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	<title>Blog do Favre &#187; Pitta</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Kassab encerra 1º mandato com 56% de aprovação, segundo Datafolha</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 11:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[ Resultado é só 1 ponto percentual abaixo do de Maluf, o melhor já registrado por um prefeito ao deixar o governo, diz Datafolha
O prefeito com pior avaliação ao deixar administração foi, segundo o Datafolha, Celso Pitta, com 81% de reprovação  
 Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem

O prefeito Gilberto Kassab posa para fotos no viaduto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"></font> <strong>Resultado é só 1 ponto percentual abaixo do de Maluf, o melhor já registrado por um prefeito ao deixar o governo, diz Datafolha</strong></p>
<p><strong>O prefeito com pior avaliação ao deixar administração foi, segundo o Datafolha, Celso Pitta, com 81% de reprovação  </strong></p>
<div align="center"> <font size="1"><em>Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/c0612200801.jpg" border="0" /><br />
</em><em>O prefeito Gilberto Kassab posa para fotos no viaduto do Chá<br />
</em></font></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP</strong></p>
<p><font size="-1"> DA REPORTAGEM LOCAL </font></p>
<p>Um mês após a reeleição para  prefeito de São Paulo, a aprovação à gestão de Gilberto Kassab  (DEM) atinge 56% na última  pesquisa Datafolha do ano.<br />
É um índice positivo, pois representa uma estabilidade em  relação ao que ele vinha apresentando na campanha eleitoral, mas fica um ponto percentual abaixo do melhor índice  registrado por um prefeito ao  deixar o governo: Paulo Maluf  (PP), em 1996.<br />
Para o Datafolha, a aprovação de ambos está em empate  técnico, mas Kassab tem maior  rejeição (17% contra 11% de  Maluf), o que desempata o jogo  em favor do ex-prefeito.<br />
Maluf disputou a prefeitura e foi o quarto colocado na eleição, com 6% dos votos. Já Kassab tornou-se o primeiro prefeito reeleito da história da cidade, com 34% no primeiro turno e 61% no segundo.<br />
O Datafolha completa 25  anos em 2008 e mede a avaliação dos governos municipais  desde a volta da eleição direta  para prefeito da capital, em  1985. O primeiro avaliado foi  Jânio Quadros, prefeito de  1986 a 1988, que deixou o governo com 30% de aprovação.<br />
O pior prefeito desse período, segundo o Datafolha, foi  Celso Pitta, que deixou o governo em 2000 com 81% de reprovação e aprovação de apenas  4% dos eleitores.</p>
<p><strong>Estabilidade</strong><br />
A avaliação da gestão Kassab  se estabilizou no mesmo patamar do segundo turno da campanha eleitoral. O prefeito fechou a eleição com 59% de  aprovação à sua gestão e 15% de  rejeição. Chegou agora a 56% e  17%, respectivamente.<br />
Nos dois casos, há uma variação dentro da margem de erro  de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O levantamento foi feito entre os dias  25 e 28 de novembro com 1.103  eleitores da capital.<br />
Kassab tinha 49% de aprovação na semana que antecedeu o  primeiro turno, no qual ele surpreendeu e apareceu na frente  da então favorita Marta Suplicy  (PT). Começou o segundo turno com 61% de ótimo ou bom, o  maior índice registrado em todo o seu governo, e registrou  59% nas duas outras pesquisas  anteriores à eleição.<br />
A nota média do governo  também apresenta estabilidade. Kassab tinha nota 6,6 logo  após o primeiro turno, manteve a nota na pesquisa seguinte e  fechou a campanha com 6,5.  Agora, chega a 6,4.<br />
Doze por cento dos entrevistados deram nota dez ao prefeito e 8% disseram que ele merece nota zero.<br />
Para Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, o resultado  é positivo para Kassab. Segundo ele, terminada a campanha  há uma tendência natural de  que o prefeito tenha queda em  sua avaliação devido ao fim da  exposição de mídia. Com Kassab não foi assim.<br />
&#8220;Kassab foi o grande personagem da eleição. Ele tinha o  maior tempo de TV e muita mídia. É comum a avaliação dos  prefeitos caírem depois da eleição, mas Kassab conseguiu  manter, o que é positivo para  ele&#8221;, afirmou Paulino.</p>
<p><strong>Mulheres</strong><br />
A estabilidade, no entanto,  não vale para todas as camadas  sociais. A reprovação do governo subiu seis pontos percentuais entre as mulheres (de 13%  para 19%) e dez pontos na faixa  etária de 35 a 44 anos (passou  de 14% para 24%), para citar  apenas dois exemplos.<br />
A aprovação também caiu em  algumas áreas, como entre os  eleitores de nível superior (cinco pontos percentuais, de 68%  para 63%) e aqueles com renda  de 5 a 10 salários mínimos (dez  pontos, de 65% para 55%).</p>
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		<title>Fim de festa</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 15:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Gestão Maluf-Pitta tem de devolver R$ 160 mi para Prefeitura
Decisão do STJ mantém a condenação de gestores públicos, CBPO, Odebrecht e Cliba por irregularidades
Eduardo Reina, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAUILO &#8211; O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em última instância, mantém a decisão do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo de condenar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"><strong>Gestão Maluf-Pitta tem de devolver R$ 160 mi para Prefeitura</strong></font></p>
<p>Decisão do STJ mantém a condenação de gestores públicos, CBPO, Odebrecht e Cliba por irregularidades</p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Eduardo Reina, de O Estado de S.Paulo</strong></p>
<p>SÃO PAUILO &#8211; O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em última instância, mantém a decisão do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo de condenar as empresas CBPO, Odebrecht e Cliba, ex-diretores do Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb) e um ex-secretário municipal a devolverem cerca de R$ 160 milhões aos cofres de São Paulo por irregularidades nos contratos de limpeza pública nas gestões de Paulo Maluf e Celso Pitta. O dinheiro é referente ao prejuízo causado com a antecipação das datas de pagamento e dos reajustes do contrato, assinado em 1995.</p>
<p>As três empresas foram multadas e ficam proibidas de firmar contratos com o poder público por cinco anos. Além das contratadas, o ex-secretário municipal de Serviços Alfredo Mário Savelli, os ex-diretores do Limpurb José Reis da Silva, Paulo Gomes Machado, Carlos Alberto Venturelli e o diretor interino na época Afonso Celso Teixeira de Moraes foram citados na sentença.</p>
<p>A decisão da Justiça, apesar de ter sido assinada em agosto, ainda não foi publicada no Diário Oficial, percurso necessário para valer. A publicação é prevista para as próximas semanas, segundo o STJ. As irregularidades cometidas durante o contrato caracterizam improbidade administrativa, pois, segundo ação do Ministério Público Estadual, desrespeitou a Lei de Licitações Públicas, que limita o valor dos aditamentos em 25% do contrato original. Os réus são acusados de enriquecimento.</p>
<p>O contrato foi assinado em abril de 1995, na gestão Maluf, com valor de R$ 82 milhões. Seis meses depois, o primeiro reajuste o elevou para R$ 101 milhões. Na gestão Pitta, outros 14 aditamentos foram efetuados, subindo o valor para R$ 162 milhões, diferença de quase 100% do custo original.</p>
<p>O TJ aceitou a denúncia em 1999 e considerou que os aumentos eram irregulares e que houve improbidade administrativa dos ex-diretores da Prefeitura. Os aditivos estavam em total desconformidade com o edital, extrapolando o limite da Lei de Licitações. Os acusados recorreram e perderam.</p>
<p>No STJ, a ministra Eliana Calmon negou todos os recursos. Ela observou que as empresas foram contempladas com série de benefícios, como pagamentos antecipados, feitos a cada dez dias, em vez de mensais. Para a ministra, tudo isso provocou uma série de transtornos para a administração pública.</p>
<p>No mesmo tribunal e no TJ tramitam ainda outros seis processos idênticos, envolvendo outras empresas que prestaram serviço de varrição de ruas e coleta de lixo na capital. Apesar das condenações, as empresas continuaram a celebrar contratos com o poder público amparadas por uma liminar obtida em Brasília.</p>
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		<title>A força da verdade</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 13:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Kassab agredindo munícipe: DNA do truculento PFL

Até uma semana atrás, a campanha de Kassab pretendia que o prefeito-candidato constituía uma espécie de &#8220;aparição divina&#8221;. Sem passado e sem partido, sua força eleitoral se explicaria pelas suas &#8220;realizações&#8221;, que todos desconheciam até começar a propaganda eleitoral.
