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	<title>Blog do Favre &#187; plano diretor</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Últimas reuniões sobre o Plano Diretor</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Ver também 
Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.

Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento
FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)

felipe.grandin@grupoestado.com.br
Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ver também </strong></p>
<h2><big><a title="Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada." rel="bookmark" href="../2009/11/camara-municipal-de-sao-paulo-discute-revisao-do-plano-diretor-em-meio-a-denuncias-de-ilegalidades-e-sob-suspeicao-da-sociedade-civil-organizada/">Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</a></big></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/11/07/4.19.imagem_planodiretorsp.jpg" border="0" alt="" width="340" /></p>
<p><strong>Até segunda-feira haverá audiências públicas em toda a cidade para decidir alterações no documento</strong></p>
<h2><em><span style="background-color: #ffff99;">FELIPE GRANDIN &#8211; Jornal da Tarde (JT)</span><br />
</em></h2>
<p><em>felipe.grandin@grupoestado.com.br</em></p>
<p>Começa hoje a última série de audiências públicas feitas pela Câmara Municipal para discutir a revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) de São Paulo, um instrumento da política de desenvolvimento urbano. Até segunda-feira, serão feitas reuniões abertas à população nas cinco regiões da cidade para apresentar as principais alterações que devem ser feitas pela Comissão de Política Urbana na proposta encaminhada pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM).</p>
<p>O relatório deve ser aprovado pela comissão até o fim do mês e, em seguida, encaminhado para o restante dos vereadores. A proposta, no entanto, só deve ser votada no plenário em 2010.</p>
<p>Até hoje, foram feitas 37 audiências públicas &#8211; uma na Câmara, cinco regionais e uma em cada subprefeitura da cidade. Nas reuniões dos próximos dias, serão apresentados os resultados desses encontros, por isso são chamadas de audiências devolutivas. Quem não puder participar, pode encaminhar sugestões para o e-mail revisaoplanodiretor@camara.sp.gov.br.</p>
<p>Pela primeira vez, o relator e líder do governo na Casa, José Police Neto (PSDB), afirmou que irá atender às demandas de grupos críticos à proposta e retirar do seu relatório todos os itens que alterem o zoneamento ou mudem os estoques de potencial construtivo da cidade.</p>
<p>Em linhas gerais, o zoneamento determina o que e quanto pode ser construído em cada quadra da cidade &#8211; se uma casa ou um edifício, uma quitanda ou um shopping, uma área de preservação ambiental. Já os estoques foram criados para impedir a construção sem controle nas áreas mais procuradas da cidade. Para isso, foi estabelecido um limite de construção para cada bairro.</p>
<p>“Qualquer mudança que possa resultar em alteração de zoneamento e de estoque será descartada”, diz Police Neto. “Essas questões serão discutidas posteriormente, na revisão da lei de uso e ocupação do solo.”</p>
<p><strong>Alterações<br />
</strong><br />
Segundo ele, a intenção é se ater às políticas de desenvolvimento urbano, retirando os itens que tratam da aplicação dessas diretrizes em áreas específicas da cidade. O vereador não disse, no entanto, que itens seriam excluídos.</p>
<p>Por essa lógica, no entanto, seriam abolidos artigos como o que cria a transferência de potencial construtivo, usado em áreas destinadas a conjuntos habitacionais. Por meio desse instrumento, o dono do terreno pode construir as moradias em outro local, valorizando sua propriedade.</p>
<p>Outra mudança prevista é a volta das macroáreas &#8211; divisão da cidade em quatro áreas, cada uma com regras específicas para intervenções urbanas. No texto da revisão enviado à Câmara, há apenas duas divisões &#8211; uma área de proteção ambiental e outra destinada à urbanização.</p>
<p>Além dessas alterações, já havia sido aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara uma emenda para incluir novamente as políticas sociais, que haviam sido excluídas da proposta de revisão enviada por Kassab. Os artigos tratam de temas como saúde, educação e inclusão social.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" alt="http://brasiliamaranhao.files.wordpress.com/2009/04/anatel_kassab.jpg" width="490" height="368" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Sociedade civil critica o projeto</span></strong></p>
<p>A alteração do zoneamento e dos estoques é o principal alvo das críticas de organizações da sociedade civil que criaram uma frente contra a proposta encaminhada por Gilberto Kassab. O processo é questionado na Justiça pelo Ministério Público (MP), que entrou com uma ação a pedido do grupo. As audiências públicas chegaram a ser suspensas em agosto, mas foram liberadas novamente.</p>
<p>Segundo as 189 organizações que fazem parte da frente, a revisão que está em andamento extrapola os limites previstos na lei e atende a interesses do setor imobiliário ao permitir a construção de mais imóveis em bairros já saturados da cidade.</p>
<p>“O projeto aumenta as áreas onde você pode construir mais imóveis”, afirma Heitor Tommazzini, presidente do Movimento Defenda São Paulo, que lidera a frente contra a revisão do Plano Diretor. Segundo ele, as audiências devolutivas foram marcadas em cima da hora. “Nem podemos nos preparar porque não temos ideia do que vai ser apresentado.”</p>
<p>O grupo sustenta que o fato de 14 vereadores terem sido cassados em primeira instância por recebimento de doações irregulares da Associação Imobiliária Brasileira os impede de analisar o Plano Diretor, que é de interesse do setor imobiliário. Segundo eles, como outros 15 parlamentares estão sendo julgados pelo mesmo motivo, também não poderiam analisar o projeto. Os vereadores negam a influência do setor.</p>
<p><strong>CALENDÁRIO</strong></p>
<p>Hoje, 10 horas: Centro de Formação e Cultura Rua do Contorno, s/n, Itaquera</p>
<p>Hoje, 15 horas: Instituto Butantã, Avenida Vital Brasil, 1.500, Butantã</p>
<p>Amanhã, 10 horas: Auditório Elis Regina, Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi</p>
<p>Amanhã, 15 horas: Clube Banespa, Av. Santo Amaro, 5.355</p>
<p>Segunda-feira, 19 horas: Fecomércio, Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 3º andar, Bela Vista</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" alt="http://www.usadosmac.com.br/galeria/imagens/curiosidades/belavista.jpg" width="503" height="349" /></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Revisão deveria ter sido feita há mais de três anos</strong></span></p>
<p>O Plano Diretor Estratégico (PDE) foi criado em 2002 e deveria ter sido revisado em 2006. A Prefeitura encaminhou um projeto de lei com esse objetivo naquele ano, mas teve de retirá-lo após decisão judicial. Em 2007, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) enviou nova proposta, que está em tramitação na Câmara Municipal. Desde então, vem sofrendo críticas de organizações da sociedade civil e do Ministério Público, que move duas ações na Justiça contra a revisão.<br />
O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) e agora é analisado pela Comissão de Política Urbana. Para entrar em vigor, precisa ser aprovado pela maioria dos 55 vereadores da Casa em duas votações, o que só deve acontecer em 2010.</p>
<p><strong>E EU COM ISSO?</strong></p>
<p>O plano diretor é a legislação que orienta o desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo. É o que determina às intituições públicas e privadas como e para onde a capital vai crescer.</p>
<p>Lei define como e para onde a cidade vai crescer</p>
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		<title>Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[Prezado Luis, Novamente aproveito a ocasião de enormes escândalos e inconstitucionalidades dos vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para com a dita revisão do Plano Diretor Estratégico, em que pretendem neste fim-de-semana dar continuidade às audiências públicas, e que visto o contexto, encaminho-lhe um release e Moção de Repúdio, deliberados pelas 190 entidades que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Prezado Luis, Novamente aproveito a ocasião de enormes escândalos e inconstitucionalidades dos vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para com a dita revisão do Plano Diretor Estratégico, em que pretendem neste fim-de-semana dar continuidade às audiências públicas, e que visto o contexto, encaminho-lhe um release e Moção de Repúdio, deliberados pelas 190 entidades que integram a Frente contra a revisão do Plano Diretor Estratégico, que entendo ser de interesse e pertinente sua publicidade.  Cordialmente </em></p>
<p><strong>Câmara Municipal de São Paulo discute revisão do Plano Diretor em meio a denúncias de ilegalidades e sob suspeição da Sociedade Civil Organizada.</strong></p>
<p>A Frente de Entidades Contra a Atual Revisão do Plano Diretor Estratégico – PDE &#8211; vem denunciando, desde 2007, os inúmeros vícios de legalidade sofridos durante o processo de revisão do PDE realizada pelo Executivo Municipal. Ilegalidades também observadas pelo Ministério Público Estadual e pela Defensoria Pública no bojo de duas ações civis públicas ainda em trâmite no Poder Judiciário.</p>
<p>A primeira ação judicial (ACP) foi promovida pelo próprio Ministério Público Estadual (MPE), através da Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo, pedida pela sociedade civil através de representação, onde a Prefeitura foi obrigada, por decisão judicial, a separar a revisão do PDE desmembrando a revisão da Lei Municipal 13.430/20 (PDE), objeto da revisão, e a Lei 13.885/04 (Planos Regionais Estratégicos e Lei do Uso e Ocupação do Solo), que não era (e ainda não é) objeto da revisão do PDE.</p>
<p>Posteriormente, quando a Prefeitura encaminhou para a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) o projeto de lei, entidades ingressaram com outra ACP, denunciando ilegalidades.</p>
<p>A Defensoria Pública ingressou na ACP ao lado das entidades, e o Ministério Público estadual concordou com todos os argumentos jurídicos, também pedindo que a revisão fosse devolvida para a Prefeitura, pelos mesmos vícios de legalidade existentes.</p>
<p><strong>Nesta ACP das entidades foi denunciada que as alterações na Lei 13.430/02 (PDE) propostas em sua revisão não atendem aos interesses da cidade e da sociedade paulistana, porque descumprem o alcance legal permitido para a revisão e privilegiam setores econômicos, em especial o setor imobiliário, em franco e irreparável prejuízo à supremacia do interesse público e dos direitos difusos e coletivos. Verifica-se ainda a evidente perda de transparência e de democracia no processo, com real enfraquecimento do controle social sobre as políticas públicas, permitindo desvios das instituições governamentais do Município de São Paulo. </strong><strong></strong></p>
<p>Mais recentemente, entidades ingressaram com Medida Cautelar pleiteando que as audiências públicas da CMSP sobre a revisão do PDE fossem suspensas e anuladas, o que foi aceito pelo Juiz. De fato as audiências foram paralisadas por essa decisão judicial, mas a Câmara Municipal de São Paulo recorreu ao TJ e obteve a suspensão provisória da decisão do Juiz, podendo então retomar a realização de audiências públicas sobre o PDE.</p>
