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	<title>Blog do Favre &#187; Indicadores</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Não dá para sorrir, meu bem&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 12:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evasão e repetência crescem em toda SP
Estudo mostra que índices de não-aprovação aumentaram em todas as áreas das 31 subprefeituras, no ensino médio e no fundamental
Situação é mais grave no ensino médio, em que 11 regiões mais do que dobraram as taxas de não-aprovação; na Sé, piora foi 162%


TALITA BEDINELLI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA -EVANDRO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5">Evasão e repetência crescem em toda SP</font></strong></p>
<p><strong>Estudo mostra que índices de não-aprovação aumentaram em todas as áreas das 31 subprefeituras, no ensino médio e no fundamental</strong></p>
<p><strong>Situação é mais grave no ensino médio, em que 11 regiões mais do que dobraram as taxas de não-aprovação; na Sé, piora foi 162%</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.infomambo.com.br/2006/imagens/desarmamentoALUNOS.jpg" alt="http://www.infomambo.com.br/2006/imagens/desarmamentoALUNOS.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">TALITA BEDINELLI COLABORAÇÃO PARA A FOLHA -EVANDRO SPINELLI DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Levando-se em conta a divisão administrativa de São Paulo, a reprovação e a evasão de alunos cresceram em todas as 31 áreas de subprefeituras, tanto no ensino fundamental como no médio. Os dados abrangem escolas públicas -inclusive federais- e privadas.</p>
<p>Estudo da Comissão Municipal de Direitos Humanos divulgado ontem, com base nos Censos Escolares de 2005 e 2006, mostra que, em algumas regiões de subprefeituras, o índice de não-aprovação (reprovações mais evasões) mais do que dobrou no período. No fundamental, a situação é mais grave na região de M&#8217;Boi Mirim, cuja piora foi de 131%; no médio, a campeã é a Sé, com 162%.</p>
<p>A situação é pior no ensino médio: 11 subprefeituras mais do que dobraram as taxas de não-aprovação. Na Sé, 33% dos alunos não foram aprovados em 2006, ante 12% em 2005.</p>
<p>Houve piora também em áreas nobres da cidade. A região da subprefeitura de Pinheiros, que engloba os distritos Alto de Pinheiros, Itaim Bibi, Jardim Paulista e Pinheiros, está entre os que mais pioraram a reprovação e a evasão no ensino médio: em 2005, 12% não foram aprovados; em 2006, a taxa aumentou para 26%.</p>
<p>A evasão escolar e a repetência foram os fatores que mais impediram a melhoria dos direitos humanos na cidade, segundo o estudo. Dos 32 indicadores analisados, foi o único que piorou em todas as regiões.</p>
<p>Os dados chamam a atenção por causa da adoção da progressão continuada na rede pública -reprovação apenas no final dos ensinos fundamental e médio. Para o professor da Faculdade de Educação da USP César Minto, a evasão pode estar contribuindo para a piora.</p>
<p>Para o presidente do Sieeesp (sindicato das escolas particulares de São Paulo), José Augusto Lourenço, as escolas públicas foram as responsáveis pela piora nas taxas. Segundo ele, na rede privada os índices permaneceram estáveis.</p>
<p>&#8220;Na escola particular há recuperação fora dos horários de aula. O problema da rede pública é que esse trabalho não é feito&#8221;, ressalta.</p>
<p>A Secretaria Estadual de Educação disse que não podia comentar os dados, porque eles não estavam separados por rede de ensino e somavam evasão e repetência. A Secretaria Municipal de Educação, procurada no início da tarde, não se manifestou sobre o assunto até a conclusão desta edição.</p>
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		<title>Previdência registra redução de 17,6% no déficit em 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 14:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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VALOR
O Regime Geral da Previdência Social (RGPS) apresentou em outubro, segundo dados divulgados pelo governo, o menor déficit dos últimos dois anos: R$ 1,909 bilhão. Esse resultado é decorrente de receitas de R$ 13,475 bilhões e despesas de R$ 15,384 bilhões. Considerando o período janeiro-outubro, o déficit nominal acumulado é de R$ 33,719 bilhões, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://bp1.blogger.com/_gnphWs8xdmg/RwkUEOA6QlI/AAAAAAAAABE/CTzmEP4YDo4/s1600/caosnaprevidencia.jpg" width="248" height="250" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>VALOR</strong></p>
<p>O Regime Geral da Previdência Social (RGPS) apresentou em outubro, segundo dados divulgados pelo governo, o menor déficit dos últimos dois anos: R$ 1,909 bilhão. Esse resultado é decorrente de receitas de R$ 13,475 bilhões e despesas de R$ 15,384 bilhões. Considerando o período janeiro-outubro, o déficit nominal acumulado é de R$ 33,719 bilhões, com arrecadação de R$ 126,831 bilhões e pagamentos de R$ 160,551 bilhões.</p>
<p>Nos primeiros dez meses do ano, a arrecadação líquida da Previdência foi 9,4% maior que a do mesmo período em 2007. Por outro lado, as despesas com benefícios previdenciários elevaram-se 2,4% no mesmo período.</p>
<p>O secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, manteve a previsão de que 2008 será encerrado com o menor déficit dos últimos anos: R$ 38 bilhões. Em 2007, a Previdência registrou resultado negativo de R$ 46 bilhões. Na avaliação do secretário, o bom desempenho do mercado de trabalho, com criação recorde de empregos formais (mais de 2,1 milhões no ano até outubro), vem elevando a arrecadação das contribuições previdenciárias.</p>
<p>O déficit da Previdência Social, entre janeiro e outubro, foi 17,6% menor que o verificado no mesmo período de 2007. &#8220;Podemos olhar com tranqüilidade o fechamento do ano, pois os indicadores que temos são de que a Previdência não terá dificuldades em 2008&#8243;, afirmou Schwarzer.</p>
<p>A arrecadação líquida da Previdência Social no mês de outubro foi de R$ 13,475 bilhões, a segunda maior da série histórica. Na comparação com outubro de 2007, o crescimento foi de 7,3%. Schwarzer procurou ressaltar o superávit de R$ 733 milhões registrado em outubro no setor urbano. Ele explicou que a queda do déficit e o registro de superávits nesse setor nos últimos anos é uma tendência que deve ser mantida.</p>
<p>Na análise de todos os benefícios previdenciários concedidos em outubro, o Regime Geral da Previdência Social mostrou aumento de 2,4% sobre o mesmo mês do ano passado. Na comparação com setembro, houve queda de 1,7%. Em outubro, foram concedidos 195,6 mil auxílios-doença, o que mostra aumento de 5,16% sobre a concessão desse tipo de benefício em igual período de 2007.</p>
<p>Em outubro, os benefícios previdenciários alcançaram a marca de 25,982 milhões no estoque, o que representa crescimento de 3,5% sobre o mesmo mês do ano passado. A quantidade de auxílios-doença acumulada até o mês passado chegou a 1,370 milhão de unidades. (AG)</p>
