23/09/2008 - 17:22h Pilates: associação defende método tradicional

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Tatiana Clébicar - O Globo

RIO - Preocupada com a oferta desordenada de cursos Brasil afora, a Associação Brasileira de Pilates promove um curso de pilates tradicional para profissionais formados em Educação Física ou Fisioterapia. O objetivo é ensinar os 34 movimentos desenvolvidos pelo alemão Joseph Hubertus Pilates nas décadas de 20 e 30.

- Alguns professores agregam novos conhecimentos à técnica e a formação original se perde. Alterações em relação à respiração e à contração do abdômen e a fragmentação do método não traduzem as propostas de Pilates - diz o professor Hamilton Scherer, secretário geral da associação.

Segundo ele, a idéia do é que o indivíduo pudesse exercitar o corpo como um todo em 34 exercícios que trabalham todos os grupos musculares. A ordem dos movimentos obedece a uma seqüência determinada pelo criador do método.

- A aula é uma coreografia que não pode ser interrompida. Há uma sincronia que não pode ser quebrada para que o aluno beba água, por exemplo - completa ele, dizendo que no Brasil, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, bailarinos não podem ser instrutores. - É necessária uma formação em saúde. Especialmente porque o pilates é um exercício pesado. Não é nada suave.

  ” Alterações em relação à respiração e à contração do abdômen e a fragmentação do método não traduzem as propostas de Pilates “

A força vem do músculo transverso do abdômen. Scherer explica que apesar de a atividade ser pesada pode e deve ser praticada por pessoas com desvios posturais e dores lombares.

- O pilates aumenta a flexibilidade e tonifica a musculatura - enfatiza, lembrando que o método está baseados nos princípios da respiração, centralização, concentração, alongamento axial, coordenação e fluidez. - Muitos alunos asmáticos têm menos crises porque aprendem a tirar proveito de toda sua capacidade respiratória. Isso significa mais qualidade de vida.

18/08/2008 - 20:47h O ritmo certo na caminhada e na corrida

Especialistas em medicina desportiva ensinam a tirar o melhor proveito da prática dos dois exercícios

A imagem “http://giselesilva.blog.ipcdigital.com/wp-content/uploads/2007/05/correr.JPG” contém erros e não pode ser exibida.

Antônio Marinho - O Globo

A seleção natural favoreceu os seres humanos que aprenderam a correr, habilidade importante para fugir de predadores e caçar. O homem desenvolveu características que lhe permitiram alcançar longas distâncias em menor tempo, destaca um estudo na revista científica “Nature”. Segundo os autores, isso foi essencial para moldar o corpo. E corrida hoje é uma ciência, foco de pesquisas que melhoram a performance de corredores.

Algumas serão apresentadas na Running Show 2008, de 21 e 24 de agosto, em São Paulo.

Novos acessórios para corredores ou caminhantes também serão lançados no evento.
Assim como os maiôs que estão fazendo a diferença na natação nos Jogos Olímpicos, eles aceleram os passos e proporcionam menor desgaste nas pistas. A caminhada é a primeira etapa antes de pensar em correr, mesmo pequenas distâncias. Este exercício mantém o peso adequado e reduz a pressão arterial. Renato Lotufo, especializado em medicina do esporte e fisiologia do exercício, diz que a prática protege contra cânceres de cólon e mama, diminui a dose de remédios em diabéticos.

Adaptação ao exercício exige planejamento Porém, é preciso manter um bom ritmo. Lotufo sugere caminhar de três a quatro vezes por semana, de 45 minutos a 1 hora. O treino deve ser intercalado com musculação, pelo menos duas vezes por semana, ou exercícios com base no pilates e de baixo impacto para fortalecer a musculatura articular.

— Uma pessoa de 70kg a 80kg gasta de 350kcal a 380kcal andando a 6km/h. Acima de 7km/h alguns não conseguem caminhar, dependendo de condições clínicas e tempo de inatividade — explica Lotufo, lembrando que antes de qualquer exercício devese passar por avaliação médica, teste ergométrico, ecocardiograma, exame de sangue e análise da pisada, e seguir orientação de profissional de educação física.

O personal trainer Miguel Sarkis, com experiência de 30 anos na preparação de corredores e atletas, diz que se o indivíduo não caminha há seis meses precisa levar em consideração o quanto aumentou de volume e de peso corporal, seu nível de estresse e seus hábitos alimentares.

Caminhar em 60% a 80% da freqüência cardíaca máxima melhora os sistemas cardiorrespiratório, ósseo, muscular, hormonal e metabólico. Sarkis indica 15 minutos, três vezes por semana, por três semanas, até não haver dificuldade.

