06/05/2010 - 07:29h Modem para todos

Venda de modem será isenta de PIS e Cofins

VALOR
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A principal surpresa com o anúncio do Plano Nacional de Banda Larga ontem foi o programa “modem para todos”, numa remissão ao programa “Luz para todos”, que leva energia elétrica às regiões mais remotas do país.

Por esse programa, o governo vai isentar, até 2014, em R$ 770 milhões de PIS e Cofins, os aparelhos decodificadores dos sinais da internet. Segundo as empresas privadas, a carga tributária desse aparelhos corresponde a até 60% do preço.

Pelo programa, o governo quer, também, dissociar a compra dos aparelhos da aquisição dos serviços de internet. Com isso, será evitado o que César Alvarez, assessor especial da Presidência, chama de “venda casada”. A medida segue a linha adotada para a venda de celulares desbloqueados, dissociando-os dos serviços das operadoras.

Ao ser vendido separadamente, o modem deixará de ser tributado como serviço de telecomunicações para se enquadrar na categoria de produto do setor, que tem uma tributação mais branda.

O incentivo terá foco principal na banda larga móvel, oferecida por operadoras de celular, segundo Rogério Santanna, futuro presidente da Telebrás. Pela desoneração e desvinculação, o governo prevê reduzir de cerca de R$ 160 o custo do modem para um valor próximo de R$ 100.

Dissociando a compra, o governo espera poder ofertar, ainda, acessos de velocidade menor e com controle de volume de tráfego a R$ 15 por mês para as classes de renda mais baixa do país. Segundo diagnóstico do governo, o valor da banda larga no país, hoje é, em média, de 4,5% da renda média da população e em valor cinco vezes o cobrado no Japão. (DF)

14/03/2008 - 19:28h França vota de novo domingo: a direita ainda vai sofrer

Municipales: alors… vague rose ou pas?

Par La rédaction du Post , le 14/03/2008

Le 9 mars, les listes de gauche ont obtenu au total 47% des suffrages contre 45% à la droite.
Urne électorale
“Vote sanction” pour la gauche, limiter les dégâts pour la droite. Après le premier tour des municipales et cantonales qui a donné un net avantage à la gauche, la droite espère au second tour limiter les dégâts et conserver des villes-phare telles que Marseille, face à une opposition qui prône un “vote sanction”.

Les villes en balance. Montauban, Narbonne, Cahors, Millau, Quimper, Vannes, Briançon, Roanne, Sens sont au nombre des villes menacées à droite. A contrario, Mont-de-Marsan, Agen ou Calais, administrées par la gauche, pourraient basculer.

Faible participation. Chaque camp appelle depuis sans relâche à la “mobilisation”, la participation ayant été la plus faible enregistrée à des municipales depuis 1959, avec l’espoir d’en profiter.
Très discret avant le 1er tour, Nicolas Sarkozy a d’ailleurs jugé de son “devoir” d’exhorter les abstentionnistes à reprendre le chemin des urnes, lors de son unique intervention d’entre-deux-tours, mardi à Toulon.

Bertrand Delanoë.

Bertrand Delanoë

Marseille et Toulouse sous les projecteurs.Tous les regards seront braqués dimanche sur Marseille et Toulouse, où la gauche espère l’emporter. Le PS a déjà conservé Lyon dès le premier tour, et à Paris Bertrand Delanoë semble promis à une large victoire. Quant à la droite, après le triomphe d’Alain Juppé à Bordeaux, elle compte bien garder ces deux municipalités pour amortir une défaite redoutée au plan national.

La place du MoDem. A Marseille et à Toulouse, comme dans beaucoup d’autres communes, le MoDem fait figure d’arbitre. Objet de toutes les convoitises, il a, au nom de son “indépendance”, opté pour des alliances à géométrie variable, à droite ou à gauche, semant le trouble dans les deux camps.