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		<title>Pnad: Aumenta o acesso a bens de consumo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 14:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Aumenta o acesso a bens de consumo
Itens como computador, telefone, televisão e geladeira estão mais presentes nos domicílios de baixa renda
Jacqueline Farid, O Estado SP
O número de domicílios com acesso a computador e internet deu um novo salto em 2007, ano em que os brasileiros, especialmente os de renda mais baixa, também aumentaram o suprimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20061024panorama_computadores.jpg" alt="http://www.reporterbrasil.com.br/images/articles/20061024panorama_computadores.jpg" /><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/pnad-aumenta-o-acesso-a-bens-de-consumo/7475/" rel="attachment wp-att-7475" title="geladeiralingua.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/geladeiralingua.gif" alt="geladeiralingua.gif" width="151" height="181" /></a></div>
<p><strong>Aumenta o acesso a bens de consumo</strong></p>
<p><strong>Itens como computador, telefone, televisão e geladeira estão mais presentes nos domicílios de baixa renda</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Jacqueline Farid, O Estado SP</p>
<p>O número de domicílios com acesso a computador e internet deu um novo salto em 2007, ano em que os brasileiros, especialmente os de renda mais baixa, também aumentaram o suprimento doméstico de bens de consumo duráveis. Segundo a Pnad, no ano passado, 20,4% dos domicílios do País, ou 11,4 milhões, tinham acesso à internet &#8211; crescimento de 23% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Em um número ainda maior de domicílios &#8211; 15 milhões, ou 27% do total &#8211; havia computador &#8211; aumento de 24% em comparação a 2006. Embora ainda seja pequena a parcela da população conectada à rede da informatização, levando-se em conta os últimos sete anos, os indicadores relativos aos serviços de informação na Pnad dispararam.</p>
<p>O porcentual de domicílios com acesso à internet passou de 8,6% em 2001 para 17,1% em 2006 e 20,4% em 2007, acompanhando um aumento forte no acesso ao computador: 12,6% em 2001; 22,4% em 2006, e 27% em 2007.</p>
<p>Os brasileiros também ampliaram ainda mais o acesso à telefonia no ano passado, continuando a expansão na aquisição de aparelhos celulares. O número de domicílios com telefone móvel foi 2,8 milhões a mais do que no ano anterior, quando 27,7% tinham apenas celular.</p>
<p>O porcentual de domicílios que tinham apenas telefone móvel alcançou 17,8 milhões, ou 31,6% do total das residências pesquisadas. No que diz respeito aos domicílios com algum aparelho de telefone, de qualquer tipo, houve acréscimo de 2,7 milhões de 2006 para 2007. Assim, os domicílios com telefone passaram de 74,5% do total para 77%, mas o principal avanço deveu-se, realmente, à ampliação da telefonia móvel.</p>
<p>A Pnad mostra também que a quantidade de domicílios com apenas telefone fixo convencional caiu 11,8% de 2006 para 2007, mas houve acréscimo nos domicílios com os dois tipos de telefone (3,7%).</p>
<p><strong>ACESSO</strong></p>
<p>A posse de bens duráveis, como fogão, televisão e geladeira, aumentou mais para os domicílios de baixa renda entre 2004 e 2007. O porcentual de residências com fogão no País aumentou de 97,5% para 98,1% no período, ou 0,6 ponto porcentual mas, para os domicílios com renda até três salários, a fatia passou de 95,6% para 97,0%, com acréscimo de 1,4 ponto.</p>
<p>No caso do acesso a geladeira, enquanto para todas as rendas o porcentual chegou a 90,8% dos domicílios em 2007 &#8211; avanço de 3,4 ponto em comparação a 2004 -, no caso dos domicílios com renda até três salários o porcentual com esse bem de consumo passou de 77,5% para 84,4%, alta de 7,2 ponto.</p>
<p>Situação similar ocorreu com os televisores: de 90,3% para 94,5% (4,2 ponto), no caso do total das rendas e de 83,2% para 90,9%, ou 7,7 ponto. O gerente da coordenação de trabalho e rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, comentou que o aumento do trabalho com carteira assinada e a alta no rendimento levaram a população de renda mais baixa a ter acesso a crédito farto, o que vem impulsionando a economia desde o ano passado. Desse modo, houve maior aquisição de bens de consumo duráveis.</p>
<p>Os dados da Pnad corroboram o aumento, já constatado nas pesquisas que acompanham o movimento do comércio, da demanda por esses bens. Esse segmento liderou um forte crescimento nas vendas varejistas, principalmente de móveis e eletrodomésticos, em 2007, que aumentaram 15,4% em relação ao ano anterior.</p>
<p>A pesquisa mostra que, no que diz respeito aos domicílios com renda acima de 10 salários mínimos, há uma quase universalização no acesso ao fogão (98,0%), televisão (99,7%) e geladeira (99,5%).</p>
<p>Ainda de acordo com os dados da Pnad, o consumo domiciliar aumentou significativamente nos últimos 15 anos. Em 1992, a pesquisa apontava que em 94,8% dos domicílios havia fogão; em 2007, já eram 98,2%. Houve aumento expressivo também nos domicílios com geladeira, de 71,5% em 1992 para 91,4% em 2007. No mesmo período, houve altas ainda na posse de máquina de lavar roupa (24,1% para 40,0%); rádio (84,9% para 88,4%) e televisão (74% para 94,8%). Por outro lado, caiu o porcentual de domicílios com filtro de água (57% em 1992 e 51,4% em 2007).</p>
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		<title>Emprego industrial tem a maior alta mensal desde 2004. Renda do trabalhador sobe e uso da capacidade industrial é recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 15:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Em julho, o emprego teve crescimento de 0,7% ante o mês anterior. Renda tem 3º mês de alta

Agencia Estado 


O emprego industrial teve o maior crescimento mensal desde maio de 2004. Com o ajuste sazonal &#8211; que leva em consideração os efeitos temporais -, o crescimento foi de 0,7% em [...]]]></description>
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<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/emprego-industrial-tem-a-maior-alta-mensal-desde-2004-renda-do-trabalhador-sobe-e-uso-da-capacidade-industrial-e-recorde/7245/" rel="attachment wp-att-7245" title="brasil_olho.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/brasil_olho.jpg" alt="brasil_olho.jpg" /></a></div>
</div>
<div id="c"></div>
