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	<title>Blog do Favre &#187; Minha Casa-Minha Vida</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>&#8221;A expressão que gringo mais fala hoje é Minha Casa, Minha Vida&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
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		<category><![CDATA[José Antonio Grabowsky]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa-Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[PDG Realty]]></category>

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		<description><![CDATA[José Antonio Grabowsky: Presidente da PDG Realty; segundo executivo, interesse dos investidores ficou claro na última emissão de ações feita pela PDG
Patrícia Cançado &#8211; O Estado SP
Por parte da concorrência, a PDG Realty é vista como uma incorporadora de banqueiros que nunca bateu um prego na vida. Mas a imagem não incomoda a empresa. Pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>José Antonio Grabowsky: Presidente da PDG Realty; segundo executivo, interesse dos investidores ficou claro na última emissão de ações feita pela PDG</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Patrícia Cançado &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Por parte da concorrência, a PDG Realty é vista como uma incorporadora de banqueiros que nunca bateu um prego na vida. Mas a imagem não incomoda a empresa. Pelo contrário: a crença é que essa mentalidade é fator de sobrevivência no setor. Criada por um fundo de participações de ex-sócios do Pactual, a PDG exibe hoje, após uma bem-sucedida captação de recursos na Bolsa, uma das situações de caixa mais confortáveis do mercado. Ao lado da MRV, é considerada uma das incorporadoras que mais podem lucrar com o programa do governo Minha Casa, Minha Vida. &#8220;Essa é a expressão que os gringos mais falam hoje&#8221;, diz o fundador e presidente da PDG, José Antonio Grabowsky. A seguir, principais trechos da entrevista:</p>
<p><strong>A PDG acabou de concluir uma captação na Bolsa, colocando R$ 784 milhões no caixa. Por que ela levantou todo esse dinheiro? </strong></p>
<p>A gente sabe que vai precisar de dinheiro no segundo trimestre de 2010 e já levantou o capital. As pessoas já estão enxergando, mas não é tão simples para todos, que o nosso negócio, principalmente à medida que vai entrando num processo de escala e industrialização, é de engenharia financeira. O resto é meio commodity. A ciência está no planejamento financeiro de longo prazo, porque senão você realmente quebra, como várias empresas estiveram perto de quebrar, porque chegaram em 2007 achando que era só comprar terreno, lançar e que o dinheiro aparecia em algum lugar.</p>
<p><strong>No meio da crise, vocês também se viram sem crédito?</strong></p>
<p>Nós fomos os únicos que fizeram uma operação de debêntures conversível com o BNDESPar &#8211; uma forma que o governo encontrou no meio da crise para ajudar o setor. Na época, era um seguro. Não havia nenhuma outra forma de captação. Mas precisávamos ter certeza que sobreviveríamos caso o estrago aumentasse. Com aquele dinheiro(R$ 270 milhões), se o estrago fosse enorme, a PDG teria sido talvez a única sobrevivente.</p>
<p><strong>Vocês se arrependeram?</strong></p>
<p>Hoje, que o mercado melhorou, muita gente fala: &#8220;Pô, vocês não se arrependem? Acabou saindo baratinho para eles.&#8221; Não tem problema. As debêntures agora vão deixar de ser uma dívida. Além disso, decidimos fazer um follow on (nova emissão de ações). Todos os investidores maravilhosos que dois anos atrás a gente sonhava em ser recebido &#8211; e ninguém queria nos receber &#8211; hoje estão querendo comprar ações da PDG.</p>
<p><strong>É efeito Minha Casa, Minha Vida?</strong></p>
<p>Essa é a expressão que gringo mais sabe falar. Todo mundo sabe o que é o plano, acompanha nos detalhes. Pela primeira vez o Brasil tem um plano realmente consistente. O País também está numa situação macroeconômica que permite fazer esse tipo de gasto público. O FGTS nunca esteve com tanto dinheiro, por causa de criação de emprego, da característica demográfica da população. No começo, a gente estava muito cético, achava que ia ser uma coisa eleitoreira. A grande beleza dele é ter sido muito simples. É o plano Robin Hood: quanto menos o cara ganha, mais ele ganha de subsídio. E aconteceu um fenômeno. Antes, eu só conseguia vender para famílias com renda a partir de R$ 2,5 mil. E hoje vendo para famílias com renda a partir de R$ 1,5 mil. Esse é um novo mercado para nós.</p>
<p><strong>Qual o tamanho desse mercado ?</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, são 11 milhões de famílias com renda entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil. Se 1% delas estiver se casando, mudando, separando, serão necessárias 110 mil unidades. É realmente um mercado muito grande, fora toda a velha discussão do déficit habitacional, que são os famosos 8 milhões de unidades, dos quais 2 milhões estão nessa faixa de renda. Eu diria que hoje demanda não é o problema. O grande problema é conseguir produzir para essa turma ganhando dinheiro. E poucas empresas sabem fazer isso.</p>
<p><strong>Esse sujeito está conseguindo financiamento fácil? </strong></p>
<p>Tem boa parte do problema que é das empresas e outra é da Caixa. Depois que você está com tudo certinho, são 90 dias para sair um financiamento, no máximo. O problema é que muitas empresas, principalmente as novatas, não vão conseguir fazer as coisas e vão botar a culpa na Caixa &#8211; e a culpa não é dela. Se você realmente achar que vai dar um jeitinho e que a Caixa não vai exigir tudo o que está na lista, mesmo que algumas coisas possam ser consideradas absurdas, você vai empacar e o financiamento não vai sair. O primeiro grande gargalo está dentro das empresas. Poucas estão estruturadas para operar com volume e ter velocidade.</p>
