01/10/2008 - 12:36h José Fogaça segue líder, com 35% das intenções de voto; Maria do Rosário e Manuela disputam vaga no segundo turno

Eleições2008 -  01/10/2008

José Fogaça segue líder, com 35% das intenções de voto; Maria do Rosário e Manuela disputam vaga no segundo turno Fogaça tem 39% dos votos válidos


Faltando cinco dias para o primeiro turno da eleição, José Fogaça, do PMDB, atual prefeito de Porto Alegre e candidato à reeleição, se mantém na liderança, com 35% das intenções de voto, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 29 e 30 de setembro. Fogaça repete a taxa que obtinha na pesquisa anterior, realizada nos dias 25 e 26. Maria do Rosário, do PT, e Manuela, do PC do B, continuam disputando uma vaga no segundo turno. Em relação ao levantamento da semana passada, o percentual de intenção de voto na petista oscilou de 19% para 20%, dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A deputada comunista se manteve com 18% das preferências.

Se o primeiro turno da eleição fosse realizado hoje, José Fogaça teria 39% dos votos válidos. Maria do Rosário ficaria com 22% e Manuela com 20% dos válidos.

A Justiça Eleitoral divulga os resultados oficiais da eleição com base nos votos válidos, excluindo brancos, nulos e abstenções. Para o cálculo destes votos, o Datafolha exclui da amostra, além dos votos brancos e nulos, os eleitores que se declaram indecisos.

Onyx, do DEM, oscilou de 5% para 8% das intenções de voto. Luciana Genro, do PSOL, se manteve com 7%. Nelson Marchezan Junior, do PSDB, e Vera Guasso, do PSTU, permanecem com 1% das preferências, cada. Carlos Gomes, do PHS, foi citado, mas não atingiu 1% das menções, como ocorria na semana passada.

O percentual dos que votariam em branco ou anulariam o voto para prefeito oscilou de 7% para 5%, e a taxa dos que se declaram indecisos caiu de 8% para 4%, a menor já registrada nessa série de pesquisas realizada pelo Datafolha na capital gaúcha. Assim, a parcela de eleitores de Porto Alegre que não têm candidato caiu de 15 pontos percentuais, na pesquisa da semana passada, para nove pontos hoje.

O Datafolha ouviu 1024 eleitores da capital gaúcha, a partir dos 16 anos de idade.

No que diz respeito à intenção de voto espontânea, José Fogaça oscilou de 28% para 27% das menções feitas antes que o entrevistado tenha acesso ao cartão com os nomes dos entrevistados. A taxa dos que dizem espontaneamente que vão votar em Maria do Rosário oscilou de 13% para 15%, e Manuela se manteve com 13% das citações espontâneas.

A taxa dos que não sabem dizer espontaneamente em quem vão votar no primeiro turno da eleição para prefeito de Porto Alegre caiu de 32% para 28%, e é a menor registrada nessa série de pesquisas.

Luciana Genro é citada espontaneamente por 5%, mesmo percentual obtido por Onyx. Nelson Marchezan Junior atinge 1% de menções espontâneas.

Petista leva vantagem sobre Manuela em relação a conhecimento do número
E decisão do voto por parte de seus eleitores

Pela primeira vez a maioria (53%) dos eleitores que têm intenção de votar em José Fogaça respondem corretamente qual número (15) devem digitar na urna eletrônica para confirmar seu voto para prefeito. Porém, expressivos 43% ainda não sabem o número do peemedebista.

Maria do Rosário, que vive disputa acirrada com Manuela por uma vaga no segundo turno, leva ligeira vantagem sobre sua adversária no que diz respeito ao conhecimento do número. A taxa de eleitores que pretendem votar na petista e sabem que devem digitar o número 13 para confirmar seu voto é de 64%. Entre os que pretendem votar na candidata do PC do B, a taxa dos que citam corretamente o número 65 é de 58%.

A cinco dias do primeiro turno da eleição para prefeito, 17% dos eleitores de Porto Alegre que declaram intenção de votar em um candidato ou que pretendem votar em branco ou anular afirmam que seu voto ainda pode mudar até o próximo domingo. A maioria (81%) diz que sua decisão é definitiva.

Esse é outro aspecto no qual a candidata do PT leva vantagem sobre Manuela: 21% dos que têm intenção de votar na candidata do PC do B afirmam que seu voto ainda pode mudar. Na pesquisa da semana passada, essa taxa era de 16%. Já entre os que têm intenção de votar na petista, o percentual dos que dizem que seu voto ainda pode mudar oscilou de 19% para 15%.