<div id="c"><strong>Em julho, o emprego teve crescimento de 0,7% ante o mês anterior. Renda tem 3º mês de alta</strong></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte"><span style="background-color: #ffff99">Agencia Estado </span></p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p>O emprego industrial teve o maior crescimento mensal desde maio de 2004. Com o ajuste sazonal &#8211; que leva em consideração os efeitos temporais -, o crescimento foi de 0,7% em julho ante junho, segundo os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio de 2004, a alta havia sido de 1,0%. Ante julho de 2007, a ocupação na indústria cresceu 2,8% e acumula no ano alta também de 2,8% e em 12 meses, de 2,9%.</p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" id="infografico" width="551" height="356" align="middle"><param name="id" value="infografico" /><param name="width" value="551" /><param name="height" value="356" /><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="align" value="middle" /><param name="_cx" value="16404" /><param name="_cy" value="10583" /><param name="src" value="http://www.estadao.com.br/ext/especiais/mensais/emprego_ind/materia.swf" /><param name="wmode" value="Window" /><param name="play" value="-1" /><param name="loop" value="0" /><param name="quality" value="High" /><param name="menu" value="0" /><param name="allowscriptaccess" value="sameDomain" /><param name="scale" value="ShowAll" /><param name="devicefont" value="0" /><param name="embedmovie" value="0" /><param name="seamlesstabbing" value="1" /><param name="profile" value="0" /><param name="profileport" value="0" /><param name="allownetworking" value="all" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed type="application/x-shockwave-flash" id="infografico" width="551" height="356" bgcolor="FFFFFF" align="middle" _cx="16404" _cy="10583" src="http://www.estadao.com.br/ext/especiais/mensais/emprego_ind/materia.swf" wmode="Window" play="-1" loop="0" quality="High" menu="0" allowscriptaccess="sameDomain" scale="ShowAll" devicefont="0" embedmovie="0" seamlesstabbing="1" profile="0" profileport="0" allownetworking="all" allowfullscreen="false"></embed></object></div>
<p>O IBGE informou ainda que, ante julho de 2007, o número de trabalhadores aumentou em 11 das 14 áreas investigadas, com destaque para São Paulo (4,3%), Minas Gerais (6,6%) e regiões Norte e Centro-Oeste (2,8%). Por outro lado, foram observadas reduções em Pernambuco (-4,4%), Santa Catarina (-1,1%) e região Nordeste (-0,3%).Em nível nacional, o pessoal ocupado aumentou, ante julho do ano passado, em 13 dos 18 setores, com máquinas e equipamentos (12,3%), meios de transporte (9,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,6%) e produtos químicos (11,1%) respondendo pelos impactos positivos mais importantes. Na direção contrária, as contribuições negativas mais significativas vieram de calçados e artigos de couro (-9,8%), vestuário (-4,7%), têxtil (-6,2%) e madeira (-8,2%).</p>
<p><strong>Renda</strong></p>
<p>Já o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria aumentou 1,3% em julho ante junho, também na série com ajuste sazonal. Este é o terceiro mês consecutivo de aumento ante mês anterior. Nos confrontos com iguais períodos do ano anterior, os resultados continuaram positivos: 6,9% em julho; 6,6% no acumulado de janeiro a julho e 6,4% em 12 meses.</p>
<div id="c">
<h3>Com atividade aquecida, uso da capacidade industrial é recorde</h3>
<p>Segundo dados da CNI, faturamento real do setor registra expansão de 13,2% no mês de julho e de 9% no ano</p></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">                    <span style="background-color: #ffff99">Fabio Graner, da Agência Estado</span></p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p>BRASÍLIA - O aquecimento da atividade industrial nos últimos meses tem se refletido na maior utilização da capacidade instalada do País. Em julho, esse índice atingiu 83,5%, o maior nível da série histórica, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em julho do ano passado, a utilização da capacidade instalada estava em 82,5%.</p>
<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" id="infografico" width="550" height="355" align="middle"><param name="id" value="infografico" /><param name="width" value="550" /><param name="height" value="355" /><param name="bgcolor" value="FFFFFF" /><param name="align" value="middle" /><param name="_cx" value="16404" /><param name="_cy" value="10583" /><param name="src" value="http://www.estadao.com.br/ext/especiais/mensais/industria_capacidade/materia.swf" /><param name="wmode" value="Window" /><param name="play" value="-1" /><param name="loop" value="0" /><param name="quality" value="High" /><param name="menu" value="0" /><param name="allowscriptaccess" value="sameDomain" /><param name="scale" value="ShowAll" /><param name="devicefont" value="0" /><param name="embedmovie" value="0" /><param name="seamlesstabbing" value="1" /><param name="profile" value="0" /><param name="profileport" value="0" /><param name="allownetworking" value="all" /><param name="allowfullscreen" value="false" /><embed type="application/x-shockwave-flash" id="infografico" width="550" height="355" bgcolor="FFFFFF" align="middle" _cx="16404" _cy="10583" src="http://www.estadao.com.br/ext/especiais/mensais/industria_capacidade/materia.swf" wmode="Window" play="-1" loop="0" quality="High" menu="0" allowscriptaccess="sameDomain" scale="ShowAll" devicefont="0" embedmovie="0" seamlesstabbing="1" profile="0" profileport="0" allownetworking="all" allowfullscreen="false"></embed></object></div>
<p>Já o faturamento real da indústria de transformação cresceu 13,2% em julho, ante o mesmo mês de 2007. Na comparação com junho, já com o ajuste sazonal, a alta foi de 0,2%. De janeiro a julho, o faturamento real teve expansão de 9%, em relação a igual período do ano passado.As horas trabalhadas na indústria tiveram alta de 0,5% em julho, ante junho, pelo critério dessazonalizado. Sem o ajuste sazonal, a alta foi de 2,7%. Na comparação com julho de 2007, as horas trabalhadas subiram 7,2%. No acumulado do ano, tiveram expansão de 6,1%.</p>
<p>O emprego na indústria, por sua vez, subiu 0,6% em julho, ante junho, com ajuste sazonal. Sem ajuste, a alta foi também de 0,6%. Na comparação com igual mês de 2007, o emprego subiu 4,4%, mesmo índice do acumulado do ano.</p>
<p>A massa salarial real subiu 3,5% em julho, ante junho. Esse indicador foi divulgado sem ajuste sazonal. Na comparação com julho de 2007, a alta da massa salarial foi de 5,7% e no acumulado do ano, 5,6%.</p>
<p>&#8220;A atividade industrial em julho segue em forte trajetória de expansão. O crescimento da atividade industrial em julho é especialmente relevante por ocorrer sobre uma base de comparação muito alta&#8221;, diz o relatório da CNI.</p></div>
</div>
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		<title>Inflação não voltará, podem tirar o cavalo da chuva, diz Lula</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
BC surpreende e anuncia aumento maior dos juros, para 13% ao ano
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) anunciou nesta quarta-feira um aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros. Assim, em decisão unânime, a taxa Selic subiu de 12,25% para 13% ao ano.