<p>Nenhum dos agravos de instrumento (das entidades, da Defensoria Pública e da CMSP) foi ainda julgado, mas a Procuradoria Geral de Justiça, instância superior do Ministério Público, já se manifestou perante o Tribunal de Justiça acompanhando o entendimento das entidades e das Promotorias de Justiça.</p>
<p>Aliás, nenhuma das ACPs foi julgada definitivamente em 1ª instância, o que poderá criar no futuro enorme insegurança jurídica, caso o processo de revisão do PDE continue tramitando. São 190 organizações da sociedade civil, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Procuradoria Geral de Justiça com entendimento semelhantes, apontando inúmeros vícios no processo de revisão do PDE.</p>
<p>O fato de 14 vereadores paulistanos terem seus mandatos cassados em 1ª instância da Justiça eleitoral, por receber doações irregulares do Setor Imobiliário, através da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), apesar de se manterem no cargo através de interposição de recurso judicial cabível, e considerando que outros 15 vereadores estão sob julgamento pelo mesmo motivo acima, os coloca sob suspeição e devem ser considerados impedidos para conduzirem o processo de revisão do PDE neste momento.</p>
<p>Isso porque o Plano Diretor Estratégico é matéria de indiscutível interesse do setor imobiliário, generoso contribuinte do conjunto de vereadores paulistanos, cassados ou em julgamento, e existe claro e evidente impedimento ético para esses vereadores discutirem e votarem o projeto de revisão do PDE, já que o Presidente da Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente da Câmara Municipal de São Paulo é um dos vereadores cassados, por ter recebido R$ 200.000 da AIB, e que permanece no cargo garantido por recurso judicial cabível, e o relator do Projeto de Revisão do PDE é vereador em julgamento pela Justiça Eleitoral, tendo este recebido R$ 270.000 da AIB. E por isso deveriam ser considerados impedidos de discutir, votar, e muito menos, conduzir o processo de revisão do PDE.</p>
<p>Dessa forma, pelo conjunto dos fatos, a Frente das Entidades apresenta Moção e Repúdio, pois considera inadequada a conduta da Câmara Municipal de São Paulo e de seus vereadores que insistem em promover a continuidade do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo, com a divulgação, de afogadilho, das audiências devolutivas do Plano Diretor que começam no próximo dia 7/11 e acabam dois dias depois, agravado ainda pelo fato de não ter sido disponibilizado, em tempo hábil, nenhum material prévio para consulta da sociedade interessada, repetindo os mesmos erros e ilegalidades cometidos pelo Executivo Municipal em 2007.</p>
<p><strong>A Frente de Entidades Contra a Atual Revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE) e pela sua Implementação,</strong> hoje composta por 189 entidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil organizada (lista abaixo), em reunião realizada no dia 28 de outubro de 2009, deliberou pela presente</p>
<p align="center">MOÇÃO DE REPÚDIO<br />
contra a Câmara Municipal de São Paulo e contra<br />
a sua Comissão de Política Urbana, Metropolitana e Meio Ambiente</p>
<p>EM RAZÃO DA CONTINUIDADE DO PROCESSO DE REVISÃO DO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DA CIDADE DE SÃO PAULO (PDE), QUE TEVE 5 AUDIÊNCIAS PÚBLICAS AGENDADAS PARA OS DIAS 7, 8 E 9 DE NOVEMBRO.</p>
<p>Após a denúncia do Ministério Público Eleitoral sobre os 29 vereadores que receberam dinheiro do setor imobiliário, por meio da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), empresa de fachada que, de forma ilegal, efetuou doações de campanha, e que, por esse motivo, 14 vereadores já tiveram seus mandatos cassados pela Justiça Eleitoral, permanecendo ainda no cargo por meio de recursos judiciais, e, considerando que os outros 15 vereadores ainda estão sob julgamento, com riscos de terem seus mandatos cassados</p>
<p>É que,</p>
<p>Observando o Estado Democrático de Direito e os princípios da moralidade, da legalidade, da supremacia do interesse público e da probidade administrativa, a Frente das Entidades REPUDIA a continuidade do processo de revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo, que deve ser paralisado imediatamente, restando claro e evidente o impedimento para que tais vereadores discutam e votem o projeto de revisão do PDE, por ser matéria de indiscutível interesse do setor imobiliário, generoso contribuinte do conjunto de vereadores paulistanos cassados e em julgamento.</p>
<p><strong><a href="http://www.grupos.com.br/blog/plano-diretor/permalink/28025.html" target="_blank">Abaixo-assinado contra o atual projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico</a></strong></p>
<p><strong>ABAIXO-ASSINADO </strong><strong></strong></p>
<p><strong><br />
<hr size="2" /></strong></p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não cumpriu o determinado no Art. 293 do Plano Diretor Estratégico vigente, que estabelece os limites legais de sua própria revisão, restrita apenas à adequação das ações estratégicas do Plano Diretor, com possíveis acréscimos de áreas do território da cidade para aplicação dos instrumentos previstos no Estatuto da Cidade;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo, extrapolando os limites legais da revisão do Plano Diretor Estratégico, simplesmente propôs um novo Plano, o qual suprimiu importantes elementos do desenvolvimento urbano já conquistados, com significativos retrocessos nos aspectos sociais e culturais do Plano vigente, como as alterações das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) ou a retirada da importante figura dos Planos de Bairro, entre outros;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que, ao mesmo tempo, este novo Plano coloca praticamente todo o território urbano sujeito à venda de áreas construídas superiores às atualmente permitidas, liberando sem controle a verticalização e adensamento ao sabor do interesse puramente imobiliário, desconsiderando seus reflexos na evidente ausência de sustentabilidade ambiental de nossa cidade;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não apresentou nenhum Plano de Habitação, de Transportes e Circulação Viária, dispositivos estes interdependentes e subordinados às diretrizes do Plano Diretor Estratégico vigente, cuja concepção e aplicação integradas são fundamentais para a sua revisão e futura elaboração de adequadas Normas de Uso e Ocupação do Solo, como legalmente previsto e não cumprido pelo Executivo, o que por si só invalida o projeto encaminhado à Câmara;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a Prefeitura da Cidade de São Paulo procedeu de forma pouco democrática, desde a apresentação do Projeto até o encaminhamento para a Câmara Municipal, retrocedendo no processo de discussão e gestão participativa, através de audiências públicas absolutamente carentes de informação, de tempo para qualquer manifestação pública consistente, em grosseiro arremedo mal disfarçado de democracia;</p>
<p><strong>CONSIDERANDO </strong>que a sociedade civil paulistana não aceita mais este tipo de menosprezo para com as Leis e os Direitos constitucionais dos cidadãos de participar da concepção, implementação e monitoramento das intervenções relativas ao desenvolvimento urbano de sua cidade, posto que prejuízos são distribuídos para a imensa maioria da sociedade, enquanto uns poucos se beneficiam;</p>
<p><strong>é que,</strong></p>
<p><strong>As entidades relacionadas exigem, através deste abaixo-assinado, a imediata mudança de postura da Prefeitura Municipal de São Paulo, retirando da Câmara Municipal o Projeto de Revisão do Plano Diretor Estratégico para, dentro da legalidade e do mais alto espírito democrático e cidadão, refazer as concepções e procedimentos da revisão do Plano Diretor Estratégico, objetivando o desenvolvimento de uma cidade justa e socialmente includente, planejada de forma participativa e alicerçada no interesse público.</strong></p>
<p><strong>1.  Movimento Defenda São Paulo – MDSP</strong></p>
<p><strong>2.  Instituto Pólis</strong></p>
<p><strong>3.  Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos</strong></p>
<p><strong>4.  União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior</strong></p>
<p><strong>5.  Casa da Cidade</strong></p>
<p><strong>6.  Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental – PROAM</strong></p>
<p><strong>7.  Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo &#8211; SASP</strong></p>
<p><strong>8.  Instituto de Políticas Públicas das Cidades – IPPC</strong></p>
<p><strong>9.  Instituto Socioambiental – ISA</strong></p>
<p><strong>10.  Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo &#8211; SEESP</strong></p>
<p><strong>11.  Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos – FAU-USP</strong></p>
<p><strong>12.  Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas – ABAP</strong></p>
<p><strong>13.  Associação dos Geógrafos Brasileiros &#8211; Seção São Paulo &#8211; AGB/SP</strong></p>
<p><strong>14.  Sociedade Amigos do Alto de Pinheiros &#8211; SAAP</strong></p>
<p><strong>15.  Associação dos Moradores do Jardim da Saúde &#8211; AMJS</strong></p>
<p><strong>16.  Associação Amigos do Jardim das Bandeiras</strong></p>
<p><strong>17.  Movimento em Defesa do Campo Belo</strong></p>
<p><strong>18.  Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo &#8211; FACESP</strong></p>
<p><strong>19.  Sociedade de Amigos do Jardim Europa e Paulistano – SAJEP</strong></p>
<p><strong>20.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Morumbi</strong></p>
<p><strong>21.  Campanha Billing’s, Eu Te Quero Viva!</strong></p>
<p><strong>22.  Rede Butantã de Entidades e Forças Sociais</strong></p>
<p><strong>23.  SOS Manancial</strong></p>
<p><strong>24.  Comitê Gestor da Praça Roosevelt</strong></p>
<p><strong>25.  Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes</strong></p>
<p><strong>26.  Sociedade dos Amigos do Planalto Paulista</strong></p>
<p><strong>27.  Associação dos Amigos e Moradores Pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança</strong></p>
<p><strong>28.  Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia &#8211; SOJAL</strong></p>
<p><strong>29.  Associação de Segurança e Cidadania – ASSEC</strong></p>
<p><strong>30.  Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu, Perdizes e Higienópolis &#8211; AMAPPH</strong></p>
<p><strong>31.  Associação dos Moradores da Vila Mariana – AMA-VM</strong></p>
<p><strong>32.  Associação dos Moradores e Amigos do Sumaré &#8211; SOMASU</strong></p>
<p><strong>33.  Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e dos Estados &#8211; SAJAPE</strong></p>
<p><strong>34.  Associação Amigos do Brooklin Novo &#8211; SABRON</strong></p>
<p><strong>35.  Sociedade Amigos da Vila Alexandria &#8211; SAMAVA</strong></p>
<p><strong>36.  Viva Pacaembu por São Paulo &#8211; VIVAPAC</strong></p>
<p><strong>37.  Associação dos Moradores Amigos do Parque da Previdência &#8211; AMAPAR</strong></p>
<p><strong>38.  Associação dos Moradores da Vila Noca e Jardim Ceci </strong></p>
<p><strong>39.  Sociedade Amigos do Brooklin Velho – SABROVE</strong></p>
<p><strong>40.  Sociedade dos Moradores do Morumbi</strong></p>
<p><strong>41.  Sociedade Defenda Mirandópolis &#8211; SAM</strong></p>
<p><strong>42.  Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro</strong></p>
<p><strong>43.  Movimento de Oposição à Verticalização Caótica e pela Preservação do Patrimônio da Lapa e Região &#8211; MOVER</strong></p>
<p><strong>44.  Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição – AMVNC</strong></p>
<p><strong>45.  Associação de Moradores da Vila Cordeiro – VIVACOR</strong></p>