<p><strong>O programa provocou uma corrida por terrenos?</strong></p>
<p>A disputa não é igual à de 2007, quando 21 empresas tinham acabado de lançar ações em Bolsa, estavam com R$ 12 bilhões no caixa, disputando o mesmo terreno e fazendo o mesmo tipo de produto, notadamente em São Paulo. Hoje você tem cinco ou seis empresas grandes, mas estão espalhadas pelo Brasil inteiro.</p>
<p><strong>As empresas aprenderam a administrar melhor o caixa depois da crise?</strong></p>
<p>Tem gente que agora sabe fazer melhor e vai continuar tentando crescer. Mas são poucos. Acho que a maioria aprendeu que é melhor voltar a ter um tamanho médio, voltar a fazer o que sabe.</p>
<p><strong>Dá para se manter na Bolsa com essa filosofia? Os analistas de mercado costumam não perdoar o crescimento lento. </strong></p>
<p>Elas podem se manter, mas sem liquidez, sem ninguém acompanhando. Hoje você só deve ter só quatro ou cinco empresas (Cyrela, Gafisa, PDG, MRV e Rossi) cobertas por vários analistas importantes. As outras sumiram do radar. Nesse follow on ficou nítido que os investidores querem empresas com tamanho. Antigamente, todo mundo falava em fazer R$ 2 bilhões de VGV (valor geral de vendas). Isso acabou. Poucas fazem esse volume.</p>
<p><strong>O que se viu de consolidação até agora no setor foram empresas com dificuldade financeira se associando ou sendo incorporadas por maiores. Não haverá uma união de grandes, como MRV com PDG, por exemplo?</strong></p>
<p>Pode ser uma ideia (risos). Mas acho difícil uma grande consolidação. Enquanto tiver essa oportunidade de crescimento grande pela frente, eu sempre vou achar que vou crescer mais rápido que ele e ele do que eu. Outro problema continua sendo aquela história de empresas que eram familiares, com muito ego envolvido. Então, fica difícil você conseguir estruturar um negócio entre empresas saudáveis. A gente até teria maior facilidade, porque temos cabeça de banco. Mesmo nas que não estavam saudáveis, nunca achamos vantagem em fazer uma aquisição. E nós participamos de todos os data rooms (sala de informações onde ficam os dados financeiros) delas.</p>
<p><strong>Vocês já conversaram com a MRV?</strong></p>
<p>Com a MRV, não. Mas a gente já conversou com várias dessas médias empresas saudáveis e não sai negócio. Tem várias empresas boas, principalmente num foco que a PDG quer ter uma presença maior, que é classe média em São Paulo. Por isso, vamos criar uma empresa para atuar mais forte nesse segmento.</p>
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		<title>&#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; atingirá 800 mil moradias até junho 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Plantão &#124; Portal Globo &#8211; Reuters/Brasil Online &#8211; por Stella Fontes
SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; deverá alcançar 800 mil unidades contratadas até junho do próximo ano, ou 80 por cento da meta de 1 milhão de moradias estabelecida pelo governo federal, afirmou nesta sexta-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><img style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://imovelclass.com.br/assets/Minha-casa-minha-vida.jpg" alt="http://imovelclass.com.br/assets/Minha-casa-minha-vida.jpg" width="252" height="356" /><img src="http://imgs.sidneyrezende.com/srzd/upload/8/0/800px_paulo_bernardo.jpg" alt=" Ministro do Planejamento afirma que meta do 'Minha Casa' será cumprida Foto: Divulgação" width="230" height="173" align="left" /></h2>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Plantão | Portal Globo &#8211; Reuters/Brasil Online &#8211; por Stella Fontes</span></h2>
<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; deverá alcançar 800 mil unidades contratadas até junho do próximo ano, ou 80 por cento da meta de 1 milhão de moradias estabelecida pelo governo federal, afirmou nesta sexta-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo.</p>
<p>Até o final de 2009, o programa deverá alcançar 400 mil unidades contratadas, disse o ministro a jornalistas antes de proferir palestra no Secovi-SP, entidade que reúne empresas do mercado imobiliário paulista.</p>
<p>Citando dados fornecidos pela Caixa, o ministro informou que até 30 de setembro 95.659 unidades haviam sido contratadas no âmbito do &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;, equivalentes a pouco mais de 6 bilhões de reais.</p>
<p>Também até o final do mês passado, foram apresentados 352 mil pedidos de habitações para enquadramento no programa, equivalentes a 22,6 bilhões de reais.</p>
<p>O programa lançado pelo governo federal em março, de acordo com o ministro, deve movimentar um total de cerca de 60 bilhões de reais, dos quais 34 bilhões de reais em subsídios.</p>
<p>Durante apresentação a empresários do mercado imobiliário, o ministro afirmou ainda que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá apresentar uma segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, em março de 2010. &#8220;Se definirmos um conjunto de prioridades, teremos preparado para que o próximo governo se planeje&#8221;, disse.</p>
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		<title>Governo amplia uso de FGTS para habitação</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/governo-amplia-uso-de-fgts-para-habitacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[HUMBERTO MEDINA &#8211; FOLHA SP