No debate na Record, assim como na campanha deste segundo turno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/a-forca-da-verdade/8037/" rel="attachment wp-att-8037" title="kassab_vagabundo2.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/kassab_vagabundo2.jpg" alt="kassab_vagabundo2.jpg" /></div>
<p></a></p>
<div align="center"><em>Kassab agredindo munícipe: DNA do truculento PFL<br />
</em></div>
<p>Até uma semana atrás, a campanha de Kassab pretendia que o prefeito-candidato constituía uma espécie de &#8220;aparição divina&#8221;. Sem passado e sem partido, sua força eleitoral se explicaria pelas suas &#8220;realizações&#8221;, que todos desconheciam até começar a propaganda eleitoral.</p>
<p>No debate na Record, assim como na campanha deste segundo turno, as &#8220;realizações&#8221; ficaram cada vez mais reduzidas às do próprio marqueteiro da propaganda eleitoral, do mesmo que redigiu o papel com a &#8220;realizações&#8221; para Kassab ler frente as câmeras da Record.</p>
<p>Por isso agora, para evitar que a população descubra que &#8220;o rei está nu&#8221;, ressurgiu com força na boca de Kassab os mesmos argumentos do PFL e dos tucanos utilizados quando tentaram derrubar o presidente Lula, o famoso &#8220;mensalão&#8221; (aquele sistema criado pelos tucanos de Minas Gerais, com dinheiro não declarado a justiça eleitoral).</p>
<p>Justamente o ativo agente do &#8220;reage Pitta&#8221;, o candidato do partido da &#8220;Máfia dos Fiscais&#8221; (Máfia na época de Pitta e também agora) e dos que querem &#8220;acabar com a raça do PT por 30 anos&#8221;; emerge agora como manipulador udenista procurando esconder sua própria trajetória.</p>
<p>O problema é que os eleitores começam a querer entender porque demoraria 4 anos para fazer uma licitação para um corredor e durante esses 4 anos nenhum corredor foi construído? Será que é pelo mensalão?</p>
<p>O eleitor, mesmo com poucos estudos, acaba se perguntando: se Kassab consegue construir e entregar um CEU em 4 meses como prometeu para ocultar que o CEU Formosa é só um terreno, porque não construiu os 25 CEU&#8217;s previstos e já licitados pela Marta em 2004? 4 anos para construir CEU&#8217;s, onde 4 meses são suficientes e ele só entregou 14?</p>
<p>Até a questão das escolas de lata deixa o eleitor em dúvida. Se Kassab fosse sincero quando diz que era inadmissível tolerar essas escolas, porque as construiu junto com Pitta e nunca diz nada até a campanha eleitoral de 2004? Porque nada diz sobre as mesmas escolas de lata estaduais que até hoje infernizam a vida dos alunos e que Kassab recriminou ao Alckmin no primeiro turno?</p>
<p>Nos debates da Band e da Record, emergiu com força o Kassab da propaganda e a Marta do engajamento em favor da população mais pobre.</p>
<p>Nada foi mais esclarecedor, por exemplo, sobre a realidade da saúde de Kassab que a afirmação da Marta sobre os problemas encontrados para ser atendido e marcar consulta no Hospital Cidade Tiradentes. Hospital planejado, licitado e construído a 60% por Marta e que a propaganda dá como modelo de Kassab para os desavisados eleitores das outras regiões. O voto da Marta em Cidade Tiradentes, mais de 60%, e o do Kassab, menos de 20%, mostra o peso da verdade para os que a conhecem, na escolha eleitoral.</p>
<p>Por isso a questão do pedágio urbano ganhou relevância. O estelionato eleitoral, ocultando a permanente tentativa de aprovar esse pedágio, ficou a nu nos debates. As promessas de Kassab, afirmando ser contra o pedágio só funcionariam se os cidadão conhecessem bem quem ele é e tivessem confiança na sua palavra. Foi por isso que a promessa, mesmo enganosa, escrita e assinada por Serra que cumpriria integramente seu mandato, funcionou. Mas ninguém sabe quem é Kassab. Ninguém o conhece e o que ele mostra é, em grande parte, fantasia e maquiagem. Será que a enganação vai de novo funcionar, como funcionou com o compromisso assinado pelo Serra? LF</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cart_serra.jpg" title="cart_serra.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cart_serra.jpg" title="cart_serra.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/cart_serra.jpg" alt="cart_serra.jpg" /></a></div>
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		<title>Vamos ao que interessa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 12:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TENDÊNCIAS/ DEBATES 
FOLHA SP
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br
Vamos ao que interessa  
RUI FALCÃO



 As contas de Marta, nos quatro anos de governo, foram aprovadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="+1" color="#000080">TENDÊNCIAS/ DEBATES </font></strong></p>
<p><strong></strong><strong><font size="+1" color="#000080">FOLHA SP</font></strong></p>
<p><font size="-1">Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. <a href="mailto:debates@uol.com.br"><strong>debates@uol.com.br</strong></a></font></p>
<p><font size="5"><strong>Vamos ao que interessa  </strong></font></p>
<p><strong>RUI FALCÃO</strong></p>
<table width="466" height="100">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>As contas de Marta, nos quatro anos de governo, foram aprovadas tanto pelo TCM quanto pela Câmara Municipal. Ponto final</em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>MAL COMEÇOU o segundo  turno e vimos o ex-prefeito  Celso Pitta sair das catacumbas para vir em socorro de seu ex-secretário de Planejamento, Gilberto  Kassab, em artigo publicado neste espaço (&#8221;Pingos nos is&#8230;&#8221;, 13/10).</p>
<p>De todo, serviu para reafirmar que empregou Kassab. Esse mesmo que, na propaganda, se diz arrependido de servir ao Pitta quando este ainda não caíra em desgraça. Andavam juntos -e não há como negar. Tanto é verdade que Kassab, do PFL, liderou o movimento &#8220;Reage Pitta&#8221; contra o impeachment saneador. Quebraram São Paulo -e não há como negar. Entretanto, cabem alguns esclarecimentos ao texto do ex-prefeito. Vamos a eles.</p>
<p>Kassab, Pitta e o padrinho de ambos, Maluf, representaram e representam retrocesso e prejuízos. Com  Maluf e Pitta, a dívida da prefeitura  foi de R$ 4,69 bilhões para R$ 21,56  bilhões ao término de 2000. Na gestão Maluf, a dívida aumentou 169%;  na de Pitta, 70%. Corriam os anos da  &#8220;era&#8221; FHC: desemprego, crise.</p>
