
© Foto de Nickolas Muray. A pintora Frida Kahlo. C.1940.
O Museu Frida Kahlo na capital mexicana abriu uma exposição intitulada “Frida Kahlo, suas fotos”, apresentando uma seleção de 200 imagens do acervo pessoal da pintora, guardadas há mais de 50 anos. Nesse arquivo constam imagens de mais de 320 fotógrafos, entre eles Nickolas Muray, Manuel Alvarez Bravo, Tina Modotti, Man Ray e Fritz Henle. As fotos estiveram guardadas com os livros, cartas e documentos pessoais de Frida Kahlo até a sua morte em 1954. Depois foram lacradas por mais de cinquenta anos. Desde 2005 vem sendo realizado um rigoroso trabalho de restauração e seleção das 6.500 fotografias feitas por ela, pelo seu pai, por amigos e por famosos artistas, em variadas técnicas, tamanhos e texturas. Entre as imagens que mais se destacam figuram os auto-retratos de Guillermo Kahlo (pai de Frida), fotógrafo húngaro-alemão que emigrou para o México aos 19 anos. Fonte Images & Visions.
Mais fotografias sobre Frida Kahlo, da fotógrafa Tina Modotti e de Man Ray

Diego Rivera e Frida Kahlo no Primeiro de maio, 1929, foto Tina Modotti

Frida Kahlo, foto Man Ray
Tags: Exposições, fotografias, fotografos, fotos, Fritz Henle, Man Ray, Manuel Alvarez Bravo, Museu Frida Kahlo, Nickolas Muray, Tina Modotti
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Man Ray, Rayography Film strip & sphere, 1922
© Man Ray Trust
“O ajudante de farmácia pediu para falar com o senhor doutor, gostaria que o senhor doutor lhe dissesse se tinha, sobre a doença, uma opinião formada, Não creio que se lhe possa chamar, em sentido próprio, uma doença, começou por precisar o médico, e depois, simplificando muito, resumiu o que investigara nos livros antes de ter cegado. Algumas camas adiante, o motorista escutava com atenção, e quando o médico terminou o seu relato, disse de lá, Aposto que o que sucedeu foi terem-se entupido os canais que vão dos olhos até aos miolos, Forte besta, resmungou indignado o ajudante de farmácia, Quem sabe, o médico sorriu sem querer, na verdade os olhos não são mais do que umas lentes, umas objectivas, o cérebro é que realmente vê, tal como na película a imagem aparece (…)”
Ensaio sobre a cegueira, José Saramago
Tags: arte, contos, crônica, escrita, escritores, fotografia, fotos, José Saramago, Man Ray
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El punto de partida es el último ensayo publicado por Georges Bataille antes de morir.

Rachel Weisz en una foto de James White
Se trata de Lágrimas de Eros (1961) y a partir de esta obra, el Museo Thyssen de Madrid presenta una exposición que toma el nombre del libro de Bataille y que bucea en las relaciones a veces fieles, a veces traicioneras entre Eros y Tánatos, o lo que es lo mismo: entre entre amor y muerte, el deseo y el fin de la vida.
El deseo sexual desde una mirada tanto masculina como femenina, el voyeurismo y el exhibicionismo, el fetichismo, lo homosexual y lo heterosexual, lo religioso y lo prohibido se despliegan a lo largo de la muestra que analiza la resistencia de los mitos grecorromanos ligados a Eros y la simbología ligada a algunas bíblicas en la creación artística, desde el Renacimiento hasta la contemporaneidad.

Venus de Amaury-Duvel, 1862
Lágrimas de Eros se organiza temáticamente y resalta la irrupción en la obra de artistas de épocas y tendencias distintas a través de motivos comunes, esos que hablan, a cómo de lugar, de la vida y de la muete: enfrentadas, juntas, aliadas o superpuestas.

Lágrimas de Man Ray
Obras de Rodin y Gustave Courbet, se contraponen con imágenes más actuales de artistas como Man Ray o Andy Warhol en un intento de “diálogo” entre los grandes maestros del pasado y artistas del siglo XX. Y en un intento de aunar modernidad y erotismo, el Thyseen venderá una caja con tres preservativos con la imagen de Adán y Eva procedente del cuadro Eva y la serpiente de Jan Gossaert al precio de 3,5 euros, según indicaron a Europa Press fuentes del Thyssen.
La muestra se abre con la musa erótica por excelencia, Venus recién nacida, diosa de la belleza, que esconde la más horrible trasgresión, segun cuenta Hesíodo, la diosa surgió del semen de Urano, castrado por su hijo Cronos.

