<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; ONU</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/onu/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 00:00:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Oriente Médio: Imprensa vê disputa pelo apoio do Brasil</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/oriente-medio-imprensa-ve-disputa-pelo-apoio-do-brasil/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/oriente-medio-imprensa-ve-disputa-pelo-apoio-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Ahmadinejad]]></category>
		<category><![CDATA[diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente-médio]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>
		<category><![CDATA[Shimon peres]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=16062</guid>
		<description><![CDATA[País começa a ganhar destaque como ator importante na política da região


Gustavo Chacra, CORRESPONDENTE, NOVA YORK &#8211; O Estado SP
O Brasil consegue aos poucos se destacar como um ator importante na política do Oriente Médio, e o apoio brasileiro passou a ser disputado pelos países envolvidos em conflitos na região. Esta é a avaliação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>País começa a ganhar destaque como ator importante na política da região</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Os dois presidentes conversam no Itamaraty: Lula dá sinais de que aceitará o convite de Peres para visitar Israel em 2010 - (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press )" src="http://www.correiobraziliense.com.br/files/app/noticia182/2009/11/11/154212/20091111235025506120a.jpg" border="0" alt="Os dois presidentes conversam no Itamaraty: Lula dá sinais de que aceitará o convite de Peres para visitar Israel em 2010 - (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press )" width="554" height="305" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Gustavo Chacra, CORRESPONDENTE, NOVA YORK &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O Brasil consegue aos poucos se destacar como um ator importante na política do Oriente Médio, e o apoio brasileiro passou a ser disputado pelos países envolvidos em conflitos na região. Esta é a avaliação de órgãos de imprensa de Israel que cobrem a visita do presidente Shimon Peres a Brasília, São Paulo e Rio.</p>
<p>Nos Estados Unidos, o peso brasileiro também é sentido, com críticas a Luiz Inácio Lula da Silva por receber o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad ainda neste mês e por ter uma viagem agendada a Teerã no início do próximo ano. Outros veem a iniciativa do presidente como positiva pela neutralidade do país, ajudando em um difícil acordo para a questão nuclear iraniana, prioridade da administração de Barack Obama.</p>
<p>O governo brasileiro também tem sido ativo no conflito envolvendo israelenses e palestinos. No mês passado, o Brasil liderou, sem obter sucesso, uma proposta no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, para encontrar uma saída para a questão do relatório Goldstone, que acusa Israel e o Hamas de terem cometido crimes durante a guerra em Gaza no início deste ano.</p>
<p>A embaixadora brasileira nas Nações Unidas em Nova York, Maria Luiz Viotti, foi, na semana passada, uma das vozes mais fortes no debate sobre o tema. A posição brasileira, nos dois casos, teve destaque nos principais jornais americanos e europeus, algo impensável desde quando o diplomata Osvaldo Aranha presidiu a Assembleia Geral da ONU na votação que criou o Estado de Israel, em 1948.</p>
<p>Em análise, o diário israelense Haaretz afirma que &#8220;as visitas dos presidentes do Irã e de Israel ao Brasil demonstram o crescimento da potência sul-americana no Oriente Médio&#8221;. Na avaliação do jornal, considerado de centro-esquerda em Israel, um apoio do Brasil ao Irã poderia dar credibilidade ao programa nuclear iraniano, e os israelenses visam impedir justamente que isso aconteça.</p>
<p>Neste envolvimento na política do Oriente Médio, o Brasil é visto como anti-Israel. Em primeiro lugar, pela forma como Lula trata Ahmadinejad, considerado o principal inimigo israelense no mundo. O presidente brasileiro também já esteve em uma série de países árabes e visitará o Irã, mas não foi a Israel. Para completar, a posição brasileira em relação ao relatório Goldstone foi vista como dura pelos israelenses. Na ONU, Viotti afirmou que &#8220;Israel precisa respeitar as leis internacionais ao se defender, especialmente em áreas densamente populosas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/oriente-medio-imprensa-ve-disputa-pelo-apoio-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dilma elogia iniciativa paulista</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/dilma-elogia-iniciativa-paulista/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/dilma-elogia-iniciativa-paulista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[FBMC]]></category>
		<category><![CDATA[gases poluentes]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[metas ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=15924</guid>
		<description><![CDATA[
Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR
No mesmo dia em que o governador de São Paulo, José Serra, alfinetou o governo federal pela demora em definir metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa para o país, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, elogiou a iniciativa de Serra de sancionar, ontem, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/Sh646y2MLXI/AAAAAAAADn8/IVoCZkAygCw/s320/poluicao_do_ar1.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/Sh646y2MLXI/AAAAAAAADn8/IVoCZkAygCw/s320/poluicao_do_ar1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Luciano Máximo, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>No mesmo dia em que o governador de São Paulo, José Serra, alfinetou o governo federal pela demora em definir metas de redução das emissões dos gases de efeito estufa para o país, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, elogiou a iniciativa de Serra de sancionar, ontem, uma política estadual de mudanças climáticas que fixa objetivo de diminuir até 2020 em 20% as emissões de gases poluentes no Estado, com base na taxa verifica em 2005. Cotada para disputar a eleição presidencial de 2010 com o tucano, a ministra não se incomodou em parabenizar o virtual adversário. &#8220;O governador está de parabéns. Todos os Estados que fizerem redução estão de parabéns. Talvez seja possível adotar metas maiores na tendência das metas globais, mas a iniciativa que o governo de São Paulo teve é muito positiva e produtiva. Seria um avanço se todos os outros Estados se comprometessem com algumas metas e números objetivos .&#8221;</p>
<p>A ministra ressaltou, no entanto, que as medidas adotadas por São Paulo não podem ser comparadas ao esforço de redução das emissões que pretende o governo brasileiro. &#8220;Somos um país&#8221;, afirmou. Nesta segunda-feira, Dilma participou em São Paulo de mais uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Reynold Stephanes (Agricultura) para tentar chegar a um acordo dentro do governo sobre um compromisso que o país poderá levar para a mesa de negociação na reunião do clima da Organização das Nações Unidas (ONU), que será realizada no mês que vem na Dinamarca. Na ocasião, o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) apresentou contribuições de vários setores da sociedade para ajudar o governo fechar sua posição.</p>
<p>Segundo a ministra, o governo federal não vai ficar atrás e apresentará &#8220;metas voluntárias&#8221; e seu compromisso no dia 14 de novembro. &#8220;Não temos metas a cumprir porque não somos do Anexo 1 [países desenvolvidos, que assinaram a Convenção do Clima de 1992], o que podemos ter é compromissos objetivos, mensuráveis. Já somos um exemplo de matriz energética limpa, baseada em hidrelétricas, e o governo está fazendo um esforço na agricultura, formatando um projeto de plantio direto na relação lavoura-pecuária, recuperação de pastagens e áreas degradadas e também utilização de instrumentos biológicos na fixação de hidrogênio para a captação de CO2.Tudo isso tem um custo, mas aumenta a produtividade e são medidas altamente sustentáveis&#8221;, reforçou a ministra.</p>
<p>O secretário executivo do FBMC, que reúne empresas, movimentos ambientalistas e universidades, professor Luiz Pinguelli Rosa, disse que o país está perto de adotar um compromisso de redução de 40% até 2020, já descontada a queda do desmatamento de 20% proveniente do combate ao desmatamento. &#8220;Brasil tem que ter posição forte, assim como teve em Honduras, assumindo uma posição menos política e mais diplomática. Todos sabemos que o Brasil não tem as mesmas obrigações que os países desenvolvidos, mas isso não quer dizer que ele não possa contribuir e transformar sua atuação em um número. E um número que já foi cogitado é de 40%, mas que ainda precisa ser justificado tecnicamente&#8221;, explicou Rosa.</p>
<p>A ministra reforçou que o governo só vai assumir o que for possível. &#8220;Vamos levar nosso compromisso objetivo com um número, não é uma meta igual a deles [dos países desenvolvidos].&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/dilma-elogia-iniciativa-paulista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil é líder no combate à fome entre emergentes, diz ONG</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/brasil-e-lider-no-combate-a-fome-entre-emergentes-diz-ong/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/brasil-e-lider-no-combate-a-fome-entre-emergentes-diz-ong/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[ActionAid]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fome Zero]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[miséria]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14857</guid>
		<description><![CDATA[Action Aid elogia esforços do governo do Brasil e critica Índia e EUA.

BBC- Portal Estado
O Brasil é líder no combate à fome entre os países em desenvolvimento, de acordo com um ranking elaborado pela ONG antipobreza Action Aid e publicado nesta sexta-feira para marcar o Dia Mundial da Alimentação.
Segundo o documento, o país demonstra &#8220;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Action Aid elogia esforços do governo do Brasil e critica Índia e EUA.</strong></p>
<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_XfPi8p8oFZQ/Sav0tg_oRKI/AAAAAAAAAGs/EMD7D3re3jc/s400/20031010lula_fome_zero590.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_XfPi8p8oFZQ/Sav0tg_oRKI/AAAAAAAAAGs/EMD7D3re3jc/s400/20031010lula_fome_zero590.jpg" width="302" height="225" /><img src="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/bolsa_familia/imagens/bolsa_familia.gif" alt="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/bolsa_familia/imagens/bolsa_familia.gif" width="171" height="225" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">BBC- Portal Estado</span></h2>
