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	<title>Blog do Favre &#187; novela</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Para reviver o mito Maysa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 17:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Maysa &#8220;Ne me quitte pas&#8221;
&#160;
O autor Manoel Carlos fala ao Estado sobre o processo de recriação da vida da grande diva da canção brasileira, que será contada em minissérie na Globo

Patrícia Villalba &#8211; O Estado de São Paulo
&#160;


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<p align="center"><strong><font size="4">Maysa &#8220;Ne me quitte pas&#8221;</font></strong></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><strong>O autor Manoel Carlos fala ao Estado sobre o processo de recriação da vida da grande diva da canção brasileira, que será contada em minissérie na Globo</strong></p>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Patrícia Villalba &#8211; O Estado de São Paulo</p>
<p class="fonte">&nbsp;</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div class="ImagemMateria">                  <img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080930/img/2.1.imagem_maysa.jpg" align="left" /></div>
<p>O autor Manoel Carlos confessa que engoliu seco quando o diretor Jayme Monjardim lhe pediu que escrevesse uma minissérie sobre a vida de sua mãe, a cantora Maysa (1936-1977). É comum que biografias emperrem nas discordâncias entre autor e herdeiros, sobre o que deve ou não ser mostrado. Não foi o caso. Monjardim, único filho da diva, não fez grandes restrições e, ao contrário, criou toda a facilidade para que Maneco explorasse a grande personagem que foi sua mãe, em todos seus esplendores, amores rasgados, escândalos e fossas.</p>
<p>Maysa &#8211; Uma Mulher à Frente de Seu Tempo tem nove capítulos, agora em fase de produção, e estréia em janeiro na Globo. Novata na TV, a atriz Larissa Maciel surge no set incrivelmente parecida com a mãe do diretor, somando sua aparência física a um minucioso estudo de seis meses dos trejeitos da personagem. &#8220;Quando a vi pela primeira vez, confesso que não a achei parecida com a Maysa&#8221;, revela Maneco. &#8220;Mas com a caracterização e a expressão corporal, ela ficou idêntica! Ela segura o cigarro e o copo de uísque igualzinho à Maysa.&#8221;</p>
<p>Logo depois de concluir o roteiro de Maysa, Manoel Carlos recebeu o Estado na mesa marroquina que mantém cativa na adega do restaurante Garcia &amp; Rodrigues, no Leblon. &#8220;Eu quis comprar a mesa, e o dono me deu de presente sob a condição de que eu não a tirasse do restaurante. Desde então, marco minhas reuniões aqui&#8221;, comentou o autor, pouco antes de analisar o mito que agora é seu personagem.</p>
<p><strong>Qual a estrutura que escolheu para conseguir contar a história de Maysa em nove capítulos?</strong></p>
<p>A estrutura não é linear. É uma minissérie com idas e vindas, mais ou menos na linha do filme Piaf (de Olivier Dahan, 2007). Aquele filme tem muito significado para a minissérie porque a própria Maysa tem pontos em comum com Edith Piaf. E não é uma biografia exata da Maysa, é um ensaio sobre ela. Com dados biográficos, claro, mas também com muitos dados ficcionais. Escrevi com liberdade.</p>
<p><strong>E qual foi o ponto de partida?</strong></p>
<p>Uma biografia tradicional da Maysa não poderia ter 9 capítulos, teria de ter muito mais. O trabalho inicial foi pegar uma quantidade imensa de pesquisa &#8211; fotos, diários, anotações, recortes de jornais e revistas. Ela era uma pessoa singular: guardava rigorosamente tudo o que saía sobre ela. O Jayme mandou para a minha casa quase cem pastas de recortes. Foi preciso fazer triagem. Opções difíceis, que tinham de ser radicais. Ela teve, por exemplo, sete romances palpitantes &#8211; eu tive de escolher três ou quatro. Ela viajou o mundo inteiro, mas tive de fazer opções &#8211; Paris, Buenos Aires, Lisboa e a Espanha, onde ela morou. Não é uma biografia rigorosa, mas um pinçamento de fatos da vida da Maysa.</p>
<p><strong>Chegou a conversar com as pessoas que conviveram com ela?</strong></p>
<p>Não. Eu não fiz nenhuma entrevista porque ia nos fazer mergulhar numa confusão. Sabe como é: uma diz uma coisa; outra diz outra coisa. Então, nos prendemos ao que existia impresso, documentado. E há muitos vídeos dela. Não é algo muito distante, ela morreu há 30 anos. É pouco tempo para uma pessoa como eu, que tenho 75 anos.</p>
