10/04/2009 - 20:09h Mariza
Primavera
Chuva
Chuva
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na historia
da historia da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
A saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Ha dias que
marcam a alma e a vida da gente
e aquele em que tu me
deixaste não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Ja eu percorrera
Ai… meu choro de moça perdida
gritava a cidade
que o fogo do amor
sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo a cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade