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	<title>Blog do Favre &#187; pesquisa</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Economia brasileira está em fase de &#8220;boom&#8221;, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PESQUISA


DA FOLHA ONLINE
A economia brasileira passou &#8220;para a fase de &#8220;boom&#8221; e  se destacou entre as demais  da América Latina, com um  ICE (Índice de Clima Econômico) de 7,4 pontos em outubro, segundo pesquisa da  FGV (Fundação Getulio Vargas) elaborada em parceria  com o instituto alemão Ifo.  Em julho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #000080; font-size: xx-small;">PESQUISA</span></strong></p>
<p><span style="font-size: large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">DA FOLHA ONLINE</span></h2>
<p>A economia brasileira passou &#8220;para a fase de &#8220;boom&#8221; e  se destacou entre as demais  da América Latina, com um  ICE (Índice de Clima Econômico) de 7,4 pontos em outubro, segundo pesquisa da  FGV (Fundação Getulio Vargas) elaborada em parceria  com o instituto alemão Ifo.  Em julho, o indicador estava  em 5,5 pontos.<br />
O Brasil também lidera entre os Brics (grupo formado  por Brasil, Rússia, Índia e  China). A Índia ficou com 7  pontos; a China chegou a 6,5  pontos e a Rússia foi para 4,7  pontos. O ICE mundial foi de  5,1 pontos.<br />
O ICE é composto pelo Índice da Situação Atual (ISA),  que trata do desempenho  econômico do país no momento da pesquisa, e pelo Índice de Expectativas (IE),  que aborda as previsões para  os próximos seis meses.<br />
O ISA no Brasil aumentou  de 4,3 para 6,4 pontos e o IE  passou de 6,6 para 8,4 pontos. &#8220;O Brasil se destaca por  apresentar os maiores índices da região, seja o de clima  econômico, situação atual ou  de expectativas&#8221;, informou a  FGV em comunicado.<br />
A sondagem é feita trimestralmente com especialistas  de cada país. Em outubro foram consultados 142 técnicos em 16 países.</p>
<p><strong>Moody&#8217;s</strong><br />
A Moody&#8217;s Economy.com,  uma divisão da agência de  &#8220;rating&#8221; Moody&#8217;s, projeta  um crescimento &#8220;&#8221;em torno  de 4,5%&#8221; para a economia  brasileira em 2010.<br />
A previsão faz parte de relatório divulgado ontem, onde consta também a expectativa de que a taxa básica de  juros não sofra ajustes &#8220;antes  do final do ano que vem&#8221;.<br />
Para 2009, o economista-chefe Alfredo Coutino calcula um crescimento do PIB  (Produto Interno Bruto) entre 0,5% e 1%.<br />
Em outro relatório, também divulgado hoje, a OCDE  (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reportou que vê um  país ainda estagnado, mas se  recuperando com força em  2010 (crescimento de 4,8%)  e 2011 (4,5%).</p>
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		<title>Petrobrás tem o 2º maior lucro das Américas</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
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		<description><![CDATA[Empresa fica atrás apenas da ExxonMobil; a Vale está em 22.º lugar na lista, dominada por grupos dos EUA
 

Nicola Pamplona, RIO &#8211; O Estado SP
A Petrobrás teve o segundo maior lucro trimestral entre todas as empresas de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos. Segundo levantamento feito pela consultoria Economática, o resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empresa fica atrás apenas da ExxonMobil; a Vale está em 22.º lugar na lista, dominada por grupos dos EUA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="../wp-content/uploads/2008/08/plataforma-petrol.jpg" alt="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/plataforma-petrol.jpg" width="556" height="370" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Nicola Pamplona, RIO &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A Petrobrás teve o segundo maior lucro trimestral entre todas as empresas de capital aberto da América Latina e dos Estados Unidos. Segundo levantamento feito pela consultoria Economática, o resultado do terceiro trimestre, divulgado na semana passada, ficou atrás apenas dos números apresentados pela gigante americana ExxonMobil. Mesmo assim, com pequena diferença: US$ 4,107 bilhões da Petrobrás, ante US$ 4,730 bilhões da Exxon.</p>
<p>A lista dos 25 maiores lucros ainda inclui a brasileira Vale, que anunciou ganhos de US$ 1,689 bilhão no terceiro trimestre, ficando em 22º lugar. As demais empresas são todas americanas. Mesmo amargando uma queda considerável nos ganhos este ano, o setor de petróleo ocupa as três primeiras posições: no terceiro lugar, atrás de Exxon e Petrobrás, vem a Chevron, que teve lucro de US$ 3,831 bilhões.</p>
<p>As petroleiras sofreram com uma queda brusca no preço do petróleo, que chegou a ultrapassar os US$ 140 por barril em julho, mas fechou o terceiro trimestre de 2009 a uma cotação média de US$ 68 por barril, valor 41% menor do que o registrado no mesmo período de 2008.</p>
<p>Tal cenário levou o lucro das principais empresas do setor a despencar. A Exxon, por exemplo anunciou uma queda de 68% com relação ao terceiro trimestre de 2008. Já o lucro da Chevron caiu 41%.</p>
<p>No caso da Petrobrás, a queda foi bem inferior, de 26%, e mesmo assim com forte impacto de um acordo fechado com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para o pagamento de R$ 2 bilhões a título de recálculo da participação especial do campo de Marlim, o maior do País. Na entrevista de divulgação do balanço, o diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, disse que, sem o pagamento, a redução no lucro seria menor, de apenas 11%.</p>
<p>A principal diferença, dizem analistas, é que a Petrobrás tem a maior parte de sua receita proveniente do mercado interno, cujos preços não oscilam tanto quanto no mercado internacional. De fato, no terceiro trimestre, a cesta de combustíveis da Petrobrás custava R$ 162,96 por barril, enquanto o valor americano foi de R$ 121,62 por barril. A estatal tem mantido seus preços acima das cotações internacionais há mais de um ano.</p>
<p>A lista elaborada pela Economática considera a cotação do dólar Ptax de 30 de setembro (R$ 1,91), o que contribui para o bom desempenho da Petrobrás. Na moeda brasileira, o lucro da Petrobrás foi de R$ 7,3 bilhões. A primeira empresa não petroleira do ranking é o banco JP Morgan Chase, com lucro de US$ 3,588 bilhões. A Microsoft vem em quinto lugar (US$ 3,574 bilhões).</p>
<p><strong>AMÉRICA LATINA</strong></p>
<p>Dentre as empresas sediadas apenas em países latino-americanos, a Petrobrás ocupa a primeira posição em lucro no terceiro trimestre, com resultado 143% superior ao da Vale, segunda colocada.</p>
<p>Nesta lista, 15 empresas são brasileiras e cinco mexicanas &#8211; incluindo a terceira colocada, a America Movil. O Itaú Unibanco, resultado de fusão ocorrida neste ano, está em quarto lugar. Na sequência vêm Banco do Brasil, Bradesco, AmBev, CSN, Itaúsa e Braskem.</p>
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		<title>Falta de renda para alimento cai no Brasil, diz consultoria</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Mercado Aberto
MARIA CRISTINA FRIAS &#8211; cristina.frias@uol.com.br
O número de famílias com algum grau de insegurança alimentar no Brasil e nos Estados Unidos caminha em sentido contrário, segundo análise da consultoria MB Associados. A estimativa da MB é que 25,68% das famílias brasileiras estavam nessa condição em 2008, uma redução ante o índice de 35,28% registrado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/images/dinheiro.gif" alt="" hspace="10" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong><span style="color: #000080; font-size: x-large;">Mercado Aberto</span></strong></span></p>
<p><strong>MARIA CRISTINA FRIAS &#8211; <a href="mailto:cristina.frias@uol.com.br">cristina.frias@uol.com.br</a></strong></p>
<p>O número de famílias com algum grau de insegurança alimentar no Brasil e nos Estados Unidos caminha em sentido contrário, segundo análise da consultoria MB Associados. A estimativa da MB é que 25,68% das famílias brasileiras estavam nessa condição em 2008, uma redução ante o índice de 35,28% registrado pelo IBGE em 2004.<br />
Nos Estados Unidos, 14,6% das famílias sentiram insegurança alimentar em 2008, mais que em 2004, quando o problema atingiu 11,95% dos domicílios, segundo a Usda (Departamento de Agricultura dos EUA).<br />
Insegurança alimentar se caracteriza pela falta de condições de suprir as necessidades de alimentação familiar.<br />
Para Sergio Vale, economista-chefe da MB, a crise e o desemprego motivaram a piora na situação alimentar dos Estados Unidos. No Brasil, o aumento do salário mínimo e o Bolsa Família puxaram a melhora do resultado, diz.</p>
<p><em>Leia a integra da coluna Mercado Aberto, no caderno Dinheiro da Folha SP</em></p>
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		<title>Perolas de Gaspari</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 12:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
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		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
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		<description><![CDATA[Elio Gaspari
PRIVATARIA
Quando o tucanato vendeu o  patrimônio da Viúva, seus sábios  ensinavam que a entrega das distribuidoras de energia elétrica a  empresas estrangeiras traria  preciosos capitais para Pindorama. Tudo bem. A estatal Cemig  vai comprar a Light, que foi vendida aos franceses da EDF em  1996. Como fez o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-large;"><strong><span style="color: #000080; font-size: xx-large;">Elio Gaspari</span></strong></span></p>
<p><strong>PRIVATARIA</strong><br />
Quando o tucanato vendeu o  patrimônio da Viúva, seus sábios  ensinavam que a entrega das distribuidoras de energia elétrica a  empresas estrangeiras traria  preciosos capitais para Pindorama. Tudo bem. A estatal Cemig  vai comprar a Light, que foi vendida aos franceses da EDF em  1996. Como fez o corsário Duguay-Trouin no Rio no século 18,  a turma da privataria veio, faturou e voltou. Agora verifica-se  que a Eletropaulo, vendida em  1999 para a americana AES, devia R$ 910 milhões à Viúva e  acorreu para baixo do guarda-chuva do Refis. Assim, bombará  o balanço do quarto trimestre  com um lucro líquido de R$ 250  milhões.</p>
<p><strong>PÁREO DURO</strong><br />
Quem sabe ler pesquisa e examinou os números da Vox Populi (36% para Serra e 19% para  Dilma) acha que, em condições  normais de temperatura e pressão, entre o final de janeiro e o  início de março, os dois estarão  emparelhados.</p>
<p><strong>SERRA X AÉCIO</strong><br />
Prospera num pedaço do empresariado a ideia de que é melhor perder a sucessão presidencial com Aécio Neves do que ganhá-la com José Serra. A manobra nasceu no poço de rancor que a ekipekonômica de Fernando Henrique Cardoso cultiva em relação a Serra. Desse núcleo propagou-pela pela banca e pela turma do papelório. A conta é simples: &#8220;Se ganharmos com Aécio, acertamos na loteria. Admitindo-se que para nós tanto faz Dilma como Serra, trocamos um jogo de perde-perde por outro de perde-ganha.&#8221;</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>A arma cinematográfica de Lula e Dilma</strong></span></p>
<table border="0" width="250">
<tbody>
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /><strong><em>O filme &#8220;Lula, o filho do Brasil&#8221; conta uma história real que emociona e incomoda</em></strong></p>
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O filme &#8220;Lula, o filho do Brasil&#8221; estreará em 500 cinemas no dia 1º de  janeiro. As platéias chorarão de emoção e a oposição, de raiva. São  128 minutos de viagem pela história de um garoto que sai do sertão  pernambucano, come o pão que o Diabo amassou, e chega à presidencia da  República. É possível que algumas pessoas comecem a chorar já na fila  para a compra de ingressos. Deliberadamente épico, o filme arranca  até a última lágrima da platéia. A epopéia foi lustrada pelos  roteiristas e pelo diretor Fábio Barreto, mas não foi invenção deles.  Ela está na essencia da história do filho de Dona Lindu.<br />
&#8220;O Filho do Brasil&#8221; baseia-se no livro do mesmo título, de Denise  Paraná, lançado em 2002. Ele reúne uma longo depoimento de Lula à  autora, mais entrevistas com seus três irmãos, três irmãs e a mulher,  Marisa. Quem o leu viu uma parte da alma de Nosso Guia, acompanhou as  vicissitudes de sua família e admirou a altivez das irmãs Marinete,  Maria e Tiana, duas empregadas domésticas e uma operária.<br />
A crítica a &#8220;Lula, Filho, do Brasil&#8221; correrá em duas pistas. Uma,  estética, discutirá o filme. Outra, política, cuidará da narrativa e  seus efeitos num ano de eleição presidencial. Só Deus sabe o tamanho  do benefício que o sucesso do filme levará aos companheiros. Olhado  sob esse prisma, é um exemplar de realismo petista. Retrata com  fidelidade quase todos os fatos que conta, mas constrói um herói  implausível, sem defeito nem deslize. Pena, porque aos 29 anos, Lula  abandonou uma companheira grávida de seis meses com quem planejava  viver. Foi o caso de Miriam Cordeiro, mãe de Lurian. (Essa história  está bem contada, por ele, no depoimento que deu ao projeto &#8220;ABC de  Luta&#8221;: &#8220;Eu até compreendo o ódio que [ela] tem de mim&#8221;). Situações  desse tipo refletem a complexidade, as tensões e os sofrimentos da  vida dos mortais. Tirá-las da narrativa, como fizeram, empobrece o  personagem e ilude a platéia.<br />
É comum ver adversários de Lula torcendo o nariz sempre que ele  relembra as dificuldades por que sua família passou. As desgraças  mostradas no filme são uma pequena e contida amostra do que eles  penaram. Fábio Barreto não filmou a cena em que o menino Lula pede um  chiclete mastigado a um amigo. Ficou de fora também a morte, sem  qualquer assistência médica, de um casal de gemeos de Dona Lindu,  recem-nascidos em São Paulo. A doença e morte de Lurdes, primeira  mulher de Lula, grávida de oito meses, vai mostrada em cenas breves,  quase secas. A tragédia que se vê na tela choca e emociona, mas não  exagera. Aquilo foi o que aconteceu no Hospital Modelo em 1971.<br />
Um episódio pouco conhecido da vida de Lula foi sovieticamente  alterado pela arquitetura da construção do herói implausível. No filme  um operário é assassinado durante uma greve e seus colegas atiram o  empresário (ou gerente) do alto de um passadiço da fábrica. Lula  assistiu a cena de longe e, indignado, reclamou com seu irmão. Falso.  Nosso Guia contou o caso a Denise Paraná e ele está na página 80 de  seu livro. (Paraná é co-roteirista do filme.) O episódio ocorreu em  1962, o dono de uma pequena confecção baleou um grevista e seus  colegas atiraram-no do alto de um sobrado e lincharam-no. É Lula quem  narra: &#8220;O pessoal chutou ele&#8221; (à) &#8220;Acho que ele morreu&#8221; (à) &#8220;Eu achava  que o pessoal estava fazendo justiça&#8221;.<br />
&#8220;Lula, o filho do Brasil&#8221; ajudará, e muito, as campanhas de Dilma  Rousseff e do PT. Se Luís Inácio da Silva visse esse filme em 1968,  quando era um peão que só pensava em futebol, votaria no PT, em Dilma  e nos candidatos indicados por aquele filho porreta de Dona Lindu.<br />
Nenhum dos ingredientes que o levariam a tomar essa decisão seria  inteiramente falso. Noves fora a trapaça do linchamento e alguns  retoques, o que aparece na tela aconteceu na vida real.<br />
Como Tarzan, Rocky Balboa ou até mesmo o esplendido Napoleão de Abel  Gance, o herói implausível de &#8220;Lula, o filho do Brasil&#8221;, encanta,  comove, e só. Torce-se por ele, mais nada. Saudades de Erin Brokovich  (Julia Roberts) e de George Patton (George C. Scott), filmes que  enriquecem quem os vê.</p>
