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	<title>Blog do Favre &#187; imagens</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 14:21:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Futuro parece sombrio para o fotojornalismo</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 19:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DINHEIRO &#38; NEGÓCIOS

  Por DAVID JOLLY
PARIS — Quando os fotojornalistas e seus admiradores se reunirem no sul da França, no final deste mês, na mostra Visa pour l’Image, comemoração anual de seu ofício, muitos profissionais poderão estar se perguntando quanto tempo ainda conseguirão aguentar.
Jornais e revistas têm cortado os orçamentos de fotografia ou fechado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font color="#000080" size="+1">DINHEIRO &amp; NEGÓCIOS</font></strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/futuro-parece-sombrio-para-o-fotojornalismo/12920/" rel="attachment wp-att-12920" title="newyorktimes_folha.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/newyorktimes_folha.gif" alt="newyorktimes_folha.gif" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">  <font size="-1">Por <strong>DAVID JOLLY</strong></font></p>
<p>PARIS — Quando os fotojornalistas e seus admiradores se reunirem no sul da França, no final deste mês, na mostra Visa pour l’Image, comemoração anual de seu ofício, muitos profissionais poderão estar se perguntando quanto tempo ainda conseguirão aguentar.<br />
Jornais e revistas têm cortado os orçamentos de fotografia ou fechado suas portas, e as redes de TV reduziram a cobertura noticiosa em favor de material menos caro. Imagens e vídeos amadores tirados com celulares são publicados em sites da web minutos depois dos fatos. Os fotógrafos que tentam ganhar a vida retratando as notícias dizem que há uma crise.<br />
O último sinal de problemas foi o da empresa dona da agência de fotos Gamma, que pediu concordata em 28 de julho após sofrer prejuízo de US$ 4,2 milhões no primeiro semestre, quando suas vendas caíram quase 33%.<br />
A Gamma foi fundada em 1966, pelos fotógrafos Raymond Depardon e Gilles Caron. Juntamente com as agências Sygma, Sipa e a mais antiga Magnum, ela ajudou a fazer de Paris a capital mundial do fotojornalismo.<br />
Um tribunal de Paris deu à dona da Gamma, a agência Eyedea Presse, seis meses para se reorganizar. “Aguentamos até onde pudemos, mas este modelo empresarial não é mais viável”, disse Stéphane Ledoux, executivo-chefe da empresa.<br />
Olivia Riant, porta-voz da Eyedea Pesse, disse que haverá cortes de empregos. “O problema é que a fotografia jornalística está acabada”, ela disse. “Vamos parar de cobrir fatos diários para cobrir temas com maior profundidade.”<br />
A Gamma foi adquirida em 1999 pela Hachette Filipacchi Médias, uma unidade da Lagardère, que a combinou com outras operações para fornecer fotos para suas revistas. Mas o negócio não prosperou, e ela foi vendida em 2007 para o fundo de investimentos Green Recovery. As concorrentes da Gamma não se saíram muito melhor: a Sygma foi adquirida pela Corbis em 1999, e a Sipa, pela Sud Communication em 2001.<br />
O fotojornalismo viveu uma era dourada desde antes da Segunda Guerra Mundial até a década de 70. Revistas como “Time”, “Life” e “Paris Match” —e virtualmente todos os grandes jornais do mundo— tinham orçamentos para empregar legiões de fotógrafos.<br />
Mas, hoje, em uma época de menor receita publicitária e demissões, editores de fotografia de diversas publicações têm de pensar bem antes de mandar um fotógrafo em campo ao custo de US$ 250 por dia, mais despesas.<br />
As grandes agências de notícias —Associated Press, Agence France Presse e Reuters, junto com locomotivas regionais como Kyodo, no Japão, e Xinhua, na China— dominam a fotografia jornalística. Mas o negócio de comercializar e vender fotos digitalizadas é comandado por duas empresas globais: a Getty Images, fundada em 1995, e a Corbis, fundada em 1989 pelo presidente da Microsoft, Bill Gates.<br />
As empresas de fotos de arquivo ganharam destaque ao comprar centenas de arquivos de imagens e disponibilizá-los para venda on-line. Enquanto continuam patrocinando o fotojornalismo, as companhias são na verdade serviços de gerenciamento de direitos autorais de propriedade digital.<br />
Na Getty, 70% das receitas vêm da venda de imagens de arquivo. “Fotojornalismo significa que os fotógrafos podem contar a história em imagens, e havia lugares onde eles podiam publicar essas fotos”, disse o principal executivo da Getty, Jonathan Klein. “No mundo da imprensa, a maioria desses lugares desapareceu desde então.”<br />
Mas, ele acrescenta, há motivos para otimismo, porque “graças à web hoje há bilhões de páginas para os fotógrafos mostrarem seu trabalho”.<br />
Jean-François Leroy, organizador do festival de fotojornalismo Visa pour l’Image, que começa neste sábado, na França, apontou como outro problema a menor ênfase a temas sérios na mídia. “Os fotógrafos estão produzindo coisas ótimas, mas hoje a mídia só parece se interessar por celebridades”, disse.</p>
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		<title>A publicidade pornográfica de Sprite</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicidade pornográfica de bebida, autorizadas na Alemanha, proibidas na França, abrem debate sobre os limites da criação e a imagem da mulher e do sexo que elas transmitem. A beber com moderação.

