<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; MP</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/mp/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 11:00:15 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Excesso de exigências atrasa licenciamento e eleva custo de obras</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/excesso-de-exigencias-atrasa-licenciamento-e-eleva-custo-de-obras/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/excesso-de-exigencias-atrasa-licenciamento-e-eleva-custo-de-obras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Conama]]></category>
		<category><![CDATA[Eia-Rima]]></category>
		<category><![CDATA[EPE]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[hidrelétricas]]></category>
		<category><![CDATA[IBAMA]]></category>
		<category><![CDATA[impacto ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=16268</guid>
		<description><![CDATA[Ambiente: Para empreendedores, concessão de licenças prévias devia ficar centralizada em poucos órgãos



Ruy Baron / Valor

Roberto Messias Franco, presidente do Ibama: estudos de má qualidade acabam prejudicando liberação de projetos



Danilo Fariello, de Brasília &#8211; VALOR
Depois de ter a data inicial de previsão vencida em 20 dias, a licença prévia para a construção da hidrelétrica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ambiente: Para empreendedores, concessão de licenças prévias devia ficar centralizada em poucos órgãos</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Ruy Baron / Valor<br />
<img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002385/imagens/foto_16bra-roberto-a3.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
Roberto Messias Franco, presidente do Ibama: estudos de má qualidade acabam prejudicando liberação de projetos</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></p>
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: left;"><span style="background-color: #ffff99;">Danilo Fariello, de Brasília &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Depois de ter a data inicial de previsão vencida em 20 dias, a licença prévia para a construção da hidrelétrica de Belo Monte (capacidade de 11,3 mil MW e orçamento previsto de R$ 16 bilhões) deverá sair hoje. Assim como ocorreu nas usinas do rio Madeira, em 2007, uma série de condicionalidades deverá ser imposta para os empreendedores da obra no Pará, o que representa a ponta de um iceberg em relação aos problemas que envolvem o licenciamento ambiental de grandes obras.</p>
<p>O anúncio do licenciamento para hoje foi feito na semana passada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O episódio replicou o ocorrido em julho de 2007, quando depois de semanas de expectativa, foi necessária uma reunião similar para liberar as licenças para as usinas de Santo Antonio e Jirau, em Rondônia.</p>
<p>O Valor ouviu representantes do governo, órgãos licenciadores federais, empreendedores e técnicos que fazem os Estudos de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA-Rima). São dois os consensos entre todos. O primeiro é de que as leis ambientais brasileiras, afora alguns ajustes, são suficientemente boas para permitir o desenvolvimento econômico com danos ambientais compatíveis. O segundo, porém, é de que os processos para o licenciamento das obras dificultam a sua eficiência, podendo atrasar e encarecer obras no setor elétrico e outros críticos da infraestrutura.</p>
<p>Além de Belo Monte, permanecem sem licença prévia, e podem ficar fora do leilão de energia nova que ocorre até o fim do ano, sete hidrelétricas que terão capacidade de gerar 905 MW. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, se a licença não sair, o leilão venderá energia apenas das térmicas, que poluem mais e têm energia mais cara. Até hoje, um mês após esta ameaça, as licenças não saíram.</p>
<p>As excessivas condicionalidades impostas no licenciamento prévio dos empreendimentos ou no decorrer das obras são sugeridas pelos especialistas, em geral acadêmicos, no EIA-Rima. Cabe aos licenciadores acatar as sugestões e sugerir novas exigências, se acreditarem que as medidas são insuficientes para reduzir os impactos.</p>
<p>Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) têm olhado com lupa falhas ou elementos questionáveis no EIA. Preocupados com a região, muitos conseguem, na Justiça, interromper obras.</p>
<p>O problema principal dos questionamentos do MPF é que, com frequência, eles apontam a pessoa física que liberou a obra como responsável nos processos. Isso amedronta os envolvidos no caso, que muitas vezes podem negar a licença por temer condenação ou passar a outro colega ou instância a responsabilidade. Há quem diga, ainda, que, algumas vezes, licenciadores prorrogam decisões por militância ou ideologia, ou seja, por querer evitar o aproveitamento de recursos naturais locais por grandes grupos empresariais.</p>
<p>No caso de Belo Monte, a disputa começou antes mesmo da licença prévia. Na semana passada, o MPF no Pará questionou o fato de o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) ter feito apenas quatro audiências públicas em Altamira, no Pará. Alegando que deveriam ocorrer mais audiências, para abranger todos os povos afetados, o MPF conseguiu decisão favorável na terça-feira. No dia seguinte, o Ibama conseguiu derrubar a decisão no Tribunal Regional Federal, em Brasília.</p>
<p>O projeto final de Belo Monte foi concebido sem reservatório significativo, a pedido das comunidades locais que queriam evitar a construção de uma barragem maior, que traria mais impactos. A usina será construída no modelo que se chama &#8220;fio d&#8217;água&#8221;, o que impede que se explore o máximo de sua capacidade. O modelo é considerado uma &#8220;aberração energética&#8221; por alguns especialistas, por se tratar de construção cara e enorme, que jamais operará no limite do potencial. Apesar do potencial de mais de 11 mil MW, a geração prevista será de 4,6 mil MW médios. Nos períodos de estiagem, ela poderá não funcionar, o que exigirá o uso das termelétricas.</p>
<p>Para o governo, o problema do atraso recente para a liberação das licenças é dos empreendedores. Segundo Roberto Messias Franco, presidente do Ibama, muitos empresários têm pago grandes somas por estudos de má qualidade, que acabam prejudicando a liberação dos projetos. &#8220;Os investimentos estão aquecidos, mas ainda são poucos os cursos para formar estudiosos do ramo e é necessário tempo para formar essa mão de obra.&#8221;</p>
<p>Do outro lado, porém, muitos empresários afirmam que os pedidos de estudo feitos pelos licenciadores muitas vezes estão além do limite do conhecimento científico. Um exemplo seria a necessidade de previsão de sedimentação do solo no período de dez anos em certas hidrelétricas. Já outras previsões para as quais há conhecimento, como o impacto socioambiental, não seriam pedidos.</p>
<p>Para Nirvia Ravena, cientista política da Universidade Federal do Pará, que acompanhou os estudos de Belo Monte, há diversas discussões no Judiciário sobre a falta de clareza dos termos de referência, em que os licenciadores listam pedidos. &#8220;Isso faz com que os empreendedores muitas vezes invistam em &#8216;caixas-pretas&#8217;, porque questões relevantes não são previstas.&#8221; Em Tucuruí, por exemplo, diversos passivos socioambientais surgiram para a Eletronorte depois que foi feito o EIA-Rima, diz.</p>
<p>Outro debate acalorado é a descentralização das instâncias licenciadoras. Com frequência, órgãos estaduais e o Ibama podem fazer as mesmas exigências. Para Antonio Luiz Abreu Jorge, diretor de meio ambiente da Energia Sustentável, consórcio que controla Jirau, as licenças deveriam ser unificadas nas três essenciais: a prévia, a de instalação e a de operação. Ele lembra que, até agora, precisou de mais de 20 licenças e a usina começará a operar em 2012.</p>
<p>Uma solução para esse problema apontada pelos próprios acadêmicos e empreendedores seria adotar o modelo, difundido internacionalmente, de especialistas certificados por uma entidade independente. No entanto, segundo Izabella Teixeira, secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Brasil precisa avançar em outros processos antes. O tema do licenciamento é discutido no âmbito do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que, além do MMA e Ibama, envolve outras instâncias do governo, de entidades não-governamentais, empresas e da sociedade em geral. Ele teria poder para mudar os processos.</p>
<p>À luz do projeto federal de integração do sistema elétrico pela América Latina, um presidente de entidade de classe do setor, que não quis se identificar, comenta o entrave: &#8220;Está muito mais fácil conseguir licença para investir em hidrelétricas nos países vizinhos do que no Brasil&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/excesso-de-exigencias-atrasa-licenciamento-e-eleva-custo-de-obras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Após denúncia do vereador Donato, MP abre inquérito sobre contratos do Leve Leite</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/apos-denuncia-do-vereador-donato-mp-abre-inquerito-sobre-contratos-do-leve-leite/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/apos-denuncia-do-vereador-donato-mp-abre-inquerito-sobre-contratos-do-leve-leite/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[correios]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[Leve-leite]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[vereador Donato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15019</guid>
		<description><![CDATA[
O Ministério Público instaurou inquérito civil (nº 121/09) para investigar o contrato (no valor de R$ 34 milhões), celebrado sem licitação entre a Prefeitura de São Paulo e os Correios, para a entrega de latas do programa Leve Leite na casa das crianças matriculadas na rede municipal de ensino.
