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	<title>Blog do Favre &#187; OESP</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Estadão publica cartas de leitores contra Kassab</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 15:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[KASSAB E A MERENDA
Depoimento atribuído ao prefeito Gilberto Kassab (18/9, C8), comentando denúncia do corte na merenda escolar, merece atenção por dois detalhes, um, pela interpretação do caráter didático que a situação oferece ao público leitor e o outro, calcado na visão ideológica oferecida pelo detentor do cargo: 1) ele alegar que desconhecia o fato; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>KASSAB E A MERENDA</strong></p>
<p>Depoimento atribuído ao prefeito Gilberto Kassab (18/9, C8), comentando denúncia do corte na merenda escolar, merece atenção por dois detalhes, um, pela interpretação do caráter didático que a situação oferece ao público leitor e o outro, calcado na visão ideológica oferecida pelo detentor do cargo: 1) ele alegar que desconhecia o fato; 2) defender a medida. No primeiro caso fica no ar certa negligência de uma autoridade eleita com expressiva votação para dirigir a maior cidade do continente sul-americano no tocante a um assunto que, imagino, deveria exigir boa parte de sua energia como administrador, ou seja, preocupar-se com o que sua administração realiza no tocante à alimentação de nossas crianças. Quanto ao segundo caso, explicita a ideologia que carrega seu partido, o DEM, que, na ânsia de pregar um certo pragmatismo político calcado na menor participação possível do Estado na vida dos cidadãos, acha normal, pelo fato de as &#8220;decisões serem técnicas&#8221;, tirar comida da boca de criança pobre. Na outra ponta do nosso espectro político temos o PT com seu Bolsa-Família, que, embora acerte na intenção &#8211; assegurar um instrumento de distribuição de renda para minorar os efeitos da pobreza na parcela mais expressiva de nossa população -, erra feio no conteúdo, achando que o Estado pode indefinidamente sustentar com esse tipo de repasse, sem pensar na opção ensejada pela antiga máxima de que o mais sensato é dar a vara e ensinar o camarada a pescar. Quo Vadis?</p>
<p><strong>Fernando Cesar Gasparini </strong>phernando.g@bol.com.br</p>
<p>Mogi-Mirim</p>
<p>_____________________________________________________________________________________________________________________</p>
<p><strong>CAOS NO TRANSPORTE</strong></p>
<p>A reportagem de ontem divulgando pesquisa encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo revela que a imensa maioria dos usuários de ônibus da capital já sente o reflexo das ações da Prefeitura, que, além de aumentar os subsídios às empresas de ônibus, ainda permitiu a diminuição do número de coletivos circulando na cidade. Tudo isso para poder cumprir a promessa populista feita pelo prefeito na eleição do ano passado de não aumentar a passagem este ano. Mas não se preocupem, no ano que vem o aumento já vai cobrir os três anos em que o preço permaneceu igual. Kassab parece que aprendeu bem como se faz política quando foi secretário de Pitta: na eleição, muita maquiagem e propostas mirabolantes, depois vemos a máscara cair!</p>
<p><strong>Leonardo Fontes</strong> leo.ofontes@gmail.com</p>
<p>São Paulo</p>
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		<title>Um lulista em El Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 20:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Mauricio Funes e Lula
Editorial do jornal O Estado SP
Nem o venezuelano Hugo Chávez, nem o boliviano Evo Morales e nem o nicaraguense Daniel Ortega foram à posse do primeiro presidente de esquerda de El Salvador, Mauricio Funes, na segunda-feira. Seria o caso de dizer que a ausência do trio bolivariano preencheu uma lacuna. Porque se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/um-lulista-em-el-salvador/11643/" rel="attachment wp-att-11643" title="funes_lula2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/06/funes_lula2.jpg" alt="funes_lula2.jpg" /></a></div>
<div align="center"><font size="1"><em>Mauricio Funes e Lula</em></font></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong><font size="4">Editorial do jornal O Estado SP</font></strong></p>
<p>Nem o venezuelano Hugo Chávez, nem o boliviano Evo Morales e nem o nicaraguense Daniel Ortega foram à posse do primeiro presidente de esquerda de El Salvador, Mauricio Funes, na segunda-feira. Seria o caso de dizer que a ausência do trio bolivariano preencheu uma lacuna. Porque se há uma coisa de que o menor país da América Latina precisa desesperadamente é moderação política, para assegurar a cicatrização das marcas de uma guerra civil de 12 anos entre regimes repressivos e a guerrilha marxista da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) que deixou 75 mil mortos, a que se seguiram duas décadas de governos oligárquicos da Aliança Republicana Nacionalista (Arena).</p>
<p>Mas a ausência de Chávez e de seus apadrinhados numa solenidade a que compareceram numerosos dirigentes regionais (e, pelos Estados Unidos, a secretária de Estado Hillary Clinton) foi sobretudo sintomática. Traduziu o inconfundível desconforto do chavismo diante da ascensão de um líder esquerdista que prega a &#8220;sensatez&#8221; em um país que, pelo retrospecto de violência política, a desigualdade social e a pobreza extrema em que vivem 40% dos seus 6,9 milhões de habitantes, deveria ser campo fértil para a implantação do &#8220;socialismo do século 21&#8243;. Esse é o mote que serve de pretexto para o coronel venezuelano impor a sua autocracia e reunir seguidores entre os incautos que confundem o futuro com o velho caudilhismo latino-americano.</p>
<p>O fato de a maioria absoluta dos salvadorenhos ter sufragado um candidato como Funes &#8211; o ex-jornalista que se filiou à FMLN quando o movimento já havia deposto as armas e se convertido em partido político &#8211; não apenas evidencia um grau de maturidade surpreendente para um país com o histórico de arcaísmo típico das estereotipadas repúblicas bananeiras. Representa um vivo desmentido às teorias simplistas segundo as quais, na América Latina, quanto mais uma sociedade arcar com o fardo de um passado do gênero tanto mais a polarização política extrema estará inscrita na ordem natural das suas coisas. E não se pode alegar que Funes iludiu os seus concidadãos.</p>
<p>Em momento algum de sua campanha (e tampouco depois de sua vitória) se conduziu como um radical, embora proclamasse em alto e bom som os seus compromissos com a promoção da justiça social em seu país. Coerentemente com isso, não hesitou em dizer, no discurso de posse, que &#8220;vivemos um tempo de crise de ideologias e falência de modelos&#8221;. Reiterou os apelos de campanha à união nacional, falando em &#8220;seguirmos juntos em uma nova estrada na democracia&#8221;. Mas o progressismo pragmático de Funes tem, sim, um modelo: o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. Talvez uma circunstância fortuita &#8211; o fato de ser casado com uma petista de carteirinha desde os anos 1980, Vanda Pignato, ligada à Secretaria de Relações Internacionais do partido &#8211; tenha &#8220;feito a cabeça&#8221; do salvadorenho.</p>