Sprite se lance dans la pub porno
Par Publigeekaire
Tout d&#8217;abord, un petit Disclaimer : les pubs ci-après sont NSFW (Not Safe For Work, surtout la première) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicidade pornográfica de bebida, autorizadas na Alemanha, proibidas na França, abrem debate sobre os limites da criação e a imagem da mulher e do sexo que elas transmitem. A beber com moderação.<br />
</em></p>
<h2 class="title">Sprite se lance dans la pub porno</h2>
<p class="infos">Par <span class="username">Publigeekaire</span></p>
<p><!--paging_filter--><a href="http://publigeekaire.com/" target="_blank"><img src="http://asset.rue89.com/files/imagecache/asset_wizard_vignette/files/ArnaudAubron/Publigeekaire.png" alt="Publigeekaire" title="Publigeekaire" id="image_asset_wizard_vignette_4222" class="asset-align-right" /></a>Tout d&#8217;abord, un petit Disclaimer : les pubs ci-après sont NSFW (Not Safe For Work, surtout la première) = à ne regarder que si vous êtes seul et pas facilement choqué, ou avec un entourage qui ne risque pas de vous regarder comme un pervers.</p>
<p><!--break--></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://publigeekaire.com/wp-content/uploads/2009/07/spriteporno.jpg" class="alignleft size-full wp-image-3981" alt="spriteporno" title="spriteporno" width="470" border="0" height="220" /></p>
<p>Voici donc deux vidéos pour la marque Sprite qui sont en train de se propager sur le réseau à une vitesse hallucinante, et ce pour une raison simple : elles sont annoncées comme ayant été bannies des écrans télévisés allemands parce qu&#8217;elle étaient sexuellement trop explicites. Et on le croit aisément quand on visionne les images.</p>
<p>Pourtant, même si je connais mal la législation publicitaire de ce pays, j&#8217;émets un doute sur le fait qu&#8217;un annonceur ou qu&#8217;une agence aient vraiment pensé qu&#8217;ils allaient réussir à diffuser ça en TV. Si c&#8217;est le cas, les deux sont irresponsables.</p>
<p>Mais une autre piste serait de se dire qu&#8217;ils n&#8217;ont en fait qu&#8217;une envie, c&#8217;est de faire du viral. Et quel meilleur support pour cela que de proposer aux internautes des vidéos inédites (car pseudo interdites) et carrément obscènes (tout en n&#8217;étant pas du vrai porno) ?</p>
<p>Ce qui est sûr, c&#8217;est que personne ne semble en savoir beaucoup sur leur provenance, mais que tout le monde s&#8217;empresse d&#8217;en parler. <em>(Voir les vidéos)</em></p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="554" height="340"><param name="width" value="554" /><param name="height" value="340" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qkB1r6IWbpU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="554" height="340" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/qkB1r6IWbpU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="554" height="340"><param name="width" value="554" /><param name="height" value="340" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eCSY8OPRz20&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="554" height="340" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/eCSY8OPRz20&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<p>Après visionnage, deux réflexions :On dit souvent que le sexe fait vendre, mais à ce niveau de lubricité, ne fait-il pas aussi mal à l&#8217;image de la marque ?<br />
Quid de l&#8217;image de la femme ? Ils croient qu&#8217;ils ne vendent du Sprite qu&#8217;à des mecs ?</p>
<p>J&#8217;avoue que je ne comprends pas trop ce que veut faire Sprite à l&#8217;international. La dernière fois, ils jouaient sur le <a href="http://publigeekaire.com/2009/06/sprite-se-la-joue-human-bomb-pub-kamikazes/">registre des Kamikazes</a>, et ici, ils partent dans le porno. Toc toc, où est la stratégie ?</p>
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		<title>New York Photo Festival</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Red Head, 1967, 2008-2009 © Carlos Ranc, cortesia do artista e da galeria Nina Menocal

O New York Photo Festival decorre até domingo. Jody Quon, directora de fotografia da New York Magazine falou com o Photo Distric News a propósito da exposição que comissariou a partir de obras do colectivo Mondongo (Juliana Laffitte, Manuel Mendanha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div style="text-align: center"><img src="http://pdnedu.blogs.com/.a/6a00d8341ce76f53ef0115708b6f89970b-800wi" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 520px; height: 555px" border="0" /><font size="1"><em>Red Head, 1967, 2008-2009</em> <span style="font-size: 78%">© </span>Carlos Ranc, cortesia do artista e da galeria Nina Menocal</font></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p>O <a href="http://www.nyphotofestival.com/site/"><span style="font-weight: bold">New York Photo Festival</span></a> decorre até domingo. <strong>Jody Quon</strong>, directora de fotografia da New York Magazine falou com o Photo Distric News a propósito da exposição que comissariou a partir de obras do colectivo Mondongo <span style="font-weight: bold">(</span><strong>Juliana Laffitte</strong>, <strong>Manuel Mendanha</strong> e <strong>Agustina Picasso</strong><span style="font-weight: bold">) </span><span>e sobre os trabalhos</span><span style="font-weight: bold"> </span><strong>Rene &amp; Radka</strong>, <strong>Grant Worth</strong> e <strong>Carlos Ranc</strong>. <span style="font-weight: bold">Hank Willis Thomas</span> apresenta as suas colagens de imagens apropriadas de <span style="font-style: italic">pinups</span> dos anos 70.</p>
