23/11/2009 - 17:22h Um dado significativo

estrela_sobeNa cidade de São Paulo o número de votantes nas eleições internas do PT, foi 25% maior que na eleição precedente. O fato mostra uma maior participação das bases nas escolhas dos presidentes e das chapas, além de mostrar a vitalidade da democracia interna do PT. Foram 30.000 os filiados que se apresentaram para votar na cidade de São Paulo. Antonio Donato foi eleito presidente no primeiro turno com 64% dos votos. As correntes que mais cresceram no PT da cidade, foram Novo Rumo e CNB. Ambas apoiaram a eleição do vereador Antonio Donato para presidente do PT municipal. Ambas correntes apoiaram também a eleição de Edinho Silva como presidente do PT Estadual e de José Eduardo Dutra a presidente nacional da sigla. No Estado de São Paulo os três candidatos a presidentes  obtiveram a maioria absoluta do sufrágio dos militantes.

21/06/2009 - 10:21h União em torno de Dilma une o PT em favor de José Dutra como presidente da sigla

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Lula atua para reconstruir PT pré-mensalão

Ressurgimento do antigo Campo Majoritário antes da eleição interna do partido, marcada para dezembro, visa fortalecer Dilma

Planalto tenta convencer a corrente Mensagem ao Partido a não lançar José Eduardo Cardozo para apoiar José Eduardo Dutra

JOSÉ ALBERTO BOMBIG – FOLHA SP

DA REPORTAGEM LOCAL

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José Dutra, ex-presidente da petrobras, candidato a presidente nacional do PT

O extinto Campo Majoritário do PT, que comandou o partido com mão-de-ferro no início da gestão Lula e esteve no epicentro do escândalo do mensalão, está próximo de ser recomposto para a disputa das eleições internas da sigla.
O renascimento ocasional teria como principal objetivo fortalecer a pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto.
O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus assessores diretos, em conversas reservadas, têm demonstrado seu apoio à união da antiga força em prol de Dilma na corrida pela sucessão dele em 2010.
Para que isso aconteça, será preciso convencer a corrente Mensagem ao Partido, dissidência do antigo Campo Majoritário, a apoiar José Eduardo Dutra, o nome de Lula e de Dilma, a presidente do PT nas eleições de dezembro.
A inscrição das chapas termina em meados de julho, e a Mensagem está dividida entre lançar novamente o deputado federal José Eduardo Cardozo (SP) ou apoiar Dutra, como defende a ala mais afinada com o governo federal.
Lula, em conversa com o ministro Tarso Genro (Justiça), líder da Mensagem, ressaltou a importância da união do partido já neste ano e sugeriu que ele trabalhasse por ela.
Dutra, ex-senador por SE e presidente da BR Distribuidora, um braço da Petrobras, faz parte da CNB (Construindo Um Novo Brasil), a corrente hegemônica do PT e que venceu a eleição anterior, em 2007.

Diáspora petista
Em 2005, por conta do escândalo do mensalão, Tarso liderou uma ruidosa ruptura no Campo Majoritário petista e chegou a defender a “refundação” do partido.
Faziam parte do grupo o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e o deputado federal José Genoino (SP), todos abrigados hoje na CNB e envolvidos no mensalão.
Mais um passo em direção à reconstrução da antiga hegemonia foi dado anteontem pela corrente Novo Rumo, outra dissidência do Campo Majoritário e que oficializou seu apoio a José Eduardo Dutra.
Nas eleições internas do PT em 2007, a divisão ocasionou uma disputa acirrada, a exemplo do que ocorrera em 2005: o deputado federal Ricardo Berzoini (SP), da CNB, foi eleito presidente do partido derrotando Cardozo, pela Mensagem, e Jilmar Tatto, pela corrente PT de Lutas e Massas, que teve apoio da Novo Rumo (veja quadro nesta página).
“Nós temos a compreensão de que hoje é possível ter uma unidade maior no partido, com uma direção forte, em torno da campanha de Dilma”, disse o deputado federal Carlos Zaratini (SP), membro do Diretório Nacional do partido e integrante da Novo Rumo.
“Queremos recompor o PT com a preocupação de eleger Dilma”, disse o também deputado federal José Mentor (SP), integrante da novo Rumo .
Segundo eles, a PT de Luta e Massas deverá seguir a mesma linha e fechar com Dutra.