San Sebastián de Bronzino
La siguiente sala, titulada ‘Eva y la serpiente’, está protagonizada por las serpientes que cubren los cuerpos de Nastassja Kinski y Rachel Weisz, fotografiadas por Richard Avedon y James White, respectivamente.
La segunda parte de la muestra, que se desarrolla en la sede de Caja Madrid, explora los peligros mortales de Eros, en donde es la muerte misma la que se ve erotizada.

Un imagen del video de Taylor Wood
En esa sección es donde se incluye un vídeo de David Beckham durmiendo, realizado por Sam Taylor-Wood.
El vídeo se enmarca dentro de la sección dedicada al mito de ‘Endimión’, un joven cazador que dormía una noche en el monte Latmos, cuando la diosa de la Selene miró hacia la tierra y se enamoró de él. Ella le pidió a Zeus que sumiera a Endimión en un sueño eterno, para poder contemplarle eternamente.
Paseá por la exposición en este especial propuesto por El País.
Publicado por Cristina Civale
Tags: Amaury-Duve, Andy Warhol, arte, Bronzino, escrita, Exposições, fotos, George Bataille, Gustave Courbet, James White, Lágrimas de eros, livros, Man Ray, Museu Thyssen, museus, pinturas, Richard Avedon, Rodin, Taylor Wood, textos, Vênus
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© Foto de Man Ray. Lee Miller foi considerada uma das mais belas mulheres de sua época. 1930
Lee Miller foi manequim, fotógrafa e musa dos surrealistas, sendo considerada uma das mais belas mulheres de sua época. Iniciou sua carreira em Nova Iorque trabalhando como modelo para a revista Vogue, tornando-se rapidamente a musa de muitos fotógrafos, entre eles Steichen, Man Ray, Horst P. Horst e Hoyningen-Huene. Em 1929, Lee Miller mudou-se para Paris e tornou-se assistente e companheira de Man Ray. Seu sucesso encorajou-a se tornar-se fotógrafa. Em 1932, Lee Miller voltou à Nova Iorque onde abriu seu próprio estúdio. Ela conheceu o sucesso graças aos seus retratos refinados de moda e publicidade. Lee Miller casou com um rico empresário egípcio, mudou-se para o Cairo e fotografou o deserto, as aldeias abandonadas e as ruínas do Egito. Em 1937, ela conheceu o pintor Inglês Roland Penrose, que se tornou seu segundo marido. Lee Miller mudou-se para Londres junto com Roland Penrose. Ela colaborou para a revista Vogue e depois se tornou correspondente credenciada pelo Exército norte-americano. Foi a única mulher chamada pelo exército para cobrir a guerra na Europa. Suas fotografias sobre a libertação dos campos de concentração de Buchenwald e Dachau foram publicadas na edição da Vogue americana em junho de 1945. Veja mais fotos de Lee Miller Aqui.
Fonte Images & Visions
Tags: Buchenwald, Dachau, fotografia, fotografos, fotos, Lee Miller, Man Ray, Roland Penrose, surrealismo
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© Foto de Paul Bonzon. Paisagem noturna, 1918
O Museu de Arte Moderna de São Paulo-MAM está no Ano da França no Brasil, com a exposição “Olhar e fingir: fotografias da coleção Auer”. A mostra, com curadoria realizada pela historiadora francesa Elise Jasmin em parceria com o fotógrafo brasileiro Eder Chiodetto (curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM), reúne cerca de 290 peças da abrangente coleção do casal Michel e Michèle Auer e compreende quase 170 anos da história da fotografia. A coleção adquirida ao longo de mais de 40 anos pela Fundação Auer é a maior coletânea particular de fotografias do mundo, contando atualmente com cerca de 50 mil imagens. A exposição contará com imagens produzidas ao longo dos séculos 19, 20 e 21 por autores de diferentes continentes – entre os sul-americanos, estão os brasileiros Geraldo de Barros, Pedro Vasquez, Fabiana de Barros e Mario Cravo Neto – e garimpadas pelo casal em suas pesquisas e viagens pelo mundo. Entre