<p>Quando Marta Suplicy assumiu a  prefeitura, Pitta e FHC legaram-lhe  uma dívida de longo prazo de R$ 21,56  bilhões, compromissada durante 30  anos e cujo pagamento onerava 13%  das receitas líquidas mensais do município. No período 2001-2004, o pagamento dessa dívida significou a  perda de cerca de R$ 1,2 bilhão/ano  -quase R$ 5 bilhões em quatro anos.  Pitta ainda deixou dívidas de curto  prazo no valor de R$ 1 bilhão. Todas  renegociadas e pagas na gestão Marta.</p>
<p>Esclarecido o passado mais remoto,  vamos ao mais recente. Kassab herdou de José Serra a prefeitura. Conforme reconhecido pelo Tribunal de  Contas do Município, a partir do parecer do conselheiro Eurípedes Sales,  relator do processo, a administração  Marta Suplicy fez uma transição  cumprindo as exigências da Lei de  Responsabilidade Fiscal e da Lei de  Diretrizes Orçamentárias para 2004.</p>
<p>A disponibilidade financeira da  prefeitura, em 31/12/04, era de R$  358,6 milhões. Os restos a pagar, com  vencimento em 2004, para os quais a  administração devia deixar recursos  disponíveis, totalizaram R$ 267,6 milhões. Portanto, um superávit de mais  de R$ 91 milhões. As contas de Marta,  nos quatro anos de governo, foram  aprovadas tanto pelo TCM quanto  pela Câmara Municipal. Ponto final.</p>
<p>Marketing político foi o que os paulistanos viram no início do atual governo. Encenaram um espetáculo às  conveniências da coligação demo-tucana. Fornecedores eram apresentados em condições vexatórias e se dizia  que &#8220;levavam calote da Marta&#8221;.</p>
<p>Na verdade, enquanto os flashes espocavam sobre o suposto caos e desvario petistas, um mês após a posse, a  administração demo-tucana contava  com um excedente de caixa de mais  de R$ 1,1 bilhão -dinheiro que poderia ter sido usado, pelo bom princípio  da continuidade administrativa, para  pagar os fornecedores, mas que foi  &#8220;destinado&#8221; a aplicações financeiras.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2005, o  superávit já passava de R$ 2 bilhões, e  90% foram &#8220;destinados aos bancos&#8221;.  No final de 2007, o excedente de caixa  já chegava perto dos R$ 5,2 bilhões, e  as aplicações financeiras giravam em  torno de R$ 4 bilhões. Balancetes,  normalmente, não mentem.</p>
<p>É bom deixar claro que, se hoje há mais dinheiro nos cofres da prefeitura, temos de agradecer às políticas do presidente Lula, que geraram crescimento econômico, ampliação do emprego, retomada das atividades empresariais, incremento do consumo das famílias e verbas federais para a cidade, que faltaram nos anos FHC. Fato inconteste, houve expressivo crescimento das receitas tributárias em todos os municípios brasileiros.</p>
<p>Feitos os esclarecimentos, vamos  ao que hoje interessa discutir. Os recursos da prefeitura não podem ficar  aplicados no banco enquanto faltam  médicos, professores, hospitais, escolas, moradia e tantos outros serviços  para a população. Temos uma gestão  ultrapassada, sem planejamento, que  deixa o caos tomar conta do trânsito e  do transporte público.</p>
<p>São Paulo tem agora a oportunidade de eleger um governo comprometido com a democracia, com as maiorias sociais, com a descentralização, com a transparência e com a utilização criteriosa dos recursos públicos. Quem se recorda do governo Pitta não deve reincidir no erro. Nesta eleição, São Paulo tem a chance de avançar, inovar, acompanhar o ritmo do Brasil do governo Lula. Isso é o que está em jogo. Isso é o que interessa.<br />
<strong><br />
FOLHA SP &#8211; 20/10/2008</strong></p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><font size="-1"><strong>RUI FALCÃO</strong>, advogado e jornalista, é deputado estadual  pelo PT e atua na coordenação da campanha de Marta Suplicy. Foi deputado federal, presidente do PT e secretário  municipal de Governo de São Paulo (gestão Marta).</font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nota à imprensa</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 20:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha de Marta repudia veementemente as insinuações que alguns veículos têm feito a respeito do comercial levado ao ar no domingo (13/10). A equipe de marketing, ao perguntar sobre o estado civil do candidato Gilberto Kassab, em meio a uma série de outros questionamentos, apenas defendeu o legítimo direito do eleitor conhecer,  em todos os aspectos possíveis, a história de quem se apresenta para governar a maior cidade do país. </p>
<p>O candidato Gilberto Kassab dedica-se, em sua campanha, a esconder sua trajetória e companhias, seus compromissos e lealdades, vendendo gato por lebre ao eleitor. Esconde sua condição de filhote do malufismo, de braço direito do ex-prefeito Celso Pitta, de integrante do partido mais conservador do país. Esforça-se para iludir os paulistanos com promessas falsas jogando para debaixo do tapete seus próprios atos como governante. Esses são os fatos que a candidata Marta desmascarou no último debate. Esses são os objetivos fundamentais que motivaram a peça publicitária ontem veiculada. </p>
<p>As insinuações absurdas e cínicas sobre invasão de privacidade do outro candidato são inaceitáveis. Basta lembrarmos da história de Marta, protagonista das principais lutas em defesa dos direitos da mulher e das liberdades individuais. Mais ainda: ela foi vítima constante do preconceito e da intriga, patrocinados ironicamente pelos mesmos setores que hoje apóiam Kassab. </p>
<p>Não haverá manobra ou invencionice que nos impeça de continuar comparando projetos e trajetórias, desmascarando os truques de marketing que tentam impedir o povo paulistano de conhecer o verdadeiro Gilberto Kassab. Esse é, repetimos um direito inalienável dos eleitores. </p>
<p><strong>Carlos Zarattini<br />
Coordenador-geral</strong></p>
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		<title>O voto paulistano de Piraporinha a Santana</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 12:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristiane Agostine e Caio Junqueira, VALOR
Entre as senhoras de Santana e os jovens de Piraporinha localizam-se os extremos do eleitorado paulistano que surpreendeu neste domingo ao conferir ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), já no primeiro turno, uma votação superior ao da ex-prefeita Marta Suplicy.