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O governo ampliou o uso do FGTS para financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida. Os recursos do fundo poderão ser usados em imóveis avaliados em até R$ 100 mil, localizados em municípios com mais de 250 mil habitantes. O limite anterior era de R$ 80 mil para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">HUMBERTO MEDINA &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>O governo ampliou o uso do FGTS para financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida. Os recursos do fundo poderão ser usados em imóveis avaliados em até R$ 100 mil, localizados em municípios com mais de 250 mil habitantes. O limite anterior era de R$ 80 mil para aqueles com mais de 500 mil habitantes.<br />
O valor teto de avaliação chega a R$ 130 mil em localidades com mais de 1 milhão de habitantes. Esse limite valia apenas para Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Em janeiro do ano que vem, o limite de R$ 130 mil valerá para todas as capitais do país.<br />
O ministro Carlos Lupi (Trabalho) disse que as mudanças não têm a ver com o fato de haver eleições presidenciais no ano que vem. &#8220;Não podemos nos pautar pelo fato de haver ou não haver eleição, e sim pelo comportamento do mercado&#8221;, disse. &#8220;Ampliamos tendo em vista a realidade dos preços de mercado. Os imóveis nos grandes centros são mais caros&#8221;, afirmou.<br />
A decisão sobre o aumento do uso dos recursos do FGTS foi tomada pelo Conselho Curador do fundo, em reunião realizada ontem.</p>
<p>Infraestrutura<br />
Outra decisão do Conselho Curador foi aumentar de 30% para 100% o limite de participação dos recursos FI-FGTS (Fundo de Investimento em Infraestrutura do FGTS) em outros fundos que invistam em infraestrutura e sejam geridos pela Caixa Econômica Federal.<br />
O limite de 30% havia sido estabelecido para minimizar o risco para o FI-FGTS. Para o governo, o risco continua mitigado, porque a ampliação do limite só vale para fundos geridos pela Caixa, que assume os riscos. &#8220;Não é temerário, foi aprovado por unanimidade pelo conselho. O risco para o fundo é zero. O órgão garantidor é o órgão gestor. O risco é total da Caixa&#8221;, disse Lupi.<br />
<strong><br />
Balanço</strong><br />
O governo fez um balanço do uso dos recursos do FGTS ao longo da crise mundial (de setembro de 2008 a julho deste ano). Nesses 11 meses, houve R$ 48,4 bilhões em saques, R$ 11 bilhões investidos em habitação e saneamento, R$ 2,7 bilhões para subsidiar habitação de baixa renda e R$ 11,6 bilhões no FI-FGTS.<br />
Em 2009, até agosto, a arrecadação do fundo foi de R$ 35,9 bilhões, 14,56% maior que a do mesmo período do ano passado. Foram registrados R$ 32,9 milhões em saques, contra aproximadamente R$ 27 bilhões no mesmo período do ano passado.<br />
Ainda de acordo com o ministro, o superavit de pouco mais de R$ 3 milhões registrados até agosto deverá aumentar ao longo do ano, com a recuperação da atividade econômica.</p>
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		<item>
		<title>Para acelerar processos, Caixa Econômica Federal terceiriza avaliações relativas ao programa Minha Casa Minha Vida</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/para-acelerar-processos-caixa-economica-federal-terceiriza-avaliacoes-relativas-ao-programa-minha-casa-minha-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[CEF]]></category>
		<category><![CDATA[construtoras]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<category><![CDATA[programa habitacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo relaxa análise de casas populares

Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam
SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP 
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Governo relaxa análise de casas populares</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" alt="http://2.bp.blogspot.com/_DBHwd3tDxro/SjZPVkyv_wI/AAAAAAAAAac/BadmXhltUmE/s400/MinhaCasaMinhaVida.png" /></p>
<p><strong>Banco estatal alega &#8220;compromisso com governo federal&#8221; para mudança de seus procedimentos; funcionários protestam</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDRÉA MICHAEL &#8211; FOLHA SP </span></h2>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Com o objetivo de acelerar a construção das casas prometidas no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) para 2010, o governo federal terceirizou todas as análises técnicas de engenharia das obras.<br />
Com isso, os 973 engenheiros e arquitetos concursados da Caixa Econômica Federal -normalmente os encarregados das análises em grandes obras, que movimentam um volume significativo de recursos públicos- ficarão obrigatoriamente de fora do programa.<br />
Uma das principais vitrines do governo Lula, ao lado do Bolsa Família e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o MCMV prevê 1 milhão de casas para famílias com renda até dez salários mínimos. Somente em subsídios serão consumidos cerca de R$ 34 bilhões, incluindo recursos diretos da União e do FGTS.<br />
Em comunicado datado de 13 de agosto e obtido pela Folha, a Caixa alega um &#8220;compromisso com o governo federal&#8221; e determina que o trabalho de análise técnica seja distribuído para 3.682 funcionários terceirizados cadastrados pelo banco.<br />