A decisão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<h1>BC surpreende e anuncia aumento maior dos juros, para 13% ao ano</h1>
<p><strong>EDUARDO CUCOLO</strong><br />
da <strong>Folha Online</strong>, em Brasília</div>
<p>O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) anunciou nesta quarta-feira um aumento de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros. Assim, em decisão unânime, a taxa Selic subiu de 12,25% para 13% ao ano.</p>
<p>A decisão surpreendeu a maioria dos analistas do mercado financeiro, que esperavam um <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u424686.shtml">aumento de 0,5 ponto</a>. Parte dos economistas, no entanto, já previa que o BC poderia acelerar o ritmo de alta dos juros para evitar uma disparada da inflação.</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u425368.shtml">Entenda como a taxa básica de juros influencia a economia</a></p>
<p>&#8220;Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13% ao ano, sem viés&#8221;, informou o comitê em nota após a reunião.</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/07/inflacao-nao-voltara-podem-tirar-o-cavalo-da-chuva-diz-lula/6370/" rel="attachment wp-att-6370" title="selic.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/07/selic.jpg" alt="selic.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p>Trata-se do terceiro aumento da taxa em 2008. No início do ano, a Selic estava em 11,25% ao ano. Com a alta da inflação, o BC iniciou uma nova série de aumentos dos juros para tentar segurar a escalada de preços. Foram dois aumentos de 0,5 ponto percentual.</p>
<p>Agora, os juros voltaram ao mesmo patamar de janeiro de 2007. O maior nível da taxa Selic no governo Lula foi alcançado no início do governo, em fevereiro de 2003 (26,5% ao ano).</p>
<p><strong>Novos aumentos</strong></p>
<p>Esse não deve ser o último aumento de juros neste ano. Os <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u424433.shtml">economistas ouvidos</a> pelo próprio BC esperam que a taxa básica termine 2008 em 14,25% ao ano.</p>
<p>O mercado espera uma nova alta para 13,25% na reunião do Copom no início de setembro; outra para 13,75% em outubro; e para 14,25% em dezembro &#8211;o Copom se reúne a cada 45 dias, aproximadamente.</p>
<p>Em janeiro de 2009, os juros chegariam a 14,75% e só voltariam a cair, na previsão do mercado, no segundo semestre, para terminar o ano em 13,75% a.a..</p>
<p><strong>Inflação acima da meta</strong></p>
<p>A alta dos juros é uma tentativa do BC de evitar que a inflação estoure o teto da meta para 2008. A meta definida pelo governo para o IPCA (indicador oficial de inflação medido pelo IBGE) é de 4,5% (centro da meta), com tolerância de dois pontos, podendo chegar a 6,5% (teto da meta).</p>
<p>O próprio BC prevê uma inflação de 6% para este ano e de 4,7% para 2009, ambas acima do centro da meta.</p>
<p>A instituição também já admite que há <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u416038.shtml">25% de chances</a> de a inflação estourar o teto da meta para este ano. Para os economistas ouvidos pelo BC, o IPCA vai terminar 2008 em 6,53%.</p>
<p>Apesar do discurso de parte do governo de que a inflação estaria restrita aos preços dos alimentos, o BC já admite que ela tem contaminado outros setores da economia.</p>
<p>Parte desse efeito será sentido nas tarifas e aluguéis reajustados pelos IGPs (Índice Geral de Preços), por exemplo, que devem fechar o ano acima de 12%, na previsão de mercado financeiro.</p>
<p><strong>Enquanto for necessário</strong></p>
<p>O próprio presidente do BC, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u422553.shtml">Henrique Meirelles, afirmou</a> que, mesmo tirando os alimentos da inflação, o IPCA acumulado em 12 meses já supera os 6%.</p>
<p>Na avaliação de Meirelles, os preços no Brasil estão sendo influenciados não só pelo aumento internacional dos alimentos, mas também pelo forte consumo interno e pelo aumento do crédito.</p>
<p>O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u415602.shtml">volume de crédito</a> país bateu novo recorde no mês passado, apesar do aumento dos juros. Mesmo assim, já se verifica uma desaceleração nos empréstimos das pessoas físicas.</p>
<p>Por isso, os diretores do BC vêm afirmando que para segurar a inflação, continuarão aumentando os juros &#8220;enquanto for necessário&#8221;.</p>
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		<title>Aumentam homicídios de jovens do sexo masculino e mortes no trânsito</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 11:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  

Dados do IBGE mostram também que condições de vida e de moradia melhoraram 
  DA SUCURSAL DO RIO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, NO RIO 
De todas as questões sociais  implicadas no desenvolvimento sustentável, apenas duas tiveram um retrocesso: aumentaram o número de homicídios  especialmente de jovens do sexo masculino e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><strong>  </strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.portalguarany.com.br/imagem/noticias/Acidente_Transito.jpg" alt="http://www.portalguarany.com.br/imagem/noticias/Acidente_Transito.jpg" /></div>
<p><strong>Dados do IBGE mostram também que condições de vida e de moradia melhoraram </strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">  <strong><font size="-1">DA SUCURSAL DO RIO<br />
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, NO RIO </font></strong></p>
<p>De todas as questões sociais  implicadas no desenvolvimento sustentável, apenas duas tiveram um retrocesso: aumentaram o número de homicídios  especialmente de jovens do sexo masculino e as mortes no  trânsito. Ainda que lentamente, as condições de vida e de  moradia melhoraram, segundo  os &#8220;Indicadores de Desenvolvimento Sustentável&#8221; do IBGE.<br />
Segundo o instituto, as mortes por causas violentas, que  afetam a qualidade de vida da  população, subiram em 7,7  ocorrências por 100 mil habitantes entre 1992 e 2004.<br />
O problema é ainda mais grave na região Sudeste, que, em  2004, apresentou a maior taxa  de mortes por homicídios, 32,3  por 100 mil habitantes, mais  elevada que a média do país  (26,9 por 100 mil).<br />
O fenômeno atinge quase  que exclusivamente os homens, principalmente os mais  jovens. A taxa entre pessoas do  sexo masculino era de 35,6 por  100 mil. No caso das mulheres,  se situava em 3,2 por 100 mil.  Esses percentuais saltaram para 50,5 e 4,2, respectivamente.<br />
Em 2004, as maiores taxas  eram as de Rio de Janeiro  (50,8), Pernambuco (50,1) e Espírito Santo (48,3).<br />
Os acidentes de trânsito são  outro problema que cresce  mundialmente e afeta mais os  pobres -os homens também  eram as principais vítimas. A  taxa masculina estava em 32,6  mortes por 100 mil habitantes,  contra 7,2 de mulheres.<br />
Esses dados destoam da tendência de melhora dos demais indicadores sociais. Segundo o IBGE, 54% dos domicílios brasileiros tinham condições adequadas em 2006 -ou seja, ligação às redes de água e esgoto, lixo coletado e até dois moradores por domicílio.<br />
