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	<title>Blog do Favre &#187; português</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Veja o retrato do genocídio educacional da juventude de SP, após 14 anos de governos tucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 12:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nenhuma escola de 8ª série e 3º ano do ensino médio teve média satisfatória em ciências e matemática
Apenas uma escola conseguiu &#8220;bom&#8221;em português na 8ª série


Matemática não sai do básico na rede estadual
Jéssika Torrezan, Lívia Sampaio, Luciana Lazarini e Aline Mazzo do Agora
Nenhuma escola estadual da Grande SP ensina adequadamente ciências e matemática para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"><strong>Nenhuma escola de 8ª série e 3º ano do ensino médio teve média satisfatória em ciências e matemática</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>Apenas uma escola conseguiu &#8220;bom&#8221;em português na 8ª série</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/serra_caricatura3.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/serra_caricatura3.jpg" width="256" height="385" /><img src="http://comunicacao.sp.gov.br/bancoImagens/albuns/6454/_b21704.jpg" alt="http://comunicacao.sp.gov.br/bancoImagens/albuns/6454/_b21704.jpg" /></div>
<div style="text-align: center"></div>
<p><strong><font size="5">Matemática não sai do básico na rede estadual</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Jéssika Torrezan, Lívia Sampaio, Luciana Lazarini e Aline Mazzo do Agora</strong></p>
<p>Nenhuma escola estadual da Grande SP ensina adequadamente ciências e matemática para os alunos da 8ª série do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.</p>
<p>Em português, apenas a escola Maria da Conceição Moura Branco, em São Caetano do Sul, conseguiu ter a média adequada para a 8ª série. No 3º ano, só 30 de 1.311 escolas conseguiram esse nível em português &#8211;menos de 3%.</p>
<p>Segundo critérios da própria Secretaria de Estado da Educação, os alunos da rede pública prestes a fazer vestibular não conseguem resolver equações de 1º grau, exercícios sobre a inércia em uma colisão nem questões envolvendo juros simples.</p>
<p>É o que revela levantamento feito pelo Agora com base no Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2008, exame aplicado pelo governo José Serra (PSDB) para avaliar os alunos e cujas notas foram divulgadas no último dia 9.</p>
<p>Além de analisar o que e quanto está sendo aprendido, as notas influenciam no pagamento dos bônus para os professores. São quatro os níveis: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Nenhuma escola, em nenhuma disciplina, obteve nível avançado.</p>
<p>No resultado geral da prova, houve uma queda no desempenho em português e uma pequena melhora em matemática em relação a 2007.</p>
<p>Na 4ª série, que só têm português e matemática, a maioria das escolas fica no nível básico. Em língua portuguesa, nove estão abaixo do básico.</p>
<p>Analisando os dados da 6ª série, a maioria também fica no básico em todas as matérias, que é quando os alunos demonstram desenvolvimento parcial dos conteúdos. Em relação a matemática, apenas uma escola, Lúcia de Castro Bueno, em Taboão da Serra, conseguiu o nível adequado.</p>
<p>A situação na Grande SP piora na 8ª série do fundamental. Nenhuma escola chegou a adequado em matemática e ciências. Mesmo as primeiras colocadas ficaram no básico, assim como a maioria dos colégios. Em língua portuguesa, apenas a escola de São Caetano ficou no nível adequado.</p>
<p>O quadro é ainda mais grave no 3º ano do ensino médio, último antes do vestibular. Há mais escolas com abaixo do básico (o pior) que com básico.</p>
<p>No discurso de posse, no dia 13, o novo titular da Educação, o ex-ministro Paulo Renato Souza, disse que o ensino médio terá &#8220;especial atenção&#8221;. &#8220;É nesse nível onde observamos os maiores retrocessos nos últimos seis anos no plano nacional. A proporção de jovens de 15 a 17 anos fora da escola registrou até leve aumento.&#8221;</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/03/19/4.30.imagem_idesp.jpg" alt="http://www.jt.com.br/editorias/2009/03/19/4.30.imagem_idesp.jpg" /></div>
<p><font size="5"><strong>Ensino médio é pior</strong></font></p>
<p>Jéssika Torrezan do Agora</p>
<p>Além de não ter nenhuma escola classificada no nível adequado de matemática e ciências, o terceiro ano do ensino médio é a série da rede estadual da Grande SP que tem mais escolas classificadas no nível abaixo do básico.</p>
<p>No caso de ciências e matemática, o número de escolas que têm nota abaixo do básico supera as avaliadas no nível básico. Ciências tem 365 com nível básico, contra 946 abaixo do básico. Em matemática é ainda pior: 1.009 escolas estão abaixo do básico e 302 no nível básico.</p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/veja-o-retrato-do-genocidio-educacional-da-juventude-de-sp-apos-14-anos-de-governos-tucanos/10869/" rel="attachment wp-att-10869" title="charge_matematica-agoraok.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/charge_matematica-agoraok.jpg" alt="charge_matematica-agoraok.jpg" /></div>
