22/08/2012 - 17:31h Sonho e realidade

ManRaySurrealism

09/04/2012 - 17:40h Surrealistas


Surrealist Group, 1930
Na fila traseira, de esquerda a direita: Man Ray, Hans Arp, Yves Tanguy, Andre Breton. Na frente a partir da esquerda: Tristan Tzara, Salvador Dali, Paul Eluard, Max Ernst, Rene Crevel

03/04/2012 - 18:00h Fotomontagem

Man-ray-untitled-photomontage
Man Ray – Sem título

14/04/2011 - 18:15h Imaginário

man-ray
Man Ray

02/01/2011 - 18:49h Les beaux temps

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Man Ray (1890 – 1976), Les beaux temps

14/09/2010 - 21:02h Man Ray, Sade e Sadomasoquismo

Man Ray_sade
Retrato imaginário do Marques de Sade, obra de Man Ray

Man-Ray-The-Fantasies-of-Mr-Seabrook-1930

Man Ray e às fantasias de Mr Seabrook-1930

Man-Ray-The-Fantasies-of-Mr-Seabrook-bis-1930
Man Ray e às fantasias de Mr Seabrook-1930

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Marjorie Seabrook com colar de prata de submissa atribuído a Jean-Charles Worth – fotos de Man Ray

Musée National d’Art Moderne, Paris
Reproduced in Surrealist Masculinities

19/08/2010 - 18:15h Sem Título

ManRaySurrealism
Sem título – Man Ray

27/07/2010 - 18:41h A musa dos surrealistas

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Lee Miller fotografada por Man Ray em 1930.

Lee Miller foi manequim, fotógrafa e musa dos surrealistas, sendo considerada uma das mais belas mulheres de sua época. Iniciou sua carreira em Nova York trabalhando como modelo para a revista Vogue, tornando-se rapidamente a musa de muitos fotógrafos, entre eles Steichen, Man Ray, Horst P. Horst e Hoyningen-Huene. Em 1929, Lee Miller mudou-se para Paris e tornou-se assistente e companheira de Man Ray. Seu sucesso encorajou-a se tornar-se fotógrafa. Em 1932, Lee Miller voltou à Nova York onde abriu seu próprio estúdio. Ela conheceu o sucesso graças aos seus retratos refinados de moda e publicidade. Lee Miller casou com um rico empresário egípcio, mudou-se para o Cairo e fotografou o deserto, as aldeias abandonadas e as ruínas do Egito. Em 1937, ela conheceu o pintor Inglês Roland Penrose, que se tornou seu segundo marido. Lee Miller mudou-se para Londres junto com Roland Penrose. Ela colaborou para a revista Vogue e depois se tornou correspondente credenciada pelo Exército norte-americano. Foi a única mulher chamada pelo exército para cobrir a guerra na Europa. Suas fotografias sobre a libertação dos campos de concentração de Buchenwald e Dachau foram publicadas na edição da Vogue americana em junho de 1945. Fonte Images & Visions

24/06/2010 - 20:05h Preto e Branco

Le Clown Lyrique

Man Ray

Nicola Costantino





Frantisek Drtikol

22/06/2010 - 19:01h Surrealismo e fotografia

http://3.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/TBwX-RujtEI/AAAAAAAAKRc/qjgMELKNynw/s1600/Er%C3%B3tica+Velada,+1933-1934,+de+Man+Ray.jpg
© Foto de Man Ray. Erótica Velada, 1933.


A Fundación Mapfre em Madri promove até o dia 12 de setembro de 2010, a exposição intitulada «La subversión de las imágenes: surrealismo, fotografía, cine», organizada pelo Centre Pompidou de París. São 400 obras selecionadas, clássicos conhecidos e inéditos de grandes nomes da fotografia surrealista como Man Ray, Hans Bellmer, Claude Cahun, Paul Nougé, Raoul Ubac, Jacques-André Boiffard e Maurice Tabard. As obras escolhidas para a mostra tem diversas origens. Algumas de publicações em livros, outras de colecionadores e outras de revistas. A exposição também mostra as composições fotográficas de Léo Malet e Victor Brauner, e trabalhos que o público não tem tanta intimidade, como é o caso do fotógrafo francês Artür Harfaux e o poeta romena Benjamin Fondane. Os organizadores quiseram abordar novamente a questão do uso da fotografia e da imagem em movimento pelos surrealistas. Serviço: Exposição «La subversión de las imágenes: surrealismo, fotografía, cine». Fundación Mapfre. Paseo de Recoletos, 23. Madri. Espanha. Entrada gratuita. Fonte Images & Visions