Patrick Devedjian Patrick Devedjian

Patrick Devedjian

La droite inquiète. La droite ne fait pas mystère de son inquiétude. D’ailleurs, le secrétaire général de l’UMP Patrick Devedjian a prédit un second tour “difficile”.

Certains ministres aussi. 8 des 22 ministres candidats aux municipales restent soumis au verdict du second tour, notamment le ministre de l’Education Xavier Darcos, en difficulté pour sa réélection à Périgueux.

(Avec AFP)

09/03/2008 - 23:17h França: não foi um tsunami, mas a onda rosa é bem forte

Le résultat des municipales en un coup d’œil

Pierre Haski (Rue89)

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défaite de la droite et de Sarkozy au premier tour de municipales

Vous vous réveillez lundi matin sans avoir écouté les infos, et vous voulez avoir une vision rapide et synthétique du premier tour des élections municipales? Rue89 a pensé à vous.

Un premier tour marqué par une vague rose bien réelle, sensible dans la plupart des grandes villes à commencer par Paris et Lyon, un désaveu du gouvernement qui s’accompagne toutefois d’une bonne résistance individuelle de certaines personnalités de droite, comme Alain Juppé à Bordeaux (la seule grande ville qui reste solidement ancrée à droite ce dimanche soir), et de certains membres du gouvernement, comme Laurent Wauquiez et Luc Chatel qui font de belles prises à la gauche.

S’y ajoute un MoDem placé de manière ambiguë en position d’arbitre dans plusieurs villes, et qui devra se prononcer plus clairement dans les prochains jours, et enfin une extrême gauche vigoureuse dans plusieurs villes. Etat des lieux.

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09/03/2008 - 18:01h Sarkozy é reprovado no primeiro teste

sarko_agricola.jpgReali junior, correspondente do jornal O Estado de São Paulo e fino conhecedor da política francesa resumiu a situação as vésperas do primeiro turno das eleições municipais na França: Sarkozy, entre o desastre e a derrota.

O que indica a boca-de-urna deste domingo é uma derrota da direita, porem aparentemente não um desastre. O próximo domingo acontece o segundo turno nas cidades que não elegeram uma chapa majoritária já no primeiro, ele poderá mostrar a amplidão desta derrota e se acabará sendo um desastre ou uma derrota municipal. O Partido Socialista sai vencedor deste primeiro round, com 47% contra 40% a UMP, o partido de Sarkozy e várias cidades passaram das mãos da direita para a esquerda. É o caso de Tourcoing, antes governada pela direita. Em outras cidades os socialistas podem ganhar no segundo turno. As contas definitivas ficam para a próxima semana, mas a derrota da direita é o fato maior deste primeiro teste eleitoral de Sarkozy. LF

09/03/2008 - 08:27h Sarkozy, entre o desastre e a derrota

Eleição municipal reflete situação delicada da direita francesa, cuja maior esperança é a popularidade de Fillon

Reali Júnior – O Estado de São Paulo

François Fillon, Primeiro-Ministro é a esperança perante o desabamento da popularidade de Sarkozy

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Dez meses após a nítida vitória de Nicolas Sarkozy, a direita francesa encontra-se numa situação delicada. No dia das eleições municipais, ela é levada a optar entre a derrota ou o desastre, segundo revelam de forma quase unânime os institutos de pesquisas de opinião.

Trata-se de uma derrota prevista, porém de conseqüências ainda desconhecidas, por ser uma eleição municipal com aspectos nacionais. A relação de forças atual favorece os socialistas, com 44% das intenções de votos, enquanto os conservadores têm 41%.

O próprio Sarkozy, para reduzir os efeitos de uma derrota, decidiu antecipar algumas das decisões previamente anunciadas, como desmentir que prepara um rigoroso plano econômico. Ele afirma também que acelerará seu programa de reformas para o país e promete levá-lo até o fim, seja qual for o resultado da votação municipal.

