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	<title>Blog do Favre &#187; montadoras</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Contagem regressiva para novo recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Negócios &#38; Cia &#8211; O Globo
Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" alt="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Negócios &amp; Cia &#8211; O Globo</span></h2>
<p>Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, o número estava em 2.492.824, 6% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Poucos segmentos da economia, incluindo o próprio PIB, crescerão num ritmo tão forte. A previsão é fechar dezembro com 3,1 milhões de unidades. O setor começou 2009 nocauteado pela escassez do crédito.</p>
<p>Reagiu após um empurrão do governo, que reduziu o IPI e levou consumidores de volta às concessionárias. O benefício começou a ser retirado em outubro, com a gradual elevação das alíquotas até dezembro.</p>
<p>Mês passado, foram emplacados 294.466 veículos; em setembro, 308.718.</p>
<p>Este mês, a estimativa é de 280 mil. É um ótimo número, levando-se em conta que um modelo 1.0 já está pagando 3% de IPI, contra 1,5% em outubro e zero no mês anterior. As montadoras, em geral, estão operando em dois turnos para dar conta da demanda, que só não está melhor em razão da queda nas exportações. Em 2008, até a crise explodir, operavam em três turnos. Por isso, o nível de emprego não retornou ao nível anterior. Infelizmente, vai demorar a chegar lá.</p>
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		<title>Juro mais baixo aumenta venda de caminhões e já provoca fila de espera</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
Chico Santos, do Rio &#8211; VALOR
A compra de caminhões novos por caminhoneiros, tanto microempresários como autônomos (pessoas físicas), está ajudando a alongar o prazo entre a encomenda e o recebimento do veículo, que já chega a três meses, dependendo do modelo e do fabricante. Após três anos patinando, o programa Procaminhoneiro, criado pelo BNDES em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" alt="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Chico Santos, do Rio &#8211; VALOR</span></h2>
<p>A compra de caminhões novos por caminhoneiros, tanto microempresários como autônomos (pessoas físicas), está ajudando a alongar o prazo entre a encomenda e o recebimento do veículo, que já chega a três meses, dependendo do modelo e do fabricante. Após três anos patinando, o programa Procaminhoneiro, criado pelo BNDES em maio de 2006 para financiar a renovação da frota dos autônomos, disparou nos últimos três meses, após o governo reduzir, em junho, a taxa de juros de 13,5% para 4,5%. De agosto até 19 deste mês, o programa aprovou R$ 381 milhões em novas operações, contra R$ 341 milhões no ano passado.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Pela primeira vez na história o governo federal conseguiu ter um programa que está permitindo ao caminhoneiro renovar sua frota&#8221;, disse Norival de Almeida Silva, presidente do sindicato dos caminhoneiros do Estado de São Paulo. Segundo ele, São Paulo tem 211 mil caminhoneiros autônomos &#8211; donos de 264 mil veículos &#8211; e está havendo uma corrida na categoria para trocar o equipamento. Entre aqueles que têm contratos de fretes firmes, a renovação chega a 90%, de acordo com Silva.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: center;">
<img class="aligncenter" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002372/imagens/arte27bra-bonus-a2.gif" border="0" alt="Foto Destaque" /></p>
<p>Embora o Procaminhoneiro financie a compra de veículos novos e usados, o sindicalista disse que os caminhoneiros estão preferindo comprar o caminhão novo e, em muitos casos, ficando também com o antigo para ajudar a fazer dinheiro para pagar o financiamento. Édson Moret, gerente de operações indiretas do BNDES, confirmou que a participação dos usados no total de operações aprovadas é pequena.</p>
<p>A redução da taxa de juros do BNDES Procaminhoneiro foi anunciada pelo governo no dia 29 de junho. Além de baixar a taxa em 67%, equalizando a diferença com recursos da União, o governo aumentou de 84 para 96 meses o prazo do financiamento para veículos novos. A linha de crédito total para o programa, que era de R$ 1 bilhão, passou a ser de R$ 1,8 bilhão. As montadoras estão pleiteando ao governo que o prazo de validade das condições atuais, limitado a 31 de dezembro, seja prorrogado.</p>
<p>Moret disse que a prorrogação depende de decisão de governo, porque os recursos para equalização saem do Orçamento da União, mas afirmou que da parte do banco não faltarão recursos, mesmo que as aprovações possam se aproximar de R$ 1 bilhão até o fim do ano. Atualmente restam R$ 760 milhões do total da linha a serem contratados, mas Moret avalia que, por se tratar de decisão interna do banco, não haverá problema se for necessário ampliar o volume de recursos.</p>
<p>Os números do BNDES mostram que o desempenho da linha foi negativo ao longo dos sete primeiros meses deste ano, com queda de 62,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados revelam ainda que o volume maior de recursos vai para as microempresas. Do total do ano passado, R$ 195 milhões foram para elas e R$ 146 milhões para as pessoas físicas. Até setembro deste ano, de R$ 332 milhões, as microempresas ficaram com R$ 186 milhões.</p>
<p>O gerente de vendas e marketing da Ford , Cláudio Terciano, disse que, graças à redução dos juros, a empresa está percebendo forte participação do programa Procaminhoneiro nas vendas. Segundo ele, 90% dos atuais financiamentos para caminhões estão saindo da Finame, agência do BNDES para financiar máquinas e equipamentos nacionais, e desses, 30% são do Procaminhoneiro.</p>
<p>Terciano disse que a disponibilidade de financiamento barato está fazendo com que as vendas de caminhões estejam alcançando o patamar do ano passado. Segundo ele, até o dia 25 deste mês a média diária de caminhões novos acima de 3,5 toneladas emplacados foi de 527 unidades, praticamente igual ao recorde de 530 registrado em setembro do ano passado.</p>
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		<title>Venda de carros bate recorde histórico em setembro</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/venda-de-carros-bate-recorde-historico-em-setembro/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[No último mês de isenção do IPI foram comercializadas 296,6 mil unidades.