<p>Leia a integra da coluna de Elio Gaspari na Folha de São Paulo</p>
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		<title>Pobres já gastam 5% mais que ricos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 11:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<description><![CDATA[
 Estudo mostra avanço do consumo das classes D e E do Norte e Nordeste em relação às classes A e B do Sudeste
Márcia de Chiara &#8211; O Estado SP
Os pobres do Norte e Nordeste estão consumindo mais que os ricos do Sudeste. Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://www.vivaterra.org.br/consumo_93.1.jpg" alt="http://www.vivaterra.org.br/consumo_93.1.jpg" /><br />
<strong> Estudo mostra avanço do consumo das classes D e E do Norte e Nordeste em relação às classes A e B do Sudeste</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Márcia de Chiara &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Os pobres do Norte e Nordeste estão consumindo mais que os ricos do Sudeste. Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do País gastaram R$ 8,8 bilhões com uma cesta de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza. Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B (R$ 8,4 bilhões) que vivem no Sudeste do País no mesmo período com esses itens, revela estudo exclusivo da LatinPanel, maior empresa de pesquisa domiciliar da América Latina.</p>
<p>Em igual período do ano passado, a situação era exatamente inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. &#8220;Houve uma reversão&#8221;, afirma Christine Pereira, diretora da empresa e responsável pela pesquisa.</p>
<p>Ela atribui a mudança a fatores conjunturais. Inflação em baixa, que dá mais poder de compra ao consumidor, ganhos de renda dos trabalhadores que recebem salário mínimo e o fato de a crise não ter afetado as camadas de menor renda explicam, segundo Christine, o avanço do consumo dos bens não duráveis pelos mais pobres. Os dados da pesquisa foram obtidos a partir de visitas semanais a 8,2 mil domicílios para auditar o consumo de 65 categorias de produtos.</p>
<p>Embora em maior número, as famílias das classes D e E do Norte e do Nordeste têm renda agregada bem menor que a das famílias das classes A e B do Sudeste. No Norte e no Nordeste, há 6,9 milhões de lares que recebem até quatro salários mínimos (R$ 1.860) por mês, o que corresponde a 40% do total de famílias das classes D e E do País. Já as classes A e B somam 4,9 milhões de domicílios no Sudeste ou 45% dos lares desse estrato social do Brasil. Essas famílias têm renda mensal superior a dez salários mínimos (R$ 4.650).</p>
<p>Para o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, boa parte do avanço do consumo dos mais pobres se deve ao aumento real do salário mínimo de 5,7% concedido neste ano. &#8220;O salário mínimo pesa muito nas regiões Norte e Nordeste&#8221;, diz.</p>
<p>Nas contas dele, a massa real de renda dos ocupados, pensionistas da Previdência e também beneficiários do Bolsa Família cresceu 7,7% no Norte e Nordeste no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2008. O acréscimo é mais que o dobro do registrado para essa população que vive no Sudeste do País, que foi de 3,1% nas mesmas bases de comparação.</p>
<p>Além disso, Borges ressalta que a inflação dos mais pobres, que ganham até cinco salários mínimos (R$ 2.325), medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), perdeu fôlego este ano. Após fechar 2008 com alta de 6,5%, a maior taxa desde 2003, o INPC deve encerrar 2009 com aumento de 4,5%, prevê.</p>
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		<title>Na contramão de outros países, salários no Brasil sobem mais</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Assis Moreira, de Genebra &#8211; VALOR
O Brasil é um dos poucos países onde os salários têm aumentado mais em termos reais, enquanto declinam na maior parte dos outros países, mesmo com os sinais de recuperação econômica global, avalia a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O crescimento mundial dos salários declinou de 4,3% em 2007 para 1,4% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.fotosdahora.com.br/gifs_animados/gifs/01Animais/passaros_construindo_casa.gif" alt="http://www.fotosdahora.com.br/gifs_animados/gifs/01Animais/passaros_construindo_casa.gif" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Assis Moreira, de Genebra &#8211; VALOR</span></h2>
<p style="text-align: left;">O Brasil é um dos poucos países onde os salários têm aumentado mais em termos reais, enquanto declinam na maior parte dos outros países, mesmo com os sinais de recuperação econômica global, avalia a Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p style="text-align: left;">O crescimento mundial dos salários declinou de 4,3% em 2007 para 1,4% em 2008, em termos reais, com o corte das horas trabalhadas e pode ser ainda pior este ano, segundo estudo da entidade.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002377/imagens/arte04bra-oit-a3.gif" border="0" alt="Foto Destaque" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Já no caso do Brasil, a OIT calcula que o país registrou o maior crescimento real de salários entre oito dos países que fazem parte do G-20, e também fez um dos maiores aumentos no salário mínimo.</p>