<p>O Brasil é líder no combate à fome entre os países em desenvolvimento, de acordo com um ranking elaborado pela ONG antipobreza Action Aid e publicado nesta sexta-feira para marcar o Dia Mundial da Alimentação.</p>
<p>Segundo o documento, o país demonstra &#8220;o que pode ser atingido quando o Estado tem recursos e boa vontade para combater a fome&#8221;.</p>
<p>A lista foi elaborada a partir de pesquisas sobre as políticas sociais contra a fome em governos de 50 países. A partir da análise, a ONG preparou dois rankings &#8211; um com os países em desenvolvimento, onde o Brasil aparece em 1º lugar, e o outro com os países desenvolvidos, liderado por Luxemburgo.</p>
<p>Em último lugar na lista dos desenvolvidos está a Nova Zelândia, abaixo dos Estados Unidos. Entre os países em desenvolvimento, a República Democrática do Congo e Burundi aparecem nas últimas colocações.</p>
<p>Segundo a diretora de políticas da Action Aid, Anne Jellema, &#8220;é o papel do Estado e não o nível de riqueza que determina o progresso em relação à fome&#8221;.<br />
<strong><br />
Brasil</strong></p>
<p>O documento elogia os esforços do governo brasileiro em adotar programas sociais para lidar com o problema da fome no país e destaca os programas Bolsa Família e Fome Zero.</p>
<p>&#8220;O Fome Zero lançou um pacote impressionante de políticas para lidar com a fome &#8211; incluindo transferências de dinheiro, bancos de alimentação e cozinhas comunitárias. O projeto atingiu mais de 44 milhões de brasileiros famintos&#8221;, diz o texto.</p>
<p>Segundo o relatório, o programa ainda ajudou a reduzir a subnutrição infantil em 73%.</p>
<p>A ONG afirma ainda que o Brasil é &#8220;exemplar&#8221; no exercício do direito ao alimento e cita a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan 2006) e o Ministério do Combate à Fome como medidas de que exemplificam que o direito à alimentação está sendo cada vez mais reconhecido como direito fundamental.</p>
<p>Apesar do aspecto positivo, a ONG afirma que o Brasil &#8220;ainda tem áreas em que pode melhorar&#8221; e cita o desafio de incluir os trabalhadores sem terra e pequenos agricultores nos programas sociais de alimentação.</p>
<p>&#8220;É imperativo que famílias em pequenas fazendas também estejam protegidas da expansão dos enormes programas industriais de biocombustíveis do Brasil&#8221;, afirma o relatório.</p>
<p><strong>Índia</strong></p>
<p>Em segundo lugar no ranking dos países em desenvolvimento aparece a China, seguida por Gana (3º) e Vietnã (4º).</p>
<p>A Action Aid destaca a redução no número de famintos na China &#8211; 58 milhões em dez anos &#8211; e elogia os esforços do governo em apoiar os pequenos agricultores.</p>
<p>Em contrapartida, o documento critica a Índia onde, segundo o relatório, 30 milhões de pessoas teriam entrado para a taxa dos famintos desde a metade dos anos 90.</p>
<p>Além disso, a ONG destaca que 46% das crianças estão abaixo do peso e subnutridas no país.</p>
<p>&#8220;A fome existe não porque não há alimento suficiente na Índia, mas porque as pessoas não conseguem chegar até ele. O governo indiano enfrenta um enorme desafio para proteger os direitos dos pobres&#8221;, diz o texto.</p>
<p><strong>Ricos</strong></p>
<p>Não só os esforços e as políticas dos governos de países em desenvolvimento e mais pobres são criticados no documento divulgado nesta sexta-feira.</p>
<p>No ranking dos países desenvolvidos, atrás de Luxemburgo está a Finlândia (2º) e a Irlanda (3º), com a Nova Zelândia(22º) e os Estados Unidos (21º) nas últimas colocações.</p>
<p>A ONG acusa o governo neozelandês de ordenar cortes acentuados no incentivo oficial à agricultura e classifica o incentivo do governo americano à agricultura como &#8220;mesquinho&#8221;.</p>
<p>&#8220;A contribuição (desses países) para expandir programas de segurança social permanece insignificante&#8221;, diz o documento, agregando Grécia, Portugal e Itália. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/brasil-e-lider-no-combate-a-fome-entre-emergentes-diz-ong/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Relatório de ActionAid elogia Brasil: &#8220;Fome Zero, do presidente Lula , reduziu a desnutrição infantil em 73 por cento e a mortalidade infantil em 45 por cento no Brasil&#8221;, constata a entidade</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/relatorio-de-actionaid-elogia-brasil-fome-zero-do-presidente-lula-reduziu-a-desnutricao-infantil-em-73-por-cento-e-a-mortalidade-infantil-em-45-por-cento-no-brasil-constata-a-entidade/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/relatorio-de-actionaid-elogia-brasil-fome-zero-do-presidente-lula-reduziu-a-desnutricao-infantil-em-73-por-cento-e-a-mortalidade-infantil-em-45-por-cento-no-brasil-constata-a-entidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 16:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[ActionAid]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa-familia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[Fome Zero]]></category>
		<category><![CDATA[miséria]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[programas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14852</guid>
		<description><![CDATA[
SILVIA ALOISI &#8211; REUTERS &#8211; AGENCIA ESTADO

ROMA &#8211; O grupo ativista ActionAid divulgou relatório nesta quinta-feira em que elogia o Brasil e a China pelos esforços feitos para combater a fome nesses países.