A Caixa já vinha recorrendo à iniciativa privada para a avaliação de obras sob sua responsabilidade, uma vez que o quadro fixo de engenheiros e arquitetos não dá conta das demandas. Mas era política no banco delegar a esses terceirizados as análises de baixo risco, como avaliação do valor de imóvel a ser financiado. As obras de grande vulto e impacto social (como as do PAC e as da MCMV) costumavam ser repassadas para os funcionários de carreira.<br />
Em casos extremos, em que era preciso passar trabalho desses programas para terceiros, a obra era monitorada por um engenheiro do quadro da Caixa. Agora, noutra iniciativa surpreendente, a Caixa atribuiu apenas aos gerentes e supervisores técnicos a tarefa de monitorar os terceirizados.<br />
Segundo a Folha apurou, as mudanças foram recebidas com protestos pelo corpo de engenheiros do banco. Eles alegam sobrecarga de trabalho (no caso dos gerentes e supervisores) e esvaziamento de funções (no caso dos engenheiros e arquitetos). Além disso, apontam para os riscos de descontrole no uso de dinheiro público e dizem não querer se associar a um procedimento administrativo tão vulnerável.<br />
Essas queixas já foram encaminhadas ao vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda. Em algumas superintendências regionais, como no interior de São Paulo, funcionários estão se recusando a cumprir a determinação, o que levou à paralisação de obras.<br />
&#8220;A terceirização é comum. O que é anormal é retirar totalmente os funcionários do quadro da Caixa e deixar o monitoramento apenas na mão dos chefes&#8221;, reclama o presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz Guilherme Zigmantas. Ele é um dos representantes que está negociando a revogação da decisão com Hereda.<br />
Segundo Zigmantas, o vice-presidente do banco prometeu dar uma resposta aos funcionários até o final do mês.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Caixa diz que quer ampliar capacidade </strong></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Em nota, a assessoria de  imprensa da Caixa disse  que todos os profissionais  do quadro e os terceirizados estão sendo usados no  Minha Casa Minha Vida  &#8220;com o objetivo de ampliar  a capacidade operacional  da instituição e o cumprimento das metas&#8221;.<br />
A informação contradiz  comunicado da gerência  nacional do banco, de 13  de agosto, em que é atribuída à vice-presidência  de Governo ordem para  que &#8220;todas as análises técnicas de engenharia sejam  demandadas para empresas credenciadas&#8221;.<br />
O banco não responde  aos questionamentos sobre mudanças nos procedimentos nem sobre relato de que elas poderiam  ser revertidas. Diz que o  trabalho dos terceirizados  é supervisionado por gestores técnicos para garantir padronização, atendimento à legislação e qualidade técnica e que a meta  da instituição é contratar a  totalidade de 1 milhão de  casas prometidas.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Empreiteiras acham terceirização &#8220;essencial&#8221;</strong></span></p>
<p><strong>Para associação de construtores, não seria possível cumprir metas do programa sem contratação de terceirizados</strong></p>
<p><strong>Já sindicato de engenheiros e arquitetos critica mudança nos procedimentos e aponta ação &#8220;temerária&#8221; por parte da Caixa Econômica </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-size: xx-small;">Leonardo Wen &#8211; 26.ago.09/Folha Imagem</span></em><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/b0210200901.jpg" border="0" alt="" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em>Operários em obra do Minha Casa,Minha Vida, em Mauá (SP)</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Para Paulo Safady Simão,  presidente da CBIC (Câmara  Brasileira da Indústria da  Construção) -que reúne as  principais construtoras que  atuarão no programa-, a terceirização é um procedimento  normal, mas, no caso do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, essencial.<br />
&#8220;Sem o auxílio dos terceirizados, que trabalham com qualidade e foram escolhidos pela  própria Caixa, não seria possível cumprir a meta fixada, de  400 mil unidades contratadas  até o final deste ano&#8221;, disse.<br />
Em uma conta imprecisa, feita a pedido da reportagem, Simão arriscou dizer que haveria  atraso de pelo menos um ano  para atingir essa meta se a mão  de obra utilizada se restringisse  apenas aos quadros do banco  estatal.<br />
Lembra ainda que, além do MCMV, a Caixa tem R$ 24 bilhões em outros programas de habitação, saneamento, recuperação de imóveis usados e financiamentos de novas unidades que precisam ter andamento e, para isso, também requerem acompanhamento de profissionais da área técnica.<br />
Até o dia 29 de setembro, a  Caixa recebeu 1.862 propostas  de empreendimentos no  MCMV, para a construção de  355.821 unidades, que somam  R$ 22,9 bilhões. Só foram contratados 343 empreendimentos, equivalentes a 78.212 unidades e R$ 5,1 bilhões.<br />
Já o presidente do Confea  (Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e Agronomia), Marcos Túlio de Melo,  engenheiro civil, vê com reservas a ordem da Caixa. Segundo  ele, os engenheiros e arquitetos  da Caixa são reconhecidos como uns dos mais capacitados  do país. &#8220;Em vez de terceirizar,  o ideal era haver uma política  para remontar o número de  profissionais de acordo com a  necessidade dos programas.&#8221;<br />
Melo diz ainda que &#8220;é indispensável que esse programa seja supervisionado por um engenheiro ou arquiteto, caso contrário será uma ação muito temerária, além de ilegal.&#8221;<br />
O presidente da Aneac (Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa), Luiz  Guilherme Zigmantas, ressalta  que a preocupação dos engenheiros do quadro nesse caso  específico é o risco da operação.  &#8220;Quanto maior a terceirização,  maior o risco&#8221;, diz. Ele explica  ainda que é inviável deixar a supervisão das análises terceirizadas só nas mãos dos supervisores técnicos.<br />