<p><strong>46.  Associação Amigos da Vila Primavera &#8211; AVIP</strong></p>
<p><strong>47.  União dos Moradores da Zona Sul &#8220;Olavo Setúbal&#8221; </strong></p>
<p><strong>48.  Sociedade Mundial de Estudos Espíritas (Kardecista)</strong></p>
<p><strong>49.  Central de Movimentos Populares – São Paulo</strong></p>
<p><strong>50.  Instituto São Paulo de Cidadania e Política </strong></p>
<p><strong>51.  Conselho de Leigos da Região Episcopal Ipiranga </strong></p>
<p><strong>52.  Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
<p><strong>53.  Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21 </strong></p>
<p><strong>54.  Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César – SAMORCC</strong></p>
<p><strong>55.  Associação Cultural e Educativa Ética e Arte</strong></p>
<p><strong>56.  GT (Grupo de Trabalho) de Educação do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste</strong></p>
<p><strong>57.  Associação Amigos de Vila Pompéia </strong></p>
<p><strong>58.  Conselho das Associações Amigos de Bairros da Lapa e Adjacencias &#8211; CONSABS</strong></p>
<p><strong>59.  Associação Amigos da Praça João A. Castellano </strong></p>
<p><strong>60.  Sociedade Amigos da Cidade Jardim </strong></p>
<p><strong>61.  Sociedade Moradores do Butantã / Cidade Universitária </strong></p>
<p><strong>62.  Movimento de Moradia COHAB Raposo Tavares </strong></p>
<p><strong>63.  Associação dos Moradores do Jardim Christie</strong></p>
<p><strong>64.  Fórum das Agendas 21 Centro &#8211; São Paulo </strong></p>
<p><strong>65.  Sociedade dos Amigos de Bairro do Jardim Marajoara – SAJAMA</strong></p>
<p><strong>66.  Associação dos Moradores do Jardim Novo Mundo (AMJA)</strong></p>
<p><strong>67.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Perdizes/Pacaembu</strong></p>
<p><strong>68.  Associação dos Moradores Bolsão Residencial Jd.Campo Grande (City Campo Grande) – AMBRECITY</strong></p>
<p><strong>69.  Associação dos Verdadeiros Amigos e Moradores do Jardim Aeroporto – AVAMOJA</strong></p>
<p><strong>70.  Policidadania – Política e Cidadania</strong></p>
<p><strong>71.  Atitude Urbana – Assessoria ao Desenvolvimento de Políticas Públicas Integradas</strong></p>
<p><strong>72.  Movimento pela Melhoria da Qualidade de Vida nas Cidades &#8211; REVIVACIDADES</strong></p>
<p><strong>73.  Associação dos Moradores da Vila Arapuá e Parque Fongaro – AMVAPF</strong></p>
<p><strong>74.  Pastoral da Moradia — Área da Pastoral do Jardim Elba</strong></p>
<p><strong>75.  Fórum Permanente de Mulheres do Jardim Angela e Jardim São Luiz </strong></p>
<p><strong>76.  Centro Maria-Mariá de Formação da Mulher</strong></p>
<p><strong>77.  Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia </strong></p>
<p><strong>78.  Associação dos Moradores e Amigos de Moema – AMAM</strong></p>
<p><strong>79.  Centro de Direitos Humanos de Sapopemba &#8211; CDHS &#8220;Pablo Gonzales Olalla&#8221;</strong></p>
<p><strong>80.  CIRANDA — Comunidade e Cidadania</strong></p>
<p><strong>81.  Associação dos Moradores do Jaguaré — SAJA</strong></p>
<p><strong>82.  Associação dos Moradores Pantanal – Capela do Socorro</strong></p>
<p><strong>83.  Central de Movimentos Populares &#8211; Brasil</strong></p>
<p><strong>84.  Movimento de Moradia do Centro de São Paulo</strong></p>
<p><strong>85.  Associação de Moradores do Jardim Edith</strong></p>
<p><strong>86.  Associação de Moradores de Jurubatuba</strong></p>
<p><strong>87.  Movimento Popular de Vila Leopoldina</strong></p>
<p><strong>88.  SOS Manancial do Rio Cotia</strong></p>
<p><strong>89.  Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Monções</strong></p>
<p><strong>90.  Associação Amigos da Chácara Monte Alegre – SACMA</strong></p>
<p><strong>91.  Bicuda Ecológica</strong></p>
<p><strong>92.  Federação das Associações de Mutuários e Associações de Moradores do Estado de São Paulo – FAMMESP</strong></p>
<p><strong>93.  COATI-Centro de Orientação ambiental Terra Integrada</strong></p>
<p><strong>94.  Instituto de Pesquisas em Ecologia Humana &#8211; IPEH</strong></p>
<p><strong>95.  Grupo de Proteção dos Mananciais do Eldorado &#8211; GPME</strong></p>
<p><strong>96.  Associação dos Moradores Amigos da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo &#8211; AMAR</strong></p>
<p><strong>97.  Associação Morumbi Melhor &#8211; AMM</strong></p>
<p><strong>98.  Centro de Trabalhos para o Ambiente Habitado &#8211; USINA</strong></p>
<p><strong>99.  Associação dos Trabalhadores do IPT – ASSIPT</strong></p>
<p><strong>100.  Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de São Paulo – SinTPq</strong></p>
<p><strong>101.  Espaço do Animal &#8211; EA</strong></p>
<p><strong>102.  Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do Estado de São Paulo &#8211; MCCE/SP</strong></p>
<p><strong>103.  Movimento Voto Consciente</strong></p>
<p><strong>104.  Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene</strong></p>
<p><strong>105.  Movimento Eco-Cultural São Francisco</strong></p>
<p><strong>106.  Comissão Solidária dos Servidores Públicos e da Sociedade &#8211; Pró-Servir</strong></p>
<p><strong>107.  Instituto iBiosfera &#8211; Conservação &amp; Desenvolvimento Sustentável</strong></p>
<p><strong>108.  Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Capital</strong></p>
<p><strong>109.  Movimento Nacional da População de Rua &#8211; MNPR/SP</strong></p>
<p><strong>110.  Rede Popular de Estudantes de Direito &#8211; REPED</strong></p>
<p><strong>111.  Centro de Acolhida Frei Galvão &#8211; SEFRAS</strong></p>
<p><strong>112.  Fórum Paulista de Participação Popular</strong></p>
<p><strong>113.  Associação Educação Cidadã</strong></p>
<p><strong>114.  Movimento de Resistência &#8211; CONOPSP2005</strong></p>
<p><strong>115.  Fórum Centro Vivo</strong></p>
<p><strong>116.  Movimento São Paulo Restaurada</strong></p>
<p><strong>117.  Associação Global de Desenvolvimento Sustentado</strong></p>
<p><strong>118.  In-Pacto &#8211; Instituto de Proteção Ambiental Cotia/Tietê</strong></p>
<p><strong>119.  Instituto Associativo Memorial Jânio Quadros &#8211; OSCIP</strong></p>
<p><strong>120.  Associação Ecológica Amigos da Onça</strong></p>
<p><strong>121.  Instituto Aruandista de Pesquisas e Desemvolvimento</strong></p>
<p><strong>122.  Sociedade dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista &#8211; SABABV</strong></p>
<p><strong>123.  Associação Protetora da Diversidade das Espécies &#8211; PROESP</strong></p>
<p><strong>124.  Sociedade do Sol</strong></p>
<p><strong>125.  Instituto de Tecnologia Social &#8211; ITS</strong></p>
<p><strong>126.  Conselho Comunitário da Região Administrativa de Santana-Tucuruvi</strong></p>
<p><strong>127.  Associação Iniciativa Local</strong></p>
<p><strong>128.  Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e pela Vida</strong></p>
<p><strong>129.  Sociedade Amigos do Jardim Londrina &#8211; SAJAL</strong></p>
<p><strong>130.  Grupo de Amigos do Jardim Marajoara &#8211; GAMA</strong></p>
<p><strong>131.  Associação Enfance &#8211; Comunidade e Ecologia</strong></p>
<p><strong>132.  Rede Paulista de Educação Ambiental &#8211; REPEA</strong></p>
<p><strong>133.  Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade &#8211; REJUMA</strong></p>
<p><strong>134.  Associação Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas</strong></p>
<p><strong>135.  Comunidade Cidadã</strong></p>
<p><strong>136.  Grupo de Estudos e Práticas Agroecológicas e o Reencantamento Humano &#8211; EPARREH</strong></p>
<p><strong>137.  Articulação Paulista de Agroecologia &#8211; APA</strong></p>
<p><strong>138.  Articulação Oeste de Agricultura Urbana &#8211; AOAU</strong></p>
<p><strong>139.  Movimento de Defesa dos Favelados &#8211; Região Episcopal de Belém &#8211; (Vila prudente, Sapopemba e São Mateus)</strong></p>
<p><strong>140.  Sociedade Amigos da Praça Parente Ramos &#8211; SAPEPAR</strong></p>
<p><strong>141.  Associação dos Moradores da Vila Anhanguera &#8211; AMVA</strong></p>
<p><strong>142.  Movimento de Moradia Vitória do Belém</strong></p>
<p><strong>143.  Movimento Perdizes Vivo &#8211; MOPEVI</strong></p>
<p><strong>144.  Fórum Permanente de Educação Inclusiva</strong></p>
<p><strong>145.  Movimento em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência &#8211; MODEF</strong></p>
<p><strong>146.  Associação de Usuários e Amigos do Parque Ibirapuera &#8211; ASSUAPI</strong></p>
<p><strong>147.  Vila Olímpia Solidária &#8211; VOS</strong></p>
<p><strong>148.  Movimento dos Trabalhadores sem Terra Leste 1</strong></p>
<p><strong>149.  Associação Holística de Participação Comunitária Ecológica &#8211; AHPCE</strong></p>
<p><strong>150.  Movimento de Resistência dos Conselheiros do OP da Cidade de São Paulo &#8211; CONOP</strong></p>
<p><strong>151.  Instituto Ecoar para a Cidadania &#8211; ECOAR</strong></p>
<p><strong>152.  Projeto Anchieta, Ação e Reintegração Social &#8211; Grajau</strong></p>
<p><strong>153.  Departamento Jurídico &#8220;XI de Agosto&#8221; da Faculdade de Direito da USP</strong></p>
<p><strong>154.  Programa Permanente Ecobairro</strong></p>
<p><strong>155.  Associação dos Educadores da USP &#8211; AEUSP</strong></p>
<p><strong>156.  Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas &#8211; AMEA</strong></p>
<p><strong>157.  Associação Unificadora de Loteamentos, Favelas e Assentamentos de São Paulo</strong></p>
<p><strong>158.  Coletivo Ecologia Urbana</strong></p>
<p><strong>159.  Conselho Regional de Psicologia &#8211; CRP-06</strong></p>
<p><strong>160.  Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
<p><strong>161.  Instituto Brasileiro da Ecologia e Meio Ambiente &#8211; IBEMA</strong></p>
<p><strong>162.  Associação Cidade de Direitos de Cidade Tiradentes</strong></p>
<p><strong>163.  Sociedade Amigos do Residencial Parque Continental-SARPAC</strong></p>
<p><strong>164.  Associação Via Cultural</strong></p>
<p><strong>165.  Consabs de São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo e Penha</strong></p>
<p><strong>166.  Movimento Comunitário para Preservação do Residencial Parque Continental  – VIVA PARQUE</strong></p>
<p><strong>167.  Conselho Regional de Serviço Social  do Estado de São Paulo- CRESS-SP</strong></p>
<p><strong>168.  Associação dos Moradores e Amigos da Vila Paulista &#8211; SOVIPA</strong></p>
<p><strong>169.  Associação de Moradores e Amigos da Chácara Santo Antônio &#8211; AMA-CHÁCARA</strong></p>
<p><strong>170.  Associação União da Juta</strong></p>
<p><strong>171.  Associação Margarida Maria Alves</strong></p>
<p><strong>172.  Instituto Daniel Comboni</strong></p>
<p><strong>173.  Associação São Francisco Setor B</strong></p>
<p><strong>174.  Associação Beira Rio &#8211; Fazenda da Juta</strong></p>
<p><strong>175.  Associação Comunitária Florestan Fernandes</strong></p>
<p><strong>176.  Movimento Habitacional e Ação Social – MOHAS</strong></p>
<p><strong>177.  Movimento pelo Direito à Moradia – MDM</strong></p>
<p><strong>178.  Associação dos Moradores das Favelas do Jardim Planalto e Região &#8211; Estrela do Bairro</strong></p>
<p><strong>179. Centro Santos Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo</strong></p>
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		<title>A Nova Luz aqui no blog</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Gestão” Kassab: Não tem luz no final do tunel


“Gestão” Kassab diz NÃO ao plano habitacional “Minha Casa, Minha Vida”


As falácias de Kassab para dizer Não ao programa “Minha Casa, Minha Vida”


“Gestão” Kassab: um primeiro recuo sobre moradia popular na Nova Luz


