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	<title>Blog do Favre &#187; Jornais</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>O aumento do IPTU nas cartas dos leitores da Folha e do Estadão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[cartas]]></category>
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		<category><![CDATA[IPTU]]></category>
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		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[Planta genérica de valor]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>

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		<description><![CDATA[
IPTU
&#8220;Se o prefeito Gilberto Kassab  promove aumentos de mais de 40%  no &#8220;hipertu&#8221; por considerar as melhorias implantadas, imagino qual  seria o aumento se a cidade estivesse limpa, segura, iluminada, com  postos de saúde e escolas para todos. Mudaria até de nome.&#8221;
CARLOS GASPAR (São Paulo, SP)



***
O Estado SP
AUMENTO DO IPTU 
Cumprindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/images/opiniao.gif" alt="" /></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>IPTU</strong></span><br />
&#8220;Se o prefeito Gilberto Kassab  promove aumentos de mais de 40%  no &#8220;hipertu&#8221; por considerar as melhorias implantadas, imagino qual  seria o aumento se a cidade estivesse limpa, segura, iluminada, com  postos de saúde e escolas para todos. Mudaria até de nome.&#8221;<br />
<span><strong>CARLOS GASPAR</strong> (São Paulo, SP)</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-large;"><strong>***</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-large;">O Estado SP</span></strong></p>
<p><strong>AUMENTO DO IPTU </strong></p>
<p>Cumprindo as suas promessas de campanha furadas, o prefeito Gilberto Kassab decide aumentar em até 60% o IPTU em 2010. Isso é que é gestão transparente! O pior é que isso vai depor contra o governador José Serra nas eleições de 2010. Quem inventou o monstro que o acalente.</p>
<p>Boris Becker borisbecker@uol.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>O IPTU com aumento de até 60%? Kassab demonstra que é discípulo de Serra. Acorda, Brasil!</p>
<p>Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br</p>
<p>Cotia</p>
<p>Ah, se arrependimento matasse!</p>
<p>Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p><strong>KASSAB ESTÁ CERTO</strong></p>
<p>IPTU de uns aumenta e outros ficam isentos. É a lógica dos impostos: quem tem mais paga mais.</p>
<p>Aliana Cândida Silva alianacandida@yahoo.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p><strong>ABSURDO</strong></p>
<p>O aumento dos benefícios de uma infinidade de aposentados, que Lula ainda vai determinar, não será suficiente para cobrir o valor do aumento do IPTU que Kassab quer cobrar. Que país é este?</p>
<p>Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p><strong>IMPOSTO ALTO X SERVIÇO RUIM</strong></p>
<p>O prefeito Taxab quer aumentar o IPTU em absurdas porcentagens com a desculpa de que os imóveis se valorizaram. Mas só no ato da venda é que o proprietário tem o benefício &#8211; e relativo, porque terá de comprar outro imóvel também valorizado, a não ser que vá morar no cemitério, e já paga o Imposto de Renda ao governo federal. Dupla taxação, como é habitual. E quanto ao estado calamitoso das ruas, todas repletas de buracos e valetas, que depreciam o valor dos imóveis e semoventes, sem o correspondente desconto no IPTU e IPVA? Os governantes só pensam em esvaziar o bolso</p>
<p>do cidadão e na próxima eleição.</p>
<p>Mário A. Dente dente28@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
<p>É inadmissível pensar em reajustar o IPTU numa cidade onde shoppings pagam valores irrisórios e a Prefeitura deteriora nossas ruas, desvalorizando nossos imóveis. E onde o IPTU já é, ilegalmente, diga-se de passagem, reajustado anualmente (o único no País). A população de São Paulo certamente protestará e lutará para que o PSDB-DEM nunca mais se eleja nesta cidade e neste Estado. Principalmente seus vereadores e deputados estaduais.</p>
<p>José F. Souza frnc2@hotmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
<p><strong>SUICÍDIO POLÍTICO</strong></p>
<p>Obrigada, prefeito, pelo aumento no IPTU. É dessa maneira ingrata que o senhor trata o eleitorado que o elegeu para que continuasse a boa gestão que fez no primeiro mandato, ao assumir a Prefeitura no lugar de Serra? Só que o segundo mandato está deixando muito a desejar: ruas sem calçamento, lixo nas ruas, proibição dos fretados com o consequente aumento de carros em circulação, e agora este aumento do IPTU? O senhor não viu o que fizemos com a Marta? Pelo visto, a classe política nunca deixa de subestimar a inteligência do eleitorado. Só que há um pequeno detalhe: em São Paulo encontra-se o eleitorado mais consciente do País, que não se contenta com pão e circo. Parabéns, prefeito, o senhor acaba de decretar o seu suicídio político.</p>
<p>Tereza Sayeg tereza.sayeg@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O estilo Serra</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
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		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[Rodoanel]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Ceneviva]]></category>

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		<description><![CDATA[
O articulista da Folha, Walter Ceneviva, não tem dúvida. Para ele o acidente no Rodoanel é resultado de obra apressada e apreçada (o título de seu artigo hoje é &#8220;Obras apressadas e apreçadas&#8221;).