<p>Seja como for, os vínculos de Funes com o lulismo se consolidaram no curso da campanha eleitoral, conduzida pelo marqueteiro do Planalto, João Santana. Depois, Lula enviou a San Salvador o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, para auxiliar o vitorioso na transição de governo. E ele se prepara para lançar uma versão local do Bolsa-Família brasileiro. Era de esperar que, ao assumir, elogiasse o mentor. Mas, arguto, o associou a Barack Obama como exemplos de dirigentes que devem ser seguidos por encarnar &#8220;um caminho novo e seguro&#8221;. (Como havia prometido, logo ao assumir anunciou o restabelecimento das relações com Cuba. El Salvador era o único país do Continente, além dos Estados Unidos, que ainda não reatara com Havana.)</p>
<p>Repetindo o que o seu mentor havia dito quando assumiu, o primeiro presidente lulista da América Latina afirmou que não tem &#8220;o direito de errar&#8221;. Mas acertar exigirá muito mais dele. À parte as enormes diferenças entre os países, Lula teve a seu favor um ciclo sem precedentes de crescimento econômico global. Funes tem contra si a retração que já afeta duramente as remessas dos seus 3 milhões de compatriotas expatriados, vitais para a economia nacional, e que interrompeu um processo de diversificação das exportações salvadorenhas. Resta esperar que a sensatez com que pretende orientar o seu governo amenize o baque.</p>
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		<title>O mito do Estado inchado</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 21:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Carta enviada pela assessoria do Ipea ao jornal O Estado de São Paulo
Desde que foi publicado o Comunicado “Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução”, que se desenrola polêmica a respeito de um suposto inchaço do Estado brasileiro. Nada mais saudável. Até então, havia somente uma certeza: a de que o Estado brasileiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <span style="background-color: #ffff99"> </span></p>
<p style="background-color: #ffff99">Carta enviada pela assessoria do Ipea ao jornal O Estado de São Paulo</p>
<p>Desde que foi publicado o Comunicado “Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução”, que se desenrola polêmica a respeito de um suposto inchaço do Estado brasileiro. Nada mais saudável. Até então, havia somente uma certeza: a de que o Estado brasileiro é inchado e ponto final. Mas baseada em quê? Quais os números? Que critérios de comparabilidade?</p>
<p>Quem se der ao trabalho de ler o Comunicado (www.ipea.gov.br) vai perceber que se trata de algo meramente descritivo, sem quaisquer ilações, para além das que os números podem sustentar. Metodologicamente, tivemos o cuidado e o rigor de levantar, exaustivamente, todas as conceituações para o emprego público, passíveis de operacionalização pelas fontes de dados disponíveis, a saber: os Censos Demográficos, a Pnad e o Rais. Além disso, mapeamos, na literatura internacional, os conceitos de emprego público utilizados pela Cepal, OCDE, OIT e Banco Mundial, e optamos, no caso do Brasil, pelo conceito o mais amplo possível, mesmo em relação aos utilizados por esses organismos internacionais. Por outro lado, estamos cientes das limitações dos conceitos, dado as novas dimensões do emprego público, especialmente no que tange ao universo dos terceirizados no setor público.</p>
<p>A radiografia e a evolução do emprego público, que ora esquadrinhamos, e da qual extraímos o trabalho em tela, faz parte de uma pesquisa mais ampla, que tem como foco a gestão dos recursos humanos no serviço público, desenvolvida em parceria com a Secretaria de Recursos Humanos e a Secretaria de Gestão do MPOG, a Enap, e que conta com a colaboração do IBGE. Institucionalmente, a Pesquisa se insere no âmbito do Eixo Temático de Investigação do Ipea: Estado, Instituições e Democracia.</p>
<p>A propósito, a pesquisa foi concebida a partir da idéia de que o aperfeiçoamento das instituições e dos organismos estatais, voltado para uma atuação cada vez mais qualificada, em prol do desenvolvimento econômico e social do país, é um processo que requer ação continuada. Assim, numa perspectiva de longo prazo, a questão da gestão dos recursos humanos no setor público passa a ser uma área de investigação permanente no Ipea.</p>
<p>Recomendam a boa literatura sobre a gestão dos recursos humanos no setor público, serem fundamental o dimensionamento do número de servidores, sua distribuição, modalidades etc. Só por isso a pesquisa se iniciou com o levantamento do quantitativo do emprego público. Aliás, coisa que nunca se fez. Na última reforma administrativa, nos anos 90, por exemplo, o diagnóstico do Estado inchado fundamentou os Programas de Demissão Voluntária, os denominados PDVs. Nos governos estaduais, a implantação dos PDVs comprometeu a oferta de serviços de saúde, educação e segurança, sem contar que iniciativas desse tipo levam à saída dos bons servidores, mais aptos e dinâmicos, com maior capacidade de inserção alternativa no mundo do trabalho, justamente aqueles os quais uma boa gestão dos recursos humanos deve buscar retê-los.</p>
<p>Do acima exposto, não nos cabe a pecha de defensores do empreguismo público de per si. De outra parte, cientes de que cerca da metade dos jovens, na faixa etária de 15 a 25 anos no país estão fora do ensino médio, e de que somente cerca de 40% das crianças aptas para a educação infantil estão matriculadas na pré-escola, que o Estado brasileiro precisa aumentar e melhorar sua presença nas áreas de fronteira, de conflito agrário e de preservação ambiental, de que a porta de entrada no SUS ainda é estreita e que para estes não cabem a solução do mercado é que identificamos a tendência à expansão dos serviços públicos e, por conseguinte, do emprego público no País.</p>
<p><strong>Eneuton Dornellas Pessoa de Carvalho é pesquisador no Ipea e um dos autores do trabalho “Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução”</strong></p>
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		<title>A Nova Luz provoca polemica de tucano com o jornal O Estado SP</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 13:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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O editorial do Estadão &#8220;Projeto interminável&#8221; que desmascara a inoperância e politicagem demo-tucana no projeto do Centro, provocou uma reação epistolar de Andrea Matarazzo, Secretário das Subprefeituras e um dos responsáveis diretos do descaso da Prefeitura com a Nova Luz e a revitalização do Centro.