Um editorial do Estadão que desnuda a “gestão” Serra-Kassab


Após protesto e audiência pública, vereador diz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><big><big><a title="“Gestão” Kassab: Não tem luz no final do tunel" rel="bookmark" href="../2009/03/gestao-kassab-nao-tem-luz-no-final-do-tunel/">“Gestão” Kassab: Não tem luz no final do tunel</a></big></big></h2>
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<h2><big><big><a title="“Gestão” Kassab diz NÃO ao plano habitacional “Minha Casa, Minha Vida”" rel="bookmark" href="../2009/04/gestao-kassab-diz-nao-ao-plano-habitacional-minha-casa-minha-vida/">“Gestão” Kassab diz NÃO ao plano habitacional “Minha Casa, Minha Vida”</a></big></big></h2>
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<h2><big><big><a title="As falácias de Kassab para dizer Não ao programa “Minha Casa, Minha Vida”" rel="bookmark" href="../2009/04/as-falacias-de-kassab-para-dizer-nao-ao-programa-minha-casa-minha-vida/">As falácias de Kassab para dizer Não ao programa “Minha Casa, Minha Vida”</a></big></big></h2>
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<h2><big><big><a title="“Gestão” Kassab: um primeiro recuo sobre moradia popular na Nova Luz" rel="bookmark" href="../2009/04/gestao-kassab-um-primeiro-recuo-sobre-moradia-popular-na-nova-luz/">“Gestão” Kassab: um primeiro recuo sobre moradia popular na Nova Luz</a></big></big></h2>
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<h2><big><big><a title="Um editorial do Estadão que desnuda a “gestão” Serra-Kassab" rel="bookmark" href="../2009/04/um-editorial-do-estadao-que-desnuda-a-gestao-serra-kassab/">Um editorial do Estadão que desnuda a “gestão” Serra-Kassab</a></big></big></h2>
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<h2><big><big><a title="Após protesto e audiência pública, vereador diz que Nova Luz terá novo projeto" rel="bookmark" href="../2009/04/apos-protesto-e-audiencia-publica-vereador-diz-que-nova-luz-tera-novo-projeto/">Após protesto e audiência pública, vereador diz que Nova Luz terá novo projeto</a></big></big></h2>
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<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: xx-large;">***</span></strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong><span style="font-size: x-large;">2 de janeiro 2009</span></strong></p>
<h2><a title="Permanent Link: O rei nu ou a fábula do prefeito II" rel="bookmark" href="../2009/01/o-rei-nu/">O rei nu ou a fábula do prefeito II</a></h2>
<div style="text-align: center;"><img src="http://img.estadao.com.br/fotos/80/D0/F9/G80D0F975642D45068E2C64F5704DD100.jpg" alt="" width="290" height="290" /></div>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Mais Estado para quem?</strong></span></p>
<p style="background-color: #ffff99;"><strong>Maria Cristina Fernandes – VALOR</strong></p>
<p>A posse do prefeito Gilberto Kassab passou ao largo do interesse do paulistano, numa cidade esvaziada pelo feriadão neste primeiro e ensolarado dia de 2009. Poucos anos, no entanto, prometem ser tão decisivos para o futuro da cidade como o que inicia o segundo mandato do prefeito. A cidade terá que escolher entre se viabilizar ou render-se definitivamente ao caos.</p>
<p>Com folgadíssima maioria na Câmara dos Vereadores, o prefeito poderá passar com facilidade as mudanças que pretende para o Plano Diretor de São Paulo. Obrigatório para todos os municípios do país com mais de 20 mil habitantes, o plano que está em vigor na capital foi aprovado em 2002. Tem duração de 10 anos, mas havia uma revisão prevista para 2006 e que acabará, depois de sucessivos adiamentos, entrando em pauta este ano.</p>
<p>2009 oferece um discurso para os propósitos mudancistas do prefeito reeleito. São Paulo é a cidade a ser mais duramente atingida pela crise econômica. É, portanto, propícia a intervenções do poder público destinadas a remediar seus efeitos sobre os paulistanos. O mais evidente deles é o desemprego e a atividade mais intensivamente geradora de postos de trabalho na cidade é a indústria imobiliária. Rechaçada a proposta do secretário estadual do Trabalho do Estado, Guilherme Afif Domingos, de aumentar a licença sem demissão prevista na CLT para 10 meses, a reforma do Plano Diretor surge como discurso alternativo.</p>
<p>Para ficar em apenas duas das mudanças propostas, o Executivo sugere liberalizar as normas para a construção imobiliária nas áreas mais intensamente ocupadas de São Paulo. Hoje nas chamadas Zonas Mistas de Alta Densidade a média de aproveitamento das construções é de 2,5 o tamanho do terreno. A proposta do Executivo eleva esta proporção para 4. Um incorporador que precise levantar uma torre, por exemplo, não precisará comprar um quarteirão inteiro para fazê-lo. Esta é uma velha demanda do setor imobiliário insatisfeito com o gabarito vigente de cinco andares em grande parte da cidade.</p>
<p>A justificativa da prefeitura é de que a cidade precisa ficar mais compacta em torno das linhas de transporte para evitar a emissão excessiva de gás carbônico. O argumento até poderia ser levado ao debate não fosse uma outra mudança proposta pelo Executivo que o desnuda por completo.</p>
<p>Atualmente parte dos recursos provenientes dessa burla legalizada do gabarito das edificações se destina a moradias populares na mesma região em que o incorporador obtiver licença para levantar suas torres. O projeto de Kassab sugere que essas habitações populares possam ser construídas em outras áreas a critério do Executivo. Não é preciso ser um gênio do setor imobiliário para se concluir que essas moradias serão deslocadas cada vez mais para a periferia desprovida de infra-estrutura urbana.</p>
<p>As mudanças caem como uma luva nos projetos da chamada Cracolândia, região central que sucessivas administrações municipais tentam, sem sucesso, revitalizar. O atual plano diretor abre espaço para que os cortiços verticais que proliferam naquela região possam vir a ser reformados para moradia popular. Apesar de intensamente edificada, a região central de São Paulo tem uma das menores densidades demográficas da cidade.</p>
<p>A gestão Gilberto Kassab foi pouco operante na fixação dessa população de baixa renda, que vive dos serviços gerados pelo centro (engraxates, garçons, contínuos, vigias, faxineiras, prostitutas, ambulantes e biscateiros). Se as mudanças no Plano Diretor tão ansiadas pelo setor imobiliário e hoje embaladas pelo discurso de um Estado ativo na reação à crise econômica, vingarem, a cidade terá uma periferia cada vez mais inchada à espera da sempre defasada expansão da rede de transporte coletivo.</p>
<p>Hoje cerca de um quinto dos paulistanos vive em loteamentos irregulares, favelas e cortiços. Foi neste cinturão, onde o Primeiro Comando da Capital (PCC) arregimentou seus soldados naquele 12 de maio de 2006 em que a cidade ficou paralisada pelo medo. As mudanças no Plano Diretor, a pretexto de conter o desemprego, podem aumentar este exército para que a cidade alcance, finalmente, o almejado status de cidade limpa.<br />
<strong><br />
Maria Cristina Fernandes é editora de Política. Escreve às sextas-feiras</strong></p>
<p><strong>E-mail: mcristina.fernandes@valor.com.br</strong></p>
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		<title>Vale a pena ler de novo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[03/07/2009 &#8211; 11:34h 
Para a população não há terreno na cidade, proclama Kassab. Para a especulação, sim!
“É difícil encontrar terrenos disponíveis na região”, a resposta de Kassab a falta de investimentos em creches na região sul da cidade (ver artigo do AGORA no post precedente) segue uma aparente “norma” padrão da “gestão” do prefeito.
Foi assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><small>03/07/2009 &#8211; 11:34h</small> <big><a title="Para a população não há terreno na cidade, proclama Kassab. Para a especulação, sim!" rel="bookmark" href="../2009/07/para-a-populacao-nao-ha-terreno-na-cidade-proclama-kassab-para-a-especulacao-sim/"></a></big></h2>
<h2><big><a title="Para a população não há terreno na cidade, proclama Kassab. Para a especulação, sim!" rel="bookmark" href="../2009/07/para-a-populacao-nao-ha-terreno-na-cidade-proclama-kassab-para-a-especulacao-sim/">Para a população não há terreno na cidade, proclama Kassab. Para a especulação, sim!</a></big></h2>
<p><em><strong>“É difícil encontrar terrenos disponíveis na região”</strong>, a resposta de Kassab a falta de investimentos em creches na região sul da cidade (ver artigo do <strong>AGORA</strong> no post precedente) segue uma aparente “norma” padrão da “gestão” do prefeito.</em></p>
<p><em>Foi assim também para justificar a recusa em apoiar o programa <strong>“Minha Casa, Minha Vida”</strong> na cidade, por “falta de terrenos”.</em></p>
<p><em>Quando este argumento foi avançado mostrei que Kassab poderia começar utilizando os terrenos que pretendia desapropriar para o projeto da Nova Luz e construir na região moradias, pois ele só previa 170 apartamentos (em contradição com o Plano Diretor aprovado por Marta e que destina uma boa parcela para habitação popular em cada operação urbana).</em></p>
<p><em>Na votação do projeto o vereador Donato fez aprovar uma ampliação do espaço para moradia e a “gestão” aceitou aumentar para 1.000 famílias os apartamentos previstos. <a title="“Gestão” Kassab: um primeiro recuo sobre moradia popular na Nova Luz" rel="bookmark" href="../2009/04/gestao-kassab-um-primeiro-recuo-sobre-moradia-popular-na-nova-luz/">“Gestão” Kassab: um primeiro recuo sobre moradia popular na Nova Luz</a></em></p>
<p><em>Acontece que um dos objetivos de Kassab para mudar o Plano Diretor da Marta é desobrigar os projetos urbanísticos da exigência de moradias populares no local, podendo compensar isto em outras regiões. Com isto a especulação imobiliária poderá se apropriar de regiões inteiras com potencial especulativo e as populações pobres expulsas cada vez mais longe, nas periferias.</em></p>
<p><em>Coube a jornalista Maria Cristina Fernandes, do jornal <strong>VALOR</strong>, mostrar o que visava Kassab com a elaboração de um novo Plano Diretor:</em></p>
<p><strong><em>“O projeto de Kassab sugere que essas habitações populares possam ser construídas em outras áreas a critério do Executivo. Não é preciso ser um gênio do setor imobiliário para se concluir que essas moradias serão deslocadas cada vez mais para a periferia desprovida de infra-estrutura urbana.</em></strong></p>
<p><strong><em>As mudanças caem como uma luva nos projetos da chamada Cracolândia, região central que sucessivas administrações municipais tentam, sem sucesso, revitalizar. O atual plano diretor abre espaço para que os cortiços verticais que proliferam naquela região possam vir a ser reformados para moradia popular. Apesar de intensamente edificada, a região central de São Paulo tem uma das menores densidades demográficas da cidade.</em></strong></p>
<p><em><strong>A gestão Gilberto Kassab foi pouco operante na fixação dessa população de baixa renda, que vive dos serviços gerados pelo centro (engraxates, garçons, contínuos, vigias, faxineiras, prostitutas, ambulantes e biscateiros). Se as mudanças no Plano Diretor tão ansiadas pelo setor imobiliário e hoje embaladas pelo discurso de um Estado ativo na reação à crise econômica, vingarem, a cidade terá uma periferia cada vez mais inchada à espera da sempre defasada expansão da rede de transporte coletivo.”</strong> <a title="Permanent Link: O rei nu ou a fábula do prefeito II" rel="bookmark" href="../2009/01/o-rei-nu/">O rei nu ou a fábula do prefeito II</a></em></p>