outros tesouros da história da fotografia, o público brasileiro terá uma única de ver daguerreótipos, inclusive raras peças colorizadas e um calótipo (exemplar do processo positivo/negativo desenvolvido por William Henry Fox Talbot) da década de 1850, além de algumas obras do pictorialismo do final do século 19 e início do século 20. Entre os nomes de peso representando o século 20, estão fotografias de Cartier-Bresson, Brassaï e Man Ray e cartões de Marcel Duchamp, Salvador Dali e René Magritte. Os curadores selecionaram imagens que trazem à tona a história da fotografia contada pelo prisma de artistas transgressores. No lugar de buscar uma cópia do mundo real, esses artistas se apropriaram da fotografia para falar do imaginário, do universo das sensações e das percepções não visíveis representadas por meio de experimentações e metáforas visuais. A fotografia como invenção e não como catalogação do mundo.
Visitação: de 23 de abril a 28 de junho de 2009. Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3. Tel (11) 5085-1300. Horários: Terça a domingo e feriados, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Ingresso: R$ 5,50. Sócios do MAM, crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. Aos domingos, a entrada é franca para todo o público, durante todo o dia. http://www.mam.org.br/
Fonte Images & Visions
Tags: ano da França no Brasil, arte, Brassai, Cartier-Bresson, coleção Auer, Exposições, Fabiana de Barros, fotografias, fotografos, fotos, Geraldo de Barros, MAM, Man Ray, Marcel Duchamp, Mario Cravo Neto, museus, Olhar e fingir: fotografias da coleção Auer, Paul Bonzon, Pedro Vasquez, René Magritte, Salvador Dalí, William Henry Fox Talbot
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Cary Grant e Ingrid Bergman no filme “Notorious” de Alfred Hitchcock, com a música “The man I love” (Gershwin) cantada por Peggy Lee.
Música:”The Man I Love” (George and Ira Gershwin) por Billie Holiday. Fotos de Man Ray, Robert Mapplethorpe, Hans Bellmer, Rubens, Wallace Wayne, Horst P. Horst, e outros
Kate Bush & Larry Adler – The Man I Love
Ella Fitzgerald – The Man I love
THE BUBBLE, filme israelense de Eytan Fox
קליפ מתוך “הבועה”, סרטם החדש של גל אוחובסקי ואיתן פוקס (בכורה ב29/6). בסרט מככבים אוהד קנולר (ללכת על המים), דניאלה וירצר (לחיי האהבה), אלון פרידמן (אמאלה), יוסף ג’ו סוויד (האלופה), ציון ברוך (מה ק…
קליפ מתוך “הבועה”, סרטם החדש של גל אוחובסקי ואיתן פוקס (בכורה ב29/6). בסרט מככבים אוהד קנולר (ללכת על המים), דניאלה וירצר (לחיי האהבה), אלון פרידמן (אמאלה), יוסף ג’ו סוויד (האלופה), ציון ברוך (מה קשור?).
בהופעת אורח בסרט – ליאור אשכנזי, אליענה בקייר, דנה מודן, גיא פינס.
הקליפ הוא ביצוע מחודש לשיר The man i love
ישראל סרט וידאו קליפ שיר עברי לידר הבועה תל אביב ללכת על המים
Tags: Alfred Hitchcock, Cary Grant, Ella Fitzgerald, fotografias, fotos, Gershwin, Hans Bellmer, Horst P. Horst, Ingrid Bergman, Kate Bush & Larry Adler, Man Ray, Mapplethorpe, Notorious, peggy lee, Rubens, The man I love, Wallace Wayne
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© Foto de Lee Miller. O poeta Paul Eluard e sua mulher Nusch namoram em companhia do pintor inglês Roland Penrose, do fotógrafo Man Ray e da dançarina Ady Fidelin, num piquenique de verão na Île Sainte-Marguerite, Cannes, França, 1937.
Le déjeuner sur l’herbe ou O Almoço sobre a erva, ou ainda O piquenique no bosque é um um grande óleo sobre tela da autoria de Édouard Manet, pintado entre 1862 e 1863, com as medidas de 208 por 264.5 centímetros. A sensual e provocatória posição da modelo nua, perante dois homens completamente vestidos, provocou o escândalo da sociedade mais conservadora , aquando da sua exibição no Salon des Refusés, no ano de 1863. Actualmente, o quadro está exposto nas paredes do Museu de Orsay, em Paris.

