras coisas, prevê multa indenizatória com base em critérios como tiragem, mas sem definição de teto.

(more…)

07/04/2008 - 15:39h Neles!

dilma_dedo.jpg
O objetivo da Ministra Dilma Roussef não é o que a imagem mostra.
Mas eu adorei.
É isso mesmo!
Para os que montam dossiê, o vazam e depois posam de virgens escandalizadas.

07/04/2008 - 02:35h Imagem

kirchner_betancourt.jpg


EM MARCHA. CRISTINA KIRCHNER, ONTEM, EM PARIS, ARVORANDO UM CARTAZ POR INGRID BETANCOURT, NA MOBILIZAÇÃO QUE FOI DA ASSEMBLÉIA NACIONAL ATE OPERA.

16/03/2008 - 15:35h A venda

logo_arte_foto.jpg

Diane Arbus, Girl in a watch cap
(Nova Iorque, 1965)

A leiloeira Christie`s preparou cinco grandes vendas de fotografia para o mês de Abril. Vão estar representados muitos dos grandes nomes da imagem fotográfica do século XX e há uma cereja em cima do bolo: um leilão dedicado apenas a livros de fotografia.

Robert Frank, The Americans, Nova Iorque, 1959

#Livros de Fotografia (10 de Abril) A Christie`s diz que é “provavelmente a melhor” colecção de livros de fotografia alguma vez colocada em leilão. Todas as obras vieram de uma colecção privada e estão em excelente estado de conservação. Para além disso, acrescenta a leiloeira, muitos deles estão autografados ou anotados pelos autores. Entre as obras mais relevantes há, por exemplo, The Decisive Moment, (Henri Cartier-Bresson, Nova Iorque, 1952, entre 20 e 30 mil dólares), uma primeira edição de Paris de nuit (Brassai, 1933, com dedicatória para Andre Kertesz, entre 30 e 50 mil) ou uma primeira edição de The Americans (Robert Frank, Nova Iorque, 1959, entre 10 e 15 mil).

Diane Arbus, Boy with a straw hat waiting to march in pro-war parade
(Nova Iorque, 1967)

#Fotografias da colecção de Bruce e Nancy Berman (10 de Abril)
Este leilão foi dividido em três sessões. A primeira terá apenas fotografias de Diane Arbus (51 lotes), onde estão incluídas, por exemplo, Boy with a straw hat waiting to march in pro-war parade (Nova Iorque, 1967, entre 25 e 35 mil) e Girl in a watch cap (Nova Iorque, 1965, entre 20 e 30 mil).

Helmut Newton
(Central Park West, Nova Iorque, 1976)

#Fotografias da colecção de Gert Elfering (10 de Abril)
É uma colecção que mostra um “olho único” e uma grande “sensibilidade”, garante a Christie`s que chama também a atenção para a qualidade do catálogo que foi preparado para esta venda. Ao todo haverá 140 lotes à disposição dos compradores num venda que deverá render entre 2 e 3 milhões de dólares.

Ansel Adams
(Aspens, Novo México, 1958)

#Fotografias de Ansel Adams (11 de Abril)
Leilão integralmente dedicado a uma colecção de fotografias de Ansel Adams proveniente da Califórnia. Algumas impressões estão classificadas como “mural-size”, como Clearing Winter Storm (Yosemite, 1944, entre 250 e 350 mil dólares). A leiloeira espera que os 122 lotes possam render entre 3 e 5 milhões de dólares.

Lisette Model, Woman with veil
(São Francisco, 1949)

#Fotografias de vários autores (11 de Abril)
Conjunto de fotografias desde o início do século XX até ao presente. Entre os autores representados destaque para Edward Weston, Irving Penn, Diane Arbus, Dorothea Lange, Robert Mapplethorpe, Henri Cartier-Bresson e Brassai. A Christie`s chama a atenção para duas obras-primas de Irving Penn que “mostram duas facetas distintas do seu trabalho”: uma fotografia que foi capa da Vogue em 1950 e o trabalho Cuzco Children, 1948.

06/03/2008 - 19:41h Ossos flexíveis

Imagens - Björn Johansson

ro.jpgro2.jpg

Eu que pensava que fontes osteológicas existiam apenas nos museus ou nas minhas costas doloridas.
Afinal também existem outras fontes osteológicas…

01/10/2007 - 15:51h Festival européen TEMPS D’IMAGES | 2007

ESTONIE/Estonia
LETTONIE/Latvia now !
BELGIQUE/Belgium
FRANCE/France
PORTUGAL/Portugal
ALLEMAGNE/Germany
ITALIE/Italy
HONGRIE/Hungary
POLOGNE/Poland
CANADA/Canada

Festival européen TEMPS D’IMAGES | 2007
Initié par / created by ARTE et La Ferme du Buisson En Europe, du 7 septembre au 14 décembre 2007
A Montréal, du 19 février 2007 au 1er mars 2008.
In Europe, 7 september to 14 December 2007
Montréal, 19 February 2007 to 1 March 2008

Éditions précédentes / Files

la Ferme du buisson, Arte
la Ferme du buisson, Arte
la Ferme du buisson, Arte

CSW Zamek Ujadowski : VARSOVIE, POLOGNE / VARSAW, POLAND

Les Halles : BRUXELLES, BELGIQUE / BRUSSELS, BELGIUM

RomaEuropa Festival : ROME, ITALIE / ROME, ITALY

La Ferme du Buisson, Scène nationale de Marne-la-Vallée : NOISIEL, FRANCE / NOISIEL, FRANCE

tanzhaus nrw : DÜSSELDOR, ALLEMAGNE / DÜSSELDORF, GERMANY

Usine C : MONTRÉAL, CANADA / MONTRÉAL, CANADA

Ce projet est financé avec
le soutien de la Commission
Européenne / This project
is funded with the help of the
European Commission.