<p><em>Este aspecto central do plano de Kassab em favor da especulação imobiliária foi deixado propositalmente fora do conhecimento da opinião pública e raros foram os jornais que abordando os projetos sucessivos sobre a Cracolândia (que já levam quase seis anos sem sair do papel), mostrassem o que visava o “esquecimento” das moradias na região central.</em></p>
<p><em>Hoje coube ao <strong>Estadão</strong> fornecer maior claridade neste assunto, mostrando que pelo Plano Diretor da Marta na região central deveriam ser contempladas habitações para 600.000 famílias, uma boa parte portanto deveria estar incluída no projeto da Nova Luz e por enquanto não estão.</em></p>
<p><em>Ou seja o novo Plano Diretor de Kassab e a Nova Luz prevista, têm o comum denominador exposto pela jornalista do <strong>VALOR</strong>: afastar a população pobre do Centro da cidade e do direito à moradia. </em></p>
<p><em>É para ela “que não existem terrenos”. Mas sobrarão para a especulação imobiliária. LF</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto amplia risco de enchente em SP</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 15:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Para Promotoria de Urbanismo, revisão do Plano Diretor poderá aumentar a área impermeabilizada da cidade


Bruno Tavares, Diego Zanchetta e Ricardo Brandt &#8211; O Estado SP
A revisão do Plano Diretor proposta pela gestão do prefeito Gilberto Kassab vai aumentar os riscos de enchentes e de inundações em São Paulo, segundo avaliação da Promotoria de Habitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"><strong>Para Promotoria de Urbanismo, revisão do Plano Diretor poderá aumentar a área impermeabilizada da cidade</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_zOAxGMzhbJ4/Rza-xU7He8I/AAAAAAAABVo/NGRTtX00fjs/s400/Kassab_serra2.jpg" alt="http://1.bp.blogspot.com/_zOAxGMzhbJ4/Rza-xU7He8I/AAAAAAAABVo/NGRTtX00fjs/s400/Kassab_serra2.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p style="background-color: #ffff99">Bruno Tavares, Diego Zanchetta e Ricardo Brandt &#8211; O Estado SP</p>
<p>A revisão do Plano Diretor proposta pela gestão do prefeito Gilberto Kassab vai aumentar os riscos de enchentes e de inundações em São Paulo, segundo avaliação da Promotoria de Habitação e Urbanismo. O projeto em discussão desde o início do ano na Câmara Municipal prevê a criação de estoques imobiliários em 12 regiões já saturadas pelos parâmetros estabelecidos em 2002.</p>
<p>&#8220;A revisão é discutida sem que seja feito antes planejamento do impacto de um crescimento maior da cidade&#8221;, afirmou o promotor José Carlos de Freitas. &#8220;Aumentar o asfalto sobre os bairros afronta diretrizes do Plano e aumenta os riscos de enchentes. A água não tem para onde correr.&#8221;</p>
<p>O MP já move ação que pede a suspensão da revisão. A pedido das entidades Movimento Defenda SP e Instituto Polis, que consideram que o projeto proposto beneficia somente o mercado imobiliário, a Promotoria chegou a conseguir uma decisão liminar da Justiça em junho que suspendeu as audiências realizadas pelos vereadores sobre o assunto. O debate foi retomado no início de agosto, após a decisão ser derrubada pela Câmara.</p>
<p>A proposta do prefeito também é alvo de críticas de 164 entidades da sociedade civil. Com o boom imobiliário e o número recorde de lançamentos de prédios em São Paulo nos últimos dois anos, 12 dos 91 distritos da área urbana da cidade chegaram ao limite da verticalização. Em oito dessas regiões, a construção de grandes edifícios ficou praticamente inviável pela ausência de terrenos livres.</p>
<p>A falta de opções atinge Cambuci e Liberdade, no centro; Vila Leopoldina e Jaguaré, na zona oeste; Morumbi e Campo Grande, na zona sul; e Limão e Vila Guilherme, na zona norte. Ipiranga, Cursino e Capão Redondo, na zona sul, e Lapa, na zona oeste, já consumiram mais de três quartos dos estoques. &#8220;A cidade não fez sequer um plano de transportes antes de redimensionar a possibilidade de erguer novos empreendimentos nessas áreas&#8221;, acrescentou Freitas.</p>
<p>O líder de governo na Câmara, José Police Neto (PSDB), rebateu as críticas. &#8220;O grande esforço da Câmara no momento é para que tenhamos no plano um sistema hídrico e ambiental que possibilite uma sustentabilidade melhor. Estamos prevendo um aumento de 40% das áreas verdes&#8221;, argumentou.</p>
<p>Os secretários estadual do Meio Ambiente, Francisco Graziano Neto, e do município, Eduardo Jorge, uniram esforços ontem para negar que seja possível relacionar a enchente do Tietê à impermeabilização do solo provocada pelas obras de ampliação da Marginal. &#8220;Os dados indicam que 0,0062% é a área impermeabilizada pela reforma da Marginal em relação à área total que capta água. Temos absoluta segurança de que o aumento de impermeabilidade é desprezível com relação a qualquer outro efeito do ponto de vista ambiental. Os 18,9 hectares que serão impermeabilizados representam menos de um milésimo. Do ponto de vista técnico não há como comprovar o efeito de uma coisa sobre a outra&#8221;, afirmou Graziano.</p>
<p>O secretario municipal defendeu as compensações exigidas. &#8220;O processo obedeceu a todos os procedimentos previstos na lei. É totalmente legal do ponto de vista formal e é o mais rigoroso do Brasil.&#8221; Segundo ele, enquanto no restante do País &#8220;estão discutindo que as compensações ambientais devem girar em torno de 0,5% do valor das obras&#8221;, a Secretaria do Verde arbitrou uma compensação de 6% do valor da obra.</p>
<p>Em nota, a Dersa reiterou o que disseram os secretários. Informou ainda que a Procuradoria do Estado já fez uma defesa prévia do pedido de suspensão das obras feito pelo MP.</p>
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		<title>Editorial do JT defende Plano Diretor contra &#8220;revisão&#8221; de Kassab</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 15:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar e ler o editorial do JT

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Clique na imagem para ampliar e ler o editorial do JT</strong></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/jt_planodiretor.jpg" title="jt_planodiretor.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/08/jt_planodiretor.jpg" alt="jt_planodiretor.jpg" height="289" width="555" /></a></div>
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		<title>Estadão critica tentativa de Kassab de desvirtuar Plano Diretor em favor dos negócios imobiliários</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 13:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EDITORIAL
O ESTADO SP
Revisão do Plano Diretor
Urbanistas e associações de bairro conseguiram convencer vereadores e o governo municipal de que foram cometidos excessos na proposta de revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE). O projeto de revisão enviado à Câmara Municipal modificou substancialmente o plano, o que é vedado pela Lei do Plano Diretor. Ao ser aprovada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>EDITORIAL</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>O ESTADO SP</strong></font></p>
<p><strong><font size="5">Revisão do Plano Diretor</font></strong></p>
<p>Urbanistas e associações de bairro conseguiram convencer vereadores e o governo municipal de que foram cometidos excessos na proposta de revisão do Plano Diretor Estratégico (PDE). O projeto de revisão enviado à Câmara Municipal modificou substancialmente o plano, o que é vedado pela Lei do Plano Diretor. Ao ser aprovada, em 2002, essa lei estabelecia que a sua revisão fosse feita a cada quatro anos. Seu artigo 293 limita a revisão à inclusão de programas e obras que apenas acompanhem o crescimento da cidade sem, no entanto, desestruturar o conjunto de diretrizes do Plano Diretor, que só devem produzir resultados a longo prazo.</p>
<p>O Plano Diretor foi elaborado a partir de objetivos como o repovoamento do centro da cidade, a instalação de um sistema de transporte coletivo integrado e de qualidade, a preservação das áreas de proteção ambiental, a urbanização de zonas precariamente ocupadas e a geração de empregos na periferia que desestimulem os grandes deslocamentos.</p>
<p>A tramitação do Plano Diretor não foi um modelo de participação popular nem de lisura na elaboração legislativa. A votação final do projeto ocorreu na madrugada de 23 de agosto de 2002 e, para conseguir os 43 votos necessários à aprovação, o governo Marta Suplicy aceitou a inclusão de emendas de vereadores que alteraram o zoneamento em algumas áreas até então estritamente residenciais.</p>
<p>Mesmo não sendo o ideal, o Plano Diretor dotou São Paulo de um instrumento de ordenamento urbano, depois de mais de três décadas de ocupação desordenada. Regras predefinidas pelo Estatuto das Cidades foram incorporadas ao planejamento urbano da capital, entre elas o IPTU progressivo, destinado a evitar a retenção especulativa de terrenos urbanos.</p>
<p>A lei do Plano Diretor deveria ser regulamentada até 2005, o que não ocorreu. Passados sete anos, a influência do PDE na vida, no ordenamento e na paisagem de São Paulo é imperceptível. O governo municipal abandonou alguns projetos alinhados com as diretrizes do Plano. Algumas metas, como a melhoria do transporte público, a construção de corredores exclusivos de ônibus e os projetos de moradia popular no centro da cidade, regrediram nesse período.</p>
<p>Há meses a cidade assiste à novela da revisão do Plano Diretor, atrasada em quase três anos. Urbanistas e entidades travaram debate acirrado com o governo e vereadores, acusando os autores da proposta de revisão de terem desestruturado o Plano, desarticulando os vínculos estabelecidos por ele entre as políticas sociais e urbanas. O relator do Plano Diretor Estratégico, Nabil Bonduki, afirma que foi eliminado da proposta que tramita na Câmara o capítulo que estabelece os objetivos relacionados à educação, saúde, cultura, emprego e outros.</p>
<p>Mas o que mais revolta os urbanistas é o fato de a proposta suprimir as macroáreas, que estabeleciam diretrizes de ordenamento urbano compatíveis com as características de cada região da capital. A coordenadora do Movimento Defenda São Paulo, Lucila Lacreta, diz que o fim das macroáreas seria um cheque em branco para as empresas da construção civil, que poderiam, assim, construir sem respeitar as características de cada região e sua capacidade de absorção de novos empreendimentos ou de adensamento.</p>
<p>Empreiteiras estimam que as mudanças permitiriam a injeção de R$ 35 bilhões na construção civil, com a correspondente geração de empregos e de impostos.</p>
<p>Mais de 180 associações de bairro se organizaram e, na semana passada, após três audiências públicas, entregaram uma carta aos vereadores exigindo a volta das macroáreas ao texto do projeto de revisão. Conseguiram do relator da revisão, vereador José Police Neto (PSDB), o compromisso da reinclusão da divisão da cidade, onde toda ocupação deverá respeitar as características predefinidas de cada região.</p>
<p>O Plano Diretor precisa ser incorporado à vida da cidade como instrumento de ordenamento urbano e de defesa dos interesses da população &#8211; e não para gerar negócios imobiliários.</p>
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		<title>Plano Diretor: Miguel Bucalem responde a Marta Suplicy</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secretário de Desenvolvimento Urbano de Gilberto Kassab responde na coluna Tendências/Debates da Folha, a artigo da ex-prefeita Marta Suplicy sobre a revisão do Plano Diretor.