&#8220;Obras como as do PAC e do  MCMV exigem praticamente  dedicação integral. Como é que  cerca de 60 supervisores do  país vão conseguir cuidar de tudo? Isso considerando obras  que podem movimentar milhões de reais&#8221;, afirma.<br />
Mesmo com a seleção feita  pela Caixa previamente para  contratar os terceirizados, ainda há problemas. A Aneac registrou o descredenciamento  de duas empresas no ano passado. Elas foram consideradas irregulares porque, ao mesmo  tempo em que faziam análise  para definir a liberação de dinheiro pela Caixa para determinado município, elas também concorriam na licitação  municipal para executar as  obras. <strong> (SHEILA D&#8217;AMORIM E ANDREA MICHAEL)</strong></p>
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		<title>&#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; chega às pequenas cidades</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério das Cidades publicou ontem as regras para a participação dos municípios com menos de 50 mil habitantes no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo as normas definidas pelo governo, cada município poderá apresentar três propostas de projetos com no máximo 30 unidades habitacionais, no caso de cidades com até 20 mil habitantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14038" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa3-150x150.jpg" alt="minhacasa" width="150" height="150" />O Ministério das Cidades publicou ontem as regras para a participação dos municípios com menos de 50 mil habitantes no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo as normas definidas pelo governo, cada município poderá apresentar três propostas de projetos com no máximo 30 unidades habitacionais, no caso de cidades com até 20 mil habitantes, e 60 unidades para os que tiverem entre 20 mil e 50 mil habitantes.</p>
<p>O benefício será para complementar investimentos em moradias para famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395). A proposta inicial do programa federal não contemplava esse grupo de municípios, que foram incluídos na redação final e aguardavam regulamentação. O prazo para apresentação das propostas se encerra no dia 28 de outubro. Depois dessa data, o Ministério das Cidades divulgará a relação dos selecionados em seu site. Os projetos serão analisados pela instituição financeira antes de ser encaminhados para a contratação.</p>
<p>O subsídio será dado com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), mas serão necessárias contrapartidas dos Estados e municípios com mais recursos, doação de terrenos e oferta de serviços. A intenção é que os governos locais também promovam iniciativas de redução de custo para a construção dos imóveis, como a desoneração de tributos do setor.</p>
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		<title>Imóvel popular lidera vendas em feira de SP</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida


Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP
Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Muitos fazem parte do Minha Casa, Minha Vida</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-13896" title="Casa_propria3" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Casa_propria3.jpg" alt="Casa_propria3" width="555" height="555" /><br />
</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Paulo Justus, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. &#8220;Mostramos que se consolidou um processo de retomada da atividade econômica&#8221;, diz Eduardo Sanovicz, organizador do evento.</p>
<p>A presença de imóveis populares foi a principal diferença em relação à última edição do evento. Das 100 mil habitações postas à venda, 48% se enquadravam no programa Minha Casa, Minha Vida, que facilita a compra de imóveis novos de até R$ 130 mil na capital paulista.</p>
<p>O novo perfil de renda se refletiu nos financiamentos concedidos pela Caixa. Até a tarde de ontem, o banco contratou R$ 145 milhões, para 1.114 pessoas. Desse total, R$ 83 milhões (813 contratos) foram para imóveis do Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>A Brookfield Incorporações montou um estande apenas para esses produtos. &#8220;Vendemos todas as 180 unidades que tínhamos disponíveis para o Minha Casa, Minha Vida&#8221;, diz Fernando Rodrigues, diretor de vendas da Fernandez Mera, braço comercial da Brookfield.</p>
<p>Mas as habitações de médio e alto padrões também tiveram um bom desempenho. &#8220;A demanda por financiamentos até R$ 500 mil surpreendeu&#8221;, diz o gerente de divisão da Nossa Caixa, Alcestes Rebêlo Junior. O banco concedeu R$ 53 milhões em financiamentos e superou em 90% o volume do ano passado. Já o Banco do Brasil, no mesmo estande, financiou R$ 60 milhões, o dobro de 2008. &#8220;Concedemos crédito para vários perfis de renda&#8221;, diz Sergio Augusto Kurovski, gerente de financiamentos do banco.</p>
<p>Praticamente todos os números do salão superaram os resultados do ano passado. Em 2008, o evento teve 50 mil visitantes e 35 mil imóveis à venda. A única redução foi a área ocupada pelos estandes, que foi 30% menor nesse ano. &#8220;Isso se justifica pelas fusões que o setor imobiliário passou e pelo menor número de lançamentos após a crise&#8221;, diz Sanovicz.</p>
<p>Para Leila Ferreira, gerente de parcerias da administradora de consórcios Embracon, a falta de opções para a classe média ajudou nas vendas. &#8220;Vendemos o dobro do ano passado. Foram 200 cartas de crédito, num total de R$ 15 milhões.&#8221;</p>