Marca anterior era de junho, com 289,7 mil automóveis e comerciais leves.


IPI voltará a ser cobrado de forma gradativa (Foto:                 TV Globo/Reprodução)
   Do G1, em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No último mês de isenção do IPI foram comercializadas 296,6 mil unidades.<br />
Marca anterior era de junho, com 289,7 mil automóveis e comerciais leves.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;"><em><br />
<img id="imagem-popin" src="http://g1.globo.com/Noticias/Carros/foto/0,,23502102-EX,00.jpg" alt="IPI voltará a ser cobrado de forma gradativa (Foto:                 TV Globo/Reprodução)" width="353" height="251" /><br />
IPI voltará a ser cobrado de forma gradativa (Foto:                 TV Globo/Reprodução)</em></span></p>
<h2><strong> </strong> <span style="background-color: #ffff99;"> Do G1, em São Paulo </span></h2>
<p>As vendas de automóveis e comerciais leves em setembro alcançaram         um recorde histórico na indústria automobilística. Foi o último         mês do benefício da isenção do IPI para carros novos,         impulsionando a venda de carros para 296.651 unidades de         automóveis e comerciais leves, superando a marca anterior de         junho, quando foram vendidos 289.792 unidades.</p>
<p>O desempenho das vendas de automóveis e comerciais leves no         varejo foi  21,85% maior do que agosto (204,8 mil) e 19,8%         superior em relação a setembro de 2008 (208,3 mil unidades). Os         números foram divulgados nesta quinta-feira (1º) pela Federação         Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).</p>
<div>
<hr /></div>
<p>No acumulado do ano, as vendas deste segmento aumentaram 5,49% em         comparação ao período de janeiro a setembro de 2008, saltando de         2.096.396 unidades para 2.211.421 unidades.</p>
<p>Incluindo os emplacamentos de caminhões e ônibus, o total em         setembro sobe para 308.713 unidades, número também inédito para         o setor. Até então, o recorde mensal havia sido registrado em         junho deste ano, com 300.174 unidades, conforme dados da Fenabrave.</p>
<p>Já o mercado geral de veículos, que engloba automóveis,         comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos         rodoviários e outros produtos tracionáveis, teve alta de 13,59%         em relação a agosto e caiu 1,27% comparando a setembro de 2008.         Foram vendidos 456.477 veículos em setembro e 3.553.272 no ano.</p>
<div>
<div></div>
</div>
<p><strong>Fim do IPI</strong></p>
<p>“Apesar da crise, o desempenho das vendas de automóveis e         comerciais leves foi positivo, uma conseqüência não apenas da         redução da alíquota do IPI, mas também devido à oferta de         crédito”, afirmou Sérgio Reze, presidente da Fenabrave.</p>
<p>“Com a volta do imposto, as vendas de veículos devem retrair um         pouco devido, inclusive, à antecipação das compras. Mas, não         causará grande impacto. O fim do benefício chega num momento em         que a economia está praticamente restabelecida, há oferta de         crédito e consumidores confiantes”, comentou o presidente da entidade.</p>
<p>A Fenabrave continua mantendo suas projeções de crescimento para         até um dígito este ano, mas o percentual pode sofrer variações         dependendo da resposta dos consumidores à volta gradativa das         alíquotas de IPI. “Estimamos um crescimento em torno de 3%, mas         se obtivermos os mesmo resultados do ano passado, já será um         dado positivo para o setor”, conclui Reze.</p>
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		<title>Vendas de carros sobem 18,4% em setembro ante agosto, diz fonte</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
ALBERTO ALERIGI JR. &#8211; REUTERS &#8211; Portal Estado
SÃO PAULO &#8211; As vendas de automóveis e comerciais leves em setembro até o dia 29, no último mês com desconto cheio do IPI de carros, cresceram 18,4 por cento ante igual intervalo de agosto, afirmou uma fonte do mercado nesta quarta-feira.