Veja mais fotos Aqui

12/05/2010 - 18:03h Reticências

Man Ray


Joachim Baldauf



“Jeunes filles en uniforme” com Lilli Palmer e Romy Schneider



Fonte Le Clown Lyrique

02/05/2010 - 17:57h Paul Eluard, Nusch e amigos

LE CLOWN LYRIQUE


Paul Eluard


Paul et Nusch Eluard, 1944


Nusch, Paul Eluard, Roland Penrose, Man Ray, Ady Fidelin – 1937  (c) Lee Miller


Nusch Eluard, Paul Eluard et Ady Fidelin


Dora Maar, Les annees vous guettent (Nush Eluard), 1932


Dora Maar, Nusch Eluard, c. 1935


Eluard, Nusch and Friends (c)  Man Ray 1924


Man Ray, Nusch Éluard,1934


Man Ray, Nusch Eluard au miroir, 1934

24/11/2009 - 18:59h Museu exibe fotografias do acervo pessoal de Frida Kahlo guardadas durante 50 anos

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© Foto de Nickolas Muray. A pintora Frida Kahlo. C.1940.


O Museu Frida Kahlo na capital mexicana abriu uma exposição intitulada “Frida Kahlo, suas fotos”, apresentando uma seleção de 200 imagens do acervo pessoal da pintora, guardadas há mais de 50 anos. Nesse arquivo constam imagens de mais de 320 fotógrafos, entre eles Nickolas Muray, Manuel Alvarez Bravo, Tina Modotti, Man Ray e Fritz Henle. As fotos estiveram guardadas com os livros, cartas e documentos pessoais de Frida Kahlo até a sua morte em 1954. Depois foram lacradas por mais de cinquenta anos. Desde 2005 vem sendo realizado um rigoroso trabalho de restauração e seleção das 6.500 fotografias feitas por ela, pelo seu pai, por amigos e por famosos artistas, em variadas técnicas, tamanhos e texturas. Entre as imagens que mais se destacam figuram os auto-retratos de Guillermo Kahlo (pai de Frida), fotógrafo húngaro-alemão que emigrou para o México aos 19 anos. Fonte Images & Visions.

Mais fotografias sobre Frida Kahlo, da fotógrafa Tina Modotti e de Man Ray


Diego Rivera e Frida Kahlo no Primeiro de maio, 1929, foto Tina Modotti

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Frida Kahlo, foto Man Ray

06/11/2009 - 18:29h “entre aspas”

Arte Photographica


Man Ray, Rayography Film strip & sphere, 1922
© Man Ray Trust

O ajudante de farmácia pediu para falar com o senhor doutor, gostaria que o senhor doutor lhe dissesse se tinha, sobre a doença, uma opinião formada, Não creio que se lhe possa chamar, em sentido próprio, uma doença, começou por precisar o médico, e depois, simplificando muito, resumiu o que investigara nos livros antes de ter cegado. Algumas camas adiante, o motorista escutava com atenção, e quando o médico terminou o seu relato, disse de lá, Aposto que o que sucedeu foi terem-se entupido os canais que vão dos olhos até aos miolos, Forte besta, resmungou indignado o ajudante de farmácia, Quem sabe, o médico sorriu sem querer, na verdade os olhos não são mais do que umas lentes, umas objectivas, o cérebro é que realmente vê, tal como na película a imagem aparece (…)

Ensaio sobre a cegueira, José Saramago

25/10/2009 - 19:06h Amor+muerte=?

Civilización & Barbarie

El punto de partida es el último ensayo publicado por Georges Bataille antes de morir.

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Rachel Weisz en una foto de James White

Se trata de Lágrimas de Eros (1961) y a partir de esta obra, el Museo Thyssen de Madrid presenta una exposición que toma el nombre del libro de Bataille y que bucea en las relaciones a veces fieles, a veces traicioneras entre Eros y Tánatos, o lo que es lo mismo: entre entre amor y muerte, el deseo y el fin de la vida.

