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	<title>Blog do Favre &#187; PDT</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Partidos da base lulista fecham acordo por Ciro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB

Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR
Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB</strong></p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" width="280" height="269" /><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" width="202" height="269" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz Inácio Lula da Silva fecharam acordo para elaborar uma agenda política em comum, seguindo também unidos na disputa pelo governo de São Paulo.</p>
<p>E o candidato deverá ser o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Único nome a unir boa colocação nas pesquisas de opinião e aceitação de todos os partidos envolvidos (PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN, PPL e PCdoB), Ciro contaria ainda com o apoio declarado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo ainda buscará o apoio do PR, do PP e do PTB.</p>
<p>O acordo praticamente tira da disputa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que não conta com apoio do PT e do PDT. Outra possibilidade seria a aliança apoiar um candidato petista, o que só ocorrerá caso Ciro Gomes se candidate à Presidência.</p>
<p>Para o deputado federal e líder do PSB, Márcio França, &#8220;Ciro tentará à Presidência caso se mantenha crescendo nas pesquisas, à frente de Dilma, até março. Mas Ciro está ciente de que, cada vez mais, o cenário se torna favorável à sua candidatura em São Paulo&#8221;. Márcio calcula que, com a atual configuração, o candidato da aliança recém formada terá 9 minutos na propaganda eleitoral, enquanto o candidato da coligação PSDB-DEM-PMDB terá cerca de 10 minutos.</p>
<p>O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) acredita que o acordo muda a qualidade da disputa em São Paulo, na medida em que propõe um novo projeto de oposição, com viabilidade eleitoral e em sintonia com o governo federal. Ao final de sua fala, ouviu do anfitrião, Paulinho: &#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato a governador&#8221;, deixando o senador encabulado e provocando riso nos presentes.</p>
<p>O PT foi o partido que enviou mais nomes de peso para a reunião. Além de Mercadante, compareceram o deputado federal e presidente do PT, Ricardo Berzoini, o presidente estadual Edinho Silva, o líder do PT na Assembleia Legislativa e deputado estadual Rui Falcão, além da vice-prefeita de Bauru, Estela Almagro.</p>
<p>A aliança formará três grupos de trabalho: de deputados, presidentes dos partidos e lideranças. Esses grupos avaliarão as condições de se eleger uma bancada forte na Assembleia e elaborarão uma agenda política comum, com encontros para apresentação de propostas, criando uma plataforma alternativa para o governo de São Paulo.</p>
<p>No encontro nacional do PT, realizado no sábado, em Guarulhos (SP), nomes antes cogitados para a disputa, como o prefeito de Osasco, Emídio de Souza, e a ex-prefeita da capital, Marta Suplicy, relativizaram o discurso pela candidatura própria, mostrando que o partido está resignado à ideia de concentrar forças na disputa presidencial e, como é do desejo do presidente Lula, compor chapa com Ciro em São Paulo.</p>
<p>Emidio disse ontem no Twitter (microblog) que mantém sua candidatura. &#8221; Acabei de sair da reunião com a executiva estadual do PT. Oficializei minha disposição para ser candidato ao governo de São Paulo.</p>
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		<title>Um bom começo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra
REGIANE SOARES da Folha Online
Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">REGIANE SOARES da Folha Online</span></h2>
<p>Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma candidatura única ao governo do Estado.</p>
<p>No plano nacional, esses partidos fazem parte da base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em São Paulo, entretanto, algumas dessas legendas &#8211;como PDT e PSB&#8211; são aliados do governador José Serra (PSDB), que faz oposição a Lula.</p>
<p>Na reunião, os partidos formaram grupos de trabalho para elaborar uma agenda política comum. Os grupos serão divididos entre os dirigentes estaduais dos partidos, os parlamentares na Assembleia Legislativa, na Câmara e no Senado, que farão um diagnósticos dos problemas do Estado, a elaboração de propostas para um programa de governo, além da elaboração de seminários para discutir o assunto. Serão agendada pelo menos mais três ou quatro reuniões até o fim do ano.</p>
<p>A reunião foi realizada a convite do presidente estadual do PDT em São Paulo, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e reuniu os principais líderes dos partidos no Estado, como o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o presidente nacional do PSB, Márcio França, entre outros.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é a construção de uma candidatura única do campo popular progressista em São Paulo&#8221;, afirmou Paulinho, que não informou quando será definido ou anunciado o nome do candidato da oposição. &#8220;Quem sabe em junho [de 2010], nas convenções dos partidos&#8221;, disse.</p>
<p>Berzoini disse que o PT está aberto a discutir as indicações e ressaltou que a reunião de hoje não era para falar em nomes. &#8220;Estamos abertos para disputar qualquer arranjo&#8221;, afirmou.</p>
<p>A candidatura dessa frente em São Paulo está indefinida. O PT, por exemplo, tem pelo menos seis pré-candidatos a governador, entre eles o deputado Antonio Palocci e o senador Eduardo Suplicy. Outro nome que ganhou força entre os aliados é o do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) &#8211;defendido hoje por Paulinho.</p>
<p>&#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato ao governo&#8221;, afirmou Paulinho depois que Mercadante defendeu a mudança no comando do Estado &#8211;que há mais de 16 anos é administrado pelo PSDB.</p>
<p>O PSB também não definiu se lançará o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo paulista, como deseja o presidente Lula, ou à Presidência da República. A definição deve sair em 2010.</p>
<p>Independentemente de quem seja o candidato, o presidente estadual do PT em São Paulo, Edinho Silva, acredita que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à Presidência, terá um palanque forte em São Paulo. &#8220;Não será um palanque frágil&#8221;, afirmou o petista, que pretende atrair ainda partidos como o PTB, PP, PR, PTB e PMDB, que está rachado e em São Paulo defende a candidatura do governador José Serra (PSDB) à Presidência.<br />
<strong><br />
Assembleia Legislativa</strong></p>
<p>Além da discussão de uma candidatura única, a reunião de hoje também deve ter consequências na Assembleia Legislativa de São Paulo.</p>
<p>A ideia é que os partidos que se reuniram hoje comecem a fazer parte da bancada de oposição a Serra, que atualmente reúne apenas o PSOL, PC do B e o PT.</p>
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		<title>Aliados cobram definição do PT em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes
Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP
A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://thiagoldamaceno.files.wordpress.com/2009/06/cirogomes.jpg" alt="http://thiagoldamaceno.files.wordpress.com/2009/06/cirogomes.jpg" width="534" height="335" /></p>
<p><strong>Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da base governista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A força dos adversários tucanos e o histórico de derrotas do PT no maior colégio eleitoral do País levaram aliados a intensificarem a articulação no Estado para definir uma candidatura já no começo do ano que vem.</p>
<p>Os principais partidos da base aliada se encontram hoje na capital paulista para discutir a aliança que sustentará a candidatura petista e qual o papel que cada um terá no processo. PT, PDT, PSB e PC do B debaterão a eventual candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB) &#8211; o nome mais forte do grupo &#8211; e colocarão as condições do apoio aos planos do PT.</p>
<p>A reunião, organizada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, será na sede do partido em São Paulo. Participarão os presidentes estaduais do PSB, Márcio França, e do PT, Edinho Silva, e representantes do PC do B.</p>
<p>O PT ouvirá os demais partidos do bloquinho para saber como está o clima na aliança e que tipo de fatura eles pretenderão em troca do apoio. O partido prepara o terreno para Ciro ser o candidato, mas depende do ânimo do deputado &#8211; ele diz pretender disputar a Presidência.</p>
<p>&#8220;Se ele não decide lá, a gente fica a pé aqui. Precisamos pensar num plano B e fechar um pacto em São Paulo&#8221;, disse Paulinho. O partido já pensa em um nome no PT, provavelmente o deputado Antonio Palocci Filho ou, num caso extremo, o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.</p>
<p>A avaliação no PT é de que não será possível agradar a todos. O cenário mais provável, se Ciro for o candidato, é o PSB ficar com a cabeça de chapa e uma cadeira para o Senado com o vereador Gabriel Chalita, o mais votado do País. A vice seria do PT, assim como a outra vaga para o Senado, que ficaria com o senador Aloizio Mercadante, que tentará se reeleger.</p>
<p>É aí que está o nó. Aliado de Lula, o deputado Aldo Rebelo (PC do B) estava de olho na vaga do Senado. Seu colega de partido, o vereador Netinho, tem o compromisso de parte do PC do B de que receberá a vaga na disputa. Aldo disputaria a reeleição na Câmara.</p>
<p>Diante do xadrez, o comando petista já enxerga como única saída negociar espaço no governo, em caso de vitória. Boa parte do plano, entretanto, se apoia nas negociações feitas na esfera federal pelo presidente.</p>
<p><strong>PLANO B</strong></p>
<p>Enquanto isso, o PT paulista tenta garantir um plano B na disputa estadual e, de quebra, amenizar a imagem de que está nas mãos de Ciro em São Paulo.</p>
<p>O partido autorizou desde o dia 1º inscrições de pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes e inicia esta semana uma série de sabatinas com possíveis nomes. Emídio fará a estreia.</p>
<p>O PT disse ter solicitado reuniões com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a ex-prefeita Marta Suplicy e o deputado Arlindo Chinaglia. E promete convencer Palocci a participar do ciclo, apesar de ele resistir a falar de candidatura.</p>
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		<title>PT vai priorizar Presidência e Congresso em 2010, diz Genoíno</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Em entrevista à &#8216;Agência Estado&#8217;, deputado conta que PT deve ceder nos Estados e traça um mapa das alianças
Denise Madueño - Agência Estado

Pablo Valadares/AE &#8211; 07/07/2009

Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição
BRASÍLIA - Com o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT encerrou nesta semana com a pré-candidata Dilma Rousseff, ministra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Em entrevista à &#8216;Agência Estado&#8217;, deputado conta que PT deve ceder nos Estados e traça um mapa das alianças</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Denise Madueño - Agência Estado</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/genoino292.jpg" alt="Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição" width="292" height="280" /></p>
<p style="text-align: center;">Pablo Valadares/AE &#8211; 07/07/2009</p>
<p style="text-align: center;">
<p>Para Genoino, campanha será plebiscitária, entre projeto do governo e da oposição</p>
<p>BRASÍLIA - Com o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT encerrou nesta semana com a pré-candidata Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, a rodada de encontros com a cúpula e as bancadas dos partidos da base em busca de fechar um leque de alianças para a eleição de 2010. Enquanto o PSDB não define seu candidato à sucessão presidencial, Lula e o PT mostram que têm uma estratégia clara e vêm conquistando espaço com os partidos para garantir palanques fortes para Dilma nos Estados. É o que revela o deputado José Genoino (SP), ex-presidente do PT, nesta entrevista à repórter Denise Madueño, da <strong>Agência Estado</strong>. A prioridade é eleger Dilma e, em nome da aliança nacional em torno de sua candidatura, o PT deve ceder nos Estados e apoiar nomes de partidos aliados, conta Genoino. A segunda meta é para o futuro, em caso de vitória petista. O PT e Lula estão preocupados em eleger um grande número de deputados e de senadores para não correr o risco de ficar sem base de sustentação no Congresso. A intenção é não repetir o governo Lula, que teve que acertar apoios já durante o exercício do mandato, depois das dificuldades que enfrentou com uma base parlamentar frágil. Genoino afirma ser melhor para o partido abrir mão de eleger governadores para, em troca, garantir o domínio no Congresso. Na entrevista a seguir, o petista traça um mapa das alianças eleitorais com o PMDB nos Estados considerados problemáticos.<strong> </strong></p>
<p><strong>Agência Estado &#8211; Fechado o pré-compromisso com o PMDB, o que avançou até agora nesses dez dias?</strong></p>
<p>José Genoino &#8211; O que avançou é que agora nós temos uma diretriz nacional, e é fundamental a aliança com o PMDB. São dois os motivos: o PMDB participa do governo, tem sido um fator de estabilidade e dará palanques fortes e tempo na televisão para Dilma. O PMDB deve compor a chapa majoritária, e para isso nós temos de avançar nos Estados para termos palanques unificados. A existência de mais de um palanque deve ser exceção e não regra. Nós temos de ter uma aliança com palanques estaduais que vá do bloco de esquerda até o centro, que é o PMDB, passando pelo PR.</p>
<p><strong>AE &#8211; A ministra Dilma e a cúpula do PT já conversaram com o PR, com o PDT, com o PMDB. É uma tentativa de fazer uma campanha no estilo &#8220;nós contra a oposição&#8221;, personificada no PSDB, no DEM e no PPS?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; A campanha deve ser plebiscitária com dois projetos: o liderado por Lula e Dilma e o da aliança demo-tucana. São dois projetos, não tem terceira nem quarta via. Portanto, plebiscitar é o conteúdo da campanha. Esse plebiscito tem de se materializar nos Estados porque a eleição das bancadas de deputados estaduais, deputados federais e de senadores se dá no primeiro turno. Interessa-nos eleger grandes bancadas. Por isso, reafirmo, a prioridade é, primeiro, eleger presidente; em seguida, bancadas fortes e, depois, governadores dentro de uma eleição polarizada nacionalmente.</p>