<p></a></p>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: notas de português pioram na rede municipal</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 17:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Adriana Ferraz do Agora
Avaliações do Estado e da Prefeitura de São Paulo confirmam: a qualidade do ensino fundamental oferecido na rede pública está estagnada. Os resultados da Prova São Paulo, divulgados ontem, mostram que os alunos de escolas municipais da capital não conseguem evoluir na escala Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica). Em português, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080620/img/11.7.imagem_kassab.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080620/img/11.7.imagem_kassab.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Adriana Ferraz do Agora</p>
<p>Avaliações do Estado e da Prefeitura de São Paulo confirmam: a qualidade do ensino fundamental oferecido na rede pública está estagnada. Os resultados da Prova São Paulo, divulgados ontem, mostram que os alunos de escolas municipais da capital não conseguem evoluir na escala Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica). Em português, as notas caíram na 4ª, 6ª e 8ª séries. Apenas na 2ª série houve melhora, de 2,3%, em relação a 2007.</p>
<p>Há nove dias, exames feitos na rede estadual de ensino revelaram a mesma dificuldade em português. Os alunos avaliados no Saresp não conseguiram pular de classificação. Na média geral, o nível é básico, como era em 2007.</p>
<p>Nas escolas da gestão Gilberto Kassab (DEM), mesmo quando existe um ganho na pontuação, a posição do aluno permanece a mesma.</p>
<p>Por exemplo: os alunos da 2ª série alcançaram 130,8 pontos no exame de português do ano passado. Em 2007, foram 127,7. Apesar do crescimento, esses estudantes ainda estão no chamado nível 2, que vai de 125 a 150. O máximo que pode ser obtido na escala federal é 375.</p>
<p>A análise do exame ainda mostra que a decisão da Prefeitura de São Paulo de priorizar o investimento nas quatro primeiras séries do ensino fundamental custa caro aos alunos do chamado segundo ciclo: da 5ª à 8ª séries. O rendimento satisfatório dos adolescentes chega a ser 46% menor em relação ao obtido entre crianças (da 1ª à 4ª séries), na mesma matéria.</p>
<p>O maior exemplo está no desempenho obtido em matemática. Segundo o balanço do exame, 77% dos estudantes da 2ª série têm médias satisfatórias. Já na 6ª série, esse percentual diminui para 41,2%. Em português, os dados são semelhantes. A pasta reconhece os baixos resultados, mas justifica que a adesão foi menor nessa faixa.</p>
<p>Ao anunciar os resultados, a Secretaria Municipal da Educação disse que houve eficiência dos programas de recuperação &#8211;principalmente os que foram aplicados à 3ª série. Para o governo, os números mostram que a progressão continuada (que impede a repetência) é a política adequada. A pasta não pretende alterar o modelo nem quebrá-lo em ciclos menores (de dois e não quatro anos), como planeja o governo do Estado.</p>
<p>O secretário Alexandre Schneider acredita que o &#8220;problema está na base&#8221;. Por isso, justifica a &#8220;preferência&#8221; pelas séries iniciais. &#8220;Quem aprende no início do processo evolui mais ao longo da vida escolar&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Monitoramento escolar</strong><br />
As escolas receberão o resultado nominalmente e poderão, de acordo com o secretário, proporcionar o desenvolvimento do estudante ao longo de toda a vida escolar. &#8220;Esse é um instrumento inédito&#8221;, disse ele.</p>
<p>Para o professor Ocimar Munhoz Alavarse, da Faculdade de Educação da USP, o exame mostra que há muitos desafios a se enfrentar nos dois ciclos, mas que o modelo da Prova São Paulo pode colaborar para um bom resultado. &#8220;O Saresp, por exemplo, não permite o monitoramento dos alunos. Esse pode ser um diferencial na adoção de políticas, com metas justas para cada escola.&#8221;</p>
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		<item>
		<title>Nenhuma escola de ensino médio atinge meta em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 12:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Só dez unidades de 4ª série na capital paulista obtiveram nota considerada adequada
Dados do Saresp mostram que unidades de 6ª e 8ª séries também ficaram com desempenho abaixo da meta em português e matemática
FÁBIO TAKAHASHI E EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Nenhuma escola estadual da capital paulista que oferece sexta e oitava séries ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5"><br />
</font></strong></p>
<p><strong>Só dez unidades de 4ª série na capital paulista obtiveram nota considerada adequada</strong></p>