<div style="text-align: center"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" name="flashObj" width="486" height="412"><param name="height" value="412" /><param name="width" value="486" /><param name="pluginspage" value="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" /><param name="swliveconnect" value="true" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="name" value="flashObj" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="flashvars" value="videoId=23358131001&amp;playerId=1568207187&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="src" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1568207187" /><embed type="application/x-shockwave-flash" height="412" width="486" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash" swliveconnect="true" seamlesstabbing="false" name="flashObj" base="http://admin.brightcove.com" flashvars="videoId=23358131001&amp;playerId=1568207187&amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;domain=embed&amp;autoStart=false&amp;" bgcolor="#FFFFFF" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/1568207187"></embed></object></div>
</div>
<div class="post-footer">
<div class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author vcard"> Post de <span class="fn">Sérgio B. Gomes &#8211; Blog Arte Photographica<br />
</span></span></div>
</div>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: saúde em risco sem exames médicos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Fim de contrato, exames em risco
Fabio Leite e Bárbara Souza &#8211; JT
Após 3 anos de contrato, em que controlou o sistema de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde da capital, em 16 de março a Amplus deixou de operar serviços como raio X e ultrassom em 58 unidades sem ter instalado todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/03/23/img/jt_grande.jpg" width="500" border="0" height="878" /></div>
<p><font size="5"><strong>Fim de contrato, exames em risco</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Fabio Leite e Bárbara Souza &#8211; JT</p>
<p>Após 3 anos de contrato, em que controlou o sistema de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde da capital, em 16 de março a Amplus deixou de operar serviços como raio X e ultrassom em 58 unidades sem ter instalado todos os equipamentos exigidos no contrato de R$ 108 milhões feito com a Prefeitura. A empresa é acusada de fraudes trabalhistas e sonegação de ao menos R$ 1,2 milhão, na qual a Secretaria Municipal da Saúde é considerada corresponsável. Há dois anos a pasta sabia das irregularidades, mas o contrato da Amplus , julgado irregular pelo Tribunal de Contas do Município em julho de 2008, vigorou até o fim. A secretaria, que havia prometido nova licitação, atrasou a definição de quem substituiria a Amplus &#8211; 8 Organizações Sociais -, pondo em risco o atendimento de 250 mil pacientes por mês. A mudança de modelo foi feita de forma planejada, diz a assessoria da pasta.</p>
<p><strong>Saúde levou 8 meses para atender ordem do TCM</strong></p>
<p>O Tribunal de Contas do Município (TCM) determinou, em julho de 2008, que a Prefeitura deveria suspender contrato de R$ 108 milhões da Secretaria Municipal de Saúde com a empresa Amplus para realização de exames de diagnóstico por imagem. À época, o próprio secretário Januário Montone garantiu que abriria nova licitação ainda no ano passado. Mas a administração, que entrou com recurso no TCM, levou oito meses para definir novos operadores dos serviços &#8211; 8 Organizações Sociais (OS), e o fez a apenas 15 dias do fim do acordo com a Amplus.</p>
<p>Os novos contratos, que valem por três anos, chegam a quase R$ 90 milhões, segundo o Diário Oficial. O valor supera o que foi pago à Amplus até o momento &#8211; R$ 84 milhões, de acordo com o Sistema de Execução Orçamentária da Prefeitura, mas a empresa diz ter recebido R$ 66 milhões.</p>
<p>Uma das OSs é a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi), que assume o serviço em 22 unidades da cidade por R$ 23,9 milhões por 3 anos. Ela, porém, já foi punida pela própria secretaria com afastamento das atividades há pouco mais de três anos, acusada de prestar serviço deficitário e “quarteirizar” de forma irregular a mão de obra, mesmas acusações que pesam sobre a Amplus (leia ao lado).</p>
