30/09/2009 - 18:29h “Serra destruiu a escola de tempo integral em São Paulo. Eu não consigo entender como um governador faz isso com as crianças”, disse Gabriel Chalita

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20/09/2008 - 09:41h Kassab vetou projeto que hoje é uma de suas promessas eleitorais

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Prefeito diz que vai criar cursos técnicos nos CEUS, mas barrou projeto aprovado pela Câmara que instituía o ensino profissionalizante no período noturno

RANIER BRAGON - FOLHA SP
EM SÃO PAULO
FABIO TAKAHASHI
DA REPORTAGEM LOCAL

O prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição, vetou em julho do ano passado projeto que, hoje, figura como uma de suas principais promessas para a área da educação. Ao tratar do tema em sua propaganda de TV, Kassab ainda assume para si a paternidade de obras que, na verdade, são feitas pelo governo do Estado.
Trata-se de criar cursos técnicos nos CEUs (Centro Educacional Unificado).

Em 2007, a Câmara Municipal aprovou projeto do vereador José Américo (PT) segundo o qual os CEUs seriam “utilizados, no período noturno, preferencialmente, para o ensino profissionalizante”.

Em 30 de julho, veto assinado por Kassab argumenta, primeiramente, que caberia aos gestores dos próprios CEUs decidir pela implantação ou não dos cursos técnicos.

Além disso, o veto do prefeito ressalta que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (9.394/ 96) determina que as prefeituras devam cuidar prioritariamente da educação infantil e fundamental, “permitida a atuação em outros níveis somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área”.

O déficit de creches hoje na cidade de São Paulo é de 110 mil vagas para crianças de zero a três anos e de 48 mil vagas para as de quatro e cinco anos.

“Em suma, seja por ferir a autonomia das escolas (…), seja por imputar ao município uma obrigação que, pela legislação magna da educação, não incumbe, prioritariamente, a esse ente federativo, o projeto aprovado não encontra razões para prosperar”, arremata o veto assinado por Kassab.

Hoje a sua propaganda de campanha traz a instituição dos cursos profissionalizantes nos CEUs como uma de suas principais bandeiras. “Agora, quero colocar curso técnico, curso profissionalizante [nos CEUs]. É mais oportunidade para a moçada que está aí batalhando por emprego”, disse o candidato no programa de TV da tarde do dia 10.

Neste mesmo programa, o locutor afirma que Kassab está construindo três Etecs (Escolas Técnicas Estaduais). Na verdade, a prefeitura apenas cede o terreno. Toda a construção e manutenção é de responsabilidade do Estado, por meio do Centro Paula Souza. A previsão de investimento da gestão José Serra (PSDB) para a construção dessas unidades é de R$ 23,7 milhões.

Em meio a imagens de Kassab, de capacete, visitando obras, o locutor diz: “O Kassab vai lá e faz. O Kassab não está fazendo as Etecs? A galera não tá gostando? Então, deixa o cara aí, gente”.
A única menção ao Estado se dá no final, quando Kassab diz que fará “parceria com as escolas do Estado”.

03/07/2008 - 10:58h Presidente do PT-SP contesta reportagem da Folha

Carta publicada hoje no painel do leitor da Folha de São Paulo. Como o jornal não contestou a teor da carta de José Américo, deve ter concordado com ela.

Marta
“Em relação à reportagem “Marta erra dados e usa verba de Lula para obras do metrô” (Brasil, 1/7), Marta Suplicy não cometeu nenhum erro na apresentação de qualquer dado.
O leitor só percebe isso a partir da linha fina do texto, que também tem problemas: o assunto é tratado como sendo o programa de governo do PT. Ledo engano. A reportagem teve acesso ao anteprojeto para discussão na convenção municipal do PT do programa de governo. Não é o programa do PT, ainda. Em seu exercício editorial, a Folha imprimiu à ação do PT, de modo injustificável, o caráter de “má-fé”.
Empregou os verbos “subtrair”, ao se referir a citações de casos de dengue, ou “omitir”, à questão de reajustes de ônibus -algo injustificável porque a reportagem informa que houve erro na redação do documento sobre os casos de dengue, algo muito diferente da intenção de subtrair dados, e não houve omissão quanto a reajustes tarifários do transporte coletivo na gestão Marta.”
JOSÉ AMÉRICO DIAS , presidente do PT municipal (São Paulo, SP)

VER TAMBÉM Contrabando

15/06/2008 - 16:13h Aviso aos navegantes

http://doisdedosdeprosa.files.wordpress.com/2007/04/kassab.jpgGilberto Kassab aproveitou a convenção dos democratas, onde, rodeado de muitos tucanos fora do ninho, voltou a proferir ataques e agressões gratuitas e deselegantes a Marta Suplicy.