<p><strong>AE &#8211; Por que a preocupação de eleger uma bancada grande de deputados e de senadores é maior do que a de eleger governadores?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Em primeiro lugar, pela nossa experiência. Nós temos de ter uma aliança e uma coalizão programática na eleição nacional e manter essa relação com a eleição para o Congresso Nacional. É muito difícil fazer maioria depois da eleição. É melhor construir essa maioria política durante a campanha eleitoral. Então, o importante é, primeiro, eleger bancadas afinadas com o programa da companheira Dilma. A nossa experiência do mandato do presidente Lula mostra a importância de ter uma maioria mais definida na Câmara e no Senado. Nós temos de trabalhar com isso, inclusive mostrar para a população que é importante eleger senadores e deputados.</p>
<p><strong>AE &#8211; E a bancada de governadores?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No caso de governadores, nós temos de analisar em cada Estado de acordo com quem tem viabilidade e quem pode montar um palanque unificado. O palanque unificado facilita a eleição de deputado e de senador, e nós temos de ter tempo na televisão. Como nós temos um bom governo, precisamos de palanques estaduais e tempo na televisão para falar bem desse governo. Se o PT não tem nome competitivo, deve ceder espaço para os aliados de maneira programática.</p>
<p><strong>AE &#8211; A prioridade de eleger grandes bancadas no Congresso já é preventiva ante eventual dificuldade de governar no caso de a ministra Dilma ser eleita?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Ter uma boa e grande bancada é importante para garantir a manutenção, com avanços, dos programas do governo Lula. E nós aprendemos e vivemos essa experiência que a governabilidade no Congresso Nacional tem de avançar para uma governabilidade programática. Qual o caminho que nós temos? Fazer alianças em primeiro turno de maneira transparente. Nós temos de ter bancadas mais unidas, tanto na Câmara quanto no Senado, e o PT tem de priorizar isso. Onde o PT tiver chance de eleger senador, é melhor abrir mão de governador.</p>
<p><strong>AE &#8211; Para evitar o que aconteceu com o governo Lula, que precisou compor para montar a base?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O governo Lula fez uma experiência de governabilidade que viabilizou esse projeto que está mudando o Brasil. Esse caminho que, no fundamental, foi vitorioso, nos indica a necessidade de ter bancadas mais programáticas. Principalmente, porque nós queremos continuar com avanços e nós temos de ter mais unidade no programa que vai eleger deputado e senador.</p>
<p><strong>AE &#8211; Se a prioridade é eleger uma grande bancada para dar sustentação ao governo, como será a atuação do PT no caso de o PSDB ganhar a disputa para Presidência da República?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Eu quero ganhar a eleição com a Dilma e ter maioria no Congresso Nacional, portanto eu só falo sobre esse cenário.</p>
<p><strong>AE &#8211; E se o PT voltar a ser oposição?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Eu não discuto essa possibilidade porque estou 100% empenhado em continuar sendo governo e continuar transformando o Brasil.</p>
<p><strong>AE &#8211; Como fechar as alianças nos Estados?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Para ter palanques estaduais unificados, o PT deve reivindicar a cabeça de chapa onde tiver nome competitivo e onde o PT já está governando. Onde não tiver condições, o PT deve ceder espaço para os partidos aliados, para o PMDB, para o PSB, para o PDT, para o PR. O melhor caminho é fazer essa coalizão no voto, nas urnas e na rua. Nós estamos mostrando nossa candidata, nosso programa e estamos dizendo que vamos eleger a Dilma com essas bancadas de senadores e de deputados porque nós temos de ter maioria no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>AE &#8211; O deputado Ciro Gomes (PSB-SP), que pretende se candidatar à Presidência, é um problema para a estratégia de campanha plebiscitária?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Ciro Gomes é um parceiro, uma pessoa muito importante na defesa do governo Lula e está no nosso projeto. Nós temos de dialogar com o Ciro e com o PSB para ele somar nesse projeto estratégico. O melhor caminho é Ciro formar um grande palanque no Estado de São Paulo, junto com o PT, com o PSB, como PDT, com o PCdoB e com o PR. O PT, abrindo a possibilidade de ter Ciro como candidato ao governo, dará uma grande demonstração de que prioriza a eleição nacional e mostrará que o caminho é eleger uma bancada forte para o Congresso. Defendo uma aliança ampla com Ciro na cabeça de chapa e com Chalita (ex-tucano, o vereador Gabriel Chalita é do PSB) e Mercadante para o Senado.</p>
<p><strong>AE &#8211; Como convencer os petistas paulistas a abrirem mão de um candidato próprio ao governo?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No debate. Mostrando que o decisivo e o determinante é a aliança nacional. O que contribuir para a aliança nacional o PT dos Estados tem de ceder. Onde o PT não tem viabilidade política eleitoral, nós temos de ceder para os aliados. Em São Paulo, por exemplo, a pré-candidatura de Ciro Gomes conforma um bloco de partidos. O PT pode ter um nome próprio, desde que seja cumprida a condição de esse nome reunir a aliança com os demais partidos, PSB, PCdoB e PDT. O PT sair sozinho em São Paulo é ruim para o projeto nacional de eleger a Dilma.</p>
<p><strong>AE &#8211; E no Rio de Janeiro? (A cúpula petista apoia a reeleição de Sérgio Cabral, do PMDB, aliança considerada fundamental para o acordo nacional, mas o prefeito de Nova Iguaçu, o petista Lindberg Farias, se lançou na disputa pelo cargo do peemedebista).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Nós temos uma aliança de governo com Sérgio Cabral. Se nós participamos do governo, temos de ajudar a reeleição de Sérgio Cabral, compondo a chapa majoritária com candidatos ao Senado. Se Garotinho (ex-governador do Rio Anthony Garotinho, que está no PR) for candidato a governador, nós não podemos hostilizá-lo nem criticá-lo na medida em que ele é de um partido da base e vai apoiar Dilma. Garotinho não pode se transformar em um adversário nosso. Ele terá autonomia para apoiar a Dilma, e é bom que isso aconteça. Agora, o PT ter candidato próprio no Rio de Janeiro é um grande equívoco. Nós temos um triângulo político do colégio eleitoral: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas. Nós não podemos errar nestes Estados.</p>