No acumulado do mês até a terça-feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://contagiros.files.wordpress.com/2009/07/venda_de_carros.jpg" alt="http://contagiros.files.wordpress.com/2009/07/venda_de_carros.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ALBERTO ALERIGI JR. &#8211; REUTERS &#8211; Portal Estado</span></h2>
<p>SÃO PAULO &#8211; As vendas de automóveis e comerciais leves em setembro até o dia 29, no último mês com desconto cheio do IPI de carros, cresceram 18,4 por cento ante igual intervalo de agosto, afirmou uma fonte do mercado nesta quarta-feira.</p>
<p>No acumulado do mês até a terça-feira, as vendas totalizaram 271.145 unidades, disse a fonte à Reuters. Na comparação com setembro de 2008, exceto o último dia daquele mês, o número representa avanço de 13,8 por cento.</p>
<p>O volume indica uma média diária de vendas de 13.557 veículos, que se for mantida nesta quarta-feira fará setembro ultrapassar julho como segundo maior mês em vendas da história do setor no país, quando o total das vendas ficou em 273.581 veículos e comerciais leves.</p>
<p>O recorde ocorreu em junho, com 289.780 unidades vendidas, quando consumidores anteciparam as compras de automóveis diante da expectativa de que a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) terminasse no fim daquele mês.</p>
<p>O governo acabou por prorrogar pela segunda vez o desconto do IPI sobre automóveis em junho, em uma medida que foi adotada inicialmente em dezembro para ajudar o setor combalido pela crise econômica global.</p>
<p>&#8220;A alta (das vendas em setembro) era esperada justamente pelo mesmo fenômeno de junho, quando ficou aquela dúvida nos consumidores se o governo iria ou não prorrogar a medida de incentivo do IPI&#8221;, afirmou analista de setor automotivo Mariana Oliveira, da Tendências Consultoria.</p>
<p>&#8220;Para os próximos três meses, estamos esperando um recuo das vendas para um patamar próximo de julho e agosto, em torno de uma média mensal de 260 mil unidades&#8221;, acrescentou a analista, considerando o movimento de setembro como &#8220;atípico&#8221;.</p>
<p>De janeiro a setembro, com base nos números até o dia 29 deste mês, as vendas de automóveis e comerciais leves somam cerca de 2,18 milhões de unidades, um crescimento ao redor de 4 por cento sobre igual período de 2008.</p>
<p>A Fenabrave, entidade que reúne as concessionárias, divulgará na quinta-feira as vendas de automóveis no país em setembro.</p>
<p>No próximo dia 7 é a vez da Anfavea, que representa as montadoras e também revelará os números referentes à produção.</p>
<p><strong>PRODUÇÃO EM BAIXA</strong></p>
<p>Apesar da alta nas vendas, a produção em setembro pode ter arrefecido devido às greves e paralisações neste mês que envolveram milhares de trabalhadores em fábricas de empresas como Volkswagen, General Motors, Renault e Ford durante negociações salariais.</p>
<p>Só na unidade da Volkswagen no Paraná, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, 14 mil veículos deixaram de ser produzidos em 17 dias de greve por reajuste salarial.</p>
<p>&#8220;A greve não foi tão extensa e nem tão intensa quanto se esperava, mas acho que deve ter afetado a produção na comparação com agosto&#8221;, afirmou professor de Economia Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios.</p>
<p>Os dados de setembro até o dia 29 apontam a Fiat na liderança, com vendas de 64.382 automóveis e comerciais leves no mês, informou a fonte. Em seguida aparece a Volkswagen, com 60.014 unidades.</p>
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		<title>30 empresas cedem aos metalúrgicos</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 14:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[ Empresas do ABC procuram sindicato e se comprometem a atender às reivindicações; produção é retomada
 
Marcelo Rehder e Evandro Fadel &#8211; O Estado SP
No primeiro dia de greve por tempo indeterminado dos metalúrgicos da região do ABC paulista, 30 empresas, que empregam quase 21% dos grevistas, procuraram ontem o sindicato e se comprometeram, por escrito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Empresas do ABC procuram sindicato e se comprometem a atender às reivindicações; produção é retomada</strong></p>
<p align="left"> <img src="http://3.bp.blogspot.com/_fVwrsoHb2Kc/SoQgSlxmo_I/AAAAAAAAAMM/wtPvrSZIgb8/s320/greve+-+metalurgicos+ABC.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_fVwrsoHb2Kc/SoQgSlxmo_I/AAAAAAAAAMM/wtPvrSZIgb8/s320/greve+-+metalurgicos+ABC.jpg" align="left" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">Marcelo Rehder e Evandro Fadel &#8211; O Estado SP</p>
<p>No primeiro dia de greve por tempo indeterminado dos metalúrgicos da região do ABC paulista, 30 empresas, que empregam quase 21% dos grevistas, procuraram ontem o sindicato e se comprometeram, por escrito, a atender às reivindicações da categoria. Nessas fábricas, os metalúrgicos decidiram voltara ao trabalho. Nas demais empresas da região, a greve continua.</p>
<p>As empresas que aderiram à proposta do sindicato empregam 12,5 mil metalúrgicos. Os sindicalistas dizem que mais de 60 mil trabalhadores iniciaram o movimento. Entre as empresas que não aderiram ao acordo e seguem com a produção paralisada estão as fabricantes de autopeças Mahle Metal Leve e Sachs, ambas em São Bernardo do Campo, Detroit (Diadema) e Faparmas (Ribeirão Pires).</p>
<p>A categoria reivindica reajuste de 6,53%, dos quais 2% de aumento real , mais abono equivalente a um terço do salário médio, o que, segundo o sindicato, equivale a mais 2% de aumento real. Os índices são os mesmos obtidos pelo sindicato na negociação com o Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotivos (Sinfavea), na semana passada, e aprovados pelos trabalhadores da Ford, Scania, Mercedes-Benz, Volkswagen e Toyota.</p>