A discussão deste assunto é essencial para o presente e o futuro da cidade. Embaixo reproduzo ambos artigos, assim como o abaixo assinado de 140 entidades da sociedade civil, sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Secretário de Desenvolvimento Urbano de Gilberto Kassab responde na coluna Tendências/Debates da Folha, a artigo da ex-prefeita Marta Suplicy sobre a revisão do Plano Diretor.</em></p>
<p><em>A discussão deste assunto é essencial para o presente e o futuro da cidade. Embaixo reproduzo ambos artigos, assim como o abaixo assinado de 140 entidades da sociedade civil, sobre o mesmo tema. </em></p>
<p><em>Os leitores que desejem aprofundar este assunto poderão encontrar diversos artigos publicados pelos jornais e reproduzidos aqui no blog. Basta dar um clique no tag Plano Diretor, no final do post embaixo. LF </em></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/nick_henderson_lupa.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://www.germinaliteratura.com.br/imagens/nick_henderson_lupa.jpg" /></div>
<p><strong><font size="+1" color="#000080">TENDÊNCIAS/DEBATES<br />
</font></strong></p>
<p><font size="5"><strong>Plano Diretor: o debate continua aberto </strong></font>  <strong>MIGUEL BUCALEM</strong></p>
<table width="466" height="103">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Ao contrário do que sugere  o artigo da ex-prefeita, a administração municipal vem implementando o Plano Diretor em vigor  </em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>A SOCIEDADE paulistana, a Câmara Municipal e a Prefeitura de São Paulo participam atualmente de um amplo e importante debate sobre o futuro da cidade: a revisão do Plano Diretor Estratégico.<br />
Tratada de forma transparente, a discussão abre espaços para contribuições relevantes, mas também suscita comentários que carecem de informações precisas. É o caso do artigo da ex-prefeita Marta Suplicy, publicado nesta <strong>Folha</strong> (12/8), com críticas à  proposta em discussão. É importante  informar e subsidiar o paulistano para esse debate. Iniciemos pelos fatos.<br />
A obrigatoriedade da revisão é determinada no artigo 293 do próprio Plano Diretor em vigor. A gestão Serra-Kassab iniciou o processo em 2005, com mais de 140 apresentações, debates regionais nas 31 subprefeituras, reuniões técnicas e discussões na Câmara Técnica de Legislação Urbanística (CTLU) e no Conselho Municipal de Política Urbana (CMPU).<br />
Para atender o prazo legal, a proposta foi encaminhada pelo Executivo à Câmara em outubro de 2007, estando sempre disponível a todos, inclusive pela internet.<br />
Diferentemente do que sugere o artigo da ex-prefeita, a administração  municipal vem, desde 2005, implementando o Plano Diretor em vigor.<br />
A política habitacional é um exemplo disso: recebeu aporte de recursos  sem precedentes na história da cidade. De 2005 a 2009, são cerca de R$ 3  bilhões, com benefícios diretos a cerca de 74 mil famílias no Programa de  Urbanização de Favelas e outras 60  mil no Programa Mananciais.<br />
A prioridade ao transporte público em relação ao individual foi traduzida em ações. A integração do sistema de ônibus ao de trilhos do Metrô e da CPTM aumentou o número de viagens atendidas para cerca de 15 milhões por dia, e o programa de investimentos no sistema sobre trilhos do governo do Estado entre 2007 e 2010 é de mais de R$ 19 bilhões.<br />
Pela primeira vez desde que o Metrô passou a ser gerenciado pelo Estado, há 30 anos, a prefeitura, na administração Serra-Kassab, contribui para a expansão das linhas. Foi R$ 1 bilhão na gestão passada e será mais R$ 1 bilhão nesta gestão.<br />
Na política ambiental, implantou-se o programa de inspeção veicular,  com benefícios à saúde pública, e o  programa Córrego Limpo, parceria  com a Sabesp, que já despoluiu 42  córregos e prevê limpar cem até dezembro de 2010. Em 2004, a cidade  contava com 33 parques municipais.<br />
Hoje, já são 58, e outros 63 estão em  implantação, dos quais 42 serão finalizados até 2012 -ou seja, teremos  cem parques em 2012.<br />
Há muitos outros exemplos de implementações do PDE nessas e nas demais políticas, inclusive na proposição de leis, como a da concessão urbanística. O Plano Plurianual 2006-2009, que estabelece as ações de governo para esse período, é outro exemplo: foi elaborado considerando-se as ações previstas no PDE.<br />
Das críticas à proposta de revisão, a  maioria genérica e não fundamentada, merece esclarecimento especial a  que se refere à supressão dos artigos  das políticas setoriais.<br />
Como essas políticas já são reguladas por legislação específica, buscou-se dar foco ao conteúdo do plano,  adequando-o ao que estabelece a  Constituição e o Estatuto da Cidade.<br />
No entanto, as discussões iniciais  no âmbito do Legislativo indicaram  que existe o desejo de ter essas políticas explícitas no plano.  Independentemente de como ficará o texto final do PDE, o Executivo  manterá a implementação das políticas setoriais: por exemplo, saúde e  educação continuarão a ser prioritárias, como já têm sido desde 2005.<br />
Concordo com a ex-prefeita que o  plano deve ser aprimorado e discutido. Nesse momento, inclusive, acontece a discussão com a sociedade civil  sob a liderança do Legislativo. A Câmara Municipal tem feito esse processo de forma aberta, transparente e  participativa, o que é muito elogiável.<br />
Realizaram-se cinco audiências públicas regionais, e agora elas acontecem nas 31 subprefeituras.  O Executivo deseja ver o plano discutido de forma ampla, e o debate,  conduzido pelo prazo necessário para  que a sociedade possa ter uma participação efetiva em sua elaboração.<br />
Não há pressa. O único propósito  do Executivo é o de aprimorar o plano, que já orienta importantes políticas públicas desenvolvidas na cidade  e pode ser aperfeiçoado para atender  ainda mais suas necessidades.</p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><font size="-1"><strong>MIGUEL BUCALEM,</strong> doutor em engenharia pelo Massachusetts Institute of Technology (EUA) e professor titular da Escola Politécnica da USP, é secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo.</font></p>
<h2> 				<small>12/08/2009 &#8211; 08:59h</small></h2>
<p><font size="5"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/08/ainda-da-tempo/" title="Ainda dá tempo" rel="bookmark">Ainda dá tempo</a></font></p>
<p><strong><font size="+1" color="#000080">TENDÊNCIAS/DEBATES<br />
</font></strong><font size="5"><strong><br />
</strong></font>   <strong>MARTA SUPLICY</strong></p>
<table width="487" height="142">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>O que estamos vendo ocorrer com o Plano Diretor é muito sério e compromete o futuro de nossa cidade  de forma irremediável </em></strong></font></p>
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>ADMINISTRAR São Paulo é um imenso desafio. Gestão competente dos recursos, cuidado e ação para os menos favorecidos, manutenção da limpeza e beleza da cidade, organização do trânsito e qualidade no transporte, educação e saúde que atendam as aspirações e necessidades da população são preocupações inerentes ao cargo. Exigem, o tempo todo, soluções criativas, inovadoras e ousadas. Além de capacidade de negociação e visão de futuro.<br />
Tenho acompanhado como ex-prefeita e paulistana a atual gestão e pouco tenho expressado do meu desconforto e desacordo da forma desastrosa como tem sido em relação ao transporte, aos CEUs, ao povo de rua, ao centro… Mas deixemos para lá. Entretanto, diante da questão do Plano Diretor a ser votado, que nem todos entendem ou têm ideia de sua importância, sinto a necessidade de me manifestar, pois o que estamos vendo acontecer é muito sério e compromete o futuro de nossa cidade de forma irremediável.<br />
São Paulo não foi planejada. Ficou décadas crescendo de forma selvagem. Na gestão de 2001-2004 aprovamos, depois de mais de 300 audiências públicas, um Plano Diretor para a mais rica cidade do Brasil, mas que contava com 90% de seus habitantes vivendo em condições baixas ou muito baixas em relação à qualidade de vida medida pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).<br />
Um Plano Diretor busca o desenvolvimento e a integração social da cidade, orientando para quais regiões ela deverá se expandir, onde devem ser construídas fábricas, habitações populares, gabarito de prédios, avenidas e CEUs e por onde devem passar os diferentes meios de transporte.<br />
Serão os efeitos dessa lei que farão o cidadão andar dez minutos para o trabalho ou passar duas horas dentro de um ônibus ou metrô.<br />
O plano proposto foi concebido para corrigir graves distorções, tendo como prioridade o transporte público e, como baliza, fazer a cidade de São Paulo mais humana e mais justa para com os que aqui moram.<br />
A atual administração nem sequer regulamentou importantes previsões da lei que está aprovada e em vigor desde 2002. Assim, mais de 30 artigos deixaram de funcionar na prática.<br />
Há questões não regulamentadas sobre reuso da água em edifícios, armazenamento de água da chuva em grandes estacionamentos e pátios, previsões que disciplinam o uso de áreas públicas, a aplicação do IPTU progressivo. Há normas para a transferência de potencial construtivo e fixação de equipamentos mínimos para as áreas de interesse social que não foram estabelecidas.<br />
Não foram iniciados planos setoriais, especialmente os de habitação e o de transporte de carga, nem se reviu a legislação de polos geradores de trânsito. As mudanças adotadas têm sido improvisadas, num vai e vem constante de regras que geram insegurança e confusão. E não levam à solução, nem sequer à melhoria, dos congestionamentos.<br />
Deixando de dar prosseguimento a tantos temas importantes, a Prefeitura de São Paulo já perdeu muito tempo na luta pela preservação do meio ambiente, no combate a enchentes, na questão da justiça tributária e no desenvolvimento do centro, que já poderia estar muito melhor se o empréstimo do BID tivesse sido utilizado, e o Plano Diretor, implementado.<br />
Essa administração teve uma gestão inteira para revisar o Plano Diretor. Nada fez e, agora, numa ação que revolta os cidadãos e entidades como o Movimento Defenda São Paulo e o Instituto Pólis, quer reduzir a revisão do plano a uma questão referente ao uso do solo e a negócios imobiliários.<br />
Numa canetada, deseja-se eliminar os avanços que visam acabar com a exclusão social e tornar possível uma cidade mais justa, humana e civilizada. Uma São Paulo nervosa, dinâmica, mas na qual se consiga transitar, morar e respirar melhor, onde não se sinta angústia ou vergonha ao ver tantas habitações miseráveis, medo pela violência e desconforto generalizado.<br />
Temos ainda a chance de parar esse retrocesso, regulamentar e rever o que for necessário, sem cortar 45 artigos da lei, como propõe o atual prefeito, que são os que afetarão a educação, a saúde, a habitação, o meio ambiente, o desenvolvimento econômico, o emprego e a renda em São Paulo.<br />
Uma cidade, especialmente como a nossa, é o centro convergente de interesses muitas vezes divergentes. Uma prefeitura democrática tem de ter a ousadia e a coragem de pensar o futuro, proteger os mais fracos e não permitir os abusos dos mais poderosos. O Plano Diretor é essa oportunidade fantástica de tornar São Paulo mais organizada e humana. Acho que ainda dá tempo.</p>
<h2> 				<small>08/04/2009 &#8211; 14:08h</small></h2>
<p><font size="5"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/gestao-kassab-abaixo-assinado-contra-o-atual-projeto-de-revisao-do-plano-diretor-estrategico/" title="“Gestão” Kassab: abaixo-assinado contra o atual projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico" rel="bookmark">“Gestão” Kassab: abaixo-assinado contra o atual projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico</a></font></p>
<div class="entry">Já são <strong><font size="7">144</font></strong> entidades/organizações subscrevendo o abaixo-assinado contra a atual revisão do Plano Diretor EstratégicoPara outras entidades subscreverem  este documento, mande uma mensagem para</p>
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<div style="text-align: center"><img src="http://gabrielarighetto.files.wordpress.com/2008/01/sao_paulo_cidade.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://gabrielarighetto.files.wordpress.com/2008/01/sao_paulo_cidade.jpg" width="555" height="348" /></div>
<p><strong>ABAIXO-ASSINADO </strong><br />
________________________________________<br />
CONSIDERANDO que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não cumpriu o determinado no Art. 293 do Plano Diretor Estratégico vigente, que estabelece os limites legais de sua própria revisão, restrita apenas à adequação das ações estratégicas do Plano Diretor, com possíveis acréscimos de áreas do território da cidade para aplicação dos instrumentos previstos no Estatuto da Cidade;<br />