<p><strong>AE &#8211; O que fazer em Minas Gerais? (São pré-candidatos os ministros das Comunicações, o peemedebista Hélio Costa, e do Desenvolvimento Social, o petista Patrus Ananias, e o petista e ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Em Minas, o PT passa por uma disputa interna (Processo de Eleição Direta que vai escolher a nova direção do partido em 22 de novembro) e precisamos esperar o seu resultado. Com o peso de Minas e com a responsabilidade dos protagonistas envolvidos nesta disputa, nós temos de apelar para que haja bom senso e juízo. Os tucanos são fortes em Minas, com Aécio Neves (governador do Estado), e em São Paulo, com José Serra (governador do Estado), e nós não podemos errar. Portanto, a precondição é concretizar a aliança com o PMDB e nós temos de avaliar quem estará na cabeça de chapa.</p>
<p><strong>AE &#8211; Qual é o critério para a escolha do candidato em Minas, estar na frente das pesquisas de intenção de voto?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O critério é estar na frente da pesquisa. Segundo critério, quem tem melhores condições de ganhar. Terceiro critério, quem soma mais apoio político, aliança e voto para a candidatura nacional. Toda a análise está amarrada na prioridade da eleição nacional com a companheira Dilma, que é o projeto estratégico nosso. Esse projeto estratégico orienta, decide e induz as alianças estaduais.</p>
<p><strong>AE &#8211; E na Bahia? (O ministro da Integração Nacional, peemedebista Geddel Vieira Lima, vai disputar com o governador petista Jaques Wagner, que busca reeleição).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; Na Bahia, se forem dois palanques, nós temos de ter uma relação respeitosa. Onde tiver dois palanques apoiando a Dilma, ela e Lula terão de estar nesses dois palanques.</p>
<p><strong>AE &#8211; Pará? (O PMDB do deputado Jader Barbalho está de olho no cargo da governadora petista Ana Júlia Carepa, candidata à reeleição).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; No Pará, nos somos governo. O PT tem candidatura e temos de viabilizar a reeleição de Ana Júlia. Para isso, temos de negociar a composição da chapa majoritária, para o Senado. Tanto na Bahia quanto no Pará, nós temos candidatos competitivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>AE &#8211; E em Mato Grosso do Sul? (O governador peemedebista André Puccinelli quer a reeleição, mas o petista e ex-governador Zeca do PT quer concorrer).</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O PT tem de fazer uma discussão nacional com o PT de Mato Grosso do Sul e buscar uma negociação com o PMDB. O PT não deve ficar sozinho na disputa nesse Estado. Se o PT quer reeleger um governador em Estado que está governando e quer o apoio do PMDB, o mesmo deve acontecer no inverso. O PMDB em Mato Grosso do Sul tem governador e está nos chamando para apoiá-lo, como chamamos os peemedebistas do Pará e da Bahia. O PT tem de ser mais flexível e fazer uma aliança com (André) Puccinelli.</p>
<p><strong>AE &#8211; Ceder nesse caso?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; É. Qual o critério que estou defendendo? O partido tem governador, é um nome competitivo e apoia Dilma? O raciocínio serve em todos os Estados. É uma boa aliança para o PT apoiar Puccinelli e priorizar a composição para o Senado.</p>
<p><strong>AE &#8211; Em quais Estados o PT já considera inviável o acordo com o PMDB?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; São Paulo, Acre, Rio Grande do Sul, que já têm definições em curso. Agora, em outros Estados com problemas, devemos criar o consenso processual. Unir o possível e deixar algumas questões para depois. Vamos construindo o acordo.</p>
<p><strong>AE &#8211; Um eventual governo de Dilma será mais petista do que o de Lula, que tem o perfil mais conciliador?</strong></p>
<p>Genoino &#8211; O Lula é petista, e o PT é lulista. Essa tentativa de tratar o Lula separado ou diferente do PT é de marqueteiro que não conhece a história do PT nesses quase 30 anos. São cinco elementos que constroem essa maioria: Lula, PT, movimento social, governo e alianças. Isso nos dá condição de construir maioria. O PT é um elemento central para a campanha da Dilma, porque as alianças serão costuradas pelo PT no plano nacional e em cada Estado. O PT será uma força central na governabilidade do próximo período. Por isso, temos de definir alianças para a Câmara e para o Senado.</p>
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		<title>Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo (ver Lula: Dilma lá e Ciro aqui) teria como primeiro resultado a unificação de uma boa parte da base do governo Lula, arrancando o PSB estadual da base de apoio de Serra.
Persistindo Ciro no seu legítimo desejo de ser candidato à presidente em 2010, o PSB [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo (ver <a title="Lula: Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/lula-dilma-la-e-ciro-aqui/">Lula: Dilma lá e Ciro aqui</a>) teria como primeiro resultado a unificação de uma boa parte da base do governo Lula, arrancando o PSB estadual da base de apoio de Serra.</p>
<p>Persistindo Ciro no seu legítimo desejo de ser candidato à presidente em 2010, o PSB estadual estaria embarcado na candidatura do presidente da <strong>Fiesp</strong> ao governo de Estado -candidatura que dificilmente poderá alavancar a campanha Dilma em São Paulo, ou fechar uma aliança com o PT-, ou no apoio diretamente ao candidato tucano (ambas posturas estão longe de serem incompatíveis e podem se complementar).</p>
<p>Ao contrário, a candidatura Ciro ao governo estadual, afasta Skalf da disputa e reduz o peso dos serristas no PSB. A aliança PT-PSB poderá incorporar sem maiores dificuldades o PC do B e o PDT, assegurando essa frente à candidatura Ciro com um perfil opositor aos demo-tucanos e atraindo apoios a própria campanha da Dilma no bastião tucano.</p>
<p>Mas para isso é necessário convencer Ciro a desistir de sua candidatura nacional, o que exige também uma clara disposição do PT-SP -e não só de Lula- para pressionar o candidato socialista a aceitar esta mudança.</p>
<p>Como ficaria, nesse contexto, a legítima preocupação dos petistas com a eleição de deputados e senadores, na ausência do 13 na disputa do executivo paulista?</p>
<p>Este problema é bem menor na eleição dos deputados federais, que na disputa ao senado, por razões que dificultam objetivamente a disputa dos cargos ao Senado, para o PT.</p>
<p>A candidatura Ciro ao governo do Estado pode pesar na decisão de Serra de pleitear a reeleição, perante as crescentes incertezas do desfecho da disputa presidencial. Isto puxaria Alckmin para o Senado, além da candidatura Quercia garantida pelo PSDB, para manter o apoio do PMDB aqui (mesmo sem este cenário, setores do DEM, do PMDB e do PSDB querem descartar Alckmin para governador, em favor de Aluisio Nunes ou Kassab).</p>
<p>No campo do centro-esquerda as candidaturas ao Senado incluem, além de Mercadante que só poderá disputar, nesse contexto, sua reeleição; a candidatura Chalita pelo PSB (eventualmente a do próprio Skalf) e o candidato do PC do B (com Netinho ou o próprio Aldo Rebelo). Como se vê, uma profusão de candidatos mais ou menos fortes. Para Mercadante e para o PT, uma verdadeira dificuldade a enfrentar, mas que não é insuperável. A condição <em>sine qua non</em> para Mercadante conseguir sua reeleição é o PT não apresentar nenhum outro nome próprio e de peso para o cargo e se mobilizar unido em favor do seu senador. Se for verdadeira a afirmação da jornalista Maria Inês Nassif  que <em>&#8220;O recuo do líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), quando, em plena crise no Senado, deixou a liderança, é atribuído à pressão de Lula – que teria deixado claro ao senador que não faria nenhum empenho por sua candidatura à reeleição se ele expusesse o governo com sua renúncia ao cargo.&#8221;</em> (ver <a title="Resistência a Ciro só será superada com intervenção de Lula" rel="bookmark" href="../2009/10/resistencia-a-ciro-so-sera-superada-com-intervencao-de-lula/">Resistência a Ciro só será superada com intervenção de Lula</a>), Mercadante poderá contar a seu lado agora, e novamente, com o apoio de Lula para sua própria reeleição.</p>