Reproduzo a seguir a carta enviada por Andrea Matarazzo ao jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_zOAxGMzhbJ4/R5to0QdgItI/AAAAAAAACBk/oaFWQo4xMk0/s400/SP_Cracolandia.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_zOAxGMzhbJ4/R5to0QdgItI/AAAAAAAACBk/oaFWQo4xMk0/s400/SP_Cracolandia.jpg" /></div>
<p>O editorial do <strong>Estadão</strong> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/um-editorial-do-estadao-que-desnuda-a-gestao-serra-kassab/"><em>&#8220;Projeto interminável&#8221;</em></a> que desmascara a inoperância e politicagem demo-tucana no projeto do Centro, provocou uma reação epistolar de Andrea Matarazzo, Secretário das Subprefeituras e um dos responsáveis diretos do descaso da Prefeitura com a Nova Luz e a revitalização do Centro.</p>
<p>Reproduzo a seguir a carta enviada por Andrea Matarazzo ao jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>, assim como a sucinta e pertinente resposta dos editorialistas.</p>
<p>Este debate me parece primordial e gostaria acrescentar alguns esclarecimentos que a carta do &#8220;gestor&#8221; tucano procura esconder.</p>
<p>Em relação a importante questão da implantação de moradias na região da Nova Luz, Andrea Matarazzo escreve: <em>&#8220;A questão de moradias no local também sempre esteve prevista, já que para a revitalização de qualquer área urbana é preciso haver movimento durante 24 horas por dia. Além disso, há Zona Especial de Interesse Social (Zeis) na área, o que obriga à construção de moradias.&#8221;</em></p>
<p>Efetivamente, as Zeis obrigam a construir moradias na região e foram estabelecidas no Plano Diretor de Marta Suplicy ainda em vigor. Os atuais &#8220;gestores&#8221;, portanto, não podiam legalmente não prever habitação popular no projeto. Eles então previram 170 apartamentos para dar satisfação à exigência legal e ponto.</p>
<p>No debate na Câmara de Vereadores, o líder do governo municipal acabou aceitando aumentar para 1.000 esse número, por pressão da bancada do PT. Na última discussão ele afirmou que aceitava modificar o projeto. <em>&#8220;Pelo estabelecido, 40% do total terá de ser destinado a HIS (habitação de interesse social, destinada para famílias que tenham renda de até três salários mínimos) e 40% de HMP (habitação de moradia popular). O restante ficará a critério daquele que vencer a licitação.&#8221;</em>(<strong>Folha Online</strong> ver <big><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/apos-protesto-e-audiencia-publica-vereador-diz-que-nova-luz-tera-novo-projeto/" title="Após protesto e audiência pública, vereador diz que Nova Luz terá novo projeto" rel="bookmark">Após protesto e audiência pública, vereador diz que Nova Luz terá novo projeto</a></big>). Falta ainda por isto claramente no projeto que será votado.</p>
<p>Em relação a revitalização do Centro, Andrea Matarazzo nada diz sobre o dinheiro do BID, nem sobre a multa que a &#8220;gestão&#8221; Kassab paga por não ter utilizado os recursos emprestados e ter paralisado o projeto iniciado por Marta Suplicy. O jornal faz bem em relembrar este fato.</p>
<p>Com os recursos do BID, Marta reformou o Mercado Municipal, o Parque Dom Pedro, a Praça da Sé, mudou a sede da prefeitura e indemnizou os moradores do São Vito para eles desocuparem o prédio, eliminou a Favela do gato, com moradia no mesmo local para seus moradores etc. A &#8220;gestão&#8221; Kassab não deu continuidade ao projeto, às garagens públicas para o Mercado Municipal não foram construídas, a passarela de ligação com o antigo Palácio das Industrias que Marta previu como Museu, tampouco, o São Vito ficou parado e a região abandonada (Só agora, 4 anos depois, uma ONG acabou dando utilidade ao velho Palácio). Na Cracolândia, nada avançou realmente, e o editorial do <strong>Estadão</strong> está coberto de razão quando mostra isto.</p>
<p>Como o dinheiro do BID estava carimbado para o projeto de reabilitação apresentado e executado por Marta Suplicy e o projeto fora engavetado pela dupla Serra-Kassab, a Prefeitura acabou pagando multa ao BID pela não utilização dos recursos a sua disposição. Sobre estes fatos graves, Andrea Matarazzo não diz uma palavra.</p>
<p>A Cracolândia, lamentavelmente, continua a Cracolândia, como inúmeras reportagens dos jornais e da TV se cansaram de mostrar. Mesmo na carta de Matarazzo, estamos longe da apresentação manipuladora da Nova Luz como uma nova realidade, apresentação que ocupou generoso espaço na <strong>Veja</strong> e na campanha eleitoral demo-tucana. Em cinco anos, pouco ou nada foi feito e isto com enormes recursos financeiros disponíveis. O projeto está novamente em discussão e talvez a Câmara dos Vereadores consiga dar um rumo adequado ao assunto.</p>
<p>Andrea Matarazzo afirma que para ele a Nova Luz levaria 10 anos a ser realidade. Como já se passaram quase 5, ao ritmo que vai a coisa&#8230;</p>
<p>Para os crentes nas virtudes &#8220;gestoras&#8221; dos demo-tucanos a questão da realidade não tem maior importância, pois poderão sempre enxergar a Nova Luz graças a fé. Alguns afirmam até que a Nova Luz só é enxergada nos instantes que precedem a &#8220;longa viagem&#8221;. Para o resto dos mortais, será necessário aprender com a experiencia e trocar os responsáveis do fornecimento da eletricidade. LF</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://mob277.photobucket.com/albums/kk67/joaocruzue/crackland1.jpg" alt="http://mob277.photobucket.com/albums/kk67/joaocruzue/crackland1.jpg" /><br />
<font size="1"><em>A Nova Luz e a mesma velha Cracolândia 5 anos depois</em></font></div>
<p><strong><font color="#b22222">PROJETO NOVA LUZ</font></strong></p>
