30/03/2009 - 18:31h Skype chega nesta semana ao iPhone

da Efe, em San Francisco – Folha Online

O serviço de telefonia pela Internet Skype estará disponível, a partir desta semana, para os usuários do iPhone da Apple e em maio para os que usam BlackBerry, afirmou a companhia nesta segunda-feira (30).

Segundo o blog corporativo do Skype, propriedade do site de leilões online e-Bay, o lançamento de um aplicativo do serviço para o iPhone e para o reprodutor de mp3 iPod Touch será anunciado oficialmente amanhã na feira de telefonia CTIA Wireless 2009, em Las Vegas (EUA).

Tela do sistema de voz sobre IP Skype, que será integrado ao iPhone e ao iPod a partir desta semana

Tela do sistema de voz sobre IP Skype, que será integrado ao iPhone e ao iPod a partir desta semanaO Skype para iPhone permitirá a realização de ligações telefônicas usando internet, o envio de mensagens instantâneas e inclusive o compartilhamento de fotos sem custo entre usuários do serviço.

Nos EUA, o Skype para iPhone só funcionará por meio da rede Wi-Fi de conexão a internet e não pela rede telefônica, condição exigida pelas operadoras de telefonia, que não querem ver seu negócio reduzido.

Líder do setor de telefonia pela Internet com quase 400 milhões de usuários registrados, o Skype não será o primeiro serviço de VoIP em chegar ao iPhone. Várias outras companhias já oferecem aplicações para realizar ligações gratuitas pela web.

27/12/2008 - 14:08h Temporada de Natal nos EUA termina no vermelho

Vendas caíram entre 5,5% e 8% em comparação a 2007, segundo dados preliminares

Exceção foi Amazon; o site de comércio eletrônico diz ter tido o melhor ano desde sua criação, ajudado pelo mau tempo no fim de ano

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SÉRGIO DÁVILA – FOLHA SP

DE WASHINGTON

A temperatura fez sua parte e proporcionou um Natal branco (de neve) em várias partes do país, mas os comerciantes americanos tiveram de se contentar com o balanço do feriado no vermelho: segundo dados preliminares, as vendas de Natal caíram entre 5,5% e 8% em comparação com o mesmo período do ano passado.
Mesmo se excluídos gastos com combustíveis e automóveis, ambos em queda livre por conta da crise, ainda assim as vendas baixaram entre 2% e 4%. Os lojistas americanos consideram “Natal” o período de 1º de novembro a 24 de dezembro. Esses 54 dias respondem por entre 30% e 50% das vendas anuais, daí o estrago potencial da queda anunciada, ampliado pelo fato de o consumo girar 70% da economia americana, hoje em recessão.
Os dados divulgados ontem são da SpendingPulse, uma divisão da MasterCards Advisors, por sua vez subsidiária da operadora mundial de cartões de crédito. Segundo o levantamento, que compila vendas não só por cartão, mas também cheque e dinheiro, os itens eletrônicos puxaram a queda, com 27%, seguidos de roupas femininas, com 23%, masculinas (14%) e calçados (13,5%).
“Um ambiente econômico complicado combinado à meteorologia desfavorável na última semana fizeram do final de 2008 um dos piores períodos de compras em décadas”, disse Michael McNamara, vice-presidente de pesquisa e análise da SpendingPulse. Os dados oficiais do governo saem só em 9 de janeiro, mas o antecipado ontem preocupou o mercado.
Uma exceção foi a Amazon. O site de vendas online anunciou que este final de ano foi o melhor desde a criação da empresa por Jeff Bezos, em 1994. No melhor dia, 15 de dezembro, foram vendidos 6,3 milhões de itens, o que dá 73 vendas por segundo, e despachados 5,4 milhões de mercadorias, ou 62,5 entregas/segundo.
Entre os mais vendidos, estão o game Wii, da Nintendo, o laptop Aspire One, da Acer, a TV LCD de 52 polegadas da Samsung, o iPod touch de 8 giga, da Apple, o jogo Blokus e o óculos de visão noturna Eyeclops, na seção de brinquedos.
Com a notícia, as ações da Amazon tiveram alta de 5,8% pré-abertura do pregão da Bolsa. O tempo ruim ajudou o comércio eletrônico, disse McNamara, da SpendingPulse, ao forçar as pessoas a fazer suas compras em casa. O setor foi um dos que sofreram a menor queda em relação ao mesmo período de 2007, com baixa de 2,3%, segundo o levantamento.
Com o quadro pouco animador, algumas lojas planejavam cortes nos preços de itens populares neste fim de semana como maneira de atrair clientes para compras em gerais. É o caso da gigante Wal-Mart, que começa a vender amanhã em suas 2.500 lojas o cobiçado iPhone 3G de oito giga por US$ 197 (R$ 467) e o de 16, por US$ 297 (R$ 704). O tamanho do desconto? Dois dólares por item.
Em Washington, no cruzamento da avenida Wisconsin com a rua M, o coração comercial de Georgetown, o movimento era menor do que na chamada Sexta-Feira Negra, que é o dia após o feriado de Ação de Graças, que neste ano caiu em 27 de novembro, mas as lojas também não estavam às moscas. Ajudava o fato de a temperatura, que nos dias anteriores chegara aos nove graus negativos, ter ficado nos cinco positivos.