Como está em terceiro lugar nas pesquisas de opinião, é do jogo que o prefeito critique e tente polarizar com Marta ou Geraldo Alckmin.

Mas que descambe para apelação e agressão pessoal, isso é inaceitável.

Kassab parece não conseguir superar a influência da direita troglodita (não por acaso Kassab foi secretário de Pitta e tem Bornhausen como mentor). Talvez seja por isso que ele não consiga se desvencilhar de um certo traço populista e arrogante, perdendo as estribeiras de vez em quando.

Se Kassab continuar se descontrolando, vai acabar tendo um piti.

Afinal, a sua situação política pode se agravar, com a confirmação da candidatura de seu ex-aliado tucano, Geraldo Alckmin, e com a avaliação que os cidadãos fazem dos transportes e dos demais serviços públicos da cidade. Não será com baixaria ou com maquiagem – e não adianta querer usar roupa de grife – que Kassab irá conquistar o coração e as mentes dos paulistanos e melhorar a sua posição nas pesquisas.

Não faz jus ao cargo, herdado devido a outras ambições, nem ao respeito que merecem os eleitores e os candidatos que irão disputar as eleições de São Paulo em 2008.

Nós, do PT, temos o espírito aberto e preferimos participar do debate atacando os reais problemas da cidade.

José Américo Dias, presidente do Diretório Municipal do PT

17/04/2008 - 11:25h Artigo do presidente do PT recusado pela Folha de S. Paulo

Como presidente municipal do PT, enviei este artigo no começo de abril para a seção Tendências e Debates da Folha de S. Paulo em resposta a artigo do presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, publicado naquela seção no dia 31 de março, com ataques ao PT e à ministra Marta Suplicy. Meu artigo foi recusado pelo editor da seção, depois pela secretária de redação, Suzana Singer e, finalmente, pelo diretor do jornal, Otávio Frias Filho.

Nas conversas que tive tanto com Suzana como com Otávio, eu argumentei que os ataques de Lobo justificavam uma resposta minha, na condição de presidente municipal do PT. Mas que isso era até mais importante para a própria Folha de S. Paulo, que tem a obrigação de manter o equilíbrio no espaço concedido aos partidos políticos. E que a recusa era inaceitável, pois o jornal estaria fugindo do compromisso de fomentar o debate democrático de idéias justamente na seção Tendências e Debates.

Meus argumentos foram em vão. Eles alegaram que o foco principal do artigo de Lobo não eram as críticas ao PT. Daí a sua justificativa para a recusa. Discordo totalmente deste ponto de vista. Por isso, estou publicando o artigo no espaço deste blog, para que todos os nossos amigos e leitores possam lê-lo e formular sua própria opinião. Leiam também o artigo do presidente municipal do PSDB, através do link
http://www1.folha.uol.com. br/fsp/opiniao/fz3103200809.htm

A seguir, a íntegra do meu artigo recusado pela Folha de S. Paulo.

“O vício aristocrático de querer falar pelo povo”


Os tucanos receberam com amargura a dianteira de Marta sobre Alckmin nas pesquisas do Datafolha e do Ibope

“As situações de pânicos servem, de maneira especial, para mostrar a verdadeira face das pessoas. E quando o pânico se instaura em um grupo político faz brotar, sem filtros e sem freios, seus verdadeiros conteúdos e suas convicções mais profundas. O retrato mais completo disso é o artigo de José Henrique Reis Lobo, presidente do diretório municipal do PSDB de São Paulo, publicado na seção Tendências e Debates (página3), no dia 31 de março, que produz uma síntese perfeita e irretocável do pensamento vivo – e amargurado – do tucanato.

O texto de Lobo é uma pérola, brilhante e cristalina, de alguns conteúdos profundos e permanentes do ideário tucano. Os principais deles : o viés aristocrático de falar falsamente em nome do povo; a capacidade de distorcer os dados com a sinceridade neurótica dos que só enxergam o próprio umbigo; a fragilidade infantil de distribuir culpas para os outros; e a forte e irreversível inclinação para a direita, que faz com que o antigo PFL seja hoje, a bússola e a tábua de salvação dos tucanos.

O PSDB tem um vício incorrigível. Sempre que deseja se vangloriar, ou defender seus interesses internos, atacando quem não aceita a sua conversa fiada, trata de tentar colocar palavras suas na boca do povo. E não hesita – para isso e por isso mesmo – em distorcer, rasteira e grosseiramente, os fatos. Daí, as pérolas que produz. Pérolas e pílulas da mentira e da mistificação.