Para ele, &#8220;Pelo padrão usual, quando a &#8220;rigorosa investigação&#8221; estiver concluída, ninguém lembrará do que aconteceu com as vigas do Rodoanel. Por exceção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://hariprado.files.wordpress.com/2009/07/serramira.jpg" alt="http://hariprado.files.wordpress.com/2009/07/serramira.jpg" width="294" height="213" /></p>
<p>O articulista da <em>Folha</em>, Walter Ceneviva, não tem dúvida. Para ele o acidente no Rodoanel é resultado de obra apressada e apreçada (o título de seu artigo hoje é <strong>&#8220;Obras apressadas e apreçadas&#8221;</strong>).</p>
<p>Para ele, <strong>&#8220;Pelo padrão usual, quando a &#8220;rigorosa investigação&#8221; estiver concluída, ninguém lembrará do que aconteceu com as vigas do Rodoanel. Por exceção, todavia, os fatos parecem transparentes: é tempo de campanha. É necessário apresentar obras, com urgência. Meras formalidades legais ou técnicas devem ser esquecidas. &#8220;Depois a gente resolve&#8221;, é a regra.&#8221;</strong> (<em>Folha</em> 17/11/2009).</p>
<p>A conclusão do artigo é que o melhor caminho seria <strong>&#8220;Suspender as obras até que os laudos definitivos sejam aprovados&#8221;.</strong></p>
<p>Walter Ceneviva não é inimigo de Serra e não manifesta simpatias pelo PT. Sua percepção é a do bom senso.</p>
<p>Acontece que para o governador Serra tudo o que contraria seu desejo, no caso acabar a obra antes dele se desencompatibilizar do cargo para concorrer à Presidência, é trololó petista e deve ser tratado como tal. Walter Ceneviva que se cuide.</p>
<p>Não é outro o motivo que leva o <em>Estadão</em> a atribuír ao PT um plano para atrasar a obra do Rodoanel (manchete e lide no <em>Estadão</em> de hoje: <strong>&#8220;PT quer atrasar Rodoanel para atrapalhar Serra. Plano é afundar governo estadual em investigações sobre desmoronamento, para retardar obra e evitar que tucano tire proveito eleitoral dela em 2010.&#8221;</strong>).</p>
<p>Por isso Serra recusou-se ontem a responder aos jornalistas sobre o assunto, esperando com isto que cessem os artigos e a cobertura sobre o acidente no Rodoanel e sobre as 79 irregularidades denunciadas à mais de um ano pelo TCU (ver<big><a title="79 erros graves no Rodoanel, segundo o TCU. Que medidas foram tomadas pelo governador Serra?" rel="bookmark" href="../2009/11/79-erros-graves-no-rodoanel-segundo-o-tcu-que-medidas-foram-tomadas-pelo-governador-serra/"> 79 erros graves no Rodoanel, segundo o TCU. Que medidas foram tomadas pelo governador Serra?</a></big>).</p>
<p>De sorte que Walter Ceneviva, o Ministério Público que vai investigar e qualquer um que vier a provocar &#8220;atraso&#8221; ou simplesmente fazer uma pergunta, será carimbado como petista raivoso.</p>
<p>É o estilo Serra.</p>
<p>LF</p>
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		<title>O acidente do Rodoanel nas cartas dos leitores da Folha e do Estadão</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 10:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
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		<description><![CDATA[

Rodoanel
&#8220;Em setembro, o Tribunal de  Contas da União apontou como irregularidade grave a substituição  dos tubulões de concreto previstos  no projeto dos viadutos do trecho  sul do Rodoanel por vigas pré-moldadas (&#8221;Obra usou material barato,  aponta TCU&#8221;, Cotidiano, ontem).
Na sexta-feira, três dessas vigas  caíram sobre veículos, ferindo várias pessoas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-16249" title="Folha_opiniao" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Folha_opiniao.gif" alt="Folha_opiniao" width="190" height="37" /></p>
<p><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/cp16112009.jpg" alt="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/cp16112009.jpg" width="214" height="371" /></p>
<p><strong>Rodoanel</strong><br />
&#8220;Em setembro, o Tribunal de  Contas da União apontou como irregularidade grave a substituição  dos tubulões de concreto previstos  no projeto dos viadutos do trecho  sul do Rodoanel por vigas pré-moldadas (&#8221;Obra usou material barato,  aponta TCU&#8221;, Cotidiano, ontem).<br />
Na sexta-feira, três dessas vigas  caíram sobre veículos, ferindo várias pessoas. De quem é a culpa?  Das empreiteiras, que tentaram baratear os custos em detrimento da  segurança? Dos fiscais, que não se  preocuparam com as denúncias do  TCU e deixaram o &#8220;erro&#8221; passar?<br />
Quem vai pagar os custos provocados por esse &#8220;acidente&#8217;? Cabeças  vão rolar como exemplo para que  novos jeitinhos não ocorram no futuro? Existem mais vigas pré-moldadas irregulares no restante da  obra? Muitas perguntas que retratam a displicência do governo em  atacar a corrupção endêmica envolvendo obras públicas.  E Lula ainda quer criar uma entidade para controlar e cooptar as  decisões do TCU!&#8221;<br />
<span><strong>SILVANO CORRÊA</strong> (São Paulo, SP)</span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>O ESTADO S. PAULO</strong></span></p>
<p><a id="capa" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/hoje"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/capa.jpg" alt="" width="150" height="265" /></a></p>
<p>VIRADO PARA A LUA</p>
<p>O &#8220;cara&#8221; realmente tem sorte! O apagão de Itaipu será esquecido e a situação está feliz como pinto no lixo, porque aconteceu o acidente no Rodoanel, obra da maior visibilidade para José Serra. Esperem para ver os sorrisos e os comentários sarcásticos.</p>
<p>Alberto B. Cardoso de Carvalho albcc@ig.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p>SINISTRA ROTINA</p>
<p>Vigas do Rodoanel caem sobre a Régis Bittencourt. Na sequência virão as surradas desculpas dos (ir)responsáveis, recheadas de jargão técnico, e em breve não mais se falará do assunto. Afinal, foi &#8220;apenas&#8221; mais um desabamento. Aguardem o próximo.</p>
<p>Helio Ferrari</p>
<p>São Paulo</p>
<p>Todo mundo deu palpite sobre o apagão, sempre culpando o governo Lula. Quero ver agora se vão culpar o governador José Serra porque as vigas do Rodoanel desabaram, a Régis ficou interditada por 12 horas e pessoas se feriram. Quero lembrar que, há uns 20 ou 30 anos, houve um apagão de uma noite inteira em Nova York, que nunca se descobriu o porquê, e a grande consequência foi o chamado &#8220;baby boom&#8221; que ocorreu nove meses depois, com número de nascimentos três vezes maior do que a média diária da cidade. Sem TV&#8230;</p>