A decisão do MP se baseou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,14403079,00.jpg" alt="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,14403079,00.jpg" width="298" height="199" /><img src="http://4.bp.blogspot.com/_Iv3aM_MaU04/SPd5HONu87I/AAAAAAAAATA/LHVenKvQ-f8/s400/kassab.bmp" alt="http://4.bp.blogspot.com/_Iv3aM_MaU04/SPd5HONu87I/AAAAAAAAATA/LHVenKvQ-f8/s400/kassab.bmp" width="238" height="198" /></p>
<p>O Ministério Público instaurou inquérito civil (nº 121/09) para investigar o contrato (no valor de R$ 34 milhões), celebrado sem licitação entre a Prefeitura de São Paulo e os Correios, para a entrega de latas do programa Leve Leite na casa das crianças matriculadas na rede municipal de ensino.</p>
<p>A decisão do MP se baseou em denúncia formulada pelo vereador Donato. No mesmo inquérito será investigado também o contrato da prefeitura com a Nestlé, que igualmente foi contratada sem licitação e cobrou no preço um valor referente à entrega do produto.</p>
<p>Em pronunciamento da tribuna da Câmara Municipal semana passada, Donato observou que os Correios só poderiam ser contratados sem concorrência pública apenas para distribuição de correspondência, já que detém o monopólio do serviço. No caso do Leve Leite, a prefeitura deveria ter feito licitação para escolher quem faria a distribuição, assim como aconteceu para a entrega de remédios e de uniformes escolares nas casas dos beneficiários destes programas.</p>
<p>Quanto ao preço do quilo de leite em pó (R$ 8,50) cobrado pela Nestlé, o vereador lembrou que no custo estava embutida a despesa com a distribuição nas escolas. Após Donato ter protocolado a representação no MP para que fosse investigado o caso, a prefeitura baixou de R$ 8,50 para R$ 8,21 o valor pago pelo quilo do produto.</p>
<p>“Sou a favor de que o leite não seja distribuído pelos professores, cujo tempo deve ser dedicado à sala de aula, ao ensino dos alunos, algo que não ocorre mesmo com a retirada do leite. Temos notícias de que professoras atuam como costureiras, tirando as medidas dos alunos para a confecção de uniformes. Essas atividades deveriam ser desenvolvidas por pessoas do apoio da escola ou terceirizadas. Nos parece que o custo de R$ 34 milhões é excessivo em relação ao contrato de distribuição do leite, de R$ 120 milhões. Será que não existe alternativa mais barata do que R$ 34 milhões, que onera as verbas de assistência social na área de educação”, questionou Donato.</p>
<p><em>Fonte Boletim da liderança da bancada de vereadores do PT</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/apos-denuncia-do-vereador-donato-mp-abre-inquerito-sobre-contratos-do-leve-leite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Temporão é contra atender convênio em hospitais de SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/temporao-e-contra-atender-convenio-em-hospitais-de-sp/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/temporao-e-contra-atender-convenio-em-hospitais-de-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:06:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[José Gomes Temporão]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[OS]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[saúde SP]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/temporao-e-contra-atender-convenio-em-hospitais-de-sp/</guid>
		<description><![CDATA[ANGELA LACERDA &#8211; Agencia Estado
GOIANA (PE) &#8211; O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, desaprovou hoje o atendimento de convênios de saúde em hospitais paulistas. &#8220;Entendo que uma entidade pública ao abrir para a possibilidade de vender serviços no mercado está abrindo um precedente perigoso&#8221;, afirmou ele. &#8220;Não é uma proposta que eu gosto não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">ANGELA LACERDA &#8211; Agencia Estado</p>
<p>GOIANA (PE) &#8211; O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, desaprovou hoje o atendimento de convênios de saúde em hospitais paulistas. &#8220;Entendo que uma entidade pública ao abrir para a possibilidade de vender serviços no mercado está abrindo um precedente perigoso&#8221;, afirmou ele. &#8220;Não é uma proposta que eu gosto não (sic)&#8221;. O ministro disse ter sido surpreendido com o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa. &#8220;O projeto de lei original encaminhado pelo governador (José Serra) não previa isso, houve uma emenda&#8221;, afirmou.</p>
<p>Temporão disse que defende a profissionalização da gestão hospitalar, contrato de metas, contratação de pessoal pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), &#8220;mas para atender única e exclusivamente o Sistema Único de Saúde (SUS)&#8221;. Mesmo desfavorável à iniciativa do governo de São Paulo, ele disse que não pretende agir contra. &#8220;Não se trata de impedir&#8221;, frisou. &#8220;É uma lei estadual e os Estados têm autonomia&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/temporao-e-contra-atender-convenio-em-hospitais-de-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O debate segundo José Serra</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-debate-segundo-jose-serra/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-debate-segundo-jose-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 12:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[OS]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[saúde SP]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-debate-segundo-jose-serra/</guid>
		<description><![CDATA[José Serra não tem assumido nenhuma posição sobre o pré-sal, só quer tempo para dicutir melhor, debater, aprofundar o assunto. José Serra quer confrontar pontos de vista. Um democrata, em suma.
