11/11/2009 - 19:31h “Mal reggendo…”
Fiorenza Cossotto e Plácido Domingo no dueto do segundo ato da ópera Il Trovatore, de Verdi
- Luis Favre
Fiorenza Cossotto e Plácido Domingo no dueto do segundo ato da ópera Il Trovatore, de Verdi
“Ah! sì, ben mio, coll’essere”, ária da ópera il trovatore, de Verdi – Placido Domingo sob regencia de Karajan
Sexteto de vozes do final do segundo ato dos Contos de Hoffman. As principais vozes são Agnes Baltsa, como Giulietta e Placido Domingo, no papel de Hoffmann. Les contes d’Hoffmann é uma ópera de Jacques Offenbach
Turandot, de Puccini (ária Non piangere liu) – Placido Domingo, Katia Ricciarelli e Kurt Rydl. Teatro alla Scala, 1983. Regente: Lorin Maazel.
Apresentação com o tenor Charles Castronovo da ópera O pescador de pérolas, de Bizet
Andrea Bocelli e Bryn Terfel
Alfredo Kraus e McDaniel “Au Fond du Temple Saint”, da ópera O pescador de pérolas
Placido Domingo e Sherrill Milnes
Vissi di arte – Hildegard Behrens
Cena da tortura na ópera Tosca
Puccini – Tosca / Sinopoli, MET (1985) – Hildegard Behrens, Plácido Domingo, Cornell MacNeil
Na coluna vermelha, acima, no lado direito desta página,
reproduz um vídeo de música.
No
esta semana: Placido Domingo e John Denver em Annie’s song
You fill up my senses like a night in a forest
Like the mountains in springtime, like a walk in the rain
Like a storm in the desert, like a sleepy blue ocean
You fill up my senses come fill me again.
Come let me love you, let me give my life to you
Let me drown in your laughter, let me die in your arms
Let me lay down beside you, let me always be with you
Come let me love you, come love me again.
You fill up my senses like a night in a forest
Like the mountains in springtime, like a walk in the rain
Like a storm in the desert, like a sleepy blue ocean
You fill up my senses, come fill me again.
La Traviata
(Francesco Cilea – L’ARLESIANA)
E’ la solita storia del pastore…
Il povero ragazzo
Voleva raccontarla, e s’addormi.
C’è nel sonno l’oblio.
Come l’invidio!
Anch’io vorrei dormir cosi,
Nel sonno almeno l’oblio trovar!
La pace sot cercando io vò:
Vorrei poter tutto scordar.
Ma ogni sforzo è vano… Davanti
Ho sempre di lei il dolce sembiante!
La pace tolta è sempre a me…
Perché degg’io tanto penar?
Lei!… sempre mi paria at cor!
Fatale vision, mi lascia!
Mi fai tanto male!
Tradução
É a mesma história do pastor.
O pobre garoto
queria conta-la
e adormeceu.
Há no sono o olvido.
Como o invejo!
Eu também queria dormir assim,
no sono, ao menos, o olvido encontrar.
A paz somente
buscando eu vou.
Queria poder tudo esquecer
mas cada esforço é vão.
Na minha frente tenho sempre, dela,
o doce semblante.
A paz é tirada somente de mim.
Porque eu devo tanto penar!
Ela, sempre ela, me fala ao coração.
Fatal visão me deixa.
Me faz tanto mal!
Ai de mim!
Sempre aos domingos e durante uma semana,
procura dar um toque musical à leitura do blog.
Na coluna vermelha, acima, no lado direito desta página,
reproduz um vídeo de música.
No
desta semana uma maravilha de Saint-Saens, ária da ópera Sansão e Dalila, com Shirley Verrett e Placido Domingo. É para ouvir com as caixas de som ao máximo. Um jeito de concluir, -ou começar- a semana deixando uma parte de nosso cérebro impregnado pela paixão cega (ou divina), a depender do ponto de vista. Reproduzo embaixo os versos cantados pela soprano, na versão original (o vídeo está legendado em inglês).
Faça um pulo no
e depois me conta…
Mon cœur s’ouvre à ta voix comme s’ouvrent les fleurs
Aux baisers de l’aurore!
Mais, ô mon bien-aimé, pour mieux sécher mes pleurs,
Que ta voix parle encore!
Dis-moi qu’à Dalila tu reviens pour jamais!