<p>A estratégia de comprometer as empresas foi definida em assembleia, quinta-feira, como forma de levar as fábricas a pressionar as bancadas patronais a fecharem um acordo coletivo com a categoria. O sindicato não divulgou quantas empresas foram paralisadas ontem.</p>
<p>Já os metalúrgicos da General Motors (GM) de São José dos Campos e de São Caetano do Sul decidiram ontem entrar em greve por tempo indeterminado. A fábrica da GM em São Caetano do Sul emprega 10,5 mil trabalhadores e a de São José dos Campos, outros 8,5 mil. Em São Caetano, segundo o sindicato, que é ligado à Força Sindical, são produzidos os modelos Astra, Vectra e a família Cosa, a uma média diária de 852 veículos. Os trabalhadores querem 10% de reajuste salarial mais R$ 2 mil de abono.</p>
<p>Já os metalúrgicos de São José dos Campos, cujo sindicato é ligado à Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas), pedem 14,65% de reajuste. A GM produz na região os modelos Corsa, Zafira, Blazer, picapes S10 e Montana, além de veículos desmontados para exportação (CKDs). A cada dia de paralisação deixam de ser produzidos cerca de mil veículos.</p>
<p>Em audiência de conciliação entre a GM e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) propôs ontem que a empresa conceda 8,3% de reajuste salarial mais abono de R$ 1.950. A GM se comprometeu a dar uma resposta ao sindicato até amanhã. Na segunda-feira, os trabalhadores realizarão nova assembleia para votar a proposta.</p>
<p>A Volkswagen-Audi pediu ontem que o TRT faça o julgamento da greve que paralisa a fábrica de São José dos Pinhais (PR) desde o dia 3. O Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba terá cinco dias para expor os argumentos favoráveis às reivindicações da categoria. Depois, a Volkswagen tem o mesmo prazo para colocar seu ponto de vista. Posteriormente, o TRT marcará a data de julgamento e emite a sentença.</p>
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		<title>Mercado interno atrai novos investimentos</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veículos: Na terceira onda, coreanos e chineses terão de enfrentar concorrentes tradicionais mais preparados

Os novos lideres mundiais da indústria automotriz: China e Brasil  
Marli Olmos, de São Paulo &#8211; VALOR
Nos dois últimos anos, o mercado brasileiro de veículos saltou cinco posições no ranking mundial. Passou do décimo para o quinto maior volume anual de vendas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Veículos: Na terceira onda, coreanos e chineses terão de enfrentar concorrentes tradicionais mais preparados</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://img178.imageshack.us/img178/7868/551reportagemchinaabre4xg0.jpg" onclick="self.location.href='/img178/7868/551reportagemchinaabre4xg0.jpg'; pageTracker._trackEvent('blue-click','full_image_click');" class="border" alt="551reportagemchinaabre4xg0.jpg" width="283" height="176" /><img src="http://pitstopbrasil.files.wordpress.com/2009/01/8_dsc_6490.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://pitstopbrasil.files.wordpress.com/2009/01/8_dsc_6490.jpg" width="251" height="177" /><br />
<font size="1"><em>Os novos lideres mundiais da indústria automotriz: China e Brasil  </em></font></div>
<p style="background-color: #ffff99">Marli Olmos, de São Paulo &#8211; VALOR</p>
<p>Nos dois últimos anos, o mercado brasileiro de veículos saltou cinco posições no ranking mundial. Passou do décimo para o quinto maior volume anual de vendas. É esse o principal motivo que leva as montadoras a se interessarem tanto pelo Brasil e deverá, aliado à crise nos países desenvolvidos, ser o impulso para uma nova onda de ampliações industriais do setor no país. Os investimentos dos fabricantes de veículos para o período entre 2007 e 2012 deverá ficar perto de US$ 15 bilhões. Somente os planos das empresas que já atuam no país já somam quase US$ 12 bilhões.</p>
<p>Ao contrário do que aconteceu em outras épocas, desta vez os fabricantes de veículos não vêm no impulso de aproveitar incentivos fiscais. As vantagens oferecidas pelos governos marcaram as ondas de investimento do setor automotivo na década de 50 e uma vez mais em meados de 90, com o regime automotivo, que ofereceu redução de impostos em troca de fábricas e promessas de exportação.</p>
<p>Talvez também pela falta desses atrativos fiscais, as manifestações de interesse pelo país e os programas de investimentos já em curso não vieram em conjunto. Os anúncios tem sido feito pouco a pouco. Alguns silenciosamente. Surgem à medida em que as multinacionais percebem a persistência do ritmo das linhas de montagem no país. Desta vez não há como fazer promessas em favor do aumento de divisas para o país porque a exportação de carros deixou de ser um bom negócio. O que chama a atenção agora é o mercado doméstico.</p>
<p>Ainda que turbinadas recentemente com a redução do IPI, as vendas de carros no Brasil esbanjam em seu histórico potencial de crescimento. Por isso, embora algumas empresas estejam segurando planos de expansão à espera de como o mercado doméstico vai reagir ao final do incentivo fiscal, no fim do ano, nenhum projeto foi cancelado.</p>
<p>Os olhares que se voltam com mais intensidade para o mercado brasileiro vêm agora de novas partes do mundo. Coreanos da Hyundai e chineses da Chery prometem instalar no país fábricas de onde sairão veículos que o brasileiro ainda nem conhece.</p>
<p>Instaladas no país há décadas, as montadoras das marcas com as quais o brasileiro já está acostumado mostram que não vão entregar esse mercado facilmente. No mês passado, a General Motors anunciou investimento de US$ 1 bilhão em Gravataí (RS). Na semana passada, uma apresentação da VW para fornecedores revelou a intenção de elevar a produção para 1 milhão de carros em 2012, um salto de 39% em relação a 2009.</p>