Confrontado, porém, a discusão da questão da saúde de São Paulo, eis que o democrata mostra uma cara de intolêrancia, desqualificação, grosseria e rolo compressor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>José Serra não tem assumido nenhuma posição sobre o pré-sal, só quer tempo para dicutir melhor, debater, aprofundar o assunto. José Serra quer confrontar pontos de vista. Um democrata, em suma.</em></p>
<p><em>Confrontado, porém, a discusão da questão da saúde de São Paulo, eis que o democrata mostra uma cara de intolêrancia, desqualificação, grosseria e rolo compressor. O democrata mostra a verdadeira cara do autoritarismo.</em></p>
<p><em>A seguir estão reproduzidos dois artigo do portal do </em><strong>Estadão</strong><em>. O primeiro publicado em 3 de setembro 2009 no jornal impresso, dá conta da aprovação da terceirização da saúde em SP pela Assembleia legislativa. No artigo, especialistas, promotores e até o Ministro da Saúde do governo federal, levantam objeções ao sistema aprovado em São Paulo. </em></p>
<p><em>O segundo do mesmo dia às 18,21 horas, da </em><strong>Agencia Estado</strong><em>, dá conta da resposta de Serra às objeções e como o governador-candidato considera o debate público quando sua política é questionada. </em></p>
<p><em>Chama a atenção também a diferência de tratamento dada no primeiro e no segundo artigo. Enquanto no primeiro são apresentados os argumentos a favor e contra, alem das informações sobre a votação, no segundo só às posições do governo estadual e do governador aparecem. LF</em></p>
<p align="center"><font size="1"><em><a href="http://www.flickr.com/photos/fragadesenhos/3378330796/" title="José Serra por Fragadesenhos, no Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3458/3378330796_1ea0b2db86_o.jpg" alt="José Serra" height="500" width="356" /></a><br />
Caricatura do governador paulista do caricaturista Fraga, publicada no domingo 22 de março na coluna semanal Sentenças, editoria de Opinião do jornal Zero Hora.</em></font></p>
<p><font size="5"><strong>SP amplia terceirização dos serviços de saúde</strong></font></p>
<p><strong>Projeto aprovado permite que unidades estaduais atendam pacientes de convênios médicos</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Fabiane Leite &#8211; O Estado SP</p>
<p>O governo José Serra (PSDB) poderá ampliar a terceirização de unidades públicas de saúde para entidades privadas sem fins lucrativos no Estado de São Paulo, permitindo que até 25% dos atendimentos sejam dedicados aos planos de saúde.</p>
<p>A medida, proposta via projeto de lei do Executivo, foi aprovada por 55 votos a 17 na Assembleia Legislativa, na noite de ontem. Segundo a administração, ela garantirá agilidade no atendimento, uma vez que as entidades, classificadas como Organizações Sociais (OSs), não necessitam fazer licitações para compras nem concursos públicos para contratações de funcionários. Já o atendimento de planos traria mais recursos ao setor público, justificou o governo. O projeto aprovado também prevê ampliação das terceirizações na área de cultura e inova ao estabelecê-la nos esportes e amparo aos deficientes.</p>
<p>Especialistas e o Ministério Público alertam, porém, que as mudanças no campo da saúde ocorrem sem adequados mecanismos de controle de recursos públicos repassados. Dizem ainda que o atendimento de convênios em unidades públicas fere os princípios do Sistema Único de Saúde, que prevê universalidade e equidade da assistência. O atendimento a convênios prejudicará pacientes mais pobres, que não têm plano e que já são sujeitos a filas, enquanto pessoas com cobertura privada desfrutarão, dentro da rede pública, de serviços mais rápidos e confortáveis. &#8220;Isso cria um verdadeiro apartheid dentro do sistema&#8221;, afirma Mário Scheffer, diretor do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde. &#8220;O Estado não está aparelhado para fiscalizar as OSs&#8221;, alertou ainda a promotora Anna Trotta.</p>
<p>A bancada do PT ameaça ingressar com ação. A reportagem apurou que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, manifestou ontem contrariedade com a abertura da porta para convênios.</p>
<p><strong>EXPANSÃO</strong></p>
<p>A lei que criou o sistema de OSs, de 98, previa que apenas unidades novas pudessem ter a gestão terceirizada. Hoje está implantada em pelo menos 51 serviços de saúde estaduais. O projeto do governo derrubou a restrição. Emenda da deputada Maria Lúcia Amary (PSDB) acrescentou que as unidades especializadas e de atendimento de alta complexidade (como cirurgias cardíacas) ou aquelas responsáveis por mais de 50% da oferta de serviços de saúde em uma região poderão oficializar uma porta especial aos pacientes de convênios.</p>
<p>Em nota, o secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, enfatizou que o atendimento a convênios não prejudicará usuários do SUS, pois as unidades têm metas. &#8220;A vantagem é que os hospitais poderão utilizar os recursos novos, do atendimento a planos, em benefício do SUS.&#8221;</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.revistainteratual.com.br/revistas/01/img/atualidades/salao_humor/foto1_atualidades_salaohumo.jpg" alt="http://www.revistainteratual.com.br/revistas/01/img/atualidades/salao_humor/foto1_atualidades_salaohumo.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"><font size="1"><em>José Serra pelo caricaturista Gade </em></font></div>
<p><strong><font size="5">Serra rebate crítica a terceirização da saúde em SP</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">CAROLINA FREITAS &#8211; Agencia Estado</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), acusou hoje os críticos do projeto de lei que permite organizações sociais administrarem hospitais públicos de agirem com motivações políticas. Deputados estaduais da oposição e sindicalistas apontam uma tentativa do governador de privatizar a saúde no Estado. O projeto prevê também que até 25% dos atendimentos em cada unidade possam ser de pacientes com plano de saúde. A proposta de autoria de Serra foi aprovada ontem na Assembleia Legislativa.</p>
<p>Questionado sobre as críticas ao projeto, o tucano reagiu: &#8220;Isso é trololó político do pessoal que é contra as organizações sociais e contra o bom atendimento da população.&#8221; Segundo o governador, unidades administradas por organizações sociais custam 10% menos e fazem 25% mais atendimentos.</p>
<p>O secretário estadual da Saúde, Luiz Barradas Barata, atribuiu a suposta melhora na produtividade das unidades à experiência das entidades e fundações em administrar hospitais. &#8220;As organizações sociais têm experiência, administram com economia e tem um pessoal mais enxuto que o Estado&#8221;, disse.</p>
<p>Barradas defendeu ainda a cobrança pelo atendimento de pacientes com plano de saúde como forma de ressarcir o Estado pela tarefa. &#8220;A lei amplia o atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e acaba com os subsídios aos planos de saúde&#8221;, afirmou o secretário. Segundo ele, um levantamento do Estado com dez hospitais públicos administrados por organizações sociais mostrou que de 20% a 30% dos pacientes das unidades tinham plano de saúde.</p>
<p>Barradas esclareceu que o fato de ter plano de saúde não vai interferir na triagem dos pacientes. De acordo com o secretário, a informação só será considerada na hora em que o paciente receber alta, para cobrar o SUS ou o plano pelo atendimento.</p>