Vejam o que Lobo diz: “para a maioria da população, não dá para pensar em ter mais uma administração do PT na cidade. Não sou eu quem digo, são as pesquisas”. Que pesquisas? – é o caso de perguntar. Lobo não se dá ao trabalho de citar. Nem poderia. Pelo simples motivo de que as pesquisas dizem justamente o contrário do que ele afirma.

A pesquisa Datafolha publicada no dia 30 de março, por exemplo, registra um crescimento de 4 pontos da ex-prefeita, Marta Suplicy, em relação ao levantamento do instituto realizado em fevereiro. Ela ultrapassou Alckmin, ainda que persista a situação de empate técnico entre ambos, e abriu uma ampla dianteira sobre Gilberto Kassab, do DEM. Já na pesquisa do Ibope, divulgada no dia 7 de abril, ela abre uma vantagem de 8 pontos sobre Alckmin. Além disso, Marta tem recebido aprovação consagradora em todas as pesquisas que avaliam os prefeitos de São Paulo na última década, bem à frente de Maluf, Serra e Kassab.

Em um ambiente politicamente dividido como sempre foi São Paulo, existe melhor prova da aceitação e apoio à administração do PT? Para desespero de Lobo, o povo não é tucano. Nem está contente com o que vê. Achar, como Lobo, que a população está satisfeita, contente com as administrações do PSDB, é coisa de quem não consegue se afastar um minuto sequer do espelho, sem se dignar a olhar em volta. Mas o PSDB, nesse sentido, é mesmo um partido sedentário. Sedentarizou-se, aristocrática e hipnoticamente, diante do espelho. Não quer ouvir o que vem das ruas.

Por que Marta, antes mesmo de confirmar sua candidatura, cresce nas pesquisas? Por duas razões muito claras : em primeiro lugar, porque, numa visão retrospectiva, a população reconhece, mais e mais, os avanços e os pontos altos de sua gestão, em coisas fundamentais, como educação, transportes e inclusão social. Em segundo lugar, porque as administrações tucano-democratas têm fracassado, exatamente nestas áreas. E mais globalmente naquilo que venderam falsamente nas campanha passada : a suposta capacidade de planejar. A cidade de São Paulo é, hoje, uma prova viva disso tudo. É só ver o caos no transporte coletivo e no trânsito que tanto têm incomodado os paulistanos nos últimos meses.

O artigo do Sr. Lobo mostra, igualmente, que a cúpula do tucanato parece que não sabe pensar. Pois é um equívoco descomunal imaginar que a derrota que se avizinha vai se dar por causa do fracasso político da união de democratas e tucanos. A derrota vai se dar, isto sim, pelo fracasso administrativo deles em áreas vitais cidade. E pela incapacidade da gestão DEM/Tucana de produzir idéias novas e arrebatadoras.

O que está vindo das ruas é um sonoro “não” ao PSDB. Cresce a percepção do desgaste e da inoperância das administrações tucanas. Crescem o cansaço e a insatisfação diante de um PSDB que não resolve nada, que se firma, cada vez mais, como o partido do não fez, não faz, nem vai fazer. O partido da retórica. Dos melindres personalistas e das filigranas discursivas.

Por fim, depois de toda a lábia enviesada e falsificadora, Lobo nos vem com o latinório de praxe. Diz que ainda é tempo de rezar um “ora pro nobis”, antes que a vaca se encaminhe solenemente para o brejo. Mas não tem “ora pro nobis”, nem “opus Dei” que dê jeito. Os acordes que estamos ouvindo, em São Paulo, falam inequivocamente de um réquiem. Final e definitivo, como todos os réquiens. Porque – contra democratas ou contra tucanos, ou com democratas e tucanos juntos, fazendo a cena de farinha do mesmo saco – a vitória será do PT”.

José Américo Dias é jornalista, vereador e presidente do Diretório Municipal do PT de São Paulo.

12/03/2008 - 08:43h Estadão põe luz na relação DEM-PSDB e Idort, revelada neste blog

Duas semanas atrás, respondendo a reportagem enviesado da revista Época mostrei que a prefeitura de São Paulo, com Serra e logo com Kassab tinha contratos milionários com o Idort, uma ONG de São Paulo. Indiquei também que estes contratos, em valor de R$ 90 milhões por cinco anos (R$ 18 milhões por ano), tinham sido feitos sem licitação para a gestão dos telecentros. A revista Época ignorou a informação aqui revelada e o resto da mídia fez igual.