<p>Luiz Fernando de Mattos lfmattos@terra.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">E AGORA JOSÉ?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">No caso do apagão, José Serra foi rapidinho para a televisão&#8230; Gostaria de vê-lo também dando explicações sobre as obras do Rodoanel. De uma coisa temos certeza: se fosse em horário de pico, o estrago teria sido grande, pois cada viga daquelas tem peso para moer um trem de ferro.</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Virgilio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Osasco</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Perguntar não ofende: as vigas do Rodoanel caíram porque a obra precisa ficar pronta antes das eleições?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Angelo Antonio Maglio angelo@rancholarimoveis.com.br</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Cotia</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Segundo o TCU, a obra do Rodoanel está com várias irregularidades. O sr. Serra tem pressa em inaugurar a obra eleitoralmente antes do prazo normal, o que provoca apagões de responsabilidade e má gestão do dinheiro público, como nesse acidente, em que se feriram pessoas inocentes. </span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">É assim que o governador candidato quer administrar o País?</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Manoel Netto webmaster@axxia.zzn.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">São Paulo</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Estou desconfiado de que a candidatura de José Serra foi pra ponte que partiu&#8230;</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Francisco Lisboa Assis lisboa.francisco93@gmail.com</span></p>
<p><span style="background-color: #add8e6;">Porto Alegre</span></p>
<p>_________________________</p>
<p>REI E RAINHA</p>
<p>Interessante como as obras sob responsabilidade do PSDB de Serra desabam! Quando não é um buraco do Metrô que desmorona, lá se vai um viaduto. É esse o homem (que, aliás, não paga precatórios devidos, sendo, portanto, um caloteiro contumaz, e persegue a instituição da Polícia Civil paulista) que, caso seja eleito, vai tocar e fiscalizar obras por todo o País? Vamos bem de candidatos à Presidência neste Brasil&#8230; Uma é a &#8220;rainha do apagão&#8221;, o outro é o &#8220;rei do desabamento&#8221;.</p>
<p>Paulo Boccato pofboccato@yahoo.com.br</p>
<p>São Carlos</p>
<p>_________________________</p>
<p>TRANSPARÊNCIA</p>
<p>Imediatamente após o acidente do Rodoanel, Serra declarou que há problemas. Já Lula tenta justificar o injustificável e, pior, o seu governo nunca é o responsável. Está na hora de termos os pés no chão e deixar de fantasias.</p>
<p>Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br</p>
<p>São Paulo</p>
<p>_________________________</p>
<p>PERFIL DE ESTADISTA</p>
<p>O governador Serra, avisado da queda de vigas do Rodoanel, que atingiu veículos, ferindo três pessoas, mesmo de madrugada esteve presente no local, prestando satisfação à sociedade. Bem diferente de Lula, que durante estes sete anos de seu governo, em momentos de adversidades, como nos episódios do mensalão, da crise da aviação e até na queda do avião da TAM em São Paulo, preferiu se esconder no Palácio do Planalto, com receio de ser vaiado pelo povo! Mas com seus camaradas, como Cesare Battisti, tem tempo até para aconselhar o dito mafioso, durante sua viajem à França, a não fazer greve de fome, porque &#8220;faz mal, e não faz bem&#8221;&#8230; Nobre, não?! E o &#8220;cara&#8221;, nas pesquisas, continua em céu de brigadeiro! Dá para entender&#8230;?!</p>
<p>Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com</p>
<p>São Carlos</p>
<p>_________________________</p>
<p>APAGÃO X RODOANEL</p>
<p>O apagão é do PT. A queda das vigas no Rodoanel é do PSDB. Ambos os partidos dão todo tipo de justificativas para os fatos ocorridos, menos a verdadeira. O fato é que não há seriedade nos órgãos fiscalizadores. Eu, por exemplo, até onde pude detectar, não acredito na veracidade dos ISOs de segurança nas estradas, fornecidos pela Fundação Vanzolini e pelo Inmetro, órgãos tidos pela população, até então, acima de qualquer suspeita.</p>
<p>Orivaldo Tenorio de Vasconcelos prof.tenorio@uol.com.br</p>
<p>Monte Alto</p>
<p>_________________________</p>
<p><strong>&#8220;Rodoanel &#8211; A pressa é inimiga da eleição&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Paulo Roberto Cestari paulo.cest@ig.com.br</strong></p>
<p><strong>Santo André</strong></p>
<p>_________________________</p>
<p>A tragédia nas obras do Rodoanel, no sentido sul da Régis, por onde passo constantemente, seria falha técnica ou imprudência por parte dos responsáveis no uso de material sucateado ou de baixo custo? Dizer simplesmente que acidentes dessa natureza são imprevisíveis&#8230; não podemos concordar. Vamos valorizar e resguardar melhor as vidas humanas.</p>
<p>Antonio Rochael Jr.antoniorochael@gmail.com</p>
<p>Iguape</p>
<p>_________________________</p>
<p>OPORTUNISMO ELEITOREIRO</p>
<p>O apagão vai sair de cena nos próximos dias. E o pior, sem as explicações necessárias, pois os técnicos e especialistas apresentam suas versões, a oposição faz críticas e a situação apresenta justificativas. Em grau menor, é o mesmo que vai acontecer com o acidente no Rodoanel. Que, felizmente, não teve vítimas de morte, como aconteceu na construção de uma estação do Metrô paulistano, em que morreram sete pessoas. E não se sabe se os responsáveis foram punidos. Por essas razões não dá para aceitar o oportunismo eleitoreiro de certos oposicionistas, que não têm coerência, variando de atitudes a cada momento.</p>
<p>Uriel Villas Boas urielvillasboas@yahoo.com.br</p>
<p>Santos</p>
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		<title>Brasil, gran potencia latina</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[POTÊNCIA LATINA
O espanhol &#8220;El País&#8221; publicou o artigo &#8220;Brasil, grande potência latina&#8221;. Abre dizendo  que &#8220;parece que o Brasil se cansou de ser o país do futuro e se  prepara para interpretar o papel de grande potência&#8221;. Convoca para um evento político-institucional sobre o país, em  fundação de Madri. Fonte Toda Mídia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>POTÊNCIA LATINA</strong><br />
<em>O espanhol <strong><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Brasil/gran/potencia/latina/elpepuint/20091104elpepuint_14/Tes">&#8220;El País&#8221;</a></strong> publicou o artigo &#8220;Brasil, grande potência latina&#8221;. Abre dizendo  que &#8220;parece que o Brasil se cansou de ser o país do futuro e se  prepara para interpretar o papel de grande potência&#8221;. Convoca para um evento político-institucional sobre o país, em  fundação de Madri. Fonte Toda Mídia, coluna de Nelson de Sá na Folha SP.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-15623 aligncenter" title="Brasil_olho" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Brasil_olho.jpg" alt="Brasil_olho" width="400" height="265" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">FEDERICO YSART 04/11/2009 &#8211; EL PAÍS</span></h2>
