12/12/2007 - 15:31h Domingo proximo tem segundo turno na eleições internas do PT


Dia 16 acontecerá o segundo turno das eleições internas no PT. Para presidente nacional da sigla disputam Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto.

As duas forças sendo essas neste segundo turno, o processo eleitoral reforçará seguramente a unidade partidária. Ambos os candidatos tem mostrado uma atitude unificada na defesa do governo Lula, em particular durante a crise provocada pela questão do financiamento irregular do PT, alem de defender juntos a politica de alianças práticada pelo presidente Lula.

Junto com Ricardo Berzoini, manifestaram seu apoio Tarso Genro, Fernando Haddad e outros participantes do grupo Mensagem, que no primeiro turno apresentaram José Eduardo Cardoso como candidato.

Já Jilmar Tatto ganhou o apoio de duas figuras históricas do PT, Olivio Dutra de Rio Grande do Sul e do Prefeito de Recife, João Paulo, ambos também apoiadores no primeiro turno de Cardoso.
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12/12/2007 - 15:03h Domingo proximo tem segundo turno na eleições internas do PT


Dia 16 acontecerá o segundo turno das eleições internas no PT. Para presidente nacional da sigla disputam Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto.

As duas forças sendo essas neste segundo turno, o processo eleitoral reforçará seguramente a unidade partidária. Ambos os candidatos tem mostrado uma atitude unificada na defesa do governo Lula, em particular durante a crise provocada pela questão do financiamento irregular do PT, alem de defender juntos a politica de alianças práticada pelo presidente Lula.

Junto com Ricardo Berzoini, manifestaram seu apoio Tarso Genro, Fernando Haddad e outros participantes do grupo Mensagem, que no primeiro turno apresentaram José Eduardo Cardoso como candidato.

Já Jilmar Tatto ganhou o apoio de duas figuras históricas do PT, Olivio Dutra de Rio Grande do Sul e do Prefeito de Recife, João Paulo, ambos também apoiadores no primeiro turno de Cardoso.

No Estado de São Paulo, onde Ricardo Berzoini perdeu no primeiro turno para Jilmar Tatto, o novo presidente estadual do PT, Edinho Silva e José Américo, novo presidente eleito na capital paulista tem mostrado uma maior sintonia com a candidatura de Jilmar Tatto.

Os resultados serão conhecidos no fim da segunda-feira. LF

09/12/2007 - 10:55h Em Porto Alegre, Fogaça e Olívio Dutra disputam liderança

Sem o ex-governador, Maria do Rosário, Onyx, Luciana Genro e Manuela D’Ávila dividem 2º lugar atrás do prefeito do PMDB

Na espontânea, petista foi o mais lembrado (5%), seguido por Fogaça (4%), Manuela (3%), Maria do Rosário (2%), Onyx (1%) e Luciana (1%)

SIMONE IGLESIAS
DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a sucessão na capital gaúcha, o prefeito José Fogaça (PMDB) aparece à frente de seus concorrentes. A dez meses da disputa, ele é o candidato mais citado, com 19% das intenções de voto, nos três cenários estimulados pelo instituto de pesquisa.
Olívio Dutra (PT), ex-governador do Rio Grande do Sul e atual presidente da sigla no Estado, é o seu maior adversário. Aparece com 16%. Nos três cenários pesquisados, ele é o segundo colocado que mais se aproxima do prefeito peemedebista. Como a margem de erro é de cinco pontos, para mais ou para menos, há empate técnico.

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09/12/2007 - 10:51h Em Porto Alegre, Fogaça e Olívio Dutra disputam liderança

Sem o ex-governador, Maria do Rosário, Onyx, Luciana Genro e Manuela D’Ávila dividem 2º lugar atrás do prefeito do PMDB

Na espontânea, petista foi o mais lembrado (5%), seguido por Fogaça (4%), Manuela (3%), Maria do Rosário (2%), Onyx (1%) e Luciana (1%)

SIMONE IGLESIAS
DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

Na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha sobre a sucessão na capital gaúcha, o prefeito José Fogaça (PMDB) aparece à frente de seus concorrentes. A dez meses da disputa, ele é o candidato mais citado, com 19% das intenções de voto, nos três cenários estimulados pelo instituto de pesquisa.
Olívio Dutra (PT), ex-governador do Rio Grande do Sul e atual presidente da sigla no Estado, é o seu maior adversário. Aparece com 16%. Nos três cenários pesquisados, ele é o segundo colocado que mais se aproxima do prefeito peemedebista. Como a margem de erro é de cinco pontos, para mais ou para menos, há empate técnico.
Nesse quadro, a deputada federal Luciana Genro (PSOL) aparece em terceiro, com 13%, seguida pelos também deputados federais Onyx Lorenzoni (DEM), com 12%, e Manuela D’Ávila (PC do B), com 11%.
No quadro em que a deputada federal Maria do Rosário é a candidata do PT, ela aparece empatada na segunda colocação com Onyx, Luciana e Manuela, todos com 12%. Eles estão no limite do empate técnico com Fogaça, mas a probabilidade maior é que o peemedebista esteja à frente.
O deputado federal Enio Bacci (PDT) e a secretária estadual da Cultura, Mônica Leal (PP), têm 3% em todos os cenários pesquisados. O deputado estadual Nelson Marchezan Júnior (PSDB) aparece com, no máximo, 3% (no cenário sem Olívio e sem Maria do Rosário).
Quando o candidato do PT é o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário Miguel Rossetto, Fogaça se mantém na liderança e Luciana oscila dois pontos, chegando a 14%. Onyx e Manuela ficam empatados em terceiro lugar, ambos com 13%. Rossetto aparece em quarto lugar, com 4%, e tem o pior desempenho entre os candidatos petistas.