Esse é o primeiro teste eleitoral de Sarkozy, cuja popularidade está fortemente abalada não apenas por ele não ter cumprido suas principais promessas eleitorais, mas também por seu comportamento político e privado – com um casamento com a cantora Carla Bruni apenas três meses após divorciar-se de Cécilia. Esses episódios prejudicaram a imagem de Sarkozy e contribuíram para a inversão de posição em relação a seu premiê, François Fillon, que tem 55% de popularidade, enquanto o presidente não ultrapassa os 38%.

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01/03/2008 - 16:02h Paris, eleições municipais: 57% de votos para Delanoë segundo uma pesquisa

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Faltam 8 dias para o primeiro turno das eleições municipais na França. Em Paris o atual prefeito, Bertrand Delanoë do Partido Socialista, é favorito a reeleição.

Le post

57% d’intentions de vote pour Delanoë au second tour

Selon un sondage CSA, Bertrand Delanoë l’emporterait largement à Paris.

Les listes de Bertrand Delanoë (PS) arriveraient très largement en tête du premier tour des municipales avec 43% d’intentions de vote et remporteraient le second tour avec un large majorité de 57%, selon un sondage CSA à paraître jeudi dans Paris-Obs et qui sera diffusé par la chaîne de télévision Paris Cap.

Les listes UMP conduites par Françoise de Panafieu seraient distancées de 13 points pour le premier tour (30%) et de 14 points le 16 mars à 43%, selon cette enquête. Le MoDem emmené par Marielle de Sarnez réaliserait le 9 mars 9% sur tout Paris, devançant de 4 points les Verts dont le chef de file est Denis Baupin (5%).

Interrogés sur les alliances qu’ils préféreraient voir nouer dans l’entre deux tours, les Parisiens mettent en tête celle de Bertrand Delanoë avec à la fois le MoDem et les Verts (27%).

Une alliance avec les seuls Verts vient ensuite (25%). Un accord avec les seuls partisans de François Bayrou est choisi par 15% des personnes interrogées. 21% répondent ni les uns, ni les autres, 12% ne se prononcent pas.

Questionnés sur les principaux points de désaccord entre le maire socialiste et ses alliés Verts, les Parisiens se disent favorables à 83% à la construction de nouveaux parkings en sous-sol (les Verts sont contre ces parkings). A 55% ils se disent, comme les élus écologistes, opposés à la construction de tours, 43% étant d’un avis inverse.

La suppression des murets séparant les voies bus-vélo des automobiles, cheval de bataille de Mme de Panafieu, divise l’opinion en camps égaux: 47% pour, 47% contre. Sondage réalisé par téléphone du 19 au 21 février auprès de 813 personnes inscrites sur les listes électorales à Paris (méthode des quotas). Notice détaillée disponible auprès de la Commission nationale des sondages.

Source : le parisien

17/06/2007 - 20:58h Le MoDem aide la gauche à contenir la victoire de l’UMP


Le second tour des élections législatives n’a pas amplifié les résultats du premier tour. La droite sort victorieuse de ces élections mais subit une érosion en nombre de sièges. La gauche résiste à la vague bleue annoncée, profitant notamment d’un bon report de voix des électeurs du MoDem.

Malgré sa victoire, il y aura moins de députés de droite dans la nouvelle Assemblée que dans celle de 2002. Avec environ 340 députés, contre 370 en 2002, la majorité perd environ 30 sièges. C’est sa première contre-performance, après la large victoire de Nicolas Sarkozy à la présidentielle et au premier tour des élections législatives, où elle avait recueilli près de 46 % des voix et envoyé plus de cent élus dans l’Hémicycle sans passer par le second tour.

 

De son côté, la gauche a bien résisté dans les circonscriptions qu’elle détenait et progresse dans les circonscriptions détenues par la droite. Elle recueillerait près de 220 sièges dans la nouvelle Assemblée, soit 40 de mieux que dans la Chambre sortante. Suite…