<p>Serra enfatizou que a proposta altera as regras apenas para unidades já existentes. Hospitais como o Instituto do Coração (Incor), por exemplo, atuam nesse modelo há 20 anos. &#8220;Não tem nenhuma novidade. O pessoal do PT, sindicalista, está fazendo onda&#8221;, disse o governador. &#8220;Tudo o que o PT quer no plano nacional é fazer a mesma coisa que a gente. Só que a gente sabe fazer e faz acontecer.&#8221;</p>
<p>Após a aprovação na Assembleia, o projeto de lei segue para análise da Casa Civil e do governador. Mesmo sendo autor da proposta, Serra esquivou-se de responder se sancionará a lei e quando o fará.</p>
<p>Novo hospital &#8211; No Estado de São Paulo, há 25 hospitais geridos por organizações sociais. Um deles, na capital, foi inaugurado hoje pelo governador, o Instituto de Reabilitação da Rede Lucy Montoro, administrado pela Fundação da Faculdade de Medicina de São Paulo.</p>
<p>O primeiro hospital da rede fica na zona sul da cidade e tem capacidade para atender 12 mil pessoas por mês, em 20 consultórios e 80 apartamentos individuais. O hospital foi comprado já pronto pelo governo do Estado por R$ 50 milhões e adaptado para receber os pacientes em reabilitação. A manutenção do hospital custará aos cofres públicos R$ 60 milhões por ano. Até o final de 2009, chegarão equipamentos de robótica importados, no valor de R$ 10 milhões.</p>
<p>No primeiro semestre de 2010, o Estado pretende entregar hospitais com essa especialidade em Campinas e São José do Rio Preto. No segundo semestre de 2010, devem ficar prontas as unidades de Santos, Marília e Ribeirão Preto.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/o-debate-segundo-jose-serra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Serra faz aprovar cobrança em hospital público estadual. MP acionará a justiça contra</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/serra-faz-aprovar-cobranca-em-hospital-publico-estadual-mp-acionara-a-justica-contra/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/serra-faz-aprovar-cobranca-em-hospital-publico-estadual-mp-acionara-a-justica-contra/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 16:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[licitações]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[OS]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[saúde SP]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/serra-faz-aprovar-cobranca-em-hospital-publico-estadual-mp-acionara-a-justica-contra/</guid>
		<description><![CDATA[Atendimento a paciente particular e de plano de saúde é previsto no projeto que amplia a terceirização dos hospitais estaduais
Venda de serviço pode chegar a 25% da capacidade da unidade; texto segue agora para sanção do governador José Serra
RICARDO WESTIN &#8211; Folha SP
 DA REPORTAGEM LOCAL
A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou ontem, por 55 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atendimento a paciente particular e de plano de saúde é previsto no projeto que amplia a terceirização dos hospitais estaduais</strong></p>
<p><strong>Venda de serviço pode chegar a 25% da capacidade da unidade; texto segue agora para sanção do governador José Serra</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">RICARDO WESTIN &#8211; Folha SP</p>
<p> DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou ontem, por 55 votos a 17, o projeto de lei que permite que todos os hospitais estaduais sejam terceirizados e, apesar de públicos, atendam a pacientes particulares e de planos de saúde, mediante cobrança.<br />
O Ministério Público do Estado afirmou que, assim que a norma entrar em vigor, ajuizará ações contra a sua execução. Na visão do Ministério Público, a futura lei fere os princípios de igualdade e universalidade do SUS (Sistema Único de Saúde), pois criará um tratamento diferenciado para os pagantes.<br />
Para que se torne lei, o texto aprovado pelos deputados precisa ser sancionado pelo governador José Serra (PSDB). A aprovação é dada como certa, já que o projeto original foi apresentado pelo governador.<br />
Durante a votação de ontem, funcionários públicos fizeram protestos e chegaram a xingar a relatora do projeto, a deputada Maria Lúcia Amary (PSDB).<br />
A futura lei é especialmente polêmica na questão da venda de até 25% dos atendimentos dos hospitais públicos terceirizados a pacientes particulares e de planos de saúde. Os críticos dizem que se trata de uma &#8220;privatização da saúde pública&#8221;.<br />
Na visão desses críticos, os pacientes que pagarem pelo atendimento ou utilizarem seus planos de saúde entrarão numa fila mais rápida, em detrimento dos pacientes do SUS, relegados a uma fila mais lenta.<br />
Os hospitais atenderão de maneira seletiva porque, segundo esse raciocínio, os planos de saúde pagam mais que o sistema público pelos procedimentos médicos.<br />
&#8220;O SUS já não consegue atender à demanda atual. Não há vagas sobrando nos hospitais. Como querem separar 25% para pacientes particulares? Haverá um claro prejuízo à população que depende do SUS&#8221;, diz Anna Trotta, promotora de Justiça da área de saúde pública.<br />
A promotora diz que, se o governador sancionar a lei, entrará com ações civis públicas contra os contratos de terceirização que vierem a ser firmados entre o Estado e as OSs (organizações sociais) permitindo o atendimento de pacientes particulares. E que alertará o procurador-geral da República para que avalie a necessidade de entrar no Supremo Tribunal Federal com uma Adin (ação direta de inconstitucionalidade) contra a lei paulista.<br />
O governo argumenta que a lei não prejudica os pacientes do SUS: &#8220;Continuarão a ser atendidos normalmente, conforme a produção prevista em contrato de metas [das OSs] com a Secretaria [da Saúde]&#8220;.<br />
A deputada relatora do projeto argumenta que o dinheiro pago pelos pacientes ou seus planos de saúde serão investidos nos próprios hospitais, para subsidiar o atendimento dos pacientes do SUS.<br />
À proposta aprovada ontem foi acrescentada a permissão para que também as instalações estaduais culturais e de esportes estaduais sejam terceirizadas, como museus e clubes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/serra-faz-aprovar-cobranca-em-hospital-publico-estadual-mp-acionara-a-justica-contra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tucanos sob suspeita: MP apura desvio de verba de operações sigilosas em SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/tucanos-sob-suspeita-mp-apura-desvio-de-verba-de-operacoes-sigilosas-em-sp/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/tucanos-sob-suspeita-mp-apura-desvio-de-verba-de-operacoes-sigilosas-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 16:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[gastos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[governo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Serra]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[Marzagão]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[MPE]]></category>
		<category><![CDATA[operações sigilosas]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[Saulo Abreu Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria da Segurança Pública de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/tucanos-sob-suspeita-mp-apura-desvio-de-verba-de-operacoes-sigilosas-em-sp/</guid>
		<description><![CDATA[Desvio de dinheiro teria acontecido durante a gestão Alckmin e a gestão Serra. 


