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	<title>Blog do Favre &#187; medicamentos</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: em um único medicamento a fraude foi de R$67 mil</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nota embaixo foi corrigida as 12,45 Hs. Os valores estavam errados e são R$67 mil.
Entre ontem e hoje, os jornais noticiam a dimensão da fraude solta na &#8220;gestão&#8221; da saúde de Kassab. 
Como os jornais inicialmente se deixaram levar pela antecipação feita pela própria administração, do grau de podridão e descontrole, na área; vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nota embaixo foi corrigida as 12,45 Hs. Os valores estavam errados e são R$67 mil.</p>
<p><em>Entre ontem e hoje, os jornais noticiam a dimensão da fraude solta na &#8220;gestão&#8221; da saúde de Kassab. </em></p>
<p><em>Como os jornais inicialmente se deixaram levar pela antecipação feita pela própria administração, do grau de podridão e descontrole, na área; vale lembrar que o esquema fraudulento foi arrebentado pela ação da polícia e do MP na operação &#8220;Parasitas&#8221;, mostrando a ação combinada entre empresários e prefeituras, incluída a da &#8220;gestão&#8221; Kassab. </em></p>
<p><em>Agora, depois da polícia contar com gravações e provas das falcatruas, sindicância interna da &#8220;gestão&#8221; descobre superfaturamento de até 310% em remedios.</em></p>
<p><em>Em um único medicamento que custa R$6,50, comprado pelos &#8220;gestionários&#8221; demo-tucanos por R$71,10, o ganho dos fraudadores foi de R$67 mil. </em></p>
<p><em>Deve ser o que no jargão demo-tucano denomina-se &#8220;gestão séria do dinheiro público&#8221;. <strong>LF</strong></em></p>
<div id="c">
<h3>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.thepassiranews.blogger.com.br/81015kassab.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.thepassiranews.blogger.com.br/81015kassab.jpg" width="554" height="379" /></div>
</h3>
<p><font size="5"><strong>Editorial  AGORA &#8211; 31/03/2009</strong></font><!--/DATA--></p>
<h1><!--TITULO--><font size="6">Não tem remédio: é fraude</font><!--/TITULO--></h1>
<div id="articleBy"></div>
<p><!--TEXTO--> A Prefeitura de São Paulo descobriu como funcionava um esquema para fraudar os cofres municipais com compras de medicamentos. Espertalhões metiam a mão no processo de licitação.</p>
<p>De um lado, empresas combinavam os preços que iam oferecer nos leilões de compra da prefeitura. Desse jeito, elas garantiam que o custo do remédio seria alto qualquer que fosse o vencedor da licitação.</p>
<p>Com o preço vitaminado, um medicamento que custa R$ 6,50 na praça foi comprado pela prefeitura a R$ 71,10. Como a compra foi feita em volumes grandes, a diferença embolsada pelos fraudadores numa única operação foi de R$ 67 mil.</p>
<p>Mas há centenas de processos como esse sob suspeita. Na varredura feita pela Secretaria da Saúde, até agora foram analisados 50 processos -em oito deles foi encontrada alguma falcatrua. Outros 137 casos estão na fila da checagem.</p>
<p>O único lado bom nisso tudo é que a prefeitura foi capaz de identificar a pilantragem _depois de ter recebido um toque da Polícia Civil e do Ministério Público. A partir daí, promete implantar um sistema de compras de remédios mais rigoroso.</p>
<p>Esse tipo de fraude, porém, não ocorreria sem a participação de gente de dentro da prefeitura. Até agora, a investigação não forneceu nomes, mas é preciso que os trambiqueiros respondam na Justiça por seus desvios e sejam expulsos da administração.</p>
<p>Embolsar a grana da saúde é o fim da picada.</p>
<h3></h3>
<p><strong><font size="5">Prefeitura de SP investiga superfaturamento de até 310%</font></strong></p>
<p>Sobrepreço foi constatado em produtos hospitalares comprados de cinco empresas</p></div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Marcelo Godoy &#8211; O Estado SP &#8211; 30/3/2009</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Investigação feita pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo identificou oito contratos das empresas supostamente envolvidas na chamada máfia dos parasitas com &#8220;indícios de fraude e superfaturamento&#8221; de até 310% nos preços de produtos hospitalares fornecidos à Prefeitura. Por ordem do secretário da pasta, Januário Mantone, os processos serão alvo de investigação específica e foram encaminhados ao Ministério Público Estadual (MPE) e à inteligência da Polícia Civil de São Paulo.</p>
<p>A decisão foi tomada depois que a Comissão Especial de Averiguação Preliminar (CEAP) concluiu seu primeiro relatório sobre os 187 contratos do período de 2003 a 2008 com cinco empresas suspeitas. Os donos das empresas negam irregularidades. Quatro deles que haviam sido presos na Operação Parasitas &#8211; feita em outubro de 2008 para investigar empresas supostamente envolvidas em fraudes em licitações na área da saúde &#8211; receberam da Justiça o direito de responder as acusações em liberdade.</p>
<p>O sistema de compras, o almoxarifado, as licitações e as pesquisa de preços da secretaria passaram por um pente fino. A comissão sugeriu mudanças que foram, de imediato, determinadas pelo secretário. O objetivo de Montone é evitar problemas criados pela falta de controle e fragilidade do sistema atual. O Estado teve acesso ao relatório de 30 páginas feito pela CEAP. A comissão analisou 50 contratos e encontrou &#8220;fragilidades principalmente nos processos de pesquisa de preços e logística&#8221;.</p>
<p>Seis páginas do relatórios detalham as irregularidades encontradas. No pregão vencido pela empresa Biodinâmica para o fornecimento de instrumentos cirúrgicos ao Hospital Tiradentes, a comissão verificou superfaturamento de 316% em um dos lotes e de 301% em outro. &#8220;Há ainda o fato de a empresa ter entregado instrumentais de qualidade duvidosa, conforme relatório da unidade.&#8221;</p>
<p><strong>DIRECIONAMENTO</strong></p>
<p>A compra de Ganciclovir (antiviral) 250mg da empresa Halex Istar também foi alvo da apuração. A CEAP constatou que, no pregão 444/08, &#8220;o descritivo está direcionado para o produto da Halex Istar&#8221;. A comissão não sabe se isso fez com que o preço do produto fosse abusivo, mas diz que &#8220;o valor negociado com uma empresa distribuidora da Halex Istar e vencedora do item foi de R$ 60,00 e para o mesmo produto o valor contratado por esta pasta foi de R$ 140, com a própria fabricante&#8221;.</p>
<p>Além de questionar o fato de o fabricante ter feito um preço maior que o distribuidor do remédio, a comissão afirma que &#8220;cabe ressaltar ainda que, na pesquisa de mercado atual, a CEAP pesquisou ata vigente no Estado do Rio Grande do Norte do mesmo produto e da mesma marca por R$ 39,80.&#8221;</p>
<p>Em outro caso, a pasta constatou, por meio de nota fiscal recebida da Secretaria da Fazenda, que a Velox comprava o remédio fluconazol 2mg/ml (antipúngico) por R$ 6,50 do fornecedor Danimed e revendia o produto à Prefeitura por R$ 71,10, o que correspondente um valor 993,85% superior. &#8220;Para esta comissão é uma diferença abusiva.&#8221; Um hospital particular de São Paulo paga pelo mesmo medicamento R$ 23,90.</p>
<p>Em outro caso, um funcionário da secretaria comprou uma tal quantidade de armários roupeiros que eles não cabiam no Hospital Tiradentes. A comissão constatou que havia a falta de 128 armários. Há suspeita ainda de direcionamento da pesquisa de mercado &#8211; todas as empresas consultadas forneceram valores em torno de R$ 5 milhões -, conforme registrou a presidente da CEAP, Dirce Shimomoto.</p></div>
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		<title>EUA indicam remédio para prevenir câncer de próstata</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Usada para tratar calvície, finasterida reduz em 25% o risco de tumor maligno
Recomendação se apoia em estudo com 18.882 homens; especialistas se dividem sobre o uso da droga, que pode gerar disfunção sexual