<p>As pequenas iniciativas também contam. Praticamente todas as montadoras começaram a chamar trabalhadores que haviam sido dispensados no auge do aperto no crédito. Na quinta-feira, o grupo Renault anunciou a contratação de mais 600 e a abertura do segundo turno em uma das suas duas fábricas.</p>
<p>A indústria automobilística está sufocada nos países de origem. Dos 20 maiores mercados de veículos do planeta, apenas cinco apresentaram crescimento na primeira metade do ano. Nesse grupo, o Brasil está acompanhado de Turquia, Índia, China e surpreendentemente pela Alemanha &#8211; que desfrutou de uma demanda atraída pelos bônus do governo.</p>
<p>Na disputa pelos futuros investimentos, o Brasil terá de brigar com países como Índia e China. Até aqui, a engenharia brasileira levava vantagem no desenvolvimento dos carros. Mas, com o avanço do desenvolvimento da indústria na China &#8211; que logo ultrapassará EUA em numero de vendas &#8211; esse triunfo está praticamente anulado. Para alguns, haverá espaço para o crescimento de Brasil e China, sem confrontos. Cada um está num lado do planeta e deverá servir de base de abastecimento dos países vizinhos.</p>
<p>Para o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, o Brasil é a nova vitrine mundial. Mas, diz ele, o país tem de fazer ajustes internos em questões como logística e simplificação da tributação se quiser pleitear lugar de destaque no novo mapa de produção de veículos.</p>
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		<title>Todo mundo está de olho no Brasil, diz Schneider</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marisa Cauduro/Valor Foto Destaque

 Para o presidente da Anfavea, mercado interno é atraente para novos investimentos, mas setor também quer exportar  
De São Paulo &#8211; VALOR
Há mais de duas décadas, a associação que representa os fabricantes de veículos, a Anfavea, convoca a imprensa todos os meses para divulgar os números do setor. Ontem, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font size="1"><em>Marisa Cauduro/Valor Foto Destaque<br />
</em></font><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002319/imagens/foto10emp-anfadvea-b6.jpg" alt="Foto Destaque" border="0" /><br />
<font size="1"><em> Para o presidente da Anfavea, mercado interno é atraente para novos investimentos, mas setor também quer exportar  </em></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">De São Paulo &#8211; VALOR</p>
<p>Há mais de duas décadas, a associação que representa os fabricantes de veículos, a Anfavea, convoca a imprensa todos os meses para divulgar os números do setor. Ontem, o gaúcho Jackson Schneider, um executivo da Mercedes-Benz que ocupa a presidência da entidade desde 2007, cumpriu o ritual mais uma vez. As principais notícias não foram muito diferentes das dos últimos encontros: o mercado interno mantém-se aquecido, com resultados que sucessivamente têm superado expectativas. Já a exportação continua indo mal.</p>
<p>Este será o sexto ano de crescimento consecutivo do mercado brasileiro. Já a produção, que vinha vinha num ritmo crescente há nove anos, fechará este exercício com a primeira queda desde 1999.</p>
<p>A força do mercado interno faz com que o Brasil continue a atrair investimentos do setor. &#8220;Este é um mercado que todo o mundo vai olhar&#8221;, diz Schneider. &#8220;Não há condições de a indústria automobilística projetar investimentos e nem estratégias sem considerar o Brasil, acrescenta ele. A Anfavea tem recebido visitas de representantes de empresas da China e também da Índia interessadas em iniciar atividade no país.</p>
<p>Schneider diz que &#8220;o mercado interno é apetitoso o suficiente para atrair novos investimentos&#8221;. No entanto, afirma, o setor quer também se preparar para voltar a vender para outros países quando a crise passar. &#8220;O reforço da competitividade de produto feito aqui ajuda na exportação&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, o Brasil depende de ajustes internos para ganhar competitividade no mercado externo. Ele aponta o processo de arrecadação fiscal, logística e acesso a pesquisa como áreas em que o país precisa avançar.</p>
<p>Com um mercado hoje de 3 milhões de veículos por ano, o Brasil centraliza a produção e o comando de todo o mercado do Mercosul, que chega a 3,5 milhões. No disputa de competitividade, o Brasil terá de enfrentar o Leste europeu e a China. Schneider lembra que o Leste europeu apresenta boas condições de produção. Mas no desenvolvimento de produto, os mais avançados são Brasil e China.</p>
<p>Comparações com outros países justificam o interesse das empresas. Numa recente palestra dirigida a fornecedores, o diretor de vendas da General Motors, Marcos Munhoz, mostrou o que aconteceu na relação habitantes/automóveis no mundo nos dois últimos anos.</p>
<p>No Japão, o número de vendas de veículos para cada mil habitantes passou de 42,1 em 2007 para 38,7 este ano. No Canadá, verificou-se queda de 16%, passando de 51,8 para 34,9. Já nos Estados Unidos, a retração foi ainda maior: saiu de 54,4 para 29,5. Por sua vez, no Brasil, no mesmo período, a relação subiu de 12,9 para 14 e na China, de 6,5 para 8.</p>
<p>&#8220;Todo o mundo está convencido de que o mercado da Europa não vai crescer de maneira significativa nos próximos dez ou 20 anos. Por isso, o importante é conseguir avançar nas regiões onde prevemos um crescimento importante&#8221;, diz o presidente do grupo PSA Peugeot Citroën no Mercosul, Vincent Rambaud. Para ele, quando se fala em Brasil não se pode separar mercado e produção. &#8220;O lugar mais interessante para se produzir carros é onde se pode vendê-los&#8221;.</p>