Reduto paulistano do moralismo que, na ditadura, clamou por censura, Santana foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99"><strong>Cristiane Agostine e Caio Junqueira, VALOR</strong></p>
<p>Entre as senhoras de Santana e os jovens de Piraporinha localizam-se os extremos do eleitorado paulistano que surpreendeu neste domingo ao conferir ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), já no primeiro turno, uma votação superior ao da ex-prefeita Marta Suplicy.</p>
<p>Reduto paulistano do moralismo que, na ditadura, clamou por censura, Santana foi uma das zonas eleitorais em que Marta mais perdeu votos. Em sua eleição como prefeita, em 2000, teve 34,6% dos votos lá. Na tentativa de reeleição, em 2004, 25,9%. Este ano, sua votação reduziu-se para 12,1%.</p>
<p>Piraporinha deu à petista o maior ganho de votos, proporcionalmente, em relação às últimas eleições: teve 43,1% em 2000, 52% em 2004 e 59,5% neste ano. Configurou-se, assim, como um dos poucos bastiões do município que resistiram ao avanço kassabista.</p>
<p>O Valor passou um dia em cada uma dessas regiões para tentar desvendar as razões desses comportamentos opostos. Em Piraporinha, a população predominantemente carente acha que Kassab apenas deu continuidade às iniciativas administrativas tomadas por Marta, que o precedeu no cargo. Até uma espécie de tribunal popular foi montado no local para julgar o atual prefeito, condenando-o por negligência e falta de investimentos no bairro nas áreas de educação, cultura e esporte.</p>
<p>Em Santana a situação é inversa e o anti-petismo é um sentimento alastrado entre as pessoas, em sua maioria integrante da classe média paulistana. A defesa da tradição, da família e da propriedade fundamentam os argumentos contrários a Marta Suplicy em um bairro com forte apelo de católicos conservadores, onde o vereador Gabriel Chalita (PSDB) colheu uma de suas mais expressivas votações</p>
<p><font size="5"><strong>Em Piraporinha, corredores de ônibus, bilhete único e CEUs movem eleitor </strong></font></p>
<p>Em uma travessa da estrada do M&#8217;Boi Mirim, uma das principais ruas de Piraporinha, na zona sul de São Paulo, Romualdo José da Silva, de 48 anos, protege-se em um pequeno salão de cabeleireiros da garoa que caía na manhã de quarta-feira. É só perguntar para ele para quem foi o seu voto e ele logo fala que é PT de coração. As ações do governo da ex-prefeita Marta Suplicy são enumeradas por ele como em uma propaganda política: Centros Educacionais Unificados (CEUs), corredores de ônibus, bilhete único, material escolar e uniforme. &#8220;Marta ajudou muito a população mais pobre e ninguém pensava em fazer isso&#8221;, resume.</p>
<p align="center"><em><font size="1">Marisa Cauduro/Valor<br />
</font></em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/o-voto-paulistano-de-piraporinha-a-santana/7902/" rel="attachment wp-att-7902" title="piraporinha.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/piraporinha.jpg" alt="piraporinha.jpg" /></a><br />
<em><font size="2">Antonio Jefferson: &#8220;Kassab é o prefeito dos ricos. Só veio para terminar as coisas da prefeita&#8221;</font></em></p>
<p>Perto de lá estão dois CEUs, entregues pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), semelhantes aos da gestão da ex-prefeita. Está também o Hospital do M&#8217; Boi Mirim, projeto de Marta, que foi entregue pelo prefeito e as Amas, unidades de saúde, bandeiras da atual gestão. O investimento de Kassab no bairro não parece ter tido efeito sobre Romualdo. &#8220;Kassab fez muito, mas ele só deu continuidade às obras de Marta. Os projeto são dela e ninguém nunca vai tirar.&#8221;</p>
<p>Pedro Viano do Santo, de 52, pai de 11 filhos, interrompe a conversa: &#8220;Acho Kassab mais corajoso. Ele está há pouco tempo e já limpou a cidade&#8221;, disse, referindo-se ao Cidade Limpa . Pedro votou em Kassab no primeiro turno, por recomendação de sua igreja evangélica. Apesar dos elogios, diz que agora vai de Marta: &#8220;O pessoal da igreja fechou com ele e eu votei também. Mas agora o voto é meu, não adianta e vou de Marta.&#8221;</p>
<p>Piraporinha, onde mora Romualdo, é a zona eleitoral onde Marta mais ganhou votos, proporcionalmente, em relação à eleição de 2004. Neste ano, ela teve 59,5% dos votos e Kassab, 20,97%. Quatro anos atrás, teve 52% e José Serra (PSDB), 32,17% . Na zona eleitoral, que corresponde ao Jardim Ângela e Jardim São Luis, o PT sempre foi forte.</p>
<p>No CEU Guarapiranga, entregue por Kassab, Romildo Merces de Jesus, de 28 anos, deixa a filha de quatro anos enquanto comenta: &#8220;Isso aqui é coisa da Marta. &#8221; Ele diz não gostar de Kassab porque a prefeitura o fez sair da favela onde vivia. &#8220;Me falaram: vai para o albergue ou para a rua. Não é assim que se trata.&#8221;</p>
<p>&#8220;Kassab é o prefeito dos ricos, está muito longe de se preocupar com os pobres&#8221;, opina Antonio Jefferson, de 21 anos, sobre o crescimento do PT no bairro. &#8220;Ele se preocupou mais com a imagem da cidade, em diminuir a poluição visual, do que com o povo. Do que adianta ter a cidade limpa se o povo está triste, sem saúde?&#8221;. Funcionário de supermercado, lembra que participou de manifestações para que a prefeitura construísse o hospital M&#8217; Boi Mirim, ainda na gestão Marta. &#8220;O povo viu quem lutou por isso. Foi a mesma coisa com os CEUS. Foi a Marta que lutou pelo terreno. O Kassab só veio para terminar as coisas da prefeita.&#8221;</p>
<p>Os moradores de Piraporinha também se organizaram para pedir investimentos na região. A igreja e movimentos sociais fizeram dois tribunais populares para &#8220;julgar&#8221; a prefeitura e no último prepararam uma ação civil pública contra o governo por falta de investimentos em educação, cultura e esporte. O tribunal foi organizado pelo Fórum de Defesa da Vida, que reúne 250 entidades e representantes do Ministério Público. &#8220;A ausência do poder público é marcante aqui&#8221;, diz Lea Maria Chaves, integrante do fórum.</p>
<p>O Jardim Angela, que compõe Piraporinha, já foi considerada a área mais violenta do mundo pela ONU. Ainda hoje é classificada como uma das regiões onde os direitos humanos são menos respeitados. Cerca de 30% da população vivem em mais de 270 favelas. &#8220;Acredito que o partido PT é mais sensível ao social&#8221;, diz Lea Maria, apesar de reclamar de dificuldades para trabalhar com o governo de Marta. &#8220;Voto no PT, mas acho que lidar com Kassab é mais fácil.&#8221;</p>
<p>Nas ruas da região, a campanha petista predomina, mas as ações de Kassab no reduto petista reverteram-se em alguns votos. No CEU Vila do Sol, Maria Rosangela, 27 anos, dona de casa, diz ter mudado o voto depois do CEU, onde estuda sua filha. &#8220;Em 2004 votei na Marta, mas agora foi Kassab. Vamos ver se ele continua fazendo benfeitorias para cá.&#8221; No hospital M&#8217;Boi Mirim, Moacir Edson Costa, de 37 anos, trabalhador autônomo, comenta que &#8220;Marta foi boa&#8221; e que em 2004 votou nela. &#8220;Voto no Kassab para ele continuar o que está fazendo.&#8221;</p>
<p>A comerciante Ivone França, de 63 anos, afirma que votou em Kassab &#8220;por opção na hora.&#8221; Ela reclama que a ex-prefeita preocupou-se muito com os mais carentes. &#8220;Marta fez muita escola na periferia. Isso ajuda e atrapalha. Para quem tem lojinha de material escolar, como eu, foi ruim. Não vendo quase nada depois que a prefeitura passou a dar material escolar.&#8221; Sua irmã, Lucia Aparecida, de 53 anos, também escolheu o prefeito. Ela também reclama dos projetos de transferência de renda. &#8220;Tem muita gente carente que recebe essas bolsas, mas não precisa. Aqui falam que Marta vai dobrar asbolsas só pra votarem nela.&#8221;</p>