O documento cita o programa Fome Zero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reduziu a desnutrição infantil em 73 por cento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://4.bp.blogspot.com/_XfPi8p8oFZQ/Sav0tg_oRKI/AAAAAAAAAGs/EMD7D3re3jc/s400/20031010lula_fome_zero590.jpg" alt="http://4.bp.blogspot.com/_XfPi8p8oFZQ/Sav0tg_oRKI/AAAAAAAAAGs/EMD7D3re3jc/s400/20031010lula_fome_zero590.jpg" width="290" height="217" /><img src="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/bolsa_familia/imagens/bolsa_familia.gif" alt="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/bolsa_familia/imagens/bolsa_familia.gif" width="164" height="216" /></p>
<p><span style="background-color: #ffff99;">SILVIA ALOISI &#8211; REUTERS &#8211; AGENCIA ESTADO<br />
</span></p>
<p>ROMA &#8211; O grupo ativista ActionAid divulgou relatório nesta quinta-feira em que elogia o Brasil e a China pelos esforços feitos para combater a fome nesses países.</p>
<p>O documento cita o programa Fome Zero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reduziu a desnutrição infantil em 73 por cento e a mortalidade infantil em 45 por cento no Brasil. A China reduziu o número de pessoas que passam fome em 58 milhões ao longo de dez anos.</p>
<p>Contrastando com isso, outros 30 milhões de pessoas se somaram às fileiras dos que passam fome na Índia desde meados dos anos 1990, apesar do aumento da renda per capita nesse país, e 47 por cento das crianças com menos de 6 anos de idade estão abaixo do peso.</p>
<p>O documento aponta ainda que a maioria dos países ricos vem descumprindo suas promessas de aumentar a ajuda alimentar e agrícola dada aos países pobres, diz um relatório do grupo ativista ActionAid divulgado na sexta.</p>
<p>Divulgado no Dia Mundial da Alimentação, o relatório também afirma que as promessas recentes do Grupo dos Oito de gastar 20 bilhões de dólares nos próximos três anos para ajudar os países pobres a se alimentarem não estão sendo cumpridas e que não foi fixado nenhum cronograma claro para as ações.</p>
<p>O número de pessoas que passam fome no mundo ultrapassou 1 bilhão este ano &#8211;105 milhões mais que em 2008&#8211;, e o ActionAid redigiu uma tabela mostrando até que ponto os países ricos vêm cumprindo suas promessas de aumentar a ajuda.</p>
<p>A tabela mede a ajuda dada para a agricultura e a segurança alimentar entre 2005 e 2007, comparando-a com um chamado lançado pela ONU por 30 bilhões de dólares anuais adicionais até 2012.</p>
<p>De acordo com o documento, com a exceção dos três maiores doadores &#8211;Luxemburgo, Suécia e Noruega&#8211;, a maioria dos países ricos não cumpre nem sequer metade do que é esperado deles para atingirem o alvo fixado para 2012.</p>
<p>Os resultados piores são da Grécia, Portugal, Itália, Estados Unidos e Nova Zelândia.</p>
<p>O relatório também lança um olhar crítico sobre as promessas do G8 feitas numa cúpula na Itália em julho.</p>
<p>A cúpula do G20 realizada em setembro resultou num pedido ao Banco Mundial para que fosse criado um fundo para aumentar os investimentos agrícolas nos países pobres. Mas não foi fixado um prazo ou cronograma para a criação.</p>
<p>O embaixador dos EUA junto às agências alimentares da ONU disse à Reuters em Roma esta semana que Washington vai depositar nesse fundo os 3,5 bilhões de dólares que prometeu como parte da iniciativa do G8, mas que a forma exata que o valor irá tomar ainda não foi determinada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/relatorio-de-actionaid-elogia-brasil-fome-zero-do-presidente-lula-reduziu-a-desnutricao-infantil-em-73-por-cento-e-a-mortalidade-infantil-em-45-por-cento-no-brasil-constata-a-entidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aumento da renda eleva IDH do Brasil</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/aumento-da-renda-eleva-idh-do-brasil/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/aumento-da-renda-eleva-idh-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento humano]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=14295</guid>
		<description><![CDATA[
País se manteve estável, no entanto, no ranking que compara o desenvolvimento humano de 182 nações, na 75ª posição
De 2006 para 2007, o IDH brasileiro passou de 0,808 para 0,813; valores acima de 0,800 representam &#8220;alto desenvolvimento humano&#8221;
ANTÔNIO GOIS &#8211; FOLHA SP
DA SUCURSAL DO RIO
Impulsionado mais uma vez pelo aumento na renda, o Brasil registrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-14296" title="Brasil_olho" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_olho.jpg" alt="Brasil_olho" width="400" height="265" /><br />
<strong>País se manteve estável, no entanto, no ranking que compara o desenvolvimento humano de 182 nações, na 75ª posição</strong></p>
<p><strong>De 2006 para 2007, o IDH brasileiro passou de 0,808 para 0,813; valores acima de 0,800 representam &#8220;alto desenvolvimento humano&#8221;</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ANTÔNIO GOIS &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA SUCURSAL DO RIO</p>
<p>Impulsionado mais uma vez pelo aumento na renda, o Brasil registrou uma melhora em seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), mas permaneceu estável no ranking de nações elaborado anualmente pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), na 75ª posição.<br />
O IDH varia de 0 a 1 e tenta medir o desenvolvimento humano dos 182 países comparados a partir de três dimensões: saúde, educação e PIB per capita. De 2006 para 2007 (os relatórios sempre se referem a dois anos antes), o IDH brasileiro variou de 0,808 para 0,813. Um valor acima de 0,800 é considerado nível de alto desenvolvimento humano.<br />
Neste ano, o tema principal do relatório foi migração. Para facilitar as análises sobre este tópico, pela primeira vez, o Pnud separou nações com IDH acima de 0,900 num grupo considerado de muito alto desenvolvimento humano.<br />