<p><strong>Quando recebeu o projeto, já sabia que teria nove capítulos?</strong></p>
<p>Não. Quando o Jayme me propôs escrever a história, chegamos a pensar em 20 capítulos ou 16, que eu considero um tamanho ótimo &#8211; são 4 semanas no ar. Acontece que quando a coisa foi para a direção da Globo, resolveram que seriam nove. Quando eu estava no meio da minissérie, reivindiquei que fossem 13, mas não foi aceito. Poderia ter 50 capítulos, mas de uma certa maneira, tudo poderia ter 50 capítulos. E tudo o que pode ser contado em 50 capítulos pode ser contado em 9.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
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<div style="text-align: center"></div>
</div>
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		<title>A pedido de Gustavo, o Eternauta em seu devido lugar</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Das minhas compras em Buenos Aires, não podia faltar uma história em quadrinhos. Depois de ouvir falar por anos e nunca ter achado, consegui comprar um álbum do Eternauta. É um clássico argentino de 1957 que conta a história de um homem, seus amigos e família enfrentando uma invasão extraterrestre que nada mais é do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.alexmaron.com.br/wp-content/uploads/2008/03/eleternauta01.jpg" alt="eleternauta01.jpg" /></div>
<p>Das minhas compras em Buenos Aires, não podia faltar uma história em quadrinhos. Depois de ouvir falar por anos e nunca ter achado, consegui comprar um álbum do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/El_Eternauta">Eternauta</a>. É um clássico argentino de 1957 que conta a história de um homem, seus amigos e família enfrentando uma invasão extraterrestre que nada mais é do que a metáfora do mundo pós-guerra, com suas ameaças atômicas e superpotências que decidem o futuro do planeta sem se importar com países periféricos. Ganhou continuações, revisões, polêmicas e fez <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2007/09/el-eternauta-e-a-polemica-provocada-por-pablo-de-santis/">aniversário no ano passado</a>. Mas eu falo disso melhor quando terminar de ler tudo. <a href="http://www.alexmaron.com.br/2008/03/04/eternauta/">Do Blog de Alexandre Maron</a></p>
<p><font size="4"><strong>Los cincuenta años de la aparición de El Eternauta y los treinta de la desaparición de su guionista, Héctor Germán Oesterheld, imponen una nueva, necesaria visita a la historieta que logró convertirse en un relato clave de la narrativa argentina</strong></font></p>
<p>Por Pablo de Santis</p>
<p><span class="trebuchet13"><strong>Para LA NACION, Buenos Aires &#8211; 2007 </strong></span></p>
<p>Sobre Buenos Aires ha caído a menudo la lluvia de la imaginación, con su amenaza de cambios y catástrofes. Leopoldo Marechal excavó, bajo la ciudad, un infierno llamado Cacodelphia; en el “Informe sobre ciegos”de Sabato es la Secta Sagrada de los Ciegos la que domina las profundidades. En los cuentos de Cortázar, Buenos Aires se conecta de improviso con el imperio azteca o con París; en <em> Invasión </em> , la película de Hugo Santiago, la ciudad se recibe de mito, la bautizan Aquilea y la visitan tecnócratas de traje. También Héctor Germán Oesterheld imaginó la invasión, pero extraterrestre. En la secuencia inicial de <em> El Eternauta </em> -de cuya publicación se cumple medio siglo-, un guionista de historietas recibe la visita de Juan Salvo, un hombre del futuro, que llega para advertirle que la ciudad será invadida. Toda la historieta, con sus 350 y pico de páginas, es un largo <em> racconto </em> : la promesa de la nevada mortal y de los horrores que seguirán.</p>
<p class="nota-foto"><a href="javascript:void(0)" onclick="javascript:VentanaAbrir('/Varios/GaleriaImagenes/GaleriaImagenes.asp?nota_id=941931&#038;imagen_id=715105&#038;categoria_id=812&#038;publicacion_id=17178', 'galeriaImagenes', 700, 550, 'no')"><img src="http://adncultura.lanacion.com.ar/anexos/imagen/07/715105.JPG" class="focal" style="margin: 4px 0pt" width="275" /></a></p>