Pelos dados coletados pelo  instituto, escolaridades, saneamento, abastecimento de água,  mortalidade infantil, esperança  de vida e indicadores de saúde  evoluíram favoravelmente nos  últimos anos, embora ainda  exista muito a ser feito.</p>
<p><strong>Pobreza e reciclagem</strong><br />
O que seria um bom sinal esconde uma mazela social: o país  é recordista em reciclagem somente porque recruta um exército de catadores na pobreza  que atinge especialmente os  grandes centros urbanos -e  não porque há uma avanço na  coleta seletiva de lixo.<br />
O Brasil recicla 94,4% das latas de alumínio e 45% a 50%  dos demais materiais (latas aço,  papelão, PET, entre outros).<br />
Segundo Judicael Clevelário  Júnior, do IBGE, reciclar é positivo, mas desde que venha  acompanhado de um aumento  da coleta seletiva do lixo. Isso  não ocorre no país, onde há  &#8220;um exército de catadores&#8221;.<br />
Segundo o IBGE, o esforço do  governo para promover o desenvolvimento sustentável é  incipiente. O valor gasto com  pesquisa e desenvolvimento  não chega a 1% do PIB.<br />
&#8220;O Brasil precisa pensar mais seriamente em iniciar o caminho na direção do desenvolvimento sustentável o mais rápido possível. Entre outras coisas, precisa entender que o PIB não serve para medir o desenvolvimento sustentável, pois ele não mede a diminuição dos recursos naturais do país nem a degradação ambiental que se está fazendo para atingir aquele número&#8221;, disse Haroldo Mattos de Lemos, diretor do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil).<br />
<font size="-1"><strong> (PS e MT)</strong></font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lucro da Petrobras cresce bem acima do esperado no 1º tri: 68%</title>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No 1º trimestre, resultado subiu para R$ 6,925 bi, um crescimento de 68%. Analistas esperavam R$ 5,524 bi



Da Redação Agencia estado

RIO &#8211; O lucro líquido da Petrobras veio bem acima do esperado no primeiro trimestre deste ano. O resultado subiu para R$ 6,925 bilhões, um crescimento de 68% em relação ao mesmo período do ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No 1º trimestre, resultado subiu para R$ 6,925 bi, um crescimento de 68%. Analistas esperavam R$ 5,524 bi</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/05/lucro-da-petrobras-cresce-bem-acima-do-esperado-no-1%c2%ba-tri-68/5186/" rel="attachment wp-att-5186" title="plataforma_petroleo4.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/05/plataforma_petroleo4.jpg" alt="plataforma_petroleo4.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Da Redação Agencia estado<br />
</strong></p>
<p>RIO &#8211; O lucro líquido da Petrobras veio bem acima do esperado no primeiro trimestre deste ano. O resultado subiu para R$ 6,925 bilhões, um crescimento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Analistas projetavam lucro de R$ 5,524 bilhões. Ou seja, um crescimento de 33,7%, quase a metade do que o que foi de fato alcançado.</p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Veja também neste Blog:</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/petroleo-e-gas-terao-investimentos-de-ao-menos-us-72-bi/">Petróleo e gás terão investimentos de ao menos US$ 72 bi</a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/brasil-e-superpotencia-agora-com-petroleo-diz-economist/">Brasil é superpotência, agora com petróleo, diz “Economist”</a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/eldorado-negro/">Eldorado negro</a></p>
<p>O Ebitda da empresa somou R$ 13,876 bilhões, alta de 26% na mesma base de comparação. O Ebitda representa a geração operacional de caixa da companhia. O quanto a empresa gera de recursos apenas em sua atividade, sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos. É um importante indicador para avaliar a qualidade operacional empresa.</p>
<p>Já a receita líquida da estatal somou R$ 46,892 bilhões nos primeiros três meses deste ano, mostrando um avanço de 20,56% ante igual intervalo de 2007. Os dados são consolidados.</p>
<p>Os investimentos realizados pelo Sistema Petrobras no primeiro trimestre de 2008 atingiram R$ 10,197 bilhões, uma alta de 23% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com o balanço da companhia. Mas registraram queda de 31% em relação ao 4º trimestre de 2007, que foram de R$ 14,679 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Expansão da indústria é a maior em 5 anos, diz CNI</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/05/expansao-da-industria-e-a-maior-em-5-anos-diz-cni/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 12:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Faturamento cresceu 7,6% no 1º trimestre em relação ao mesmo período de 2007
Uso da capacidade instalada tem pouca variação, o que indica, segundo a entidade, maturação do investimento realizado pelas empresas

LUCIANA OTONI &#8211; Folha de São Paulo
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Favorecido pelo consumo aquecido e pela necessidade de repor estoques, o setor industrial registrou o maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Faturamento cresceu 7,6% no 1º trimestre em relação ao mesmo período de 2007</strong></p>
<p><strong>Uso da capacidade instalada tem pouca variação, o que indica, segundo a entidade, maturação do investimento realizado pelas empresas</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.lafm.com.co/fotos/operarios-gran_lafm.jpg" alt="L'image “http://www.lafm.com.co/fotos/operarios-gran_lafm.jpg” ne peut être affichée car elle contient des erreurs." /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>LUCIANA OTONI &#8211; Folha de São Paulo</strong></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Favorecido pelo consumo aquecido e pela necessidade de repor estoques, o setor industrial registrou o maior ritmo de crescimento dos últimos cinco anos no primeiro trimestre de 2008 na comparação com o quarto trimestre do ano anterior, segundo pesquisa divulgada ontem pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).</p>
<p>Na análise com o primeiro trimestre de 2007, os resultados de janeiro a março deste ano também são positivos, com os indicadores apresentando elevadas taxas de expansão.</p>
<p>Essa boa performance, porém, pode não se repetir no segundo trimestre. Segundo a CNI, a tendência é de leve acomodação da produção entre abril e junho. &#8220;A retomada de alta dos juros, o câmbio valorizado e a concorrência do produto nacional com o estrangeiro apontam para uma pequena redução do ritmo de expansão&#8221;, avaliou o gerente-executivo da CNI, Flávio Castelo Branco.</p>
<p>De acordo com a CNI, na comparação do primeiro trimestre com o quarto trimestre do ano passado, as indústrias registram aumento médio de 1,8% do faturamento, de 2,1% nas horas trabalhadas na produção e de 1,1% no pessoal empregado. Considerando essa base de comparação, foram as maiores variações desde 2003.</p>
<p>Em relação aos três primeiros meses de 2007, as variações dos indicadores no primeiro trimestre de 2008 são ainda mais expressivas. As altas foram de 7,6% para faturamento, de 6% para horas trabalhadas e de 4,9% para pessoal empregado na produção.</p>