<p><strong>Dados do Saresp mostram que unidades de 6ª e 8ª séries também ficaram com desempenho abaixo da meta em português e matemática</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">FÁBIO TAKAHASHI E EVANDRO SPINELLI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Nenhuma escola estadual da capital paulista que oferece sexta e oitava séries ou ensino médio tem médias consideradas adequadas em português e matemática, conforme critério da própria Secretaria da Educação. Na quarta série, apenas dez unidades atingiram o patamar.<br />
O governo José Serra (PSDB) mantém 580 escolas com quarta série na capital paulista; 632 têm sexta; 619, oitava; e 588, ensino médio (antigo colegial).</p>
<p>Os dados estão presentes no Saresp, exame anual aplicado pelo Estado, cujos resultados foram divulgados na semana passada. A tabulação dos resultados das unidades na capital foi feita pela Folha.</p>
<p>A secretaria espera que na quarta série os alunos consigam, por exemplo, compreender a moral de uma fábula ou resolver problemas matemáticos que envolvam centavos. A pasta reconhece que há problemas na qualidade do ensino, mas afirma que tem havido avanços. Cita, por exemplo, a melhora do desempenho em matemática. Em língua portuguesa, porém, houve queda na maioria das séries.</p>
<p>Ontem, durante a posse do novo secretário da Educação, Paulo Renato Souza, Serra afirmou que, &#8220;em questão de prédios, de merenda, de transporte, a situação é de boa para excelente. As professoras são muito simpáticas, e os alunos têm vontade de aprender. Mas isso não está acontecendo.&#8221;</p>
<p>O tucano apontou como ações para a melhora da qualidade do ensino a criação de materiais pedagógicos e a bonificação por desempenho (pago aos educadores a partir do resultado de sua unidade) -projetos já em andamento. Já o novo secretário da Educação afirmou que &#8220;os resultados estão melhorando. O problema é que muitas vezes espera-se grandes mudanças em pouco tempo.&#8221;</p>
<p><strong>Salários</strong></p>
<p>O presidente da Udemo (entidade que representa os diretores de escolas), Luiz Gonzaga Pinto, afirmou que &#8220;é preciso uma mudança na estrutura da escola pública&#8221;. Ele diz que os principais pontos são fixar o professor em uma escola e pagar melhores salários. &#8220;É preciso uma política para entusiasmar o pessoal&#8221;.</p>
<p>Para ele, o pagamento do bônus por desempenho foi um &#8220;desastre&#8221;. &#8220;Cerca de 30% dos educadores não vão receber nada e ficaram muito desanimados. Outros estão em escolas com boas notas, mas vão ganhar menos do que em outras com piores desempenhos.&#8221; O mecanismo criado pelo governo prioriza as unidades que melhoraram em um ano, não necessariamente as que têm os melhores desempenhos.</p>
<p><strong>Colaboraram JULIANA CARIELLO, DANIELA MERCIER, MAURÍCIO MORAES, MÔNICA RIBEIRO E RIBEIRO E IGOR GIANNASI</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/nenhuma-escola-de-ensino-medio-atinge-meta-em-sp/10730/" rel="attachment wp-att-10730" title="charge_matematica-agoraok.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/charge_matematica-agoraok.jpg" alt="charge_matematica-agoraok.jpg" /></div>
<p></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O retrato da &#8220;gestão&#8221; tucana da educação de São Paulo</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/04/o-retrato-da-gestao-tucana-da-educacao-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 14:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique no infográfico da Folha SP para ampliar





]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Clique no infográfico da Folha SP para ampliar</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/saresp_sp.jpg" title="saresp_sp.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/saresp_sp.jpg" title="saresp_sp.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/saresp_sp.jpg" alt="saresp_sp.jpg" width="555" height="627" /></a></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/saresp_cienciassp.jpg" title="saresp_cienciassp.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/04/saresp_cienciassp.jpg" alt="saresp_cienciassp.jpg" width="555" height="315" /></div>
<p></a></p>
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		<item>
		<title>Para Serra &#8220;erro não é grave&#8221;: livros do governo estadual distribuídos aos alunos estão cheios de erros</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/para-serra-erro-nao-e-grave-livros-do-governo-estadual-distribuidos-aos-alunos-estao-cheio-de-erros/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 20:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Livros do Estado têm, ao menos, mais 25 erros em SP


JULIANA COISSI da Folha Ribeirão