<p>Dona de um bar, reclama das taxas do lixo e da iluminação criadas na gestão Marta e não se conforma com um comentário sobre o caos aéreo de Marta, feito quando a petista era ministra do Turismo. &#8220;Eu até gravei da televisão ela falando o &#8216;relaxa e goza&#8217;. Queria mostrar para a minha filha, para não votar na Marta&#8221;. Do Jardim Angela, onde a comerciante mora com a família, o trajeto de ônibus até o centro a viagem dura mais de duas horas. Sua filha tem de fazê-lo de segunda a sexta. &#8220;Todo mundo tem carro, não podemos culpar o Kassab pelo trânsito. Acho que tem de fazer rodízio de dois dias. Pode por mais ônibus que for, se não tiver rodízio de dois dias, vai continuar do jeito que está.&#8221; (CA)</p>
<p><strong><font size="5">Em Santana, tradição religiosa, culto à família e aversão a taxas definem escolha</font></strong></p>
<p>Nem a presença da Paróquia de São José Operário, Patrono dos Trabalhadores, é capaz de levar os eleitores do bairro de Santana a votar na candidata à prefeita de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores, Marta Suplicy. É neste bairro da classe média e alta paulistana, o primeiro ao norte do rio Tietê, que ela assiste , eleição após eleição, sua votação despencar. De 2000 a 2004, caiu 25%. Neste ano, 53%.</p>
<div align="center"><em><font size="1">Leonardo Rodrigues/Valor</font></em><br />
<a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/o-voto-paulistano-de-piraporinha-a-santana/7904/" rel="attachment wp-att-7904" title="santana.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/santana.jpg" alt="santana.jpg" /></a><br />
<font size="2"><em>Ariane Leonardi: &#8220;A família dela é muito desregrada. Político tem que ter regra. O que ela proporciona à minha família?&#8221;</em></font></div>
<p>Encontrar um eleitor petista nas tortuosas ruas deste bairro é tarefa árdua. Na melhor das hipóteses, o que se vê são ex-petistas (arrependidos) que, quando optaram pelo 13 nas urnas, o destinatário foi o presidente Lula. Bem antes de ele tentar ser presidente. &#8220;Só votei no Lula em 1986 porque eu trabalhava com metalúrgica. Depois nunca mais. Trabalhei com a Erundina. Para consertar um banheiro eles faziam reunião. Se Moisés fosse petista ainda estava no Egito consultando as bases pra ver se fugiam do Egito&#8221;, diz Ruth Guiness, 63, dona-de-casa, caminhando por uma das feiras livres do bairro na fria manhã de anteontem.</p>
<p>As opiniões expressadas, em geral, trazem consigo uma anedota, um termo pejorativo &#8211; como a referência à gestão Lula a um &#8220;governo de bebum&#8221; e a ojeriza a ele por uma &#8220;questão de pele&#8221;- e muitas referências a condutas pessoais tidas por inaceitáveis aos políticos. Mais do que ao presidente e ao partido, são esses julgamentos que embasam a maior parte das críticas a Marta, ainda que o bairro concentre o maior índice de divorciados da cidade.</p>
<p>&#8220;A família dela é muito desregrada. Político tem que ser como um juiz, tem que ter regra. O que ela proporciona para a minha família? Ligo a tevê e ela está na Parada Gay. O que tá indicando para meu filho? Para relaxar e gozar? E o filho dela? Cantor louco de rock, &#8216;zueiro&#8217;, o que proporciona de bom? Sem falar que para ser prefeita tem que ter marido&#8221;, afirma a advogada Ariane Leonardi, 32 anos. Atuante na área de direito de família para pessoas carentes, embora a bordo de um Dodge Journey da montadora Chrysler avaliado em cerca de R$ 100 mil, ela pede, no fim da conversa: &#8220;Frise a família e a sociedade. O que falta nela é o conceito de família&#8221;.</p>
<p>O discurso expõe um componente constante no bairro, a religiosidade. Desde sua fundação, a Igreja tem presença forte no local, a começar pela origem do seu nome: Santa Ana. Formado a partir da doação de uma sesmaria a Companhia de Jesus no século XVII, o crescimento veio no fim do século XIX, com a instalação de um colégio pela Irmãs de São José de Chambéry. Já no início da abertura política ainda durante o regime militar, ficaram famosas as &#8220;senhoras de Santana&#8221; que atuaram contra o despudor televisivo.</p>
<p>Hoje, a aversão ao PT e a Marta é questionada pelo padre Humberto, da Paróquia São José Operário. &#8220;A resposta para isso é uma constante busca minha. Mas acho que há um receio da classe média a aspectos religiosos, políticos e comportamentais que venham de setores progressistas da sociedade&#8221;, afirma. Ele conta também que verificou isso quando se instalou no bairro, há cinco anos, e muitas pessoas tinham aversão ao Concílio Vaticano II, documento papal que nos anos 60 modernizou e abriu a instituição para, segundo ele, &#8220;tantas realidades&#8221;.</p>
<p>Além da tradição e da família, a propriedade também permeia os argumentos contrários à petista. Bairro onde o pequeno e médio comércios compõem o visual das ruas, as taxas do lixo e da luz criadas na gestão Marta, entre 2001 e 2004, são pontos que elevam a rejeição à ex-prefeita. &#8220;Eu gostava tanto dela, votava nela, mas depois, com essas taxas não dá mais. Pesou bastante para a gente. Quando mexe no bolso fica ruim, né&#8221;, diz Ingrid, proprietária do Empório da Beleza, na avenida Alfredo Pujol, a principal do bairro.</p>
<p>Há, porém, quem estenda as críticas às questões administrativas e ao setor considerado ponto forte da candidata: educação. Presente na rede pública municipal de ensino desde os anos 80, a diretora de escola Jane Garcia, 52 anos, kassabista, teve como chefes em última instância uma seqüência de prefeitos com colorações partidárias diversas: Mário Covas, Jânio Quadros, Luiza Erundina, Paulo Maluf, Celso Pitta, Marta Suplicy, José Serra e Gilberto Kassab. E garante: o chefe atual é o maioral. &#8220;Ela fez os CEUs mas e o restante como é que fica? Estou em uma escola hoje que precisava de reformas elétricas, hidráulicas, pintura, ampliação. Só agora conseguimos. Só agora os professores são valorizados com aumentos&#8221;, diz, enquanto seu poodle Tara, protegido do frio com um vestidinho azul, descansa em seu colo. Depois da exposição técnica, cita, tal qual os outros entrevistados, os aspectos pessoais da candidata petista. &#8220;Ela é arrogante e tem toda a questão social-familiar&#8221;.</p>
<p>O anti-petismo de Santana acaba por contaminar a candidatura dos vereadores da legenda. O primeiro integrante da sigla a aparecer na lista dos mais votados é José Américo, na 33ª colocação, com 256 votos. Antes dele, predominam políticos do PSDB, DEM, PP e PTB. Quem lidera o ranking, com 3.095 votos, é o tucano Gabriel Chalita, o mais votado da capital paulista. Tendo por lema de campanha &#8220;São Paulo mais educada, sua família mais feliz&#8221;, descreve em seu site que &#8220;foi catequista, ministro da eucaristia e seminarista&#8221; e que &#8220;considera a família o alicerce da sociedade&#8221;. (CJ)</p>
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		<title>Às urnas cidadãos!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 21:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vários colunistas da Folha de São Paulo têm considerado que a grande revelação desta eleição municipal tem sido Gilberto Kassab. Baseiam-se na idéia que ter conseguido o patamar de intenção de votos que as pesquisas indicam (28%), sendo alguém quase desconhecido pouco tempo atrás, constitui uma inegável revelação.