Dos que pretendem votar em Manuela, mas afirmam que seu voto ainda pode mudar, 9% afirmam que Maria do Rosário seria a candidata com mais chance de receber seu voto; 8% citam José Fogaça. Entre os eleitores que pretendem votar na candidata petista, mas não estão totalmente decididos, José Fogaça é citado por 5% como candidato com mais chance de receber seu voto. Manuela é citada por 2%, mesma taxa dos que citam Luciana Genro.

Entre os que pretendem votar em José Fogaça, 12% admitem que seu voto mudar; eram 16% na pesquisa anterior. Desses, 3% provavelmente votariam em Maria do Rosário; Manuela, Luciana Genro e Onyx são citados por 2%, cada.

Pesquisa mostra estabilidade em simulações de segundo turno e quanto a taxas de rejeição

A pesquisa mostra estabilidade quanto às simulações de segundo turno. Se uma segunda votação fosse realizada hoje entre José Fogaça e Maria do Rosário, o peemedebista teria 52% do total de votos. A petista receberia o voto de 38%. No levantamento anterior, ele obtinha 53% e ela atingia 37%.

No caso de uma disputa entre Fogaça e Manuela, o resultado, hoje, é idêntico ao registrado na semana passada: 50% para o atual prefeito, 38% para a candidata do PC do B.

Se o segundo turno fosse entre Fogaça e Maria do Rosário, o peemedebista contaria com o apoio da maioria (52%) dos que declaram intenção de votar em Onyx no primeiro turno. A candidata do PT receberia a maior parte dos votos dos eleitores de Manuela (55%) e de Luciana Genro (47%).

Movimento semelhante se daria se a disputa fosse entre o atual prefeito e Manuela: 53% dos eleitores de Onyx optariam por Fogaça; 55% dos que pretendem votar em Maria do Rosário e 42% dos que têm intenção de votar em Luciana Genro optariam pela candidata do PC do B.

Também se verifica estabilidade no que se refere às taxas de rejeição aos candidatos. O percentual dos que não votariam de jeito nenhum em Maria do Rosário no primeiro turno da eleição se manteve em 23%, e a taxa dos que não votariam em Manuela oscilou de 22% para 23%. As candidatas continuam empatando nesse ranking com o líder José Fogaça, cuja taxa de rejeição oscilou de 21% para 22%.

A taxa dos que não votariam de jeito nenhum em Onyx oscilou de 22% para 20% e Luciana Genro se manteve com 21% de eleitores que afirmam que não votariam nela de forma alguma.

O percentual de rejeição a Vera Guasso, líder nesse ranking, oscilou de 32% para 31%. Não votariam de jeito nenhum em Carlos Gomes 17%, e rejeitam Nelson Marchezan Junior 15%.

Votariam em qualquer um dos candidatos 8%, e não votariam em nenhum deles 4%.

Dizem ter grande interesse nas eleições para prefeito de Porto Alegre 34%. Afirmam ter médio interesse nas eleições 38% e declaram que têm interesse, mas que ele é pequeno, 11%. Não têm interesse na eleição para prefeito 17% dos eleitores da capital gaúcha.

São Paulo, 30 de setembro de 2008. Instituto Datafolha

24/08/2008 - 09:01h PMDB segue líder em Porto Alegre, com PT e PC do B em 2º

Fogaça oscila dois pontos para cima e chega a 31%; nos cenários do segundo turno, prefeito empata com Maria do Rosário (PT) e Manuela D’Ávila (PC do B)

http://zerohora.clicrbs.com.br/rbs/image/3985660.jpg
Maria do Rosário (PT) em campanha,  empate com Fogaça (PMDB) no 2° turno

GRACILIANO ROCHA - FOLHA SP

DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

Os dois primeiros dias da propaganda eleitoral no rádio e na TV não provocaram uma alteração significativa na disputa pela Prefeitura de Porto Alegre, segundo o Datafolha.
A pesquisa -realizada nos dias 21 e 22 de agosto- mostra o atual prefeito José Fogaça (PMDB) isolado na liderança, com 31% das intenções de voto -uma oscilação positiva de dois pontos percentuais em relação ao levantamento feito pelo instituto no final de julho.
As deputadas federais Maria do Rosário (PT) e Manuela D’Ávila (PC do B) continuam tecnicamente empatadas na disputa do segundo lugar. A petista continua com os mesmos 20% de julho, enquanto a comunista oscilou um ponto percentual, subindo dos 18% do mês passado para 19% agora.
Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, a pesquisa Datafolha, uma parceria da Folha e TV Globo, ouviu 832 eleitores e foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) gaúcho com o número 32/2008.