<p>O aumento médio foi de 2,8% do salário real em 2008, enquanto o México ficou na lanterna, com queda de 3,5% no mesmo período. O salário mínimo teve o sétimo maior aumento na categoria entre os países examinados, com alta real de 6%.</p>
<p>Segundo a OIT, no primeiro trimestre o ritmo de expansão dos ganhos caiu no país, mas a situação se estagnou no segundo trimestre e se espera alta de salários de novo no segundo semestre.</p>
<p>&#8220;O Brasil está num círculo vicioso, as políticas econômica e social dão resultado e isso se reflete nos salários&#8221;, disse o economista Patrick Belser. Em entrevista à imprensa, ontem, em Genebra, a OIT colocou de fato o Brasil no centro da discussão, como um dos melhores resultados em meio à crise global.</p>
<p>Comparado com a média de 2008, a alta de salários mensais reais no primeiro trimestre deste ano caiu pela metade em mais de 35 países. Dados sobre o desemprego indicam que a pressão sobre os salários vai aumentar no futuro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redução do número absoluto de pobres é uma realidade em todo o Brasil. De 2006 a 2008, a maior diminuição, 26,68%, foi no Paraná. Em segundo lugar, veio Goiás com 25,89%. O terceiro melhor desempenho foi do Mato Grosso, com queda de 24,41% do número absoluto de pobres.</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/reducao-do-numero-absoluto-de-pobres-e-uma-realidade-em-todo-o-brasil-de-2006-a-2008-a-maior-diminuicao-2668-foi-no-parana-em-segundo-lugar-veio-goias-com-2589-o-terceiro-melhor-desempenho-fo/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desigualdade: Norte e Nordeste ainda têm situação preocupante
Estudo mostra que política pública reduz pouco pobreza
Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR
As políticas públicas de redução da pobreza e da desigualdade estão na direção correta, mas a força delas é insuficiente para resgatar as regiões mais pobres do país, especialmente Nordeste e Norte. Essa é a principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Desigualdade: Norte e Nordeste ainda têm situação preocupante<br />
Estudo mostra que política pública reduz pouco pobreza</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Arnaldo Galvão, de Brasília &#8211; VALOR</span></h2>
<p>As políticas públicas de redução da pobreza e da desigualdade estão na direção correta, mas a força delas é insuficiente para resgatar as regiões mais pobres do país, especialmente Nordeste e Norte. Essa é a principal conclusão de um trabalho do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP) da Universidade Federal do Ceará (UFC) sobre o que ocorreu nos 27 Estados e no Distrito Federal, de 2006 a 2008.</p>
<p>O economista e professor Flávio Ataliba Barreto, coordenador da pesquisa, explica que foram usados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, com informações de renda, desigualdade e pobreza. O bem-estar foi apurado a partir do índice elaborado pelo economista indiano Nanak Kakwani, que mede o crescimento da renda das camadas mais pobres da população.</p>
<p>Barreto comenta que, apesar da queda da desigualdade, movimento que vem sendo verificado desde 2001, o Nordeste continua muito atrasado, com renda baixa e desigualdade alta. Ele lamenta que, nessa região, as políticas públicas não conseguiram reverter a situação &#8220;preocupante&#8221; mantida pelo baixo nível educacional. Na interpretação do professor da UFC, falta perspectiva para esse grupo de nove Estados que têm 28% da população brasileira, mas concentram 49% dos pobres. &#8220;Não há muito a comemorar no Nordeste. A região tem grande população, mas ainda é bastante dependente das transferências de renda&#8221;, conclui.</p>
<p>De 2006 a 2008, o que ocorreu com os dois Estados com a maior proporção de pobres na população &#8211; Alagoas e Maranhão &#8211; é exemplo dessa falta de perspectiva. Os dois deram saltos, mas, como a base de comparação é muito baixa, o movimento não significa muito para as pessoas.</p>
<p>O índice de Kakwani mostra que Alagoas ficou em sétimo lugar na lista do crescimento da renda favorável aos mais pobres, mas isso foi insuficiente para tirá-lo do incômodo topo no rol das unidades da federação que têm mais pobres na população. Alagoas tinha 65,27% da população na faixa da pobreza em 2006, o que significa renda familiar per capita de até meio salário mínimo. Em 2008, essa parcela recuou para 56,36%.</p>
<p>A situação do Maranhão também evoluiu positivamente quando é medida a evolução da renda dos mais pobres. O Estado, de 2006 a 2008, ficou no honroso sexto lugar nessa classificação, mas continuou em segundo lugar no &#8220;ranking&#8221; dos que têm mais pobres na população. Em 2006, eram 63,61% com renda familiar per capita de até dois salários mínimo e recuaram para 54,19% dois anos depois.</p>
<p>Os números da proporção de pobres na população revelam que todos os Estados e o Distrito Federal reduziram o número de pessoas que têm até meio salário mínimo como renda per capita familiar. De 2006 a 2008, o melhor desempenho é do Paraná. O Estado tinha 25,19% nessa situação e passou a ter 18,12%. Goiás aparece logo depois porque reduziu essa parcela da população de 30,87% para 22,20%. Em terceiro lugar está Mato Grosso, com queda de 33,10% para 24,18%.</p>