El deseo sexual desde una mirada tanto masculina como femenina, el voyeurismo y el exhibicionismo, el fetichismo, lo homosexual y lo heterosexual, lo religioso y lo prohibido se despliegan a lo largo de la muestra que analiza la resistencia de los mitos grecorromanos ligados a Eros y la simbología ligada a algunas bíblicas en la creación artística, desde el Renacimiento hasta la contemporaneidad.

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Venus de Amaury-Duvel, 1862

Lágrimas de Eros se organiza temáticamente y resalta la irrupción en la obra de artistas de épocas y tendencias distintas a través de motivos comunes, esos que hablan, a cómo de lugar, de la vida y de la muete: enfrentadas, juntas, aliadas o superpuestas.

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grimas de Man Ray

Obras de Rodin y Gustave Courbet, se contraponen con imágenes más actuales de artistas como Man Ray o Andy Warhol en un intento de “diálogo” entre los grandes maestros del pasado y artistas del siglo XX. Y en un intento de aunar modernidad y erotismo, el Thyseen venderá una caja con tres preservativos con la imagen de Adán y Eva procedente del cuadro Eva y la serpiente de Jan Gossaert al precio de 3,5 euros, según indicaron a Europa Press fuentes del Thyssen.

La muestra se abre con la musa erótica por excelencia, Venus recién nacida, diosa de la belleza, que esconde la más horrible trasgresión, segun cuenta Hesíodo, la diosa surgió del semen de Urano, castrado por su hijo Cronos.

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San Sebastián de Bronzino

La siguiente sala, titulada ‘Eva y la serpiente’, está protagonizada por las serpientes que cubren los cuerpos de Nastassja Kinski y Rachel Weisz, fotografiadas por Richard Avedon y James White, respectivamente.

La segunda parte de la muestra, que se desarrolla en la sede de Caja Madrid, explora los peligros mortales de Eros, en donde es la muerte misma la que se ve erotizada.

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Un imagen del video de Taylor Wood

En esa sección es donde se incluye un vídeo de David Beckham durmiendo, realizado por Sam Taylor-Wood.
El vídeo se enmarca dentro de la sección dedicada al mito de ‘Endimión’, un joven cazador que dormía una noche en el monte Latmos, cuando la diosa de la Selene miró hacia la tierra y se enamoró de él. Ella le pidió a Zeus que sumiera a Endimión en un sueño eterno, para poder contemplarle eternamente.

Paseá por la exposición en este especial propuesto por El País.

Publicado por Cristina Civale

31/05/2009 - 20:28h A musa dos surrealistas

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© Foto de Man Ray. Lee Miller foi considerada uma das mais belas mulheres de sua época. 1930

Lee Miller foi manequim, fotógrafa e musa dos surrealistas, sendo considerada uma das mais belas mulheres de sua época. Iniciou sua carreira em Nova Iorque trabalhando como modelo para a revista Vogue, tornando-se rapidamente a musa de muitos fotógrafos, entre eles Steichen, Man Ray, Horst P. Horst e Hoyningen-Huene. Em 1929, Lee Miller mudou-se para Paris e tornou-se assistente e companheira de Man Ray. Seu sucesso encorajou-a se tornar-se fotógrafa. Em 1932, Lee Miller voltou à Nova Iorque onde abriu seu próprio estúdio. Ela conheceu o sucesso graças aos seus retratos refinados de moda e publicidade. Lee Miller casou com um rico empresário egípcio, mudou-se para o Cairo e fotografou o deserto, as aldeias abandonadas e as ruínas do Egito. Em 1937, ela conheceu o pintor Inglês Roland Penrose, que se tornou seu segundo marido. Lee Miller mudou-se para Londres junto com Roland Penrose. Ela colaborou para a revista Vogue e depois se tornou correspondente credenciada pelo Exército norte-americano. Foi a única mulher chamada pelo exército para cobrir a guerra na Europa. Suas fotografias sobre a libertação dos campos de concentração de Buchenwald e Dachau foram publicadas na edição da Vogue americana em junho de 1945. Veja mais fotos de Lee Miller Aqui.