AMARÍLIS LAGE &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) e a Associação Americana de Urologia (AUA) divulgaram no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://dicasgratis666.files.wordpress.com/2008/08/finasterida.jpg" alt="http://dicasgratis666.files.wordpress.com/2008/08/finasterida.jpg" width="126" height="267" /><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/41381000/gif/_41381365_prostate_cancer.gif" alt="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/41381000/gif/_41381365_prostate_cancer.gif" width="375" height="270" /></div>
<p><strong> Usada para tratar calvície, finasterida reduz em 25% o risco de tumor maligno</strong></p>
<p><strong>Recomendação se apoia em estudo com 18.882 homens; especialistas se dividem sobre o uso da droga, que pode gerar disfunção sexual</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">AMARÍLIS LAGE &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) e a Associação Americana de Urologia (AUA) divulgaram no dia 24 a primeira recomendação de um remédio para a prevenção do câncer de próstata.</p>
<p>A orientação prevê que homens saudáveis usem finasterida para prevenir esse tipo de tumor -procedimento que a Asco definiu como &#8220;quimioprevenção&#8221;. O remédio já é utilizado atualmente no tratamento da calvície e do crescimento benigno da próstata.</p>
<p>A recomendação tem como base o PCPT (Prostate Cancer Prevention Trial), estudo realizado nos Estados Unidos e no Canadá com 18.882 homens com idade acima de 55 anos e sem sinal de câncer de próstata.</p>
<p>Durante sete anos, parte dos participantes tomou finasterida e parte, placebo. Constatou-se que o uso do remédio reduziu em cerca de 25% o aparecimento do câncer.</p>
<p>O resultado, porém, foi acompanhado de uma polêmica: aparentemente, os homens que tomaram finasterida e tiveram câncer de próstata apresentavam tumores mais agressivos. Estudos posteriores mostraram que, como esses participantes tinham a próstata reduzida pela finasterida, era mais fácil encontrar nas biópsias deles tumores agressivos. Além disso, os pesquisadores relataram que esses tumores eram detectados antes no grupo que tomou o remédio do que no grupo que recebeu placebo.</p>
<p>&#8220;O tempo mostrou que a finasterida deixa essas células com uma aparência mais &#8220;feia&#8221;, mas é só uma alteração morfológica, elas não ficam mais agressivas. Houve uma polêmica que dividiu os médicos, mas ela vai acabar. Se a AUA adotou essa recomendação, é porque as evidências a favor da finasterida são muito fortes&#8221;, avalia o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP.</p>
<p>Mas, para outros especialistas, ainda há algumas perguntas em aberto. &#8220;Uma delas é: a finasterida só evita o câncer mais leve, e não o mais agressivo? Outra: qual o resultado da finasterida depois de sete anos? Há indício de que, após esse período, a proteção diminua&#8221;, afirma Stênio de Cássio Zequi, cirurgião pélvico do Hospital do Câncer A.C.Camargo.</p>
<p>O urologista Carlos Eduardo Corradi, chefe do departamento de uro-oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), considera a recomendação norte-americana precoce. &#8220;Estudos com o câncer de próstata demoram muitos anos para apresentar resultados e o PCPT não teve a conclusão final ainda. A gente não sabe o que pode acontecer a longo prazo.&#8221;</p>
<p><strong><br />
Desvantagens</strong></p>
<p>As entidades norte-americanas recomendam que homens que já tomam finasterida e aqueles que têm PSA total até 3 conversem com seus médicos sobre os prós e contras de tomar o medicamento a longo prazo. No Brasil, o PSA total é considerado saudável até 2,5, mas isso varia de acordo com outros fatores, como o tamanho da próstata do paciente e o índice de PSA livre.</p>
<p>Uma desvantagem do remédio é que ele pode gerar disfunção sexual e crescimento da mama. De acordo com Zequi, esses efeitos costumam atingir cerca de 3% dos pacientes.</p>
<p>Para os especialistas ouvidos pela Folha, o uso do medicamento deve ser indicado para homens que integrem grupos de risco. Ter um parente de primeiro grau com a doença eleva em duas vezes o risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a incidência da doença parece ser maior em negros, de acordo com Srougi.</p>
<p>Ele ressalta que, atualmente, os urologistas não têm à disposição nenhum outro método preventivo para o câncer de próstata. Há alguns anos, acreditou-se que o licopeno (substância que confere a cor vermelha do tomate), o selênio e a vitamina E teriam um efeito protetor, mas levantamentos recentes mostraram que ainda não há evidências suficientes nesse sentido.</p>
<p>Procurado pela reportagem, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta pesquisas que não tenham tido participação do corpo clínico do órgão.</p>
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		<title>Setor empresarial americano espera uma nova era de regulamentação</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 12:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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AP




Barack Obama e sua mulher, Michelle, participam de evento no Memorial Lincoln, ontem em Washington

John Carey e Theo Francis, BusinessWeek &#8211; VALOR
Nas salas da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), em Washington, alguns funcionários estão planejando festas comemorativas da posse presidencial. O entusiasmo é um prenúncio de amplas mudanças de regulamentação empresarial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><span id="ctl00_Conteudo_LblConteudo"></p>
<div style="text-align: center"><font size="1"><em>AP<br />
</em></font><img src="http://www.valoronline.com.br/Imagens/Impresso/ed_0002179/imagens/foto_19int-eua-a12.jpg" /></div>
<p></span></div>
<p><span id="ctl00_Conteudo_LblConteudo"></span></p>
<div align="center"><span id="ctl00_Conteudo_LblConteudo"></p>
<div class="descricao_foto_legenda"><font size="1"><em>Barack Obama e sua mulher, Michelle, participam de evento no Memorial Lincoln, ontem em Washington</em></font></div>
<p></span></div>
<p style="background-color: #ffff99">John Carey e Theo Francis, BusinessWeek &#8211; VALOR</p>
<p>Nas salas da Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), em Washington, alguns funcionários estão planejando festas comemorativas da posse presidencial. O entusiasmo é um prenúncio de amplas mudanças de regulamentação empresarial que virão, para melhor ou para pior, com o presidente Barack Obama.</p>
<p>O fato de o governo democrata que assume amanhã o poder estar defendendo controles mais rigorosos sobre o setor privado não surpreende. Mas, desta vez, o retorno do pêndulo não é puramente ideológico. Só em 2008 houve o derretimento financeiro, brinquedos contaminados com chumbo, aeronaves com registros de inspeção duvidosos e vegetais contaminados com salmonela, entre outros casos que afetaram empresas tanto grandes como pequenas. &#8220;Há evidente percepção no país de que a era de desregulamentação prejudicou os EUA&#8221;, diz David Michaels, diretor de saúde ambiental na Faculdade de Saúde Pública, da Universidade George Washington.</p>
<p>Agora que os ventos da política sugerem mudanças inevitáveis, muitas empresas declaram apoiar maior rigor na regulamentação. A nova mentalidade em Washington, diz William Morin, diretor de assuntos governamentais na Applied Materials, fabricante de semicondutores em Santa Clara, Califórnia, &#8220;é a diferença entre as pessoas que querem fazer o governo funcionar e um pessoal que via o governo como sendo o problema&#8221;.</p>
<p>Algumas companhias estão até mesmo pedindo supervisão mais rigorosa. Laboratórios farmacêuticos estão pedindo uma FDA (agência de alimentos e medicamentos dos EUA) revitalizada. Algumas companhias de eletricidade estão pedindo limites para as emissões de carbono. &#8220;Somos favoráveis a regulamentação forte&#8221;, diz James C. Greenwood, diretor da Organização do Setor de Biotecnologia.</p>
<p>Mas, nos bastidores, muitos executivos temem que agências competentes avancem demais, impondo novas regras tão duras que possam ameaçar a economia. &#8220;Não se deve reagir excessivamente e estrangular as inovações&#8221;, diz R. Bruce Josten, vice-presidente da Câmara de Comércio americana para questões governamentais.</p>