<p>As organizações foram contratadas com dispensa de licitação, com base em lei municipal. Apesar de o contrato das OSs prever valor superior ao pago à Amplus, o gerente-geral da Fidi, Francisco Eno, diz que a “responsabilidade de reaparelhar hospitais é da secretaria”. No contrato que terminou, a empresa era responsável por instalar equipamentos e sistemas de digitalização de radiodiagnósticos.</p>
<p>É o impasse sobre os aparelhos que ameaça realização de exames, estimados em 250 mil por mês. A Amplus iniciou a remoção de parte dos 71 equipamentos que diz ter instalado, incluindo os de mamografia, raio X e ultrassonografia.</p>
<p>O diretor comercial da empresa, José Florêncio Ribeiro, porém, diz estar sendo impedido de retirá-los de alguns hospitais. “A transição está tumultuada. Não houve planejamento; as OSs pediram para prorrogar (o contrato), mas o secretário vetou.” A Saúde informou que o “processo se encerra na sexta-feira, quando a Amplus poderá retirar os equipamentos”.</p>
<p>Entre problemas apontados pelo TCM, que levaram à condenação do contrato da Amplus, estão não cumprimento de prazos e não especificação dos aparelhos a serem comprados. As “falhas graves” haviam sido constatadas um ano antes em auditoria da Prefeitura. A Amplus diz que não cumpriu as exigências porque a secretaria não cedeu espaço, como o caso de um aparelho de ressonância magnética de R$ 700 mil, no Hospital do Campo Limpo, que ficou sem uso por 3 anos.</p>
<p><font size="5"><strong>Doméstica teve exame cancelado e não pode trabalhar</strong></font></p>
<p>Os reflexos da mudança na prestação do serviço de diagnóstico por imagens já batem à porta de algumas unidades e deixam pacientes esperando por horas. Ou pior: sem exame. É o caso da doméstica Marilene Barbosa dos Santos, de 43 anos. A ressonância magnética que ela faria nos dois joelhos na segunda-feira passada foi cancelada, sem previsão de nova data.</p>
<p>Ela depende do exame para agendar cirurgia e voltar a trabalhar. “O INSS suspendeu meu afastamento. Além de doente, estou desempregada.” Segundo a Amplus, que realizava o serviço, os contratos com dois laboratórios parceiros que faziam esse tipo de exame foram cancelados após o encerramento do próprio contrato da firma com a Prefeitura.</p>
<p>Na sexta-feira, no Hospital do Campo Limpo, na zona sul, quem tinha exame marcado reclamava da demora para ser atendido ou receber resultados. A dona de casa Iraci Santos Souza reclamou de ter andado à toa. Foi buscar o raio X do filho, mas voltou de mãos abanando. “Já faz duas semanas que ele fez o exame e não está pronto. É um absurdo.”</p>
<p>Na fila de espera para ultrassom, a funcionária pública Enedi Ferreira, de 42 anos, disse que esperou 4 horas. A Amplus informou que o problema ocorreu porque houve um bloqueio no sistema informatizado de agendamento ao fim do contrato.</p>
<p><strong>NOVAS CONTAS*</strong></p>
<p>Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem: R$ 23,9 milhões. Áreas sul, sudeste, centro oeste e leste</p>
<p>Santa Casa de Misericórdia de SP: R$ 4,2 milhões. Área norte</p>
<p>DEMAIS REGIÕES</p>
<p>Casa de Saúde Santa Marcelina: R$ 867,3 mil</p>
<p>Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim: R$ 360,8 mil</p>
<p>Associação Paulista para o Des. da Medicina: R$ 1,59 milhão</p>
<p>Serviço da Construção Civil do Estado de São Paulo: R$ 1,6 milhão</p>
<p>Instituto de Responsabilidade Social Sírio Libanês: R$ 209,1 mil</p>
<p>Associação Congregação de Santa Catarina: R$ 650,1 mil<br />
<strong><br />
* Valores de 3 anos de contrato </strong></p>
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		<title>A fotografia de Marcos López</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 01:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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La vida es arte &#8211; El taller de Marcos López
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="500" height="405"><param name="height" value="405" /><param name="width" value="500" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/68jxua7td8U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" height="405" width="500" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/68jxua7td8U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"></embed></object></div>
<div align="center">La vida es arte &#8211; El taller de Marcos López</div>
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		<title>Fotojornalismo e publicidade</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 21:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[© Foto de Oliviero Toscani. Kissing-nun. Imagem de um padre beijando um freira em um anúncio da empresa italiana Benetton.1992.