Como também ignoraram os milionários gastos do governo Alckmin com ONG’s e Fundações, algumas como a Fundação Mario Covas e o Instituto Sérgio Motta, que também foi denunciado aqui pelo vereador José Américo e que até agora todo mundo esconde.

Hoje o jornal O Estado de São Paulo e o Jornal da Tarde rompem o muro de silêncio erigido em torno destes contratos. Reproduzo a seguir a matéria do Estadão. A Folha de São Paulo, que generosamente se fez eco das denuncias da Época contra o PT, até agora nada disse sobre o que aqui informamos faz 15 dias e que hoje seus concorrentes publicam. Por que será? Porque Serra? LF

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Kassab prorroga contrato investigado pelo TCM

Sob suspeita de irregularidades, parceria do Idort com prefeitura para manter Telecentros vai valer por mais 12 meses ao custo de R$ 18 milhões

Ricardo Brandt – O Estado de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo prorrogou por mais um ano o contrato com o Instituto de Organização Racional do Trabalho (Idort) para gerenciamento e manutenção dos Telecentros – programa que oferece cursos de informática e acesso à internet para população de baixa renda. A parceria é investigada pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) por suspeita de irregularidades.

Parecer técnico do órgão feito em um dos contratos e um processo administrativo apontam problemas na contratação com dispensa de licitação, nas prorrogações feitas e até mesmo nos serviços prestados. A prorrogação por mais 12 meses pelo valor de R$ 18 milhões foi assinada em 30 de novembro de 2007, mas a publicação no Diário Oficial só ocorreu no sábado.

O contrato foi assinado pela primeira vez em 2005, na gestão José Serra (PSDB) e depois refeito em 2006 sob o comando do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Até agora, a prefeitura reservou R$ 53,4 milhões para pagamentos ao instituto, segundo levantamento feito pela liderança do PT no Sistema de Execução Orçamentária. Desse montante, R$ 15,7 milhões serão pagos no decorrer de 2008.

A primeira contratação foi feita em 2005 na extinta Secretaria de Comunicação, com dispensa de licitação, por cinco meses e no valor de R$ 6,1 milhões. Em outubro do mesmo ano houve prorrogação por mais 12 meses: valor do aditivo, R$ 15,5 milhões.

O contrato assinado pelo então secretário de Comunicação Sérgio Kobayashi foi apontado como irregular por uma análise preliminar feita por técnicos do TCM. O processo está em fase de instrução no tribunal e prestes a ser levado a plenário.

MEMORANDO

Em março de 2006, um memorando assinado pela então secretária-adjunta de Participações e Parceria, Renata Maria Ramos Soares, alertava internamente para a “questionável legalidade” do objeto e pedia “análise mais apurada” sobre o fato. No documento, que era mantido sob sigilo, ela toma como base os relatórios do próprio TCM.

O memorando 08/2006, datado de 30 de março e encaminhado à procuradora da secretaria Laura Mendes Barros, informa em 9 páginas que o contrato com o Idort foi assinado em março de 2005, quando a ONG Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits), que havia sido contratada para os serviços durante a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), interrompeu o termo de parceria com a prefeitura.

O rompimento do contrato, segundo a Secretaria de Participação e Parcerias, ocorreu porque o Ministério Público do Trabalho exigiu que a Rits registrasse as cerca de 450 pessoas que trabalhavam nos Telecentros, sem vínculos empregatícios.

Um novo contrato foi feito às pressas. Em 15 dias, foi escolhido o Idort, instituição de fins não-lucrativos criada há 76 anos, que chegou a ser alvo de s denúncias por suposta ligação com administrações petistas. Reportagem da revista Época de fevereiro também afirma que o Idort manteve relações suspeitas com a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), que é investigada pela CPI das ONGs por custear uma reforma no apartamento e a compra de um carro de luxo para o reitor da Universidade de Brasília (UnB), Timothy Mulholland, no valor de R$ 470 mil.

No memorando, a secretária-adjunta chama a atenção para a falta de justificativas para a contratação sem licitação. “A contratação do Idort foi implementada em 15 dias, pelo prazo de 5 meses, no valor de R$ 6.100.000,00, com dispensa de licitação. Saliente-se que não consta dos autos qualquer justificativa razoável para tal.”

A secretária listou três apontamentos feitos pelo TCM: ausência de pesquisa de mercado; irregularidade da contratação, por infração ao artigo 26 da Lei 8.666/93 (que trata sobre os casos em que a dispensa de licitação é justificada); e irregularidade do aditamento, por derivação, uma vez que é decorrente de instrumento viciado.