Mas o que me parece ter sido a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vários colunistas da <strong>Folha de São Paulo</strong> têm considerado que a grande revelação desta eleição municipal tem sido Gilberto Kassab. Baseiam-se na idéia que ter conseguido o patamar de intenção de votos que as pesquisas indicam (28%), sendo alguém quase desconhecido pouco tempo atrás, constitui uma inegável revelação.</p>
<p>Mas o que me parece ter sido a grande revelação desta fase da eleição é o patamar de intenção de votos dados nas pesquisas para Geraldo Alckmin, o provável derrotado.</p>
<p>Alckmin foi &#8220;secado&#8221; financeiramente pelo governador Serra, traido pela bancada de vereadores do seu próprio partido, abandonado por seus correligionários do tucanato nacional e atacado cotidianamente pela mesma mídia que o erigiu no passado como um ótimo administrador.</p>
<p>Sistematicamente atacado pelas costas, sem dinheiro, sem apóio na mídia, sem coligações que ampliassem seu horário na TV (Serra levou os partidos a apoiar o adversário do tucano), deixado na solidão, e eis que as pesquisas dão ao Alckmin (19%) apenas 9 pontos a menos que Kassab.</p>
<p>A outra revelação, que a mídia prefere ignorar, é que Marta lidera no primeiro turno e isso após meses a fio de campanha contra ela. Campanha de seus adversários,  que somados contavam com o triplo de tempo na TV. Campanha da mídia fazendo eco permanentemente ao &#8220;relaxa e goza&#8221; ou a &#8220;martaxa&#8221;, ou a &#8220;rejeição&#8221; ou a dúvidas e mentiras sobre suas propostas. Marta emerge deste primeiro turno da eleição, não só como a primeira em todas as pesquisas (34%); mas é em relação ao governo dela e as suas principais marcas que o debate acontece e concentrará a disputa no segundo turno.</p>
<p>Os que acompanham este blog sabem que Marta sempre teve lucidez para saber que a disputa seria difícil. Na cidade de São Paulo se consolidaram dois campos fortes eleitoralmente e opostos politicamente: o campo conservador, hoje liderado pelos demo-tucanos e o campo popular, liderado por Marta, Lula e o PT com seus aliados. Esses campos estão hoje relativamente equilibrados, após anos de dominação do campo conservador.</p>
<p>Esta dominação do campo conservador permitiu a vitória de Maluf em 1992, a de Pitta em 1996, a de Serra em 2004, a de Alckmin e Serra em 2006. Em três oportunidades o campo popular conseguiu vencer, sempre graças ao apoio ou a divisão do campo conservador. Foi assim com Erundina, foi assim em 1998 com Mário Covas contra Maluf, com apoio de Marta e do PT e em 2000, com a vitória de Marta com apóio do mesmo Covas, Alckmin e o PSDB, contra Maluf. Evidentemente as fronteiras entre ambos os campos não é tão esquemática como estou simplificando aqui para ilustrar minha opinião.</p>
<p>Estamos às vésperas de um novo confronto e disputa entre ambos campos. As divisões manifestadas no campo conservador neste primeiro turno terão seu efeito, mesmo reduzido pela aparência de unidade que ostentarão no segundo turno. Ao mesmo tempo a eleição será decidida pelos eleitores que oscilam entre os campos, sem clareza para medir a distância entre os mesmos. Caberá a Marta, aos partidos, sindicatos e entidades que a apoiam; aos militantes e simpatizantes da Marta, aos seus eleitores do primeiro turno, convencer e mostrar claramente a esses eleitores hesitantes, o que representa a alternativa popular com Marta prefeita. Não vai ser no grito e sim no argumento que a vitória será obtida.</p>
<p>Essa vitória é possivel e dependerá exclusivamente do engajamento de todos.</p>
<p>Luis Favre</p>
<p>A seguir as tabelas da pesquisa <strong>Datafolha</strong> incluídos os resultados que estarão nos jornais de amanhã.</p>
<p align="center"><strong>Pesquisas Datafolha de começo de julho até hoje </strong></p>
<table style="height: 400px" width="550" align="center" border="0" cellpadding="10">
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="left"><font size="3"> Marta</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 38%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 36%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">41% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">39%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">40%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">37%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">37%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">37%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 35%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">34%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="left"><font size="3"> Alckmin</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 31%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 32%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">24% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">24% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">22%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">20%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">22%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">20%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 19%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">19%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3"> Kassab</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 13%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 11%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">14%</font><font size="4"> </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">16% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">18%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">21%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">22%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">24%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">27%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">28%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3"> Maluf</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 8%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 8%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">9% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">7% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">8%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">8%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 7%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">6%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 7%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">6%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="11" align="center"><font size="4"><strong> 2° turno</strong></font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3">Marta</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">45%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 43%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">49%</font><font size="4"> </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 46%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">45%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 44%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">42%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3">Alckmin</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 50%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 51%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">44% </font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">46%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">48%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">49%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">50%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="11" align="center"><font size="4"><strong>2° turno</strong></font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3"> Marta</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">55%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">52%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">55%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">49%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">50%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 48%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">46%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">46%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">44%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">41%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e"><font size="3"> Kassab</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">36%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">37%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">35%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">41%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">43%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4"> 44%</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">45%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">47%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">49%<br />
</font></td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center"><font size="4">50%<br />
</font></td>
</tr>
<tr>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">campo</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">3 e 4 de julho</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">23-24 julho</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">21-22 agosto</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">29 agosto</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">4-5 setembro</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">11-12 setembro</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">17-18 setembro</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">25-26 setembro</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">29-30 setembro</td>
<td style="border: 1px solid #d22d4e" align="center">2-3 outubro</td>
</tr>
</table>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p>Os resultados da última pesquisa Datafolha transpostos em voto útil (sem os brancos e nulos) dão 36% Marta; 30% Kassab; 21% Alckmin; 7% Maluf e ainda 5% Soninha.</p>
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		<title>Comparar</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/10/comparar/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 15:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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Amanhã é o primeiro turno da eleição, mas a cidade já vive um clima de polarização entre a atual administração e a candidatura da Marta.