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		<title>Minha Casa, Minha Vida: Meta para o ano é de 400 mil moradias e já existem projetos protocolados para mais 342 mil</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/minha-casa-minha-vida-meta-para-o-ano-e-de-400-mil-moradias-e-ja-existem-projetos-protocolados-para-mais-342-mil/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro
Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR
Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-13786  aligncenter" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa2.jpg" alt="minhacasa" width="350" height="260" /></p>
<p><strong>Habitação: Programa liberou 60 mil casas até setembro</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Samantha Maia e Daniela D&#8217;Ambrósio, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. De acordo com a CEF, há projetos em análise o suficiente para cobrir a meta de 400 mil casas contratadas até o fim de 2009. Além das 60,8 mil casas com contratos já fechados, há uma carteira de 342 mil unidades sendo avaliadas pela Caixa.</p>
<p>Segundo Válter Nunes, superintendente regional da CEF em São Paulo, um dos motivos dessa aceleração é que os projetos têm chegado à Caixa dentro do formato exigido pelo programa. &#8220;No começo, os projetos não estavam alinhados ao programa, e a adaptação dos empreendimentos exigia mais tempo para a assinatura de contrato&#8221;, diz ele. A velocidade da apresentação de projetos ao banco também aumentou recentemente. Cerca de 100 mil novas propostas &#8211; um terço do total em análise &#8211; chegaram em setembro.</p>
<p>Segundo Jorge Hereda, vice-presidente da Caixa, investimentos em agilização das análises do banco permitiram reduzir o período de aprovação dos financiamentos de um ano para três a quatro meses. &#8220;É crível esperar que atinjamos a meta de 400 mil contratos este ano considerando que o setor está correndo para apresentar propostas. Se entrar na Caixa, a gente contrata&#8221;, diz.</p>
<p>No primeiro mês do programa, a maioria das contratações estava concentrada na faixa de renda de três a seis salários mínimos. De acordo com o último balanço da Caixa, a faixa de famílias que recebem até três salários tomaram a dianteira, com 26 mil unidades habitacionais contratadas. O público de três a seis salários já foi contemplado com 25 mil, e de seis a dez, com 9 mil.</p>
<p>Chamados para ajudar na concepção e a costurar detalhes do projeto, um grupo de 11 empresários do setor da construção continua se reunindo mensalmente com o governo e a Caixa Econômica Federal para acertar os gargalos do programa. São poucas as queixas &#8211; o discurso elogioso é uníssono &#8211; , mas elas existem. Uma das críticas em relação à Caixa está na avaliação dos imóveis, que costumavam ser subavaliados pela entidade, segundo as empresas.</p>
<p>A burocracia é um entrave, mas, para as empresas, a figura do correspondente bancário &#8211; que agiliza o processo antes de passar para a CEF- tem um papel importante. &#8220;A Caixa evoluiu bastante, há uma disposição grande em resolver os problemas e dar agilidade ao processo&#8221;, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, com 16 mil unidades em análise na Caixa. &#8220;Mas é uma instituição descentralizada, que não atua da mesma forma em todos os lugares.&#8221;</p>
<p>Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o andamento do programa está dentro do esperado, mas considera que as contratações ainda estão demoradas. &#8220;A greve dos funcionários da Caixa no meio do ano fez com que alguns trabalhos ficassem atrasados. Agora é preciso ter um ritmo mais forte para recuperar&#8221;, diz.</p>
<p>João Crestana, presidente do Secovi-SP, entidade que representa imobiliárias e administradoras de imóveis, afirma que é natural que no começo do programa o ritmo fosse mais lento, pela novidade da política. &#8220;É um programa pioneiro, tem que criar cada passo novo.&#8221; Dessa forma, ele considera que o mais importante hoje é a quantidade de projetos em análise. &#8220;Esse número é importante, porque significa a adesão das empresas ao programa e a confirmação da demanda da população&#8221;, diz.</p>
<p>Para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que esteve ontem em São Paulo em cerimônia de posse da diretoria do Secovi-SP, é significativa a evolução das aplicações da Caixa este ano em habitação. Segundo ela, as aplicações devem superar em 65% as do ano passado, chegando a R$ 38 bilhões, mesmo com a crise econômica.</p>
<p>Uma das maiores dificuldades apontadas no início do Minha Casa, Minha Vida foram os valores máximos das residências para as famílias que recebem até três salários mínimos, considerados baixos pelos governos locais e empresas, principalmente para as regiões metropolitanas. Em São Paulo, esse problema está sendo contornado com parcerias entre a Caixa e os governos estadual e municipal.</p>
<p>Na sexta passada, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) paulista assinou com o banco um acordo para a construção de 13 mil unidades habitacionais dentro do programa seguindo o padrão paulista &#8211; mais caro cerca de R$ 7 mil em relação ao modelo de casa do programa federal (R$ 52 mil). A diferença de custo será coberta pelo Estado, que também doará os terrenos. &#8220;O Estado garantirá terrenos bem localizados e metade das casas terá três dormitórios&#8221;, diz Lair Krähenbühl, secretário paulista de Habitação e presidente da CDHU.</p>