<p>Permitam-me discordar e esclarecer alguns pontos do editorial Projeto interminável (14/4, A3). 1) O projeto Nova Luz começou em março de 2005, já na gestão do então prefeito José Serra. Nada existia a respeito da área até essa data &#8211; nem a verba do BID estava prevista para ali ser utilizada. Portanto, não é projeto da administração anterior. Não havia nada previsto para a região &#8211; nenhuma obra, ação ou projeto. 2) Desde a criação da Lei de Incentivos Fiscais se definiu a vocação do bairro como polo de TI, cultural, de educação, serviços, etc. Este perfil diverso, detalhado no próprio texto da lei, até hoje, portanto, não sofreu alterações. A questão de moradias no local também sempre esteve prevista, já que para a revitalização de qualquer área urbana é preciso haver movimento durante 24 horas por dia. Além disso, há Zona Especial de Interesse Social (Zeis) na área, o que obriga à construção de moradias. 3) Desde março de 2005, além das ações de fiscalização e de policiamento, não há falta de ações concretas, já que foi realizado recapeamento das ruas, remodelação da rede de iluminação, implantação da rotina de limpeza pública. No plano urbanístico, passos vitais foram dados: o perímetro da Nova Luz foi decretado de utilidade pública em 2005; em 2005 foi sancionada a Lei de Incentivos Fiscais; 65 imóveis foram desapropriados; 57, demolidos; a Guarda Civil Metropolitana foi instalada no local; atualmente estão sendo investidos R$ 13,7 milhões para revitalização de calçadas, implantação de valas técnicas, iluminação e paisagismo em ruas do bairro e está em fase final a desapropriação de imóveis para a construção da Escola Técnica do Centro Paula Souza e de dois prédios do CDHU. 4) Em relação à Santa Ifigênia, nunca foi prevista desapropriação dos imóveis, já que a ideia do polo de tecnologia foi fruto da própria vocação local. Em 2005 estimei um prazo de dez anos a partir do início do projeto para que a Nova Luz esteja completamente recuperada. Passados quatro anos, já avançamos muito e certamente nos próximos anos a região terá uma realidade completamente diferente.</p>
<p><strong>Andrea Matarazzo, secretário das Subprefeituras</strong></p>
<p>São Paulo</p>
<p><strong>N. da R.</strong> &#8211; A origem do Nova Luz é o Procentro, um projeto da administração anterior para a revitalização de vários pontos do centro, inclusive a Cracolândia. Em 2003, o governo Marta Suplicy obteve no BID empréstimo de US$ 100 milhões, mais US$ 60 milhões de contrapartida, para obras de revitalização do centro, inclusive da Cracolândia. Por último, devem ter-se preocupado à toa os comerciantes da Santa Ifigênia que, no início do mês, foram em passeata até a Câmara Municipal para exigir que no texto do novo projeto Nova Luz constasse a garantia de que aqueles quarteirões não seriam desapropriados.</p>
<p><font size="4"><strong>Sobre este assunto clique no tag Nova Luz, Cracolândia e Centro (embaixo) para ler mais artigos e post no blog. </strong></font></p>
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		<title>Carta ao Estadão sobre as creches na cidade de São Paulo</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/carta-ao-estadao-sobre-as-creches-na-cidade-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 14:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No sábado retrasado o jornal O Estado de São Paulo dedicou um editorial a questão das creches na cidade de São Paulo e atacou a administração Marta Suplicy sobre o assunto (ver As distorções do Estadão para defender os demo-tucanos). 
A Secretária de Educação na gestão Marta Suplicy, Cida Perez, enviou carta na segunda-feira contestando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No sábado retrasado o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong> dedicou um editorial a questão das creches na cidade de São Paulo e atacou a administração Marta Suplicy sobre o assunto (ver </em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/as-distorcoes-do-estadao-para-defender-os-demo-tucanos/" rel="bookmark" title="Permanent Link: As distorções do Estadão para defender os demo-tucanos">As distorções do Estadão para defender os demo-tucanos</a><em>). </em></p>
<p><em>A Secretária de Educação na gestão Marta Suplicy, Cida Perez, enviou carta na segunda-feira contestando os dados utilizados no editorial e as ponderações nele contidas. Até agora a carta não foi publicada e os termos da mesma não obtiveram qualquer comentário dos editorialistas do <strong>Estadão</strong>. </em></p>
<p><em>Reproduzo a seguir a carta para os leitores do blog, esperando que ela seja publicada também para os leitores do <strong>Estadão</strong>. LF</em></p>
<p>O Editorial do <strong>Estadão</strong> cita os números do Censo Escolar e peca na sua análise por não comparar os números da gestão Kassab com a de Marta Suplicy. Os dados sobre matriculas no Censo Escolar são separados pela oferta: Federal, Estadual, Municipal e Privada. As vagas em creches conveniadas no Censo Escolar estão computadas como oferta em escolas privadas.</p>
<p>Nas creches administradas diretamente pela Prefeitura, em 2000 existiam 26.058 crianças matriculadas, em 2004 este número subiu para 44.796 e em 2008 cai para 41.040. Em percentuais em 2004 houve um crescimento de 72% e em 2008 um decréscimo de 8%.</p>
<p>Nas creches privadas/conveniadas, em 2000 existiam 55.789 crianças matriculadas, em 2004 eram 93.073 e em 2008, 107.825. Um aumento de 63% e de 16% respectivamente. O dado de 2000 foi publicado pela SME em dezembro de 2004, os de 2004 e 2008 são dados do Censo Escolar.</p>
<p>Por estes números quem apostou na política de convênios foi Kassab, aliás, como fez Maluf e Pitta. E quem criou mais vagas, quem mais investiu em Educação Infantil nessa cidade foi sem sombra de dúvida a Gestão Marta Suplicy. Construiu novos equipamentos, reformou e equipou os antigos, financiou a formação das professoras de creche, realizou concursos.</p>
<p>Nos últimos 4 anos a cidade de São Paulo ampliou apenas em 8% a oferta de vagas em creches, índice inferior ao crescimento das vagas em creche no país que foi de 11%. Em 2000 eram 81.847, em 2004 eram 137.869 e em 2008 são 148.865.</p>
<p>O <strong>Estadão</strong> cita o crescimento de vagas em 2008 como sendo fantástico. O aumento de matriculas em 2008 (149.152) em relação a 2007 (115.648) foi de 28,97% &#8211; considerando toda a oferta existente na cidade e não 30,24% como dito no editorial. E nos anos anteriores, foi de quanto?</p>
<p>Em 2005 e 2006 as matriculas em creche diminuíram de acordo com os dados do Censo Escolar. Em 2005 diminuiu 6,34% e em 2006 as matriculas diminuíram ainda mais, 12,83%. Será que não tinha fila de espera? Já em 2007 e 2008 as matriculas voltaram a crescer 20,61% e 28,94%, respectivamente. Estranho é crescer no ano das eleições municipais, não?</p>
<p>Quanto aos pagamentos citados, não deixamos pagamentos em atraso. As despesas de dezembro citadas como atraso, só poderiam ser pagas em janeiro após a análise das prestações de contas como todo e qualquer convênio de acordo com a legislação.</p>
