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	<title>Blog do Favre &#187; linha 6</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Relembrar II</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 12:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Metrô e a cidade
TENDÊNCIAS/DEBATES
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

 JORGE WILHEIM



 Não se pode imaginar que um transporte de massa tão vital para os cidadãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><big><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/o-metro-e-a-cidade/" title="O Metrô e a cidade" rel="bookmark">O Metrô e a cidade</a></big></h2>
<div class="entry"><strong><font size="+1" color="#000080">TENDÊNCIAS/DEBATES</font></strong></p>
<p><font size="-1">Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. <strong><a href="mailto:debates@uol.com.br">debates@uol.com.br</a></strong></font></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/o-metro-e-a-cidade/8160/" rel="attachment wp-att-8160" title="jorge_wilheim.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/jorge_wilheim.jpg" alt="jorge_wilheim.jpg" width="539" height="380" /></a></div>
<p><strong> JORGE WILHEIM</strong></p>
<table width="464" height="128">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Não se pode imaginar que um transporte de massa tão vital para os cidadãos quanto o metrô seja implantado sem diálogo  </em></strong></font></p>
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>APÓS O período eleitoral, em que não houve espaço para esclarecimentos suficientes sobre propostas para a rede de metrô em São Paulo, volto ao tema, urgente diante do grau de congestionamento de tráfego que prejudica todos.<br />
Para a circulação de pessoas, há dois paradigmas a considerar: a) transporte é um sistema, do qual participam o pedestre, a bicicleta, o automóvel, o veículo coletivo, o trem -donde a importância de considerar em conjunto as vias por que cada um transita e os estacionamentos em estações e terminais; b) o desenho do transporte de massa deve constituir uma rede, uma malha em que se busca maximizar o número de nós, isto é, das estações de transbordo entre uma linha e outra, pois somente assim cada um escolherá seu itinerário e o total de usuários se distribuirá, diluindo a concentração por linha que ocorre quando a rede ainda não se encontra estabelecida.<br />
A rede de metrô, um verdadeiro reticulado, deveria cobrir toda a cidade e estender-se para municípios vizinhos: Guarulhos, São Bernardo, Taboão, Osasco. Esse desenho tem sido debatido pelos técnicos do Metrô, ocorrendo por vezes legítima divisão de opiniões.<br />
Assim é que, enquanto um grupo, que prevaleceu quando o engenheiro Claudio de Senna era secretário estadual de Transportes Metropolitanos, defendia uma rede aberta, como a acima descrita, denominada Pitu &#8211; 2020, outros técnicos, em data mais recente, defendem a implantação de uma rede mais concentrada, no centro expandido, não chegando a constituir claramente uma rede nem tendo um alcance metropolitano, à qual se deu o nome de rede essencial, parcialmente coincidente com um Pitu &#8211; 2025.<br />
Essa era, e é, a divergência entre as teses enunciadas durante a recente campanha eleitoral. Enquanto Marta Suplicy defendia a rede aberta, de caráter metropolitano, Kassab a acusava de ter “inventado” uma malha diferente da que se estava implantando, defendendo implicitamente outra tese, a da rede essencial.<br />
Há, contudo, algumas modificações em ambos os esquemas gerados pelos técnicos do Metrô. A candidata Marta propunha algumas extensões a fim de alcançar Freguesia do Ó, Cerro Corá, Taboão, Vila Maria e Sapopemba a partir de linhas existentes ou em construção. Enquanto à rede essencial o governo do Estado está acrescentando uma linha nova, ligando Freguesia do Ó à estação São Joaquim (da linha norte-sul), paralela e próxima a duas linhas existentes (a leste-oeste e a que passa pela av. Paulista).<br />
Uma divergência técnica seria normal, porém, conviria que o debate fosse ampliado, incluindo de algum modo a opinião dos usuários, além de ser imprescindível o diálogo entre a secretaria estadual e o Metrô com os responsáveis pela cidade de São Paulo e pelos municípios contíguos.<br />
Não se pode imaginar que um transporte de massa tão vital para os cidadãos seja implantado sem diálogo com a prefeitura, sem contemplar o Plano Diretor, as operações urbanas, a política de uso do solo, o planejamento, as ações estratégicas previstas e sem debate público.<br />
Para definir o desenho final das linhas, além do conceito de rede, deve-se considerar tanto a população que demanda o transporte quanto a força de indução que o metrô acarreta, adensando e diversificando o uso do solo.<br />
Por isso, uma pesquisa de origem e destino, retratando as demandas atuais, não é suficiente para a determinação da malha. Essa pesquisa resulta numa redundância das tendências atuais, recaindo na articulação no centro e em sua rótula, e exclui a função indutora do metrô, bem conhecida e valorizada pelo setor imobiliário.<br />
Embora com décadas de atraso, é urgente definir o desenho final da rede de metrô. Essa definição terá que resultar de franco e transparente debate técnico entre especialistas do Metrô e urbanistas das prefeituras pertinentes e terá que ser convalidada por uma consulta aos usuários.<br />
Finalmente, em nível político-administrativo, o desenho da malha final e o resultante cronograma de elaboração de projetos, assim como de investimentos, deverão constituir a pauta de um acordo entre os três níveis de governo, cada um assumindo suas responsabilidades, à semelhança da divisão de encargos financeiros proposta pela então ministra do Turismo destinada a fazer face ao aumento de turistas durante o ano de 2014, ano da Copa.<br />
O metrô de São Paulo é tão vital para a cidade e para o país que nenhum governante se furtará de buscar tal acordo, ansiosamente aguardado pela população metropolitana.</p>
<p><font size="-1"><strong>JORGE , ,  ,</strong>, 80, é arquiteto e urbanista. Foi secretário de Planejamento Urbano do município de São Paulo  (gestão Marta Suplicy). </font></div>
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		<title>Relembrar I</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 12:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secretário de Serra rechaça trajeto de Marta para metrô

Para titular dos Transportes Metropolitanos, proposta “é um risco no mapa, que não tem base em estudos”
Clarissa Oliveira e Silvia Amorim &#8211; O Estado de São Paulo
O governo estadual descartou ontem qualquer possibilidade de adotar o trajeto proposto por Marta Suplicy (PT) para expandir o metrô, apresentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/secretario-de-serra-rechaca-trajeto-de-marta-para-metro/" rel="bookmark" title="Permanent Link: Secretário de Serra rechaça trajeto de Marta para metrô">Secretário de Serra rechaça trajeto de Marta para metrô</a></h2>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2004/outubro2004/clipping30e311004/IMG/metrodsp31.jpg" alt="http://www.sptrans.com.br/clipping_anteriores/2004/outubro2004/clipping30e311004/IMG/metrodsp31.jpg" /></div>
<p><strong>Para titular dos Transportes Metropolitanos, proposta “é um risco no mapa, que não tem base em estudos”</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Clarissa Oliveira e Silvia Amorim &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>O governo estadual descartou ontem qualquer possibilidade de adotar o trajeto proposto por Marta Suplicy (PT) para expandir o metrô, apresentado pela candidata à prefeitura junto com a promessa de investir na rede se eleita. O secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado, José Luiz Portella, classificou a idéia de Marta de “inadequada e insuficiente”.</p>
<p>“É um risco num mapa, que não leva em consideração nenhum tipo de estudo”, afirmou Portella. “Nós já temos nosso projeto, que considera uma série de estudos fundamentais, como os de desapropriação.”</p>
<p>O time de Marta começou a distribuir novos panfletos pela cidade, em que a petista reitera a promessa de aplicar R$ 490 milhões ao ano no metrô, por quatro anos. O material traz um mapa com proposta própria do trajeto a ser criado, que contraria o plano de expansão da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô). A principal diferença está na futura linha 6. O Metrô quer que ela vá da Freguesia do Ó à atual estação São Joaquim da linha 1. Marta propõe um percurso da Vila Nova Cachoeirinha à estação Conceição da linha 1.</p>
<p>Segundo Portella, a proposta de Marta &#8211; que considera ainda mais R$ 490 milhões ao ano do governo federal e outros R$ 980 milhões do Estado &#8211; é modesta diante das necessidades da rede. O Estado, segundo ele, planeja investimentos de R$ 19 bilhões em metrô e trem, para criar uma rede integrada com o mesmo padrão de qualidade. Somente no metrô, seriam mais de R$ 11 bilhões.</p>
<p>O plano de Marta também voltou a alimentar ontem a briga da petista com o rival Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano disse que proposta da adversária “não pára em pé”. “Esse projeto que é colocado na televisão não pára em pé, não tem o menor sentido”, reagiu. Marta respondeu com ironia. “É o dele que pára de pé?”</p>
<p>Ontem, a petista admitiu que quer rever o trajeto. Questionada se sua disposição de investir só será levada adiante se sua proposta for acatada, ela disse apenas que se comprometeu a aplicar o dinheiro e que vai discutir após a eleição.</p>
<p>Apesar das críticas, a proposta de Marta foi bem recebida entre especialistas. Para o engenheiro Luiz Célio Bottura e o consultor Horácio Figueira, o trajeto ajudaria a desafogar a linha 1, que hoje corta a cidade de norte a sul. “A linha norte-sul está prestes a implodir”, disse Figueira. Dizendo se tratar de uma análise técnica, Bottura destacou que a proposta de Marta dá uma distribuição melhor à rede. “Ela é muito mais adequada”, afirmou.</p>
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		<title>Linha 6 chegará aonde Marta propôs</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Expansão até a periferia da zona norte é oficializada e terá dois ramais em forma de &#8216;Y&#8217; a partir da Freguesia do Ó
Daniel Gonzales &#8211; O Estado SP