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Exposição em Paris reúne oitenta fotos polêmicas no fotojornalismo e na publicidade
&#160;
Blog Images&#38;Visions
A fotografia no fotojornalismo como na publicidade, não é unívoca. Ao contrário, ela pode ser fonte de diversas interpretações, dependendo do olho e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SbGv9RyQmeI/AAAAAAAAGEs/qe-R5520Q7s/s1600-h/Oliviero+Toscani2.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SbGv9RyQmeI/AAAAAAAAGEs/qe-R5520Q7s/s320/Oliviero+Toscani2.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310218902927612386" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 222px; text-align: center" border="0" /></a><font size="1"><em>© Foto de Oliviero Toscani. Kissing-nun. Imagem de um padre beijando um freira em um anúncio da empresa italiana Benetton.1992.</em></font></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://imagesvisions.blogspot.com/2009/03/exposicao-em-paris-reune-oitenta-fotos.html">Exposição em Paris reúne oitenta fotos polêmicas no fotojornalismo e na publicidade</a></h3>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99">Blog Images&amp;Visions</p>
<p>A fotografia no fotojornalismo como na publicidade, não é unívoca. Ao contrário, ela pode ser fonte de diversas interpretações, dependendo do olho e do julgamento de quem vê e, por isso, pode gerar polêmicas e suscitar problemas jurídicos e éticos. Sobretudo quando se trata de fotojornalismo. É o que mostra a exposição “Controvérsias – Uma História Ética e Jurídica da Fotografia”, que reúne oitenta imagens polêmicas na Bibliothèque Nationale de France em Paris. O trabalho é fruto de muitos meses de pesquisa de um historiador da arte e de um advogado, Daniel Girardin e Christian Pirker, que resolveram contar a história de uma série de fotos polêmicas no fotojornalismo e na publicidade. Um dos exemplos é a fotografia de uma freira beijando um padre, de autoria de Oliviero Toscani, usada em um anúncio da empresa italiana Benetton. A exposição Controvérsias fica em cartaz até o dia 24/05. Veja mais fotos <a href="http://www.lefigaro.fr/photos/2009/03/03/01013-20090303DIMWWW00448-la-photographie-matiere-a-controverses.php">Aqui</a></p>
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		<title>Rosa Reis</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 20:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ /uma fotografia, um nome\

Greg Tardy, 2003
© Rosa Reis
“Os fundos negros, deliberadamente produzidos no exterior da figuração, já são comuns nas imagens de retrato do naturalismo fotográfico. Há uma famosa imagem de Alvin Langdon Coburn, de 1906, retratando o polémico escritor Henry James, tão nu como a estátua de “O Pensador” de Rodin que imita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"> <font size="5"><a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/03/uma-fotografia-um-nome.html"><strong><span style="color: #33ccff">/</span></strong><em>uma fotografia, um nome</em><strong><span style="color: #33ccff">\</span></strong></a></font></h3>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/rosa-reis/9904/" rel="attachment wp-att-9904" title="greg_tardy.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/greg_tardy.jpg" alt="greg_tardy.jpg" /></a><br />
<span style="font-size: 78%"><em>Greg Tardy</em>, 2003</span></div>
<div align="center"><span style="font-size: 78%">© Rosa Reis</span></div>
<p><span style="font-size: 180%; color: #33ccff"><strong>“</strong></span>Os fundos negros, deliberadamente produzidos no exterior da figuração, já são comuns nas imagens de retrato do naturalismo fotográfico. Há uma famosa imagem de Alvin Langdon Coburn, de 1906, retratando o polémico escritor Henry James, tão nu como a estátua de “O Pensador” de Rodin que imita e tão rodeado do negro que muito lhe convém.</p>
<p>Mas é no modernismo já moderado de Edward Weston ou Imogen Cunningham que pensamos quando queremos encontrar os antecedentes desta interesseira forma de destacar a figuração.<br />
Os efeitos técnicos da lâmpada de magnésio definem, no fotojornalismo, a <em>noite americana</em> e acrescentam-lhe aquela característica barroca da focagem da cena no interior de um espaço iluminado; este dramatismo, não sendo novo, terá enorme êxito na imagem de imprensa e ajuda-nos a entender o espaço intervalar da cultura entre as duas guerras, que anuncia a banalidade do mundo. O que é comum a todas estas aproximações de uma forma de destacar é a pretendida coincidência entre o exterior e o modo como se organiza e mantém a imagem na nossa vida interior, na nossa evocação.</p>
<p>Por isso falo em cenário barroco. Nesta imagem de <strong>Rosa Reis</strong>, de esvaimento do corpo, apenas vemos a esforçada expressão do músico e a clarividência minuciosa do instrumento musical, que se impõem pela exuberância de uma luz quase errática. <strong>Rosa Reis</strong> &#8211; que conjuga de forma muito pessoal o humanismo do retrato e do grupo com a eleição da forma produzida pela luz e pela sombra &#8211; usa aqui do minimalismo figurativo que o branco parece percorrer na forma fluida do reflexo do metal. E, mais do que em qualquer outra das suas imagens desta série, é o jazz que aqui se contempla, essa colonização da alma que apenas necessita de vagos suportes visuais. A impressão recebida conota-se com a do barroco, é sugestão e ocultamento e toda a figuração, incompleta e fugidia está decisivamente encenada para destacar visualmente o ritmo<br />
que sugere.</p>
<p>O neo-barroquismo que trata da obsessão e transporta consigo o <em>efeito egípcio</em>, (a plenitude do tempo incorporada no momento presente, com uma narrativa mítica sem fim) é uma forma de reagir à linearidade do “actual”. O actual está firmado na legenda da imagem, (denominação e data) e indica o arquivo e armazenamento que hoje nos são tão caros. Mas a imagem não pertence a um acerbo de TV ou vídeo, que permitem o regresso do actual como presente, como reportório. Hoje, como sabemos, com a banalização destes registos, o passado é uma coisa que pode voltar, que é sempre um presente potencial. O <em>efeito egípcio</em> pertence à nossa mentalidade, sabemos bem que nada se pode apropriar exclusivamente do tempo e ninguém pode estabelecer com o tempo actual uma verdadeira relação de co-presença. Na imagem de <strong>Rosa Reis</strong> joga-se o tempo do jazz, aquele sopro que adivinhamos, porque a imagem tende a isso mesmo, permitir-nos essa apropriação de sentido e de evocação. E, para isso, nada melhor do que esta encenação de luz e sombra que tornam intermitente volumes e figurações, esta relação de orgânico e inorgânico, de permutabilidade que é também a ilusão de som e imagem. Tudo nesta imagem de <strong>Rosa Reis</strong> se revela e combina entre si, tudo se mistura num espectáculo de possessão.E o conceito, sendo um limite, não se define.<span style="color: #33ccff"><span style="font-size: 130%"><strong>”</strong></span><br />
</span><br />
<strong><span style="color: #666666">Maria do Carmo Serén</span></strong></p>
<p><strong>Rosa Reis</strong>, fotógrafa independente e <em>free-lancer</em>,<br />
vive em Lisboa e tem dezenas de álbuns publicados.</p>
<p><em><strong>Fonte Arte Photographica </strong></em></p>
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		<title>Sobre os prémios World Press Photo 2008</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 22:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Yannis Kolesidis/Reuters, Grécia, 2º prémio People in the News
O crítico do Público Eduardo Cintra Torres é um espectador atento à criação fotográfica contemporânea e ao fotojornalismo em particular.