— Planeje-se para alcançar 40 minutos ou 50 minutos. Podese eliminar gordura mantendo um ritmo moderado e dieta adequada — explica o personal, autor de “Andar ou correr?” (editora Referência).

Correr só quando bem preparado.

Segundo Sarkis, 70% das pessoas correm sem orientação. Pelo menos 60% das queixas em ortopedia são desse público, com sintomas de microfraturas que não se solidificam e problemas de tendão e ligamento. Uma pessoa caminhando produz 1,2 vezes o peso corporal no impacto da pisada. Ao correr, o impacto é de 2,5 vezes: — Deve-se correr em 70% a 80% da freqüência cardíaca máxima, diagnosticada em exame. Há pessoas que correm a vida inteira e continuam acima do peso, por falta de orientação, problemas emocionais e má alimentação.

Corredores que percorrem 10km em cerca de 60 minutos (6 min/km) têm boa carga genética e estão bem treinados.

Quem parou e quer voltar precisa tomar cuidados. O organismo pode ter perdido até 1,5% de condicionamento muscular ao dia sem que a pessoa perceba.

16/04/2008 - 16:53h Pilates e prevenção para atletas e idosos

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Como Prevenir lesões?

Uma das maiores causas de ocorrência das lesões é a falta de equilíbrio e a execução motora incorreta de movimentos associada a fadiga muscular que diminuem o controle e os reflexos. Isso nos deixa mais vulneráveis em terrenos instáveis e propensos a quedas e contusões. Quando chegamos na 3a Idade temos novos agravantes: problemas na visão, enfraquecimento dos membros inferiores, medicamentos psicoativos, doenças neurológicas, etc.

As lesões podem ser das mais simples como um Entorse ou uma Contusão, ou podem ser mais sérias e dolorosas como uma Luxação, Lesão Ligamentar, Lesão Tendinosa, Tendinites e Bursites, Distensão Muscular, Lesão Meniscal, Condromalácia, Fratura, Periostite, Espondilolistese, Cotovelo do Tenista e outros.

Melhor do que se recuperar de uma lesão de forma rápida e eficiente é poder evitá-la. Hoje com o avanço da medicina, a maioria das pessoas conseguem se recuperar com um mínimo de seqüelas, já os atletas sofrem por nunca terem tempo suficiente para se recuperarem completamente e acabam reincidindo as mesmas lesões sem falar nos idosos que ao sofrerem uma queda, devido aos ossos mais fracos é muito comum ocorrer uma fratura fazendo com que eles fiquem internados muito tempo para a sua recuperação. Esse período é crítico, pois muitos acabam pegando infecções hospitalares, enfraquecendo tanto que nunca mais voltam a andar ou acabam morrendo depressivos por terem se tornado dependentes da ajuda dos familiares.

Segundo pesquisas 60% das pessoas caem em casa (tapetes, degraus muito baixos ou muito altos, piso desnivelado, brinquedos ou pequenos objetos caídos no chão, fraca luminosidade, móveis instáveis, etc), 30% em locais Públicos e 10% nos Hospitais.

Como evitar acidentes no lar?

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Praticar uma atividade física visando a melhora do equilíbrio, propriocepção, força e flexibilidade. Assim como fazer a correção do Padrão Motor e a correção Postural.
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Tornar a área de vivência mais segura (eliminando pequenos obstáculos causadores de tropeços, utilizando pisos anti-derrapantes, etc.)
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Fazer anualmente exames de visão.
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Divulgar essa informação para que as quedas sejam evitadas ou minimizadas.

O PILATES é uma forma muito eficiente de prevenção de lesões, assim como tem provado ser excelente na Pós-Reabilitação e recuperação das mesmas por desenvolver a força de forma gradual e balanceada, trabalhando a estabilização da coluna, desafiando o equilibrio e melhorando os reflexos. Tem como objetivo tornar o movimento mais eficiente e econômico, melhorar a Postura e o alinhamento das extremidades, corrigindo os movimentos errôneos de forma natural, onde os novos padrões são facilmente transferidos ao dia-a-dia.

Vale a pena conferir!!!

Tatiana Matsuo

fonte: Curso sobre Lesões para Atletas e Idosos - Dr. Eduardo Ayub Lopes

11/01/2008 - 15:22h Hidropilates não é moleza

Estica e puxa

Nós testamos a aula de hidropilates, modalidade que leva os princípios do pilates para água

 

Christina Fuscaldo - O Globo Online

Aula de hidropilates na academia Stella Torreão / Divulgação

RIO - A idéia era testar uma nova modalidade de exercício na água. O hidropilates não é exatamente a mistura da hidroginástica com o pilates, como pensei ao topar fazer a aula experimental na academia Stella Torreão, na Lagoa. Por ter sido adepta dos exercícios com molas e tiras de couro por quase dois anos, achei que teria os critérios necessários para fazer a comparação. E, bom, acho que consegui sair com uma idéia do que significa optar pela versão aquática do método criado na década de 20 pelo alemão Joseph Pilates.