Em maio de 2006, um segundo contrato foi feito para sanar os problemas. Após um chamamento público no qual cinco entidades apresentaram propostas, o Idort foi novamente escolhido.

A secretaria afirmou que não há irregularidades no contrato com o Idort. O instituto disse não ter sido procurado pelo TCM sobre eventuais problemas.

12/12/2007 - 15:31h Domingo proximo tem segundo turno na eleições internas do PT


Dia 16 acontecerá o segundo turno das eleições internas no PT. Para presidente nacional da sigla disputam Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto.

As duas forças sendo essas neste segundo turno, o processo eleitoral reforçará seguramente a unidade partidária. Ambos os candidatos tem mostrado uma atitude unificada na defesa do governo Lula, em particular durante a crise provocada pela questão do financiamento irregular do PT, alem de defender juntos a politica de alianças práticada pelo presidente Lula.

Junto com Ricardo Berzoini, manifestaram seu apoio Tarso Genro, Fernando Haddad e outros participantes do grupo Mensagem, que no primeiro turno apresentaram José Eduardo Cardoso como candidato.

Já Jilmar Tatto ganhou o apoio de duas figuras históricas do PT, Olivio Dutra de Rio Grande do Sul e do Prefeito de Recife, João Paulo, ambos também apoiadores no primeiro turno de Cardoso.
(mais…)

12/12/2007 - 15:03h Domingo proximo tem segundo turno na eleições internas do PT


Dia 16 acontecerá o segundo turno das eleições internas no PT. Para presidente nacional da sigla disputam Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto.

As duas forças sendo essas neste segundo turno, o processo eleitoral reforçará seguramente a unidade partidária. Ambos os candidatos tem mostrado uma atitude unificada na defesa do governo Lula, em particular durante a crise provocada pela questão do financiamento irregular do PT, alem de defender juntos a politica de alianças práticada pelo presidente Lula.

Junto com Ricardo Berzoini, manifestaram seu apoio Tarso Genro, Fernando Haddad e outros participantes do grupo Mensagem, que no primeiro turno apresentaram José Eduardo Cardoso como candidato.

Já Jilmar Tatto ganhou o apoio de duas figuras históricas do PT, Olivio Dutra de Rio Grande do Sul e do Prefeito de Recife, João Paulo, ambos também apoiadores no primeiro turno de Cardoso.

No Estado de São Paulo, onde Ricardo Berzoini perdeu no primeiro turno para Jilmar Tatto, o novo presidente estadual do PT, Edinho Silva e José Américo, novo presidente eleito na capital paulista tem mostrado uma maior sintonia com a candidatura de Jilmar Tatto.

Os resultados serão conhecidos no fim da segunda-feira. LF

04/12/2007 - 22:44h Com maior participação dos filiados, que nas eleições precedentes: Berzoini e Tatto vão disputar segundo turno pela presidencia do PT

de esqu. a dir. Marco Aurelio Garcia, Jilmar Tatto e Ricardo Berzoini, os dois últimos disputaram o segundo turno

Mais de 320 mil filadas e filiados do PT participaram da escolha dos novos dirigentes do partido. O seja uma participação maior que nas eleições internas de 2005.

Os quatro primeiros colocados no primeiro turno para presidente da legenda foram:

Ricardo Berzoini – 43,75%

Jilmar Tatto – 20,51%

José Eduardo Cardozo – 18,93%

Valter Pomar – 11,43%

(faltando contabilizar ainda uns poucos votos).

Valter Pomar já anunciou seu apoio a Jilmar Tatto para o segundo turno, que acontecerá em 16 de dezembro próximo.

José Eduardo Cardoso, que ficou em terceiro lugar, e que tem o apoio dos ministros Tarso Genro, Fernando Haddad, Dilma Roussef, dos governadores Jaques Wagner, da Bahía e Marcelo Deda, de Sérgipe e de Olivio Dutra e a corrente Democracia Socialista, não manifestou ainda sua escolha para o segundo turno. Está corrente defende a necessidade da refundação do PT, depois do que considerou como sua destruição moral e ética, pelas forças do antigo Campo Majoritário, lideradas agora por Ricardo Berzoini.

A concomitância da vitória de Edinho Silva para presidente da sigla no Estado de São Paulo; de José Américo para presidente do PT na capital paulista e do primeiro lugar ocupado por Tatto no nosso Estado, seguido por Ricardo Berzoini, configuram um novo quadro das relações políticas no interior do PT. Pois o peso do Estado de São Paulo no PT nacional continua grande pelo numero de seus filiados, além da própria história do PT.