Além de criar dois Paraguais em um mapa de geografia da 6ª série da rede estadual, os cadernos do aluno distribuídos pela gestão José Serra (PSDB) contêm mais 25 páginas com erros. As falhas estão presentes em 17 apostilas distribuídas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong><font size="5">Livros do Estado têm, ao menos, mais 25 erros em SP</font></strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/para-serra-erro-nao-e-grave-livros-do-governo-estadual-distribuidos-aos-alunos-estao-cheio-de-erros/10223/" rel="attachment wp-att-10223" title="serra_caricatura3.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/para-serra-erro-nao-e-grave-livros-do-governo-estadual-distribuidos-aos-alunos-estao-cheio-de-erros/10223/" rel="attachment wp-att-10223" title="serra_caricatura3.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/serra_caricatura3.jpg" alt="serra_caricatura3.jpg" /></a></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>JULIANA COISSI da Folha Ribeirão</strong></p>
<p>Além de criar dois Paraguais em um mapa de geografia da 6ª série da rede estadual, os cadernos do aluno distribuídos pela gestão José Serra (PSDB) contêm mais 25 páginas com erros. As falhas estão presentes em 17 apostilas distribuídas para alunos da 5ª à 7ª séries do ensino fundamental e para as três séries do ensino médio.</p>
<p>O material não será recolhido, ao contrário do que foi feito com os 500 mil livros de geografia com o mapa errado. Em vez disso, o Estado fará um &#8220;remendo&#8221;: cada aluno receberá uma folha com as correções de todas as disciplinas de sua série em que há falhas e ele próprio fará a alteração.</p>
<p>A Secretaria de Estado da Educação diz que são 18 erros, incluindo o mapa com dois Paraguais, e que se trata de pequenas falhas de digitação.</p>
<p>A lista de erratas foi detectada pela Folha no próprio site da Secretaria de Estado da Educação. No levantamento feito pela reportagem, há 26 páginas com as correções já feitas &#8211;algumas tinham mais de um erro&#8211; em nove disciplinas.</p>
<p>São mapas trocados, expressões em inglês incorretas, erros de grafia de nomes e frases que foram alteradas. A reportagem comparou, então, as páginas revisadas com os cadernos já distribuídos aos estudantes de quatro escolas estaduais em Ribeirão Preto.</p>
<p>No caderno de artes da 7ª série, por exemplo, o nome do compositor Charles Gounod é grafado como &#8220;Goudnod&#8221;. A expressão &#8220;in front of&#8221;, no livro de inglês entregue para a 5ª série, é escrita erroneamente como &#8220;of front of&#8221;. Em um texto de português do 1º ano do ensino médio, a questão pede para que o aluno crie um título para um texto de jornal. Porém, a notícia já trazia um título, o que foi suprimido na correção.</p>
<p>Em filosofia, o caderno para o 2º ano do ensino médio usa o termo imperativo &#8220;categórico&#8221; em vez de &#8220;hipotético&#8221;.</p>
<p>Em química, a tabela para os alunos de 2º ano do ensino médio mostra a palavra &#8220;solubidade&#8221;, em vez do correto, &#8220;solubilidade&#8221;. Outro mapa de geografia, desta vez do 1º ano do ensino médio, estava trocado: o caderno trazia um mapa com destaque para o Brasil; não deveria haver país grifado.</p>
<p><strong>Outro lado</strong></p>
<p>A Secretaria de Estado da Educação disse, via assessoria de imprensa, que detectou 18 erros nos cadernos distribuídos aos alunos, e não problemas em 26 páginas, como a Folha constatou. Segundo a assessoria, cada aluno receberá uma folha com as correções necessárias.</p>
<p>Os 18 erros incluem o mapa com dois Paraguais, que estão no único caderno que será recolhido -na semana que vem.</p>
<p>A secretaria disse que os erros são de digitação. Após o mapa com dois Paraguais, a pasta determinou que a Fundação Vanzolini, responsável pelo material, fizesse revisão.</p>
<p>A Fundação Vanzolini afirmou que só 1,5% de 6.016 páginas continham erros. Foram produzidos 36 milhões de cadernos.</p>
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		<title>Ensino avança pouco em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo índice, ensino fundamental subiu de 3,23 para 3,25, numa escala que vai até 10





Fábio Mazzitelli &#8211; JT
O ensino fundamental da rede estadual avançou pouco no último ano, segundo dados divulgados ontem pelo governo do Estado. O Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) dos alunos de 1ª a 8ª série aumentou menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5">Segundo índice, ensino fundamental subiu de 3,23 para 3,25, numa escala que vai até 10</font></strong></p>
<div style="text-align: center"></div>
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<div style="text-align: center"><img src="http://www.jt.com.br/editorias/2009/03/19/4.30.imagem_idesp.jpg" width="340" border="0" /></div>
<p><font size="5"><br />
</font></p>
<p style="background-color: #ffff99"><em>Fábio Mazzitelli &#8211; JT</em></p>
<p>O ensino fundamental da rede estadual avançou pouco no último ano, segundo dados divulgados ontem pelo governo do Estado. O Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) dos alunos de 1ª a 8ª série aumentou menos de 3% entre 2007 e 2008 e sequer chegou a 4, numa escala de 0 a 10. O indicador leva em conta o desempenho dos estudantes na prova feita pelo governo, o Saresp, e a quantidade de alunos na série correta para a idade.</p>
