04/04/2008 - 07:14h Ministério do Turismo lança Viaja Mais Melhor Idade Hospedagem

Ministério do Turismo lança Viaja Mais Melhor Idade Hospedagem Guarujá (04/04) - O Ministério do Turismo lança, às 16h de hoje, no Guarujá (SP), o Viaja Mais Melhor Idade Hospedagem. Na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra Marta Suplicy apresenta a ampliação das ações da Pasta para o público da terceira idade. A novidade é que, agora, essa parcela da população poderá contar com desconto de 50% na tarifa cobrada por meios de hospedagem credenciados no programa Viaja Mais Melhor Idade. O desconto será válido para o ano inteiro, vinculado à baixa ocupação nos estabelecimentos.

Na prática, o Viaja Mais Melhor Idade Hospedagem é uma ação que amplia os produtos do Viaja Mais Melhor Idade, programa lançado em 2007, voltado ao público da terceira idade e que oferece pacotes turísticos em períodos de baixa ocupação, com serviços diferenciados e a possibilidade de serem parcelados.

As ações de venda de pacotes turísticos e de oferta de descontos na hospedagem para a terceira idade são meios para atingir objetivos contemplados no Plano Nacional de Turismo 2007-2010: promover inclusão social e fortalecer o turismo no mercado interno, reduzindo impactos da sazonalidade no setor e, ao mesmo tempo, gerando mais empregos e renda.

Em dezembro passado, a ministra do Turismo, Marta Suplicy, assinou um acordo com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), Associação Brasileira de Resorts (ABR) e Federação Nacional de Bares, Restaurantes, Hotéis e Similares (FNHRBS) para oferecer desconto de 50% no preço das diárias para o público da melhor idade, durante a baixa ocupação nos estabelecimentos.

Turismo está na direção das metas do PNT

Brasília (03/04) – Os esforços para alcançar as metas do Plano Nacional de Turismo 2007-2010 estão gerando bons resultados. É o que demonstrou, ontem (02), em Brasília, o secretário Nacional de Políticas do Turismo, Airton Pereira, durante a 20ª Reunião Conselho Nacional de Turismo (CNT). Airton, que também é secretário-Executivo do CNT, apresentou aos integrantes do Conselho indicadores positivos e em consonância com as metas do Plano. Entre elas a de criar 1,7 milhão de novos empregos e ocupações no turismo. “De 2006 a 2007 tivemos aumento de 19,66%. Isso significa que, em 2007, 280 mil pessoas estavam trabalhando no setor, contra 234 em 2006”, disse o secretário.Outro indicador positivo está relacionado à meta de gerar 7,7 bilhões de dólares em divisas por meio do turismo. Em 2007, US$ 5 bilhões ingressaram no Brasil e, em 2006, esse número foi de US$ 4,3 bilhões – um aumento de 15,85%. “A meta para o ano passado era de 5,1 bilhão. Podemos dizer que estamos cumprindo o que foi proposto”, afirmou Airton. Em 2007, o desembarque de turistas estrangeiros foi de 5,03 milhões.

A estruturação de 65 destinos turísticos também é uma meta cuja execução apresenta bons resultados. Nessas localidades, foram qualificadas, em 2006, 46 mil pessoas. Em 2007, houve um aumento de 175,81%, com a qualificação de 126,87 profissionais. Os serviços turísticos cadastrados no MTur também registraram aumento (15,62%). “Isso significa que os prestadores de serviços turísticos começam a perceber que trabalhar de acordo com as políticas do MTur é sinal de qualidade”, explicou o secretário.

A reunião do Conselho Nacional de Turismo é um espaço para que governo e representantes das entidades que compõem esse órgão colegiado possam debater temas em prol do desenvolvimento da atividade turística. No encontro de hoje, os conselheiros deliberaram, entre outras coisas, sobre a necessidade de apoiar iniciativas para a retomada do turismo rodoviário e sobre a adesão de mais uma entidade ao Conselho. O CNT acatou o interesse de a Associação de Marketing Promocional compor o órgão. Agora, em vez de 65 entidades, contanto com o MTur, o Conselho tem 66 representantes.