Fonte Images & Visions

18/04/2009 - 12:07h Exposição reconta historia da fotografia pelo olhar de artistas transgressores

http://3.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SeiCgYiL3BI/AAAAAAAAG5Y/L7jI3N0amic/s320/Paul_Bonzon,_Paysage_nocturne,_1918.jpg
© Foto de Paul Bonzon. Paisagem noturna, 1918

 

 

O Museu de Arte Moderna de São Paulo-MAM está no Ano da França no Brasil, com a exposição “Olhar e fingir: fotografias da coleção Auer”. A mostra, com curadoria realizada pela historiadora francesa Elise Jasmin em parceria com o fotógrafo brasileiro Eder Chiodetto (curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM), reúne cerca de 290 peças da abrangente coleção do casal Michel e Michèle Auer e compreende quase 170 anos da história da fotografia. A coleção adquirida ao longo de mais de 40 anos pela Fundação Auer é a maior coletânea particular de fotografias do mundo, contando atualmente com cerca de 50 mil imagens. A exposição contará com imagens produzidas ao longo dos séculos 19, 20 e 21 por autores de diferentes continentes – entre os sul-americanos, estão os brasileiros Geraldo de Barros, Pedro Vasquez, Fabiana de Barros e Mario Cravo Neto – e garimpadas pelo casal em suas pesquisas e viagens pelo mundo. Entre outros tesouros da história da fotografia, o público brasileiro terá uma única de ver daguerreótipos, inclusive raras peças colorizadas e um calótipo (exemplar do processo positivo/negativo desenvolvido por William Henry Fox Talbot) da década de 1850, além de algumas obras do pictorialismo do final do século 19 e início do século 20. Entre os nomes de peso representando o século 20, estão fotografias de Cartier-Bresson, Brassaï e Man Ray e cartões de Marcel Duchamp, Salvador Dali e René Magritte. Os curadores selecionaram imagens que trazem à tona a história da fotografia contada pelo prisma de artistas transgressores. No lugar de buscar uma cópia do mundo real, esses artistas se apropriaram da fotografia para falar do imaginário, do universo das sensações e das percepções não visíveis representadas por meio de experimentações e metáforas visuais. A fotografia como invenção e não como catalogação do mundo.

Visitação: de 23 de abril a 28 de junho de 2009. Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3. Tel (11) 5085-1300. Horários: Terça a domingo e feriados, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Ingresso: R$ 5,50. Sócios do MAM, crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. Aos domingos, a entrada é franca para todo o público, durante todo o dia. http://www.mam.org.br/

Fonte Images & Visions

04/03/2009 - 19:08h The man I love

Cary Grant e Ingrid Bergman no filme “Notorious” de Alfred Hitchcock, com a música “The man I love” (Gershwin) cantada por Peggy Lee.
Música:”The Man I Love” (George and Ira Gershwin) por Billie Holiday. Fotos de Man Ray, Robert Mapplethorpe, Hans Bellmer, Rubens, Wallace Wayne, Horst P. Horst, e outros
Kate Bush & Larry Adler – The Man I Love
Ella Fitzgerald – The Man I love
THE BUBBLE, filme israelense de Eytan Fox

קליפ מתוך “הבועה”, סרטם החדש של גל אוחובסקי ואיתן פוקס (בכורה ב29/6). בסרט מככבים אוהד קנולר (ללכת על המים), דניאלה וירצר (לחיי האהבה), אלון פרידמן (אמאלה), יוסף ג’ו סוויד (האלופה), ציון ברוך (מה ק…
קליפ מתוך “הבועה”, סרטם החדש של גל אוחובסקי ואיתן פוקס (בכורה ב29/6). בסרט מככבים אוהד קנולר (ללכת על המים), דניאלה וירצר (לחיי האהבה), אלון פרידמן (אמאלה), יוסף ג’ו סוויד (האלופה), ציון ברוך (מה קשור?).
בהופעת אורח בסרט – ליאור אשכנזי, אליענה בקייר, דנה מודן, גיא פינס.
הקליפ הוא ביצוע מחודש לשיר The man i love

ישראל סרט וידאו קליפ שיר עברי לידר הבועה תל אביב ללכת על המים

16/12/2008 - 16:20h Piqueniques

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© Foto de Lee Miller. O poeta Paul Eluard e sua mulher Nusch namoram em companhia do pintor inglês Roland Penrose, do fotógrafo Man Ray e da dançarina Ady Fidelin, num piquenique de verão na Île Sainte-Marguerite, Cannes, França, 1937.