<p>Há um Idesp para cada ciclo de ensino. Nos anos iniciais (1ª a 4ª), o índice subiu de 3,23 para 3,25. De 5ª a 8ª série, foi de 2,54 para 2,6.</p>
<p>Por outro lado, o ensino médio (antigo colegial) aumentou seu Idesp de 1,41 para 1,95, crescimento de quase 40% de um ano para outro. Segundo especialistas, como as escolas desse nível já tinham o pior desempenho havia mais espaço para melhora.</p>
<p>O Idesp foi divulgado pela primeira vez no ano passado, quando a Secretaria da Educação mostrou o índice de 2007 e traçou metas para cada escola que deveriam ser alcançadas em 2008. Dependendo da meta a que cada escola chegou, o governo vai distribuir bônus salariais para professores e funcionários .</p>
<p>O índice educacional paulista foi pensado considerando quatro níveis de aprendizagem dos alunos: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Para o professor da Universidade Federal de Minas Gerais, José Francisco Soares, que participou da elaboração do Idesp, é normal que haja pouca variação de um ano para outro.</p>
<p>“A pontuação só aumentaria bastante se muitos alunos saíssem do nível pior e fossem para o avançado e isso é impossível de acontecer em pouco tempo.”</p>
<p>O governo não divulgou ontem o desempenho dos alunos em cada nível nem os resultados de português e matemática, disciplinas cobradas no Saresp do ano passado. Os dados foram utilizados para a composição do Idesp, mas a secretaria informou que só serão apresentados em abril.</p>
<p><strong>Comemoração<br />
</strong><br />
O resultado geral, principalmente do ensino médio, foi comemorado pela secretária estadual da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. Ela diz que uma das razões do avanço foram programas de revisão de conteúdo em horários extraclasse para os jovens.</p>
<p>“Estamos diminuindo o número de alunos no ensino médio noturno também. É um bom sinal”, diz ela. Hoje, cerca de 45% dos alunos do médio estudam à noite.</p>
<p>Para Ângela Soligo, educadora da Universidade Estadual de Campinas, o ensino médio melhorou porque o Estado criou um material didático que prepara o aluno para a prova anual da rede, com apostilas para professor e aluno sobre o conteúdo a ser aprendido.</p>
<p>“O material tem tópicos detalhados, inclui questões que o professor deve fazer, as possíveis respostas e qual deve ser o passo seguinte. O aluno vai sendo preparado para o Saresp. É como se faz para preparar para o vestibular.”</p>
<p>O mesmo material, por outro lado, é elogiado pelo presidente do Movimento Todos pela Educação, Mozart Neves. “Isso dá organização ao ensino.” Ele diz que é professor e já na primeira aula mostra aos alunos o eixo central do curso. “Do contrário, (o aluno) sente-se perdido.”</p>
<p>Para a educadora Silvia Colello, da Universidade de São Paulo (USP), o pouco avanço no ensino fundamental mostra que as medidas tomadas não resolveram. “Tem uma hora que não adianta ter só a clareza das metas. É preciso mudar também a estrutura do sistema”, diz Colello. “Para melhorar nos anos iniciais, são necessárias mudanças mais aprofundadas, como na carreira e capacitação dos professores, redução da burocracia nas escolas e até na estrutura física das unidades.”</p>
<p>Em 2007, o governo iniciou o Programa Ler e Escrever na fase de alfabetização das crianças. Uma das ações foi a inclusão de estagiário nas classes de 1º ano para ajudar o professor. Para Ocimar Munhoz, especialista em avaliação da USP, o Idesp mostra que o programa ainda não atingiu os resultados esperados.</p>
<p>“Com o Ler e Escrever, foram tomadas uma série de medidas para se dar um salto e isso não aconteceu. Precisava de um crescimento maior (no índice dos anos iniciais), principalmente porque existe um programa específico&#8217;, afirma. “É preciso olhar com atenção para o início do processo de escolarização porque os grandes desafios educacionais estão nessa etapa.” Renata Cafardo, Sergio Pompeu e</p>
<p><strong>A REMUNERAÇÃO POR METAS NA EDUCAÇÃO DO ESTADO</strong></p>
<p><strong>Quem ganha o bônus anual? </strong></p>
<p>Todos os servidores de escolas estaduais que melhoraram o Idesp de 2007 para 2008.</p>
<p><strong>Quanto se recebe por melhorar o índice sem atingir a meta?</strong></p>
<p>O bônus é sempre proporcional ao avanço. A meta representa 100%.</p>
<p>Exemplo: o índice de uma escola teria que subir de 1,5 para 2,5 e ficou em 2. A meta era subir 1 ponto e aumentou 0,5 ponto, ou 50% da meta. Dessa maneira, os funcionários terão 50% do bônus</p>
<p><strong>Quanto se recebe por atingir a meta fixada para o colégio?</strong></p>
<p>Se o Idesp-2008 da escola for igual à meta fixada em 2007, o bônus anual ao funcionário será de 100% e vai girar em torno de 2,4 vezes o salário mensal do servidor</p>
<p>Exemplo: R$ 1.600 é o salário mensal. Ao se multiplicar o salário por 12 (meses) e depois por 20% se chega ao bônus anual integral. Nesse caso, a gratificação seria de R$ 3.840</p>
<p><strong>Quanto se recebe por superar a meta estipulada no Idesp?</strong></p>