<p>Item prioritário na agenda do governo Obama: dar sustentação ao sistema financeiro. O Congresso e as agências responsáveis pela regulamentação bancária considerarão propostas para ajudar mutuários da casa própria sob risco de perder seu imóvel por falta de pagamento. Eles provavelmente tornarão mais rigorosas as regras para concessão de empréstimos e elevarão o requisito mínimo de capital exigido dos bancos &#8211; dinheiro mantido em reserva para garantir os empréstimos que concedem. E poderão, pela primeira vez, impor novos requisitos de capital a alguns fundos de hedge. De fato, amplas áreas do sistema financeiro &#8220;sombra&#8221; &#8211; os mercados de derivativos escassamente regulamentados &#8211; poderão vir a ser submetidos a supervisão federal mais severa, especialmente o mercado de swaps de risco de crédito.</p>
<p>Mais no longo prazo, disse Obama, a regulamentação financeira precisa ser reformulada. Algumas agências deveriam ser consolidadas, e os riscos que as grandes empresas criam para o sistema financeiro deveriam ser monitoradas melhor. São prováveis propostas de consolidação da Comissão de Negócios Futuros com Commodities (CFTC), que regulamenta os mercados de futuros, com SEC (a comissão de valores mobiliários). E alguns analistas estão defendendo a criação de uma agência fiscalizadora interdepartamental para policiar produtos financeiros oferecidos ao consumidor pessoal.</p>
<p>Outras agências regulamentadoras também estão se sentindo revigoradas. Na Osha (agência de segurança e saúde ocupacional), que publicou apenas um novo regulamento sobre saúde ocupacional em 10 anos, &#8220;existem algumas normas que estão engavetadas há muito tempo e que poderiam rapidamente ser atualizadas e promulgadas&#8221;, diz Adam Finkel, que trabalhou na Osha. Em outras áreas, a criação de normas poderá ser substancial nos próximos anos. Novos limites são esperados para a presença de mercúrio e outros poluentes. É possível que, nas empresas de transportes por caminhão, os motoristas tenham de trabalhar em turnos mais curtos e que os veículos sejam obrigados a cumprir critérios mais rigorosos de economia de combustível. O setor de agronegócios poderá ter de respeitar novas normas para que agricultores evitem contaminações.</p>
<p>É claro que poucas normas serão oficializadas sem oposição. John Castellani, presidente da organização Business Roundtable, está muito preocupado com a questão envolvendo mudanças climáticas. &#8220;Há muita incerteza sobre qual será o regime regulatório, como a tecnologia será disponibilizada e qual será o impacto sobre a economia&#8221;, diz ele. &#8220;Será uma batalha prolongada e difícil.&#8221;</p>
<p>Como as empresas devem se preparar? Em nível mais básico, &#8220;a melhor coisa a fazer é assegurar que seu setor de cumprimento de normas esteja em ordem, para que estejam preparadas quando chamadas por agências de fiscalização federal&#8221;, diz Scott H. Segal, sócio na Bracewell &amp; Giuliani, firma de advocacia e atividades lobistas.</p>
<p>Mas as empresas não deveriam só jogar na defensiva. Normas mais severas e repressão mais intensa também podem criar oportunidades. Poderá haver menos competição de empresas que driblam as regras e menor probabilidade de que escândalos devastem um setor inteiro. Por exemplo, na esteira dos surtos de doenças causadas por alimentos, que custaram centenas de milhões de dólares às empresas, &#8220;o setor se deu conta de que é tão saudável quanto o seu elo mais fraco&#8221;, diz William K. Hubbard, ex-funcionário da FDA. Além disso, as companhias podem favorecer suas marcas mantendo-se à frente das normas. &#8220;Uma empresa que exceda os padrões federais tem algo a alardear, como a Honda em termos de economia de combustível&#8221;, diz Joan Claybrook, presidente da Public Citizen e ex-diretor da Agência Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário.</p>
<p>As empresas também devem estar dispostas a encarar uma fiscalização mais dura, o que não é necessariamente negativo. &#8220;O governo Obama estará cheio de gente inteligente, que fará perguntas oportunas&#8221;, diz Segal. Por exemplo, ele cita que seus clientes empresariais freqüentemente conseguiam obter fáceis acordos com o governo Bush envolvendo provisões ambientais, mas então o processo empacava no Congresso ou em outra instância, devido à falta de credibilidade do governo em questões ambientais. Agora &#8220;vejo com simpatia este novo governo, porque uma vez negociado um acordo, poderemos efetivamente firmar compromissos duradouros&#8221;. As empresas também estão aliviadas diante da escolha do professor Cass Sunstein, da Faculdade de Direito de Harvard, para supervisionar as normas e regulamentos, porque ele é um firme defensor de análises custo/benefício, o que é defendido pelas empresas.</p>
<p>Acima de tudo, o setor privado espera que o governo Obama abra as portas para uma era de melhor, e não só mais regulamentação. Um passo simples é tornar o processo mais transparente. Gary D. Bass, diretor executivo do organização fiscalizadora OMB Watch, sempre ouve de executivos de pequenas empresas sobre o quanto é difícil saber quais normas precisam cumprir. &#8220;De uma hora para outra, recebem uma multa&#8221;, diz. O repositório central de regras federais do governo &#8220;é assombroso. Ele precisa de uma enorme reformulação&#8221;. Um avanço maior seria mais colaboração entre agências reguladoras. O conflito entre elas é comum.</p>
<p>Em Washington, lobistas e burocratas de carreira dizem que o clima mudou perceptivelmente. &#8220;Provavelmente, a maior mudança será um respeito emergente pelo governo como parte da solução&#8221;, diz Bass, da OMB Watch. &#8220;Nós vamos regulamentar em excesso&#8221;, prevê Edward B. Cohen, vice-presidente da Honda para relações com o governo. &#8220;A esperança é que a cada vai-vem do pêndulo regulatótio, aprendamos alguma coisa.&#8221; (Tradução de Sergio Blum)</p>
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		<title>Suspeita de fraude cancela leilão de saúde da Prefeitura</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 11:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carta enviada ao &#8216;Estado&#8217; antecipava empresa vencedora do pregão

Bruno Tavares e Marcelo Godoy &#8211; O Estado SP
A máfia dos parasitas é suspeita de tentar fraudar mais um pregão eletrônico para o fornecimento de medicamentos, desta vez na Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Parte do resultado da licitação, realizada na quarta-feira, foi antecipada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Carta enviada ao &#8216;Estado&#8217; antecipava empresa vencedora do pregão</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.parceirosdorim.com/imagens/manual_pos_04.png" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.parceirosdorim.com/imagens/manual_pos_04.png" width="415" height="385" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Bruno Tavares e Marcelo Godoy &#8211; O Estado SP</strong></p>
<p>A máfia dos parasitas é suspeita de tentar fraudar mais um pregão eletrônico para o fornecimento de medicamentos, desta vez na Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Parte do resultado da licitação, realizada na quarta-feira, foi antecipada em denúncia recebida pelo Estado em 11 dezembro, que a enviou ao Ministério Público Estadual (MPE). Ao ser informada ontem do caso, a pasta decidiu cancelar o pregão, medida tomada pelo secretário Januário Montone, antes mesmo da assinatura do contrato.</p>
<p>Quem havia vencido os itens sob suspeita era a Dupatri Hospitalar Comércio, Importação e Exportação Ltda, distribuidora da Halex Istar. Ela ofereceu os melhores preços para dois dos cinco produtos submetidos a cotação pública, concorrendo com o próprio fabricante do produto, a Halex Istar. Sediada em Goiânia (GO), a Halex Istar é um dos alvos da Operação Parasitas &#8211; investigação sobre fraudes de R$ 100 milhões em licitações para a compra de medicamentos e serviços hospitalares que, em 30 de outubro, levou cinco pessoas para a cadeia.</p>