Fazem parte desta elite, que concentra a maioria dos imigrantes, 38 países, liderados por Noruega (0,971), Austrália (0,970) e Islândia (0,969).<br />
Na base do ranking encontram-se Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365). O Pnud destaca que uma criança que nascer hoje em Níger terá expectativa de viver apenas até os 51 anos, enquanto uma norueguesa deverá chegar aos 81.<br />
&#8220;Muitos países testemunharam retrocessos nas últimas décadas devido às retrações econômicas, crises induzidas por conflitos e epidemias de HIV&#8221;, afirma a principal autora do relatório deste ano, Jeni Klugman.<br />
Como os dados divulgados no relatório deste ano vão somente até 2007, ainda não é possível mensurar o impacto da crise econômica mundial, iniciada no fim do ano passado.<br />
Alison Kennedy, chefe da equipe de estatística do IDH, no entanto, diz esperar que os efeitos não sejam tão grandes: &#8220;O PIB per capita de muitos países pode ter sido bastante afetado, mas os indicadores de saúde e educação não reagem tão rapidamente a crises, o que poderá fazer com que a oscilação não seja tão significativa.&#8221;</p>
<p><strong>Brasil</strong><br />
Os indicadores brasileiros no IDH serão detalhados hoje pelo escritório do Pnud no país, mas, na comparação com o relatório de 2008, é possível verificar que o avanço se deu principalmente por causa do PIB per capita.<br />
Educação e saúde também melhoraram, mas em ritmo menor, já que o analfabetismo adulto tem caído pouco no país e a expectativa de vida ao nascer (único componente do índice de saúde) não costuma sofrer oscilações bruscas de um ano para o outro.<br />
Além do próprio IDH, o Relatório de Desenvolvimento Humano permite comparar outros indicadores.<br />
É possível destacar, por exemplo, que apesar de ter registrado queda na desigualdade desde o início da década, o Brasil ainda permanece no grupo de dez países mais desiguais do relatório, atrás apenas de Namíbia, Ilhas Comores, Botsuana, Haiti, Angola, Colômbia, Bolívia, África do Sul e Honduras. No Brasil, os 10% mais ricos detêm 43% da riqueza nacional, enquanto os 10% mais pobres, apenas 1%.<br />
Na Noruega, país que lidera o ranking, os 10% mais ricos concentram 23% da riqueza, enquanto os 10% mais pobres respondem por 4%.<br />
Outro indicador em que o Brasil destoa dos líderes é o investimento público em educação e saúde. Noruega, Austrália e Islândia investem, respectivamente, 35%, 31% e 36% de seu gasto público nessas áreas.<br />
No Brasil, a proporção é de apenas 22%. O maior desnível acontece na saúde, setor em que o Brasil investe 7% dos gastos, menos da metade do que Noruega (18%), Austrália (17%) e Islândia (18%).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/aumento-da-renda-eleva-idh-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bolsa-Família é exemplo para acabar com a fome no mundo, segundo a ONU</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/bolsa-familia-e-exemplo-para-acabar-com-a-fome-no-mundo-segundo-a-onu/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/bolsa-familia-e-exemplo-para-acabar-com-a-fome-no-mundo-segundo-a-onu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 14:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Blosa Família]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[programas sociais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/bolsa-familia-e-exemplo-para-acabar-com-a-fome-no-mundo-segundo-a-onu/</guid>
		<description><![CDATA[ 
ONU mira o Brasil no combate à fome
Organização quer criar condições para que famintos saiam da pobreza e mira no exemplo do Bolsa Família
Jamil Chade, GENEBRA &#8211; O Estado SP
A Organização das Nações Unidas (ONU) quer acabar com o assistencialismo no combate à fome e promover uma mudança radical na estratégia para alimentar milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://bahiapress.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/bolsa_familia.jpg" alt="http://bahiapress.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/bolsa_familia.jpg" align="left" /></p>
<p><font size="4"><strong>ONU mira o Brasil no combate à fome</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Organização quer criar condições para que famintos saiam da pobreza e mira no exemplo do Bolsa Família</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Jamil Chade, GENEBRA &#8211; O Estado SP</p>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) quer acabar com o assistencialismo no combate à fome e promover uma mudança radical na estratégia para alimentar milhões de pessoas. A ONU ainda tem mirado em projetos brasileiros &#8211; como o Bolsa Família &#8211; como exemplo para seus futuros programas.</p>
<p>O objetivo é não apenas entregar alimentos importados às populações na África, Ásia ou América Latina, mas também criar condições para que as pessoas possam começar a produzir e incentivar a produção local. &#8220;O tempo da ajuda alimentar está acabando. Temos de desenvolver novos programas&#8221;, disse Staffan De Mistura, o número 2 do Programa Mundial de Alimentação da ONU.</p>
<p>A falta de programas claros acaba criando situações paradoxais. Em um país, a produção agrícola aumentou em 300%, enquanto no mesmo período a fome aumentou em 38%, exemplifica.</p>
<p>Na semana passada, o G-8 (grupo das oito maiores economias) anunciou US$ 20 bilhões para acabar com a fome no mundo, promessa já feita em outras ocasiões e nunca cumprida. Mesmo assim, a ONU deposita todas suas fichas nessa promessa, enquanto tenta desenvolver projetos para garantir que esses recursos tenham um impacto real. A ONU tem a responsabilidade de alimentar em 2009 cerca de 103 milhões de pessoas, principalmente na África. Mas até a semana passada só tinha 25% do valor necessário para garantir que os alimentos cheguem aos mais vulneráveis. &#8220;Precisamos de US$ 5,4 bilhões.&#8221;</p>