<p>&#8220;O mercado do Brasil está em crescimento não apenas porque recebeu incentivos do governo, mas porque tem potencial&#8221;, diz o presidente mundial do grupo Renault/Nissan, Carlos Ghosn. &#8220;Na relação número de habitantes por veículo o país ainda está muito longe de onde pode chegar&#8221;.</p>
<p>O Brasil abriga hoje 16 montadoras de automóveis, ônibus e caminhões, com 26 fábricas espalhadas em oito Estados. Ao ritmo de 3 milhões de unidades por ano, esse parque industrial funciona com ociosidade média de 25%. Os programas de investimentos anunciados nos últimos meses levarão a uma capacidade de 4 milhões em breve. (MO)</p>
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		<title>Venda de carros atinge melhor nível da história</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 13:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Junho pode superar a marca de 288 mil carros vendidos em julho de 2008
Cleide Silva &#8211; O Estado SP
As montadoras estão prestes a fechar o melhor mês da história do setor. Até quinta-feira, foram vendidos no País 241,4 mil veículos novos. As empresas acreditam que, até o dia 30, conseguirão ultrapassar o recorde de 288,1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" alt="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" /></div>
<p><strong>Junho pode superar a marca de 288 mil carros vendidos em julho de 2008</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Cleide Silva &#8211; O Estado SP</p>
<p>As montadoras estão prestes a fechar o melhor mês da história do setor. Até quinta-feira, foram vendidos no País 241,4 mil veículos novos. As empresas acreditam que, até o dia 30, conseguirão ultrapassar o recorde de 288,1 mil unidades comercializadas em julho do ano passado, incluindo caminhões e ônibus.</p>
<p>O resultado será obtido, em parte, por causa de antecipação de compra de consumidores que temiam o fim do corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os automóveis. Na segunda-feira o governo federal vai anunciar nova prorrogação da medida, em vigor desde meados de dezembro.</p>
<p>Neste fim de semana, quase todas as marcas estão realizando feirões ou ações nas próprias concessionárias ainda com o mote de último fim de semana de IPI reduzido. A medida possibilitou a redução de 5% a 7% nos preços dos carros com motores 1.0 a 2.0. Somado ao imposto menor, fábricas e revendedores ampliaram os descontos e os automóveis estão, em média, 9% mais baratos em relação aos preços sugeridos na tabela de dezembro.</p>
<p>Há casos em que os descontos são maiores. No primeiro feirão que a francesa Peugeot realiza este ano, no estacionamento do Shopping Center Norte, na capital paulista, o compacto 206 1.4 flex é oferecido por R$ 24.990, 19% abaixo do preço de tabela anterior à redução do IPI. O modelo sedã 207 Passion 1.4 flex tem desconto de R$ 2,5 mil e é vendido por R$ 36.990.</p>
<p>A Renault realiza feirão no terreno ao lado do Playcenter, também na zona norte de São Paulo, enquanto Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford optaram por ações nas concessionárias. Somente no segmento de automóveis e comerciais leves, as vendas até o dia 25 somam 232,8 mil unidades, cerca de 15% a mais que em maio.</p>
<p>Com caminhões e ônibus, os negócios chegam a 241,4 mil unidades, enquanto em todo o mês de maio foram vendidos 247 mil veículos. Há vários modelos de carros em falta, com espera de até 40 dias.</p>
<p>O melhor desempenho deste ano foi em março, com 271,4 mil veículos vendidos. Inicialmente, o corte do IPI estava previsto para três meses e deveria acabar no dia 30 daquele mês, quando houve corrida às lojas. O governo federal decidiu manter a desoneração por mais três meses, prazo que venceria na quarta-feira.</p>
<p>Na segunda-feira, em encontro em Brasília com representantes das montadoras e das centrais sindicais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vão anunciar oficialmente a manutenção do corte de imposto para os automóveis e também para os setores da linha branca e materiais de construção, além de incluir máquinas e equipamentos no pacote.</p>
<p>No setor automotivo, um dos entraves está no segmento de caminhões, que também teve o IPI de 5% suspenso no período. Ao contrário do que ocorreu com os automóveis e comerciais leves, com vendas praticamente empatadas com as de igual período de 2008, os negócios com veículos pesados caíram quase 20% neste ano.</p>
<p>Há empresas do segmento de caminhões e ônibus estudando corte de trabalhadores, por isso não querem se comprometer com o governo em manter empregos caso essa contrapartida seja sugerida novamente.</p>
<p>&#8220;Não vamos abrir mão de manutenção de empregos&#8221;, disse ontem o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. A medida só entrou em pauta quando houve a prorrogação do corte do IPI. Ainda assim, foram fechados este ano 6,4 mil postos de trabalho referentes a contratos temporários vencidos e programas de demissão voluntária.</p>
<p>INADIMPLÊNCIA</p>
<p>Outra preocupação é o constante aumento da inadimplência nos financiamentos de automóveis. Segundo o Banco Central, 5,4% dos contratos estavam com atrasos acima de 90 dias em maio, ante 5,2% em abril. É o maior nível desde 2000.</p>
<p>Pesquisa informal feita em agências de cobrança de São Paulo pela MSantos, especializada no varejo de carros, mostra 20% dos contratos com atrasos de até 30 dias, 12% de 60 a 90 dias e 5,4% acima desse período, o que pode sinalizar para um aumento do calote nos próximos meses.</p>
<p>A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ainda não vê o índice de atraso acima de três meses como preocupante. Antes de 2008, contudo, a média estava na casa dos 3,5%.</p>
