04/09/2009 - 18:02h Exposição Max Ernst em Paris

Les collages surréalistes de Max Ernst au Musée d’Orsay

02/07/2009 - 18:44h As 184 colagens secretas de Max Ernst

Em 1933, Marx Ernst passa três semanas na Itália, durante as quais fará 184 colagens a partir de gravuras em madeira de livros ilustrados populares, jornais de ciências naturais e catálogos de venda do século XIX.

Essas obras só foram expostas uma vez, em 1936 em Madrí, e agora pela primeira vez, em uma exposição em Paris.

Surpreendente legado de uma das figuras centrais do dadaísmo e do surrealismo. Fonte Rue 89.

► Max Ernst : une semaine de bonté au Musée d’Orsay, 1, rue de la Légion-d’honneur Paris VIIe – du mar. au dim., de 9h30 à 18h – 5,50€/8€ – jusqu’au 13 septembre.

En 1933, Max Ernst part en Italie pour trois semaines, au cours desquelles il réalisera 184 collages à partir de gravures sur bois issues de romans populaires illustrés, de journaux de sciences naturelles et même de catalogues de vente publiés au XIXe siècle.

Ces collages vont composer le roman « Une semaine de bonté », publié à Paris en 1934 et dont les thèmes des catastrophes, de la violence et du pouvoir se mélangent à des allégories mythologiques, des contes de fées, des légendes et des rêves.

Ils sont considérés comme l’un des secrets les mieux gardés de l’art du XXe siècle. Jusqu’à présent, ils n’ont été exposés qu’une fois, en 1936 à Madrid. C’est donc l’occasion d’apprécier cette œuvre fascinante de Max Ernst, figure incontournable du dadaïsme et du mouvement surréaliste, artiste majeur du XXe siècle.

28/03/2009 - 19:42h Édipo

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Œdipus – Max Ernst (obra de 1922)

17/10/2008 - 18:14h Poemas de Neruda

As plêiades, de Max Ernst

É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amada,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço à noite explicações,
espero-a e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes à minha vida
com o que trazias,
feita
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo caído
das nossas alturas invencíveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.

Pablo Neruda

Plena mulher, maçã carnal, lua quente,
espesso aroma de algas, lodo e luz pisados,
que obscura claridade se abre entre tuas pernas?
que antiga noite o homem toca com seus sentidos?
Ai, amar é uma viagem com água e com estrelas,
com ar opresso e bruscas tempestades de farinha:
amar é um combate de relâmpagos e dois corpos
por um so mel derrotados.
Beijo a beijo percorro teu pequeno infinito,
tuas margens, teus rios, teus povoados pequenos,
e o fogo genital transformado em delícia
corre pelos tênues caminhos do sangue
até precipitar-se como um cravo noturno,
até ser e não ser senão na sombra de um raio.

Pablo Neruda

14/09/2008 - 19:17h Os jardins do paraíso

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Os jardins da França de Max Ernst

26/08/2008 - 18:09h Amargura de mulher

Para Maria de Bourbon, a mulher
que eu amo estonteantemente,
de um amor sincero e eterno!

Guilherme Sachetti

Ninguém queira experimentar
De uma mulher sua amargura
É tão forte quanto à tormenta
E angustiante como a selva escura.

E como é malvada a mulher amada
Quando então amargurada…
Crava um punhal no peito
E antes disso prepara com alfinetadas.

Foge insana pela rua afora
Quando se não pelo mundo
Vinga-se de forma clássica
Sem perder sua postura.

O sol então se ofusca
O dia escurece em pleno verão
E os ventos assoviam
Nas tristes casas com vãos.

Naturalmente as lágrimas descem o rosto
Como se a terra as atraísse
Para que descansem no solo
Lágrimas do eterno amante triste.

Sem mais a amada,
Eterna ferida
Sem o encanto do amor
Sem mais vida.

E-mail: guilhermesachetti@hotmail.com

Guilherme Sachetti (1987) afirma que escreve por paixão. Não tem, até o momento, trabalhos publicados.

Fonte Blog Releituras

http://www.french.pomona.edu/msaigal/classes/FR102/Spring99/Jason-Molly/bride.jpg

Noiva (Bride) de Max Ernst

04/04/2008 - 11:10h No MASP de São Paulo

Max Ernst: Bryce Cânion Translation

A imagem do mestre surrealista alemão não representa, mas evoca o objeto por meio das texturas e dos acidentes provocados pelas próprias matérias. Desmoronamentos, abismos, fendas, pontas, agulhas sugerem a paisagem mágica de um Novo Mundo fantástico, transformando em ambíguas figuras a geologia do cânion americano. Aparece uma multidão pétrea fervilhando, trasladada para novos ínferos depois do dilúvio da Segunda Guerra Mundial. A obra fez parte de um portfólio dedicado aos parques nacionais dos Estados Unidos pela revista Fortune em 1947.


1946 / Ernst,Max
Bryce Canion Translation
50 x 39 / Óleo sobre tela

14/08/2007 - 22:25h Max Ernst, "L’habillement de l’épousée", 1939


“Le Surréalisme repose sur la croyance à la réalité supérieure de certaines formes d’association, négligées jusqu’à lui, à la toute puissance du rêve, au jeu désintéressé de la pensée.” (André Breton)