A expansão do metrô até a periferia da zona norte foi oficializada pela Companhia do Metropolitano, depois de tomar força na campanha eleitoral do segundo turno. A proposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/linha-6-chegara-aonde-marta-propos/8782/" rel="attachment wp-att-8782" title="marta_coluna.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/12/marta_coluna.jpg" alt="marta_coluna.jpg" width="100" height="317" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/linha-6-chegara-aonde-marta-propos/8783/" rel="attachment wp-att-8783" title="metro_vagoes.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/12/metro_vagoes.gif" alt="metro_vagoes.gif" width="426" height="282" /></a></p>
<p>Expansão até a periferia da zona norte é oficializada e terá dois ramais em forma de &#8216;Y&#8217; a partir da Freguesia do Ó</p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Daniel Gonzales &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>A expansão do metrô até a periferia da zona norte foi oficializada pela Companhia do Metropolitano, depois de tomar força na campanha eleitoral do segundo turno. A proposta apareceu primeiro nos discursos da candidata derrotada Marta Suplicy (PT) e depois nas promessas do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que até chegou a criticá-la. Os traçados da Linha 6-Laranja &#8211; o original, o da candidata e o apresentado ontem &#8211; não são iguais, mas um dos destinos finais é o proposto pela petista: a Vila Nova Cachoeirinha. A linha inteira que será construída parte da zona norte e chega à Estação São Joaquim, na região central.</p>
<p>Ontem, o governador José Serra (PSDB) apresentou o projeto, com alterações, ao lado de Kassab. Na época da eleição, a proposta de Marta foi taxada de &#8220;rudimentar&#8221; e &#8220;inadequada&#8221; pelo Metrô (repita-se: o traçado não é o mesmo da petista). Agora, o diretor de Planejamento da empresa, Marcos Kassab (irmão do prefeito), disse que a Linha 6, indo até a Freguesia do Ó, já chegaria &#8220;à divisa&#8221; com a Cachoeirinha. Por isso, se decidiu pela ampliação.</p>
<p>Com início das obras previsto para 2010, a futura Linha 6-Laranja foi &#8220;esticada&#8221; em dois ramais em forma de &#8220;Y&#8221;, cada um com 4 quilômetros de extensão e três estações. Ambos partirão da Estação Freguesia do Ó, que pelo projeto inicial seria o ponto final do trecho norte.</p>
<p>A parada final de um dos ramais será a Estação Brasilândia, ao lado de um terminal de ônibus que será construído pela Prefeitura. Esse trajeto terá uma estação próxima ao Hospital de Vila Penteado e outra na região de Morro Grande, ambas em locais que serão definidos nos projetos básico e funcional, hoje em fase de licitação.</p>
<p>Na outra ponta do &#8220;Y&#8221;, ficará a Estação Vila Nova Cachoeirinha, ao lado do atual terminal de ônibus e do Largo do Japonês. O trecho vai ter ainda uma estação na Avenida João Paulo I, na Freguesia do Ó, e outra no Jardim Primavera.</p>
<p>É a primeira vez que o Metrô de São Paulo utilizará um trajeto em &#8220;Y&#8221;, presente em sistemas metroviários de Nova York, Madri, Paris e Milão, entre outras cidades. O trecho sul (até a Estação São Joaquim, região central) não será alterado.</p>
<p>Segundo Marcos Kassab, o passageiro não precisará fazer baldeações para chegar ao destino: passarão trens alternadamente para cada ponta do &#8220;Y&#8221; em intervalos determinados (cerca de 75 segundos). O usuário deverá observar o destino em letreiros nas estações e composições.</p>
<p>A previsão é de que a Linha 6 comece a operar parcialmente em 2012 e plenamente até 2015. A demanda esperada, já com os novos ramais, é de 650 mil passageiros por dia. No total, a Linha Laranja contará com 18,4 km e 17 estações. Serra disse que a construção de toda a linha está orçada em cerca de R$ 2 bilhões, que virão principalmente da venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil, efetivada em maio.</p>
<p>A Prefeitura repassou ao Metrô, neste ano, R$ 75 milhões que serviram para o pagamento do projeto básico da Linha 6. A promessa do prefeito de doar R$ 1 bilhão até o fim do ano para a companhia estadual ainda não foi cumprida: até agora, foram repassados R$ 473 milhões em 2008 (incluindo os recursos para a Linha 6 e mais dinheiro para desapropriações e obras nas Linhas 5-Lilás e 2-Verde) e mais R$ 30 milhões de 2007. O restante do dinheiro já está reservado e seu destino será anunciado nos próximos dias, disse o prefeito.</p>
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		<title>Agora proposta de Marta para o metrô também é copiada</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 13:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clicar na imagem para ampliar e ler o JT

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center">Clicar na imagem para ampliar e ler o JT<br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/kassab_metro_jt.jpg" title="kassab_metro_jt.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/kassab_metro_jt.jpg" alt="kassab_metro_jt.jpg" width="545" height="439" /></a></div>
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