Mesmo sendo favorito, Ricardo Berzoini sofreu uma importante derrota no Estado de São Paulo e independentemente do resultado do segundo turno, a nova relação interna não deverá excluir uma composição para poder governar o PT. A convergência com o setor representado por Jilmar Tatto pode constituir o elemento aglutinante de uma nova maioria partidária renovada.

Os resultados confirmam o apoio amplo dos petistas aos candidatos comprometidos com essa renovação partidária ancorada na defesa intransigente do PT contra seus adversários da direita.

A liderança do presidente Lula aparece assim reforçada, com um PT em melhores condições de superar seus erros e desvios, ao mesmo tempo que reafirma sua política de alianças, sua disposição a uma atuação mais autônoma e de esquerda.

Após o segundo turno, o processo de construção de uma nova maioria que incorpore a esquerda e reforce o protagonismo do PT, estará na ordem do dia. As condições são mais que favoráveis.

Luis Favre

 

03/12/2007 - 20:09h Ricardo Berzoini enfrentará Jilmar Tatto no segundo turno das eleições no PT

Confirmada a informação adiantada neste blog: a eleição para presidente nacional do PT terá segundo turno e será disputada por Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto.

Os resultados confirmam o apoio amplo dos petistas aos candidatos comprometidos com a a renovação partidária ancorada na defesa intransigente do PT contra seus adversários da direita. Ricardo Berzoini lidera a disputa com mais de 40% dos votos dos petistas no país, seguido por Jilmar Tatto com 24% e José Eduardo Cardoso com 18% e Valter Pomar com 10% aproximadamente.

A concomitância da vitória de Edinho Silva para presidente da sigla no Estado de São Paulo; de José Américo para presidente do PT na capital paulista e do primeiro lugar ocupado por Tatto no nosso Estado, seguido por Ricardo Berzoini, configuram um novo quadro das relações políticas no interior do PT.

A liderança do presidente Lula aparece assim reforçada, com um PT em melhores condições de superar seus erros e desvios, ao mesmo tempo que reafirma sua política de alianças, sua disposição a uma atuação mais autônoma e de esquerda.

Luis Favre

03/12/2007 - 18:45h Nota da Bancada de vereadores do PT da cidade de São Paulo

José Américo é eleito presidente
do PT municipal de SP no primeiro turno

O vereador José Américo elegeu-se, com cerca de 62% dos votos válidos, presidente municipal do PT de São Paulo, nas eleições realizadas domingo (2), com a participação de 24 mil filiados que compareceram para votar nos 35 zonais da capital. Na apuração paralela realizada pelo próprio Diretório Municipal, José Américo obteve 13.416 votos contra 6.960 de seu principal adversário, o também vereador da capital, Chico Macena. Os outros dois participantes, Fernando do Ó Veloso, e Bárbara Corrales, registraram 764 e 433 votos cada um, respectivamente.

Nas eleições para presidente nacional, o vencedor em São Paulo foi o deputado federal Jilmar Tatto, que alcançou 12.802 votos contra 5.290 do atual presidente do PT, Ricardo Berzoini, e 2.323 de José Eduardo Martins Cardoso.

Na disputa estadual, na cidade de São Paulo venceu o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, com 12.763 votos. Seu principal adversário, o deputado estadual José Zico Prado, obteve 7.700 votos.

Para José Américo, que foi secretário de Comunicação da gestão da ex-prefeita Marta Suplicy, “o PT mais uma vez dá um exemplo de força política e de exercício democrático na cidade de São Paulo”. A tarefa agora – ele afirma – “é organizar o partido para as eleições de 2008”.

Para José Américo, “a energia demonstrada pela militância petista e as realizações da gestão da ex-prefeita Marta Suplicy – um exemplo de governo que os paulistanos não esquecem – credenciam o PT como o partido com melhores condições para disputar, ganhar e voltar a governar São Paulo” – afirma o vereador.

03/12/2007 - 11:30h Edinho é o novo presidente do PT no Estado de São Paulo

O prefeito de Araraquara, Edinho Silva é o novo presidente eleito do PT do Estado de São Paulo

Segundo apuração deste blog o prefeito de Araraquara, Edinho, foi eleito já no primeiro turno presidente do PT no Estado de São Paulo. A diferença com o deputado estadual, Zico Prado e demais candidatos no Estado dispensa a realização do segundo turno.

 

Na capital paulista está confirmada a informação dada ontem neste blog e o vereador José Américo é o novo presidente do PT na cidade. Zé Américo foi eleito com aproximadamente 63% dos votos.