<p>A informação de que o pregão 444/2008 para o processo 2008-0.298.502-1 teve o seu edital dirigido para a Halex Istar foi encaminhada ao Estado em 11 de dezembro por meio de uma carta registrada na agência dos Correios no Cursino, zona sul da capital. A denúncia especificava que a fabricante ganharia &#8220;pelo menos três&#8221; dos cinco itens licitados &#8211; Glanciclovir sódico 250 mg em sistema fechado, solução coloidal a base de hidroxietilamido a 6% e poligelina a 3,5% em sistema fechado. Segundo ela, &#8220;o descritivo foi totalmente feito para o produto produzido por esta empresa (Halex Istar)&#8221;.</p>
<p>A reportagem procurou o Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, no dia 12 e entregou a denúncia. Uma cópia também foi registrada em cartório. O pregão 444/2008 ocorreu na quarta-feira e seu o resultado foi publicado no dia seguinte. Os itens Ganciclovir (um antiviral) e Poligelina (um plasma sintético) foram vencidos pela Dupatri. A Halex Istar informou que é a única fabricante nacional do Ganciclovir &#8220;com essa especificação&#8221;. Disse que tem os melhores preços, daí porque é fácil prever que seus produtos vencerão um pregão.</p>
<p>O contrato que seria assinado previa gastos de pelo menos R$ 53 mil mensais com os itens vencidos pela Dupatri &#8211; a empresa se comprometeria a fornecer até o triplo do contratado. O valor global do pregão previa compras de R$ 379 mil por mês durante um ano.</p>
<p>Em nota oficial, a secretaria informou que &#8220;em face à existência de uma acusação de possíveis irregularidades no processo de leilão eletrônico, fará publicar na edição do Diário Oficial de amanhã (hoje) a decisão de suspensão do pregão, com vistas à investigação dos fatos denunciados&#8221;.</p>
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		<title>&#8216;Parasitas&#8217; sugam R$ 130 mi.  Este é o valor estimado por promotor do Gaeco sobre esquema de fraude com insumos hospitalares</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 12:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Jornal da Tarde
Relator mira em firma de distribuição
Com apenas dois votos contrários &#8211; Milton Leite (DEM) e José Police Neto (PSDB) -, a Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal aprovou ontem o relatório da subcomissão de vereadores que investiga a máfia dos parasitas. De autoria do petista Paulo Fiorilo, o texto pede, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://media.bigoo.ws/content/gif/smiles/smiles_407.gif" alt="http://media.bigoo.ws/content/gif/smiles/smiles_407.gif" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Jornal da Tarde</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/parasitas-sugam-r-130-mi-este-e-o-valor-estimado-por-promotor-do-gaeco-sobre-esquema-de-fraude-com-insumos-hospitalares/8974/" rel="attachment wp-att-8974" title="remedio.gif"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/12/remedio.gif" alt="remedio.gif" align="left" /></a><strong>Relator mira em firma de distribuição</strong></p>
<p>Com apenas dois votos contrários &#8211; Milton Leite (DEM) e José Police Neto (PSDB) -, a Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal aprovou ontem o relatório da subcomissão de vereadores que investiga a máfia dos parasitas. De autoria do petista Paulo Fiorilo, o texto pede, além de uma CPI em 2009, uma investigação do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Contas do Município (TCM) sobre os contratos da Secretaria de Saúde com a empresa Pronto Express, responsável por armazenar e distribuir insumos a rede básica hospitalar da capital.</p>
<p>“Há indícios de irregularidades nos preços praticados e na forma de contratação, além da informação de que a empresa foi habilitada junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em agosto de 2006, mas iniciou a prestação de serviços junto à Prefeitura no mês de maio de 2006”, destacou Fiorilo no relatório.</p>
<p><strong>Investigação parlamentar</strong></p>
<p>A Pronto Express, que substituiu os Correios na distribuição de medicamentos, virou alvo de investigação parlamentar após o vereador Aurélio Miguel (PR) ler em plenário reportagem do site Terra Magazine relatando que a empresa, com sede na Bahia, teve como sócio até 2003 o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), filho do senador ACM, morto em 2007, e que hoje é do publicitário Fernando Barros, acusado de ser “testa-de-ferro” de ACM Jr.</p>
<p>Para Police Neto, líder do governo na Câmara, “há excesso de acusações”. “Não vejo a relação apresentada (da Prefeitura) com o político baiano. Acho delicado lançar suspeição sobre algo que nem suspeição tem”, disse o vereador.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Saúde, o contrato original, de 2004, com os Correios omitia que o serviço era de distribuição de medicamentos e, por isso, a licença da Anvisa não foi exigida. Quando a Pronto Express assumiu o serviço, em maio de 2006, “a licença da Anvisa foi providenciada, a pedido da pasta.”</p>
<p><strong>PRONTO EXPRESS SUBSTITUIU CORREIOS</strong></p>
<p><strong>R$ 283 mil<br />
por mês era o valor pago, segundo a Secretaria Municipal<br />
de Saúde, aos Correios para cuidar da logística no recebimento de medicamentos e na distribuição para os hospitais<br />
municipais</strong></p>
<p><strong>Maio a novembro de 2006:<br />
foi o período em que a empresa Pronto Express assumiu em<br />
‘caráter emergencial’ o serviço, depois que os Correios decidiram rescindir o contrato com a Prefeitura por “falta de interesse”, segundo informações da pasta da Saúde</strong></p>
<p><strong>R$ 698, 7 mil<br />
por mês foi o valor que venceu licitação aberta pela Prefeitura, oferecido pela Pronto Express &#8211; na concorrência que teve mais cinco empresas, segundo a secretaria. O novo serviço começou no dia 1º dezembro de 2006</strong></p>
<p><strong>R$ 1,12 milhão<br />
por mês, atualmente, é o valor estimado do contrato com<br />
a empresa Pronto Express. O aumento no pagamento,<br />
segundo a pasta de Saúde, se deu em razão do maior volume de medicamentos distribuídos e da entrega a cada 15 dias, em vez de uma vez por mês </strong></p>
<p><strong><br />
&#8216;Parasitas&#8217; sugam R$ 130 mi</strong></p>
<p><strong>Este é o valor estimado por promotor do Gaeco sobre esquema de fraude com insumos hospitalares</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Fabio Leite &#8211; Jornal da Tarde</p>
<p>f.leite@grupoestado.com.br</p>
<p>O rombo provocado pela máfia dos parasitas nos cofres públicos de São Paulo pode chegar a R$ 130 milhões. A projeção é do promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público que investiga esquema de fraude em licitações para venda de insumos a hospitais públicos estaduais e municipais, entre 2004 e outubro deste ano.</p>
<p>“É uma das maiores, se não for a maior fraude no sistema de saúde que o Brasil já registrou”, afirmou Carneiro, um dos promotores que, na semana passada, ofereceram denúncia à Justiça contra 13 pessoas &#8211; três empresários, três funcionários, dois laranjas, um doleiro e quatro funcionários públicos -, acusadas de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato (desvio de recursos públicos) e fraude às licitações.</p>
<p>No dia em que encaminhou a denúncia ao juiz da 2ª Vara Criminal da capital, o Gaeco divulgou uma nota dizendo que as fraudes causaram prejuízo de pelo menos R$ 80 milhões aos cofres públicos. “Mas já há perspectivas das auditorias da (Secretaria Estadual da) Fazenda que elevam para até R$ 130 milhões”, disse Carneiro. A Fazenda informou que ainda não tem os valores, “pois as auditorias ainda não foram concluídas.”</p>
<p>Num organograma apresentado junto à denúncia, o Ministério Público (MP) mostra que o esquema tinha por finalidade subornar os quatro funcionários públicos para fraudar pregões eletrônicos e presenciais em três hospitais: Ipiranga, Pérola Byington (estaduais) e Tatuapé (municipal).</p>
<p>Segundo o MP, atuaram no esquema Ziran Maria de Melo Moreira (chefe da seção do setor e compras do Ipiranga), Márcia Meneghello (diretora técnica da divisão de enfermagem do Pérola Byington) e João de Oliveira Filho, funcionário do mesmo hospital, e Milva Lúcia de Melo, diretora de farmácia do Tatuapé. O MP estima que eles teriam desviado, entre 2004 e 30 de outubro deste ano R$ 17,2 milhões, “ainda não integralmente calculados”.</p>