Eis o texto que escreveu para o Arte Photographica sobre os prémios World Press Photo 2008 ontem divulgados:
“Não há luz ao fundo da porta do fundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/02/ect-sobre-os-premios-wpp08.html"><strong><br />
</strong></a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div align="center"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZb6GbKhlXI/AAAAAAAADpQ/McRTGCb-fpw/s1600-h/maosangue.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZb6GbKhlXI/AAAAAAAADpQ/McRTGCb-fpw/s400/maosangue.jpg" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302700599553398130" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 258px; text-align: center" border="0" /></a> <span style="font-size: 78%">Yannis Kolesidis/Reuters, Grécia, 2º prémio <em>People in the News</em></span></div>
<p>O crítico do <em>Público</em> <span style="color: #990000"><strong>Eduardo Cintra Torres</strong></span> é um espectador atento à criação fotográfica contemporânea e ao fotojornalismo em particular.<br />
Eis o texto que escreveu para o <em>Arte Photographica</em> sobre os prémios <strong>World Press Photo 2008</strong> ontem divulgados<strong><span style="font-size: 130%; color: #cc0000">:</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: 180%; color: #ff6600">“</span></strong><em><strong>Não há luz ao fundo da porta do fundo das nossas casas</strong><br />
</em><br />
O Iraque e o Afeganistão desapareceram dos prémios <strong>World Press Photo</strong> relativos a 2008. Não há entre as fotografias premiadas nada da guerra no Iraque <strong>(</strong>mas ainda há guerra no Iraque? Esta semana, em Badgad, o movimento do <em>anti-american radical cleric</em> Al-Sadr, como lhe chama a imprensa americana, patrocinou uma boa exposição de pintura contemporânea iraquiana<strong>)</strong>. Do Afeganistão, nada também. E do Médio Oriente, onde ocorreram duros combates entre Israel e o Hamas, chega apenas uma fotografia, anterior ao conflito. É uma imagem de perturbadora beleza: quatro manifestantes palestinos procuram abrigar-se debaixo de uma oliveira isolada enquanto pelo chão se espalha uma nuvem de gás lacrimogéneo; a mancha branca do gás é bela, igual aos farrapos de nuvens verdadeiras no céu azul com que parece misturar-se, o nevoeiro lacrimoéneo quer esconder o mal que alberga; e a oliveira, tão bonita, símbolo de paz, no meio da pequena clareira onde o gás ainda não chegou, parece o antídoto contra o gás venenoso, mas, na sua velhice, enrosca-se em si mesma, dando um movimento adicional à imagem que nos diz como a paz é torta e difícil naquele lugar. A fotografia não ganhou o primeiro prémio, nem as fotografias do conflito mais ilustrado deste ano, o da guerra na Geórgia, que aos tanques e militares preferiram gente que chora mortos: o fotojornalismo, como a pintura desde pelo menos a Segunda Guerra Mundial, não quer saber de vitórias militares, apenas vê derrotas humanas.</p>
<p>É o caso das guerras tribais no Quénia, que motivaram imagens premiadas, fotografias extraordinárias que mostram que não há ali diferença entre vencidos e vencedores, os que matam e os que morrem são intermutáveis, é terrivelmente difícil sentir pena, apenas se sente horror pelo grau zero a que chega o valor da vida: aquela criança que à porta de casa agita as mãos quando chega o assassino de cacete na mão tem o horror da morte espelhado no gesto.</p>
<p>Há ainda outras guerras destacadas pelos prémios deste ano. São as guerras da natureza contra o homem, a que chamamos catástrofes naturais: um terramoto na China premiou um instantâneo com o primeiro lugar nessa categoria e originou um outro segundo prémio para uma fotografia que parece caótica por nos transmitir o caos da destruição em Beichuan; um ciclone em Myanmar arrancou o terceiro prémio de reportagem; um vulcão no Chile transmitiu toda a beleza da explosão ao primeiro prémio na categoria Natureza. Há também as guerras nas favelas, as guerras de gangues, o terrorismo em Bombaim. E sobra sangue: sangue no desporto <strong>(</strong>no judo, no boxe<strong>)</strong>, sangue nos chãos de zonas de conflito e sangue que escorre debaixo da manga dum manifestante em Atenas, numa fotografia de impressionante composição: em primeiro plano, à direita, a manga dum blaser, o sangue que escorre pela mão, a mão que segura um dossiê, mão de professor. À sua frente, os escudos da polícia de choque: o sangue é o índice da violência e da irredutibilidade das posições.</p>
<p>Todavia, dentre todas as imagens, o júri escolheu para fotografia do ano a imagem de um polícia dentro de uma casa desocupada. Ele está armado, aponta a arma para uma divisão da casa que não podemos ver. O chão da divisão em que nos encontramos com ele está caótico: caixotes espalhados, lixo, papéis, mobílias velhas. Na parede ao fundo, um aplique torto; na casa de banho pela porta aberta em frente, a mesma desarrumação. Só a legenda nos pode explicar esta imagem marcada por uma violência que já passou <strong>(</strong>a desarrumação<strong>)</strong> e por uma violência que poderá chegar <strong>(</strong>o polícia que se precavê de arma apontada<strong>)</strong>. Esta guerra é outra, diz a legenda: “Economia dos EUA em Crise: depois dum despejo, o detective Robert Kole tem de garantir que os moradores saíram da sua casa. Cleveland, Ohio, 26 de Março”.</p>