<p><span class="trebuchet13">Ese comienzo es ejemplar. El guionista se empeña en trabajar en medio de la noche, en una casa de las afueras. El lector se siente cómodo en esa noche fría y estrellada, con el rasguido de la pluma contra el papel como único sonido. Esa escena, en la que es precisamente un guionista de historieta el testigo del largo relato, ha hecho de <em> El Eternauta </em> un símbolo y un umbral de la historieta argentina. Nuestra literatura -como señaló Juan Sasturain- se alimentó siempre de libros heterogéneos, raros, imprevisibles, como el <em> Facundo </em> de Sarmiento o la <em> Operación masacre </em> de Rodolfo Walsh. También debe su vitalidad a la capacidad de poner en el centro del interés y del prestigio géneros como el fantástico y el policial. Nacida en una revista barata, la <em> Hora Cero Semanal </em> , de formato apaisado y tapa a dos colores, <em> El Eternauta </em> también pasó a formar parte de nuestros grandes relatos.</span></p>
<p>Oesterheld volvió a la invasión en una nueva versión que hizo para la revista <em> Gente </em> en 1969; para entonces, la gráfica experimental de Alberto Breccia y los cambios ideológicos del guionista -ya los malos no eran solo los extraterrestres, sino también las grandes potencias, que entregaban América Latina al invasor- hicieron que la historieta fuera insostenible en ese medio. Los autores tuvieron que compactar el argumento en pocas páginas. <em> El Eternauta </em> tuvo una segunda parte y luego la tercera (a la que se le agregó en años recientes una cuarta), pero la historia esencial sigue siendo la primera. Umberto Eco -pionero en este asunto de hablar de historietas bajo el rótulo de la semiología- señaló, a propósito de la serie de Charlie Brown, que el genio es aquel que convierte los condicionamientos en posibilidades. Oesterheld trabajó así, convirtiendo el formato episódico &#8211; <em> El Eternauta </em> se publicaba por entregas- en un potenciador de la historia. Sus invasores, a diferencia de los de tantas otras películas, novelas e historietas, se renuevan: después de la nieve, cascarudos y gurbos, y los manos, y esa especie de zombis Los defensores, en cambio, siempre son los mismos, aunque van cambiando: algunos temerosos se convierten en valientes, otros hacen el camino inverso. Nadie saca para siempre el carnet de héroe; todos lo tienen en sus manos por un rato.</p>
<p>Los dibujos de Francisco Solano López se convirtieron en imágenes imborrables para todos los lectores. Como ocurre con Chester Gould, el autor de <em> Dick Tracy </em> , en los dibujos de Solano López la sencillez y el despojamiento le han permitido seguir encantando a las sucesivas camadas del lectores. Un dibujo más complejo hubiera perdido su eficacia con los años. Solano López, frontal y directo, inventó caras inolvidables y postales definitivas de una Buenos Aires arrasada.</p>
<p>Una curiosidad dentro de la bibliografía de Oesterheld es <em> El Eternauta y otros cuentos de ciencia ficción </em> , que forma parte de una colección que Juan Sasturain dirigió para la editorial Colihue hace más de diez años, y que se proponía rescatar la obra literaria de Oesterheld. Ese volumen incluye unos fragmentos narrativos (quiero decir: pura prosa, sin dibujos) que el autor ensayó en los años sesenta sobre su memorable invasión y también algunos de los cuentos que publicó en revistas de ciencia ficción.</p>
<p><em> El Eternauta </em> fue leída por varias generaciones: los primeros lectores fueron los de <em> Hora Cero Semanal </em> , la revista que Oesterheld publicaba en su propia editorial Frontera; después vino la edición en libro a color, más distintas versiones en las páginas de la revista <em> Skorpio </em> o como fascículos coleccionables. En los últimos años hubo un par de ediciones que se propusieron devolverle a la historieta el blanco y negro original, alejándola del color intrusivo (al que muchos lectores nos habíamos acostumbrado: después de todo, para cada lector la versión original es la primera que cayó en sus manos, no la que anotan las cronologías).</p>
<p>Las analogías entre <em> El Eternauta </em> y la desgracia personal de Oesterheld (desaparecido desde 1977, igual que sus cuatro hijas) resultan cansadoras; en cada homenaje se compara a los extraterrestres con la represión de los años setenta. Esa lectura quiere quitarle a la aventura su alegría y energía. Porque lo cierto es que, si prescindimos de alegorías y premoniciones, vamos a disfrutar como se debe de la persecución implacable, de la destrucción y el horror de la historieta, tanto como de los rasgos humanos de los personajes. Toda historia cuenta un secreto y ese secreto es, sobre todo, el porqué nos importan cosas que sabemos irreales, imposibles. Ese secreto nunca lo descubrimos del todo y por eso seguimos leyendo.</p>