21/11/2007 - 11:37h IPhone Must Be Offered Without Contract Restrictions, German Court Rules

Rolf Nvennenbernd/European Pressphoto Agency

IPhone customers at a T-Mobile shop in Cologne, Germany. T-Mobile is appealing a court ruling.

New York Time

PARIS, Nov. 20 — Last month, French law forced Apple to promise that consumers could buy a version of its iPhone in this country without having to be locked into a long-term contract with Orange, the only mobile phone operator offering the new device.

Now, the same issue is tripping up Apple’s plans to sell the music-playing cellphone in Germany, the largest European telephone market. Last week, the Vodafone Group won the first round of a legal case against T-Mobile over its exclusive deal to sell the iPhone there.

A German court ruled that T-Mobile must offer the iPhone to everyone, even without the 24-month contract that it had required for buyers of the phone, which went on sale in Germany for 399 euros ($591) on Nov. 9. T-Mobile is appealing the ruling.

Vodafone of Britain had tried to secure its own pan-European exclusive deal with Apple for the iPhone. A spokesman, Simon Gordon, said the company was not trying to block the sale of the device but rather trying to level the playing field in Germany. Vodafone operates Vodafone Germany, the No. 2 German carrier. T-Mobile, a subsidiary of Deutsche Telekom, is the industry leader there, with 34 million customers.

Various European countries have laws that protect consumers from being forced to buy something else as a condition of buying a product. Britain does not have the same kind of restrictions, allowing O2, a mobile network operator owned by Telefónica of Spain, to sell the iPhone there with an 18-month exclusive contract.

Although Apple has announced sales plans for only the three largest European markets, restrictions on whether carriers can tie or subsidize phones also exist in several other Continental countries, including Belgium, Italy and Finland.

T-Mobile’s position is that tying a mobile phone to a contract with one provider is rare but not new in Germany, while Vodafone argues that all mobile phones sold there should be available for use with any provider. T-Mobile insisted that iPhone sales would continue uninterrupted, but warned that it reserved the right to seek damages from Vodafone.

The iPhone is scheduled to go on sale next week in France. The exclusive French carrier, Orange, a subsidiary of France Télécom, has not disclosed any details of the purchase, like the minimum length of the contract for locked models, or the cost of the unlocked model. An Orange spokeswoman, Béatrice Mandine, did not return phone calls seeking comment on Tuesday.

The iPhone competes directly with models from Nokia and Sony Ericsson, which have the widest offerings in phones that combine digital music players and cellphones, according to an analysis released this month by the consulting firm M:Metrics. The consultancy also said that the demand for premium phones and features was stronger in Europe than in the United States.

A year ago, a French court ruled against Sony’s requirement that songs sold in its online music store be played only on Sony devices. Apple faces a similar court challenge in France over its iTunes songs, which are tied to the iPod. The iPod’s music- and video-playing features are built into the iPhone.