(more…)

24/09/2007 - 16:48h Pilates na sala de aula

Iniciativas no mundo inteiro, inclusive Brasil, visam educar o corpo desde cedo.

Instrutores de Pilates do mundo inteiro podem participar, em seu próprio país, do programa “Pilates nas Escolas”, em implantação nos Estados Unidos, sob a promoção da PMA, Pilates Method Alliance. O projeto pretende promover a saúde corporal desde cedo e faz uma homenagem a Joseph Pilates, buscando realizar o sonho do criador do método. Embora engatinhando - mesmo nos EUA a iniciativa é incipiente – no Brasil, muitos profissionais da área, envolvidos e seduzidos pelos benefícios do método, sonham em estendê-lo às crianças, alcançando as escolas, públicas e privadas.

“É preciso começar pelo possível”, conta a instrutora de Pilates e educadora da Polestar Education (Pysio Pilates) Waneska Torres, que lançou uma primeira semente na escola do seu filho, em Belo Horizonte. Sob o apoio da direção, acaba de implantar a idéia, começando pelo 1º período, com crianças na faixa de 4 anos de idade. Sugeriu alguns exercícios, inseridos diariamente pelo professor, em algum momento das atividades do dia, como o “rolando”, “quadrúpede”, “serrote” e “sereia”. Ao início e ao final, exercícios de equilíbrio em uma perna só, “tipo saci”. “Não pode ser algo fechado, uma coisa ferrenha. À vezes dá para incluir o exercício, às vezes não, cabendo ao professor decidir. O importante é que as crianças tenham prazer em fazer”, observa. A instrutora dá aulas de Pilates para os professores, incluindo a direção, na própria escola. É uma forma de envolvê-los na idéia e torná-los mais aptos na observação de seus alunos.


“É fundamental que vivenciem a prática do Pilates e seus princípios, eles estão se conhecendo melhor”. Waneska esclarece que, de forma alguma, os professores tratam as crianças. Apenas vão observar, sugerir, desenvolver um olhar mais refinado para a linguagem corporal dos alunos, distinguir o que pode evitar muitos problemas futuros. “Temos que aprender a trabalhar na saúde, ao invés de esperar pela doença”.

Daí foi um pulo para começar a envolver também os pais. Eles chegam um pouco mais cedo para buscar as crianças e fazem aulas de Pilates de solo na escola, duas vezes por semana. Já são duas turmas.

Em Salvador, a Associação Baiana de Pilates, presidida por Alice Becker, planeja firmar parceira com a PMA, para buscar a introdução no Brasil, do Pilates nas escolas. Segundo Alice Becker, “estamos inclusive desenvolvendo, há dois anos na Physio Pilates, a implantação de uma metodologia com repertório de exercícios específicos para crianças.” Duas turmas regulares de crianças dão suporte ao desenvolvimento do programa e que já está em fase final de formatação.

“Começar desde cedo pode evitar lesões mais sérias depois. A gente vê crianças já com problemas de postura, escolioses, pés desalinhados”, aponta a instrutora e proprietária de estúdio de Pilates em Belo Horizonte, Maria Luíza Cardoso, que participou de workshop de Pilates para crianças, em Salvador, na Physio Pilates. Ela lembra que os maus hábitos começam cedo, seja pelas mochilas pesadas, as horas seguidas em frente ao computador ou TV, a postura nas carteiras escolares. Luíza acredita que, através da diversão e do entretenimento, é possível passar os princípios do Pilates para as crianças, com muitos benefícios. “Aprende-se a lidar com o corpo de maneira mais natural, perceber o que acontece, apropriar-se dele”, enfatiza.

Segurança, baixo custo, hábitos saudáveis

Nos Estados Unidos, crianças estão sendo levadas aos consultórios médicos em razão de diabetes tipo 2 e pressão alta. E a incidência de obesidade entre crianças dobrou, nos últimos 20 anos. Entre os motivos, lanches inadequados oferecidos pelas próprias escolas ao estilo dos fast-foods, e o excesso de guloseimas, tudo muito rico em calorias. Soma-se aí, a redução do tempo de Educação Física na grade escolar, em função de processos judiciais, movidos por acidentes com crianças nas aulas.