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		<title>Outro Canal</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 14:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DANIEL CASTRO &#8211; dcastro@folhasp.com.br
LADEIRA
Caiu ainda mais a audiência de &#8220;Duas Caras&#8221;. Anteontem, a novela marcou 33,7 pontos na Grande São Paulo. Deu menos do que o &#8220;Jornal Nacional&#8221; (35). Ou seja, o problema não é apenas o público que desligou a TV. Isso indica que a novela está sofrendo rejeição de quem continua com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>DANIEL CASTRO &#8211; <a href="mailto:dcastro@folhasp.com.br">dcastro@folhasp.com.br</a></strong></p>
<p><strong>LADEIRA</strong><br />
Caiu ainda mais a audiência de &#8220;Duas Caras&#8221;. Anteontem, a novela marcou 33,7 pontos na Grande São Paulo. Deu menos do que o &#8220;Jornal Nacional&#8221; (35). Ou seja, o problema não é apenas o público que desligou a TV. Isso indica que a novela está sofrendo rejeição de quem continua com a TV ligada.</p>
<p><strong>FERREIRO</strong><br />
A Record já comemora pequeno crescimento sobre &#8220;Duas Caras&#8221;. A rede do bispo Edir Macedo nunca tinha dado dois dígitos contra uma novela das oito da Globo. Nos três primeiros capítulos de &#8220;Duas caras&#8221;, está com 11.</p>
<p><strong>PAISAGEM</strong><br />
A cúpula da Globo se esforça para mostrar &#8220;satisfação&#8221; com &#8220;Duas Caras&#8221;. Aposta que vai decolar em duas semanas.</p>
<p><strong>DEDO-DURO</strong><br />
Muita gente já aponta culpados pelo mau começo de &#8220;Duas Caras&#8221;. Marjorie Estiano é o principal saco de pancadas. Avalia-se que ela não tem carisma para ser protagonista.</p>
<p><strong>MIRAGEM 1</strong><br />
A Record ampliou em setembro a diferença sobre o SBT na disputa pela vice-liderança no Ibope nacional, na faixa das 7h à meia-noite (que é a que realmente importa para o mercado publicitário). Fechou o mês com 6,4 pontos, contra 6,0 da rede de Silvio Santos.</p>
<p><strong>MIRAGEM 2</strong><br />
Em agosto, a Record tinha vencido o SBT por 6,5 a 6,3 pontos. Pela regra de arredondamento do Ibope, podia dizer que ganhou por 7 a 6. Agora, não. Nesse critério, as duas redes estão empatadas em 6.</p>
<p>Leia a integra da coluna &#8220;Outro Canal&#8221; na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp">Folha de São Paulo</a> (para assinantes)</p>
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		<title>Ex-mulher de Dirceu diz a autor de novela que petista nunca foi vilão na vida real</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 13:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Hedeson Alves &#8211; 21.ago.2005/ &#8220;Gazeta do Povo&#8221;

Clara Becker, ex-mulher de Dirceu, em Cruzeiro do Oeste


  MÔNICA BERGAMO
 COLUNISTA DA FOLHA
A ex-mulher do ex-deputado  José Dirceu, Clara Becker, 66,  decidiu tornar pública uma carta que pretende enviar a Aguinaldo Silva, autor da novela  &#8220;Duas Caras&#8221;, da TV Globo. Em  entrevista à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table height="334" width="330">
<tr>
<td><span>Hedeson Alves &#8211; 21.ago.2005/ &#8220;Gazeta do Povo&#8221;</span><br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/n0510200701.jpg" border="0" /></td>
<td valign="bottom"><span><em>Clara Becker, ex-mulher de Dirceu, em Cruzeiro do Oeste</em></span></td>
</tr>
</table>
<p><!--/FOTO--><!--Fotografia/Auto/Final-->  <strong>MÔNICA BERGAMO<br />
</strong> <span>COLUNISTA DA FOLHA</span></p>
<p>A ex-mulher do ex-deputado  José Dirceu, Clara Becker, 66,  decidiu tornar pública uma carta que pretende enviar a Aguinaldo Silva, autor da novela  &#8220;Duas Caras&#8221;, da TV Globo. Em  entrevista à Ilustrada, Aguinaldo disse que a história de  Dirceu e Clara inspirou a criação do protagonista da novela,  que se casa por interesse, foge  com o dinheiro da mulher e faz  plástica para mudar de vida:  &#8220;Tenho horror&#8221;, afirmou Silva.<br />