<p>No Hospital Municipal do Tatuapé, a servidora Milva, afirma a promotoria, interagia com a quadrilha “fraudando os procedimentos de licitação colocados em sua alçada”. Ela “controlava o estoque de produtos farmacêuticos, viabilizando pedidos depois repassados à quadrilha, segundo os seus próprios interesses espúrios”, informa a denúncia. Milva foi exonerada no dia 17 de novembro, a pedido, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.</p>
<p>Além de superfaturar o preço de insumos, já que as empresas idôneas que participavam do pregão eram desclassificadas pelos servidores públicos, mesmo apresentando preços menores, o suposto esquema ainda entregava produtos de baixa qualidade e em menor quantidade, segundo o MP.</p>
<p>Das 11 empresas suspeitas de participar da máfia, segundo o Departamento de Polícia Judiciária (Decap), que também investiga o esquema, cinco mantêm contratos com a Prefeitura. São elas: Embramed, Velox, Halex Istar, Home Care e Biodinâmica. Juntas elas receberam R$ 17,3 milhões do governo municipal entre 2005 e outubro deste ano. Para Carneiro, promotor do Gaeco, “todos os contratos com as empresas envolvidas são suspeitos.”</p>
<p><strong><br />
ENTENDA O CASO</strong></p>
<p>Em 30 de outubro, a Polícia Civil desmantelou o esquema da ‘máfia dos parasitas’, acusada de fraudar licitações para venda de insumos a hospitais públicos, com superfaturamento de preços.</p>
<p>Das 11 empresas investigadas pelo Ministério Público , 5 mantêm contratos com a Prefeitura da capital: Embramed, Home Care, Halex Istar, Biodinâmica e Velox.</p>
<p>13 suspeitos (incluindo quatro servidores municipais e estaduais) foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público, que estima um prejuízos de até R$ 130 milhões para os cofres públicos.</p>
<p>Além da denúncia do MP que se refere a hospitais públicos municipais e estaduais de São Paulo, a máfia dos parasitas, segundo a Polícia Civil, também se ramificou por mais 29 prefeituras do Rio,de Minas Gerais e Goiás. Neste caso, a quantia de dinheiro público desviado ainda não foi calculada.</p>
<p><strong>&#8216;É uma das maiores, se não for a maior, fraudes no sistema de saúde que o Brasil já registrou”</strong></p>
<p><strong>JOSÉ REINALDO GUIMARÃES CARNEIRO,<br />
PROMOTOR DO GAECO, QUE JÁ ENCAMINHOU DENÚNCIA À JUSTIÇA<br />
CONTRA 13 ACUSADOS DE ENVOLVIMENTO COM O ESQUEMA DE FRAUDES<br />
EM LICITAÇÕES DE HOSPITAIS PÚBLICOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS </strong></p>
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		<title>‘máfia dos parasitas’: empresa baiana entra na mira</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 22:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Pronto Express, contratada para a distribuição de material hospitalar, teria ACM Jr. como sócio oculto
Fabio Leite &#8211; Jornal da Tarde 
f.leite@grupoestado.com.br
A subcomissão de vereadores que investiga a atuação da máfia dos parasitas dentro da administração municipal questionou ontem uma possível ligação da empresa Pronto Express, responsável pela distribuição de medicamentos à rede pública hospitalar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://comfesembobagem.files.wordpress.com/2007/09/diabo-evangelico.png" alt="http://comfesembobagem.files.wordpress.com/2007/09/diabo-evangelico.png" /></div>
<p><strong>Pronto Express, contratada para a distribuição de material hospitalar, teria ACM Jr. como sócio oculto</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Fabio Leite &#8211; Jornal da Tarde </strong></p>
<p>f.leite@grupoestado.com.br</p>
<p>A subcomissão de vereadores que investiga a atuação da máfia dos parasitas dentro da administração municipal questionou ontem uma possível ligação da empresa Pronto Express, responsável pela distribuição de medicamentos à rede pública hospitalar da cidade, com o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), o ACM Júnior, filho do ex-senador baiano morto em 2007.</p>
<p>O indício foi apresentado pelo vice-presidente da subcomissão, Aurélio Miguel (PR), e pegou de surpresa o secretário adjunto da Saúde, Ailton de Lima Ribeiro, e o coordenador de hospitais municipais Paulo Kron Psanquevich, que prestavam esclarecimentos aos vereadores sobre a apuração realizada pela secretaria do esquema que fraudava licitações para a venda de insumos hospitalares.</p>
<p>“É alguma coisa estranha”, disse o vereador do ‘Centrão’ &#8211; bloco formado por PMDB, PR, PTB e PP que tem votado com governo -, referindo-se ao fato de ACM Júnior ser do mesmo partido do prefeito Gilberto Kassab (DEM).</p>
<p>“Foi uma novidade que surgiu na subcomissão e que requer investigação por conta da relação do governo com o político da Bahia”, afirmou Paulo Fiorilo (PT), que apresenta amanhã seu relatório sobre a investigação parlamentar do caso. “Será preciso analisar como se deu esse processo licitatório que escolheu a Pronto Express, mas agora não temos mais tempo para isso.”</p>
<p>Para o presidente da subcomissão, Roberto Tripoli (PV), os novos indícios terão de ser analisados a fundo na próxima legislatura. “Não tenho dúvida de que a primeira CPI de 2009 será essa (dos parasitas)”, afirmou.</p>
<p>Segundo o delegado do Departamento de Polícia Judiciária (Decap), Luiz Storni, que comandou o inquérito da máfia dos parasitas, a distribuição de medicamentos pode ser um dos estágios do esquema fraudulento. “Ainda não há indícios concretos, mas com certeza alguém tem de ser responsabilizado pelo recebimento de material inadequado e em quantidade inferior (ao licitado).”</p>
<p>De acordo com Storni, esses problemas foram encontrados no Hospital Municipal do Tatuapé. “Já teve fraude lá, tanto é que teve gente indiciada”, disse referindo-se à funcionária pública Milva Lúcia de Melo Moreira, uma das 13 pessoas já denunciadas à Justiça pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Ela foi exonerada no dia 17 de novembro, a pedido, segundo o governo.</p>
<p><strong>Leitura em plenário</strong></p>
<p>Aurélio Miguel leu no plenário trecho de reportagem do site Terra Magazine, de abril deste ano, que diz que “até fins de 2003, Antonio Carlos de Magalhães Jr. apareceu como sócio das empresas Cosmo Express e Pronto Express Logística, desaparecendo a partir de então, deixando à frente o publicitário Fernando Barros”. Na matéria, o deputado baiano Emiliano José (PT) acusa Barros de “testa-de-ferro” de ACM.</p>
<p>O secretário adjunto Lima Ribeiro disse que não é de responsabilidade da secretaria saber quem são os sócios das empresas contratadas. “Desconheço a existência dessas pessoas e não cabe a nós analisar o quadro societário das empresas”. A Pronto Express &#8211; cuja sede fica em Salvador &#8211; foi procurada mas a assessoria de imprensa não retornou a ligação.</p>
<p><strong><br />
ENTENDA O CASO</strong></p>
<p>A ‘máfia dos parasitas’ foi desmantelada pela Polícia Civil, dia 30 de outubro, quando foram presos 5 acusados de subornarem servidores e superfaturarem os preços de material hospitalar</p>
<p>Das 11 empresas investigadas, 5 mantêm contratos com a Prefeitura: Embramed, Home Care Medical, Halex Istar, Biodinâmica e Velox Produtos d e Saúde</p>
<p>Na sexta-feira, o Ministério Público denunciou à Justiça 13 suspeitos (3 empresários, 3 representantes comericias e 7 servidores públicos) por formação de quadrilha, peculato (desvio do dinheiro público), lavagem de dinheiro e fraude de licitações</p>
<p>O MP diz que foram desviados R$ 80 milhões de 2004 a 2008</p>
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		<title>FDA pode banir drogas para asma</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 17:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Serevent e Foradil, broncodilatadores aprovados pela Anvisa, são amplamente usados no Brasil
Recomendação é de painel de especialistas da agência, que avaliam que remédios aumentam risco de morte; posição não é definitiva
FERNANDA BASSETTE &#8211; FOLHA SP