<p>A ONU quer apostar em pelo menos parte do modelo brasileiro no uso desse US$ 20 bilhões. &#8220;Estamos usando a experiência no Brasil como um exemplo&#8221;, disse Mistura. Segundo ele, programas como o Bolsa Família têm &#8220;efeitos multiplicadores&#8221; e vão na linha que a ONU quer adotar. A ideia é criar redes de ajuda social para permitir que os famintos possam não apenas ter alimentos, mas uma saída da pobreza.</p>
<p>Uma das ideias é alimentar 20 milhões de crianças em escolas. Outro projeto que já está sendo viabilizado é o de garantir alimentos vinculados com a criação de trabalho.</p>
<p>Outra iniciativa já em andamento é o uso de US$ 1 bilhão para comprar alimentos nos próprios países onde há fome. Dessa forma, o mercado local fica aquecido e a produção local ganha um incentivo. Grande parte dos US$ 20 bilhões do G-8 serão usados para o desenvolvimento agrícola.</p>
<p>Até pouco tempo, grande parte dos recursos era usada para comprar alimentos produzidos por ricos fazendeiros americanos e distribuir na África. Os mais beneficiados eram os fazendeiros, que tinham venda garantida.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/bolsa-familia-e-exemplo-para-acabar-com-a-fome-no-mundo-segundo-a-onu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Serra recebe prêmio pelo trabalho na Saúde</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-recebe-premio-pelo-trabalho-na-saude/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-recebe-premio-pelo-trabalho-na-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde SP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-recebe-premio-pelo-trabalho-na-saude/</guid>
		<description><![CDATA[Homenagem foi feita pela Organização Mundial da Família em solenidade em Genebra

Jamil Chade &#8211; O Estado SP
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), alertou ontem que o orçamento para a saúde no Brasil &#8220;não é suficiente&#8221; e que os próximos anos serão marcados por aperto fiscal diante da crise. Em uma sala da ONU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homenagem foi feita pela Organização Mundial da Família em solenidade em Genebra</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,20531303-EX,00.jpg" alt="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/foto/0,,20531303-EX,00.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Jamil Chade &#8211; O Estado SP</p>
<p>O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), alertou ontem que o orçamento para a saúde no Brasil &#8220;não é suficiente&#8221; e que os próximos anos serão marcados por aperto fiscal diante da crise. Em uma sala da ONU em Genebra, Serra recebeu um prêmio de uma entidade internacional e fez um discurso em tom de campanha, enumerando os avanços que conseguiu como ministro da Saúde (1998 a 2002) e apontando como suas políticas de acesso os medicamentos genéricos, que hoje são &#8220;exemplos para o mundo&#8221;.</p>
<p>O prêmio foi dado pela Organização Mundial da Família, uma entidade internacional presidida por uma brasileira que resolveu homenagear o governador por sua gestão à frente da pasta da Saúde e suas políticas em relação à mortalidade materna e infantil. Serra, porém, deixou claro que o orçamento para a saúde no Brasil terá de aumentar. &#8220;A saúde precisa de recursos adicionais&#8221;, disse. Ele acredita que o setor conta com &#8220;o mínimo para continuar subsistindo&#8221;. &#8220;Teremos de ver isso no futuro&#8221;, afirmou.</p>
<p>Serra é hoje o favorito na disputa pela Presidência da República em 2010, segundo pesquisas de intenção de voto. O governador, entretanto, se recusa a falar de candidatura.</p>
<p>O governador disse acreditar que os próximos anos serão de queda na receita do Estado e aumento de despesas diante da recessão mundial. &#8220;Mas pelo menos a saúde está protegida de cortes que viriam num momento de crise&#8221;, disse.</p>
<p>A mensagem de Serra foi que os atuais recursos apenas estão sendo mantidos graças às suas políticas. &#8220;O financiamento foi central na nossa gestão&#8221;, disse, lembrando que os gastos com saúde eram um &#8220;verdadeiro colchão amortecedor das crises fiscais&#8221;. &#8220;Por isso, nos dedicamos à aprovação, difícil, mas bem-sucedida, de emenda constitucional que garantiu uma vinculação de recursos à Saúde.&#8221;</p>
<p>Ele criticou o fato de que, até hoje, não se aprovou a lei complementar que teria como função corrigir e monitorar os orçamentos para saúde em municípios e Estados.</p>
<p>Sem mencionar as eleições de 2010, Serra insistiu que o prêmio recebido é uma prova de que suas políticas tiveram um impacto internacional. &#8220;Com esse reconhecimento, você passa a ter consciência não apenas que fez uma política que deu certo, que é durável em seus efeitos, mas também uma política que teve uma influência internacional&#8221;, disse, lembrando que contrariou até o Banco Mundial para implementar sua estratégia no combate à Aids.</p>
<p>O ponto central foi o acesso aos medicamentos, avanços na saúde familiar e autorização para compra de genéricos. &#8220;Foi uma mudança no mercado mundial de medicamentos a partir do nosso trabalho no Brasil.&#8221;</p>
<p>Sobre o atual governo, Serra admite que nem todas as políticas de saúde caminharam na mesma direção. Mas foi diplomático. &#8220;Não quero criticar. Represento de certa maneira o Brasil aqui&#8221;, disse.</p>
<p>Serra foi escolhido entre mais de 200 pessoas. A Organização Mundial da Família também premiou a ex-primeira dama do Reino Unido, Cherie Blair, e a princesa do Kuwait, Sheikha Fariha Al-Sabah. Nenhuma das duas esteve ontem no evento. Serra estará hoje em Paris.</p>
<p><font size="5"><strong>Atenção candidato repete manipulação já usada na campanha à prefeitura em 2004</strong></font><br />
<strong><br />
A ONU não tem nada a ver com a premiação. No blog de Nassif aparece está referência sobre a ONG que decidiu premiar Serra:<br />