<p>Se o índice de 2008 superar a meta, o servidor receberá um bônus proporcional ao avanço, até o teto de 20% a mais que o valor integral estipulado para quem cumprir a meta</p>
<p>Exemplo: o Idesp tinha de subir de 1 para 2 e chegou a 2,1. A meta era subir 1 ponto e aumentou 1,1 ponto, ou 110%. O bônus será de 110%. O máximo da bonificação é de 120%</p>
<p><strong>Quem não ganha o bônus?</strong></p>
<p>Além de as faltas no trabalho reduzirem o valor do bônus, nada recebem os funcionários das escolas que ficaram com o Idesp de 2008 inferior ou igual ao do ano anterior.</p>
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		<title>&#8220;Pai&#8221; do Idesp critica forma de divulgar dado.  Não é possível saber o quanto se aprendeu, pois o resultado dos alunos em português e matemática não foi divulgado, diz Francisco Soares</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Propósito original do índice era convencer a sociedade de que a atividade-fim da escola é o aluno aprender, afirma o pesquisador
LAURA CAPRIGLIONE &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
O pesquisador Francisco Soares, 58, coordenador do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais da Universidade Federal de Minas Gerais, foi um dos principais especialistas-contribuintes da Secretaria da Educação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Propósito original do índice era convencer a sociedade de que a atividade-fim da escola é o aluno aprender, afirma o pesquisador</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">LAURA CAPRIGLIONE &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O pesquisador Francisco Soares, 58, coordenador do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais da Universidade Federal de Minas Gerais, foi um dos principais especialistas-contribuintes da Secretaria da Educação na definição do Idesp. Foi nessa condição, de &#8220;pai&#8221; do índice, que ele criticou a forma escolhida pela secretaria para a divulgação das performances escolares.</p>
<p>Segundo ele, &#8220;o mais importante nesse indicador foi colocar o aprendizado do aluno como forma prioritária de análise da escola. Queríamos convencer a sociedade de que a atividade-fim da escola é o aluno aprender. A escola não é um clube. É para aprender&#8221;.</p>
<p>E, entretanto, não é possível saber o quanto se aprendeu, porque o resultado obtido pelos alunos nas provas de português e matemática não foi divulgado -a secretaria promete fazê-lo em abril. O que veio à luz foi só o quociente de uma conta de dividir, em que as notas nessas provas foram divididas por um indicador de &#8220;fluxo escolar&#8221;, que mede evasão e repetência.</p>
<p>Segundo o pesquisador, a inclusão no cálculo do Idesp de indicadores de evasão e repetência até tem uma justificativa. &#8220;No Brasil temos a tradição de ir deixando as pessoas para trás, esquecendo-as pelo caminho. Quisemos valorizar as escolas que mais evitam a evasão e a repetência. Seriam mais bem avaliadas as que menos alunos deixam para trás&#8221;, diz.</p>
<p>Soares admite que a forma escolhida para calcular o Idesp pode levar a &#8220;melhorias ilusórias&#8221;. Uma escola que não tenha melhorado nem um centésimo no conhecimento adquirido pelos alunos pode apresentar resultados melhores no Idesp, bastando que ela aprove mais alunos. Com isso, o denominador da fração diminui, e o quociente geral aumenta.</p>
<p>Para entender a lógica: basta imaginar as escolas A e B, ambas com notas de aquisição de aprendizado igual a 3. Se a escola A perdeu menos alunos no ano do que a outra (B), ela terá nota no Idesp melhor do que B.</p>
<p>O professor lembra que uma das premissas dos desenvolvedores do Idesp era que a avaliação dos alunos fosse feita por entidade &#8220;externa&#8221;. Isso evitaria que uma escola menos exigente desse notas injustamente mais altas do que outra, mais exigente. A avaliação externa tornaria possível comparar performances.</p>
<p>&#8220;Mas esse intuito de se estabelecerem padrões universais de avaliação acabou esbarrando no indicador de fluxo.&#8221; Todo o denominador da fração de cálculo do Idesp depende única e exclusivamente de critérios da própria escola. Assim, uma escola menos rigorosa na contagem das faltas dos alunos ou que permita que estudantes menos preparados passem de ano terá indicadores de fluxo melhores do que outra, mais rigorosa nesses controles.</p>
<p>&#8220;A única forma de evitar esses &#8220;enganos&#8221; seria divulgando todas as notas que compõem o Idesp. Só então saberíamos o quanto as crianças estão, de fato, aprendendo&#8221;, diz.</p>
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		<title>Após 14 anos governando São Paulo os tucano estão eufóricos com as notas do Idesp</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 13:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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O governador José Serra está eufórico com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp).
O índice foi criado por ele mesmo, no ano passado, e talvez por isso ele esteja eufórico.