CONSIDERANDO que a Prefeitura da Cidade de São Paulo, extrapolando os limites legais da revisão do Plano Diretor Estratégico, simplesmente propôs um novo Plano, o qual suprimiu importantes elementos do desenvolvimento urbano já conquistados, com significativos retrocessos nos aspectos sociais e culturais do Plano vigente, como as alterações das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) ou a retirada da importante figura dos Planos de Bairro, entre outros;<br />
CONSIDERANDO que, ao mesmo tempo, este novo Plano coloca praticamente todo o território urbano sujeito à venda de áreas construídas superiores às atualmente permitidas, liberando sem controle a verticalização e adensamento ao sabor do interesse puramente imobiliário, desconsiderando seus reflexos na evidente ausência de sustentabilidade ambiental de nossa cidade;<br />
CONSIDERANDO que a Prefeitura da Cidade de São Paulo não apresentou nenhum Plano de Habitação, de Transportes e Circulação Viária, dispositivos estes interdependentes e subordinados às diretrizes do Plano Diretor Estratégico vigente, cuja concepção e aplicação integradas são fundamentais para a sua revisão e futura elaboração de adequadas Normas de Uso e Ocupação do Solo, como legalmente previsto e não cumprido pelo Executivo, o que por si só invalida o projeto encaminhado à Câmara;<br />
CONSIDERANDO que a Prefeitura da Cidade de São Paulo procedeu de forma pouco democrática, desde a apresentação do Projeto até o encaminhamento para a Câmara Municipal, retrocedendo no processo de discussão e gestão participativa, através de audiências públicas absolutamente carentes de informação, de tempo para qualquer manifestação pública consistente, em grosseiro arremedo mal disfarçado de democracia;<br />
CONSIDERANDO que a sociedade civil paulistana não aceita mais este tipo de menosprezo para com as Leis e os Direitos constitucionais dos cidadãos de participar da concepção, implementação e monitoramento das intervenções relativas ao desenvolvimento urbano de sua cidade, posto que prejuízos são distribuídos para a imensa maioria da sociedade, enquanto uns poucos se beneficiam;<br />
é que,<br />
As entidades relacionadas exigem, através deste abaixo-assinado, a imediata mudança de postura da Prefeitura Municipal de São Paulo, retirando da Câmara Municipal o Projeto de Revisão do Plano Diretor Estratégico para, dentro da legalidade e do mais alto espírito democrático e cidadão, refazer as concepções e procedimentos da revisão do Plano Diretor Estratégico, objetivando o desenvolvimento de uma cidade justa e socialmente includente, planejada de forma participativa e alicerçada no interesse público.</p>
<p>1.  Movimento Defenda São Paulo – MDSP<br />
2.  Instituto Pólis<br />
3.  Centro Gaspar de Direitos Humanos<br />
4.  União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior<br />
5.  Casa da Cidade<br />
6.  Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental – PROAM<br />
7.  Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo &#8211; SASP<br />
8.  Instituto de Políticas Públicas das Cidades – IPPC<br />
9.  Instituto Socioambiental – ISA<br />
10. Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo &#8211; SEESP<br />
11. Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos – FAU-USP<br />
12. Sociedade Amigos do Alto de Pinheiros &#8211; SAAP<br />
13. Associação dos Moradores do Jardim da Saúde &#8211; AMJS<br />
14. Associação Amigos do Jardim das Bandeiras<br />
15. Movimento em Defesa do Campo Belo<br />
16. Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo &#8211; FACESP<br />
17. Sociedade de Amigos do Jardim Europa e Paulistano – SAJEP<br />
18. Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Morumbi<br />
19. Campanha Billing’s, Eu Te Quero Viva!<br />
20. SOS Manancial<br />
21. Comitê Gestor da Praça Roosevelt<br />
22. Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes<br />
23. Sociedade dos Amigos do Planalto Paulista<br />
24. Associação dos Amigos e Moradores Pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança<br />
25. Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia &#8211; SOJAL<br />
26. Associação de Segurança e Cidadania – ASSEC<br />
27. Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu, Perdizes e Higienópolis &#8211; AMAPPH<br />
28. Associação dos Moradores da Vila Mariana – AMA-VM<br />
29. Associação dos Moradores e Amigos do Sumaré &#8211; SOMASU<br />
30. Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e dos Estados &#8211; SAJAPE<br />
31. Associação Amigos do Brooklin Novo &#8211; SABRON<br />
32. Sociedade Amigos da Vila Alexandria &#8211; SAMAVA<br />
33. Viva Pacaembu por São Paulo &#8211; VIVAPAC<br />
34. Associação dos Moradores Amigos do Parque da Previdência &#8211; AMAPAR<br />
35. Associação dos Moradores da Vila Noca e Jardim Ceci<br />
36. Sociedade Amigos do Brooklin Velho – SABROVE<br />
37. Sociedade dos Moradores do Morumbi<br />
38. Sociedade Defenda Mirandópolis &#8211; SAM<br />
39. Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro<br />
40. Movimento de Oposição à Verticalização Caótica e pela Preservação do Patrimônio da Lapa e Região &#8211; MOVER<br />
41. Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição – AMVNC<br />
42. Associação de Moradores da Vila Cordeiro – VIVACOR<br />
43. Associação Amigos da Vila Primavera &#8211; AVIP<br />
44. União dos Moradores da Zona Sul “Olavo Setúbal”<br />
45. Sociedade Mundial de Estudos Espíritas (Kardecista)<br />
46. Central de Movimentos Populares – São Paulo<br />
47. Instituto São Paulo de Cidadania e Política<br />
48. Conselho de Leigos da Região Episcopal Ipiranga<br />
49. Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo<br />
50. Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21<br />
51. Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César – SAMORCC<br />
52. Associação Cultural e Educativa Ética e Arte<br />
53. GT (Grupo de Trabalho) de Educação do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste<br />
54. Associação Amigos de Vila Pompéia<br />
55. Conselho das Associações Amigos de Bairros da Lapa e Adjacencias &#8211; CONSABS<br />
56. Associação Amigos da Praça João A. Castellano<br />
57. Sociedade Amigos da Cidade Jardim<br />
58. Sociedade Moradores do Butantã / Cidade Universitária<br />
59. Movimento de Moradia COHAB Raposo Tavares<br />
60. Associação dos Moradores do Jardim Christie<br />
61. Fórum das Agendas 21 Centro &#8211; São Paulo<br />
62. Sociedade dos Amigos de Bairro do Jardim Marajoara – SAJAMA<br />
63. Associação dos Moradores do Jardim Novo Mundo (AMJA)<br />
64. Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Perdizes/Pacaembu<br />
65. Associação dos Moradores Bolsão Residencial Jd.Campo Grande (City Campo Grande) – AMBRECITY<br />
66. Associação dos Verdadeiros Amigos e Moradores do Jardim Aeroporto – AVAMOJA<br />
67. Policidadania – Política e Cidadania<br />
68. Atitude Urbana – Assessoria ao Desenvolvimento de Políticas Públicas Integradas<br />
69. Movimento pela Melhoria da Qualidade de Vida nas Cidades &#8211; REVIVACIDADES<br />
70. Associação dos Moradores da Vila Arapuá e Parque Fongaro – AMVAPF<br />
71. Pastoral da Moradia — Área da Pastoral do Jardim Elba<br />
72. Fórum Permanente de Mulheres do Jardim Angela e Jardim São Luiz<br />
73. Centro Maria-Mariá de Formação da Mulher<br />
74. Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia<br />
75. Associação dos Moradores e Amigos de Moema – AMAM<br />
76. Centro de Direitos Humanos de Sapopemba &#8211; CDHS “Pablo Gonzales Olalla”<br />
77. CIRANDA — Comunidade e Cidadania<br />
78. Associação dos Moradores do Jaguaré — SAJA<br />
79. Associação dos Moradores Pantanal – Capela do Socorro<br />
80. Central de Movimentos Populares &#8211; Brasil<br />
81. Movimento de Moradia do Centro de São Paulo<br />
82. Associação de Moradores do Jardim Edith<br />
83. Associação de Moradores de Jurubatuba<br />
84. Movimento Popular de Vila Leopoldina<br />
85. SOS Manancial do Rio Cotia<br />
86. Conselho Comunitário de Segurança &#8211; Conseg Monções<br />
87. Associação Amigos da Chácara Monte Alegre – SACMA<br />
88. Bicuda Ecológica<br />
89. Federação das Associações de Mutuários e Associações de Moradores do Estado de São Paulo – FAMMESP<br />
90. COATI-Centro de Orientação ambiental Terra Integrada<br />
91. Instituto de Pesquisas em Ecologia Humana &#8211; IPEH<br />
92. Grupo de Proteção dos Mananciais do Eldorado &#8211; GPME<br />
93. Associação dos Moradores Amigos da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo &#8211; AMAR<br />
94. Associação Morumbi Melhor &#8211; AMM<br />
95. Centro de Trabalhos para o Ambiente Habitado &#8211; USINA<br />
96. Associação dos Trabalhadores do IPT – ASSIPT<br />
97. Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de São Paulo – SinTPq<br />
98. Espaço do Animal &#8211; EA<br />
99. Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do Estado de São Paulo &#8211; MCCE/SP<br />
100. Movimento Voto Consciente<br />
101. Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene<br />
102. Movimento Eco-Cultural São Francisco<br />
103. Comissão Solidária dos Servidores Públicos e da Sociedade &#8211; Pró-Servir<br />
104. Instituto iBiosfera &#8211; Conservação &amp; Desenvolvimento Sustentável<br />
105. Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Capital<br />
106. Movimento Nacional da População de Rua &#8211; MNPR/SP<br />
107. Rede Popular de Estudantes de Direito &#8211; REPED<br />
108. Centro de Acolhida Frei Galvão &#8211; SEFRAS<br />
109. Fórum Paulista de Participação Popular<br />
110. Associação Educação Cidadã<br />
111. Movimento de Resistência &#8211; CONOPSP2005<br />
112. Fórum Centro Vivo<br />
113. Movimento São Paulo Restaurada<br />
114. Associação Global de Desenvolvimento Sustentado<br />
115. In-Pacto &#8211; Instituto de Proteção Ambiental Cotia/Tietê<br />
116. Instituto Associativo Memorial Jânio Quadros &#8211; OSCIP<br />
117. Associação Ecológica Amigos da Onça<br />
118. Instituto Aruandista de Pesquisas e Desemvolvimento<br />
119. Sociedade dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista &#8211; SABABV<br />
120. Associação Protetora da Diversidade das Espécies &#8211; PROESP<br />
121. Sociedade do Sol<br />
122. Instituto de Tecnologia Social &#8211; ITS<br />
123. Conselho Comunitário da Região Administrativa de Santana-Tucuruvi<br />
124. Comissão Solidaria dos Servidores Publicos e da Sociedade ProServir<br />
125. Associação Iniciativa Local<br />
126. Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e pela Vida<br />
127. Sociedade Amigos do Jardim Londrina &#8211; SAJAL<br />
128. Associação Grupo de Amigos do Jardim Marajoara<br />
129. Associação Enfance &#8211; Comunidade e Ecologia<br />
130. Rede Paulista de Educação Ambiental &#8211; REPEA<br />
131. Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade &#8211; REJUMA<br />
132. Coletivo Jovem de Meio Ambiente de São PAulo &#8211; CJ SP<br />
133. Associação Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas<br />
134. Comunidade Cidadã<br />
135. Grupo de Estudos e Práticas Agroecológicas e o Reencantamento Humano &#8211; EPARREH<br />
136. Articulação Paulista de Agroecologia &#8211; APA<br />
137. Articulação Oeste de Agricultura Urbana &#8211; AOAU<br />
138. Movimento de Defesa dos Favelados &#8211; Região Episcopal de Belém &#8211; (Vila prudente, Sapopemba e São Mateus)<br />
139. Sociedade Amigos da Praça Parente Ramos &#8211; SAPEPAR<br />
140. Associação dos Moradores da Vila Anhanguera &#8211; AMVA<br />
141. Movimento de Moradia Vitória do Belém<br />
142. Movimento Perdizes Vivo &#8211; MOPEVI<br />
143. Fórum Permanente de Educação Inclusiva<br />
144. Movimento em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência &#8211; MODEF</p></div>
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		<title>Ainda dá tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 11:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TENDÊNCIAS/DEBATES

   MARTA SUPLICY



 O que estamos vendo ocorrer com o Plano Diretor é muito sério e compromete o futuro de nossa cidade  de forma irremediável 



ADMINISTRAR São Paulo é um imenso desafio. Gestão competente dos recursos, cuidado e ação para os menos favorecidos, manutenção da limpeza e beleza da cidade, organização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="+1" color="#000080">TENDÊNCIAS/DEBATES<br />
</font></strong><font size="5"><strong><br />