<p>A disposição da ex-prefeita Marta Suplicy em disputar algum cargo em 2010, e tendo em conta as implicações que provocaria uma eventual candidatura Ciro a governador e de Chalita ao Senado, a levarão provavelmente a disputar para deputada federal -salvo a deslanchar uma guerra fratricida no PT, hoje com resultado mais que incerto- e permitirá ao PT obter uma expressiva bancada federal, diminuindo, para os atuais deputados candidatos à reeleição, o peso de não ter o 13 na disputa para governador. A ex-prefeita será assim o alicerce do crescimento do número de deputados federais do PT de São Paulo, ajudando a seu fortalecimento após os escândalos que o atingiram particularmente.</p>
<p>Os beneficios e os riscos da candidatura Ciro Gomes se deslocar para São Paulo justificam plenamente a atitude de Lula, tanto para a campanha da Dilma como para seu desdobramento no plano estadual. Mas, diferentemente do PT onde a voz de Lula será prevalecente e preponderante, a decisão de Ciro depende dele próprio.</p>
<p>A lógica da articulação de Lula é que a candidatura Ciro à presidência, sem espaço político na polarização, sem alianças substanciais e sem tempo de TV, será desidratada. Ele conta, no momento oportuno, com a boa disposição do governador de Pernambuco do PSB, Eduardo Campos, para dar uma mãozinha no convencimento do Ciro. Ela requer que o Ciro não possa invocar pretextos para persistir na sua empreitada nacional. Lula espera que o PT-SP não forneça esse pretexto.</p>
<p>Tudo indica que será ouvido pelo PT de São Paulo.</p>
<p>A única incógnita será a resposta final do próprio Ciro&#8230; que chegará com as águas de março.</p>
<p>Luis Favre</p>
<p><strong>Ver também artigo do <em>Estadão</em> de hoje</strong></p>
<h2><big><a title="Acordo deve deixar Ciro fora da corrida pelo Planalto. Projeto para 2010, com apoio de Lula, seria concorrer à sucessão de Serra" rel="bookmark" href="../2009/10/acordo-deve-deixar-ciro-fora-da-corrida-pelo-planalto-projeto-para-2010-com-apoio-de-lula-seria-concorrer-a-sucessao-de-serra/">Acordo deve deixar Ciro fora da corrida pelo Planalto. Projeto para 2010, com apoio de Lula, seria concorrer à sucessão de Serra</a></big></h2>
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		<title>PDT sinaliza apoio a Dilma em 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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VALOR
O PDT deve apoiar a candidatura de Dilma Rousseff a presidente em 2010. Este foi o principal sinal dado pelo partido à chefe da Casa Civil, em jantar realizado na noite de terça-feira. Apesar de ser a primeira reunião do partido com a pré-candidata, a maior parte dos pedetistas afirma que Dilma representa a continuidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://afacaamolada.files.wordpress.com/2009/09/a-dilma-pre.jpg" alt="http://afacaamolada.files.wordpress.com/2009/09/a-dilma-pre.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">VALOR</span></h2>
<p>O PDT deve apoiar a candidatura de Dilma Rousseff a presidente em 2010. Este foi o principal sinal dado pelo partido à chefe da Casa Civil, em jantar realizado na noite de terça-feira. Apesar de ser a primeira reunião do partido com a pré-candidata, a maior parte dos pedetistas afirma que Dilma representa a continuidade dos avanços obtidos pelo governo Lula e fica com ela. Os líderes do partido cobraram, no entanto, reciprocidade política, traduzida em alianças estaduais &#8211; especialmente no Paraná, onde o PDT lançará o nome do senador Osmar Dias para o governo estadual e espera conta com o apoio dos petistas locais.</p>
<p>Durante o jantar, Osmar afirmou que tem ouvido de integrantes do PT paranaense que &#8220;apoiam sua candidatura para ter um palanque forte para Dilma no Estado&#8221;. Para o senador, este não é um bom início de conversa. &#8220;O ideal seria ouvir que eles apoiam a candidatura porque veem em mim e no PDT um governador aliado&#8221;, reclamou Osmar. Ele reforçou, contudo, que a parceria é fundamental e que, mesmo ainda não sacramentada oficialmente, já estaria se refletindo nas pesquisas eleitorais. Segundo um assessor da legenda, Osmar aparece à frente do atual prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), nas pesquisas de intenção de voto.</p>
<p>O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), declarou que ainda existem integrantes do partido que defendem o adiamento da decisão sobre o apoio a Dilma. Este grupo acha mais prudente aguardar para ver se Dilma será a única candidata da base governista ou se o deputado Ciro Gomes (PSB-SP) manterá a intenção de também disputar a Presidência em 2010. &#8220;Nós achamos que Dilma representa melhor o papel de sucessora de Lula&#8221;, completou Paulinho, que, em 2002, foi vice de Ciro Gomes quando este ainda era filiado ao PPS.</p>
<p>De acordo com o deputado Brizola Neto (PDT-RJ), Dilma disse aos presentes que tem limitações para articular palanques aliados porque &#8220;ainda é ministra e não foi lançada oficialmente candidata do PT&#8221;. Paulinho surpreendeu-se com a desenvoltura da ministra. &#8220;Nós estamos acostumadas a vê-la como uma figura extremamente técnica. Ela está mais solta, quer passar a imagem de articuladora. E está bastante à vontade neste papel&#8221;, reconheceu o parlamentar.</p>
<p>Além das bancadas do PDT na Câmara e no Senado e da ministra Dilma, participaram do jantar o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP) e o líder do partido na Casa, Cândido Vaccarezza (SP). Brizola Neto afirmou que a aproximação entre o PT e o PDT, feita em 2004, está muito mais forte hoje. &#8220;Muitas das críticas que fazíamos ao governo Lula, durante o primeiro mandato, foram deixadas para trás. O segundo mandato consolidou a visão defendida pelo PDT sobre o papel do Estado como indutor da economia e a importância de resgatar o direito dos trabalhadores, uma bandeira do PDT que vem desde os tempos de Getúlio&#8221;, afirmou Brizola. &#8220;E Dilma faz bem esta aproximação, por ter sido 20 anos filiada ao nosso partido antes de transferir-se para o PT&#8221;, completou. (PTL)</p>
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		<title>Ciro pode se candidatar por São Paulo, mas não decidiu ainda a qual cargo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 14:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito longe ainda das eleições de 2010, as especulações sobre o pleito, particularmente no Estado de São Paulo, são isso: especulações.
No caso de Ciro, que não definiu sua posição, a especulação faz parte do debate mais geral sobre a candidatura a presidente da qual, por enquanto, não se afastou. 