<p>Parece que Brasil se cansó de seguir siendo el país del futuro y se apresta a jugar el papel de gran potencia. Sociedad y Gobiernos llevan años reduciendo desequilibrios sociales y regionales, vulnerabilidades económicas, problemas de gobernabilidad, y generando políticas públicas por encima de la contienda partidista.</p>
<p>El Observatorio de Análisis de Tendencias de la Fundación M. Botín reúne en Madrid un foro de expertos en torno a cuestiones clave sobre la gran potencia emergente del mundo latino:</p>
<p>¿Qué proyectos de Brasil existen? ¿Qué papel juegan las ideologías, lo público y lo privado? ¿Hay capacidades institucionales y políticas para arbitrar conflictos? ¿Qué cuellos de botella pueden estrangular su desarrollo social, económico y político-institucional?</p>
<p>Y la gran cuestión: ¿están dispuestos sociedad y Gobierno a jugar el papel de gran potencia?</p>
<p>El régimen militar, 1968-1985, dejó a la democracia brasileña una bomba de relojería: caída del producto interior bruto (PIB), moratoria de la deuda externa, inflación de tres dígitos, fuga de capitales y, naturalmente, degradación de las condiciones de vida de la población.</p>
<p>El Plan Real, con sus luces y sombras y más allá de las metas estabilizadoras, fue clave para redimensionar el papel del Estado, hacer viables reformas político-institucionales, consolidar el &#8220;presidencialismo de coalición&#8221; para impulsar las reformas y pasar de un modelo de &#8220;nacional-mercantilismo&#8221; autárquico a otro de capitalismo abierto y globalizado.</p>
<p>Se abrieron las puertas a la empresa privada y a las inversiones extranjeras, y Brasil alcanzó credibilidad y prestigio internacional.</p>
<p>Este eje de la política del Gobierno Cardoso, mantenido y potenciado por el actual, han hecho de Brasil un país confiable. El pragmatismo del presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, en su Carta al pueblo brasileño, 2002, donde se renunció a rupturas e incumplimientos de contratos y obligaciones con las instituciones financieras internacionales, fue una auténtica palanca de desarrollo.</p>
<p>Como también lo han sido la responsabilidad fiscal en los niveles de Gobierno municipal, regional y federal, y la existencia de una clase empresarial integrada en los circuitos mercantiles y financieros internacionales, atenta a la innovación tecnológica y a las oportunidades de negocio.</p>
<p>La experiencia brasileña demuestra las virtudes del mantenimiento de políticas de Estado más allá de los cambios de acento de cada Gobierno. Los frutos recogidos en el campo político-social tienen su correlato en la arena internacional. El discurso oficial habla de una política exterior de no intervención / no indiferencia, &#8220;activa&#8221; y &#8220;altiva&#8221;. ¿Asumirán el Gobierno y la sociedad brasileña los costes de esta ambición?</p>
<p>Brasil puede ejercer una influencia constructiva en la resolución de conflictos regionales y frenar el deterioro de las libertades y las injerencias del eje bolivariano en terceros países. Es pieza clave en el futuro de Mercosur, con el ingreso de Venezuela pendiente, y de Unasur, la región hablando con una sola voz. ¿Y todo ello sin abandonar su soft power?</p>
<p>Una agenda internacional de esta naturaleza hace pensar que la frase del presidente Lula &#8220;nos cansamos de ser una potencia emergente&#8221; quizá vaya más allá de la retórica. La dirección que tome Brasil podría determinar el futuro de América del Sur.</p>
<p><strong>Federico Ysart es director del Observatorio de Análisis de Tendencias de la Fundación Marcelino Botín.</strong></p>
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		<title>&#8220;FHC diz que governo Lula estimula bloco de poder burocrático-corporativo; embora exagerada, sua crítica faz sentido&#8221;. É o que afirma a Folha de São Paulo em editorial</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Editoriais &#8211; Folha SP
editoriais@uol.com.br 
Capitalismo tutelado 
FHC diz que governo Lula estimula bloco de poder burocrático-corporativo; embora exagerada, sua crítica faz sentido
O EX-PRESIDENTE Fernando Henrique Cardoso provocou um debate relevante acerca  do novo &#8220;bloco de poder&#8221; que estaria sendo alimentado sob o patrocínio do governo Lula, com  traços autoritários e consequências nefastas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://quemtemmedodolula.files.wordpress.com/2009/06/serra_fhc.jpg" alt="http://quemtemmedodolula.files.wordpress.com/2009/06/serra_fhc.jpg" width="522" height="370" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong><span style="color: #000080; font-size: x-small;">Editoriais &#8211; Folha SP</span></strong></span></p>
<p><strong><a href="mailto:editoriais@uol.com.br">editoriais@uol.com.br</a> </strong></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Capitalismo tutelado </strong></span></p>
<p><strong>FHC diz que governo Lula estimula bloco de poder burocrático-corporativo; embora exagerada, sua crítica faz sentido</strong></p>
<p>O EX-PRESIDENTE Fernando Henrique Cardoso provocou um debate relevante acerca  do novo &#8220;bloco de poder&#8221; que estaria sendo alimentado sob o patrocínio do governo Lula, com  traços autoritários e consequências nefastas para o país. Em longo artigo publicado no domingo  pelos jornais &#8220;O Estado de S.  Paulo&#8221; e &#8220;O Globo&#8221;, o tucano começa por chamar a atenção para  as &#8220;transgressões cotidianas, o  discricionarismo das decisões, o  atropelo, se não da lei, dos bons  costumes&#8221; por parte do seu sucessor ou do governo petista.<br />
FHC faz um inventário de atitudes e exemplos condenáveis de  Lula e nelas detecta um DNA que  &#8220;pode levar o país, devagarzinho,  sem que se perceba, a amoldar-se a um estilo de política e a uma  forma de relacionamento entre  Estado, economia e sociedade  que pouco têm a ver com nosso  ideais democráticos&#8221;.<br />
O cerne da crítica de Fernando  Henrique se volta para o que  chama de &#8220;poder burocrático-corporativo&#8221; estimulado por este  governo: aliança entre Estado,  sindicatos, movimentos sociais,  fundos de pensão e grandes empresas, &#8220;cada vez mais fundidos  nos altos-fornos do Tesouro&#8221;.<br />