Especialistas da FDA (agência norte-americana que regulamenta a aprovação de alimentos e fármacos) sugeriram a proibição do uso dos medicamentos Serevent [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://imgsrv.kcbs.com/image/kcbs/UserFiles/Image/asthma_inhaler.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://imgsrv.kcbs.com/image/kcbs/UserFiles/Image/asthma_inhaler.jpg" width="502" height="377" /></div>
<p><strong>Serevent e Foradil, broncodilatadores aprovados pela Anvisa, são amplamente usados no Brasil</strong></p>
<p><strong>Recomendação é de painel de especialistas da agência, que avaliam que remédios aumentam risco de morte; posição não é definitiva</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">FERNANDA BASSETTE &#8211; FOLHA SP</p>
<p>Especialistas da FDA (agência norte-americana que regulamenta a aprovação de alimentos e fármacos) sugeriram a proibição do uso dos medicamentos Serevent e Foradil para tratar pacientes com asma sob a justificativa de que eles aumentam os riscos de morte. No Brasil, os dois remédios são aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e são amplamente prescritos pelos médicos.<br />
A recomendação foi feita durante uma reunião realizada anteontem nos Estados Unidos e ainda não é a posição definitiva da FDA, que costuma seguir a mesma linha de decisão.<br />
A discussão envolvendo os riscos dos medicamentos para asma incluía outros dois remédios: Advair (que ainda não é aprovado no Brasil) e Symbicort. Esses não tiveram associação direta com o aumento do número de mortes e continuam indicados para tratar asma.<br />
Segundo o alergista Celso Henrique de Oliveira, professor da pós-graduação em pediatria da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Foradil e Serevent são medicamentos broncodilatadores de ação prolongada, indicados apenas quando associados a um corticóide inalatório. Já Advair e Symbicort possuem corticóide na formulação. &#8220;O broncodilatador abre os brônquios e ajuda o paciente a respirar, enquanto o corticóide tem ação antiinflamatória e age no tratamento da doença.&#8221;<br />
O problema, explica Oliveira, é que muitos pacientes usam os broncodilatadores por conta própria e para alívio imediato da crise, sem associar com um corticóide -o que não é recomendado. Em tese, esses remédios deveriam ser vendidos apenas com receita médica.<br />
&#8220;A gente sabe que no Brasil a venda acontece indiscriminadamente. O remédio é indicado para uso duas vezes por dia, mas o paciente usa cinco, seis, até dez vezes. Isso causa uma sobrecarga mesmo. Além disso, as causas das mortes ainda estão sendo investigadas&#8221;, afirmou o alergista.<br />
Segundo Oliveira, Serevent e Foradil são medicamentos &#8220;primos&#8221; dos broncodilatadores Aerolin e Berotec, de ação curta e que são usados no tratamento de asma há mais de 30 anos. &#8220;Serevent e Foradil são melhores, melhoram a qualidade de vida do paciente e têm uma indicação específica. Em vez de proibir o uso, as agências reguladoras deveriam controlar a venda, feita de maneira indiscriminada, pois qualquer remédio ingerido em excesso pode aumentar o risco de morte.&#8221;<br />
Na opinião da alergista Yara Mello, diretora da Associação Brasileira de Asmáticos (Abra), os dois medicamentos possuem ação comprovada, demonstrada em inúmeros estudos clínicos, então ainda não há motivo para pânico.<br />
&#8220;O que a FDA está apresentando agora são evidências estatísticas de que há mais casos de morte de pacientes que usaram os remédios sem o corticóide, mas eles ainda não comprovaram qual mecanismo está envolvido nisso. Por isso, acho complicado associar o medicamento à morte&#8221;, ponderou.<br />
<strong><br />
Nenhum caso grave</strong><br />
A assessoria de imprensa da Anvisa informou que a agência está acompanhando as discussões internacionais sobre a indicação de Serevent e Foradil para tratar asma, mas avisou que, por enquanto, não há indícios suficientes de riscos para proibir os medicamentos no Brasil e também não há nenhum registro de reação adversa ou efeito colateral grave associados aos medicamentos.<br />
Tatiana Matozo, da Novartis (fabricante do Foradil) e Robson Lima, da GlaxoSmithKline (que fabrica o Serevent) informaram que as empresas acreditam na segurança dos produtos, quando usados de acordo com o que está previsto na bula -uso do remédio associado a um corticóide inalatório. As duas informaram também que a decisão não é definitiva.<br />
(Colaborou RACHEL BOTELHO)</p>
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		<title>Saiba ajudar as vítimas de SC</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 10:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Doações chegam a R$ 3,5 mi; saiba ajudar as vítimas de SC
Doação de água, mantimentos, dinheiro e sangue são algumas das formas de ajudar a população do Estado

                     da RedaçãoO Estado SP
&#160;


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SÃO PAULO - Por conta das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c">
<h1>Doações chegam a R$ 3,5 mi; saiba ajudar as vítimas de SC</h1>
<p>Doação de água, mantimentos, dinheiro e sangue são algumas das formas de ajudar a população do Estado</p></div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">                     da RedaçãoO Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<p>SÃO PAULO - Por conta das enchentes que atingiram o Estado de Santa Catarina, a Defesa Civil catarinense abriu sete contas bancárias para receber doações. Até o início da tarde desta sexta-feira, 28, mais de R$ 3,5 milhões já haviam sido arrecadados em doações. Além disso, podem ser doados outros materiais, alimentos e água. Em São Paulo, o único balanço da Defesa Civil do Estado aponta que empresas doaram 2.760 litros de água às vítimas do Estado de Santa Catarina. Há postos para doação de água, alimentos, roupas e calçados. Em Santa Catarina, a Defesa Civil montou postos de doação de sangue.<img src="http://www.estadao.com.br/fotos/novo_mapa_calamidades_27-11.gif" align="left" width="318" height="549" /><strong>Veja também:</strong></p>
<p><strong> </strong><strong><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></strong><a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais%21destaque.action?destaque.idEspeciais=872"><strong>Tragédia em Santa Catarina</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/especial_vermelho.gif" class="icone" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://blog.estadao.com.br/blog/tragediaemsantacatarina/" style="font-weight: normal"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Blog: envie seu relato sobre as chuvas </strong></a><strong><img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/blog_vermelho.gif" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://ilhadosemblumenau.wordpress.com/" target="blank"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Blog Ilha do sem Blumenau</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/blog_vermelho.gif" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://desabrigadositajai.wordpress.com/" target="blank"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Blog Desabrigados Itajaí</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/blog_vermelho.gif" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://arcadenoe.ning.com/profiles" target="blank"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Blog Arca de Noé</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/blog_vermelho.gif" /></strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" /></strong><a href="javascript:window.open('http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowGaleria.action?idGaleria=1227','galeria','scrollbars=0,menu=0,tollbar=0,directories=0,resizable=0,width=740,height=690');void(O);" style="font-weight: normal"><strong>Veja galeria de fotos dos estragos em SC</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/foto_vermelho.gif" /> </strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://www.estadao.com.br/busca/JSearch/TQM%21tQM.action?e=&amp;s=v%EDtimas%20das%20chuvas"><strong><img src="http://render.estadao.com.br/ext/selos/icone-bullet.gif" alt="link" border="0" />Tudo sobre as vítimas das chuvas</strong></a><strong> <img src="http://www.estadao.com.br/estadao/img/icones/lista_vemelho.gif" class="icone" /></strong>  </strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Água potável -</strong> Quem quiser doar água potável pode ir a qualquer posto da Polícia Militar ou dos Bombeiros (que funcionam 24 horas) ou ao Depósito do fundo de solidariedade do Jaguaré (que funciona das 9h às 18h na rua Marechal Mario Guedes, 331). O telefone para contato do depósito é 3768 1977. A lista completa dos postos no Estado está no <a href="http://www.polmil.sp.gov.br/" target="ioMain">site da PM</a>, no link Unidades PM.</p>