Resistência
Dentro da Mensagem, no entanto, o consenso está longe. “Temos que debater melhor o assunto. O temor é nos transformarmos em linha auxiliar da CNB”, disse o deputado estadual paulista Simão Pedro.
Uma das correntes à esquerda da direção partidária e que não fazia parte do Campo, a Movimento PT lançou o deputado federal Geraldo Magela (MG) a presidente do PT. “Mas ainda vamos trabalhar para convencê-los a desistir da ideia e apoiar Dutra”, disse Zaratini.

07/03/2009 - 17:59h Petistas articulam candidaturas de Dilma e Palocci para 2010

Grupo Um novo rumo para o PT realiza encontro em São Paulo neste sábado
Grupo “Um novo rumo para o PT” realiza encontro em São Paulo neste sábado
Raphael Falavigna/Terra

Vagner Magalhães

Direto de São Paulo

O Grupo “Um novo rumo para o PT”, que concentra os principais nomes da legenda no Estado de São Paulo, reúne-se neste sábado para apoiar a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como representante do partido nas eleições presidenciais de 2010. O nome do ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, também é apontado como o favorito para a sucessão do governador de São Paulo, José Serra (PSDB-SP).

O deputado federal Ricardo Berzoini, presidente nacional do PT, afirmou que Palocci é capacitado e tem currículo para ser candidato petista nas eleições estaduais. “O importante para o PT de São Paulo é fazer um bom diagnóstico de governo nas áreas de educação, saúde e logística de desenvolvimento, para em seguida abrir o debate sobre nomes. No entanto, acredito que a opinião do presidente Lula é legítima. Não quero entrar no debate de nomes, mas, sem dúvida, todos reconhecem que o Palocci é um nome gabaritado”, disse.

A ex-ministra do Turismo e candidata derrotada nas eleições municipais de São Paulo no ano passado, Marta Suplicy, também afirma que Palocci é um bom candidato. “Entre os possíveis candidatos, ele é o mais interessante”, disse.

Marta, que tem o seu nome entre os possíveis candidatos a legenda do partido em 2010 para o Estado de São Paulo, ainda afirmou que não há nenhum constrangimento em apoiar o colega. “Apóio o Palocci de maneira condicional. Somente se ele não for candidato nós iremos avaliar a questão da minha candidatura. Em relação a qualquer outro, Palocci é um nome unânime. Se for candidato, tem o meu apoio”.

Candidato petista nas últimas eleições estaduais em São Paulo, o senador Aluízio Mercadante disse no encontro que Palocci tem experiência para pleitear esse cargo. “Meu nome está à disposição do partido para distribuir panfletos e concorrer ao Senado. Eu já havia dito que a minha preferência é disputar uma vaga ao Senado em 2010″.

Quanto a preferência de Lula ao nome de Palocci, revelada neste sábado por uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, Mercadante afirmou que o presidente tem muito carinho pelo ex-ministro, porém não declarou que Palocci deva ser o nome do PT. “Essa discussão será levada adiante pelo PT paulista, mas ele é um nome muito forte, sem dúvida”.

O grupo “Um novo para o PT” declarou em documento que estará no palanque de Dilma Rousseff em 2010. “Esse é o palanque do Lula, do ProUni, do Bolsa Família, que resgatou milhões de brasileiros da miséria absoluta. É o palanque do PAC, da reconstrução da infra-estrutura, do Luz Para Todos e, acima de tudo, do respeito internacional… O palanque da Dilma é o do desenvolvimento com inclusão social, que promoveu 20 milhões de brasileiros para a classe média. No palanque da Dilma, estarão todos aqueles que sabem o que e quem é melhor para o presente e para o futuro do Brasil”.

Redação Terra

07/03/2009 - 17:16h Palocci vai a evento do PT, mas não fala em candidatura

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Palocci seria o candidato indicado de Lula para disputar o governo do estado de São Paulo (Foto: G1) 

CELIA FROUFE – Agencia Estado

SÃO PAULO – O deputado federal e ex-ministro Antonio Palocci se esquivou da imprensa paulista hoje em evento realizado pelo PT em São Paulo, no dia em que o jornal O Estado de S. Paulo traz a informação de que ele seria o candidato preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar o governo paulista. Mesmo assim, Palocci foi a figura de destaque do evento, que foi organizado, entre outros motivos, para dar apoio oficial à candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República nas eleições de 2010.

Previsto para discursar sobre a crise econômica, às 11 horas, durante o seminário “Um Novo Rumo para o PT”, organizado na Câmara Municipal de São Paulo pelo grupo homônimo, uma corrente dentro do partido, Palocci chegou ao local pouco antes do meio-dia. A imprensa, que circulava tranquilamente pelos corredores da Câmara, passou a ser orientada a desobstruir a porta do evento. Houve, inclusive, a tentativa de evitar que alguns jornalistas abordassem o ex-ministro enquanto este seguia até o palco. Nenhum contato acabou por ser feito. Depois de discursar, Palocci saiu por trás do palco, local sem acesso a jornalistas.