&#8220;Com ajudinha do BNDES, então&#8221;, ironiza o tucano, &#8220;tudo fica  perfeito&#8221;. Diante de partidos  desmoralizados e da satisfação  popular com a economia, que favorecem a liderança autoritária e  personalista, estariam lançadas  as bases do que FHC chama de  &#8220;subperonismo&#8221; -alusão a Juan  Domingo Perón (1893-1974), o  caudilho que governou a Argentina em três ocasiões.<br />
O ex-presidente carrega nas  tintas, como seria de esperar de  um líder oposicionista, e peca  por exagero ao descrever a configuração do atual governo. Sua  análise, contudo, ilumina os piores aspectos do lulismo.<br />
Vale ressaltar que a participação do BNDES nas privatizações  e a ingerência política nos fundos de pensão estatais tiveram  início no governo FHC. Mas a  verdade é que o problema mudou de escala.<br />
Este é um governo que vem estimulando de modo sistemático,  como se fosse uma diretriz, a  aliança entre algumas das maiores empresas privadas e grupos  de interesse aninhados no Estado e no partido. O assédio recente do Planalto sobre os investimentos e rumos da Vale é um  exemplo disso. A viabilização da  compra da Brasil Telecom pela  Oi/Telemar, que demandou mudanças legais e dinheiro do Banco do Brasil e do BNDES, é outro.<br />
A participação do Estado na  economia brasileira ainda é excessiva. Na relação divulgada recentemente das cem maiores  empresas do país, dois terços são  de capital nacional ou misto -e,  entre essas, metade são estatais  ou tem o governo como acionista  de peso, via BNDES. Um governo  menos tentacular e corporativo e  mais orientado para as necessidades reais da população é o que  se deveria buscar. Não é para isso  que aponta o lulismo.</p>
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		<title>O &#8221;autoritarismo popular&#8221; de Lula</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:54:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Editorial O Estado SP

O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente &#8220;que governa bem e tem 80% de aprovação&#8221; não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">Editorial O Estado SP</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_1R1BlQ7FgLA/SsbKWjgYkaI/AAAAAAAABQw/lqhEAa9faxU/s400/Fhc_e_serra.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_1R1BlQ7FgLA/SsbKWjgYkaI/AAAAAAAABQw/lqhEAa9faxU/s400/Fhc_e_serra.jpg" /></p>
<p>O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente &#8220;que governa bem e tem 80% de aprovação&#8221; não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras da ordem democrática devessem variar conforme o desempenho dos governantes e os seus índices de popularidade. Lula, que, em parte por convicção, em parte por um cálculo do custo-benefício da aventura reeleitoral, recusou a possibilidade, acredita que pode chegar aonde quer por outros meios, mais sofisticados do que é capaz de conceber a mentalidade tosca do coronel de Caracas. Trata-se da criação de um novo e presumivelmente duradouro bloco de controle da máquina estatal, da manipulação desabrida de um sistema político desvitalizado e da exploração incessante do culto à personalidade do líder, para que a adulação da massa legitime os seus desmandos e intimide a oposição.</p>
<p>É a construção do que o ex-presidente Fernando Henrique denomina &#8220;autoritarismo popular&#8221; &#8211; um acúmulo de transgressões e desvios que &#8220;vai minando o espírito da democracia constitucional&#8221;, como adverte no artigo Para onde vamos?, publicado domingo neste jornal. Esse processo de erosão das instituições e procedimentos é tão mais temível quanto menos ostensivo e menos expresso em atos de violência política crassa, à maneira do que Chávez faz na Venezuela para quebrar a espinha da democracia no seu país. A lógica dos objetivos não difere &#8211; &#8220;a do poder sem limites&#8221;, aponta Fernando Henrique -, mas o método, no Brasil do lulismo, é insidioso. Por isso mesmo, &#8220;pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos&#8221;.</p>
<p>No interior do governo, Lula aninha uma burocracia sindical que se apropria sistematicamente do mando dos gigantescos fundos de pensão das estatais, os quais, por sua vez, têm assento nos conselhos das mais poderosas empresas brasileiras. Forma-se assim uma intrincada trama de interesses que se respaldam reciprocamente, não raro em parceria com empresários que conhecem o caminho das pedras &#8211; &#8220;nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas&#8221;, diz Fernando Henrique -, fundindo-se &#8220;nos altos-fornos do Tesouro&#8221;. Isso dá ao presidente um poder formidável sobre o Estado nacional que extrapola de longe as suas atribuições constitucionais. É uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais. No trato com o Congresso, Lula faz os pactos que lhe convierem com tantos Judas quantos estiverem dispostos a servi-lo para se servirem dos despojos da administração federal, enquanto a oposição balbucia objeções que dão a medida de sua irrelevância.</p>
<p>&#8220;Parece mais confortável&#8221;, acusa o ex-presidente, &#8220;fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes.&#8221; Mais confortável porque mais seguro. São raros os políticos oposicionistas que não se deixam acoelhar pelas pesquisas de opinião que mantêm Lula nas nuvens e que o aparato de comunicação do Planalto, sob a sua batuta, não cessa de exacerbar &#8211; daí a pertinência do termo &#8220;culto à personalidade&#8221;. Desde a derrota de 2006, o PSDB de Fernando Henrique praticamente desistiu de expor as responsabilidades pessoais do adversário vitorioso pela autocracia em marcha no País. Os pré-candidatos tucanos José Serra e Aécio Neves, por exemplo, medem as palavras quando falam de Lula, decerto receando que ele possa fazê-las se voltarem contra eles mesmos junto ao eleitorado que o venera. Mesmo na condenação à campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff, a oposição parece comportar-se como se estivesse &#8220;cumprindo tabela&#8221;.</p>
<p>Lula não precisa tomar emprestada a borduna de Hugo Chávez para ditar os modos e os caminhos da evolução da política nacional. &#8220;Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados&#8221;, descreve Fernando Henrique, &#8220;eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições.&#8221;</p>
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		<title>Copo meio cheio</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LÚCIA GUIMARÃES &#8211; NOVA YORK &#8211; O Estado SP
A última semana começou com um número que preocupou muitos jornalistas americanos. A rede CNN despencou para o quarto lugar de audiência do jornalismo na TV a cabo. E a Fox, comemorando sua condição de &#8220;perseguida&#8221; pelo governo Obama, disparou para um folgado primeiro lugar.