<p>Esta guerra chegou ao interior dos Estados Unidos. É mesmo uma guerra, vê-se os indícios dela. E é um drama, vê-se pela composição: a parede do fundo é como um pano de teatro paralelo aos espectadores <strong>(</strong>nós que vemos a fotografia<strong>)</strong>, há portas como no teatro, há um movimento subtil do polícia, como os dos actores no palco. Há suspense: que poderá acontecer na outra divisão da casa? Estará alguém lá? Imaginamos que a família saiu, de rastos pela miséria que sobre ela se abateu, e vingando-se, deixando o lixo para quem vier a seguir: mas será que a família desesperada se esconde ainda no quarto ao lado?</p>
<p>A composição como de um palco de teatro favorece a organização harmónica, fornecendo a compreensão estética que compensa o caos dos elementos soltos. E essa harmonia é reforçada por um elemento paradoxal: o polícia, que parece estar do lado direito da imagem, por já ter ultrapassado a porta do fundo, está afinal exactamente no centro geométrico da imagem: o <em>colt</em> que traz à cintura marca o ponto em que as diagonais se intersectam.</p>
<p>Lemos as imagens da esquerda para a direita, e aqui essa narrativa só nos promete incerteza e a hipótese de conflito e de medo. Como nos quadros, a luz vem da esquerda, do passado, dos tempos alegres em que a família viveu nesta casa; a escuridão está à frente do polícia e por isso à nossa frente, do lado direito, é o negro para lá da porta, o Adamastor da crise. É para lá que o polícia aponta a arma: para o futuro, para a crise, para uma guerra em potência dentro das nossas casas — aquele vazio negro é o túnel sem luz ao fundo que nos ameaça a todos. Esta fotografia é um ícone da crise que chegou, da crise que está, da guerra das famílias contra a crise, o Adamastor, o monstro negro. É o ícone do fim da era Bush e das suas guerras pelo mundo fora, é o ícone do início da era Obama, da guerra interior com que se vêem a braços milhares de milhões de famílias, empresas, polícias e policiados da América e de cada país do mundo. <strong><span style="font-size: 130%; color: #ff6600">”</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #990000">Eduardo Cintra Torres</span></strong></p>
<div align="center"> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" id="soundslider" width="425" height="316"><param name="id" value="soundslider" /><param name="width" value="425" /><param name="height" value="316" /><param name="bgcolor" value="000000" /><param name="_cx" value="11245" /><param name="_cy" value="8361" /><param name="src" value="http://static.publico.clix.pt/blogs/artephotographica/wpp08blogue/soundslider.swf?size=2&amp;format=xml&amp;embed_width=425&amp;embed_height=316&amp;autoload=false" /><param name="wmode" value="Window" /><param name="play" value="-1" /><param name="loop" value="-1" /><param name="quality" value="High" /><param name="salign" value="LT" /><param name="menu" value="0" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="scale" value="NoScale" /><param name="devicefont" value="0" /><param name="embedmovie" value="0" /><param name="seamlesstabbing" value="1" /><param name="profile" value="0" /><param name="profileport" value="0" /><param name="allownetworking" value="all" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" id="soundslider" width="425" height="316" bgcolor="000000" _cx="11245" _cy="8361" src="http://static.publico.clix.pt/blogs/artephotographica/wpp08blogue/soundslider.swf?size=2&amp;format=xml&amp;embed_width=425&amp;embed_height=316&amp;autoload=false" wmode="Window" play="-1" loop="-1" quality="High" salign="LT" menu="0" allowscriptaccess="always" scale="NoScale" devicefont="0" embedmovie="0" seamlesstabbing="1" profile="0" profileport="0" allownetworking="all" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
</div>
<p><span class="post-author vcard"> <strong>Post de <span class="fn">Sérgio B. Gomes</span></strong></span></p>
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		<item>
		<title>Obama revê o embargo que proíbe a divulgação de imagens dos caixões de soldados mortos no Iraque e no Afeganistão</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/obama-reve-o-embargo-que-proibe-a-divulgacao-de-imagens-dos-caixoes-de-soldados-mortos-no-iraque-e-no-afeganistao/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 22:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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© Fotos de Todd Heisler. Caixões de soldados norte-americanos mortos no Iraque são enviados de volta para os EUA.