No seminário, o ex-ministro fez uma análise da crise financeira internacional e os seus efeitos no País. E só no final do discurso é que falou, de maneira geral, sobre as eleições de 2010. Palocci afirmou que o debate do pleito de 2010 será um dos mais importantes da história do País porque o governo Lula, segundo ele, mudou os paradigmas brasileiros. “O desafio para o Brasil não é mais a estabilidade. A crise mostrou que isso é coisa do passado e devemos recusar, portanto, um debate rebaixado”, defendeu.

Crise

“Não se trata apenas de um esfriamento. É o fim de um grande ciclo de crescimento econômico, que pode durar um período importante”, constatou Palocci no seminário. Para ele, há uma diferença significativa, no entanto, entre a ação do governo hoje e no passado no enfrentamento de crises. Palocci salientou que a estabilidade econômica atual é fruto do esforço de diferentes governos, mas que o novo projeto para o País é algo que está relacionado diretamente ao governo Lula.

Um episódio lembrado pelo ex-ministro da Fazenda foi a necessidade de aumento dos juros, em 2003, para se combater a inflação. Quando a equipe econômica levou a circunstância ao presidente ele teria aceitado a proposta, de acordo com Palocci, mas desde que a equipe econômica encontrasse uma maneira de a população pagar um juro menor. “Assim nasceu o crédito consignado”, lembrou Palocci. Até então, segundo o ex-ministro, o povo tinha como hábito apenas receber frases de efeito e que acabavam por não surtir melhora em sua qualidade de vida. “Tentaram convencer o povo de que não adiantava repartir o bolo sem que ele crescesse antes”, criticou. “O País chegou ao absurdo de passar por uma fase de maior crescimento econômico com pior divisão de renda.”

Palocci salientou ainda que as empresas brasileiras que passam por mais dificuldade hoje são as que têm o mercado externo como negócio e defendeu o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como uma forma de enfrentamento da crise. “Estamos no caminho certo”, considerou. Sobre o mundo, ele se mostrou preocupado em relação à deterioração das expectativas para o crescimento da Europa, Estados Unidos e Japão. “As más notícias ainda não acabaram. Ainda teremos um ano de dificuldades.”

Berzoini e Marta em seminário do PT
Nilton Fukuda/AE –
Berzoini e Marta em seminário do PT

 

Marta diz apoiar Palocci, mas não descarta candidatura

CÉLIA FROUFE – Agencia Estado

SÃO PAULO – A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy (PT) manifestou hoje seu total apoio a uma eventual candidatura do ex-ministro da Fazenda e deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) ao governo do Estado de São Paulo, nas eleições gerais de 2010. Caso haja qualquer impedimento dessa candidatura, no entanto, Marta disse que poderá estudar várias possibilidades e não descartou a hipótese de ela mesmo concorrer ao cargo. As considerações da ex-prefeita foram feitas a jornalistas durante o seminário “Um Novo Rumo para o PT”, organizado na Câmara Municipal de São Paulo, hoje, por essa corrente petista.

A ex-prefeita não considera que o assunto, neste momento, possa trazer constrangimento a outros potenciais candidatos. O tema veio à tona hoje com a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem preferência pelo nome de Palocci para a cabeça de chapa da legenda nas eleições ao governo paulista, publicada hoje com exclusividade pelo jornal O Estado de S.Paulo. “Não estou constrangida porque também sou uma das que acham que o Palocci seria um bom candidato. Existe um certo consenso do PT entre os nomes que poderiam ser candidatos mais fortes e o Palocci, neste momento, parece ser o nome mais interessante para todos nós”, alegou.

No seminário promovido pelo PT paulista, Marta foi questionada sobre a possibilidade de abrir mão de concorrer ao cargo, em prol do ex-ministro da Fazenda. “Eu não disse isso (que não vai sair candidata pelo PT). Eu disse que apoio a candidatura de Palocci. Se o Palocci não for candidato, aí vamos ver. Na (candidatura) do Palocci, eu estou junto. Se ele não for candidato, vou pensar. Não é que eu vá ser candidata, mas vou avaliar a questão”, argumentou.