<p>As reduções mais tímidas da proporção de pobres na população, nesses dois anos, foram de Roraima (42,64% para 37,62%), Amazonas (47,36% para 41,88%) e Paraíba (53,98% para 48,98%).</p>
<p>Barreto informa que, na análise do LEP, o cenário que apresenta a melhor síntese é a comparação, entre os Estados, dos respectivos índices de bem-estar de Kakwani. Segundo ele, dessa maneira é possível medir se a renda dos mais pobres aumentou. A fórmula desse índice de Kakwani considera variações da renda geral com o movimento verificado na renda das camadas mais pobres da população.</p>
<p>Entre 2006 e 2008, Rondônia foi o único Estado que teve contração da renda geral, mas, apesar disso, houve aumento de 18,91% da renda dos mais pobres. Em quatro unidades &#8211; Distrito Federal, Mato Grosso, Paraíba e Tocantins &#8211; foi registrada expansão da renda geral nesse período, mas acompanhada de aumento da desigualdade.</p>
<p>O trabalho mostra que os demais 22 Estados tiveram, de 2006 a 2008, expansão da renda geral com perfil favorável à elevação da renda dos mais pobres.</p>
<p>Os melhores desempenhos de crescimento da renda dos mais pobres, sob a ótica do índice de Kakwani, foram de Rondônia, Roraima, Acre, São Paulo e Amapá. O índice de bem-estar de Amartya Sen considera as variações da renda e da desigualdade, mas, na opinião de Barreto, falha ao omitir se os ricos perderam renda ou se os pobres foram beneficiados.</p>
<p>Isolando a variação da desigualdade nas 27 unidades da federação, o LEP verificou que, de 2006 a 2008, a situação deteriorou-se em Tocantins, Paraíba, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. O coordenador do estudo revela que está sendo preparada uma análise mais profunda das causas da redução da desigualdade no Brasil. Os primeiros sinais apontam para o aumento do salário mínimo no Sudeste e os benefícios previdenciários e transferência de renda no Nordeste.</p>
<p>Outra boa notícia, segundo Barreto, foi a redução do número absoluto de pobres em todos 26 Estados e no Distrito Federal. De 2006 a 2008, a maior diminuição, 26,68%, foi no Paraná. Em segundo lugar, veio Goiás com 25,89%. O terceiro melhor desempenho foi do Mato Grosso, com queda de 24,41% do número absoluto de pobres. Na outra ponta da lista, as reduções mais modestas foram em Roraima (7,44%), Paraíba (7,63%) e Amazonas (8,33%).</p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: Nas creches, de mal à pior</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tribunal de contas vai investigar acusações contra creches de SP

Aline Mazzo do Agora

O Tribunal de Contas do Município vai fiscalizar as creches mencionadas no relatório feito pelo Movimento de Mães Sem Creche para verificar as irregularidades apontadas no documento.
Em matéria publicada pelo Agora no dia 10, a entidade relatou ter encontrado creches municipais diretas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Tribunal de contas vai investigar acusações contra creches de SP<!--/TITULO--></h1>
<div id="articleBy">
<h2><span style="background-color: #ffff99;"><strong>Aline Mazzo</strong> do <strong>Agora</strong></span></h2>
</div>
<p><!--TEXTO-->O Tribunal de Contas do Município vai fiscalizar as creches mencionadas no relatório feito pelo Movimento de Mães Sem Creche para verificar as irregularidades apontadas no documento.</p>
<p>Em matéria publicada pelo <strong>Agora</strong> no dia 10, a entidade relatou ter encontrado creches municipais diretas e conveniadas com superlotação em salas de aula, problemas trabalhistas, cobrança indevida de materiais e dificuldade de acesso para deficientes.</p>
<p>O conselheiro corregedor do tribunal, Edson Simões, determinou uma inspeção nas unidades mencionadas na reportagem e a verificação junto à Secretaria Municipal de Educação sobre as denúncias. O tribunal também deverá checar se a pasta está fiscalizando o cumprimento do contrato firmado por parte das creches conveniadas.</p>
<p>Segundo a entidade, 84% dos professores de creches acompanhados são registrados como auxiliares de desenvolvimento infantil e ganham R$ 810 por 40 horas semanais, enquanto os registrados como professores na rede direta ganham R$ 1.237 por jornada de 30 horas. No Cei (Centro de Educação Infantil) Raio de Luz, na Vila Nova Cachoeirinha (zona norte de SP), a direção cobra uma lista mensal de materiais a serem levados, que inclui papel higiênico. A entidade entregará o relatório ao Ministério Público e ao Ministério do Trabalho hoje.</p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">EDITORIAL DO JORNAL AGORA</span></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" alt="http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/images/137/137/36/1072778.us_kassab_criancas_eleicoes_2008_300_400.jpg" /></p>
<p><strong>Descaso com as creches</strong></p>
<p>Na campanha pela Prefeitura de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) prometeu que acabaria com o deficit de vagas nas creches. Foi reeleito, o primeiro ano de mandato está na reta final e ainda falta muito chão para cumprir a promessa. Há cerca de 80 mil crianças na cidade à espera de uma creche municipal.</p>