A CNN inventou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">LÚCIA GUIMARÃES &#8211; NOVA YORK &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A última semana começou com um número que preocupou muitos jornalistas americanos. A rede CNN despencou para o quarto lugar de audiência do jornalismo na TV a cabo. E a Fox, comemorando sua condição de &#8220;perseguida&#8221; pelo governo Obama, disparou para um folgado primeiro lugar.</p>
<p>A CNN inventou o jornalismo de 24 horas e o fundador da Fox, Roger Aisles, inventou o comício eletrônico travestido de jornalismo.</p>
<p>Desde que uma assessora de Barack Obama fez o calculado primeiro disparo, no dia 12 de outubro, afirmando que a Fox não passa de uma ala do Partido Republicano, comentaristas de variada coloração ideológica discutem a sensatez da tática.</p>
<p>A venerada Primeira Emenda da constituição americana, que garante a liberdade de expressão, imprensa e religião, é invocada frequentemente pelos que não acreditam nela.</p>
<p>No ciclo viral de notícias, a estupidez se propaga com a velocidade da luz. Exemplo: Barack Obama foi comparado a Richard Nixon, o garoto-pôster da perseguição à imprensa. Desde quando um presidente que se indispõe com a imprensa ou setores dela é uma anomalia? E qual é a semelhança entre Nixon, notoriamente paranoico e conspirador, que grampeava e ameaçava jornalistas, e o atual presidente americano?</p>
<p>Um excelente artigo editorial no Wall Street Journal assinado por Thomas Frank, cujo espaço é um oásis de sensatez entre as tropas de choque de Rupert Murdoch, lembrou que a perseguição nas mãos das &#8220;elites&#8221; é um dos motes da rede Fox.</p>
<p>O levante conservador americano a partir da década de 90 alimentou-se desta falácia narrativa &#8211; entre Nova York e Los Angeles, a middle-America é explorada e desprezada pelas hordas de privilegiados que comem rúcula e dirigem carros híbridos.</p>
<p>Frank oxigenou o debate com dois argumentos: Obama está certo, a Fox News é um contínuo talk-show conservador. Ela foi criada pelo homem que salvou a carreira de Nixon na década de 60, reinventando o futuro presidente para a TV. Roger Ailes perde seu sono com a Primeira Emenda tanto quanto eu perco o meu com golfe.</p>
<p>Obama está errado na forma desajeitada como colocou a rede na berlinda. Frank diz que a Casa Branca &#8220;jogou gasolina numa fogueira&#8221; ao alimentar as teorias conspiratórias da rede adversária quando podia ter apelado para o humor, a ironia e o sarcasmo.</p>
<p>Um bom cursinho preparatório para enfrentar jornalista crasso é assistir a gravações não editadas das coletivas de John Kennedy, que reagia com um humor relaxado de quem está diante de um Martini e não de um microfone.</p>
<p>E assim voltamos a uma fundação que tem aparecido com frequência na imprensa americana. O Pew Research Center for the People &amp; the Press toma o pulso do público americano em sua reação à mídia. O centro se tornou uma fonte preciosa de informação neste momento de confluência de duas angústias coletivas: a crise econômica na mídia tradicional e a epidemia de jornalismo ideológico.</p>
<p>A última pesquisa do Pew Center confirma o que sabemos: o papel da ideologia no consumo de notícias é cada vez maior. E a Fox é vista como a mais ideológica das redes de cabo. Explica-se o quarto e último lugar da CNN, atrás até de sua parente, o canal HLN, um híbrido de notícias curtas e talk-shows. A rede, apesar de vista pela maioria como &#8220;liberal&#8221; (à esquerda do espectro político americano) e de abrigar figuras como Lou Dobbs, o profeta do apocalipse causado por imigrantes, não se posiciona como pró ou contra Obama. A ópera-bufa da esquerda e da direita no cabo é protagonizada pela MSNBC e a Fox.</p>
<p>Enquanto o musculoso e peripatético Anderson Cooper enxuga as lágrimas com a queda de mais de 70% da audiência de seu programa em horário nobre na CNN, vale a pena notar um número mais interessante para quem acredita que o jornalismo tem um papel em qualquer democracia.</p>
<p>O site cnn.com de notícias está muito à frente das rivais. O publisher do New York Times, Arthur &#8220;Pinch&#8221; Sulzberger, fez analogias com o Titanic, ao ser consultado, num evento público, sobre o futuro dos jornais mas não destacou outro dado: o seu notável site teve sólidos 21 milhões e 500 mil visitantes únicos em setembro.</p>
<p>Vou argumentar que o declínio do jornal impresso convive com o apetite por noticiário objetivo. Já a falta de apetite pelas aventuras de Anderson Cooper pode mostrar o que acontece quando o jornalismo fica com o ouvido no chão, tentando detectar o tropel dos cavalos.</p>
<p>A revista Time perguntou aos leitores, logo após a morte do lendário Walter Cronkite, em julho, qual o âncora em que os americanos mais confiam. Jon Stewart, o comediante com vasta audiência jovem e apresentador do falso telejornal The Daily Show, ganhou disparado, com 44% de votos. Um sinal de triunfo da ironia como embalagem da notícia?</p>
<p>Em 2008, metade dos espectadores da Fox tinha mais de 63 anos e a maioria dos espectadores dos programas mais agressivamente ideológicos da rede era formada por homens. Os números foram citados por Louis Menand, na New Yorker, que comparou a cólera da Fox a um Viagra político.</p>
<p>Estou enganada ou há uma luz demográfica no fim deste túnel?</p>
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		<title>Financial Times defende taxação da entrada de capitais no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda Mídia
NELSON DE SÁ -  FOLHA SP
nelsonsa@uol.com.br
&#8220;Good choice&#8221;
Em editorial, o &#8220;Financial Times&#8221; faz longa defesa da taxação em 2% da entrada de capital no Brasil. Começa dizendo que, &#8220;diferentemente da garota de Ipanema, o rebolado do real tem sido tudo menos gentil&#8221;, resultado de uma &#8220;paixão cega dos investidores estrangeiros -até que o governo disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000080; font-size: x-large;">Toda Mídia</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>NELSON DE SÁ -  FOLHA SP</strong></span></h2>
<p><strong><a href="mailto:nelsonsa@uol.com.br">nelsonsa@uol.com.br</a></strong></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>&#8220;Good choice&#8221;</strong></span></p>
<p>Em editorial, o <strong><a href="http://www.ft.com/cms/s/0/5c5c0c66-be6d-11de-b4ab-00144feab49a.html">&#8220;Financial Times&#8221;</a></strong> faz longa defesa da taxação em 2% da entrada de capital no Brasil. Começa dizendo que, &#8220;diferentemente da garota de Ipanema, o rebolado do real tem sido tudo menos gentil&#8221;, resultado de uma &#8220;paixão cega dos investidores estrangeiros -até que o governo disse basta&#8221;.<br />
&#8220;Apesar dos investidores ofendidos&#8221;, escreve o  &#8220;FT&#8221;, &#8220;foi uma boa escolha&#8221;.</p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /></p>
<p>Afirma que ela se justifica, não para conter a valorização do real, e sim diante da &#8220;causa profunda&#8221; que é a  entrada de capital em crescente intensidade. Falando  em &#8220;atração fatal&#8221;, diz que &#8220;este amor pelo samba pode ser coisa boa demais: tem os ingredientes de uma  bolha emergente clássica&#8221;.<br />
Avalia que &#8220;o governo é sábio em se preocupar antes  que seja tarde&#8221;. Que &#8220;implantou sua política com sensibilidade, a taxa é modesta e trata os investidores  com honestidade, cobrando na entrada e não quando  eles quiserem o dinheiro de volta&#8221;.</p>
<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/ep.gif" alt="" /><br />
Em suma, &#8220;o Brasil bem-sucedido terá de viver com  um real forte&#8221;, o que a taxação não muda, &#8220;mas ajuda a  manter a tarefa administrável&#8221;.</p>
<p><strong>JUROS ALTOS ATRAEM</strong></p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table border="0" width="320">
<tbody>
<tr>
<td><span>bloomberg.com</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm2210200901.jpg" border="0" alt="" /></td>