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		<title>Faltam automóveis nas lojas</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 15:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Perto do fim do prazo de redução do IPI, faltam automóveis nas lojas
Modelos de maior saída só têm entrega prevista para julho, quando termina oficialmente a redução do imposto
Cleide Silva &#8211; O Estado SP
A duas semanas do fim do prazo oficial de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, modelos de maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://www1.bestgraph.com/gifs/transport/voitures/voitures-05.gif" alt="http://www1.bestgraph.com/gifs/transport/voitures/voitures-05.gif" align="left" /><strong>Perto do fim do prazo de redução do IPI, faltam automóveis nas lojas</strong></p>
<p><strong>Modelos de maior saída só têm entrega prevista para julho, quando termina oficialmente a redução do imposto</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Cleide Silva &#8211; O Estado SP</p>
<p>A duas semanas do fim do prazo oficial de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, modelos de maior saída desapareceram das concessionárias. A maioria dessas versões só tem entrega prevista para julho, quando o benefício terá acabado, caso o governo decida suspender a medida que zerou a alíquota do imposto para modelos 1.0 e cortou à metade a de carros com até 2.0 de potência.</p>
<p>A redução, em vigor desde dezembro, inicialmente teria validade por três meses, mas foi prorrogada por mais três, com prazo de vencimento em 30 de junho. Agora, o governo estuda se mantém o corte &#8211; que reduziu os preços dos carros novos entre 5% e 7% -, se aumenta o IPI gradualmente ou se retoma a alíquota normal, de 7% a 13%.</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, voltou ontem a dizer que é contra a nova prorrogação e a retomada gradual das alíquotas. Ele defendeu a manutenção do corte apenas para o setor da construção civil, pois a medida iria ao encontro do programa do governo de construção e financiamento de casas populares.</p>
<p>O ministro admitiu, porém, que negociações sobre o tema entre governo, montadoras e sindicatos ainda não começaram, o que deve ocorrer na última semana do mês. &#8220;Até o último momento vou dizer que sou contra a prorrogação&#8221;, disse Miguel Jorge, ao citar representantes do setor automobilístico que alegam que &#8220;toda vez que se fala em prorrogação, diminuem as vendas&#8221;.</p>
<p>Na dúvida, os consumidores tentam antecipar compras, mas enfrentam falta de produtos. &#8220;Quase todos os modelos têm fila de espera de 20 a 30 dias, com exceção de Palio Fire e Mille Fire&#8221;, informou Daniel Queiroga, gerente da revenda Fiat Amazonas, grupo que tem seis lojas na capital paulista.</p>
<p>Na concessionária Toyota Caltabiano, na zona oeste, quase toda a linha Corolla e Hilux só tem entrega para daqui a 30 ou 45 dias, admitiu a gerente Maria de Lourdes Gameiro. &#8220;Para pronta entrega só temos algumas versões de menos saída, como Corolla XEi com câmbio mecânico, que custa cerca de R$ 64 mil&#8221;. Versões mais sofisticadas, como a de câmbio automático e banco de couro estão em falta. Essa versão está com preço reduzido em R$ 3,2 mil após o corte do IPI e é vendida a R$ 72,4 mil.</p>
<p>Na linha Volkswagen, a maior espera é pelo Voyage 1.0, de 20 a 25 dias, segundo o gerente da Amazon, na zona leste, Marcos Leite. &#8220;A fábrica está produzindo o que pode, fazendo horas extras aos sábados, mas não dá conta da demanda&#8221;, disse. &#8220;Muitos clientes pedem para eu garantir o preço reduzido até a entrega, mas não posso.&#8221;</p>
<p>Em outras revendas Volkswagen consultadas pelo Estado, também há fila de até 30 dias para a versão mais barata do novo Gol. A General Motors informou que &#8220;há espera em algumas lojas de 15 a 20 dias para Celta, Classic e Prisma&#8221;, mas revendas consultadas informaram que também faltam Meriva e Vectra. Na Ford, a espera para Fiesta, Ka e EcoSport é de 10 a 15 dias.<br />
<strong><br />
VENDAS EM ALTA</strong></p>
<p>Na primeira quinzena de junho foram vendidos 117,8 mil veículos. Só em automóveis e comerciais leves foram 113,3 mil unidades, 6,4% a mais que em igual período de maio e cerca de 1% acima do volume do mesmo período de 2008. No acumulado do ano, foram vendidos 1,267 milhão de veículos, 3 mil a mais em relação ao ano passado.</p>
<p>A indústria trabalha com expectativa de vendas de cerca de 270 mil veículos até o fim do mês, volume próximo ao de março, quando também houve corrida às lojas por receio do fim da redução do IPI.</p>
<p>A medida foi adotada em meados de dezembro, quando as vendas despencaram em consequência da crise internacional e da falta de crédito. Desde então, as vendas estão praticamente empatadas com as do ano passado, quando não havia crise. O crédito também voltou ao bancos.</p>
<p>Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou a vontade de tornar a redução do tributo uma política permanente para o setor automotivo. Miguel Jorge, porém, acredita que a intenção de Lula é de um plano mais amplo de redução de impostos, mas sem esperar a reforma tributária, ainda longe de solução. O ministro quer ainda que seja tratada de forma isolada a discussão sobre a redução do IPI para carros, produtos da linha branca e material de construção.</p>
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		<title>Adeus, GM</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 18:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Michael Moore
Michael Moore *, GLOBAL VIEW POINT &#8211; O Estado SP
Escrevi isso na manhã do fim da antes poderosa General Motors. Por volta do meio-dia, o presidente dos Estados Unidos tornaria oficial: a GM, tal como a conhecemos, teve perda total.