O índice estabelece uma pontuação misturando notas dos alunos, junto com evasão e presença na escola, estabelecendo assim uma pontuação por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/apos-14-anos-governando-sao-paulo-os-tucano-estao-euforicos-com-as-notas-do-idesp/10209/" rel="attachment wp-att-10209" title="charge_matematica-agora.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/apos-14-anos-governando-sao-paulo-os-tucano-estao-euforicos-com-as-notas-do-idesp/10209/" rel="attachment wp-att-10209" title="charge_matematica-agora.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/charge_matematica-agora.jpg" alt="charge_matematica-agora.jpg" width="554" height="561" /></a></div>
<p>O governador José Serra está eufórico com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp).</p>
<p>O índice foi criado por ele mesmo, no ano passado, e talvez por isso ele esteja eufórico.</p>
<p>O índice estabelece uma pontuação misturando notas dos alunos, junto com evasão e presença na escola, estabelecendo assim uma pontuação por escola. A esses resultados está atrelada também uma bonificação para os professores. Ou seja, uma escola onde os alunos nada melhoraram em matemática ou português, mas na qual os professores relaxam no controle de presença, verá seu ranking no índice melhorado e os professores com um dinheirinho extra.</p>
<p>Para verificar se teve melhora no aprendizado seria necessário conhecer as notas dos alunos no ensino, que o governador não forneceu, adiando para abril à publicação das mesmas.</p>
<p>O mais impressionante, porem, é a falta de memória que leva o governador a ignorar um fato singelo: faz 14 anos que o PSDB, seu partido, governa o Estado de São Paulo, o mais rico do Brasil. Após 14 anos, o governador Serra está eufórico com o fato que, na escala de 0 a 10, o índice passou este ano de 1,41 (ano 2007) para 1,95 (ano 2008) no ensino médio e ficou estagnado da 1ª a 8ª série. É isto sem saber se teve de fato qualquer melhora real no aprendizado?</p>
<p>O balanço educacional dos tucanos no Estado de SP é calamitoso e o governador Serra sabe disso. Na capital do Estado, por exemplo, mais da metade das escolas de ensino fundamental não atingiu a meta estabelecida para 2008. Aliás, no ensino fundamental (tanto da 1ª a 4ª série quanto de 5ª a 8ª série) quase metade das escolas do Estado ficaram estagnadas -suas notas não tiveram alteração ou pioraram entre 2007 e 2008.</p>
<p>A euforia do governador se parece com a autossatisfação de seu colega Kassab com o número de vagas em creche (basta depurar a lista de espera, para que diminua o déficit, sem construir novas creches)). Ela visa a propaganda e não a real solução dos problemas.</p>
<p>LF</p>
<p align="center"><em><font size="1">infográfico Folha SP</font></em></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/apos-14-anos-governando-sao-paulo-os-tucano-estao-euforicos-com-as-notas-do-idesp/10210/" rel="attachment wp-att-10210" title="idesp_2008.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/apos-14-anos-governando-sao-paulo-os-tucano-estao-euforicos-com-as-notas-do-idesp/10210/" rel="attachment wp-att-10210" title="idesp_2008.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/idesp_2008.jpg" alt="idesp_2008.jpg" /></a></div>
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		<title>A educação em São Paulo vai mal</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/a-educacao-em-sao-paulo-vai-mal/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 17:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A volta as aulas mostrou uma situação de fragilidade na educação em São Paulo. Denuncias e problemas na merenda escolar; atraso na entrega de uniformes e escolas; falta de cadeiras e problemas no transporte escolar; movimentações estranhas no leve-leite e até avaliação do corpo de professores com provas mal feitas, obrigando a justiça a intervir.
Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A volta as aulas mostrou uma situação de fragilidade na educação em São Paulo. Denuncias e problemas na merenda escolar; atraso na entrega de uniformes e escolas; falta de cadeiras e problemas no transporte escolar; movimentações estranhas no leve-leite e até avaliação do corpo de professores com provas mal feitas, obrigando a justiça a intervir.</p>
<p>Hoje os jornais noticiam que &#8220;puxadinhos&#8221; são construídos para abrigar alunos, com paredes de madeirite e telhado de amianto. Como bem diz um leitor deste blog, após Pitta (com a participação de Kassab) ter construído as escolas de lata; Alckmin construído as de latão; é a vez de Serra de deixar sua marca na improvisação das escolas de madeirite e amianto.</p>
<p>O que não vi nos jornais de São Paulo, mas aparece na edição de hoje do jornal <em><strong>O Globo</strong></em> é que a capital do Estado de São Paulo, o mais rico da federação e que é governado pelos demo-tucanos,  não atingiu as metas de aprendizado da língua portuguesa na 4ª série de ensino fundamental em 2007.</p>
<p><strong>&#8220;-Estas primeiras metas são bastante modestas. Mesmo assim, no caso da 4ª série em português, só foram alcançadas por cinco capitais &#8211; disse o presidente-executivo do Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos&#8221;</strong>. Essas capitais são Recife, Cuiabá, Campo Grande, Florianópolis e Boa Vista.</p>