<td valign="bottom"><span><em>Taxas de Brasil, Europa e EUA</em></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->No <strong><a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/copom-mantem-juro-inalterado-em-875-ao-ano_70292.html">Brasil Econômico</a></strong>, 18h40, &#8220;Copom mantém juros inalterados em 8,75%&#8221;. Pouco antes, na <strong><a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601083&amp;sid=aAYe7AJE2S1Q">Bloomberg</a></strong>, &#8220;Real sobe com aposta de que juros altos vão atrair investidores&#8221;, apesar da taxação de 2%.<br />
Na <strong><a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&amp;sid=aQuLpjiC0DY0">TV Bloomberg</a></strong> original, &#8220;os investidores olham a alta taxa de juros e você realmente pode ver a diferença, 8,75%, Europa 1%, EUA 0%. É outra razão por que os investidores são atraídos ao real&#8221;.</p>
<p><strong>FRUSTRANTE, MAS</strong></p>
<p><!--Fotografia/Auto/Inicio--> <!--FOTO--></p>
<table border="0" width="320">
<tbody>
<tr>
<td><span>cnbc.com</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm2210200902.jpg" border="0" alt="" /></td>
<td valign="bottom"><span><em>Na tela, &#8220;Brasil: a festa acabou&#8221;</em></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!--/FOTO--> <!--Fotografia/Auto/Final-->A <strong><a href="http://www.cnbc.com/id/33401552">CNBC</a></strong> debateu a taxação e  se &#8220;outros países vão seguir o  Brasil&#8221;. De Tim Seymour, da  Seygem Asset Management:  &#8220;Para &#8220;hedge funds&#8221; como o  nosso, foi frustrante&#8221;. Mas com  Jogos, Copa &#8220;e sobretudo sua  economia&#8221; o país é &#8220;fantástico&#8221;.  Sugeriu comprar, &#8220;mas não pule na Petrobras amanhã&#8221;, espere &#8220;alguns dias&#8221;.</p>
<p><strong>A BOLHA </strong><br />
O <strong><a href="http://blogs.wsj.com/economics/2009/10/21/worried-words-about-a-new-asset-bubble-in-asia/">&#8220;Wall Street Journal&#8221;</a></strong> destacou as &#8220;palavras de medo de uma nova bolha&#8221; ouvidas num evento do Fed de San Francisco, sobre os emergentes. &#8220;Graças aos baixos juros nas economias desenvolvidas&#8221;, basta &#8220;emprestar dólares, usá-los para comprar, digamos, no Brasil, e você faz dinheiro (bem, você podia, até o Brasil pôr controles limitando a entrada de capitais)&#8221;.<br />
Em outro texto, noticiou a &#8220;reação global ao declínio do  dólar&#8221;, com o alerta de que<strong> <a href="http://online.wsj.com/article/BT-CO-20091021-710962.html">&#8220;o Brasil não está sozinho&#8221;</a></strong>.  Canadá e França ameaçam intervenção.</p>
<p><strong><em>Leia a integra da coluna de Nelson de Sá na Folha SP</em></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;O candidato conservador no Brasil está perdendo popularidade&#8221;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/o-candidato-conservador-no-brasil-esta-perdendo-popularidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Angus Reid Monitor, referência em pesquisa global, começou a seguir a sucessão no Brasil, destacando que &#8220;Serra mantém liderança, mas perde momentum&#8221;. Abrindo o texto, &#8220;O candidato conservador no Brasil está perdendo popularidade&#8221;. (Fonte Toda Mídia &#8211; Folha SP)


Serra Keeps Lead but Loses Momentum in Brazil
October 07, 2009

(Angus Reid Global Monitor) &#8211; The conservative [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O </em><strong>Angus Reid Monitor</strong><em>, referência em pesquisa global, começou a seguir a sucessão no Brasil, destacando que &#8220;Serra mantém liderança, mas perde momentum&#8221;. Abrindo o texto, &#8220;O candidato conservador no Brasil está perdendo popularidade&#8221;. (Fonte Toda Mídia &#8211; Folha SP)</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h2>Serra Keeps Lead but Loses Momentum in Brazil</h2>
<div id="date">October 07, 2009</div>
<p><img src="http://www.angus-reid.com/upimg/brazil_oct2009.jpg" alt="" /><br />
(Angus Reid Global Monitor) &#8211; The conservative candidate in Brazil’s race for the presidency is losing popularity, according to a poll by Instituto Sensus. 39.5 per cent of respondents would vote for Sao Paulo governor Jose Serra of the opposition Brazilian Party of Social Democracy (PSDB) in next year’s election, down 6.2 points since March.</p>
<p>Current government chief of staff Dilma Rousseff of the Worker’s Party (PT) is second with 19 per cent, followed by Heloisa Helena of the Socialism and Freedom Party (PSOL) with 9.7 per cent, and Marina Silva of the Green Party (PV) with 4.8 per cent.</p>
<p>Luiz Inacio Lula da Silva—a member of the PT—won the October 2002 presidential election with 61 per cent of the vote in a run-off against Serra. In October 2006, he earned a new four-year term, defeating PSDB candidate Geraldo Alckmin with 60.8 per cent of the vote in the second round.</p>
<p>On Sept. 18, Lula said he is &#8220;pleased&#8221; to see that there are no &#8220;troglodyte candidates from the right&#8221; running for office in these elections, noting that Rousseff is a former guerrilla fighter, Serra—in his youth—used to run a Catholic student group that opposed the military dictatorship, and Silva was a revolutionary communist.</p>
<p>Lula is ineligible for a third term in office. The first round of Brazil’s next presidential election is scheduled for Oct. 3, 2010.</p>
<p><strong>Polling Data</strong></p>
<p>Which of these candidates would you vote for in the next presidential election?</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="7">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="41%" height="24" valign="middle"></td>
<td width="20%" height="24" valign="middle"><strong>Sept. 2009</strong></td>
<td width="20%" height="24" valign="middle"><strong>Mar. 2009</strong></td>
<td width="19%" height="24" valign="middle"><strong>Jan. 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">Jose Serra (PSDB)</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">39.5%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">45.7%</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">42.8%</td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">Dilma Rousseff (PT)</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">19.0%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">16.3%</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">13.5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">Heloisa Helena (PSOL)</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">9.7%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">11.0%</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">11.2%</td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">Marina Silva (PV)</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">4.8%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">n.a.</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">n.a.</td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">None / Blank ballot</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">14.4%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">16.7%</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">16.5%</td>
</tr>
<tr>
<td width="41%" height="24" valign="middle">Not sure / Undecided</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">12.8%</td>
<td width="20%" height="24" valign="middle">10.3%</td>
<td width="19%" height="24" valign="middle">16.1%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: xx-small;"><em>Source: Instituto Sensus </em><br />
<em>Methodology: Interviews with 2,000 Brazilian adults, conducted from Aug. 31 to Sept. 4, 2009. Margin of error is 3 per cent.</em></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;O melhor mês do Brasil, desde quando foi assinado o Tratado de Tordesilhas&#8221;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/o-melhor-mes-do-brasil-desde-quando-foi-assinado-o-tratado-de-tordesilhas/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/o-melhor-mes-do-brasil-desde-quando-foi-assinado-o-tratado-de-tordesilhas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 12:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Amorim]]></category>
		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda Mídia
NELSON DE SÁ &#8211; FOLHA SP 
nelsonsa@uol.com.br  
O maior, o melhor etc.