<em> </em></strong></p>
<p><strong><em>A Presidente da WFO é brasileira (Dr. Deisi Noeli Weber Kusztra). O escritório da presidência fica em Curitiba.</em></strong></p>
<p><strong>Em 2004 montagem no programa eleitoral tucano mostrava imagens da ONU junto com um prêmio recebido pelo Serra, a voz em off proclamava: &#8220;eleito o melhor Ministro da Saúde do mundo&#8221;, evidentemente a ONU não têm feito nunca essa escolha e o prêmio não correspondia com o anuncio. </strong></p>
<p><strong>Itamar Franco já alertou contra a apropriação indevida do programa dos genéricos. O Programa Saúde da Família foi criado por Davi Capistrano e implementado na prefeitura de Santos. </strong></p>
<p><strong>O dinheiro para saúde aumentou durante o governo Lula e os tucanos derrubaram a CPMF, vinculada precisamente a saúde. Serra pode mostrar que de verdade defende o aumento nos gastos com saúde, começando pelo percentual gasto no Estado que ele comanda, não precisa aguardar o governo federal. Nada como dar o exemplo, não é?</strong></p>
<p><strong>Em 2002 a demissão dos agentes de combate a dengue alertaram para o descaso do ministro Serra sobre o assunto. O esquema de emendas, ambulâncias e desvio de dinheiro do Ministério remonta à época em que os tucanos comandavam a pasta.</strong></p>
<p><strong>Serra quebrou a patente de um remédio contra AIDS é merece reconhecimento por isto. LF</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/serra-recebe-premio-pelo-trabalho-na-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crise reduz luta contra a pobreza no mundo. Não no Brasil</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/crise-reduz-luta-contra-a-pobreza-no-mundo-nao-no-brasil/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/crise-reduz-luta-contra-a-pobreza-no-mundo-nao-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa-familia]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[meta do milênio]]></category>
		<category><![CDATA[miséria]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[pobres]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[programas sociais]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/crise-reduz-luta-contra-a-pobreza-no-mundo-nao-no-brasil/</guid>
		<description><![CDATA[O GLOBO (clique na imagem para ampliar)



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><strong>O GLOBO</strong> <em>(clique na imagem para ampliar)</em></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pobreza_onu.jpg" title="pobreza_onu.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pobreza_onu.jpg" title="pobreza_onu.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pobreza_onu.jpg" alt="pobreza_onu.jpg" width="555" height="425" /></a></div>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pobreza_onu_brasil.jpg" title="pobreza_onu_brasil.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/07/pobreza_onu_brasil.jpg" alt="pobreza_onu_brasil.jpg" width="555" height="211" /></a></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/07/crise-reduz-luta-contra-a-pobreza-no-mundo-nao-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Investimentos em energia limpa superam combustíveis fósseis</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/investimentos-em-energia-limpa-superam-combustiveis-fosseis/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/investimentos-em-energia-limpa-superam-combustiveis-fosseis/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 15:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[política ambienatal]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/investimentos-em-energia-limpa-superam-combustiveis-fosseis/</guid>
		<description><![CDATA[  O Brasil acumulou quase todos os investimentos em energias renováveis da América Latina, diz relatório


EFE &#8211; O Estado SP
TORONTO &#8211; 2008, pela primeira vez na história, os investimentos em energias limpas superaram os feitos em fontes de combustíveis fósseis e chegaram a US$ 155 bilhões, revelou o Programa das Nações Unidas para o Meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"> </font><strong><font size="4">O Brasil acumulou quase todos os investimentos em energias renováveis da América Latina, diz relatório</font><br />
</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://50minutos.files.wordpress.com/2008/12/3165957.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://50minutos.files.wordpress.com/2008/12/3165957.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">EFE &#8211; O Estado SP</p>
<p>TORONTO &#8211; 2008, pela primeira vez na história, os investimentos em energias limpas superaram os feitos em fontes de combustíveis fósseis e chegaram a US$ 155 bilhões, revelou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>
<p>O valor de 2008 representa quatro vezes os investimentos feitos em energias limpas em 2004, apesar da extrema dificuldade pelas quais os mercados financeiros passaram no ano passado pela crise econômica global, segundo o relatório Tendências Globais de Investimentos em Energia Sustentável.</p>
<p>Achim Steiner, vice-secretário-geral da ONU e diretor-executivo do Pnuma, reconheceu que &#8220;a crise econômica afetou os investimentos em energia limpa quando se vê em comparação com o crescimento recorde dos últimos anos&#8221;.</p>
<p>A crise econômica fez com que o investimento nos Estados Unidos caísse 2%, enquanto na Europa o crescimento foi muito mais moderado, informou em comunicado.</p>
<p>O titular do Pnuma disse que países como Brasil, Chile, Peru e Filipinas estão trabalhando para desenvolver políticas e leis para fomentar a energia limpa.</p>
<p>Steiner disse que o Brasil acumulou quase todos os investimentos em energias renováveis da América Latina, enquanto na China houve um aumento de 18%, até US$ 15,6 bilhões, e na Índia os investimentos subiram 12%, para US$ 4,1 bilhões.</p>