<p>As metas para cada cidade foram estabelecidas levando em conta o desempenho de 2005. São Paulo tinha como modesta meta que 31,28% dos alunos mostrassem nível de conhecimento de português adequado à série. Só 26,19% atingiram esse nível de conhecimento.</p>
<p>Poderá se argumentar que esse problema está generalizado na educação no Brasil, já que 22 capitais faliram em atingir as metas. Como se compartilhar com outros essa mediocridade servisse de consolo.</p>
<p>Gilberto Kassab e José Serra poderão destacar que em matemáticas São Paulo superou a meta (todas as capitais as superaram). Apenas 21,56% dos alunos da série tem conhecimento em matemáticas adequado à série (a meta era conseguir 16,32%). Ou seja apenas 1 de cada 5 alunos tem um conhecimento adequado a sua série.</p>
<p>Triste consolo.</p>
<p><strong>Luis Favre</strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/a-educacao-em-sao-paulo-vai-mal/9707/" rel="attachment wp-att-9707" title="charge_matematica-agora.jpg"></p>
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<p></a></p>
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		<title>Dicionário da ABL encerra dúvidas do Acordo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançada na segunda-feira com correções, nova edição traz grafia definitiva de palavras, diz a Academia Brasileira de Letras
As principais indefinições que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen, em prefixos não especificados no Acordo
LUISA ALCANTARA E SILVA FÁBIO TAKAHASHI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
Re-editar ou reeditar? Coabitar ou co-habitar? As principais dúvidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lançada na segunda-feira com correções, nova edição traz grafia definitiva de palavras, diz a Academia Brasileira de Letras</strong></p>
<p><strong>As principais indefinições que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen, em prefixos não especificados no Acordo</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">LUISA ALCANTARA E SILVA FÁBIO TAKAHASHI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Re-editar ou reeditar? Coabitar ou co-habitar? As principais dúvidas que o texto do Acordo Ortográfico, em vigor desde o dia 1º, haviam deixado, foram esclarecidas pela publicação da segunda edição do dicionário da ABL (Academia Brasileira de Letras), que começou a ser distribuído ontem nas livrarias.<br />
O &#8220;Dicionário Escolar da Língua Portuguesa&#8221;, editado pela Companhia Editora Nacional, tem 1.311 páginas e cerca de 33 mil verbetes.<br />
&#8220;O que está no dicionário vai ser adotado pelo Volp ["Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"], diz Evanildo Bechara, membro da ABL e da comissão de língua portuguesa do Ministério da Educação que trata do Acordo.<br />
Volp é o documento que registra a grafia oficial das palavras. A nova versão, com cerca de 370 mil palavras da língua portuguesa, será publicada até o início de março.<br />
As principais dúvidas que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen. De acordo com Bechara, o Acordo não tratava dos prefixos &#8220;re-&#8221;, &#8220;pre-&#8221; e &#8220;pro-&#8221; por &#8220;esquecimento&#8221;.<br />
Palavras com esses prefixos, segundo o novo dicionário, devem ser grafadas sem hífen, como reeditar e preencher -e não re-editar e pre-encher, como interpretaram alguns estudiosos no Acordo Ortográfico.<br />
Embora o Acordo tenha sido assinado por todos os países lusófonos -menos Timor Leste, que deve assiná-lo brevemente-, a ABL afirma que as palavras que geraram dúvidas não foram discutidas com as outras nações. Mas estão valendo no Brasil assim mesmo.<br />
&#8220;O Acordo diz que duas vogais têm que estar separadas por hífen, mas se esqueceu do [prefixo] &#8220;re&#8221;. Teria que estar separado, mas isso se choca com a tradição lexicográfica, tanto em dicionários brasileiros como em portugueses&#8221;, diz Bechara. &#8220;Se o Acordo quisesse contrariar essa tradição, teria sido explícito, o que não ocorreu. Logo, a conclusão é a de que houve um esquecimento&#8221;, afirma Bechara.<br />
A tradição é um dos princípios do Acordo, segundo a ABL. O quarto e último princípio geral afirma que o Acordo deve: &#8220;Preservar a tradição ortográfica refletida nos formulários e vocabulários oficiais anteriores, quando das omissões do texto do Acordo&#8221;. &#8220;O texto do Acordo é curto, não ia abranger as mais de 300 mil palavras que há no Volp&#8221;, afirma Bechara.<br />
Outra dúvida que o dicionário esclarece é a grafia da palavra &#8220;abrupto&#8221;. O dicionário diz: &#8220;Ab-rupto é preferível que abrupto&#8221; -ou seja, as duas formas são consideradas corretas, mas o ideal é usar a hifenizada.<br />
Para Bechara, &#8220;ab-rupto não deve causar estranhamento&#8221;. Segundo ele, as escolas devem priorizar a forma com hífen.<br />
Outro ponto questionável do Acordo que o dicionário esclarece é o caso da acentuação em palavras como destróier. &#8220;O Acordo diz que paroxítonas com ditongos abertos, como &#8220;ei&#8221; e &#8220;oi&#8221;, perdem o acento. É uma regra específica, mas esqueceu que tem paroxítonas com esses ditongos que terminam em &#8220;r&#8221;, que são obrigatoriamente acentuadas. Como destróier. Essa regra se choca com a regra específica, mas, entre a regra específica e a geral, ficamos com a geral.&#8221;<br />
Mas há um ponto que causa confusão: co-herdeiro ficou grafada como coerdeiro, embora no Acordo a indicação fosse co-herdeiro.</p>
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