A mídia tem insistido, apoiada nos resultados das pesquisas, sobre a boa avaliação da gestão Kassab, semelhante a boa avaliação da administração da Marta. Ficando o segundo turno favorecendo os candidatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.cidadedesaopaulo.com/touraereo/fotos/vale_anhangabau2.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://www.cidadedesaopaulo.com/touraereo/fotos/vale_anhangabau2.jpg" width="514" height="385" /></div>
<p>Amanhã é o primeiro turno da eleição, mas a cidade já vive um clima de polarização entre a atual administração e a candidatura da Marta.</p>
<p>A mídia tem insistido, apoiada nos resultados das pesquisas, sobre a boa avaliação da gestão Kassab, semelhante a boa avaliação da administração da Marta. Ficando o segundo turno favorecendo os candidatos a reeleição, por conta da boa situação que vive o país e os próprios municípios.</p>
<p>O segundo turno vai centralizar o debate e, no caso de São Paulo, permitir comparar gestões e propostas. Para os partidários da Marta, essa escolha deverá se fazer sobre a questão da liderança que São Paulo precisa. Liderança para aprofundar a luta contra a desigualdade social e para integrar e incluir no progresso as maiorias, ou serviço mínimo para contentar setores médios conservadores e sem ambição para lidar com os desáfios do século.</p>
<p>Marta assumiu uma cidade financeiramente quebrada e numa situação econômica de quase recessão. A herança combinou 8 anos de governo FHC, com 4 anos de governo Pitta &#8211; Kassab.</p>
<p>A priméira questão a destacar é que essa cidade foi quebrada por Pitta com a colaboração de Kassab e com a participação do seu partido aos quatro anos de decadência.</p>
<p>Já os demo-tucanos, e Kassab travestido deles, assumiram uma prefeitura após o governo Marta e em plena recuperação econômica do país com o presidente Lula.</p>
<p>O resultado herdado pelos que provavelmente disputarão o segundo turno é bem diferente, o que se traduz em números: Kassab teve 50% de receitas a mais que Marta para enfrentar os grandes problemas da cidade.</p>
<p>Marta teve que usar de criatividade, perseverança e inovação para reconstruir São Paulo. Ela propôs participação ao PSDB que a tinha apoiado contra Maluf, mas os tucanos preferiram por cálculo político ir para a oposição.</p>
<p>Ela propôs parcerias ao setor privado e empresarial e muitos responderam presente, o que permitiu importantes conquistas. Foi graças a parceria com o Banco Santander, por exemplo, que as crianças dos CEU&#8217;s puderam dispor de instrumentos musicais que a cidade sem dinheiro não podia comprar (instrumentos agora encostados). Foi graças a parceria com o Pão de Açúcar que a Fonte de Ibirapuera pode ser entregue a cidade para seus 450 anos, sem usar o dinheiro parco da própria prefeitura. Foi graças a contribuição da Valisere que as crianças dos CEU&#8217;s receberam de graça os maios para poder usufruir das piscinas. Foi com o dinheiro da TIM que Marta conseguiu completar a obra de Oscar Niemayer e fazer o teatro de Ibirapuera, porque sem dinheiro só assim era possível responder as necessidades de uma gestão eficiente.</p>
<p>Foi indo atrás do dinheiro do BID que Marta obteve os recursos para revitalizar o Centro que permitiu recuperar o Mercado Municipal, erradicar a Favela do Gato, renovar a Praça da Sé. Os $100 milhões de dólares permitiram tudo isso e quase 85% desse total ficou para a gestão atual, que nada fez e ainda teve que pagar multa ao BID por não ter usado o dinheiro deixado a sua disposição.</p>
<p>Foi com o mesmo espirito de inovação e criatividade que Marta criou os títulos do CEPAC, permitindo que o dinheiro privado fosse canalizado para obras nas regiões onde o dinheiro foi arrecadado, como a Ponte Estaida, os túneis e que previa a transformação das favelas em moradias dignas. As favelas ainda estão encostadas na avenida e a ponte acabou custando 50% a mais com a atual administração.</p>
<p>Com 50% de receitas a menos que a atual gestão, Marta deu uniforme e material escolar de graça, merenda digna, transporte escolar gratuito e construiu 21 CEU&#8217;s.Eliminou uma parte das escolas de lata feitas por Pitta e Kassab e deixou todas prontas para serem substituídas. Kassab não conseguiu entregar nenhuma única vez os uniformes de verão antes do inverno, reduziu o Vai e Volta e fez 13 CEU&#8217;s menores e mais caros. Ou seja com 50% de receitas a mais e CEU a menos, Kassab só gastou mais.</p>
<p>O mesmo podemos dizer sobre o transporte público onde o caos deixado por Pitta e Kassab, deu lugar a 100 km de corredores, 10 mil ônibus novos, legalização e eliminação do transporte clandestino e, finalmente, o Bilhete-Único. Com 50% de receitas a mais, Kassab fez 8 km de corredores, limitou o uso do Bilhete-Único e deixou a CET ao deus-dará.</p>
<p>O mesmo na questão da Saúde, onde reinava o PAS que Pitta e Kassab entregaram aos gafanhotos da destruição. Marta municipalizou a saúde, recuperou os equipamentos dos hospitais, contratou novamente os médicos e fez mais. Construiu 45 novas UBS e recuperou as existentes deixadas em estado deplorável. Criou 800 equipes de Saúde da família, começou a construção de dois novos hospitais e também em parceria com empresas privadas, conseguiu mamógrafos novos doados pela Avon. Com 50% de receitas a mais kassab renomeou 99 UBS em AMA (o dado é do jornal Folha de São Paulo) e construiu mais 11, completou os hospitais que Marta tinha iniciado e a situação continua a ser ruim nesse setor.</p>
<p>Se formos falar dos projetos sociais, como o Renda-Mínima, aí já seria covardia proceder a comparar.</p>
<p>Para que ambas gestões estivessem empatadas seria necessário que em todos os elementos a serem comparados, os demo-tucanos tivessem 50% a mais de resultados, pois contaram com 50% a mais de receitas. O que vemos é que em quase tudo é o contrário que é verdadeiro: Marta fez mais com 50% a menos. É isto é uma demonstração indiscutível de liderança e capacidade a dirigir uma cidade do porte de São Paulo.</p>
<p>Deixei para o final a questão que parece ser a única onde a opinião de uma parte da população, da mídia e da propaganda demo-tucana parecem marcar uma superioridade em relação a Marta: os impostos e taxas.</p>
<p>Marta teve que aumentar os impostos e taxas para fazer frente as necessidades da cidade nas condições em que fora deixada pela administração Pitta-Kassab (Kassab foi secretário de planejamento de Pitta durante dois anos e depois optou por ser candidato a deputado, sem romper com Pitta que continuou contando com a participação do partido de Kassab até o fim).</p>
<p>O aumento do IPTU foi feito introduzindo um elemento de justiça fiscal, quem ganha mais paga mais. Marta isentou de IPTU 1 milhão de domicílios. Esta manifestação clara de repartir o esforço para que os mais ricos assumam uma parte maior deu sustento a campanha de destruição contra Marta. A taxa do lixo veio dar um argumento suplementário para a elite que permitia um eco na população pobre, pois a taxa era paga por todos. Marta já diz que isto foi um erro. O que seus detratores não dizem é que a carga tributária municipal continuou aumentando, o que explica que Kassab teve 50% de receitas a mais e que nenhuma redução de impostos de envergadura foi implementada na cidade. A única que propôs reduzir os impostos dos autônomos foi a própria Marta, copiada depois pelos demais candidatos. mas porque Kassab não fez antes?</p>
<p>Seguramente o leitor deve estar se perguntando: onde foi o dinheiro? onde está o 50% de receitas a mais, se com 50% a menos Marta fez tanto mais?</p>
<p>Pois bem, uma parte esta no banco: R$ 4,5 bilhões está aplicado no banco. O custo de quase todas as obras de Kassab, em valores reais, sofreram aumentos. Ou seja, os 13 CEU&#8217;s de Kassab eram menores, com menos lugares de teatro, menos piscinas mas custaram de 8% a 60% a mais do previsto. O mesmo com a ponte Estaiada, o mesmo com o leite das crianças, o mesmo com o conjunto da obra demo-tucana. Resultado: uma parte do 50% a mais de receita pagou mais caro em valores atualizados, as obras e serviços e uma parte está no banco. Uma pequena parte foi usada para financiar o fim da taxa do lixo, não sem antes liberar as empresas concessionárias de reciclagem, recolhimento de lixo nas favelas etc.</p>
<p>O segundo turno, cara à cara e com o mesmo tempo de TV a população poderá decidir o rumo que quer dar a cidade de São Paulo. Sobre as propostas para o futuro a campanha de Marta tem feito e em todas as áreas. Kassab simplesmente copia ou chia.</p>
<p>Luis Favre</p>
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		<title>Quércia chama Alckmin de &#8220;mesquinho&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 17:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

CATIA SEABRA da Folha - Campanha no ar



 O embate verbal entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB) continua quente nesta sexta-feira.