<p>O relatório do Pnuma revela que a energia eólica atraiu a maior quantidade de novos investimentos, US$ 51,8 bilhões, o que significa um crescimento de 1% em relação a 2007.</p>
<p>No entanto, a energia solar foi a que experimentou o maior crescimento, de 49%, para acumular US$ 33,5 bilhões, enquanto os biocombustíveis perderam 9%, até US$ 16,9 bilhões.</p>
<p>Por regiões, a Europa investiu US$ 49,7 bilhões em 2008, um aumento de 2%, enquanto na América do Norte o valor chegou a US$ 30,1 bilhões, o que representou uma queda de 8%.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/investimentos-em-energia-limpa-superam-combustiveis-fosseis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Notas ambientais</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/notas-ambientais/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/notas-ambientais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 14:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Casa cor]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[despoluição]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia elolica]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/notas-ambientais/</guid>
		<description><![CDATA[


O Estado SP

- ECONOMIA &#8211; Brasil é líder em energias limpas, diz ONU
O segundo relatório Tendências Globais de Investimentos em Energia Sustentável, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), traz o Brasil como líder em investimentos em energias renováveis para a América Latina. &#8220;O Brasil acumulou quase todos os investimentos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sincomar.com.br/site/imprensa/noticia.php?id=48#"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.sincomar.com.br/sistema_sincomar/adm/imagens/gd_766c8927f958.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.sincomar.com.br/sistema_sincomar/adm/imagens/gd_766c8927f958.jpg" width="556" height="436" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99">O Estado SP</p>
<p><strong><br />
- ECONOMIA &#8211; Brasil é líder em energias limpas, diz ONU</strong></p>
<p>O segundo relatório Tendências Globais de Investimentos em Energia Sustentável, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), traz o Brasil como líder em investimentos em energias renováveis para a América Latina. &#8220;O Brasil acumulou quase todos os investimentos em energias renováveis na região&#8221;, afirmou Achim Steiner, vice-secretário-geral da ONU e diretor executivo do Pnuma.</p>
<p>Segundo os dados, os investimentos de 2008 em energias limpas superaram os feitos em fontes de combustíveis fósseis pela primeira vez na história. O valor de 2008, de US$ 155 bilhões, representa quatro vezes os investimentos feitos em energias limpas em 2004. Eólica e solar foram os setores que apresentaram o maior crescimento no período. EFE</p>
<p><strong><br />
CINEMA &#8211; Filme sobre clima estreia hoje no mundo</strong></p>
<p>Depois de 488 horas de filmagens feitas durante quase três anos, em 54 países, estreia hoje em todo o mundo o documentário Home &#8211; Nosso Planeta, Nossa Casa, de produção francesa. O filme marcou seu lançamento internacional para o Dia Mundial do Meio Ambiente porque discute as principais questões ambientais de hoje e tenta, assim, despertar o público para agir com mais consciência ecológica no planeta.</p>
<p>A estreia ocorrerá simultaneamente em mais de 50 países e também online, pelo site Home Project no YouTube. Home foi dirigido pelo fotógrafo Yann Arthus Bertrand, que optou por filmar as cenas durante voos. A produção é do cineasta Luc Besson, considerado o Steven Spielberg da França. Confira o site do projeto.</p>
<p><strong>RECUPERAÇÃO &#8211; Canal do Fundão, no Rio, será despoluído</strong></p>
<p>O Canal do Fundão, no Rio, pode ser completamente despoluído até 2011. O governo do Estado e a Petrobrás contrataram o grupo Haztec para realizar a dragagem e revitalização do canal. A obra prevê seu desassoreamento, com o objetivo de facilitar o escoamento da água. Formando um arco entre a Ilha do Fundão e a Favela da Maré, o canal é importante por desaguar na Baía de Guanabara, sétima maior baía do mundo.</p>
<p>O canal tem, hoje, menos de 40 centímetros de profundidade &#8211; a ideia é que tenha cerca de cinco metros quando as obras forem concluídas. Até o prazo final, serão dragados aproximadamente 2,2 milhões de metros cúbicos de resíduos, em uma área com mais de 6 quilômetros de extensão. O investimento do grupo nesse projeto é de R$ 30 milhões.</p>
<p><strong>INTERNET &#8211; Um pontinho preto no canto do monitor</strong></p>
<p>O que é um pontinho preto no canto do seu monitor? Não é uma piada: é um programa desenvolvido pelo Greenpeace usado para economizar energia. Segundo o site da ONG, um Blackpixel instalado em um computador economiza 0,057 watts/hora, ao apagar um único pixel do monitor. Até o momento, foram economizados mais de 93 mil watts ou o equivalente a 2.332 lâmpadas, 1.036 geladeiras, 874 televisões a cores ou 777 computadores desligados por uma hora.</p>
<p>A iniciativa faz parte da campanha Energias renováveis: é agora ou agora, do Greenpeace. Se você quiser colocar um pontinho preto no seu monitor e tentar salvar o planeta do aquecimento, vá ao site e instale o programa. É rápido e fácil e você pode acompanhar quanto economiza.</p>
<p><strong><br />
EXPOSIÇÃO &#8211; Sustentabilidade é tema da Casa Cor</strong></p>
<p>Ocorre no Jockey Club de São Paulo, até o dia 14 de julho, a mostra Casa Cor 2009, cujo tema central desta edição é a sustentabilidade. Piso em taco reaproveitado e mobiliário com fibra natural são algumas das novidades, expostas em 124 ambientes do evento, que deve receber 150 mil visitantes. O local funciona das 12h às 21h, de terça a sábado, e das 12h às 20h aos domingos. Os ingressos custam a partir de R$ 35.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/notas-ambientais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