<p>Várias ações para abertura de vagas em creches foram iniciadas nas gestões anteriores e finalizadas na nossa gestão. Assinamos dois termos de Conduta com o MP e sim, criamos 67.901 novas vagas em EMEIs. Nas palavras do editorial soa como pecado!</p>
<p>Vamos aos números, em 2004 havia 275.875 crianças nas EMEIs. E em 2008? Temos 271.661 crianças! Nenhuma vaga nova, pelo contrário temos menos 4.124 vagas. E o <strong>Estadão</strong> elogia essa conduta?</p>
<p>Criamos muito mais vagas que Kassab com muito menos recursos. Na nossa época ainda não tínhamos os recursos do FUNDEB destinados à Educação Infantil e estávamos dando os primeiros passos para a recuperação econômica do país e da cidade de São Paulo.</p>
<p><strong><br />
Maria Aparecida Perez<br />
Secretaria Municipal de Educação na Gestão Marta Suplicy<br />
Maria-perez@uol.com.br</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vale a pena ler de novo (II)</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/vale-a-pena-ler-de-novo-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 11:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 			10/10/2008 &#8211; 15:37h 			Instrumento de desinformação


A cobertura da campanha de Marta, no jornal O Estado de São Paulo de hoje, ilustra muito bem o que tenho escrito no post anterior sobre o debate que importa.
Ontem 11 ministros e uma sala cheia acompanharam o lançamento feito por Marta de uma carta-compromisso com São Paulo. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2> 			<small>10/10/2008 &#8211; 15:37h</small> 			<big><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/instrumento-de-desinformacao/" title="Instrumento de desinformação" rel="bookmark">Instrumento de desinformação</a></big></h2>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/instrumento-de-desinformacao/7910/" rel="attachment wp-att-7910" title="favre_estadao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/favre_estadao.jpg" alt="favre_estadao.jpg" /></a></div>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ato_estadao1.jpg" title="ato_estadao1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ato_estadao1.jpg" alt="ato_estadao1.jpg" /></a></div>
<p>A cobertura da campanha de Marta, no jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong> de hoje, ilustra muito bem o que tenho escrito no post anterior sobre o debate que importa.</p>
<p>Ontem 11 ministros e uma sala cheia acompanharam o lançamento feito por Marta de uma carta-compromisso com São Paulo. A ministra Dilma Rousseff; o ministro da Justiça, Tarso Genro; o ministro da Educação, Fernando Haddad; o ministro do Trabalho, do Turismo, da Presidência, todos expondo o porque do engajamento em favor da Marta.</p>
<p>O jornal decidiu ocultar de fato este ato, diminuir sua importância e tentar contribuir assim a desinformar os leitores sobre a campanha de Marta. Para isto o jornal utiliza os artigos da Vera Rosa dedicados a semear intrigas e ocupa o espaço “nobre” da página para tratar do marido da Marta.</p>
<p>O jornal dedica menos espaço, sem fotos, ao encontro de 11 ministros do governo, às propostas apresentadas por Marta no Compromisso com São Paulo, jogado ao pé da página, que a minha presença junto com minha esposa na sinagoga.</p>
<p>Para justificar os objetivos políticos evidentes nessa escolha do jornal, a manchete do artigo com foto de 1/4 de página proclama uma mentira: Favre reaparece ao lado da ex-prefeita.</p>
<p>Vou repetir, a manchete é uma mentira. Estive presente, por exemplo, em todos os debates que foram organizados pelas emissoras durante o primeiro turno. Estive em todos os comícios nos quais o presidente Lula participou da campanha. Estive na convenção do lançamento da candidatura e também em todos os seminários organizados pela Marta antes do horário eleitoral na TV. Em todos estes eventos fui fotografado e conversei com inúmeros jornalistas. Como foi o caso, por exemplo, no lançamento do livro da Marta, recentemente. Não acompanhei minha esposa na votação porque fiquei em casa com os netinhos, enquanto Marta e seus filhos iam votar.</p>
<p>Acontece que, diferentemente das eleições de 1989, 1994, 1998, 2000, 2002, 2004 e 2006, nestas eleições não estou participando da campanha porque escolhi dedicar meu tempo a animar este blog e contribuir assim ao debate de idéias e a compartilhar as informações e minhas leituras neste espaço.</p>
<p>A primeira mentira, a manchete, serve para “justificar”, volto a repetir, a decisão de evitar que a questão da força da participação dos ministros e das questões levantadas nos seus discursos, assim como o conteúdo do Compromisso da Marta com São Paulo sejam objeto de atenção, destaque e possam alimentar alguma reflexão nos leitores do jornal. Trata-se de sonegar informação de maneira deliberada para, ao mesmo tempo, procurar explorar os preconceitos e a vida privada da Marta.</p>
<p>O resto do artigo nauseabundo da Vera Rosa envereda para minha nacionalidade, onde o “argentino” e oposto a “homem bom”; não por ela claro mas por supostas pesquisas, que supostos anônimos, comunicaram a ela. A xenofobia e o preconceito propalado com o pretexto de tratar da “rejeição”, com o objetivo, volto a repetir de ocultar o ato de ontem, assim como o conteúdo do manifesto lançado por Marta.</p>
<p>Alguns dos leitores deste blog se perguntam como se contrapor a esta campanha contra Marta e em favor da direita?</p>
<p>Penso, em primeiro lugar, que a resposta é: falando do ato de ontem e distribuindo o Compromisso com o povo de São Paulo entre seus amigos e conhecidos.</p>
<p>Em segundo lugar, recusando a tentação de “fazer igual”, falando da vida privada dos outros. Abaixar-se ao nível do esgoto, sob pretexto de combater uma ignomínia, é se arriscar a ficar como os outros, que no lodaçal se esfregam todo dia.</p>
<p>Luis Favre</p>
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		<title>Instrumento de desinformação</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 18:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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A cobertura da campanha de Marta, no jornal O Estado de São Paulo de hoje, ilustra muito bem o que tenho escrito no post anterior sobre o debate que importa.