<p>A situação é, na verdade, ainda pior. Não só faltam unidades, como as existentes enfrentam uma série de deficiências. Levantamento realizado pelo Movimento de Mães sem Creche apontou irregularidades trabalhistas, cobrança indevida de material e superlotação das salas.</p>
<p>Em uma amostragem de 16 creches, 84% de 131 funcionárias atuam como professoras, mas têm registro de &#8220;auxiliar de desenvolvimento infantil&#8221;. E, assim, recebem um salário menor.</p>
<p>Outra falha: em uma creche sem rampas de acesso, um aluno cadeirante precisa ser carregado o tempo todo. Cuidar bem das crianças que necessitam das creches municipais não é um gesto de generosidade da prefeitura. É sua obrigação. Enquanto isso, os gastos em publicidade da gestão Kassab não param de crescer.</p>
<p>Se a administração municipal não quer ficar à mercê de críticas e pesquisas feitas pelas associações de mães, então precisa criar seus próprios indicadores de qualidade para as creches. E, a partir deles, cobrar resultados e melhoria de suas unidades.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Miséria cai no Brasil, mas aumenta em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:58:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto a &#8220;gestão&#8221; Kassab dificulta a expansão do Bolsa-Família federal e os tucanos discorrem sobre a bolsa-esmola, a miséria se agrava em São Paulo. A região metropolitana governada por Serra e Kassab é a única em que a miséria se agravou, no resto do país, ao contrário, ela diminuiu. É o que mostra estudo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Enquanto a &#8220;gestão&#8221; Kassab dificulta a expansão do Bolsa-Família federal e os tucanos discorrem sobre a bolsa-esmola, a miséria se agrava em São Paulo. A região metropolitana governada por Serra e Kassab é a única em que a miséria se agravou, no resto do país, ao contrário, ela diminuiu. É o que mostra estudo da FGV publicado no Estadão. LF</em></p>
<p><strong>Ver também </strong><em><br />
</em></p>
<h2><a title="Permanent Link: Kassab deixa os pobres sem o Bolsa-Família" rel="bookmark" href="../2009/07/kassab-deixa-os-pobres-sem-o-bolsa-familia/">Kassab deixa os pobres sem o Bolsa-Família</a></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.novacorja.org/wp-content/uploads/2009/01/serrakassab.jpg" alt="http://www.novacorja.org/wp-content/uploads/2009/01/serrakassab.jpg" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Crise global afetou mais SP, diz FGV</strong></p>
<p><strong>Região metropolitana da capital é a única em que a miséria se agravou em agosto, com expansão de 5,91%</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Adriana Chiarini, RIO &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A região metropolitana de São Paulo foi a que mais sofreu com a crise econômica entre as seis principais do País, de acordo com dados de pesquisa do Centro de Políticas Sociais (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi a única em que a miséria aumentou em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, com expansão de 5,91% da classe E. Na média das seis regiões, a miséria caiu 4,82%.</p>
<p>&#8220;São Paulo é a região metropolitana mais identificada com a indústria e o sistema financeiro, que foram os setores mais atingidos pela crise&#8221;, disse o economista-chefe do CPS, Marcelo Neri. &#8220;Em agosto do ano passado estávamos às vésperas da crise e, apesar disso, a miséria e a pobreza diminuíram no Brasil&#8221;, afirmou, sobre o resultado nacional.</p>
<p>A pesquisa é baseada em análise de dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ela mostra também que São Paulo teve em agosto o menor crescimento do conjunto de pessoas das classes de renda A, B e C, de 0,19%, entre as regiões no estudo. Nas demais, as classes alta e média tiveram aumentos bem maiores: Recife (6,05%); Salvador (5,11%); Porto Alegre (4,43%); Rio de Janeiro (1,55%) e Belo Horizonte (0,98%).</p>
<p>&#8220;São Paulo também tem poucos pobres, proporcionalmente, e acaba não sendo tão beneficiada por programas sociais para a pobreza como o Bolsa-Família quanto o Nordeste&#8221;, disse Marcelo Neri.</p>
<p>A região metropolitana de São Paulo teve queda de renda média por habitante de 2,78% em agosto em relação a igual mês de 2008, passando de R$ 883,06 para R$ 858,48. Essa redução só não foi pior que a de 3,91% no Recife, enquanto a média de crescimento de renda per capita nas seis regiões foi de 1,56%.</p>
<p>Apesar desse aumento, a média das seis regiões ainda é inferior à de São Paulo em valor, totalizando R$ 662,15. Uma outra parte da pesquisa do CPS, baseada nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), também do IBGE, que considera as 27 capitais brasileiras, mostra que São Paulo caiu no ranking de mais alta renda domiciliar per capita. Saiu do quarto lugar entre 1997 e 1999, com R$ 952,82, para o oitavo, no período de 2005 a 2008, com R$ 891,58. Antes, esteve em sétimo lugar, entre 2001 e 2004, com R$ 816,40.</p>
<p>A capital com maior renda por habitante no período entre 2005 e 2008 é Florianópolis, com R$ 1.161,18. Em seguida vem Porto Alegre, com R$ 1.153,89; Vitória, com R$ 1.149,51; Brasília, com R$ 1.098,55, e Curitiba, com R$ 1.035,64. Ainda ficaram à frente de São Paulo, o Rio de Janeiro, com R$ 950,14, e Belo Horizonte, com R$ 941,60.</p>