<p>Por serem projetos da CDHU, há 1,5 mil unidades já licitadas, cujas obras podem ser iniciadas dentro de 40 dias, segundo Krähenbühl. O secretário diz que este ano mais um contrato para a construção de 11,5 mil unidades da CDHU será firmado com a Caixa sob as mesmas regras. A prefeitura da capital paulista, por sua vez, já apresentou 38 terrenos que poderão ser doados, uma área com potencial para receber até 5 mil habitações.</p>
<p>O governo do Rio, por outro lado, tem encontrado dificuldades para agilizar o programa. Segundo o secretário fluminense de Habitação, Leonardo Picciani, o Estado apresentou logo após o lançamento do MCMV cinco áreas que poderiam ser destinadas à habitação popular na capital, mas até o momento só conseguiu a doação de três. &#8220;Encontrar áreas é um gargalo do programa, e quando tem, você encontra dificuldades tanto para a aprovação na Caixa quanto para liberação de licenciamento na prefeitura&#8221;, diz. As áreas destinadas pelo Estado têm capacidade para receber 3,5 mil unidades habitacionais, e segundo Piaccini o governo continua o trabalho de identificação de novos terrenos.</p>
<p>O secretário também se queixa do valor máximo dado às habitações fora da região metropolitana. Segundo ele, o preço de R$ 40 mil inviabiliza os investimentos.</p>
<p>O fato de o programa ter atacado a demanda e oferecer subsídios aos compradores é visto como uma das principais vantagens. &#8220;A procura por imóveis de baixa renda cresceu muito, o programa mudou a vida da construção civil no país&#8221;, diz Rubens Menin, presidente da mineira MRV, que tem 27 mil unidades em 168 projetos em análise. Dessas, 14 mil unidades foram aprovadas. No segundo trimestre, a empresa vendeu R$ 647 milhões no Minha Casa, Minha Vida. No quarto trimestre de 2008, ela foi a quinta colocada em vendas e no segundo trimestre deste ano atingiu a primeira posição.</p>
<p>O fato é que as maiores empresas de construção &#8211; MRV, PDG, Rossi e Cyrela &#8211; atingiram um novo patamar e vão começar a produzir 30 mil, 40 mil unidades por ano, o que as coloca na mesma dimensão das grandes construtoras mexicanas e americanas. Estudo da Economática do fim de agosto coloca quatro empresas brasileiras (Cyrela, MRV, PDG Realty e Gafisa, dona da Tenda) entre as 20 maiores da América Latina e dos Estados Unidos em valor de mercado. Boa parte dessas empresas já bateu recorde de vendas no segundo trimestre e o ano caminha para ser o maior da história da indústria em vendas. Por conta dessa nova escala, as empresas brasileiras tiveram que recorrer ao mercado de capitais para captar recursos. A MRV foi a primeira a ir à bolsa para fazer uma oferta pública e foi seguida por PDG, Rossi e Cyrela, que estão com as ofertas na rua.</p>
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		<title>Dilma: Caixa terá R$ 38 bi para casa própria</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 20:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dilma defende expansão de investimento privado no setor imobiliário

GIULIANA VALLONE da Folha Online
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu nesta quinta-feira a ampliação do crédito imobiliário nos bancos privados. Para ela, o setor da construção civil vai impulsionar o crescimento econômico no país.
Ela reafirmou, na abertura do Salão Imobiliário de São Paulo, que os recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dilma defende expansão de investimento privado no setor imobiliário<br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">GIULIANA VALLONE da Folha Online</span></h2>
<p><img class="alignleft" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://2.bp.blogspot.com/_2YwBNAKn-7Y/SZ0x8TdhFAI/AAAAAAAACFw/FZZFh3aNGEY/s400/dilma+nova.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_2YwBNAKn-7Y/SZ0x8TdhFAI/AAAAAAAACFw/FZZFh3aNGEY/s400/dilma+nova.jpg" />A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) defendeu nesta quinta-feira a ampliação do crédito imobiliário nos bancos privados. Para ela, o setor da construção civil vai impulsionar o crescimento econômico no país.</p>
<p>Ela reafirmou, na abertura do Salão Imobiliário de São Paulo, que os recursos liberados pelo governo para a habitação por meio da Caixa Econômica Fededal devem somar R$ 38,5 bilhões neste ano, com aumento de 65% em relação ao valor de 2008.</p>
<p>Desse total, o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, disse que R$ 4,8 bilhões serão destinados ao Minha Casa, Minha Vida, possibilitando a construção de 400 mil moradias. O programa federal engloba unidades novas com valor de até R$ 130 mil e é destinado a famílias com renda mensal de até dez salários mínimos (R$ 4.650).</p>
<p>A Caixa já investiu R$ 25,6 bilhões em financiamento habitacional até 28 de agosto, segundo a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.</p>
<p>De acordo com Maria Fernanda, houve crescimento de 84% nos recursos alocados até agora para crédito habitacional, na comparação com os R$ 13,9 bilhões aplicados em igual período do ano passado. O volume já ultrapassa em 11,3% os R$ 23 bilhões gastos em todo o ano de 2008. Ela disse que os recursos beneficiaram mais de 506 mil famílias neste ano.</p>
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		<title>Salão imobiliário em SP terá 100 mil unidades à venda</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A metade se encaixa no perfil do programa Minha Casa, Minha Vida


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Começa hoje com cerca de 100 mil imóveis ofertados a quarta edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. O evento segue até domingo.