Ontem 11 ministros e uma sala cheia acompanharam o lançamento feito por Marta de uma carta-compromisso com São Paulo. A ministra Dilma Rousseff; o ministro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/instrumento-de-desinformacao/7910/" rel="attachment wp-att-7910" title="favre_estadao.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/instrumento-de-desinformacao/7910/" rel="attachment wp-att-7910" title="favre_estadao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/favre_estadao.jpg" alt="favre_estadao.jpg" /></a></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/instrumento-de-desinformacao/7911/" rel="attachment wp-att-7911" title="ato_estadao1.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ato_estadao1.jpg" title="ato_estadao1.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/ato_estadao1.jpg" alt="ato_estadao1.jpg" /></a></div>
<p>A cobertura da campanha de Marta, no jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong> de hoje, ilustra muito bem o que tenho escrito no post anterior sobre o debate que importa.</p>
<p>Ontem 11 ministros e uma sala cheia acompanharam o lançamento feito por Marta de uma carta-compromisso com São Paulo. A ministra Dilma Rousseff; o ministro da Justiça, Tarso Genro; o ministro da Educação, Fernando Haddad; o ministro do Trabalho, do Turismo, da Presidência, todos expondo o porque do engajamento em favor da Marta.</p>
<p>O jornal decidiu ocultar de fato este ato, diminuir sua importância e tentar contribuir assim a desinformar os leitores sobre a campanha de Marta. Para isto o jornal utiliza os artigos da Vera Rosa dedicados a semear intrigas e ocupa o espaço &#8220;nobre&#8221; da página para tratar do marido da Marta.</p>
<p>O jornal dedica menos espaço, sem fotos, ao encontro de 11 ministros do governo, às propostas apresentadas por Marta no Compromisso com São Paulo, jogado ao pé da página, que a minha presença junto com minha esposa na sinagoga.</p>
<p>Para justificar os objetivos políticos evidentes nessa escolha do jornal, a manchete do artigo com foto de 1/4 de página proclama uma mentira: Favre reaparece ao lado da ex-prefeita.</p>
<p>Vou repetir, a manchete é uma mentira. Estive presente, por exemplo, em todos os debates que foram organizados pelas emissoras durante o primeiro turno. Estive em todos os comícios nos quais o presidente Lula participou da campanha. Estive na convenção do lançamento da candidatura e também em todos os seminários organizados pela Marta antes do horário eleitoral na TV. Em todos estes eventos fui fotografado e conversei com inúmeros jornalistas. Como foi o caso, por exemplo, no lançamento do livro da Marta, recentemente. Não acompanhei minha esposa na votação porque fiquei em casa com os netinhos, enquanto Marta e seus filhos iam votar. </p>
<p>Acontece que, diferentemente das eleições de 1989, 1994, 1998, 2000, 2002, 2004 e 2006, nestas eleições não estou participando da campanha porque escolhi dedicar meu tempo a animar este blog e contribuir assim ao debate de idéias e a compartilhar as informações e minhas leituras neste espaço.</p>
<p>A primeira mentira, a manchete, serve para &#8220;justificar&#8221;, volto a repetir, a decisão de evitar que a questão da força da participação dos ministros e das questões levantadas nos seus discursos, assim como o conteúdo do Compromisso da Marta com São Paulo sejam objeto de atenção, destaque e possam alimentar alguma reflexão nos leitores do jornal. Trata-se de sonegar informação de maneira deliberada para, ao mesmo tempo, procurar explorar os preconceitos e a vida privada da Marta.</p>
<p>O resto do artigo nauseabundo da Vera Rosa envereda para minha nacionalidade, onde o &#8220;argentino&#8221; e  oposto a &#8220;homem bom&#8221;; não por ela claro mas por supostas pesquisas, que supostos anônimos, comunicaram a ela. A xenofobia e o preconceito propalado com o pretexto de tratar da &#8220;rejeição&#8221;, com o objetivo, volto a repetir de ocultar o ato de ontem, assim como o conteúdo do manifesto lançado por Marta.</p>
<p>Alguns dos leitores deste blog se perguntam como se contrapor a esta campanha contra Marta e em favor da direita?</p>
<p>Penso, em primeiro lugar, que a resposta é: falando do ato de ontem e distribuindo o Compromisso com o povo de São Paulo entre seus amigos e conhecidos.</p>
<p>Em segundo lugar, recusando a tentação de &#8220;fazer igual&#8221;, falando da vida privada dos outros. Abaixar-se ao nível do esgoto, sob pretexto de combater uma ignomínia, é se arriscar a ficar como os outros, que no lodaçal se esfregam todo dia.</p>
<p>Luis Favre</p>
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		<title>O anteparo ideológico afronta a inteligência</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 13:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

O jornal O Estado de São Paulo produziu várias das melhores matérias sobre o metrô de São Paulo, que foram reproduzidas aqui no blog. Os jornalistas do Estadão mostraram que a rede de metrô na cidade é pequena, menor que a de Santiago de Chile, por exemplo, que tem metade dos habitantes de São Paulo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-anteparo-ideologico-afronta-a-inteligencia/7307/" rel="attachment wp-att-7307" title="metrosp_lotado.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-anteparo-ideologico-afronta-a-inteligencia/7307/" rel="attachment wp-att-7307" title="metrosp_lotado.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/metrosp_lotado.jpg" alt="metrosp_lotado.jpg" /></a></div>
<p>O jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong> produziu várias das melhores matérias sobre o metrô de São Paulo, que foram reproduzidas aqui no blog. Os jornalistas do Estadão mostraram que a rede de metrô na cidade é pequena, menor que a de Santiago de Chile, por exemplo, que tem metade dos habitantes de São Paulo. O metrô começou no mesmo ano que aqui, hoje eles tem 85 quilômetros de malha e nós 61 Km. <strong><font size="3">(<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/se-continuar-do-jeito-que-vai/" title="Se continuar do jeito que vai…" rel="bookmark">Se continuar do jeito que vai…</a>).</font></strong></p>