<p><strong>Roupas e utensílios</strong> - Para doações de roupas, calçados, cobertores, fraldas, água potável, material de higiene e alimentos não perecíveis, a entrega pode ser feita em dois postos de arrecadação: na Coordenadoria Municipal de Defesa Civil na Rua Afonso Pena, 130, no Bom Retiro, e na Cruz Vermelha Brasileira, na Avenida Moreira Guimarães, 699, na Saúde. As 31 subprefeituras da capital também recebem donativos, em horário comercial.</p>
<p>A partir de desta quinta-feira, 27, as escolas técnicas federais também recebem doações para os desabrigados pelas chuvas em Santa Catarina. Os interessados em oferecer água potável e doar agasalhos, cobertores e alimentos não-perecíveis devem ligar para o telefone 0800 616161. O endereço das escolas técnicas está disponível no site do Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>A Campanha Nacional de Solidariedade é promovida pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC. De acordo com o ministério, a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica reúne 214 unidades de ensino em todo o país.</p>
<p>Além de todos esses pontos, as doações de alimentos podem ser feitas também em seis pontos da Defesa Civil, localizados nos municípios de Blumenau, Brusque, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville e Timbó. Até o início da tarde, tinham sido doadas 25 toneladas de macarrão, 6 de biscoito, 50 de margarina e 3 de alimentos diversos, 2 mil roupas íntimas femininas, 5 mil litros de água e 30 mil litros de leite. O órgão também recebeu um caminhão carregado de bolachas e outro, de garrafas de água. A Defesa Civil de Santa Catarina disponibilizou a lista dos locais que servem como <a href="http://www.defesacivil.sc.gov.br/images/stories/locais_postos.doc" target="=_blank">postos de recolhimento e distribuição de doações às vítimas</a>.</p>
<p>A CAASP e a OAB-SP também estão recebendo doações em suas sedes. O endereço da CAASP é rua Benjamin Constant, 75, Centro, Capital. E a sede da OAB-SP fica na Praça da Sé, 385, Centro, Capital.</p>
<p>Neste domingo, 30, voluntários do Grupo Solvi estarão no Parque Trianon, na Avenida Paulista, a partira das 10 horas, recebendo doações. Dois caminhões foram destacados para levar os suplementos.</p>
<p>Além disso, empresa Gomes da Costa, firmou uma parceria com a Associação Portuguesa de Desportos em São Paulo para a Arrecadação de doações para a cidade de Itajaí. Quer quiser doar pode procurar os seguintes postos:</p>
<p><strong>Pointer Logística</strong></p>
<p>Rua Campo Vergueiro, 19 &#8211; Vila Anastácio</p>
<p><strong>Associação Portuguesa de Desportos</strong></p>
<p>Portão 3 &#8211; Rua Comendador Nestor Pereira, 33 &#8211; Canindé</p>
<p><strong>Imobiliária LUPA</strong></p>
<p>Av. Guilherme Cotching, 1776 &#8211; Vila Maria &#8211; 2813-9000</p>
<p>Av. das Cerejeiras, 959 &#8211; Jardim Japão &#8211; 2201-0122</p>
<p><strong>Big Pães Express</strong></p>
<p>Av. Líder, 1761 &#8211; Fone: 2741-1516</p>
<p>Rua Cabo João Monteiro da Rocha, 448</p>
<p>Rua Voluntários da Pátria, 1607</p>
<p><strong>Rede Droga Verde</strong></p>
<p>Av. Gal. Olímpio da Silveira, 15 &#8211; Santa Cecília &#8211; 3825-8139</p>
<p>Av. Dep. Emílio Carlos, 477 &#8211; Limão &#8211; 3951-3988</p>
<p>Rua Zilda, 522 &#8211; Casa Verde &#8211; 3858-8787</p>
<p>Av. Nova Cantareira, 387 &#8211; Água Fria &#8211; 2976-9500</p>
<p>Av. Joaquina Ramalho, 1170 &#8211; Vila Guilherme &#8211; 2901-0083</p>
<p><strong>Medicamentos -</strong> Aqueles que quiserem doar grandes quantidades de medicamentos podem levar a doação para o almoxarifado Central de Medicamentos que fica na Rua Domingos Pedro Hermes, 15 em Barreiros, São José (Próximo às Lojas de Pneus Continental e Abochar na BR 101).</p>
<p>Para doar pequenas quantidades de medicamentos, a população pode encaminhar as doações para a Secretaria Estadual da Saúde que fica na rua Esteves Junior, 160 no centro. Qualquer dúvida ligar para (48) 3346.0668 ou 3212-1641.</p>
<p><strong>Depósitos</strong> - Quem preferir doar dinheiro pode depositar a quantia escolhida em qualquer uma das contas abertas em nome da Defesa Civil. São elas: Banco/SICOOB SC &#8211; Agência 1005, Conta Corrente 2008-7;</p>
<p>Caixa Econômica Federal &#8211; Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8; Banco do Brasil &#8211; Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7; Besc &#8211; Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0; Bradesco S/A &#8211; 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1; Itaú S/A &#8211; 341, Agência 0289, Conta Corrente 69971-2; SICREDI &#8211; 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9.</p>
<p>A Defesa Civil alerta sobre mensagens recebidas por e-mail com contas falsas para doações. &#8220;O órgão não envia mensagens eletrônicas com pedidos de auxílio. As contas oficiais para depósito são publicadas no site&#8221;, informa o departamento, em sua <a href="http://www.defesacivil.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=507&amp;Itemid=1" target="=_blank">página na internet</a>. Dos mais de R$ 3,5 milhões doados, R$ 800 mil foram dados pelo Banco do Brasil (R$ 500 mil) e pelo Bradesco (R$ 300 mil). O restante é de pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p><strong>Doação de sangue</strong> &#8211; Quanto à doação de sangue no Estado de Santa Catarina, a Secretaria de Saúde informou que o Centro Hemoterápico de Blumenau e a Hemorrede pública de Santa Catariana (HEMOSC) estão preparadas para atender aqueles que quiserem doar sangue e que as unidades doadas nesses centros serão disponibilizadas diretamente para as regiões afetadas pela calamidade.</p>
<p><u>Os centros atendem das 7h30 às 18h30 nos seguintes endereços:</u></p>
<p><strong>HEMOSC Florianópolis</strong></p>
<p>Rua: Othon Gama D’eça, 756Centro &#8211; Florianópolis Tel. (48) 3251-9711</p>
<p><strong>Hemocentro regional de Chapecó</strong></p>
<p>Rua São Leopoldo, 391 Esq. Nsa. Sra. Desterro &#8211; Quadra 1309 Bairro Esplanada &#8211; Chapecó &#8211; SCCEP &#8211; 89811-050 Tel. (49) 3329-0550</p>
<p><strong>Hemocentro Regional de Joaçaba</strong></p>
<p>Av . XV de Novembro , 23Centro &#8211; Joaçaba &#8211; SCCEP &#8211; 89600-000 Tel. (49) 3522-2811</p>
<p><strong>Hemocentro Regional de Lages</strong></p>
<p>Rua Felipe Schmidt, 33S</p>
<p><strong>Organização das doações -</strong> A Secretaria Regional de Itajaí, em Santa Catarina, pede ajuda de novos voluntários para a classificação e organização de mantimentos que estão chegando no Parque da Marejada. Até esta sexta-feira, 28, oito caminhões carregados de mantimentos precisavam de voluntários para organização de produtos e doações antes que estes sejam enviados aos abrigos. Os voluntários devem ir até o Parque da Marejada, na Avenida Ministro Victor Konder, ou ligar no telefone da coordenação da SDR Itajaí (47) 3349 8718.</p>
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		<title>Santa Catarina pede doação de água potável, médicos voluntários e dinheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 21:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Moradores caminham por rua alagada em Itajaí, em Santa Catarina; a região foi a mais atingida pelas chuvas que mataram 86. A direita, Lula e o governador de SC, Luiz Henrique, sobrevoaram hoje a região do Vale do Itajaí; governo vai destinar R$ 1,6 bilhão
da Folha Online
Atualizado às 16h01.