Vereador José Américo é o novo presidente do PT na cidade de São Paulo

Um dado ainda à confirmar: tudo indica que no Estado de São Paulo o candidato a presidente nacional do PT, deputado federal Jilmar Tatto estaria em primeiro lugar, seguido de Ricardo Berzoini em segundo, Eduardo Cardoso em terceiro e Valter Pomar em quarto lugar.

 

Nitidamente o PED no plano nacional será definido no segundo turno, em 16 de dezembro, entre Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto. LF

de esquerda a direita Marco Aurelio Garcia, Jilmar Tatto e Ricardo Berzoini

02/12/2007 - 23:13h José Américo é o novo presidente do PT da cidade de São Paulo

A participação dos filiados do PT na capital paulista nas eleições para renovar os diretórios foi 12% superior à registrada no PED anterior de 2005. Quase 25 mil filiados e filiadas foram às urnas em São Paulo e por maioria absoluta, no primeiro turno, o vereador José Américo foi eleito presidente da agremiação (ainda não temos os resultados definitivos, mas a projeção é em volta dos 60% dos votos)

José Américo é jornalista, vereador do PT, foi Secretário de Comunicação do governo Marta Suplicy e defende a união do partido no apoio ao Presidente Lula e na reafirmação de seus princípios éticos, de esquerda e democráticos. Em segundo lugar, o vereador Chico Macena conseguiu uma significativa votação, entorno de 30% dos votos.

Os resultados na capital paulista mostram também uma vantagem importante em favor do Prefeito Edinho, de Araraquara para presidente do PT Estadual, com o deputado estadual Zico Prado em segundo lugar. Também na cidade de São Paulo, para presidente nacional do PT, Jilmar Tatto lidera a apuração com mais do dobro dos votos do segundo colocado, Ricardo Berzoini e em terceiro lugar, Zé Eduardo Cardoso.

Amanhã teremos os resultados definitivos do PED no Estado de São Paulo e uma provável projeção dos resultados nos demais Estados e no plano nacional. LF

20/10/2007 - 15:13h Casos de dengue aumentam mais de 400% na cidade de SP

A contaminação por dengue na cidade de São Paulo cresceu 409% entre janeiro e setembro de 2007, na comparação com igual período do ano passado. Nos primeiros nove meses deste ano, foram registrados 2.349 casos de pessoas contaminadas pelo vírus da dengue, segundo reportagem publicada ontem no jornal Diário de S. Paulo.

Na terça-feira, o ministro da Saúde, José Temporão, afirmou que o Brasil já enfrenta uma epidemia de dengue. De acordo com o ministério, o Estado de São Paulo está em segundo lugar na lista de ocorrências no Brasil, com 64,3 mil casos da doença confirmados, um aumento de 20,7%. São Paulo só ganha de Mato Grosso do Sul, que lidera a lista.

O vereador José Américo lembra que ao tomar posse, em 2005, o então prefeito José Serra praticamente desativou o Programa Municipal de Combate à Dengue, cortou campanhas publicitárias, a distribuição de cartilhas e reduziu o trabalho dos agentes de saúde do município. A partir daí, a cidade passou a viver uma explosão da doença.

O vereador protocolou um pedido na Comissão de Administração Pública para que o secretário municipal da Saúde, Januário Montone, compareça à Câmara Municipal para explicar o que está sendo feito para combater a dengue na cidade.

Fonte Boletim da liderança do PT na Câmara Municipal de São Paulo.

09/10/2007 - 15:27h O vereador José Américo é candidato a Presidente do PT da cidade de São Paulo

 

 

 

Boletim Eletrônico do Mandato

nº 19 outubro de 2007

Dengue: uma epidemia ameaça São Paulo

A suspensão das campanhas publicitárias foi uma das causas da perda de controle da dengue pela Prefeitura

Leia mais

Urbanização da Vila Nilo

Vereador José Américo vistoria obras de canalização de córrego na Vila Nilo, no Jaçanã

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Agenda
Conheça as principais atividades do vereador no mês de outubro. Leia mais

Trânsito
Moradores pedem sinalização no Jaraguá. Leia mais

Reuniões no CDHU
Vereador José Américo se reúne com movimentos de habitação para discutir uma política de habitação popular. Leia mais

Dança
Mostra apresenta trabalhos da Lei de Fomento. Leia mais

Recado do vereador
Orçamento Participativo: a população deve exercer o direito de escolher onde destinar os recursos da cidade. Leia mais

Projetos
Criação de cursos profissionalizantes nos CEUs foi vetado pelo prefeito. Leia mais

Utilidade Pública
Saiba quais os procedimentos que podem ajudar a combater a dengue. Leia mais

 

 

27/06/2007 - 21:56h Vereador José Americo responde a Clovis Rossi

Ao Painel do leitor da Folha de São Paulo

O artigo de Fernando de Barros e Silva, publicado no dia 25 de junho, na Folha, em defesa da Ministra Marta Suplicy, diante do verdadeiro linchamento a que ela está sendo submetida em decorrência de uma frase infeliz, teve um duplo mérito.