PSOL e DEM
Em comparação com a pesquisa de julho, Luciana Genro (PSOL) oscilou negativamente de 8% para 6%; já Onyx Lorenzoni (DEM) segue com 5%, e Nelson Marchezan Junior (PSDB) oscilou de 1% para 2%. Os que pretendem votar em branco ou anular o voto somam 7%, e 9% se dizem indecisos.
Nos dois cenários de segundo turno pesquisados, há empate dentro da margem de erro. Maria do Rosário teria 44% contra 42% de Fogaça. Em uma disputa entre o atual prefeito e Manuela, ambos atingem 42%.
A rejeição ao peemedebista também é a maior, 28% -três pontos percentuais a mais do que em julho; 16% dos eleitores disseram não votar de jeito nenhum na petista Maria do Rosário (contra 15% em julho). A rejeição a Manuela é de 14%, a mesma do mês anterior.
“É uma eleição aberta porque, apesar de ter o Fogaça na frente, não há uma grande diferença em relação ao segundo lugar e a rejeição de todos os candidatos é bastante baixa”, declarou Mauro Paulino, diretor do Datafolha.
Na pesquisa espontânea, aquela em que o entrevistado escolhe sem que lhe sejam apresentados os nomes dos candidatos, Fogaça foi citado por 17% dos eleitores, e Maria do Rosário, por 13%. Nesse quesito, ambos tiveram crescimento de cinco pontos percentuais em comparação com o mês passado. Por Manuela, 8% manifestaram preferência (em julho eram 7%).
Além da estabilidade no quadro e do pequeno aumento em sua vantagem, Fogaça, que quebrou uma hegemonia de 16 anos do PT ao vencer a eleição de 2004, também viu melhorar a avaliação de sua administração. Hoje, 34% dos porto-alegrenses consideram o prefeito bom ou ótimo -os que se diziam satisfeitos era de 30% em julho e de 26% em novembro de 2007. Um quinto dos eleitores (20%) considera a gestão ruim ou péssima (eram 25% em julho e 23% em novembro), enquanto é regular para 43%.

12/04/2008 - 08:10h Maria do Rosário em campanha em Porto Alegre

maria_dorosario2.jpgO PT de Porto Alegre dedicou esta semana a apresentar à população uma avaliação dos três anos do governo Fogaça. Na quinta-feira (10), vereadores petistas utilizaram a tribuna da Câmara Municipal para analisar todas as áreas da administração. Nesta sexta-feira (11), foi realizado o PT na Rua, atividade em que a bancada municipal distribui um jornal de avaliação do governo à população. A deputada federal Maria do Rosário acompanhou as atividades.

PT faz balanço crítico dos três anos de gestão Fogaça

Na Câmara, o presidente do PT, vereador Marcelo Danéris, apresentou um balanço crítico dos três anos de governo Fogaça, destacando dados negativos da atual administração. Conforme exposição de Danéris, em todas as áreas a prefeitura de Porto Alegre reduziu seus investimentos. O vereador destacou a falta de investimentos municipais na saúde da cidade, resultando no agravamento da crise no HPS, que ficou sem verbas do Qualisus, por falta de projeto. Ao criticar o excesso de propaganda do governo informou que enquanto a Saúde recebeu R$ 2 milhões em investimentos, a publicidade consumiu R$ 14,8 milhões. O esvaziamento das reuniões do Orçamento Participativo também foi alvo de críticas. “Em 2004, 28 mil pessoas contribuíram através da participação popular, hoje, sem apoio governamental nenhum, 14 mil pessoas, ou seja, a metade, participam das instâncias democráticas construídas pelas Adminsitrações Populares”, disse.