<p>Foi também no jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong> que os leitores ficaram sabendo que o metrô aqui é o mais lotado do planeta e um dos que tem a tarifa mais cara <strong><font size="3">(<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/metro-de-sp-e-o-mais-lotado-do-mundo-afirma-comet/" rel="bookmark" title="Permanent Link to Metrô de SP é o mais lotado do mundo, afirma CoMET">Metrô de SP é o mais lotado do mundo, afirma CoMET</a>; </font><font size="3"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/nao-foi-um-negocio-da-china/" title="Não foi um negocio da China" rel="bookmark">Não foi um negocio da China</a></font></strong><strong><font size="3">)</font></strong>. Foram nas páginas do jornal que apareceu a falta de fiscalização do metrô entre as causas que explicam o desabamento da linha 4 com a morte de 7 pessoas <strong><font size="3">(<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/metro-falhou-na-fiscalizacao/" title="Metrô falhou na fiscalização" rel="bookmark">Metrô falhou na fiscalização</a>)</font></strong>. Foi também no <strong>Estadão</strong> que teve amplo destaque as acusações de pagamentos de propina da empresa Alstom para contratos com o metrô de São Paulo, incluindo políticos tucanos <strong><font size="3">(<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/linha-4-amarela-mais-cara-e-demorada/" rel="bookmark" title="Permanent Link to Linha 4-Amarela: mais cara e demorada">Linha 4-Amarela: mais cara e demorada</a>)</font></strong>.</p>
<p>Este resumo de fatos objetivos, incontestes, que os jornalistas do <strong>Estadão</strong> levaram para suas páginas permite, neste momento de debate eleitoral, que os leitores avaliem os problemas do transporte público na cidade com elementos claros de julgamento. Tanto sobre o que não foi feito, ou planejado e o que deveria ser feito para responder aos desafios e a delicada situação gerada pela falta de previsão, de investimento e de prioridade no transporte público.</p>
<p>Pois bem, nas páginas reservadas para expressar as opiniões do jornal, <strong>O Estado de São Paulo</strong> publica hoje um editorial sobre a questão do metrô, onde tudo o que resumi acima é jogado fora.</p>
<p>O metrô de São Paulo é o mais lotado do mundo, segundo os editores do <strong>Estadão</strong>, porque tem muitos passageiros. E o metrô tem muitos passageiros porque o Bilhete-Único facilitou o uso do transporte público e a culpa disto é de&#8230; Marta!</p>
<p>Sim, vocês leram bem. O jornal esconde a informação que o Bilhete-Único só foi introduzido na cidade depois que Marta acabou com o transporte clandestino, obrigou a renovação da frota de ônibus, construiu mais de 100 quilômetros de corredores, fez vários terminais modernos e finalmente introduziu o Bilhete-Único permitindo um retorno dos passageiros ao sistema de transporte coletivo, assegurando um direito essencial do cidadão. O editorial omite que esse esforço não foi prosseguido, mesmo tendo publicado ontem no próprio jornal que em 4 anos Kassab ainda não fez licitação para construir um único corredor <strong><font size="3">(<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/unico-corredor-de-kassab-celso-garcia-vai-atrasar/" rel="bookmark" title="Permanent Link to Único corredor de Kassab, Celso Garcia vai atrasar">Único corredor de Kassab, Celso Garcia vai atrasar</a>)</font></strong>. Nem uma palavra sobre o fato que em 14 anos de governo tucano a expansão do metrô foi menor que 1 km por ano.</p>
<p>O editorial está reproduzido a seguir e configura um concentrado da má fé, onde o anteparo ideológico afronta a inteligência.</p>
<p>Luis Favre</p>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-anteparo-ideologico-afronta-a-inteligencia/7308/" rel="attachment wp-att-7308" title="metrosp_lotado2.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/o-anteparo-ideologico-afronta-a-inteligencia/7308/" rel="attachment wp-att-7308" title="metrosp_lotado2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/metrosp_lotado2.jpg" alt="metrosp_lotado2.jpg" /></a></div>
</div>
<p><strong>Editorial do Estadão</strong><br />
<font size="5">O metrô mais lotado do mundo</font></p>
<p>Entre as 11 maiores redes de metrô do mundo, a de São Paulo ocupa dois extremos: é a mais congestionada de todas, transportando 10 milhões de passageiros por quilômetro de linha, embora seja a menor delas, com apenas 61,3 quilômetros divididos por quatro linhas. Conforme dados da CoMET &#8211; entidade criada em 1992 para assistir as principais redes metroviárias do planeta, permitindo a troca de experiências entre elas -, nos horários de pico, cada metro quadrado dos vagões do metrô de São Paulo é ocupado por 8,6 passageiros, quando o limite do suportável é de 6 pessoas.</p>
<p>Tamanha lotação obrigou a Companhia do Metropolitano a reduzir em 10% a velocidade média das composições, o que aumentou em até 4 minutos o tempo de viagem. Nas plataformas de embarque, o empurra-empurra é tal que impede a abertura e fechamento das portas das composições no intervalo adequado, o que consome 26% do tempo de viagem. Paradas que deveriam durar 20 segundos ultrapassam os 37 segundos em muitas estações.</p>
<p>Na análise de especialistas em transporte público, como o professor Telmo Giolito Porto, do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da USP, o metrô paulistano foi asfixiado pela demanda. Uma demanda que cresceu absurdamente, em grande parte, por interesses políticos.</p>