Por um lado, o de ter destacado a história de Marta e mostrar o absurdo que é tentar jogar esta história no lixo, simplesmente devido a uma frase impensada que, por sinal, foi imediatamente seguida de reiterados pedidos de desculpa.

O artigo de Fernando de Barros e Silva tem, entretanto, um outro mérito. Que é o de mostrar a verdadeira intenção daqueles que, como o colunista Clovis Rossi, na edição da Folha do dia 27 de junho, ou Alexandre Garcia, em seus comentários na TV Globo, utilizam o espaço jornalístico que possuem como instrumento de perseguição política, através do surrado método da manipulação.

O ditador soviético Stalin agia assim para caluniar, linchar moralmente e justificar o assassinato de seus oponentes. Um erro, uma frase infeliz, um desvio na juventude ou uma posição divergente no passado — tudo servia como pretexto. As vitimas deviam fazer autocrítica e autoflagelar-se publicamente, o que não garantia nenhum perdão. Nos processos, fazia-se a mistura de fatos e pessoas que não tinham nada em comum – comunistas e fascistas, espiões e mafiosos – com a finalidade de manchar e destruir reputações e pessoas.

Em sua coluna, Clovis Rossi se vale do mesmo método, sem o poder que tinha Stalin, graças a Deus.

Da mesma forma que Alexandre Garcia fez a absurda comparação entre o nazista Adolf Hitler e Marta Suplicy, Rossi compara Marta com o pai de um daqueles fascínoras que espancou uma empregada doméstica no Rio e que agora tenta justificar a atitude do filho.

O artigo de Fernando de Barros, que também é editor da Folha, foi uma resposta antecipada aos comentários absurdos e irresponsáveis de seu colega de jornal.

José Américo Dias
Vereador de São Paulo

Gabinete na Câmara Municipal: Viaduto Jacareí, 100 – 4° andar – sala 404 Fones: 3396-4851 / 4409

25/06/2007 - 15:13h São Paulo: Câmara Municipal lança a Frente Parlamentar de Apoio às Micros e Pequenas Empresas

Será lançada no dia 28 de junho, às 19h, no salão nobre da Câmara Municipal, a Frente Parlamentar de Apoio às Micros e Pequenas Empresas, com objetivo de criar políticas públicas que incentivem a atividade econômica dessas empresas por meio de ações parlamentares, palestras com especialistas da área de marketing, administração, tributaristas, entre outros.

A Frente Parlamentar é suprapartidária e já tem a adesão de 30 vereadores de todos os partidos, o que deve assegurar grande força política em sua atuação na defesa das micros e pequenas empresas, na cidade de São Paulo.

Os parlamentares que já integram a Frente são: Francisco Chagas, José Rolim, Toninho Paiva, Celso Jatene, João Antonio, Donato, Aurélio Nomura, Adilson Amadeu, Goulart, Zelão, Arselino Tatto, Dalton Silvano, Gilberto Natalini, Carlos Alberto Bezerra Jr, Antonio Carlos Rodrigues, Claudinho, Mário Dias, Paulo Fiorilo, Marta Costa, Noemi Nonato, Russomano, Eliseu Gabriel, Atílio Francisco, Carlos Apolinário, Ademir da Guia, Lenice Lemos, Myryam Athiê, Wadih Mutran, José Police Neto (Netinho) e José Américo.

Entidades como FIESP, SEBRAE, Associação Comercial, além das principais centrais sindicais também estão convidadas para o evento que espera contar também com a presenças dos micros e pequenos empresários da cidade.

Para o vereador José Américo, proponente da Frente, “o grupo já tem a tarefa de ajudar na elaboração de uma lei municipal, baseada na Lei Geral das Micros e Pequenas Empresas, aprovada pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2006. Segundo ele, “entidades como a FIESP, o SEBRAE e a Federação do Comércio, já têm uma proposta de regulamentação desta lei para os municípios, que pode ser um ponto de partida para o debate na cidade de São Paulo”, finalizou o vereador.

Mais informações: 11 6824-4409.