 

Marzagão com Serra e Saulo com Alckmin: ambas gestões acusadas pelo MP de desviar dinheiro para pagar contas pessoais dos chefes de gabinete das suas Secretarias
AE - Agencia Estado
&#160;
 SÃO PAULO - Dinheiro da verba de operações sigilosas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desvio de dinheiro teria acontecido durante a gestão Alckmin e a gestão Serra. </strong></p>
<h1><font size="4"><br />
</font></h1>
<p class="fonte" align="center"> <font size="2"><em><img src="http://1.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/STyQj3rnupI/AAAAAAAAA9A/KrkAoIjqzTc/s200/secret%C3%A1rio_seguran%C3%A7a_sp_marzag%C3%A3o.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/STyQj3rnupI/AAAAAAAAA9A/KrkAoIjqzTc/s200/secret%C3%A1rio_seguran%C3%A7a_sp_marzag%C3%A3o.jpg" width="186" height="179" /><img src="http://www.sampaonline.com.br/reportagens/fotos/alckmin2002jun24florianopeitoxo01.jpg" alt="http://www.sampaonline.com.br/reportagens/fotos/alckmin2002jun24florianopeitoxo01.jpg" /></em></font></p>
<div align="center"></div>
<p class="fonte" align="center"><font size="2"><em>Marzagão com Serra e Saulo com Alckmin: ambas gestões acusadas pelo MP de desviar dinheiro para pagar contas pessoais dos chefes de gabinete das suas Secretarias</em></font></p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">AE - Agencia Estado</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p> SÃO PAULO - Dinheiro da verba de operações sigilosas da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi desviado e usado para pagar contas pessoais dos chefes de gabinete. A acusação é a de que o rombo atingiu R$ 2,26 milhões na gestão Saulo Abreu Filho (2002-2006) e R$ 700 mil, no período em que Ronaldo Bretas Marzagão dirigiu a pasta (2007 a 2009). Despesas da secretaria teriam sido cobertas com notas frias e até uma reforma fictícia no prédio justificou o desvio do dinheiro. O caso está sob apuração dos promotores de Defesa do Patrimônio Público, do Ministério Público Estadual (MPE).</p>
<p>A nova investigação sobre o suposto desvio da verba começou quando o oficial administrativo Carlos Jorge Santana, o Jorginho, procurou a Assessoria Militar da secretaria. Dizia ter graves denúncias a fazer sobre desvio de recursos. Funcionário da pasta desde 1979, Jorginho afirmava ter provas de tudo e pedia para ser ouvido pelo secretário Antônio Ferreira Pinto, que assumiu o cargo em março. Trazia cópias de 333 cheques, com os quais sacara o dinheiro supostamente desviado, e das despesas particulares dos chefes de gabinete que ele dizia ter pago &#8211; cumprindo ordens &#8211; com o dinheiro da secretaria.</p>
<p>Em sigilo, Jorginho foi ouvido em 14 de maio pelo secretário e pelo capitão da Polícia Militar (PM) João Carlos Chaves. ?Contei o que sabia?, disse Jorginho. Seu depoimento começa com a suposta descoberta, em fevereiro de 2008, feita por Marzagão, de que o chefe de gabinete, Tadeu Sérgio Pinto de Carvalho, guardaria irregularmente dinheiro num cofre na secretaria. Marzagão, disse Jorginho, mandou que Tadeu abrisse o cofre na frente de testemunhas e achou R$ 127 mil, que ele determinou que fossem recolhidos aos cofres públicos.</p>
<p>Carvalho, que deixou o cargo em março de 2008, alegou que o dinheiro era sobra da verba de operações policiais. O que ele não explicou foi a razão de ter informado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) que havia gasto todo a verba do segundo semestre de 2007. Na verdade, R$ 98 mil daquele período estavam, segundo o chefe, entre os R$ 127 mil do cofre. Uma apuração foi aberta pela Corregedoria Geral da Administração. Jorginho foi ouvido.</p>
<p>O depoimento dele na Corregedoria foi lacônico. Pouco depois, a investigação ali foi arquivada. Só agora ele contou que ?foi chamado pelo coronel Valério (João Cláudio Valério, que se tornou chefe de gabinete, substituindo Carvalho), que disse: ?Vou lhe pedir uma gentileza: não fale nada que respingue no doutor Ronaldo Marzagão, porque se você falar poderá sobrar para ele?.? O funcionário deu outros detalhes. ?Por diversas vezes, ao entregar os valores sacados mensalmente ao doutor Tadeu (Carvalho), este separava determinadas quantias e determinava ao declarante que com elas pagasse contas particulares, entre elas despesas de energia elétrica, carnês de faculdade e outras contas?. Na gestão de Carvalho, ele sacou R$ 700 mil.</p>
<p>Segundo Jorginho, ele dava o dinheiro ao chefe de gabinete. Ele apresentou cópias de 75 cheques e de 24 recibos de quantias supostamente entregues ao chefe. Segundo o funcionário, em uma conversa, Carvalho admitiu que o que fazia era &#8216;irregular&#8217; e lhe revelou que cumpria ?ordens? de Lauro Malheiros Neto, então secretário adjunto. Malheiros nega. Ele deixou a secretaria em maio de 2008 em meio a acusações de beneficiar o investigador Augusto Pena, que em delação premiada o acusou de montar um esquema de venda de cargos na polícia e de sentenças de absolvição em processos de policiais corruptos.</p>
<p>Logo em seguida, Jorginho passou a contar que também &#8216;essa sistemática de saques indevidos era posta em prática em larga escala&#8217; na época em que Luiz Hélio da Silva Franco foi chefe de gabinete da secretaria (2002-2006, gestão de Saulo). Tudo sem que o dinheiro sacado (R$ 2,2 milhões) fosse usado ?para despesas de operações policiais ou despesas de serviços de manutenção do prédio?.</p>
<p><strong>Defesa</strong></p>
<p>Tadeu Sérgio Pinto de Carvalho e Luiz Hélio da Silva França, ex-chefes de gabinete da Secretaria da Segurança, negaram as acusações feitas por Jorginho, de desvio de cerca de R$ 3 milhões da verba de operações policiais do gabinete. ?São mentiras e calúnias?, afirmou Luiz Hélio. Ele contou que tinha conhecimento do depoimento de Jorginho. Disse que contratou advogado e ia tomar providências e apresentar defesa. Luiz Hélio anunciou que vai processar por danos morais o oficial administrativo. Ele chegou a ser nomeado em 13 de julho para um cargo na Corregedoria Geral da Administração do Estado, um ato do governador José Serra. Luiz Hélio nem chegou a assumir. Em 22 de julho, o próprio governador tornou sem efeito a nomeação.</p>
<p>Carvalho disse que não tinha conhecimento das acusações de Jorginho e do depoimento de Marlene. Negou que tivesse usado dinheiro público para pagar contas pessoais. ?Imagina!?, exclamou. Funcionário público de carreira, ele disse que todo o episódio do dinheiro no cofre já foi investigado pela Corregedoria Geral da Administração, que chegou à conclusão de que não houve irregularidade. Disse ainda que prestou todas as informações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), que aprovou tudo.</p>
<p>Sobre para quem ele entregava o dinheiro da verba, Carvalho afirmou que só prestará esse esclarecimento caso seja chamado para depor. ?Como é verba do gabinete, é preciso que se ouça o secretário (Marzagão)?, afirmou. As demais pessoas, segundo ele, ?eram meros instrumentos?. ?O secretário é que é responsável, pois essa verba era para operações policiais do gabinete?, afirmou. Carvalho não quis falar sobre a suposta conversa relatada por Jorginho em que ele teria dito obedecer ordens do então secretário adjunto Lauro Malheiros Neto para sacar a verba. Mas negou qualquer tipo de irregularidade. ?Imagina!?, exclamou novamente.</p>