<p>Os segmentos com os melhores desempenhos são montadoras de veículos, fábricas de máquinas e equipamentos, indústria de alimentos, de bebidas e metalúrgicas.</p>
<p>Num contexto de expansão, o setor registrou estabilidade no uso da capacidade instalada, com o indicador de 83,1% mantendo-se praticamente no mesmo nível nos últimos seis meses. Segundo a CNI, a ampliação da produção, combinada com estabilidade no uso do parque fabril, indica maturação de investimentos.</p>
<p>Para alguns analistas, a ampliação da capacidade de produção é um dado positivo que, porém, não deve demover o Banco Central do propósito de continuar a elevar os juros como forma de evitar a disparada de preços. &#8220;Não vai ser a estabilidade ou ligeira queda no nível de uso da capacidade instalada que fará o Banco Central ficar menos preocupado. Hoje, a maior preocupação da autoridade monetária são as surpresas inflacionárias&#8221;, comentou Zeina Latif, economista do Banco Real.</p>
<p><strong><br />
Comportamento</strong></p>
<p>Na Tendências Consultoria, a avaliação é que outros indicadores, como o que o IBGE divulga nesta terça, irão auxiliar o BC na análise do comportamento da produção industrial. A economista Cláudia Oshiro disse que o resultado do primeiro trimestre indica que as indústrias poderão ampliar a atividade sem elevar a capacidade de produção.</p>
<p>No Ipea, o diretor de Estudos Macroeconômicos, Marcelo Nonnenberg, informou que o dinamismo levará o instituto a elevar a previsão de expansão do setor neste ano. Inicialmente, o Ipea estimou aumento de 4,8% para a indústria, percentual que deve passar para 5%. A despeito disso, ele avaliou que a atividade industrial deve desacelerar no segundo trimestre porque as comparações começarão a ser feitas com bases mais elevadas de 2007 e porque a subida dos juros deve exercer efeito sobre as expectativas de consumo e produção.</p>
<p>De forma isolada, as variações de março sinalizam amortecimento. Em relação a fevereiro, que foi um mês de resultado forte, o faturamento e as horas trabalhadas recuaram 0,5% e 0,3%, respectivamente.</p>
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		<title>Estadão reconhece: &#8220;nunca antes neste País&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 19:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como o presidente sempre diz, &#8216;nunca antes neste País&#8230;&#8217;
Emprego, renda, consumo, entre outros, vêm batendo recordes consecutivos e explicam popularidade de Lula
Da Redação do portal O Estado de São Paulo


SÃO PAULO &#8211; O governo Lula atingiu nos três primeiros meses de 2008 a melhor avaliação positiva desde o início do primeiro mandato, em 2003. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>Como o presidente sempre diz, &#8216;nunca antes neste País&#8230;&#8217;</strong></font></p>
<p><strong>Emprego, renda, consumo, entre outros, vêm batendo recordes consecutivos e explicam popularidade de Lula</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte"><strong>Da Redação do portal O Estado de São Paulo</strong></p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/estadao-reconhece-nunca-antes-neste-pais/4937/" rel="attachment wp-att-4937" title="lula_madri.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/04/estadao-reconhece-nunca-antes-neste-pais/4937/" rel="attachment wp-att-4937" title="lula_madri.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/04/lula_madri.jpg" alt="lula_madri.jpg" height="405" width="550" /></a></div>
<p>SÃO PAULO &#8211; O governo Lula atingiu nos três primeiros meses de 2008 a melhor avaliação positiva desde o início do primeiro mandato, em 2003. O motivo, segundo analistas, seria a seqüência de indicadores socioeconômicos positivos divulgados nos últimos meses. De fato, índices como emprego, renda, consumo, entre outros, vêm batendo recordes consecutivos, numa série de &#8220;nunca antes na história desse País&#8221; que não parece ter data para terminar. Confira alguns desses recordes:</p>
<p><strong>EMPREGO</strong></p>
<p>A economia brasileira abriu 204,9 mil novos empregos com carteira assinada em fevereiro, um resultado 38,5% superior ao saldo de fevereiro de 2007. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. O resultado do mês passado é o novo recorde da série histórica, iniciada em 1992, para os meses de fevereiro.</p>
<p>No primeiro bimestre do ano, estão acumuladas 347,9 mil novas vagas, um saldo 37% maior que o verificado no mesmo período do ano passado. As melhores marcas de geração de empregos formais, tanto em fevereiro quanto no bimestre, eram de 2006. Com as novas vagas abertas em fevereiro, o estoque de empregos formais da economia cresceu 0,7%, para 29,3 milhões de postos.</p>
<p>O Caged é um registro feito pelo Ministério do Trabalho com base nas informações mensais sobre contratações e demissões repassadas por todas as empresas que seguem as regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).</p>
<p>Todos os setores da economia tiveram resultados positivos em fevereiro, com destaque para os serviços, que criaram 74,4 mil vagas. A indústria, que abriu 46,8 mil, ficou em segundo lugar, seguida da construção civil, com 27,5 mil empregos. Entre os serviços, o segmento ligado ao ensino. O reinício do período letivo permitiu a criação de 31,5 mil empregos. São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul apresentaram os melhores desempenhos.</p>
<p><strong>RENDA</strong></p>
<p>Em 2007, 96% das 715 negociações salariais acompanhadas pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) asseguraram, no mínimo, a incorporação das perdas desde a data-base anterior. É o quarto ano consecutivo em que em mais de 70% das negociações analisadas houve reposição segundo a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Entre 2006 e 2007, a inflação média acumulada foi inferior de 3,9%. Das 715 negociações, apenas em 29 não houve reposição da inflação.</p>
<p><strong>COMÉRCIO</strong></p>
<p>Janeiro de 2008 foi o melhor para o comércio varejista em sete anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As vendas do varejo aumentaram 1,8% ante dezembro e 11,8% ante igual mês do ano passado, a maior variação para o primeiro mês do ano desde o início da série da pesquisa, em 2001. Todas as atividades pesquisadas mostraram crescimento nas vendas ante igual mês de 2007.</p>
<p>O maior impacto no resultado total foi dado por hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. O grupo tem forte peso na pesquisa e teve expansão de 8,4% nessa base de comparação. A segunda principal influência veio de móveis e eletrodomésticos, que prosseguem mostrando fôlego surpreendente, com crescimento de 16%, uma forte aceleração sobre a alta de 12% de dezembro ante igual mês de 2007. Essas duas atividades responderam por 6,7 ponto porcentual, ou 57% do aumento total de 11,8% do varejo.</p>
<p><strong>CONSUMIDOR</strong></p>
<p>Impulsionado pelo bom momento da economia e aumento na intenção de compras para os próximos meses, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) disparou em março, com alta de 3,5% ante fevereiro. Em janeiro, havia caído 0,4%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo estudo, a confiança do consumidor em março foi a maior da série histórica, iniciada em setembro de 2005.</p>