Para Marta, Palocci seria um bom nome do PT nessa disputa porque ele tem muita experiência, é uma pessoa muito querida dentro do partido e possui condições de fazer uma campanha muito boa como candidato. Sobre a possibilidade de a candidatura de Palocci não ser confirmada, em função de processos que ainda estão sendo julgados na Justiça envolvendo o ex-ministro, Marta defendeu que esta não é a hora de “botar a carroça na frente dos bois”. E avaliou: “No momento, ele tem que superar esses problemas para ser candidato. Isso na avaliação do Lula e da nossa também. Se for superado, eu o apoio. Se os problemas não forem superados, está tudo em aberto.”

Indagada sobre se o seu futuro político dependeria da definição de Palocci, Marta tergiversou: “Sim e não”. E disse que ela terá de pensar um pouco mais sobre o assunto, pois considera que ainda é cedo para tomar qualquer decisão. E evitou comentar uma possível dobradinha com Palocci na chapa para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, como vice-governadora. “Está muito longe qualquer consideração. Ainda tem muitos ‘’se”. Vamos esperar um pouco”, sugeriu.

Segundo Marta, há momentos de agir e há momentos de aguardar. “Este é um momento para mim de aguardar”, frisou. A ex-prefeita, que já esteve à frente da pasta do Turismo, também disse não acreditar na possibilidade de voltar a integrar o quadro de ministros. “Não creio que o presidente esteja com intenção de mudar ministérios neste momento, tão pertinho da eleição de 2010″, afirmou.

Nome de Palocci é só uma possibilidade, diz Mercadante

CÉLIA FROUFE - Agencia Estado

SÃO PAULO - O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) ponderou, hoje, que o nome do ex-ministro Antonio Palocci foi mencionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas como uma possibilidade e não como fato fechado para disputar a vaga ao governo do Estado de São Paulo nas eleições de 2010. “O presidente não disse que (Palocci) deve ser (candidato), mas que pode ser”, minimizou o petista, ao comentar a manchete de hoje do jornal O Estado de S.Paulo, antes de participar do seminário “Um Novo Rumo para o PT”, na capital.

O nome de Mercadante também é um dos que aparecem nas discussões à sucessão do governador José Serra.

De acordo com o jornal, o presidente teria mandado um recado para suas bases indicando a preferência por Palocci na disputa ao Palácio dos Bandeirantes. “Se ele tivesse definido o nome, não o comunicaria para mim. Ele chamaria o partido e diria: minha definição é essa”, argumentou Mercadante. E continuou: “Não será pela imprensa que a militância (do PT) saberá quem será o candidato”, disse o senador, depois, em discurso, no seminário, para uma plateia formada por aproximadamente 200 pessoas.Mercadante explicou que o presidente Lula tem um “carinho, um respeito, uma confiança” muito grandes por Palocci. “O presidente, como eu, acha que o ministro Palocci pode ser seu candidato para o governo de São Paulo”, afirmou, enumerando o que seriam as qualidades do ex-ministro: experiência, competência e história partidária para pleitear esse cargo. “O presidente jamais tomaria uma decisão como essa sem ouvir amplamente as lideranças do partido. Portanto, no momento em que ele achar oportuno, vai considerar as lideranças do partido e vai encaminhar esse processo.”

O senador petista explicou que o assunto surgiu entre ele e o presidente apenas porque os dois estão sempre conversando sobre as questões relativas a São Paulo. “E um dos nomes que o PT tem e que poderá disputar o governo paulista é o ministro Palocci”, disse. Ele afirmou que o partido ainda não abriu o processo formal de escolha do candidato.

Apesar de ter minimizado o fato de ter sido a pessoa para quem o presidente expôs sua preferência, Mercadante fez questão de mencionar que tem total sintonia com Lula: “Não conheço nenhum momento importante da história de 27 anos do PT que a opinião dele (Lula) fosse contrária à minha”. E mencionou outros virtuais nomes para disputar o governo paulista: a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o prefeito de Osasco, Emídio de Souza. Questionado se também não seria um nome forte para essa disputa, já que concorreu ao cargo nas eleições passadas, Mercadante explicou que está à disposição do partido para “desde distribuir panfletos até ser candidato”. Porém, emendou: “Sou candidato ao Senado Federal. Todos sabem disso e o presidente também. Minha posição neste momento é essa, mas meu nome está à disposição do partido para qualquer tarefa.”

Sobre o envolvimento de Palocci em episódios que estão sendo analisados pela Justiça, Mercadante se mostrou confiante. “Não temos certeza de nada porque a Justiça é absolutamente soberana, mas temos confiança de que a decisão da Justiça será favorável a Palocci.” Para 2010, ele voltou a dizer que a ministra Dilma Rousseff é “a cara do governo”. “Não só por estar na chefia da Casa Civil, mas por articular o PAC, que é o programa mais estratégico neste momento”, argumentou.