<p>O computador onde estariam supostas provas do uso indevido da verba, segundo ele, foi entregue a uma coronel da PM, para que fosse examinado e nada foi achado. Por fim, ele disse que pediu exoneração do cargo. O criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende o ex-secretário adjunto Lauro Malheiros Neto, disse que seu cliente nega peremptoriamente qualquer participação no uso de verba secreta. As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
<div id="c">
<h3>Tesoureira diz que chefe retirou &#8221;às pressas&#8221; computador com provas</h3>
</div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Marcelo Godoy &#8211; O Estado SP</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Um segundo depoimento sobre o suposto desvio da verba secreta da Secretaria da Segurança consta dos documentos recebidos pelo procurador-geral Fernando Grella Vieira. Trata-se das declarações de Marlene da Silva Santos Rocha, outra oficial administrativa da pasta. Ela trabalhava na tesouraria da secretaria e confirmou o encontro de R$ 127 mil no cofre do então chefe de gabinete Tadeu Sérgio Pinto de Carvalho. Foi Marlene, a mando do então secretário Ronaldo Marzagão, que contou o dinheiro, antes que tudo fosse recolhido à conta corrente da secretaria por meio de dois depósitos &#8211; um de R$ 98 mil e outro de R$ 29 mil.</p>
<p>Marlene disse ainda que foi orientada pelo coronel João Cláudio Valério &#8211; o substituto de Carvalho na chefia de gabinete &#8211; a responder o que lhe fosse perguntado na Corregedoria da Administração, que apurava o caso, mas que &#8220;era para não falar nada sobre o depósito caso não fosse perguntado&#8221;.</p>
<p>Ela disse que, antes de deixar a pasta, Carvalho &#8220;retirou às pressas&#8221; um computador de sua sala. &#8220;Ele agiu assim porque no computador tinha detalhes de despesas que eram de operações especiais (a verba secreta) e que eram pagas indevidamente com essa verba de adiantamento.&#8221; A verba de operações policiais é usada na forma de adiantamento, ou seja, o dinheiro é gasto e depois se faz a prestação de contas.</p>
<p>Marlene também disse que a verba foi gasta com despesas pessoais de integrantes da escolta do secretário referentes a refeições, pois não existia verba específica para esse fim. Ainda de acordo com ela, nunca se comprou armas com a verba de operações policiais. Em entrevista ao Estado, a ex-assessora do gabinete da secretaria Elaine Manzano afirmou que havia usado do dinheiro da verba para comprar equipamento para o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar, e armas para a Polícia Civil. Citou o caso da suposta compra de fuzil para o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Segundo ela, em vez de fazer uma licitação internacional, decidiu-se sacar o dinheiro e comprar a arma.</p>
<p>Grella encaminhou tudo à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, onde já havia uma investigação aberta para apurar possíveis irregularidades no uso da verba secreta da secretaria reveladas pelo Estado.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/tucanos-sob-suspeita-mp-apura-desvio-de-verba-de-operacoes-sigilosas-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentos da licitação da merenda somem</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/documentos-da-licitacao-da-merenda-somem/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/documentos-da-licitacao-da-merenda-somem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 11:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[merenda]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escolar]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[propina]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/documentos-da-licitacao-da-merenda-somem/</guid>
		<description><![CDATA[ Entre os papéis, que estavam sob guarda da prefeitura, havia ata do pregão, pedidos de contestação e de qualificação de empresa
Secretaria diz que sumiço não compromete licitação, mas especialistas acham que pode haver contestações sobre a fragilidade do processo
ALENCAR IZIDORO &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Documentos originais da licitação feita pela gestão Gilberto Kassab (DEM) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Entre os papéis, que estavam sob guarda da prefeitura, havia ata do pregão, pedidos de contestação e de qualificação de empresa</strong></p>
<p><strong>Secretaria diz que sumiço não compromete licitação, mas especialistas acham que pode haver contestações sobre a fragilidade do processo</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">ALENCAR IZIDORO &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Documentos originais da licitação feita pela gestão Gilberto Kassab (DEM) para contratar novos fornecedores da merenda escolar desapareceram.<br />
O caso levou a Prefeitura de São Paulo a criar, nesta semana, uma comissão para investigar as circunstâncias do extravio. Os papéis faziam parte do processo formal do pregão -cujo valor das propostas vencedoras atinge R$ 36 milhões por mês- e a responsabilidade por sua guarda é do município.<br />
A Secretaria Municipal da Educação avalia que esse sumiço de documentos não compromete a licitação porque todas as informações foram preservadas -por meio de cópias ou de arquivos de computador.<br />
Mas especialistas consultados pela Folha consideram que esse fato pode ser grave (tanto por eventual má-fé como por displicência de servidores) e que pode até motivar alguns questionamentos na Justiça aos resultados da licitação.<br />
O leque de possíveis interessados em anular a concorrência é vasto: desde empresas que perderam a disputa (que teve 22 participantes para 14 lotes) até as que venceram, mas que tiveram suas propostas de preço bastante reduzidas.</p>
<p><strong>Sob investigação</strong><br />
O pregão da merenda já é alvo de contestação pela Promotoria, que, numa ação judicial impetrada anteontem, tenta barrar qualquer terceirização desses serviços, sob a justificativa de que empresas estão envolvidas em pagamento de propina, formação de cartel, má qualidade e preços altos.<br />
Os papéis originais que desapareceram, segundo a prefeitura, são: 1) a ata do pregão, realizado a partir do último dia 22 (na qual são detalhados todos os lances da disputa); 2) os pedidos manuscritos de recursos de contestação dos resultados por empresas participantes; 3) uma tabela com a soma de pontos para a qualificação de uma concorrente (Comissária Rio de Janeiro); 4) um quadro com os pontos necessários para a qualificação técnica por lote.<br />
Segundo a gestão Kassab, há cópia da ata, existe um arquivo dessa tabela em computador e os pedidos de recurso estavam &#8220;escaneados ou xerocados&#8221;.<br />
A licitação esteve, nas últimas semanas, sob atenção de autoridades municipais devido às acusações da Promotoria.<br />
A comissão criada para a investigação do extravio tem 20 dias para dar as conclusões. Só depois será definida uma eventual punição aos responsáveis.</p>
<p><strong>Segundo sumiço</strong><br />
Essa não é a primeira vez que documentos da merenda são extraviados em São Paulo.<br />
Conforme já revelou a Folha, relatórios de vistoria feitas pelo CAE (Conselho de Alimentação Escolar) sobre a comida dos alunos desapareceram no final do ano passado dentro de um prédio onde funcionavam órgãos da prefeitura. Entre as irregularidades registradas nessas vistorias havia alimentos em decomposição e salsicha dividida para render mais.<br />