<p><strong>ELEVADOR SOCIAL</strong></p>
<p>Pesquisa O Observador Brasil 2008, feita pela financeira francesa Cetelem com o instituto de pesquisas Ipsos Public Affairs, revela que a classe C já é a maioria da população. No ano passado, 46% dos brasileiros pertenciam a essa camada social, ante 36% e 34% em 2006 e 2005, respectivamente. Ela também foi a única que aumentou de tamanho no último ano. De 2006 para 2007, quase 20 milhões de pessoas ingressaram nesse estrato social, um número cinco vezes maior que no período anterior. A classe C reúne hoje 86,2 milhões de brasileiros com renda média familiar de R$ 1.062.</p>
<p>A maior parte do contingente que engordou a classe C vem da base da pirâmide populacional, as classes D e E, perto de 12 milhões de pessoas. Outros 4,7 milhões vieram das camadas A/B, que perderam poder aquisitivo. O restante é proveniente do crescimento vegetativo da população.</p>
<p>Outro dado positivo da pesquisa foi o aumento da renda disponível das classes C e D/E nos dois últimos anos. Em 2005, faltavam R$ 17 para o consumidor da classe D/E pagar as contas no fim do mês. No ano passado, sobraram R$ 22.</p>
<p>Na classe C também houve ganho de renda. Em 2007, sobraram R$ 147, ante uma folga de R$ 122 em 2005. Já para a classe A/B a fôlego diminuiu de R$ 632 em 2005 para R$ 506 em 2007. A renda disponível é a que sobra após os gastos obrigatórios. A enquete mostra que o ritmo acelerado de consumo deve continuar este ano. Celular, computador, itens de decoração e a casa própria tiveram os maiores acréscimos na intenção de compra.</p>
<p><strong>CRÉDITO</strong></p>
<p>A despeito da preocupação do governo, o crédito continua em expansão. Em fevereiro, aumentou 1,1% ante janeiro e atingiu R$ 957,5 bilhões, equivalente a 34,9% do Produto Interno Bruto (PIB), maior marca desde maio de 1995. O Banco Central (BC) estima que chegue a 40% do PIB até o fim do ano.</p>
<p><strong>INADIMPLÊNCIA</strong></p>
<p>Outro motivo para a avaliação positiva é que a inadimplência continua baixa. Em fevereiro, 4,3% dos empréstimos apresentavam atraso superior a 90 dias. O porcentual é ligeiramente menor que o de janeiro, de 4,4%. No caso das pessoas físicas, a taxa de fevereiro manteve-se nos mesmos 7,1% de janeiro e ficou abaixo dos 7,3% de fevereiro de 2007.</p>
<p><strong>DÓLAR BAIXO, BRASILEIROS VIAJAM MAIS</strong></p>
<p>Os brasileiros gastaram como nunca em viagens internacionais nos últimos 12 meses. As despesas com viagens internacionais somaram US$ 8,925 bilhões, enquanto os gastos de estrangeiros no País foram de US$ 5,245 bilhões. Os dados se referem ao período entre março de 2007 e fevereiro de 2008 e são os maiores registrados para um período de 12 meses desde o início da série do Banco Central (BC), em 1947. Nem na época do &#8220;populismo cambial&#8221;, quando o dólar custava menos de R$ 1, a gastança internacional foi tão elevada. Dois fatores impulsionam as viagens ao exterior: o dólar barato e o aumento da renda do brasileiro.</p>
<p><strong>PAÍS AGORA É CREDOR INTERNACIONAL</strong></p>
<p>O Brasil fortaleceu sua condição de credor internacional, mesmo com a piora no quadro econômico internacional. Segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC), o volume de reservas cambiais e outros ativos superava o da dívida externa em US$ 18,807 bilhões em fevereiro. Na prática, é como se o Brasil fosse credor do mundo nesse valor. Em janeiro, a posição credora era de US$ 6,983 bilhões. Os números de janeiro e fevereiro são preliminares. Em dezembro de 2007, o último dado fechado, a posição credora líquida estava em US$ 10,846 bilhões.</p>
<p><strong>INDÚSTRIA</strong></p>
<p>O faturamento da indústria de transformação &#8211; que reflete as vendas reais &#8211; cresceu 10,5% em janeiro ante o mesmo mês de 2007. É a maior taxa de expansão na comparação com o mesmo período mensal do ano anterior desde agosto de 2004. O conjunto dos indicadores industriais de janeiro, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), também é o melhor para meses de janeiro nos últimos três anos.</p>
<p>As montadoras vão investir US$ 4,9 bilhões no Brasil este ano, o maior montante já gasto pelo setor em um único ano. A maior parte será aplicada no aumento da capacidade produtiva, que passará dos atuais 3,5 milhões de veículos para 3,85 milhões. Em 2009, a capacidade anual chegará a 4 milhões de unidades, um acréscimo de 500 mil veículos em dois anos.</p>
<p>Juntando empresas de autopeças, o investimento chegará a US$ 20 bilhões até 2010. O triênio anterior que teve maior aporte dos dois segmentos foi de 1996 a 1998, quando foram inauguradas 13 novas fábricas, entre marcas que passaram a produzir localmente e filiais das empresas já instaladas no País. Naquele período, foram investidos US$ 11,7 bilhões.</p>
<p>O anúncio da soma dos investimentos e da nova capacidade produtiva ocorre num momento em que o setor registra sucessivos recordes de vendas e há filas de espera de até três meses para alguns automóveis e de nove meses para caminhões.</p>
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		<title>65 destinos turísticos olhados com lupa</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 06:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministra do Turismo divulga diagnóstico sobre 65 destinos turísticos
 				 		 			   				 Rio de Janeiro (07/04/2008) – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, divulgou hoje o Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento − Relatório Brasil, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O trabalho, inédito, objetiva orientar políticas e ações, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="subTituloSublinhado">Ministra do Turismo divulga diagnóstico sobre 65 destinos turísticos</h3>
<p><a href="http://www.turismo.gov.br/portalmtur/opencms/institucional/imagens/IMG144_GR.jpg" rel="lightbox" title="Ministra do Turismo divulga diagnóstico sobre 65 destinos turísticos"><img src="http://www.turismo.gov.br/portalmtur/opencms/institucional/imagens/IMG144_GR.jpg" alt="Ministra do Turismo divulga diagnóstico sobre 65 destinos turísticos" class="imagemNoticia" align="left" /></a> 				 		 			   				 <span style="font-weight: bold"></span>Rio de Janeiro (07/04/2008) – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, divulgou hoje o Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento − Relatório Brasil, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O trabalho, inédito, objetiva orientar políticas e ações, no intuito de racionalizar esforços e recursos dos governos federal (MTur), estaduais (secretarias de Turismo) e municipais (prefeituras) no desenvolvimento do turismo regionalizado.O diagnóstico da FGV, encomendado pelo Ministério do Turismo, identificou que no Brasil, as capitais e as não-capitais avaliadas estão em nível 3 de desenvolvimento, numa escala de 1 a 5. Os temas avaliados referem-se a Infra-estrutura, Turismo, Políticas Públicas, Economia e Sustentabilidade. As capitais lideram com 58,7 pontos. Na média nacional, o Brasil ficou com 52,7 pontos. As cidades que não são capitais ficaram com menor índice: 48,3. O estudo revelou que monitoramento e marketing foram os indicadores com menores notas. “É por aí que os destinos têm que começar a trabalhar”, disse a ministra Marta Suplicy.</p>