28/01/2008 - 15:06h Marta fala na Alemanha para trazer investimentos para o Brasil


Na Alemanha, Ministra do Turismo destaca o crescimento econômico a estabilidade do Brasil, em discurso para atrair investidores Munique (28/01/08) – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, destacou, hoje (28), em Munique (Alemanha), ao participar da Sportsponsorship Conference (Ispo), que o Brasil tem crescido com equilíbrio, mais crédito, empregos e distribuição de renda.

Marta proferiu palestra na abertura da conferência e das seis feiras de negócios, sobre o tema “As oportunidades no Brasil”. A ministra destacou particularmente as oportunidades de investimentos que surgiram a partir do anúncio da realização, no Brasil, da Copa Mundial de Futebol de 2014.

O tema despertou grande interesse, tendo em vista que a Agência Federal de Comércio Exterior Alemã recomendou o investimento no país, segundo lembrou a ministra, citando a edição de novembro de 2007 da revista preparada pela agência, dirigida a empresários. A Ispo, realizada anualmente, é o mais importante congresso de patrocinadores esportivos da Europa. Reúne, nesta edição, 180 palestrantes em 17 painéis, além de expositores de equipamentos esportivos, moda e estilo de vida.
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12/10/2007 - 12:05h ´O turismo só acontece com cooperação´

Diário do Nordeste Entrevista Marta Suplicy

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A MINISTRA do Turismo, Marta Suplicy, esteve no Ceará,

na semana passada, e anunciou uma série de investimentos

para o desenvolvimento do turismo cearense

(Foto: FOTOS: FÁBIO LIMA)

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A Ministra do Turismo, Marta Suplicy, esteve em Fortaleza na semana passada para anunciar uma série de investimentos para o setor no Ceará. Em entrevista, ela falou dos projetos do Ministério do Turismo (MTur) para o Estado e da importância de parceiros como o Governo do Estado e o Sebrae para a implementação de ações que incrementem o turismo cearense
De que forma os programas do seu ministério podem ajudar a garantir o desenvolvimento sustentável para as regiões mais pobres onde, em geral, estão algumas das paisagens mais bonitas do nosso País?

O Ministério do Turismo baliza suas ações no Plano Nacional do Turismo, que considera todas as regiões brasileiras importantes para o turismo, cada uma com sua especificidade e diversidade. Os atrativos naturais do Brasil, juntamente com seu povo, constituem a maior riqueza do País. Aproveitar o que eles têm de melhor e, ao mesmo tempo, conservá-los é um grande desafio. Mas quando falamos em sustentabilidade não podemos pensar apenas em meio ambiente. Temos que lembrar também dos aspectos sociais, culturais e econômicos da atividade turística. Diante disso, o Ministério do Turismo tem trabalhado em parceira com diversos outros ministérios e instituições locais, a fim de garantir a sustentabilidade, em todos os seus aspectos, nas mais diversas regiões turísticas.

Como o MTur pretende resolver um dos problemas do turismo do Nordeste que é a carência de mão-de-obra treinada?

Turismo sem mão-de-obra qualificada não avança. A área de qualificação me sensibiliza especialmente por causa da abertura que tem para a inclusão social, a formação da juventude e um futuro positivo para o turismo e para o País. O turismo é um grande impulsor de mobilidade social, abrindo possibilidades de crescimento. Um exemplo que eu sempre dou é que, por meio da qualificação, em pouco tempo, uma camareira pode passar a ser gerente; um garçom pode virar empresário. Poucos setores da economia permitem este avanço. Para isso e sabendo que qualificação é um processo contínuo, o Ministério do Turismo lança mão de vários projetos que visam capacitar e qualificar a mão-de-obra local para a atividade turística. Vários destes projetos fazem parte do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério e o Sebrae.

Como a senhora vê a parceria do MTur com o Sebrae?