Em nota divulgada no começo desta tarde, o ex-governador, que está aliado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), chama o tucano de &#8220;traidor frio e mesquinho&#8221;.
Tentando desvincular Kassab do PSDB, que tem quadros engajados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><br />
</font></p>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="4"><strong>CATIA SEABRA </strong></font><font size="4">da <strong>Folha </strong><strong>- Campanha no ar<br />
</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong><br />
</strong></font><font size="4"></font></p>
<p><font size="4"> </font><font size="4">O embate verbal entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB) continua quente nesta sexta-feira.</font></p>
<p><font size="4">Em nota divulgada no começo desta tarde, o ex-governador, que está aliado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), chama o tucano de &#8220;traidor frio e mesquinho&#8221;.</font></p>
<p><font size="4">Tentando desvincular Kassab do PSDB, que tem quadros engajados na campanha do prefeito, Alckmin <a href="http://campanhanoar.folha.blog.uol.com.br/arch2008-09-14_2008-09-20.html#2008_09-18_13_06_24-132127539-0">criticou</a> a aliança do democrata com Quércia e o fato de ele ter participado da gestão de Celso Pitta (1996-2000).</font></p>
<p><font size="4">&#8220;Em resposta ao sr. Alckmin, que denominou nossa chapa Quércia/Pitta, pretendo dizer que: conheço pouco o ex-prefeito Pitta, mas o suficiente para compreender que ele tem sido ao longo da vida mais vítima do que algoz. Por outro lado, conheço bem o sr. Alckmin para ter a certeza de sua personalidade duvidosa&#8221;, diz Quércia na nota.</font></p>
<p><font size="4">&#8220;O sr. Alckmin resolve se impor como candidato a prefeito para tentar destruir uma aliança elaborada com competência e sabedoria pelo PSDB e o Democratas para eleger José Serra presidente em 2010&#8243;, continua.</font></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/quercia-chama-alckmin-de-mesquinho/7681/" rel="attachment wp-att-7681" title="querciakassab.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/querciakassab.jpg" alt="querciakassab.jpg" width="535" height="384" /></div>
<p></a></p>
<p><font size="4">E conclui: &#8220;Prefiro ver meu nome vinculado a Pitta do que a um traidor frio e mesquinho como o sr. Alckmin&#8221;.</font></p>
<p><font size="4">Reportagem do <strong>Painel</strong> da <strong>Folha</strong> de ontem (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2509200801.htm" target="_blank">aqui</a>, para assinantes) mostrou que Quércia contratou advogado para processar Alckmin por calúnia e difamação.</font></p>
<p><font size="5"><font size="2"><font size="4">O motivo é a declaração do tucano, feita na sabatina da <strong>Folha</strong>, de que o peemedebista &#8220;quebrou o Estado de São Paulo&#8221; quando governador. </font><br />
</font></font></p>
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		<title>Folha sabatinou Marta</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 21:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[foto Cesar Ogata

Na sabatina da Folha, Marta deixou claro o centro das divergências que opõem o PT a administração demo-tucana.
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><font size="1">foto Cesar Ogata<br />
</font></em><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/09/folha-sabatinou-marta/7650/" rel="attachment wp-att-7650" title="marta_sabatina_folha.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/09/marta_sabatina_folha.jpg" alt="marta_sabatina_folha.jpg" /></a></p>
<p>Na sabatina da <em><strong>Folha</strong></em>, Marta deixou claro o centro das divergências que opõem o PT a administração demo-tucana.</p>
<p>Para estes últimos, o Estado deve ser reduzido a sua mínima expressão. Não é por acaso que sempre se comparam com &#8220;gerentes&#8221; ou administração de empresa. Uma boa administração pública para eles, é a que dá lucro, no caso dinheiro aplicado no banco. Hoje mais de R$ 4 bi da prefeitura estão no banco: falta remédios, médicos, creches, habitação, e investimentos; mas o dinheiro está no banco. Mas isto não significa que sejam ecônomos ou comedidos em matéria de endividamento, carga tributária ou contratos a preços acima do mercado. Basta ver o endividamento em que deixaram o Brasil após 8 anos de FHC e o patamar em que deixaram a carga tributária, para perceber que é lorota o de austeros administradores.</p>
<p>Para o PT o Estado é um instrumento de redistribuição, permitindo que os impostos recolhidos na base de quem ganha mais e paga mais, sejam investidos em serviços a população &#8220;corrigindo&#8221; assim, em parte, a desigualdade social existente na sociedade.</p>
<p>As reduções de impostos não devem ser em detrimento da ação do Estado e sim para ampliar a geração de riqueza que sustente a ação redistributiva do próprio Estado.</p>
<p>Marta mostrou que a atual administração é incompetente para gastar, apesar das necessidades crescentes da população e da cidade, privilegiando as aplicações financeiras. Foi assim, incluso com o dinheiro federal, que não foi utilizado no SAMU por exemplo. Os exemplos, que Marta forneceu foram vários.</p>
<p>Marta mostrou que deixou as finanças em melhores condições que quando ela assumiu a prefeitura. Explicitando ao mesmo tempo, o esforço que significou recuperar São Paulo após a passagem de Pitta e tendo que pagar 13% do orçamento pela dívida negociada entre Pitta e FHC.</p>
<p>Mesmo assim, com R$ 10 Bilhões a menos em valores atualizados, Marta criou 800 equipes de Saúde da Família, contra 200 mais na atual gestão 150 das quais sem médicos. Construiu 45 UBS novas e municipalizou a saúde, iniciando a construção dos dois hospitais, M&#8217;BoiMirim e Cidade Tiradentes (Kassab transformou 99 UBS em AMA e criu 13 AMAS novas); Marta construiu 21 CEU&#8217;s (contra 13 da atual gestão), construiu mais de 100 Km de corredores de ônibus, contra 8 Km da atual gestão; deu uniforme e material escolar; Vai e Volta; 8 programas sociais como o Renda Mínima, para quase 300 mil famílias.</p>
<p>Convidada a comentar o único programa implantado em 4 anos pela atual gestão, o Cidade Limpa, Marta mostrou que para ser limpa, a cidade precisa mais que proibir outdoors, ela precisa coleta seletiva, aterros sanitários, centrais de compostagem e recolher o lixo das favelas.</p>
<p>Nestas questões as concepções divergentes indicadas no começo desta nota foram ilustradas praticamente. Kassab pediu para reduzir o valor dos contratos e em contrapartida abriu mão destas exigências impostas por Marta nos contratos. A &#8220;economia&#8221;, pífia, em troca de deixar o lixo nas favelas, com conseqüências ambientais e de saúde pesadas, não compensa.</p>
<p>Por último, Marta mostrou a importância de internet para entrar de cheio na era digital, combatendo a exclusão digital das maiorias e de propulsar significativamente a construção de metrô para recuperar o atraso gigantesco nesta área, após 14 anos de governos demo-tucanos dos quais 8 anos com FHC como presidente. LF</p>
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