A Secretaria da Educação não se manifestou sobre essa apuração sob a alegação de que, na época, a merenda estava a cargo de outra pasta (Gestão).<br />
&#8220;Considero da maior gravidade falar no desaparecimento de documentos originais de uma licitação&#8221;, afirma Márcio Cammarosano, advogado e professor da PUC-SP.<br />
Para ele, &#8220;independentemente da possibilidade de restauração dos autos&#8221;, é obrigação do município avisar a autoridade policial, porque, &#8220;em tese, pode caracterizar até crime&#8221;.<br />
O especialista Paulo Boselli diz que a ata, por exemplo, &#8220;é uma das mais importantes peças&#8221; de uma concorrência e que seu sumiço pode levar a contestações sobre a fragilidade de controle do processo.</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><img src="http://cilaschulman.files.wordpress.com/2008/09/serra-kassab-romero.jpg" alt="http://cilaschulman.files.wordpress.com/2008/09/serra-kassab-romero.jpg" align="left" /><strong><font size="5">Kassab e Serra negam propina na merenda</font></strong></p>
<p><strong>Promotores afirmam que as empresas, desde 2001, dão dinheiro para manter contratos de serviço com a prefeitura</strong></p>
<p><strong>&#8220;Estão livres para investigar&#8221;, afirmou o tucano; &#8220;aqui felizmente isso [corrupção na merenda] não acontece&#8221;, garante o atual prefeito</strong></p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), e seu antecessor, o hoje governador José Serra (PSDB), negaram ontem a existência de um esquema de propinas para manutenção de contratos de merenda escolar em suas gestões.<br />
Em ação civil protocolada anteontem, o Ministério Público Estadual citou supostos subornos feitos por empresários do setor a fim de manter contratos com a prefeitura.<br />
&#8220;O Ministério Público está livre para investigar. Vamos ver o que eles mostram&#8221;, disse ontem o governador. &#8220;Na minha gestão não houve irregularidade nenhuma. Eles estão aí investigando, ainda falta muita coisa. Estão livres para investigar e terem as informações que quiserem&#8221;, completou Serra.<br />
A Procuradoria Geral de Justiça, órgão responsável por investigar governadores, recebeu cópias da parte da investigação que se refere à gestão Serra.<br />
Kassab também comentou o caso e negou que haja pagamento de propina para sua gestão. &#8220;Existem denúncias no Brasil inteiro de que empresas vinculadas à merenda tenham uma ação nefasta em relação ao uso do recurso público. Aqui em São Paulo felizmente isso não acontece&#8221;, disse o prefeito.<br />
O objetivo da ação do Ministério Público é impedir a continuidade dos contratos terceirizados da merenda na cidade. Uma nova licitação está prestes a ser concluída.<br />
Os pagamentos, segundo os promotores Silvio Marques e Arthur Pinto de Lemos Jr., foram iniciados na gestão Marta Suplicy (2001-2004) e continuaram nos governos Serra (2005-2006) e Kassab.<br />
Anteontem, quando a Promotoria apresentou a ação, a ex-prefeita Marta Suplicy negou as acusações e disse que vai recorrer a seus advogados. As empresas citadas também negaram pagar propina. Serra e Kassab não haviam feito declarações ainda.<br />
Ontem, a Justiça deu 72 horas para a prefeitura se manifestar sobre a ação antes de tomar qualquer decisão. O prazo, diz o Tribunal de Justiça, passa a valer a partir da publicação do caso em &#8220;Diário Oficial&#8221;, o que deve ocorrer até amanhã.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/documentos-da-licitacao-da-merenda-somem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministério Público pede retirada de símbolos religiosos de órgãos públicos em SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/ministerio-publico-pede-retirada-de-simbolos-religiosos-de-orgaos-publicos-em-sp/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/ministerio-publico-pede-retirada-de-simbolos-religiosos-de-orgaos-publicos-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[igrejas]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[laicidade]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[simbolos religiosos]]></category>
		<category><![CDATA[tribunais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/ministerio-publico-pede-retirada-de-simbolos-religiosos-de-orgaos-publicos-em-sp/</guid>
		<description><![CDATA[
Folha Online
O Ministério Público Federal em São Paulo pediu que a Justiça obrigue a União a retirar todos os símbolos religiosos fixados em locais de grande visibilidade e atendimento ao público em órgãos públicos federais no Estado.
No pedido, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão pede também a aplicação de multa diária simbólica de R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_TaB2imVgiuA/R9BgmIKSmaI/AAAAAAAAASw/NQlmkicO2gU/s320/stf%2811%29.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_TaB2imVgiuA/R9BgmIKSmaI/AAAAAAAAASw/NQlmkicO2gU/s320/stf(11).jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Folha Online</p>
<p>O Ministério Público Federal em São Paulo pediu que a Justiça obrigue a União a retirar todos os símbolos religiosos fixados em locais de grande visibilidade e atendimento ao público em órgãos públicos federais no Estado.</p>
<p>No pedido, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão pede também a aplicação de multa diária simbólica de R$ 1 em caso de descumprimento. A multa deverá servir como um contador do desrespeito à determinação judicial. O prazo proposto pelo Ministério Público para a retirada dos símbolos é de até 120 dias após a decisão.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, a ostentação de símbolos religiosos seria uma ofensa à liberdade de crença dos cidadãos. Além disso, o órgão argumenta que a Constituição Federal determina que o Brasil é um Estado laico, ou seja, onde não há vinculação entre o poder público e a religião.</p>
<p>Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão e autor da ação, Jefferson Aparecido Dias, cabe ao Estado proteger todas as manifestações religiosas sem tomar partido de alguma. &#8220;Quando o Estado ostenta um símbolo religioso de uma determinada religião em uma repartição pública está discriminado todas as demais ou mesmo quem não tem religião afrontando o que diz a Constituição&#8221;, defendeu.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/ministerio-publico-pede-retirada-de-simbolos-religiosos-de-orgaos-publicos-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fretados: Vereador Donato quer sustar portaria de Kassab</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/fretados-vereador-donato-quer-sustar-portaria-de-kassab/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/fretados-vereador-donato-quer-sustar-portaria-de-kassab/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Donato]]></category>
		<category><![CDATA[fretados]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[Tránsito]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/fretados-vereador-donato-quer-sustar-portaria-de-kassab/</guid>
		<description><![CDATA[
Entrevista ao Jornal da TV Câmara sobre PDL visando sustar os efeitos da Portaria que regulamenta a prestação de serviços de fretados no Município de São Paulo &#8211; 29/07/2009