A Defesa Civil de Santa Catarina pediu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/08331227.jpg" alt="http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/08331227.jpg" /><img src="http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/08331345.jpg" alt="http://f.i.uol.com.br/folha/homepage/images/08331345.jpg" /></p>
<div align="center"></div>
<p align="center"><em><font size="1"> <span id="ju_ftr">Moradores caminham por rua alagada em Itajaí, em Santa Catarina; a região foi a mais atingida pelas chuvas que mataram 86. A direita, Lula e o governador de SC, Luiz Henrique, sobrevoaram hoje a região do Vale do Itajaí; governo vai destinar R$ 1,6 bilhão</span></font></em></p>
<p style="background-color: #ffff99">da Folha Online</p>
<p>Atualizado às 16h01.</p>
<p>A Defesa Civil de Santa Catarina pediu doações de água potável, médicos voluntários e dinheiro aos municípios atingidos pelas chuvas. Com acessos interditados, há, no entanto, dificuldade para a entrega dos materiais. Com isso, Defesa Civil Estadual pede para os interessados priorizem as doações em dinheiro nas contas bancárias.</p>
<p>A água poderá ser entregue na Defesa Civil dos municípios, além dos órgãos de segurança do governo estadual, como polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Hospitais do Estado pediram também ajuda de médicos voluntários, como é o caso do Santo Antônio, em Blumenau, que precisa de um oftalmologista. Medicamentos para atender 50 mil pessoas foram enviados pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>A Defesa Civil criou duas contas bancárias para receber doações para compra de mantimentos. Os interessados em contribuir podem depositar qualquer quantia nas seguintes contas:</p>
<p>- Banco do Brasil &#8211; Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7;<br />
- Besc &#8211; Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0;<br />
- Bradesco Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1<br />
Em nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ &#8211; 04.426.883/0001-57</p>
<p>O posto da PRF (Polícia Rodoviária Federal) de Biguaçu, na região da Grande Florianópolis, está recebendo doações de alimentos não-perecíveis para as vítimas da enchente. A mercadoria arrecada será entregue à Defesa Civil Estadual.</p>
<p><strong>Itajaí</strong></p>
<p>O município de Itajaí, um dos mais afetados pelas chuvas, pede material para sutura e curativos para poder atender os feridos.</p>
<p>As doações podem ser entregues na Univali Itajaí &#8211;rua Uruguai, 458, em Itajaí. Moradores de outros Estados do país devem encaminhar os materiais para qualquer posto da Defesa Civil.</p>
<p>Carretas com doações às vítimas aguardam em Curitiba a liberação da estrada que dá acesso à cidade de Itajaí. Os caminhões levam roupas e alimentos, doados pela delegacia da Receita Federal em Foz do Iguaçu (PR), mas não conseguem chegar à cidade.</p>
<p>Orientação</p>
<p>A Defesa Civil Estadual pede prioridade nas doações em dinheiro. Mesmo que o empresário ou pessoa física queiram fazer doações em espécie, o Estado não conta, neste momento, com estrutura suficiente para atender o transporte desses produtos.</p>
<p>Entretanto, empresas interessadas podem enviar donativos desde que se responsabilizem pelo transporte. Ao menos 50 grandes empresas já fizeram doações. Foram montados centros de distribuição nas principais localidades atendidas.</p>
<p>São Paulo</p>
<p>Em São Paulo, a Cruz Vermelha Brasileira e a Comdec (Coordenadoria Municipal da Defesa Civil-SP) anunciaram a criação de postos para arrecadar doações para as vítimas das chuvas que atingem Santa Catarina.</p>
<p>A arrecadação vai funcionar 24 horas na sede da Comdec, na rua Afonso Pena, 130, no bairro Bom Retiro, e na sede da Cruz Vermelha Brasileira, na avenida Moreira Guimarães, 699, no bairro Saúde. As defesas civis das subprefeituras receberão doações em horário comercial.</p>
<p>O governo de São Paulo anunciou que a partir de hoje irá receber doações de água potável em todos os quartéis do Corpo de Bombeiros e em postos de policiamento da Polícia Militar.</p>
<p>As doações podem ser feitas durante o horário de funcionamento dos quartéis e postos. O transporte das doações será feito pelo Fundo Social de Solidariedade, segundo a Polícia Militar.</p>
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		<item>
		<title>A nova superbactéria</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
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Caption: Scanning electron microscope image of A. baumannii, with maps of its genome (outer circle) and alien island sequences (inner circle – red).
Credit: Courtesy of J.Carr/CDC; T.Gianoulis and D.Massa/Yale
Comunidade internacional divulga alerta para infecções resistentes a remédios
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<p align="center"><em><font size="1"><strong>Caption:</strong> Scanning electron microscope image of A. baumannii, with maps of its genome (outer circle) and alien island sequences (inner circle – red).<br />
<strong>Credit:</strong> Courtesy of J.Carr/CDC; T.Gianoulis and D.Massa/Yale</font></em></p>
<p><strong>Comunidade internacional divulga alerta para infecções resistentes a remédios</strong></p>
<p>Normalmente encontrada no solo e na água, uma perigosa e resistente bactéria se alastra por hospitais de todo o mundo, inclusive do Brasil, alertaram especialistas em doenças infecciosas em artigo publicado esta semana na revista médica “The Lancet”. De acordo com os médicos, a Acinetobacter baumannii seria ainda mais ameaçadora do que a MRSA (uma variante muito resistente de Staphylococcus aureus) e a Clostridium difficile: ela já responde por pelo menos 30% das infecções hospitalares resistentes a drogas.</p>
<p>— Há um crescente aumento de infecções por A baumannii em vários hospitais em todo o mundo — afirmou, em entrevista à Reuters, Matthew Falagas, da Universidade de Tufts, em Boston, e do Instituo Alfa de Ciências Biomédicas, na Grécia, co-autor do artigo ao lado de Drosos Karageorgopoulos. — E são infecções muito difíceis de tratar porque as bactérias são resistentes à maioria dos medicamentos disponíveis.</p>
<p>Brasil já registrou casos de infecção</p>
<p>Especialistas em infecção hospitalar no Brasil já estão cientes da ameaça da bactéria e de sua presença em centros de saúde no país há algum tempo.</p>
<p>— Do mesmo modo que em outros países, não somente as Staphylococcus aureus resistentes à meticilina, conhecidos como MRSA, têm preocupado nossa comunidade médicocientífica.</p>
<p>Surtos de infecções hospitalares causadas por A. baumannii, sensíveis somente ao antibiótico colistina, têm sido descritos, há alguns anos, no Brasil — diz Agnes Marie Sá Figueiredo, diretora do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>De acordo com o artigo da “Lancet”, o papel da A. baumannii em graves infecções diagnosticadas em pacientes criticamente doentes é cada vez mais claro. “Esse patógeno está associado a surtos de infecção muito difíceis de serem controlados”, destaca o texto.</p>
<p>Alguns médicos estão lançando mão de uma classe de antibióticos conhecidos como polimixinas para combater a infecção.</p>
<p>Essas drogas não são usadas há 20 anos para esta finalidade, em parte por causa dos efeitos colaterais que apresentam, entre eles problemas renais. “Isso significa que os médicos precisam de novas drogas para combater a bactéria”, sustentou Falagas. “Mas a melhor arma para deter o avanço da A. baumannii ainda é lavar bem as mãos. Essa é a medida mais importante de prevenção para os que trabalham em hospitais.” Mas não apenas. A limpeza das instalações hospitalares e dos equipamentos utilizados é ainda mais importante, sustentam especialistas em infecções resistentes.</p>
<p>A A. baumannii compartilha muitas das piores características da MRSA e da Clostridium difficile, como a sobrevivência em superfícies secas e a resistência à maioria dos desinfetantes. A A. baumannii sobrevive na poeira e até na roupa de cama por meses.</p>
<p>Ela também pode ser transportada na pele de pessoas saudáveis. Tudo isso torna muito difícil a erradicação da bactéria depois que ela se instala em alguma instituição, explicam os especialistas, e revelam a importância da limpeza rigorosa na prevenção.</p>
<p>A A. baumannii provoca infecções sangüíneas e pneumonia, entre outros problemas.</p>
<p>Especialistas dizem que a bactéria não representa uma ameaça às pessoas saudáveis e que mesmo para as linhagens mais resistentes ainda existem drogas eficazes. No entanto, dizem, a questão é preocupante.</p>
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