No largo Glênio Peres, Maria do Rosário disse que Porto Alegre não aceita andar para trás. “Nós do PT assumimos o compromisso com cada cidadão e cada cidadã de trabalharmos por uma Porto Alegre cada vez melhor”, disse. Segundo a deputada, a apatia do governo municipal reflete em dificuldades para a população. Ela denunciou que enquanto a saúde da Capital vive uma situação caótica, o prefeito não cobra uma dívida de R$ 33 milhões que o Estado tem com a prefeitura para o setor. “Estamos aqui como sempre estivemos, dialogando com a população. Não queremos só apontar os erros, mas juntos construir soluções.”

www.mariadorosario.com.br   11 de abril de 2008
PT faz balanço crítico dos três anos de gestão Fogaça
O PT de Porto Alegre dedicou esta semana a apresentar à população uma avaliação dos três anos do governo Fogaça. Na quinta-feira (10), vereadores petistas utilizaram a tribuna da Câmara Municipal para analisar todas as áreas da administração. Nesta sexta-feira (11), foi realizado o PT na Rua, atividade em que a bancada municipal distribui um jornal de avaliação do governo à população. A deputada federal Maria do Rosário acompanhou as atividades
 

Maria de Rosário discute desmonte dos serviços públicos com a bancada estadual do PT
A deputada quer receber da bancada do PT informações detalhadas sobre temas abordados, sobretudo, nas audiências públicas das Comissões de Serviços Públicos e de Educação. “A situação do Estado e de Porto Alegre é preocupante. Precisamos analisar a conjuntura com muita dedicação, para nos posicionarmos como oposição propositiva, que oferece alternativas e soluções”, disse
 

ARTIGO: As eleições de 2008 e os compromissos do PT
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STJ adia decisão sobre união estável entre homossexuais
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18/03/2008 - 07:59h ‘Não queremos mais andar na contramão’

Vencedora da prévia do PT para a Prefeitura de Porto Alegre diz que cidade deve buscar sintonia com programas federais

Elder Ogliari -  O Estado de São Paulo

maria_dorosario.jpg A deputada federal Maria do Rosário venceu a prévia de domingo pela pequena vantagem de 56 votos (2.193 a 2.137) sobre o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário Miguel Rossetto e vai disputar a Prefeitura de Porto Alegre como candidata do PT.

As pesquisas indicam que o PT não tem mais lugar cativo no segundo turno, que a disputa será acirrada, com chances para diversos candidatos. Na última, feita pelo Vox Populi e publicada pelo Correio do Povo no dia 9 de março, o prefeito José Fogaça (PMDB) liderava em todos os cenários para o primeiro turno. Nas três projeções em que seu nome constava, Maria do Rosário aparecia em segundo lugar. Os índices foram de 27% a 16%, 28% a 17% e 29% a 20%.

Maria do Rosário pretende se apresentar ao eleitor como uma candidata capaz de retirar a prefeitura da apatia, que atribui a Fogaça, e colocá-la em sintonia com os projetos federais. “Não queremos mais andar na contramão”, disse, nesta entrevista ao Estado.

O que o PT precisa fazer para recuperar a hegemonia em Porto Alegre?

Apresentar um projeto de desenvolvimento para a cidade, que ligue o momento atual com o futuro, estar comprometido com serviços de qualidade, ter muita unidade interna e conseguir reeditar a Frente Popular. São tarefas importantes, mas à altura do desafio que assumi.

A senhora não falou de dois temas muito caros ao PT, o Orçamento Participativo e o Fórum Social Mundial. Isso saiu da agenda?

Em hipótese alguma. Eu considero que a cidade já sabe que nós vamos fortalecer o Orçamento Participativo e buscar novamente o Fórum Social Mundial.

Qual é o projeto do PT?

O projeto passa hoje por integrarmos a cidade ao momento de desenvolvimento que o País está vivendo. O PAC significa muito para a cidade. A possibilidade de Porto Alegre ter metrô é algo muito importante para a qualidade de vida, barateamento da tarifa do transporte coletivo e, ao mesmo tempo, geração de emprego imediata. Porto Alegre pode ser, porque já tem excelência para isso, um dos maiores pólos de saúde do Brasil. E com o Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada) pode ser um importante pólo de tecnologia de ponta.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse no domingo que o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos aliados será “genérico”. Isso não é pouco para quem quer vincular sua candidatura aos projetos nacionais?

Eu acredito mesmo que a identidade do presidente é com o conjunto de forças que o apóiam. Mas ele tem na sua vida a marca do PT. E as candidaturas do PT, inclusive aqui, vão tentar ampliar o leque de alianças que apóiam o próprio presidente. Então isso me deixa muito tranqüila. Qualquer que seja o caminho assumido pelo presidente, nós estaremos representando a sua energia de mudança para o Brasil e comprometidos com o País que a gente quer, mais justo.