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><object classid="clsid:6BF52A52-394A-11D3-B153-00C04F79FAA6" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701" width="320" height="240"><param name="width" value="320" /><param name="height" value="240" /><param name="autostart" value="false" /><param name="src" value="http://www.donatopt.com.br/donato_fretados.wmv" /><param name="url" value="http://www.donatopt.com.br/donato_fretados.wmv" /><param name="url" value="http://www.donatopt.com.br/donato_fretados.wmv" /><embed type="application/x-mplayer2" width="320" height="240" autostart="false" src="http://www.donatopt.com.br/donato_fretados.wmv"></embed></object></div>
<p align="center">Entrevista ao Jornal da TV Câmara sobre PDL visando sustar os efeitos da Portaria que regulamenta a prestação de serviços de fretados no Município de São Paulo &#8211; 29/07/2009</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/fretados-vereador-donato-quer-sustar-portaria-de-kassab/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
<enclosure url="http://www.donatopt.com.br/donato_fretados.wmv" length="18318761" type="video/x-ms-wmv" />
		</item>
		<item>
		<title>Restrição a fretados ameaça city tour em SP</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/restricao-a-fretados-ameaca-city-tour-em-sp/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/restricao-a-fretados-ameaca-city-tour-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 16:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[fretados]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura SP]]></category>
		<category><![CDATA[Tránsito]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/restricao-a-fretados-ameaca-city-tour-em-sp/</guid>
		<description><![CDATA[ Empresas de ônibus dizem que estão com dificuldade para obter autorização para circular com turistas pela cidade
Turistas japoneses e crianças em excursão foram barrados na Paulista; SPTuris admitiu o problema, mas disse que isso será resolvido rapidamente 
Leticia Moreira/Folha Imagem

 Crianças e jovens japoneses do time de futebol Tokyo Verdi, que teve seu ônibus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"></font> <font size="4"><strong>Empresas de ônibus dizem que estão com dificuldade para obter autorização para circular com turistas pela cidade</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Turistas japoneses e crianças em excursão foram barrados na Paulista; SPTuris admitiu o problema, mas disse que isso será resolvido rapidamente </strong></font></p>
<div align="center"><font size="1"><em>Leticia Moreira/Folha Imagem</em></font><br />
<font size="1"><em><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/c3107200901.jpg" border="0" /></em></font><br />
<font size="1"><em> Crianças e jovens japoneses do time de futebol Tokyo Verdi, que teve seu ônibus apreendido na terça-feira, na região da Paulista</em></font></div>
<div align="center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP</p>
<p><font size="-1">  DA REPORTAGEM LOCAL </font></p>
<p>Com a restrição à circulação  de ônibus fretados em parte do  centro expandido de São Paulo,  determinada pela gestão Gilberto Kassab (DEM), até mesmo os city tours da avenida  Paulista estão ameaçados.<br />
Embora a portaria que regulamentou o serviço permita  ônibus de turismo e transporte  para eventos, congressos e centros culturais, na prática a Secretaria dos Transportes não  está autorizando a entrada na  avenida Paulista e em outras 11  vias importantes da cidade, como Faria Lima e 23 de Maio.<br />
Quem insiste em burlar a regra corre o risco de ser multado  e ter o veículo apreendido. A  orientação é que os ônibus parem em vias próximas, o que  obriga turistas e crianças a caminhar até os pontos turísticos.<br />
Empresas de turismo reclamam que o site da prefeitura  onde é feito o pedido de autorização especial não é adequado e  que o processo é lento.<br />
Há casos simbólicos. Na terça-feira, às 17h35, um ônibus  com cerca de 30 crianças e jovens japoneses de equipes de  base do time de futebol Tokyo  Verdi foi apreendido em frente  ao shopping Pátio Paulista.<br />
Eles tiveram que descer e ficaram andando no shopping  enquanto o fiscal fazia a  apreensão. No fim, foram &#8220;escoltados&#8221; pelo fiscal ao hotel  -não puderam seguir o passeio- e o ônibus foi recolhido.<br />
A prefeitura disse que o ônibus foi retido &#8220;por realizar percurso intermunicipal quando  tinha autorização para transporte fretado municipal&#8221;. Os  atletas vinham de Guarulhos e  visitariam pontos históricos do  centro. Segundo a pasta, o ônibus não tinha autorização.<br />
Outro exemplo ocorreu anteontem em frente ao Itaú Cultural. Um ônibus foi multado por parar na Paulista para desembarcar cerca de 40 crianças. O fiscal queria que ele parasse em ruas próximas. A secretaria não se manifestou.<br />
Jorge Miguel dos Santos, diretor-executivo do Transfretur  (sindicato das empresas de fretamento para turismo), disse  que as restrições da prefeitura  estão inviabilizando o setor.  &#8220;Eles [a prefeitura] não avaliaram o impacto. Estão afetando  toda uma cadeia produtiva.&#8221;<br />
Caio Luiz de Carvalho, presidente da SPTuris (empresa  municipal de turismo), admitiu  o problema, mas disse que isso  será resolvido rapidamente.  &#8220;No início sempre tem problema, mas os técnicos vão encontrar uma solução&#8221;, afirmou.<br />
Kassab disse que não deve fazer novas concessões como  ocorreu na avenida Luiz Carlos  Berrini -a prefeitura recuou e  liberou os ônibus na avenida  após um protesto.<br />
Kassab também defendeu a  Secretaria dos Transportes,  que admitiu ter divulgado dados errados que inflaram os ganhos da restrição dos fretados,  como a Folha divulgou ontem.  &#8220;Foi um equívoco&#8221;, disse.</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://psolpinheiros.files.wordpress.com/2009/04/kassab.jpg" width="555" height="458" /></div>
<p><strong><font size="5">EDITORIAL DO AGORA</font></strong></p>
<p><strong><font size="5">Não adianta enganar</font></strong></p>
<p>É lamentável a notícia de que a Prefeitura de São Paulo maquiou dados referentes ao trânsito da cidade após a confusa aplicação das regras para fretados. No balanço oficial para avaliar os efeitos da medida constava que na manhã da última terça-feira os congestionamentos teriam caído 70% em relação às terças do mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Mas, como o Agora publicou, a prefeitura inflou o bom resultado. A queda nos engarrafamentos foi, de fato, de 30%. Outros truques também foram usados para dar a impressão de que a medida foi um sucesso total.</p>
<p>Não foi bem assim. Embora disciplinar a circulação dos fretados seja uma decisão correta, ficou claro que o poder municipal não se planejou para aplicar as regras como deveria.</p>
<p>A série de transtornos não pode ser atribuída só a manifestações orquestradas por donos de fretados. Os protestos também aconteceram porque os passageiros foram surpreendidos por uma situação caótica.</p>
<p>O simples fato de o prefeito Gilberto Kassab (DEM) ter voltado atrás no segundo dia, liberando a circulação de veículos fretados na avenida Luís Carlos Berrini, é uma prova de que faltou planejamento. Nesses casos, o melhor é admitir as falhas. Não adianta, como fez a prefeitura, tentar tapar o sol com a peneira.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/restricao-a-fretados-ameaca-city-tour-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