Juan Mabromata/foreignpolicy.com
 
Amorim com Lula na foto que ilustra o perfil da &#8220;Foreign Policy&#8221;, que repercutia ontem por UOL e outros



No alto da home da &#8220;Foreign Policy&#8221;, foto de Celso Amorim e a chamada &#8220;The world&#8217;s greatest foreign minister&#8221; ou o maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong><span style="color: #000080;">Toda Mídia</span></strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>NELSON DE SÁ &#8211; FOLHA SP </strong></span></h2>
<p><strong><a href="mailto:nelsonsa@uol.com.br">nelsonsa@uol.com.br</a></strong> <span style="font-size: x-large;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>O maior, o melhor etc.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>Juan Mabromata/foreignpolicy.com</em></span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm0810200901.jpg" border="0" alt="" /> <span style="font-size: x-small;"><em><br />
Amorim com Lula na foto que ilustra o perfil da &#8220;Foreign Policy&#8221;, que repercutia ontem por <strong><a href="http://sergiodavila.blog.uol.com.br/arch2009-10-01_2009-10-15.html">UOL</a></strong> e <strong><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/">outros</a></strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">No alto da home da <strong><a href="http://rothkopf.foreignpolicy.com/posts/2009/10/07/the_world_s_best_foreign_minister">&#8220;Foreign Policy&#8221;</a></strong>, foto de Celso Amorim e a chamada &#8220;The world&#8217;s greatest foreign minister&#8221; ou o maior ministro do exterior do mundo. No título do perfil de David Rothkopf, &#8220;The world&#8217;s best foreign minister&#8221;, o melhor. Abrindo o texto, &#8220;Este pode ter sido o melhor mês do Brasil desde junho do 1494, quando foi assinado o Tratado de Tordesilhas&#8221;. Acumula Lula de adjetivos, dá crédito a FHC e Dilma, mas foca o ministro mais bem sucedido do mundo, &#8220;the world&#8217;s most successful foreign minister&#8221;, Celso Amorim. &#8220;Natural de Santos&#8221; e &#8220;autor intelectual de uma transformação no papel do Brasil no mundo que é quase sem precedentes na história moderna&#8221;. <span style="font-size: x-large;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-large;"><strong>BOOM &amp; BOLHA</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: x-large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em>ft.com</em></span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/tm0810200902.jpg" border="0" alt="" /><em> <span style="font-size: x-small;"><br />
Bovespa sobe e se descola</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">O editor de &#8220;investimentos&#8221; do <strong><a href="http://www.ft.com/cms/s/0/857a82f6-b36b-11de-ae8d-00144feab49a.html">&#8220;Financial Times&#8221;</a></strong> postou coluna, vídeo e gráfico (acima) sobre o &#8220;Brasil em boom&#8221;, analisando a alta na Bolsa e o histórico dos investidores externos que não acertam apostas no país -citando a fuga de 2002 por &#8220;medo de Lula&#8221;, perdendo a &#8220;chance de uma vida&#8221;. Desta vez, porém, alerta que os investidores podem estar &#8220;otimistas demais&#8221;. <strong>OLÍMPICO</strong> Mas a euforia prossegue. O <strong><a href="http://news.yahoo.com/s/ibd/20091006/bs_ibd_ibd/20091006etf">&#8220;Investor&#8217;s Business Daily&#8221;</a></strong> avalia que os Jogos são &#8220;a cereja no bolo econômico do Brasil&#8221;, que já estava em recuperação &#8220;fast track&#8221;, rápida. Até o <strong><a href="http://www.usatoday.com/NEWS/usaedition/2009-10-05-editorial05_ST3_U.htm?csp=34">&#8220;USA Today&#8221;</a></strong> fez editorial vinculando economia e os Jogos, sob o título &#8220;O crescimento olímpico do Brasil&#8221; e recordando que a expectativa era muito diferente, &#8220;quando Luiz Inacio Lula da Silva foi eleito presidente em 2002&#8243;.</p>
<p>O editor de “investimentos” do <strong><a href="http://www.ft.com/cms/s/0/857a82f6-b36b-11de-ae8d-00144feab49a.html">“Financial Times”</a></strong> postou coluna, vídeo e gráfico (acima) sobre o “Brasil em boom”, analisando a alta na Bolsa e o histórico dos investidores externos que não acertam apostas no país -citando a fuga de 2002 por “medo de Lula”, perdendo a “chance de uma vida”.<br />
Desta vez, porém, alerta que os investidores podem estar “otimistas demais”.</p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>OLÍMPICO</strong></span><br />
Mas a euforia prossegue.  O <strong><a href="http://news.yahoo.com/s/ibd/20091006/bs_ibd_ibd/20091006etf">“Investor’s Business Daily”</a></strong> avalia que os Jogos são “a cereja no bolo econômico do Brasil”, que já estava em recuperação “fast track”, rápida.<br />
Até o <strong><a href="http://www.usatoday.com/NEWS/usaedition/2009-10-05-editorial05_ST3_U.htm?csp=34">“USA Today”</a></strong> fez editorial vinculando economia e os Jogos, sob o título “O crescimento olímpico do Brasil” e recordando que a expectativa era muito diferente, “quando Luiz Inacio Lula da Silva foi eleito presidente em 2002″.</p>
]]></content:encoded>
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