<p><strong><strong>NÚMEROS</strong></strong></p>
<p><strong>5,9% foi o aumento<br />
da quantidade de miseráveis em São Paulo</strong></p>
<p><strong>4,8% foi a queda<br />
da miséria no resto do País</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aumento da renda eleva IDH do Brasil</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/aumento-da-renda-eleva-idh-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 11:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>

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		<description><![CDATA[
País se manteve estável, no entanto, no ranking que compara o desenvolvimento humano de 182 nações, na 75ª posição
De 2006 para 2007, o IDH brasileiro passou de 0,808 para 0,813; valores acima de 0,800 representam &#8220;alto desenvolvimento humano&#8221;
ANTÔNIO GOIS &#8211; FOLHA SP
DA SUCURSAL DO RIO
Impulsionado mais uma vez pelo aumento na renda, o Brasil registrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-14296" title="Brasil_olho" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_olho.jpg" alt="Brasil_olho" width="400" height="265" /><br />
<strong>País se manteve estável, no entanto, no ranking que compara o desenvolvimento humano de 182 nações, na 75ª posição</strong></p>
<p><strong>De 2006 para 2007, o IDH brasileiro passou de 0,808 para 0,813; valores acima de 0,800 representam &#8220;alto desenvolvimento humano&#8221;</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">ANTÔNIO GOIS &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA SUCURSAL DO RIO</p>
<p>Impulsionado mais uma vez pelo aumento na renda, o Brasil registrou uma melhora em seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), mas permaneceu estável no ranking de nações elaborado anualmente pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), na 75ª posição.<br />
O IDH varia de 0 a 1 e tenta medir o desenvolvimento humano dos 182 países comparados a partir de três dimensões: saúde, educação e PIB per capita. De 2006 para 2007 (os relatórios sempre se referem a dois anos antes), o IDH brasileiro variou de 0,808 para 0,813. Um valor acima de 0,800 é considerado nível de alto desenvolvimento humano.<br />
Neste ano, o tema principal do relatório foi migração. Para facilitar as análises sobre este tópico, pela primeira vez, o Pnud separou nações com IDH acima de 0,900 num grupo considerado de muito alto desenvolvimento humano.<br />
Fazem parte desta elite, que concentra a maioria dos imigrantes, 38 países, liderados por Noruega (0,971), Austrália (0,970) e Islândia (0,969).<br />
Na base do ranking encontram-se Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365). O Pnud destaca que uma criança que nascer hoje em Níger terá expectativa de viver apenas até os 51 anos, enquanto uma norueguesa deverá chegar aos 81.<br />
&#8220;Muitos países testemunharam retrocessos nas últimas décadas devido às retrações econômicas, crises induzidas por conflitos e epidemias de HIV&#8221;, afirma a principal autora do relatório deste ano, Jeni Klugman.<br />
Como os dados divulgados no relatório deste ano vão somente até 2007, ainda não é possível mensurar o impacto da crise econômica mundial, iniciada no fim do ano passado.<br />
Alison Kennedy, chefe da equipe de estatística do IDH, no entanto, diz esperar que os efeitos não sejam tão grandes: &#8220;O PIB per capita de muitos países pode ter sido bastante afetado, mas os indicadores de saúde e educação não reagem tão rapidamente a crises, o que poderá fazer com que a oscilação não seja tão significativa.&#8221;</p>
<p><strong>Brasil</strong><br />
Os indicadores brasileiros no IDH serão detalhados hoje pelo escritório do Pnud no país, mas, na comparação com o relatório de 2008, é possível verificar que o avanço se deu principalmente por causa do PIB per capita.<br />
Educação e saúde também melhoraram, mas em ritmo menor, já que o analfabetismo adulto tem caído pouco no país e a expectativa de vida ao nascer (único componente do índice de saúde) não costuma sofrer oscilações bruscas de um ano para o outro.<br />
Além do próprio IDH, o Relatório de Desenvolvimento Humano permite comparar outros indicadores.<br />
É possível destacar, por exemplo, que apesar de ter registrado queda na desigualdade desde o início da década, o Brasil ainda permanece no grupo de dez países mais desiguais do relatório, atrás apenas de Namíbia, Ilhas Comores, Botsuana, Haiti, Angola, Colômbia, Bolívia, África do Sul e Honduras. No Brasil, os 10% mais ricos detêm 43% da riqueza nacional, enquanto os 10% mais pobres, apenas 1%.<br />
Na Noruega, país que lidera o ranking, os 10% mais ricos concentram 23% da riqueza, enquanto os 10% mais pobres respondem por 4%.<br />
Outro indicador em que o Brasil destoa dos líderes é o investimento público em educação e saúde. Noruega, Austrália e Islândia investem, respectivamente, 35%, 31% e 36% de seu gasto público nessas áreas.<br />
No Brasil, a proporção é de apenas 22%. O maior desnível acontece na saúde, setor em que o Brasil investe 7% dos gastos, menos da metade do que Noruega (18%), Austrália (17%) e Islândia (18%).</p>
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