E foi tal quadro assustador que motivou a criação do Pilates nas Escolas. “A intenção é poder oferecer um programa seguro, de baixo custo e que cria hábitos saudáveis para as crianças, na escola e na vida”, explica Sherri Betz, diretora da Pilates Method Alliance (PMA), com sede em Miami, instituição promotora do projeto e que cuida de garantia à certificação e qualidade de Pilates. Leia mais aqui

16/09/2007 - 11:18h A reinvenção do Pilates


Pilates em aparelhos, com faixas elásticas, com bolas e na piscina. A ginástica criada a partir de exercícios usados na Grécia Antiga, na ioga e nas artes marciais ganhou novas formas de treinamento e está atraindo um número cada vez maior de adeptos. Mas antes de escolher um dos estilos dessa atividade, é preciso saber qual é o mais indicado para cada caso.

A professora Teresa Camarão diz que não importa em que ambiente a técnica é realizada ou quais são os acessórios usados no treinamento, mas sim a aplicação correta dos princípios da ginástica, desenvolvida pelo alemão Joseph Pilates, no início do século passado.

— No pilates trabalhamos principalmente a correção postural, a respiração e a contração abddominal. Se um professor não exige isso do seu aluno, não é pilates. Também desconfie de salas de aulas lotadas.

É muito difícil para um professor ensinar bem o método e acompanhar mais de quatro alunos simultaneamente. Além de o exercício não trazer benefícios, o risco de lesões aumenta. A atividade deve ser praticada individualmente ou em pequenos grupos — afirma a professora, diretora da rede de estúdios Teresa Camarão e uma das precursoras do método pilates no Rio.

Luiza Diniz, professora de pilates com bolas e no solo (o Mat Pilates), concorda com Teresa e acrescenta que essa ginástica, quando realizada corretamente, é um exercício completo.

— O pilates aumenta a força, melhora o equilíbrio muscular, a coordenação motora e a flexibilidade, além de estimular a consciência corporal e trabalhar a respiração. Alivia o estresse e aumenta a autoestima.

É a ginástica ideal para pessoas que buscam bem-estar ou vivem com problemas posturais — diz Luiza, que dá aulas de pilates com bolas na academia Pró-Forma.Na técnica com a bola suíça um dos objetivos dos movimentos é a correção postural.

— Essa modalidade é mais indicada para pessoas que sofrem de problemas posturais, que desejam aumentar a capacidade de concentração, relaxar, melhorar a respiração e a resistência muscular. É uma boa maneira de treinar intensamente os músculos abdominais e posturais, fortalecendo o tronco sem prejudicar o corpo — afirma.

Já o professor Junior Carvalho, do The Pilates Studio Ipanema, lembra que cada pessoa tem suas próprias limitações. Daí a importância de o aluno ter um acompanhamento personalizado. No solo, por exemplo, o esforço físico é muito maior. Para idosos ou indivíduos com problemas articulares, ele recomenda o roteiro chamado de préPilates. O objetivo é preparar os músculos para o treino mais forte: — Os exercícios de pilates servem para qualquer pessoa, sedentário ou atleta. E a adaptação do aluno deve ser feita aos poucos.

Atividade é benéfica para gestantes

Dependendo do nível em que o pilates é praticado, ele é bom até para o condicionamento cardiovascular.

— Em alguns exercícios é possível queimar quase 500 kcal (quilocalorias). Porém é preciso ter cuidado na hora de escolher o método e o profissional.

Caso contrário, em vez de organizar o seu corpo, seus problemas podem piorar — alerta Junior.

Regina Dantas Villela, de 44 anos, pratica pilates há quatro anos e acha que essa ginástica faz “milagres” para o corpo.

— Além de trabalhar todos os grupos musculares, seca o abdômen.

Os movimentos nos exercícios intermediários e avançados exigem muito, mas o esforço vale a pena — conta Regina.

No caso de pessoas que sofrem de problemas posturais, ela acha que o pilates é a melhor alternativa: — Meu marido, de 59 anos, era encurtado, mal conseguia tocar os pés com as mãos. Depois que começou a praticar pilates sua qualidade de vida melhorou muito.

Até mesmo gestantes podem praticar pilates, desde que liberadas pelo médico. Se não praticavam antes de engravidar, podem começar após o terceiro mês, respeitando seus limites. No final da gestação, os exercícios devem ser mais direcionados para o alongamento.

— Elas podem fazer o pilates com bolas. Um dos benefícios para a gestante é o reforço da musculatura pélvica, prevenindo dores lombares. O momento de parar depende de cada mulher, mas a ginástica pode ser praticada até o último mês, se não houver desconforto para a gestante — diz a professora Luiza.

Outra vantagem é que o pilates não exclui outras atividades físicas.

Apesar de ser um treinamento de força, não atrapalha a musculação ou spinning.— O ideal é fazer pilates e musculação em dias alternados. O pilates deixa o corpo mais forte, mas não hipertrofiado — diz Teresa.

Se a idéia for ganhar muita massa muscular, é melhor passar longe das salas e dos aparelhos de pilates: — Essa é a única contra-indicação — diz Junior Carvalho.

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