<p>O déficit do transporte público na região metropolitana se transformou em bandeira eleitoral nas últimas campanhas de candidatos à Prefeitura e ao governo do Estado. Em vez de políticas abrangentes, medidas eleitoreiras foram sendo adotadas para oferecer ônibus e trens para a população mais carente, sem que as autoridades se preocupassem com os limites da capacidade dos sistemas em operação.</p>
<p>Na cidade, um novo modelo de transporte por ônibus foi planejado na administração de Marta Suplicy (2001-2004). Previa construção de corredores de ônibus em toda a cidade, estações de transferência dotadas de alta tecnologia, terminais, distribuição da demanda em linhas estruturais e locais atendidas por veículos de grande e pequeno portes, e a integração entre os sistemas de ônibus, metrô e trens por meio do bilhete único.</p>
<p>Pouco do que se previu em termos de infra-estrutura para o transporte foi realizado. Mas tudo se fez para a adoção do bilhete único, que só deveria ter acontecido no fim da reforma do sistema. Às vésperas das eleições de 2004, os passageiros passaram a realizar quatro viagens com tarifa única no período de duas horas.</p>
<p>Naquele ano, as viagens gratuitas &#8211; para os passageiros, mas pagas pela Prefeitura &#8211; passaram de 3 milhões, em maio, para 50 milhões, em novembro. Antes do bilhete único, as chamadas gratuidades não passavam de 80 mil por mês. O resultado foi o aumento substancial dos subsídios repassados pela Prefeitura ao setor e cortes nos investimentos em obras, como os corredores exclusivos de ônibus.</p>
<p>No metrô, não foi diferente. O bilhete único causou forte impacto nas contas da Companhia do Metropolitano e provocou superlotação excepcional dos trens. Em 2006, com a implantação do cartão magnético, o metrô passou a receber mais 300 mil passageiros por dia. Segundo a Pesquisa Origem-Destino do metrô, em 2007, os trens passaram a receber 750 mil novos passageiros por dia, estimulados pelo bilhete único.</p>
<p>Apesar do aumento de 35% da oferta de lugares na última década, o ritmo de expansão da malha metroviária não consegue acompanhar a demanda. O metrô avança 1,5 quilômetro por ano apenas e ainda que os planos do governador José Serra sejam cumpridos, com a inauguração da Linha 4-Amarela, que ligará a Vila Sônia à Luz, e a extensão da Linha 2-Verde até a Vila Prudente, a capital deverá ter apenas 80,5 quilômetros de linhas até 2010.</p>
<p>Diante do crescimento da demanda, além dos investimentos na expansão da malha, o governo estuda reduzir o intervalo entre trens, renovar a frota e explorar a malha já existente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.</p>
<p>O metrô de São Paulo precisa voltar a ser exemplo de boa gestão, de limpeza, segurança e organização.</p>
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		<title>JT também flagrou Kassab na sabatina</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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<p align="center"> <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/jt-tambem-flagrou-kassab-na-sabatina/7119/" rel="attachment wp-att-7119" title="kassab_estadao2.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/kassab_estadao2.jpg" alt="kassab_estadao2.jpg" width="205" height="205" /></a><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/kassab_jt.jpg" title="kassab_jt.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/kassab_jt.jpg" alt="kassab_jt.jpg" width="259" height="205" /></a></p>
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		<title>Estadão: duas edições, duas leituras</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 15:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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A primeira edição do Estadão tinha uma pequena chamada de capa dizendo; &#8220;Pesquisa confirma avanço de Marta&#8221; seguido de &#8220;Datafolha aponta vantagem de 17 pontos para a petista. Pág A8&#8243;. Na página A8 a matéria abria com o título &#8220;Datafolha mostra Marta com 17 pontos de vantagem&#8221; e imediatamente abaixo do título &#8220;Candidata do PT [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/estadao-duas-edicoes-duas-leituras/6905/" rel="attachment wp-att-6905" title="martakassabalckminmaluf.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/martakassabalckminmaluf.jpg" alt="martakassabalckminmaluf.jpg" align="right" /></a></p>
<p>A primeira edição do <strong>Estadão</strong> tinha uma pequena chamada de capa dizendo;<em> <strong>&#8220;Pesquisa confirma avanço de Marta&#8221;</strong> </em>seguido de &#8220;Datafolha aponta vantagem de 17 pontos para a petista. Pág A8&#8243;. Na página A8 a matéria abria com o título<em> &#8220;Datafolha mostra Marta com 17 pontos de vantagem&#8221; </em>e imediatamente abaixo do título<em> &#8220;Candidata do PT subiu e Geraldo Alckmin, segundo colocado, caiu; pesquisa confirma movimento detectado pelo Ibope no último dia 16&#8243;.</em></p>
<p>A segunda edição do mesmo jornal,<em> <strong>O Estado de São Paulo</strong>, </em>a chamada de capa diz:<em> <strong>&#8220;Pesquisa aponta avanço de Kassab&#8221;</strong> </em>seguido de<em> &#8220;Diferença para Alckmin caiu pela metade, indica Datafolha&#8221;. </em>No interior o artigo passa a levar como título<em> &#8220;Pesquisa mostra Kassab mais próximo de Alckmin&#8221; </em>e no lide<em> &#8220;Distância entre os dois caiu de 21 para 10 pontos, aponta Datafolha; Marta lidera, com 41%, confirmando movimento detectado pelo Ibope no dia 16&#8243;.</em></p>
<p>Acontece que contrariamente a chamada de capa da segunda edição do <strong>Estado</strong>, a pesquisa não aponta avanço de Kassab e sim constatou a queda de Alckmin. Kassab só oscilou dentro da margem de erro. Já Alckmin caiu e a dianteira de Marta passa a ser de 17 pontos. De todos os candidatos, Marta é a única a crescer acima da margem de erro em relação ao Datafolha anterior. A maioria dos eleitores que abandonaram Alckmin, entre as duas pesquisas, o fizeram em favor de Marta. LF</p>
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