Ficheiro:Manet, Edouard - Le Déjeuner sur l'Herbe (The Picnic) (1).jpg

Le déjeuner sur l’herbe ou O Almoço sobre a erva, ou ainda O piquenique no bosque é um um grande óleo sobre tela da autoria de Édouard Manet, pintado entre 1862 e 1863, com as medidas de 208 por 264.5 centímetros. A sensual e provocatória posição da modelo nua, perante dois homens completamente vestidos, provocou o escândalo da sociedade mais conservadora , aquando da sua exibição no Salon des Refusés, no ano de 1863. Actualmente, o quadro está exposto nas paredes do Museu de Orsay, em Paris.

 

 Pablo Picasso,Le déjeuner sur l'herbe d'après Manet,© Succession Picasso, 2008

Pablo Picasso (1881-1973) Le déjeuner sur l’herbe d’après Manet
27 février 1960
Huile sur toile
Londres, Nahmad Gallery

 

20/09/2008 - 00:02h De todas as flores, a flor…você

Robert Mapplethorpe – Fotografia

Calla Lily, 1984

  Calla Lily, 1986

Gelatin-silver print edition 10/10, 23 7/8 x 19 3/4 inches
Guggenheim Museum, New York

Flor Garduño – Fotografia

Vestido eterno 1999

Piñanona 2000

Tamara de Lempicka


Calla Lilies, 1931
Oil on canvas
54,6 x 33 cm

Modotti, Tina – Fotografia

Calla Lilies, c. 1927

O’Keeffe, Georgia


Two calla lilies on pink, 1928

William Wegman  – Fotografia

Calla Lilly – 1999

Enrico Bianco  – Arte Brasileira Contemporânea

Vaso com Flor 2001
35cm x 40cm – Óleo sobre tela

Man Ray – Fotografia

Calla Lilies 1930
Gelatin silver print, solarized
11 7/16 x 8 15/16 in.
J. Paul Getty Museum, Los Angeles

Diego Rivera

Flower Festival: Feast of Santa Anita, 1931
Encaustic on canvas
6′ 6 1/2″ x 64″ (199.3 x 162.5 cm)
The Museum of Modern Art, New York City

Portrait of Natasha Zakólkowa Gelman (Retrato de Natasha Zakólkowa Gelman), 1943
Oil on canvas
Jacques and Natasha Gelman Collection, Mexico City

Vendedora de Flores, 1949
Oil on masonite
Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Spain

Nude with Calla Lilies (Desnudo con alcatraces), 1944
Oil on cardboard
Emilia Gussy de Gálvez collection, Mexico City

 

Fonte O século prodigioso

29/08/2008 - 18:34h Auto-retratos

Inspirado pela minha conterrânea Cristina Civale, fui procurar o olhar de alguns artistas sobre eles mesmo. Muitos pintores, escultores, fotógrafos e escritores mostraram como se enxergavam, ora para descobrirem eles mesmos como eram, ou para “guiar” nosso olhar sobre eles. Tamara de Lempick dizia que todas suas pinturas eram auto-retratos e Frida Kahlo retratava sua alma, para se apropriar de suas angustias.
Aqui vão alguns desses auto-retratos.

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 Van Gogh

 

 

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Leonardo Da Vinci

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Rembrandt

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Goya

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Man Ray

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Frida Kahlo

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Andy Warhol

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Tamara Lempicka
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Egon Schiele

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Pablo Picasso

30/06/2008 - 22:57h Man Ray e boas noites

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13/06/2008 - 17:09h Man Ray e Boris Vian

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entre aspas

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Man Ray, Solarized Nude with Flowers in Her Hair, c. 1933

Colin olhava para Alise. Por estranho acaso ela trazia um swet-shirt branco e saia amarela. Calçava sapatos brancos e amarelos, e patins de hóquei. Usava meias de seda cor de fuligem e soquetes brancos, enrolados acima de sapatos que mal cobriam os pés e tinham fitilhas de algodão branco a dar três voltas ao tornozelo. Além disso exibia ainda um lenço de seda vede-vivo e cabelos louros extraordinariamente fartos, que lhe emolduravam o rosto com espessa e encaracolada massa. Olhava através de olhos azuis, muito abertos, e o seu volume era limitado por uma pele fresca e dourada. Possuía braços e barrigas das pernas roliços, cintura fina, o busto tão bem modelado que parecia uma fotografia.