Redis à ma tendresse
Les serments d’autrefois, ces serments que j’aimais!
Ah! réponds à ma tendresse!
Verse-moi, verse-moi l’ivresse!
Ainsi qu’on voit des blés les épis onduler
Sous la brise légère,
Ainsi frémit mon cœur, prêt à se consoler
À ta voix qui m’est chère!
La flèche est moins rapide à porter le trépas,
Que ne l’est ton amante à voler dans tes bras!
Ah! réponds à ma tendresse!
Verse-moi, verse-moi l’ivresse!
E lucevan le stelle,
e olezzava la terra
stridea l’uscio dell’orto,
e un passo sfiorava la rena.
Entrava ella, fragrante,
mi cadea fra le braccia.
Oh! dolci baci, o languide carezze,
mentr’io fremente le belle forme discogliea dai veli!
Svani per sempre il sogno mio d’amore…
L’ora e fuggita e muoio disperato!
E non ho amato mai tanto la vita!
Non ti scordar di me
de Ernesto De Curtis
Partirono le rondini
dal mio paese freddo e senza sole,
cercando primavere di viole,
nidi d’amore e di felicità
La mia piccola rondine partì
senza lasciarmi un bacio
senza un addio partì
Non ti scordar di me;
la vita mia legata e a te
io t’ amo sempre più
nel sogno mio rimani tu
Non ti scordar di me
la vita mia legata e a te
c’è sempre un nido
nel mio cuor per te
Non ti scordar di me!
Non ti scordar di me!
***
Não te esqueças de mim
Partiram as andorinhas
da minha pequena cidade fria e sem sol,
buscando primaveras de violetas,
ninhos de amor e de felicidade.
A minha pequena andorinha partiu
sem deixar-me um beijo
sem um adeus partiu.
Não te esqueças de mim
a minha vida é ligada a ti,
eu te amo sempre mais
no meu sonho permaneces tu.
Não te esqueças de mim
a minha vida é ligada a ti,
tem sempre um ninho
no meu coração para ti,
não te esqueças de mim!
Não te esqueças de mim
a minha vida é ligada a ti,
tem sempre um ninho
no meu coração para ti,
não te esqueças de mim!
***
Don’t Forget me
The Swallows departed from my sunless, cold country Searching for spring violets, love nests and happiness.
Even my little swallow left without a kiss,without a goodbye.
Do not forget me,
my life is tied to you
I will love you forever
you will always be in my dreams
Don’t forget me
we are bound together
there will always be a place
in my heart for you
Do not forget me
John Denver e Placido Domingo
Talvez o amor seja como um local de descanso,
um abrigo da tempestade
Ele existe para te oferecer conforto,
Ele está lá para te manter aquecido
E naqueles tempos de dificuldade
Quando você está na maior parte sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa
Talvez o amor seja como uma janela,
Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto,
Ele quer te mostrar mais
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar
O amor para alguns é como uma nuvem,
Para alguns tão forte como o aço
Para alguns um modo de vida,
para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo
E alguns dizem que está desistindo
E alguns dizem que o amor é tudo
E alguns dizem que não sabem…
Talvez o amor seja como o oceano,
Repleto de conflito, repleto de dor
Como uma chama quando está frio lá fora,
Um trovão quando chove.
Se eu viver eternamente
E todos os meus sonhos tornarem-se realidade,
Minhas lembranças do amor serão sobre você…
PERHAPS LOVE – Lyric
Perhaps love is like a resting place
A shelter from the storm
It exists to give you comfort
It is there to keep you warm
And in these time of trouble
When you are most alone
The memory of love will bring you home
Perhaps love is like a window
Perhaps an open door
It invites you to come closer
It wants you to show you more
and even when you lose yourself
And dont know what to do
The memory of love will see you throught
Oh, love to some is like cloud
To some as strong as steel
For some a way of living
For some a way of feel
Ans some say love holding on
And some say letting go
And some love is evrything
And some say that they dont know
Perhaps love is like the ocean
Full of conflict full of pain
Like a fire when its cold outside
Or thunder when it rains
If I should live forever
And all my dreams come treu
My memories of love will be of you
And some say love is holding on
And some say letting go
And some say love is everything
And some say that they dont know
Perhaps love is like the ocean
Full of conflict full of pain
Like a fire when its cold outside
Or thunder when it rains
If I should live forever
And all my dreams come treu
My memories of love will be of you