<p>Para ajudar na superação das dificuldades diagnosticadas, a ministra anunciou que o Ministério do Turismo entregará para os estados material produzido pelo Departamento de Promoção e Marketing Nacional, a fim de orientar cada um deles a preparar seu material promocional. Adiantou ainda que a partir do mês que vem (maio), a Fundação Getúlio Vargas, em parceria com o Sebrae, devolverá os resultados do estudo aos municípios pesquisados. Serão dois dias de seminário, com a participação do Ministério do Turismo.</p>
<p>A ministra ressaltou que o estudo não tem a intenção de criar uma competição entre os destinos . “Cada um deve competir consigo mesmo. Deve avaliar a sua realidade e buscar melhorar, sem se preocupar em competir com os outros”, disse a ministra, ao sugerir que cada “município volte o olhar para si mesmo, sem rivalizar com outras cidades”.</p>
<p>De acordo com Marta Suplicy, o Estudo de Competitividade contribuirá para uma atuação mais eficiente nos destinos turísticos brasileiros. “Os 65 destinos serão priorizados pelos programas e projetos do MTur, estados, municípios e parceiros institucionais. Mas, para criarmos mecanismos que elevem a qualidade desses destinos, precisávamos conhecer as dificuldades da cada um deles. E é isso que o estudo proporciona: informações para a elaboração de planos de ação mais objetivos”, disse.</p>
<p>O Estudo é uma ferramenta de gestão pública e possibilitará, além de um diagnóstico dos destinos, o monitoramento do desenvolvimento deles e o planejamento de ações. “Com ele, pela primeira vez no Brasil, o setor passará a ter um histórico da evolução desses municípios, do ponto de vista turístico”, acrescentou a ministra.</p>
<p>De 2003 a 2007, o Ministério do Turismo investiu, diretamente nos municípios dos 65 destinos, recursos da ordem de R$ 332,4 milhões. Só em 2007, esse valor foi de R$ 148,9 milhões. Além dos investimentos realizados, a ministra destacou que, ano passado, o Ministério do Turismo executou 99% do orçamento, aplicou R$ 1,7 bilhão, contemplando todos os estados. “Neste ano, o orçamento aprovado é de R$ 2,66 bilhões. Vejam que é um crescimento extraordinário de 47% em relação a 2007, resultado da compreensão que deputados e senadores têm hoje sobre a importância da atividade turística para a economia do País, para a redução das desigualdades regionais, para a inclusão social e para o fortalecimento das economias locais”.</p>
<p>A ministra lembrou também que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) beneficiará diretamente o turismo, ao prever, até 2010, a aplicação de R$ 6 bilhões para modernizar os 20 maiores aeroportos do país e quatro terminais de carga, além de projetos que apoiará na melhoria da infra-estrutura em transportes, telecomunicações e energia.</p>
<p>O presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, Albano Franco, elogiou a ministra Marta Suplicy, que conseguiu uma linha de crédito de US$ 1 bilhão junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para um novo modelo de Prodetur Nacional. De acordo com o deputado, o diagnóstico apresentado hoje torna viáveis ações para que o turismo atenda às exigências do mercado. “O estudo vai colaborar para que possamos atingir a meta do Plano Nacional de Turismo de se ter, até 2010, 7 milhões de turistas. Com a participação dos governos estadual e municipal, vamos dinamizar o turismo e colocar o Brasil em situação privilegiada no turismo mundial. Para isso, é muito importante ter parcerias com a Confederação Nacional do Comércio, Sebrae e Fundação Getúlio Vargas”.</p>
<p>O secretário Nacional de Políticas do Turismo do MTur, Airton Pereira, acredita que agora, com os resultados do estudo, os recursos direcionados aos 65 destinos beneficiarão os setores do turismo que precisam de investimentos urgentes. “A meta é tornar esses destinos referência em competitividade no mercado. Isso significa criar mecanismos para que os destinos tenham capacidade crescente de gerar negócios, proporcionando ao turismo uma experiência positiva”.</p>
<p>Sobre a coleta de dados – A metodologia utilizada pelo Estudo considerou cinco “macro-dimensões”: Infra-estrutura, Turismo, Políticas Públicas, Economia e Sustentabilidade. Esses itens correspondem aos ambientes em que a atividade turística se desenvolve e estão subdivididas em 13 dimensões, e estas em 61 variáveis. As perguntas feitas nos destinos estavam associadas e essas variáveis. Especialistas do setor opinaram sobre o peso que cada uma dessas variáveis deveria ter, considerando a importância para o desenvolvimento da atividade turística e a característica de cada um dos destinos.</p>
<p>A dimensão Acesso, por exemplo, foi detalhada a partir das condições identificadas para transporte aéreo, proximidade de grandes centros emissivos de turistas, acesso rodoviário e sistema de transporte no destino. Outra dimensão que pode ser exemplificada é Monitoramento, cujos resultados consideraram as menções atribuídas à capacidade de pesquisa de demanda, pesquisa de oferta, sistema de estatística do turismo, medição de impactos da atividade turística e estudos de pesquisas no destino.</p>
<p>O Estudo de Competitividade deixou claro que as dimensões que mais contribuíram para que a média nacional alcançasse 52,7 pontos foram: Infra-Estrutura Geral (61,8 pontos), Acesso (61,6 pontos), Aspectos Ambientais (59,0 pontos), Aspectos Sociais (57,2 pontos), Economia Local e Atrativos Turísticos (empatados com 56,9 pontos). A média de 58,7 pontos, alcançada pelas capitais, foi influenciada pela pontuação média das seguintes dimensões: Infra-Estrutura Geral (71,2), Capacidade Empresarial (70,3), Acesso (69,0) e Aspectos Ambientais (63,2).</p>
<p>Já a média de 48,3 pontos das não-capitais foi definida pelas pontuações das dimensões: Atrativos Turísticos (58,6), Acesso (56,3), Aspectos Ambientais (56,1) e Infra-Estrutura Geral (55,1). As dimensões que fizeram com que as não-capitais tivessem pontuação menor que as médias do Brasil e das Capitais foram: Monitoramento (30,0 pontos), Marketing (31,7 pontos), Serviços e Equipamentos Turísticos (33,8) e Capacidade Empresarial (36,7). Ou seja, esses são segmentos que mais precisam de incentivo técnico e de recursos.</p>
<p>Escolha dos destinos – A seleção dos 65 destinos considerou informações encaminhadas pelas Unidades da Federação. A partir daí, o MTur definiu os destinos que deveriam ser priorizados para receber investimentos técnicos e financeiros. Até 2010, esses destinos deverão estar organizados de acordo com as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil. A principal característica dos 65 destinos selecionados é que eles possuem capacidade de atrair e distribuir um significativo número de turistas para seu entorno e dinamizar a economia da região na qual estão inseridos. Outra característica considerada pelo MTur na seleção foram os atrativos qualificados e a infra-estrutura básica e turística. Todos os estados brasileiros e suas capitais foram contemplados.</p>
<p>Fonte Ministério de Turismo</p>
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