Pessoalmente vejo com bons olhos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muito longe ainda das eleições de 2010, as especulações sobre o pleito, particularmente no Estado de São Paulo, são isso: especulações.</em></p>
<p><em>No caso de Ciro, que não definiu sua posição, a especulação faz parte do debate mais geral sobre a candidatura a presidente da qual, por enquanto, não se afastou. </em></p>
<p><em>Pessoalmente vejo com bons olhos a possibilidade de Ciro ser candidato em São Paulo, mais ainda que, segundo o artigo do jornal </em>VALOR<em>, <strong>&#8220;Ciro não descarta participar da corrida ao Palácio dos Bandeirantes mesmo que o PT lance candidato próprio, caso os aliados avaliem que a participação de dois nomes da base de sustentação de Lula pode evitar a vitória de Alckmin no primeiro turno.&#8221;</strong>, foi o que eu defendi em </em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/06/a-questao-de-ciro-em-sao-paulo-factoide-ou-opcao/" rel="bookmark" title="Permanent Link: A questão de Ciro em São Paulo: factóide ou opção?">A questão de Ciro em São Paulo: factóide ou opção?</a><em>:</em></p>
<p><strong><em>&#8220;A eleição presidencial sendo prioritária para os partidários da continuidade do governo Lula, tudo deveria estar subordinado no Estado de São Paulo a este objetivo. Ainda mais que aqui se concentra quase um quarto do eleitorado do país. Esta prioridade significa que o PT deve constituir suas chapas majoritárias com aqueles dirigentes experientes em disputas eleitorais de peso, com cacife eleitoral e isto concerne os cargos de governador e vice, assim como ao Senado e à Câmara federal para obter o melhor percentual possível na disputa nacional neste Estado. Ao mesmo tempo o PT deve sim, conversar com seus aliados para convence-los de lançar os nomes mais fortes e viáveis aqui, para forçar um segundo turno na disputa para governo do Estado.&#8221;</em></strong></p>
<p><em>Essa hipótese me parece a mais adequada e, diria eu, a única realmente plausível no Estado, pois permitiria sim reforçar o campo da oposição aos demo-tucanos e talvez forçar um segundo turno. Já a substituição de um candidato próprio do PT por Ciro, nada acrescentaria ao potencial eleitoral da oposição e pouco reforçaria a votação de Dilma no Estado. LF</em></p>
<p><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002293/imagens/foto06pol-cirdo-a6.jpg" align="left" border="0" /></p>
<p style="background-color: #ffff99">Raquel Ulhôa, de Brasília &#8211; VALOR</p>
<p>O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) já tomou as primeiras providências necessárias a uma eventual troca de domicílio eleitoral de Fortaleza para São Paulo, abrindo caminho à possibilidade de disputar o governo do Estado, em uma estratégia de partidos aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para enfrentar a hegemonia do PSDB.</p>
<p>O prazo final para a transferência é um ano antes das eleições, que serão realizadas no primeiro domingo outubro de 2010. No entanto, a residência mínima de três meses no novo endereço é requisito para a troca, segundo o Código Eleitoral. Para cumprir a exigência, Ciro já providenciou imóvel em seu nome, garantindo comprovante de residência. &#8220;Já deve ter conta de luz no meu nome&#8221;, disse na semana passada.</p>
<p>O cumprimento da formalidade legal não significa que a decisão esteja tomada. As conversas entre PT, &#8220;bloco de esquerda&#8221; (PSB, PDT e PC do B) e partidos aliados em São Paulo estão avançadas. Falta, ainda, uma conversa decisiva entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Eduardo Campos (Pernambuco), presidente nacional do PSB. Lula tem dado sinais de que apoia a candidatura Ciro por São Paulo, mas falta oficializar a decisão.</p>
<p>Ciro trabalha com a hipótese de transferir seu domicílio eleitoral dentro do prazo e deixar para depois a definição sobre a candidatura. Por São Paulo, ele poderá concorrer a qualquer cargo eletivo &#8211; até à Presidência da República, plano não totalmente abandonado.</p>
<p>No Ceará, governado por Cid Gomes (PSB), seu irmão, Ciro teria um leque menor de opções, pela regra de inelegibilidades. Segundo a Constituição (artigo 14), cônjuge e parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, de presidente da República, governador e prefeito são inelegíveis, no território de jurisdição do titular. Como exceção, a pessoa pode concorrer à reeleição, se já for titular de mandato eletivo.</p>
<p>Mantendo domicílio eleitoral no Ceará, portanto, Ciro poderia concorrer apenas a presidente e vice-presidente e à reeleição como deputado federal &#8211; alternativa que ele rejeita totalmente, &#8220;por falta de aptidão&#8221;. Em São Paulo, teria, além das anteriores, outras opções: governador, vice-governador, senador e até a deputado estadual.</p>
<p>Com relação à disputa para governador de São Paulo, o próprio Ciro mantém dúvidas. Diz que só concordará &#8220;se for para cumprir uma tarefa política&#8221;, com uma estratégia eleitoral definida. &#8220;Preciso compreender qual é o grande projeto em que isso se inscreve, adquire legalidade e naturalidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>A ideia de Ciro disputar o governo paulista partiu do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical. Nasceu pela falta de nome competitivo da oposição ao governo José Serra (PSDB) para disputar com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano surge nas pesquisas com forte chance de eleição no primeiro turno.</p>
<p>Para avaliar as chances do deputado, aliados de São Paulo encomendaram ao Ibope pesquisa de opinião pública no Estado. Ciro aparece com 18%, mesmo percentual da petista Marta Suplicy, que não quer concorrer. Os outros nomes desse grupo (PT e bloquinho) ficam bem atrás. O prefeito de Osasco, Emídio de Souza (PT), lançado por 15 dos 19 deputados estaduais do PT, aparece com 3%.</p>
<p>O lançamento de Emídio não suspendeu as negociações entre PT e aliados. Segundo o líder na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (SP), o partido apresenta o prefeito de Osasco, mas deve estar aberto a discutir as opções dos parceiros. &#8220;E ver qual o melhor nome para dar consistência a um programa de desenvolvimento, criação de emprego e geração de renda para o Estado, que cole São Paulo ao Brasil, rompendo com o núcleo que o governa há quase 15 anos&#8221;, disse.</p>
<p>Nesse contexto, Ciro &#8220;é visto com respeito pelo PT&#8221;, por sua história e compromisso com o projeto do governo Lula. De acordo com outros dirigentes nacionais do PT, o forte discurso do deputado cearense contra os tucanos pode &#8220;empolgar&#8221; a base do partido em São Paulo. Há, por outro lado, certo receio de seus &#8220;rompantes&#8221;. O PT já foi alvo de críticas do deputado.</p>
<p>Na sexta-feira, o Ibope divulgou nova pesquisa em que Ciro aparece com no máximo 12%, percentual menor do que os registrados na enquete encomendada por seus aliados. Isso ocorreu, segundo o deputado Márcio França (PSB-SP), lider do &#8220;bloquinho&#8221; na Câmara, porque nessa segunda pesquisa o nome de Ciro não aparece como única opção da frente antitucana. Ele é colocado como concorrente de Marta Suplicy (PT), Paulo Maluf (PP) e Paulinho da Força (PDT).</p>
<p>&#8220;Essa hipótese não existe&#8221;, diz França. Segundo ele, a articulação em curso pressupõe aliança dos partidos do &#8220;bloquinho&#8221; com PT, PP e PR, todos oposição a Serra. Analisando os percentuais obtidos por essas siglas na pesquisa, França calcula que o bloco da oposição poderá ter um percentual de largada de cerca de 40% &#8211; conseguindo equilíbrio com o bloco governista (PSDB, DEM, PMDB, PPS, PV e PTB).</p>