Enquanto estou aqui sentado no berço da GM, em Flint, Estado de Michigan, estou cercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.aim.org/wls/wp-content/themes/wls/photos/michaelmoore.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.aim.org/wls/wp-content/themes/wls/photos/michaelmoore.jpg" /><br />
<font size="1"><em>Michael Moore</em></font></div>
<p style="background-color: #ffff99">Michael Moore *, GLOBAL VIEW POINT &#8211; O Estado SP</p>
<p>Escrevi isso na manhã do fim da antes poderosa General Motors. Por volta do meio-dia, o presidente dos Estados Unidos tornaria oficial: a GM, tal como a conhecemos, teve perda total.</p>
<p>Enquanto estou aqui sentado no berço da GM, em Flint, Estado de Michigan, estou cercado de amigos e famílias cheios de ansiedade pelo que acontecerá com eles e com sua cidade. Quarenta por cento das casas e negócios da cidade foram abandonados. Imaginem como seria viver numa cidade em que quase metade das casas está vazia. Qual seria seu estado de espírito? É uma triste ironia que a companhia que inventou a &#8220;obsolescência planejada&#8221; &#8211; a decisão de construir carros que se desmantelariam após alguns anos para que o consumidor tivesse de comprar um novo &#8211; agora se tornou obsoleta.</p>
<p>Ela se recusou a fabricar automóveis que o público queria, carros mais econômicos, que fossem tão seguros quando poderiam, e fossem expressivamente confortáveis de dirigir. Oh&#8230; e que não começariam a se desmanchar depois de dois anos. A GM teimosamente combateu regulamentos ambientais de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os carros japoneses e alemães &#8220;inferiores&#8221;, carros que se tornariam o padrão ouro para compradores de automóveis. E ela foi determinada em punir sua força de trabalho sindicalizada, cortando milhares de empregos por nenhuma boa razão além de &#8220;melhorar&#8221; os resultados financeiros de curto prazo da corporação.</p>
<p>A partir dos anos 80, quando a GM registrou lucros recordes, ela deslocou incontáveis empregos para o México e outros lugares, destruindo assim as vidas de dezenas de milhares de americanos que trabalhavam duro. A flagrante estupidez dessa política foi que, quando eles eliminaram a renda de tantas famílias de classe média, quem vocês acham que seria capaz de comprar seus carros? A história registrará essa trapalhada da mesma maneira como escreve hoje sobre a construção francesa da Linha Maginot ou de como os romanos envenenaram inadvertidamente seu próprio sistema de água com chumbo letal em seus canos.</p>
<p>Então, aqui estamos ao pé do leito de morte da GM. O corpo da companhia ainda não esfriou, e eu me vejo cheio de &#8211; ousaria dizê-lo &#8211; alegria. Não é a alegria da vingança contra uma corporação que arruinou minha cidade natal e trouxe miséria, divórcio, alcoolismo, sem-teto, debilitação física e mental, e vício em drogas para as pessoas com as quais cresci. Eu não tenho, obviamente, nenhuma alegria em saber que mais 21 mil trabalhadores da GM serão informados de que também eles estão sem trabalho.</p>
<p>Mas os Estados Unidos agora possuem uma empresa automobilística! Eu sei, eu sei&#8230; quem, na terra, quer gerir uma montadora de carros? Quem de nós quer 50 bilhões de nossos dólares atirados no buraco sem fundo para tentar ainda salvar a GM? Salvar a nossa preciosa infraestrutura industrial, porém, é outra questão e deve ser uma alta prioridade. Se permitirmos o fechamento e desmantelamento de nossas plantas automotivas, nós dolorosamente desejaremos ainda as possuir quando percebermos que essas fábricas poderiam ter construído os sistemas de energia alternativa de que hoje desesperadamente precisamos. E quando percebermos que a melhor maneira de nos fazer transportar é em trens-bala e de superfície e ônibus mais limpos, como faremos isso se tivermos permitido que nossa capacidade industrial e sua força de trabalho especializada desapareçam?</p>
<p>Tal como fez o presidente Roosevelt após o ataque a Pearl Harbor, o presidente Obama precisa dizer à nação que estamos em guerra e precisamos imediatamente converter nossas fábricas de automóveis em fábricas que produzam veículos de transporte de massa e dispositivos de energia alternativa. Em poucos meses de 1942, em Flint, a GM paralisou toda a produção de carros e usou imediatamente as linhas de montagem para construir aviões, tanques e metralhadoras. A conversão não tomou nenhum tempo. Todos se empenharam. Os fascistas foram destruídos.</p>
<p>Estamos agora num tipo diferente de guerra &#8211; uma guerra que foi conduzida contra os ecossistemas e foi movida por nossos líderes corporativos. Essa guerra atual tem duas frentes. Uma tem seu quartel-general em Detroit. Os produtos construídos nas fábricas de GM, Ford e Chrysler estão entre as maiores armas de destruição em massa responsáveis pelo aquecimento global e o derretimento de nossas calotas polares. As coisas a que chamamos &#8220;carros&#8221; podiam ser divertidas de guiar, mas são como um milhão de adagas no coração da mãe natureza&#8221;.</p>
<p>Persistir na sua fabricação só levará à ruína de nossa espécie e de boa parte do planeta.</p>
<p>A outra frente nessa guerra está sendo travada pelas companhias de petróleo contra você e eu. Elas estão empenhadas em nos depenar sempre que puderem, e têm sido as gerentes implacáveis da quantidade finita de petróleo que está localizado sob a superfície da terra. Elas sabem que o estão sugando até o bagaço. E como os magnatas da madeira no início do século 20, que não davam a mínima para futuras gerações quando derrubaram as florestas, esses barões do petróleo não estão dizendo ao público o que eles sabem que é verdade &#8211; que existem apenas algumas poucas décadas de petróleo aproveitável. E à medida que os últimos dias do petróleo se aproximam, nos preparar para algumas pessoas muito desesperadas dispostas a matar e ser mortas apenas para pôr as mãos num galão de gasolina.</p>
<p>Há 100 anos, os fundadores da GM convenceram o mundo a desistir de seus cavalos, selas e carruagens para tentar uma nova forma de transporte. Agora chegou a hora de nós dizermos adeus ao motor de combustão interna. Ele pareceu nos servir tão bem por tanto tempo. Nós gostávamos de fazer malabarismos com os carros, tanto sentados no banco da frente como no de trás. Assistíamos filmes em grandes telas ao ar livre, íamos as corridas da Nascar por todo o país. E víamos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela na Highway 1. E agora isso acabou. Este é um novo dia e um novo século.<br />
<strong><br />
*Michael Moore é o cineasta americano de Roger and Me sobre a indústria automotiva americana e Fahrenheit 9/11 sobre a guerra do Iraque. Este artigo foi escrito para o Huffington Post. </strong></p>
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