Trabalhar em equipe é o forte do Ministério do Turismo e o Sebrae é uma das instituições parceiras fundamentais para aplicar as políticas do MTur nos locais onde o turismo acontece, ou seja, nos municípios e regiões turísticas. A geração de emprego e renda é o que norteia nossas ações e políticas. Nesse sentido, os interesses do Sebrae e do MTur são coincidentes. O Sebrae transforma a vida de milhões de pessoas e o turismo, quando estruturado de forma eficiente e responsável, é capaz de fazer o mesmo. Um dos exemplos mais recentes dessa parceria foi a assinatura de um acordo de cooperação técnica, no valor de R$ 21,5 milhões, para a execução de projetos para o incremento do turismo no País. São ações de desenvolvimento de metodologias para o fortalecimento institucional, de gestão empresarial e de destinos para a competitividade e desenvolvimento de apoio ao mercado. Vamos trabalhar toda a cadeia produtiva para qualificarmos o setor. Tenho certeza que alcançaremos ótimos resultados no final.

O MTur é parceiro de primeira hora de um projeto pioneiro que é o Roteiro Integrado Delta-Jeri-Lençóis. Como é gerenciar reivindicações e anseios de três estados?

O papel do Ministério do Turismo na estruturação de roteiros integrados é reunir, organizar e articular as reivindicações dos estados, que, por sua vez, são demandados pelos poderes municipais. A gestão participativa e democrática fortalece o papel político de cada um dos envolvidos na produção turística - governos federal, estadual, municipal, a iniciativa privada e parceiros. O desafio, então, é integrar os interesses e as expectativas de todos, além de articular com diversas instituições para que as reivindicações possam ser atendidas. O aprendizado desse gerenciamento acontece nas experiências diárias. É muito prazeroso para mim e para minha equipe ajudar a fazer essa articulação acontecer e, principalmente, ver esse diálogo beneficiar a todos.

Ainda sobre o Roteiro Integrado, há chances dessa experiência ser multiplicada ou reaplicada em outras regiões do País?

Isso já acontece. Os roteiros integrados são o resultado de uma das importantes parcerias entre o MTur e o Sebrae e integram o projeto Rede de Cooperação Técnica para Roteirização. O objetivo é promover o envolvimento dos agentes da cadeia produtiva local na formação dos roteiros turísticos. O MTur trabalha com cinco roteiros integrados, um para cada região do País. Além do Delta/Lençóis/Jericoacoara, no Nordeste, temos o Vale do Acre, no Norte, Brasília/Chapada dos Veadeiros, no Centro-Oeste, Iguaçu/Missões, no Sul, e Estrada Real-Caminho Velho e Paraty a Ouro Preto, no Sudeste. Ações conjuntas de capacitação, qualificação, promoção e apoio à comercialização são executadas para desenvolver a sustentabilidade e projetar cada um desses roteiros no mercado. Eles já estão estruturados e disponíveis para comercialização. Temos, entre nossos objetivos, fazer com que, aos poucos, os envolvidos ganhem mais autonomia.

Aqui no Ceará, como a senhora vê a parceria do MTur com o Governo do Estado?

Tenho dito aos governadores que podem sempre contar com o meu empenho em Brasília para o desenvolvimento do Nordeste, como um todo. O turismo só acontece em ambientes de mútua cooperação. Nossa parceria com o governo cearense é determinante para o sucesso das ações no Estado, uma vez que o Ministério do Turismo não dispõe de instituições representativas em cada uma das Unidades da Federação. As Secretarias Estaduais de Turismo são as entidades capazes de disseminar as políticas propostas pelo MTur, ao mesmo tempo em que trazem até nós uma visão dos anseios e necessidades locais. Isso, somado às ações de instituições como o Sebrae e Senac, desenvolvidas de forma alinhada, garantem a sustentabilidade da atividade turística.

A senhora visitou, no dia 04/10, o município de Canindé aonde acontece a romaria de São Francisco. O MTur pretende investir no turismo religioso do Ceará, que tem Canindé e Juazeiro como os principais centros religiosos?

Nós trabalhamos com conceitos de segmentação. O turismo religioso está inserido no conceito de Turismo Cultural. A partir das prioridades traçadas pelos governos estaduais, colaboramos com a formatação de roteiros em que a busca espiritual e a prática religiosa sejam o atrativo maior para a realização de eventos e deslocamentos. Peregrinações e romarias; a participação em retiros espirituais, festas, comemorações, eventos e celebrações religiosas; a contemplação de apresentações artísticas de caráter religioso; a visitação a espaços e edificações, como igrejas, templos, santuários e terreiros; e a realização de itinerários e percursos de cunho religioso são algumas características desse segmento apoiados pelo MTur.