<p>O tempo de propaganda eleitoral na televisão será praticamente o mesmo para cada lado: dez minutos. Por enquanto, é tudo especulação. Mas o mais provável é haver dois grandes blocos na disputa pelo governo, segundo França. Numa eleição polarizada, a tendência é decisão no primeiro turno.</p>
<p>Ciro não descarta participar da corrida ao Palácio dos Bandeirantes mesmo que o PT lance candidato próprio, caso os aliados avaliem que a participação de dois nomes da base de sustentação de Lula pode evitar a vitória de Alckmin no primeiro turno.</p>
<p>A eventual candidatura em São Paulo tiraria Ciro da eleição para a Presidência da República, o que seria conveniente à campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). &#8220;Há uma conjunção de interesses. A negociação passa por uma estratégia nacional&#8221;, diz França.</p>
<p>Ciro tem consultado aliados e analisado os cenários à vista. De antemão, rebate argumentos de que ele é um &#8220;forasteiro&#8221;, já que nasceu em Pindamonhangaba (SP), terra de Alckmin, e tem família no Estado, onde sempre esteve presente durante seus 30 anos de carreira política &#8211; especialmente como ministro da Fazenda do governo Itamar Franco durante quatro meses (1994).</p>
<p>Ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará, ex-ministro da Integração Nacional da Lula e duas vezes candidato a presidente, Ciro contabiliza também a seu favor os cerca de 3,5 milhões de nordestinos que vivem na capital paulista (27% do eleitorado da cidade).</p>
<p>O deputado não acredita que os ataques desferidos por ele contra a elite econômica de São Paulo prejudiquem uma eventual candidatura sua ao governo do Estado. &#8220;Eu cobro palestras a empresários. Eles me convidam e pagam. É um indicativo, no mínimo, de respeito.&#8221;</p>
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		<title>Em condições de ser tudo. Ou nada</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Campos]]></category>
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		<description><![CDATA[por Alon Feuerwerker &#8211; Correio Braziliense
(25/06) Ciro transita bem, pode ser a segunda opção de muita gente, mas no momento corre o risco de não ser a primeira de ninguém
O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem uma grande qualidade: sua força política pessoal. Ela faz dele um aliado sempre desejado, ou então um candidato possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">por Alon Feuerwerker &#8211; Correio Braziliense</p>
<p><strong>(25/06) Ciro transita bem, pode ser a segunda opção de muita gente, mas no momento corre o risco de não ser a primeira de ninguém</strong></p>
<p>O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem uma grande qualidade: sua força política pessoal. Ela faz dele um aliado sempre desejado, ou então um candidato possível a qualquer cargo de relevo na República. Ciro disputou duas eleições presidenciais (1998 e 2002), e nas duas obteve votação expressiva. E mesmo sem entrar na última corrida pelo Palácio do Planalto aparece em todas as pesquisas com números de dar inveja.</p>
<p>Mas Ciro tem também fragilidades. Não conta até o momento com nenhuma corrente partidária expressiva disposta a correr grandes riscos para ajudá-lo num projeto nacional. É um general ainda sem exército. E no estado dele, o Ceará, o grupo político que o projetou e ele ajudou a consolidar dá sinais de fraqueza preocupante. Um sintoma da debilidade é o senador Tasso Jereissati (PSDB) estar em perigo eleitoral.</p>
<p>Nacionalmente, Ciro transita bem, pode ser a segunda opção de muita gente, mas no momento corre o risco de não ser a primeira de ninguém. Nem mesmo em seu partido.</p>
<p>O PSB é controlado com mão de ferro pelo governador Eduardo Campos (PE), que vai dormir e acorda pensando na reeleição ano que vem. Campos está bem avaliado, é favorito mas não pode vacilar. Deve enfrentar em 2010 uma coalizão de políticos com história, no estado e fora dele. As duas vagas pernambucanas em jogo no Senado são hoje do duas vezes vice-presidente da República Marco Maciel (DEM) e do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra.</p>
<p>E sempre existe a ameaça de o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) desejar voltar à cadeira que ocupou por dois mandatos. PSDB e DEM pressionam-no dia e noite para isso, ainda que ele por ora resista a bater de frente com a aliança PT-PSB num Pernambuco em que Luis Inácio Lula da Silva tem mais de 85% de aprovação.</p>
<p>Ciro candidato a presidente só seria um trunfo para Campos caso o PT decidisse lançar o ex-prefeito do Recife João Paulo na luta pelo governo estadual. João Paulo não controla a máquina partidária no estado, mas tem grande prestígio pessoal. Seria uma pedra no sapato do governador. E o PT joga com essa carta para convencer Campos a arquivar o projeto Ciro e engatar desde já o vagão do PSB no trem da ministra Dilma Rousseff.</p>
<p>O esforço tem dado resultado. Se fosse organizado um grid nacional de políticos entusiasmados com Dilma, o governador pernambucano seria forte candidato à pole position. Até porque a última coisa que o neto de Miguel Arraes deseja é Lula subindo em outro palanque local.</p>
<p>O cenário do PSB não é diferente nos demais lugares em que a legenda tem chances. E o fenômeno se estende ao PCdoB. O partido já esteve bem mais inclinado a levar adiante, como alternativa de poder, o bloco com o PSB em torno de Ciro, ou mesmo de Campos. Com a aproximação de 2010, começa a falar mais alto entre os comunistas o pragmatismo, que é diretamente proporcional aos incrementos na musculatura de Dilma.</p>
<p>E também porque a terceira perna do possível bloco, o PDT, bem instalado no Ministério do Trabalho, já está faz muito tempo com a chefe da Casa Civil para o que der e vier. Até porque a própria Dilma vem do partido de Leonel Brizola.</p>
<p>Uma solução para ajeitar Ciro seria a vice na chapa do PT. Mas tal saída dependeria de 1) o PMDB abrir mão de vaga que considera naturalmente sua ou 2) o PMDB conflagrar-se e não chegar a uma maioria pela aliança com o PT ou 3) o PMDB não alcançar acordo sobre o nome para a vice. Pode acontecer, há no governo inclusive quem torça por isso, mas sempre que a coisa depende mais dos outros do que de você mesmo é bom colocar as barbas de molho. Ainda mais na política, onde ninguém dá colher de chá para ninguém.</p>
<p>E São Paulo? Um pedaço do PT e o próprio PSB paulista gostam da ideia de ver Ciro candidato a governador, mas há problemas. O primeiro é a proximidade local da sigla com o governador José Serra (PSDB). O segundo é a resistência interna no PT, especialmente no grupo da ex-prefeita Marta Suplicy, a não ter candidato próprio. E o terceiro é o medo no PSB de abrir mão de um trunfo nacional em troca de um espaço em São Paulo que muito provavelmente seria apenas virtual, dado o favoritismo tucano. Como me disse um deputado paulista do PSB, “seria um pastel de vento, e sem o pastel”.</p>
<p><em>Coluna (Nas entrelinhas) publicada hoje no Correio Braziliense.</em></p>
<p><em>@alonfeuerwerker no twitter.com</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blog de Josias: DEM decide aderir à CPI contra a tucana Yeda no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 01:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Feijó]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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		<category><![CDATA[Tucanos]]></category>
		<category><![CDATA[Yeda]]></category>
		<category><![CDATA[Yeda Crusius]]></category>

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		<description><![CDATA[
  Folha
Complicou-se o drama político da governadora gaúcha Yeda Crusius (PSDB).
 
Reuniu-se nesta segunda (18) a direção do DEM no Rio Grande do Sul.
 
Embora integre a gestão Yeda, o DEM decidiu aderir à CPI contra a governadora.
 
A bancada ‘demo’ aguarda apenas pela definição do PDT local.
