17/04/2008 - 08:30h Suplemento vitamínico pode ser perigoso
Análise com mais de 200 mil pessoas indica que não existem benefícios para a saúde
Jeremy Laurance Do Independent
LONDRES. Não há provas de que suplementos de vitaminas trazem benefícios, e eles podem mesmo causar problemas, dizem cientistas. Num golpe na multimilionária indústria de suplementos vitamínicos, uma revisão de 67 estudos indicou que, longe de prolongar a vida, eles a encurtariam.
“Não há qualquer evidência convincente” de que suplementos antioxidantes reduzam a probabilidade de morrer prematuramente e alguns dos mais comuns, na verdade, trazem mais risco, diz a análise, publicada pela respeitada Cochrane Collaboration, uma organização britânica dedicada a prestar informações sobre saúde.
A análise, que envolveu dados de 232 mil pessoas, comparou dados de quem toma suplementos com os de indivíduos que tomaram placebo (substância inócua) ou não receberam tratamento algum.
Os suplementos estudados foram betacaroteno (um precursor da vitamina A), vitaminas A, C e E e o mineral selênio.
Goran Bjelakovich, que coordenou a revisão, realizada pela Universidade de Copenhague, disse: — Não encontramos provas de que tomar antioxidantes prolonga a vida de pessoas saudáveis ou doentes. Na verdade, pessoas que tomaram betacaroteno e vitaminas A e E tiveram uma maior taxa de mortalidade.
Não há indícios de que a vitamina C e o selênio tenham efeitos positivos ou negativos.
Para Bjelakovich, não há razão para recomendar antioxidantes a pessoas saudáveis.

hez les personnes souffrant de lombalgies chroniques, l’acupuncture, qu’elle respecte les règles traditionnelles de la discipline ou qu’elle soit simplement simulée, est plus efficace que la prise de médicaments associée à la kinésithérapie.Telle est la surprenante conclusion d’une étude financée par les caisses d’assurance maladie allemandes et publiée, le 24 septembre, dans le Journal of the American Medical Association. Ce résultat est le fruit d’un essai clinique très rigoureux qui a été mené sous la direction du docteur Michael Haake (université de Ratisbonne, Allemagne) auprès de 1 162 personnes qui souffraient de lombalgies depuis huit ans en moyenne.