</strong></font>   <strong>MARTA SUPLICY</strong></p>
<table width="487" height="142">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>O que estamos vendo ocorrer com o Plano Diretor é muito sério e compromete o futuro de nossa cidade  de forma irremediável </em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p>ADMINISTRAR São Paulo é um imenso desafio. Gestão competente dos recursos, cuidado e ação para os menos favorecidos, manutenção da limpeza e beleza da cidade, organização do trânsito e qualidade no transporte, educação e saúde que atendam as aspirações e necessidades da população são preocupações inerentes ao cargo. Exigem, o tempo todo, soluções criativas, inovadoras e ousadas. Além de capacidade de negociação e visão de futuro.<br />
Tenho acompanhado como ex-prefeita e paulistana a atual gestão e pouco tenho expressado do meu desconforto e desacordo da forma desastrosa como tem sido em relação ao transporte, aos CEUs, ao povo de rua, ao centro&#8230; Mas deixemos para lá. Entretanto, diante da questão do Plano Diretor a ser votado, que nem todos entendem ou têm ideia de sua importância, sinto a necessidade de me manifestar, pois o que estamos vendo acontecer é muito sério e compromete o futuro de nossa cidade de forma irremediável.<br />
São Paulo não foi planejada. Ficou décadas crescendo de forma selvagem. Na gestão de 2001-2004 aprovamos, depois de mais de 300 audiências públicas, um Plano Diretor para a mais rica cidade do Brasil, mas que contava com 90% de seus habitantes vivendo em condições baixas ou muito baixas em relação à qualidade de vida medida pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).<br />
Um Plano Diretor busca o desenvolvimento e a integração social da cidade, orientando para quais regiões  ela deverá se expandir, onde devem  ser construídas fábricas, habitações  populares, gabarito de prédios, avenidas e CEUs e por onde devem passar  os diferentes meios de transporte.<br />
Serão os efeitos dessa lei que farão o  cidadão andar dez minutos para o trabalho ou passar duas horas dentro de  um ônibus ou metrô.<br />
O plano proposto foi concebido para corrigir graves distorções, tendo  como prioridade o transporte público  e, como baliza, fazer a cidade de São  Paulo mais humana e mais justa para  com os que aqui moram.<br />
A atual administração nem sequer regulamentou importantes previsões  da lei que está aprovada e em vigor  desde 2002. Assim, mais de 30 artigos  deixaram de funcionar na prática.<br />
Há questões não regulamentadas sobre reuso da água em edifícios, armazenamento de água da chuva em grandes estacionamentos e pátios, previsões que disciplinam o uso de áreas públicas, a aplicação do IPTU progressivo. Há normas para a transferência de potencial construtivo e fixação de equipamentos mínimos para as áreas de interesse social que não foram estabelecidas.<br />
Não foram iniciados planos setoriais, especialmente os de habitação e  o de transporte de carga, nem se reviu  a legislação de polos geradores de  trânsito. As mudanças adotadas têm  sido improvisadas, num vai e vem  constante de regras que geram insegurança e confusão. E não levam à solução, nem sequer à melhoria, dos  congestionamentos.<br />
Deixando de dar prosseguimento a  tantos temas importantes, a Prefeitura de São Paulo já perdeu muito tempo na luta pela preservação do meio  ambiente, no combate a enchentes,  na questão da justiça tributária e no  desenvolvimento do centro, que já  poderia estar muito melhor se o empréstimo do BID tivesse sido utilizado, e o Plano Diretor, implementado.<br />
Essa administração teve uma gestão inteira para revisar o Plano Diretor. Nada fez e, agora, numa ação que  revolta os cidadãos e entidades como  o Movimento Defenda São Paulo e o  Instituto Pólis, quer reduzir a revisão  do plano a uma questão referente ao  uso do solo e a negócios imobiliários.<br />
Numa canetada, deseja-se eliminar  os avanços que visam acabar com a  exclusão social e tornar possível uma  cidade mais justa, humana e civilizada. Uma São Paulo nervosa, dinâmica,  mas na qual se consiga transitar, morar e respirar melhor, onde não se sinta angústia ou vergonha ao ver tantas  habitações miseráveis, medo pela violência e desconforto generalizado.<br />
Temos ainda a chance de parar esse  retrocesso, regulamentar e rever o  que for necessário, sem cortar 45 artigos da lei, como propõe o atual prefeito, que são os que afetarão a educação,  a saúde, a habitação, o meio ambiente, o desenvolvimento econômico, o  emprego e a renda em São Paulo.<br />
Uma cidade, especialmente como a  nossa, é o centro convergente de interesses muitas vezes divergentes. Uma  prefeitura democrática tem de ter a  ousadia e a coragem de pensar o futuro, proteger os mais fracos e não permitir os abusos dos mais poderosos.  O Plano Diretor é essa oportunidade fantástica de tornar São Paulo  mais organizada e humana. Acho que  ainda dá tempo.</p>
<hr size="1" noshade="noshade" /><font size="-1"><strong>MARTA SUPLICY</strong> foi prefeita da cidade de São Paulo pelo  PT (2001-2004) e ministra do Turismo (2007-2008).</font></p>
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		<title>Marginal do Tietê terá pontes estaiadas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[governo SP]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Kassab]]></category>
		<category><![CDATA[marginal tietê]]></category>
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		<description><![CDATA[Futura pista central exige obras na Freguesia, Limão e Casa Verde

Felipe Oda, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP
Três pontes estaiadas serão construídas, até março, na Marginal do Tietê. As Pontes da Freguesia do Ó, do Limão e da Casa Verde terão os pilares das pistas local e expressa, no sentido Castelo Branco, retirados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Futura pista central exige obras na Freguesia, Limão e Casa Verde</strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_uZxvuRdQg9w/ST6uNr9fDEI/AAAAAAAAAWk/ILYgZO_nPoA/s400/Picture+1.png" alt="http://2.bp.blogspot.com/_uZxvuRdQg9w/ST6uNr9fDEI/AAAAAAAAAWk/ILYgZO_nPoA/s400/Picture+1.png" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Felipe Oda, JORNAL DA TARDE &#8211; O Estado SP</p>
<p>Três pontes estaiadas serão construídas, até março, na Marginal do Tietê. As Pontes da Freguesia do Ó, do Limão e da Casa Verde terão os pilares das pistas local e expressa, no sentido Castelo Branco, retirados e passarão a ser sustentadas por cabos. Dessa maneira, um vão de aproximadamente 70 metros, livre de pilares ou interferências nas faixas de rolamento, será criado para a construção da terceira pista da Tietê. No sentido Ayrton Senna, os pilares serão mantidos e um novo vão será escavado, ao lado de onde corre a atual pista local. O projeto, de autoria da empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), faz parte das obras de ampliação da via.</p>
<p>A previsão é de que a adaptação das pontes comece em setembro e o custo da obra é de cerca de R$ 90milhões.</p>
<p>De acordo com Paulo Vieira de Souza, diretor de Engenharia da Dersa, a adoção do modelo com estais nas três pontes é necessária pelas condições do terreno e do traçado do viário. &#8220;No sentido Castelo Branco, a futura pista central bate nos pilares centrais, situação que não acontece no sentido Ayrton Senna. As pontes estaiadas serão instaladas onde é tecnicamente necessário&#8221;, diz.</p>
<p>Entre as opções estudadas, a Dersa afirma que o modelo de arcos foi descartado por ser antigo, pela necessidade de reconstruir a ponte e pelo custo próximo ao da estaiada. &#8220;Uma ponte em arco ainda tem a desvantagem da manutenção periódica&#8221;, alega Souza.</p>
<p>Mas Gilberto Piva, integrante da Associação Brasileira de Engenheiros Civis e vice-presidente do CREA-PR, e Catão Francisco, projetista estrutural da Ponte Octavio Frias de Oliveira, na Marginal do Pinheiros, e das três pontes estaiadas da Tietê, contestam os valores. &#8220;As estaiadas são um pouco mais caras do que a solução em manter os pilares. Paga-se 10%, 20% a mais do que na ponte tradicional&#8221;, afirma Francisco.</p>
<p>Além da retirada dos pilares centrais, os estais permitirão a demolição de pilares mais estreitos que separam as faixas da pista expressa, no sentido Castelo Branco. Os pilares só serão demolidos após a construção dos estais. O tamanho do canteiro central, que pode ser transformado em pista sem a necessidade de desapropriações, também foi levado em consideração. Souza ainda afirma que os vãos, entre o tabuleiro das pontes e as pistas, ganharão em altura e poderão ficar com até 5,50 metros.</p>
<p>Outro ponto favorável citado pelo diretor é a possibilidade de &#8220;adaptar&#8221; uma ponte ao modelo estaiado, sem a necessidade de reconstrução. &#8220;A estaiada não precisa demolir a ponte, não produz muito entulho. O impacto de uma demolição na Marginal do Tietê seria muito negativo para o tráfego.&#8221;</p>
<p>Para não complicar ainda mais o trânsito nos 24,5 km de extensão da Tietê, a Dersa alega que trabalhará &#8220;diuturnamente&#8221; e não haverá interdições no fluxo de veículos, que trafegam tanto pelas pontes quanto pela Marginal. &#8220;Tudo aquilo que tem intervenção na pista será feito à noite. Já aquilo que não interfere diretamente na pista será feito de dia&#8221;, diz Souza.</p>
<p>A execução das pontes estaiadas será feita pelo Consórcio Desenvolvimento Rodoviário, formado pelas construtoras EIT e Egesa, contratadas por licitação pública para a construção do lote 1 da Nova Marginal do Tietê, que engloba o trecho entre o viaduto da CPTM e a Ponte das Bandeiras, orçado em R$ 333.196.648,35.</p>
<div id="c">
<h3><font size="5">Ex-secretários temem que a melhoria no trânsito tenha &#8221;prazo de validade&#8221;</font></h3>
</div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">Felipe Oda</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><span style="color: #155e91" id="tm04" onclick="sizeFonts(14),selectedFonts('tm04'); return false"><br />
</span></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A implementação de uma nova pista de rolamento e a construção de quatro pontes e três viadutos na Marginal do Tietê como solução para o trânsito são questionadas por ex-secretários municipais ouvidos pela reportagem. Jorge Wilheim, arquiteto e urbanista que ocupou a pasta de Planejamento Urbano, e Carlos Zarattini, deputado federal que exerceu a função de secretário de Transportes, ambos na gestão Marta Suplicy, ressaltam a importância da construção de vias de suporte à Tietê. &#8220;Lógico que a ampliação da Marginal vai dar uma melhorada no tráfego, mas ela não estrutura o problema dos transportes na cidade. Seria mais importante investir nas vias paralelas ou de suporte&#8221;, diz Zarattini. Já Wilheim observa que a opção escolhida é cara e não consta no Plano Diretor Estratégico da capital. &#8220;Estão adotando uma alternativa cara.&#8221;</p>
<p>Para Getúlio Hanashiro, secretário de Transportes nas gestões Paulo Maluf e Celso Pitta, a modernização da via não terá efeito se o governo deixar de investir no transporte coletivo. &#8220;Toda obra tem um prazo de validade. O próprio transporte público necessita permanentemente de investimentos para não ficar saturado&#8221;, diz. &#8220;Ou investimos em transporte coletivo ou ficaremos eternamente abrindo pistas para carros&#8221;, afirma Zarattini.</p></div>
<div id="c">
<h3>Uma ponte em obras há 5 anos</h3>
</div>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">Mônica Cardoso</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto"><img src="http://blog.florianopesaro.com.br/up/f/fl/blog.florianopesaro.com.br/img/Marginal_Tiet__.jpg" alt="http://blog.florianopesaro.com.br/up/f/fl/blog.florianopesaro.com.br/img/Marginal_Tiet__.jpg" align="left" /></p>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>Com a estaiada, as obras na Ponte do Limão devem novamente estender-se &#8211; como ocorre há cinco anos. Elas começaram em agosto de 2004, após um caminhão ficar entalado na ponte e abalar a estrutura. A licitação demorou por conta de brigas judiciais entre as empresas concorrentes. Orçadas em R$ 2,5 milhões, as obras preveem a substituição de 13 vigas e o aumento da ponte de 4,40 para 5,10 metros. Com conclusão prevista inicialmente para junho, o trabalho deve ser terminado apenas no fim de agosto. Quando vistoriou a reforma, em fevereiro, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou que a recuperação da ponte seria concluída no primeiro semestre. Procurada, a Prefeitura agora alegou que se falava na época em meta &#8211; e não em prazo contratual, que é o segundo semestre.</p></div>
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