Espontânea
Na pesquisa espontânea, Olívio foi o mais lembrado (5%), seguido por Fogaça (4%), Manuela (3%), Maria do Rosário (2%), Onyx (1%) e Luciana (1%). Dos entrevistados, 69% disseram não saber em quem gostariam de votar.
Fogaça se mantém melhor colocado entre os eleitores cuja renda familiar mensal é de até dois salários mínimos, de acordo com a pesquisa estimulada.
Ele também é o preferido dos que têm de 45 a 59 anos. Entre os eleitores com mais de 60 anos, Fogaça divide a preferência com Luciana.
Onyx altera seu percentual de acordo com a renda familiar. O melhor índice acontece quanto mais baixa é a renda: 15% entre os que ganham até dois salários e 9% entre os eleitores cuja renda é superior a dez salários mínimos.
Com Luciana ocorre o inverso: seu eleitorado aumenta na proporção em que se eleva a renda: ela é citada por 8% dos que ganham até dois salários e por 16% dos que ganham mais de dez salários.
A candidata do PSOL é a preferida também dos entrevistados com ensino superior entre os candidatos (23%).
Olívio tem maioria de votos entre todos os demais candidatos no grupo de eleitores com renda de mais de cinco a dez salários mínimos (23%).
Os candidatos preferenciais dos eleitores entre 16 e 24 anos são Fogaça (21%), Onyx (19%) e Manuela (18%).
No cenário em que quatro mulheres aparecem como candidatas, Fogaça tem a preferência das eleitoras (19%), seguido de Rosário (14%).

08/12/2007 - 11:11h PT: 17 presidentes eleitos

CORREIO BRAZILIENSE

Diretórios estaduais terminam contagem de votos. Para analistas, vitórias no 1º turno desmonstram a força das lideranças partidárias em busca de consenso


Izabelle Torres
Da equipe do Correio As eleições para a presidência do PT nos diretórios regionais já foram decididas em 17 estados brasileiros. Em Pernambuco, o nome do novo presidente do partido só será conhecido depois do julgamento de recursos judiciais. Minas Gerais também iniciou uma disputa jurídica, mas ontem o candidato Durval Ângelo retirou a sua candidatura e Reginaldo Lopes tornou-se o vencedor, com 49,61% dos votos. Nos demais estados e no diretório nacional, as disputas foram para o segundo turno e as campanhas seguem até o próximo dia 16, quando acontece a eleição. Para o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) David Fleisher é possível fazer uma ligação entre os candidatos eleitos em primeiro turno e a força das lideranças partidárias que o apoiaram. “O consenso em torno de um nome pode demonstrar quem são as lideranças políticas com maior força entre os militantes”, analisa.

Para o Fleischer, um exemplo de vinculação entre o candidato eleito e os caciques petistas pode ser notado na eleição do diretório do partido em São Paulo. Na disputa, o candidato Zico Prado, apoiado pelo presidente nacional da sigla, Ricardo Berzoini, e pelos deputados João Paulo Cunha e Cândido Vacarezza, foi derrotado por Edinho Silva, que teve como principais cabos eleitorais o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, e a ministra do Turismo, Marta Suplicy. “Com a proximidade das eleições municipais, creio que vale uma análise sobre as forças partidárias que estavam por trás de cada candidato eleito nos estados”, disse o professor.

O placar das decisões em primeiro turno demonstra que houve disputas mais acirradas, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde os candidatos eleitos obtiveram 56% e 52,8% dos votos, respectivamente. Em outras regiões, como o Acre, a vitória foi folgada. O candidato Léo Brito obteve 91,3% dos votos. Os estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e o Distrito Federal realizam segundo turno no próximo dia 16. No mesmo dia, o diretório nacional do partido decide a eleição entre os candidatos Ricardo Berzoini e Jilmar Tatto, que obtiveram 43,42% e 20,25% dos votos, respectivamente.

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PT: Se espelhar no exemplo de São Paulo

 

Leia o artigo de Luis Favre, militante do PT de São Paulo, sobre a realização do segundo turno da eleição presidencial nacional