O ex-ministro viveu com a  ex-mulher de 1975 a 1979, em  Cruzeiro do Oeste, no Paraná.  Os dois tiveram um filho, Zeca,  que hoje é prefeito da cidade.  Na época, vivendo na clandestinidade, ele escondeu a verdadeira identidade da mulher e  do filho. Com a anistia, contou  a verdade e mudou para SP.<br />
Na carta, que Clara enviou à  Folha, ela afirma que é &#8220;fã&#8221; de  Aguinaldo, mas teve uma  &#8220;enorme decepção&#8221;: &#8220;Que o sr.  queira criar um ambiente de  ficção em suas novelas, não é  apenas direito seu, assim como  merece todo aplauso. Mas que  o sr. queira criar um universo  paralelo à realidade em algo  que pertence à minha vida (&#8230;),  sinceramente, acho que o senhor deveria ter mais cuidado.&#8221;  Abaixo, os principais trechos:<br />
&#8220;É caluniosa a comparação,  feita pelo autor da novela, entre  José Dirceu e um personagem  que se casa por interesse e foge  com o dinheiro da esposa. Nos  anos em que vivi com José Dirceu (&#8230;) era tudo anotado em  um caderno e cada um pagava  as suas contas. José Dirceu pagava a empregada e o aluguel, e  eu pagava as despesas de casa e  a comida. Ele nunca me roubou  e nunca dependeu do meu dinheiro, pois tinha a sua loja e eu  a tinha a minha (&#8230;).&#8221;<br />
&#8220;Quanto à omissão da sua identidade na época, todos, agora, sabem que era uma necessidade, pois a vida de José Dirceu estava em perigo. Certa vez fui chamada pelo então prefeito para uma conversa. O prefeito e outras pessoas desconfiavam daquele homem recém-chegado à cidade e que tinha um estilo diferente. Em casa (&#8230;) perguntei se ele escondia alguma coisa (&#8230;) A resposta foi imediata: não era casado e nem era bandido, mas havia algo, sim, que não podia revelado naquele momento. Senti sinceridade. Ele era bom, vivíamos bem e continuamos juntos (&#8230;) Foi uma opção minha.&#8221;<br />
&#8220;Não fui abandonada por José Dirceu. Com a anistia, ele pediu que eu e meu filho fossemos  com ele para SP. Chegamos a  viver algum tempo juntos na  capital paulista, mas eu tinha  aqui em Cruzeiro do Oeste família que dependia de mim (&#8230;)  Eu tomei a iniciativa de voltar  para Cruzeiro do Oeste.&#8221;<br />
&#8220;José Dirceu foi um companheiro ideal. Mesmo depois de  nossa separação mantém contato, preocupa-se com meu  bem-estar e vem a Cruzeiro do  Oeste, cidade hoje administrada por nosso filho.&#8221;</p>
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		<title>Lançamentos: Longe de Ramiro</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 20:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Mattoso]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Longe de Ramiro]]></category>
		<category><![CDATA[novela]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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A Livraria                da Vila e a Editora 34
convidam para o lançamento do livroLONGE                DE RAMIRO
de Chico Mattoso
Terça-feira, 16 de out. de 2007
das 18h30 às [...]]]></description>
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<tr>
<td valign="top" width="132"><img src="http://www.editora34.com.br/image/383b.jpg" border="1" height="226" width="130" /></td>
<td align="left" valign="top" width="25"><span style="font-size: 130%"> </span></td>
<td align="left" valign="top" width="439"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 100%">A Livraria                da Vila e a Editora 34<br />
convidam para o lançamento do livro</span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 100%"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif">LONGE                DE RAMIRO</span></span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 100%"><br />
de Chico Mattoso</span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 100%"></span></p>
<p><strong>Terça-feira, 16 de out. de 2007<br />
das 18h30 às 21h30</strong></p>
<p>Livraria da Vila<br />
Rua Fradique Coutinho, 915<br />
Vila Madalena<br />
Tel. (11) 3814-5811<br />
<a href="http://www.livrariadavila.com.br/" target="_blank">www.livrariadavila.com.br</a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" valign="top"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%"></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="132">&nbsp;</td>
<td width="19">&nbsp;</td>
<td width="439"><img src="http://www.editora34.com.br/image/ed34_ldvila.gif" height="28" width="155" /></td>
</tr>
</table>
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