Na última terça-feira, dia 10/02, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou que o governo de Barack Obama vai rever o embargo imposto pelo ex-presidente George W. Bush que proibia a divulgação [...]]]></description>
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© Fotos de Todd Heisler. Caixões de soldados norte-americanos mortos no Iraque são enviados de volta para os EUA.</em></font></span></div>
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<p>Na última terça-feira, dia 10/02, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, anunciou que o governo de Barack Obama vai rever o embargo imposto pelo ex-presidente George W. Bush que proibia a divulgação de imagens dos caixões de soldados mortos no Iraque e no Afeganistão pelos veículos de comunicação nos EUA. Segundo o jornal Washington Post, o atual governo decidiu analisar quais seriam as conseqüências do fim do embargo. Bush defendia que a divulgação das imagens invadiria a privacidade e aumentaria os custos das famílias das vítimas, pois atrairiam mais pessoas aos velórios, além de atrasar o regresso dos corpos dos soldados. Para alguns, o embargo serviria para esconder os custos humanos das guerras dos Estados Unidos. Segundo John Ellsworth, presidente da Millitary Families United (associação de famílias de soldados mortos), a decisão de permitir imagens dos caixões cabe aos familiares.</p>
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		<title>Mais figurativo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 22:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Multimedia



 

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  Great Performers
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<h4 align="center">Multimedia</h4>
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<div align="center"></div>
<h5 align="center"> <a href="http://www.nytimes.com/packages/html/magazine/20090205-great-performers/"><img src="http://graphics8.nytimes.com/images/multimedia/icons/interactive_icon.gif" alt="Interactive" width="9" height="9" /> Great Performers</a></h5>
<p class="summary">O fotografo Paolo Pellegrin retratou oito estrelas do cinema para o New York Times. Sérgio Gomes, do blog Arte Photographica destacou duas.</p>
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2009/02/m-ais-perto.html"><strong><em>m</em></strong>ais perto</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div style="text-align: center"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZCUc3UeLpI/AAAAAAAADn8/EOixxHQq0F0/s1600-h/kate.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZCUc3UeLpI/AAAAAAAADn8/EOixxHQq0F0/s400/kate.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300899985022135954" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Kate Winslet no Chelsea Hotel, Nova Iorque<br />
<span style="font-size: 78%">© </span>Paolo Pellegrin/ Magnum Photos for New York Times<br />
</span></div>
<p>A imagem das super estrelas sofre uma combustão lenta, mas inevitável. Talvez por isso, mas não só, se procurem sempre novas abordagens, novas razões e novos contextos para mostrar quem já vimos vezes sem conta. Essa tentativa de escapar ao ofuscamento das luzes da ribalta para chegar ao retrato menos plástico e artificioso foi feita por <span style="font-weight: bold">Paolo Pellegrin</span> numa série agora apresentada na revista domingueira do <span style="font-style: italic">New York Times</span>, onde não aparecem apenas rostos da imagética colectiva do <span style="font-style: italic">showbiz</span>, mas também alguns candidatos a esse nivelamento supra figurativo.</p>
<p>Parei mais tempo nestas duas imagens.</p>
<div></div>
<p>O ensaio de <span style="font-weight: bold">Pellegrin</span> pode ser visto <a href="http://www.nytimes.com/packages/html/magazine/20090205-great-performers/"><span style="font-size: 130%"><span style="font-weight: bold">aqui</span></span></a></p>
<div></div>
<p><span style="font-weight: bold">Lynn Hirschber</span>g escreve sobre fotografia de celebridades <a href="http://www.nytimes.com/2009/02/08/magazine/08intro-t.html?_r=1"><span style="font-size: 130%"><span style="font-weight: bold">aqui</span></span></a></p>
<div></div>
<div style="text-align: center"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZCUc15uX0I/AAAAAAAADoE/iKvHVzsLmXQ/s1600-h/mickey.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_ZRMrNHzFJQI/SZCUc15uX0I/AAAAAAAADoE/iKvHVzsLmXQ/s400/mickey.jpg" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300899984641515330" border="0" /></a><span style="font-size: 78%">Mickey Rourke com o cão Loki, no Blakes Hotel<br />
</span><span style="font-size: 78%">© Paolo Pellegrin/ Magnum Photos for New York Times<br />
</span></div>
</div>
<p><span class="post-author vcard"> Post de <span class="fn">Sérgio B. Gomes</span> </span></p>
<p class="summary">&nbsp;</p>
</div>
</div>
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