Pablo Picasso (1881-1973) Le déjeuner sur l’herbe d’après Manet
27 février 1960
Huile sur toile
Londres, Nahmad Gallery
Tags: Ady Fidelin, arte, Dejeuner sur l'herbe, fotos, Le déjeuner sur l'herbe d'après Manet, Lee Miller, Man Ray, Manet, museus, Nusch, O almoço sobre a erva, Pablo Picasso, Paul Eluard, pintura, piquenique no bosque, poetas, Roland Penrose, sociedade
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Robert Mapplethorpe – Fotografia
Calla Lily, 1984
Gelatin-silver print edition 10/10, 23 7/8 x 19 3/4 inches
Guggenheim Museum, New York
Flor Garduño – Fotografia
Vestido eterno 1999

Piñanona 2000
Tamara de Lempicka

Calla Lilies, 1931
Oil on canvas
54,6 x 33 cm
Modotti, Tina – Fotografia
Calla Lilies, c. 1927
O’Keeffe, Georgia

Two calla lilies on pink, 1928
William Wegman – Fotografia
Calla Lilly – 1999
Enrico Bianco – Arte Brasileira Contemporânea
Vaso com Flor 2001
35cm x 40cm – Óleo sobre tela
Man Ray – Fotografia
Calla Lilies 1930
Gelatin silver print, solarized
11 7/16 x 8 15/16 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles
Diego Rivera

Flower Festival: Feast of Santa Anita, 1931
Encaustic on canvas
6′ 6 1/2″ x 64″ (199.3 x 162.5 cm)
The Museum of Modern Art, New York City

Portrait of Natasha Zakólkowa Gelman (Retrato de Natasha Zakólkowa Gelman), 1943
Oil on canvas
Jacques and Natasha Gelman Collection, Mexico City

Vendedora de Flores, 1949
Oil on masonite
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Spain

Nude with Calla Lilies (Desnudo con alcatraces), 1944
Oil on cardboard
Emilia Gussy de Gálvez collection, Mexico City
Fonte O século prodigioso
Tags: , , arte, copo de leite, Diego Rivera, Enrico Bianco, Flor Garduño, fotografia, fotos, liríos, Man Ray, Mapplethorpe, Mapplethorpe Robert, Modotti, pintura, Tamara de Lempicka, William Wegman
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Inspirado pela minha conterrânea Cristina Civale, fui procurar o olhar de alguns artistas sobre eles mesmo. Muitos pintores, escultores, fotógrafos e escritores mostraram como se enxergavam, ora para descobrirem eles mesmos como eram, ou para “guiar” nosso olhar sobre eles. Tamara de Lempick dizia que todas suas pinturas eram auto-retratos e Frida Kahlo retratava sua alma, para se apropriar de suas angustias.
Aqui vão alguns desses auto-retratos.
Van Gogh
Leonardo Da Vinci
Rembrandt
Goya
Man Ray
Frida Kahlo
Andy Warhol
Tamara Lempicka
Egon Schiele
Pablo Picasso
Tags: , , Andy Warhol, arte, auto-retratos, Egon Schiele, escritores, escultura, fotografia, fotos, Frida Kahlo, Goya, Man Ray, Pablo Picasso, pinturas, Rembrandt, Tamara Lempicka, Van Gogh
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Man Ray, Solarized Nude with Flowers in Her Hair, c. 1933
“Colin olhava para Alise. Por estranho acaso ela trazia um swet-shirt branco e saia amarela. Calçava sapatos brancos e amarelos, e patins de hóquei. Usava meias de seda cor de fuligem e soquetes brancos, enrolados acima de sapatos que mal cobriam os pés e tinham fitilhas de algodão branco a dar três voltas ao tornozelo. Além disso exibia ainda um lenço de seda vede-vivo e cabelos louros extraordinariamente fartos, que lhe emolduravam o rosto com espessa e encaracolada massa. Olhava através de olhos azuis, muito abertos, e o seu volume era limitado por uma pele fresca e dourada. Possuía braços e barrigas das pernas roliços, cintura fina, o busto tão bem modelado que parecia uma fotografia.”
Tags: , arte, Arte photographica, Boris Vian, fotografia, fotos, Literatura, livros, Man Ray
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