17/03/2008 - 00:22h Porto Alegre: Maria do Rosário vence as prévias do PT

maria_do_rosario_festa.jpg

Deputada é a candidata do partido à prefeitura da Capital

Marciele Brum | marciele.brum@zerohora.com.br

maria_dorosario2.jpgCom uma pequena vantagem de 56 votos, a deputada Maria do Rosário levou a melhor e concorrerá à prefeitura de Porto Alegre pelo PT. Ela venceu o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário Miguel Rossetto, candidato que tinha o apoio da maioria dos líderes estaduais do partido.

A apuração das prévias começou às 18h45min e acabou por volta das 23h40min.

Acompanhe os resultados finais:

Na 1ª Zonal, total de 630 votos válidos: 387 para Miguel Rosseto, 243 para Maria do Rosário e dois nulos.

Na 2ª Zonal, total de 443 votos válidos: 273 para Miguel Rossetto, 169 para Maria do Rosário e um nulo.

Na 111ª Zonal, total de 368 votos válidos: 199 para Miguel Rossetto, 169 para Maria do Rosário, dois brancos e seis nulos.

Na 112ª Zonal, total de 278 votos válidos: 120 para Miguel Rossetto, 158 para Maria do Rosário, três brancos e um nulo.

Na 113ª Zonal, total de 412 votos válidos: 164 para Miguel Rossetto, 248 para Maria do Rosário e dois nulos.

Na 114ª Zonal, total de 542 votos válidos: 235 para Miguel Rossetto, 308 para Maria do Rosário, um branco e 11 nulos.

Na 158ª Zonal, total de 415 votos válidos: 189 para Miguel Rossetto, 226 para Maria do Rosário, um branco e três nulos.

Na 159ª Zonal, total de 627 votos válidos: 270 para Miguel Rossetto, 357 para Maria do Rosário, um branco e seis nulos.

Na 160ª Zonal, total de 309 votos válidos: 166 para Miguel Rossetto, 143 para Maria do Rosário, um branco e dois nulos.

Na 161ª Zonal, total de 312 votos válidos: 134 para Miguel Rossetto, 172 para Maria do Rosário, um branco e cinco nulos.

01/10/2007 - 13:14h Ibope mostra Fogaça à frente em Porto Alegre

Zero Hora

A primeira pesquisa Ibope para a eleição de Porto Alegre em 2008 mostra o prefeito e candidato à reeleição José Fogaça (PMDB) à frente dos adversários.

O peemedebista aparece em primeiro lugar nas intenções de voto nos sete cenários da pesquisa estimulada de primeiro turno nos quais seu nome é apresentado aos entrevistados — foram feitas nove simulações desse tipo.

O índice mais alto do prefeito é obtido no cenário em que enfrenta Luciana Genro (PSOL), Onyx Lorenzoni (DEM) e Miguel Rossetto (PT). Nessa situação, Fogaça obtém quase um terço das preferências — 29%. Nos demais cenários, seus índices variam de 22% a 28%.

Em segundo lugar, tecnicamente empatadas, estão as deputadas Maria do Rosário (PT), Manuela D’Ávila (PC do B) e Luciana Genro (PSOL). Maria do Rosário e Manuela aparecem como favoritas nos dois únicos cenários de primeiro turno em que Fogaça não está entre os candidatos.

Entre todos os adversários, Maria do Rosário (PT) é a que mais se aproxima de Fogaça no primeiro turno. Nos quatro cenários em que os dois se enfrentam, a petista fica de seis a 10 pontos percentuais atrás do prefeito. Maria do Rosário também leva pequena vantagem — de um ponto percentual — sobre Manuela na simulação em que as duas se enfrentam, sem o nome do prefeito entre os candidatos.

O Ibope ouviu 602 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de setembro. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

01/10/2007 - 10:56h Porto Alegre: Fogaça, Yeda e Lula avaliados pelo IBOPE

Na pesquisa do Ibope, a administração do prefeito José Fogaça (Porto Alegre, PMDB) foi reprovada por 33% dos eleitores que consideram seu desempenho ruim ou péssimo. Os que consideram a gestão de Fogaça ótima ou boa somam 28%.

A governadora Yeda Crusius (Governadora, PSDB) foi reprovada por 46% dos entrevistados, que avaliaram seu governo como ruim ou péssimo. Só 16% atribuíram conceito bom ou ótimo ao governo.

A avaliação negativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também supera a positiva em Porto Alegre: 39% disseram que seu governo é ruim ou péssimo, contra 29% que o consideram bom ou ótimo.

O Ibope entrevistou 602 eleitores, nos dias de 22 a 26 de setembro. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Fonte jornal Zero Hora