Estarão à venda unidades de todos os padrões, mas o foco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A metade se encaixa no perfil do programa Minha Casa, Minha Vida</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-13732" title="minhacasa" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/minhacasa1.jpg" alt="minhacasa" width="350" height="260" /><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">COLABORAÇÃO PARA A FOLHA</span></h2>
<p>Começa hoje com cerca de 100 mil imóveis ofertados a quarta edição do Salão Imobiliário São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. O evento segue até domingo.<br />
Estarão à venda unidades de todos os padrões, mas o foco do Salão neste ano está nos segmentos econômico e supereconômico, com valores de R$ 52 mil a R$ 130 mil, segundo Mauro Pincherle, diretor do Secovi-SP.<br />
Dos imóveis oferecidos, 48% se encaixam no perfil do programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal, para famílias com renda de até dez salários mínimos.<br />
&#8220;As condições de compra estão muito boas&#8221;, disse Pincherle. De acordo com o Secovi-SP, devem ser liberados neste ano R$ 50 bilhões em crédito imobiliário, ante R$ 40,6 bilhões no ano passado.<br />
O Salão terá 270 empresas expositoras. &#8220;Além disso, temos bancos oferecendo condições especiais de financiamento&#8221;, disse Eduardo Sanovicz, diretor de feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, que realiza o Salão junto com o Secovi-SP.<br />
Para ter entrada gratuita no Salão, o visitante deve fazer seu credenciamento pelo site www.sisp.com.br. Sem o credenciamento pela internet, são cobrados R$ 15.<br />
(PAULO DE ARAUJO)</p>
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		<title>Finalmente SP assina parceria para implementar &#8220;Minha casa, Minha Vida&#8221;. CDHU e Caixa vão construír 13 mil imóveis</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 14:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
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Parceria faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida
Eduardo Reina &#8211; O Estado SP
Seis meses depois de ter aderido ao programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que vai beneficiar famílias com rendimento de 0 a 3 salários mínimos, o governo do Estado de São Paulo assinou ontem acordo de cooperação e parceria [...]]]></description>
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<p><strong>Parceria faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Eduardo Reina &#8211; O Estado SP</p>
<p>Seis meses depois de ter aderido ao programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que vai beneficiar famílias com rendimento de 0 a 3 salários mínimos, o governo do Estado de São Paulo assinou ontem acordo de cooperação e parceria para construção de 13 mil unidades habitacionais. As primeiras 1.500 construções estão previstas para ter início em 18 de outubro, em cidades da região metropolitana de São Paulo. Mas não há prazo para entrega de todo o lote. O acordo permitirá beneficiar também municípios com mais de 50 mil habitantes.</p>
<p>A Caixa Econômica Federal vai financiar aproximadamente R$ 650 milhões e a Companhia de Desenvolvimento Urbano (CDHU), empresa da Secretaria de Estado da Habitação, dará contrapartidas entre R$ 6,5 milhões e R$ 195 milhões. Os terrenos são da CDHU ou doações de prefeituras à estatal. O déficit habitacional em todo o Estado é de 880 mil moradias, segundo o governo paulista.</p>
<p>A contrapartida estadual é referente à complementação e adequação ao projeto, já que o programa federal prevê imóveis com dois dormitórios. Um apartamento receberá financiamento da Caixa de R$ 52 mil e uma casa, verba de R$ 48 mil. &#8220;Já estamos em licitação para a construção de várias unidades habitacionais. Pelo nosso projeto haverá terceiro dormitório, aquecimento solar nos prédios&#8221;, explica o secretário estadual de Habitação Lair Krähenbühl. São Paulo é o primeiro Estado a assinar convênio para a construção de moradias populares com o governo federal dentro do programa.</p>
<p>&#8220;A concretização dessa parceria acontece dentro dos prazos previstos. Nós fomos afinando esse processo em função dos projetos disponíveis e que pudessem ser iniciados. É mais do que normal que exista um tempo para os projetos serem maturados. Tivemos que fazer algumas adaptações em função da realidade de São Paulo e achamos que essas contratações não irão parar nessas 13 mil unidades. E já vamos iniciar obras, que isso é que é o importante&#8221;, explica Jorge Hereda, vice-presidente de Governo da Caixa.</p>
<p>Krähenbühl diz que a prioridade é construir moradias nas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Baixada Santista e cidades com mais de 100 mil habitantes. Segundo o secretário, a demanda será atendida neste primeiro lote pela Secretaria de Habitação, CDHU e prefeituras dentro dos critérios estabelecidos pelo Ministério das Cidades para o programa Minha Casa, Minha Vida.</p>
<p>Pelo programa, a Caixa oferecerá financiamentos com juros menores, haverá isenções e descontos nas despesas com cartório e com seguro de vida.</p>
<p>Além disso, o mutuário terá direito a um seguro contra desemprego e só pagará as prestações quando o imóvel for entregue.</p>
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