 
Dono de uma tropa de seis deputados estaduais, o PDT pende [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"><font size="1">  Folha</font><br />
<img src="http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/images/PauloFeijoFolha.jpg" style="float: left; margin-left: 9px; margin-right: 9px" />Complicou-se o drama político da governadora gaúcha Yeda Crusius (PSDB).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Reuniu-se nesta segunda (18) a direção do DEM no Rio Grande do Sul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Embora integre a gestão Yeda, o DEM decidiu aderir à <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Pol%C3%ADtica&amp;newsID=a2514346.xml" target="_blank"><font color="#ff0000">CPI</font></a> contra a governadora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">A bancada ‘demo’ aguarda apenas pela definição do PDT local.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Dono de uma tropa de seis deputados estaduais, o PDT pende para o apoio à CPI.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Dois dos seis integrantes do PDT hesitam em assinar o pedido de CPI.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Mas os outros quatro mostram-se dispostos a apoiar o pedido, formulado pelo PT.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">No momento, o pedido de CPI conta com 12 assinaturas. São necessárias 19.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Confirmando-se a adesão do PDT –total ou parcial—chega-se perto desse número.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Daí a importância da decisão tomada pelo DEM.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O deputado Paulo Borges, líder do DEM na Assembléia, não deixou dúvidas quanto à posição a ser adotada pelo partido:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">“Vamos aguardar a movimentação do PDT, que é o maior partido e tem pelo menos quatro assinaturas&#8230;”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">“&#8230;Se obtivermos essas assinaturas, estaremos assinando junto, sem dúvida nenhuma”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O vice-governador de Yeda é o ‘demo’ Paulo Feijó (na foto lá do alto). Está brigado com Yeda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Desde o ano passado, Feijó fustiga o governo de que participa com denúncias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Uma de suas iniciativas foi a organização de um dossiê. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O calhamaço incluiu papéis que reforçam a suspeita de que as arcas eleitorais de Yeda foram borrifadas, em 2006, com verbas de má origem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O repórter Igor Paulin trouxe à luz um dos documentos colecionados por Paulo Feijó.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Foi exposto nas páginas da última edição de <a href="http://veja.abril.com.br/200509/p_062.shtml" target="_blank"><font color="#ff0000">Veja</font></a> (só assinantes). Trata-se de um e-mail que Feijó enviou a Rubens Bordini.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Quem é Bordini? Hoje, responde pela vice-presidência do Banrisul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Na época da campanha era o tesoureiro oficial do comitê de Yeda Crusius.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Na mensagem eletrônica endereçada a Bordini (veja reprodução abaixo), Feijó dá notícia da coleta de R$ 25 mil. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"><font size="1">Veja/Reprodução<br />
</font><img src="http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/images/FeijoVejaCaixa2.jpg" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt">&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O dinheiro foi doado à campanha de Yeda pela Simpala, uma concessionária da General Motors.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Para desassossego de Yeda, essa doação não consta da prestação de contas da campanha dela. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">No e-mail de setembro de 2006, Feijó anotou: &#8220;Recebi R$ 25 000 em cash da simpala (sic)&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Bordini respondeu: &#8220;Que sorte que o pacote não estava bem feito e tiveste que reforçá-lo. Agradeço os brindes que são de muito bom gosto e muito úteis&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Instado a se explicar, o ex-tesoureiro Bordini nega que tenha recebido os R$ 25 mil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Pior: insinua que Feijó conduziu, durante a campanha, uma coleta “<a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Pol%C3%ADtica&amp;newsID=a2514057.htm" target="_blank"><font color="#ff0000">paralela</font></a>”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Abespinhado, o vice-governador emitiu, nesta segunda (18), uma <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Pol%C3%ADtica&amp;newsID=a2514334.xml" target="_blank"><font color="#ff0000">nota</font></a>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">No texto, Feijó reconhece que auxiliou na captação de verbas eleitorais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Sustenta, contudo, que “Bordini era o responsável pela gestão financeira na campanha”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Afirma que “cabia a ele a prestação de contas dos recursos captados e a conseqüente emissão dos recibos eleitorais”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Ao partido, Feijó informou que dispõe de outros documentos que, se divulgados, aumentarão as labaredas que ardem sob Yeda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O DEM deliberou que Feijó deve manter-se distante dos jornalistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">A “munição” será guardada para utilização na CPI cuja criação parece cada vez mais iminente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Rodrigo Maia (RJ), presidente nacional do DEM, disse ao blog que não vai interferir na posição a ser adotada pelo diretório gaúcho da legenda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Disse ter liberado a seccional gaúcha para tomar a atitude que lhe parecer mais apropriada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Fez apenas uma recomendação: “Peço que o partido não sirva, no Rio Grande do Sul, de trampolim para a candidatura de Tarso Genro”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Ministro de Lula, Genro é o nome mais cotado do PT para a sucessão de Yeda. Deve medir forças com José Fogaça, do PMDB.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">Feijó, o vice-problema de Yeda, tenta empinar sua própria candidatura. O mais provável, porém, é que o DEM se alie ao PMDB de Fogaça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Verdana">O PSDB se encaminha para a mesma solução. Em privado, a cúpula do tucanato reconhece que Yeda perdeu as condições políicas de disputar a reeleição.</span></p>
<p class="by">Escrito por Josias de Souza às 21h00</p>
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		<title>Aos 63 anos, morre o deputado federal João Herrmann Neto em SP</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 16:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<category><![CDATA[in memoriam]]></category>
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		<category><![CDATA[João Herrmann Neto]]></category>
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		<description><![CDATA[18.jan.2006/Folha Imagem

 O deputado federal João Herrmann Neto morreu aos 63 anos em Presidente Alves
da Folha Online
Aos 63 anos, o deputado federal João Herrmann Neto (PDT-SP) morreu na madrugada deste domingo em Presidente Alves (397 km a noroeste de SP). Ele passava o final de semana prolongado de Páscoa com a família em sua fazenda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>18.jan.2006/Folha Imagem<br />
</em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/aos-63-anos-morre-o-deputado-federal-joao-herrmann-neto-em-sp/10696/" rel="attachment wp-att-10696" title="joao_herrmann.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/joao_herrmann.jpg" alt="joao_herrmann.jpg" /></a><br />
<em> O deputado federal João Herrmann Neto morreu aos 63 anos em Presidente Alves</em></p>
<p style="background-color: #ffff99">da Folha Online</p>
<p>Aos 63 anos, o deputado federal João Herrmann Neto (PDT-SP) morreu na madrugada deste domingo em Presidente Alves (397 km a noroeste de SP). Ele passava o final de semana prolongado de Páscoa com a família em sua fazenda, localizada no distrito de Guaricanga.</p>
<p>Os assessores de Herrmann informaram que ele sofreu um choque térmico e edema pulmonar após sair da sauna e mergulhar na piscina. Eles acreditam que Herrmann tenha se sentido mal e batido a cabeça na piscina. No entanto, segundo eles, o IML (Instituto Médico Legal) informou que a causa da morte foi natural.</p>
<p>O corpo de Herrmann será velado a partir das 18h de hoje na Prefeitura de Campinas. O enterro está marcado para as 9h de amanhã, no Cemitério da Saudade, também em Campinas.</p>
<p>Herrmann estava no seu quinto mandato como deputado federal. Ele assumiu o último mandato em 6 de janeiro deste ano após a renúncia do deputado Reinaldo Nogueira (PDT). Antes de se filiar do PDT, Herrmann foi do PMDB, PSB e PPS.</p>
<p>Ele também foi prefeito de Piracicaba no período de 1977-1982. Engenheiro agrônomo, Herrmann nasceu em Campinas. Ele era casado com Jussara Herrmann e deixa cinco filhos.</p>
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