06/10/2008 - 17:44h Confira a lista dos vereadores eleitos em São Paulo

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colaboração para a Folha Online

A cidade de São Paulo escolheu neste domingo 55 vereadores para a Câmara Municipal. Os eleitos foram os vereadores mais votados de cada partido ou coligação levando em consideração o quociente eleitoral.

Para realizar o cálculo, em primeiro lugar é necessário somar o número de votos válidos para vereador na cidade –todos os votos excluídos brancos e nulos. Esse número é dividido pelo total de vagas no legislativo municipal –55 no caso de São Paulo–, resultando no quociente eleitoral.

Por conta do quociente eleitoral, alguns candidatos que obtiveram votação menor que algum concorrente conseguiram se eleger. É o caso, por exemplo, do Dr. Milton Ferreira (PPS), que se elegeu com 14.873 votos, enquanto Myriam Athie (PDT), com 28.864 votos, ficou de fora.

Veja a lista dos vereadores eleitos em São Paulo e sua respectiva votação:

PMDB

Goulart (PMDB) - 90.022
Jooji Hato (PMDB) - 40.838

DEM

Milton Leite (DEM) - 80.023
Marta Costa (DEM) - 39.159
Marco Aurélio Cunha (DEM) - 38.394
Domingos Dissiei (DEM) - 37.734
Kamia (DEM) - 29.906
Carlos Apolinário (DEM) - 25.581
Sandra Tadeu (DEM) - 25.153

PR

Aurélio Miguel (PR) - 50.779
Antonio Carlos Rodrigues (PR) - 43.590
Toninho Paiva (PR) - 35.534
Agnaldo Timóteo (PR) - 26.163
Marco Cintra (PR) - 22.863

PSDB

Gabriel Chalita (PSDB) - 101.990
Mara Gabrilli (PSDB) - 79.874
Netinho (PSDB) - 54.683
Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB) - 50.513
Adolfo Quintas (PSDB) - 34.197
Claudinho de Souza (PSDB) - 33.570
Juscelino (PSDB) - 32.480
Gilson Barreto (PSDB) - 32.050
Floriano Pesaro (PSDB) - 31.719
Souza Santos (PSDB) - 31.318
Ricardo Teixeira (PSDB) - 27.242
Dalton Silvano (PSDB) - 24.074
Gilberto Natalini (PSDB) - 23.858

PT

Senival (PT)- 66.083
Arselino Tatto (PT)- 59.250
Donato (PT) - 50.361
Francisco Chagas (PT) - 37.823
João Antonio (PT) - 33.861
Alfredinho (PT) - 33.395
Juliana Cardoso (PT) - 30.585
Ítalo Cardoso (PT) - 30.514
José Américo (PT) - 30.002
Zelão (PT) - 28.078
Chico Macena (PT) - 26.499

PC do B

Jamil Murad (PC do B) - 28.129
Netinho de Paula (PC do B) - 84.307

PSB

Eliseu Gabriel (PSB) - 31.587
Noemi Nonato (PSB) - 30.713

PRB

Atílio Francisco (PRB) - 25.669

PDT

Claudio Prado (PDT) - 30.998

PV

Tripoli (PV) - 45.717
Penna (PV) - 25.799
Abou Anni (PV) - 22.604

PP

Wadih Mutran (PP) - 26.037
Missionário José Olímpio (PP) - 28.902

PSC

Marcelo Aguiar (PSC) - 41.474

PTB

Celso Jatene (PTB) - 49.774
Adilson Amadeu (PTB) - 41.668
Paulo Frange (PTB) - 36.870

PPS

Claudio Fonseca (PPS) - 21.026
Dr. Milton Ferreira (PPS) - 14.873

06/10/2008 - 00:29h Marta ou Kassab

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Com 99,69% dos votos apurados

  * Válidos 6.351.680 (77,48%)
* Nulos 315.901 (3,85%)
* Brancos 230.081 (2,81%)
* Abstenção 1.276.378 (15,57%)

Nome do candidato (partido) % válidos votos válidos

Gilberto Kassab (DEM)
33.61% 2.134.851

Marta (PT)
32.79% 2.082.523

Geraldo Alckmin (PSDB)
22.47% 1.427.501

Maluf (PP)
5.92% 375.736

Soninha (PPS)
4.19% 266.155

Ivan Valente (PSOL)
0.67% 42.467

03/10/2008 - 23:11h Ibope: Coser (PT) mantém folga na liderança em Vitória

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O Globo

Atual prefeito de Vitória e candidato à reeleição, João Coser (PT) manteve larga vantagem nas intenções de voto segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira pela TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo. Pelos novos números, o petista tem 71% da preferência do eleitorado, dois pontos percentuais a mais que no último levantamento. Luciano Rezende (PPS) manteve os 20% da pesquisa anterior.

Bernardo Teteco (PRTB), que tinha 2%, agora aparece com apenas 1%. Os candidatos Avelar (PCO) e Carlão (PSOL) tiveram menos de 1% das intenções. Os votos brancos ou nulos somam 2%, enquanto 6% não sabem ou não opinaram. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Numa simulação de segundo turno, Coser venceria Rezende por 73% contra 21%, segundo a pesquisa Ibope. Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.

A pesquisa foi realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro, e o Ibope ouviu 504 eleitores em Vitória. A pesquisa foi contratada pela TV Gazeta, e está registrada sob o número 072/ 2008 na 1ª Zona Eleitoral da capital capixaba.

01/10/2008 - 09:20h Pesquisa indica Marta na liderança e provável 2° turno contra Kassab

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Se os resultados da pesquisa Datafolha de hoje forem confirmados nas urnas no domingo, Geraldo Alckmin candidato do PSDB estará fora do segundo turno das eleições municipais de São Paulo.

Pesquisa deve sempre ser analisada como uma indicação e tendência, não como o resultado que acabará saindo das urnas. A margem de erro, no caso do Datafolha de hoje, 2 pontos para mais ou para menos, é um elemento que sempre é desconsiderado na edição posterior às pesquisas, mas que ocupam um lugar importante, mais ainda quando a disputa é acirrada (é bom lembrar que em 2004 o Datafolha dava empate entre Serra e Marta na véspera do primeiro turno, sendo que as urnas deram quase 10 pontos de vantagem para Serra no primeiro turno).

Isto dito, os resultados do Datafolha parecem indicar que Kassab conseguirá passar Alckmin e ir para o segundo turno contra Marta.

Marta continua na liderança e o segundo turno mostra um equilíbrio entre Marta e seus adversários, seja Kassab ou Alckmin, legeramente favorável a estes. Como já escrevi na semana retrasada, “aparentemente esse equilíbrio só será rompido no segundo turno e não antes. É um pouco como em aqueles campeonatos de futebol em que o primeiro já está classificado com antecedência e só se saberá com quem ele ira disputar a copa, após o jogo decisivo entre o segundo e o terceiro colocado. É natural nesse caso que todo o interesse das torcidas e dos comentaristas esteja concentrado nessa disputa e não nas qualidades do líder. Incluso é normal que o vitorioso apareça inicialmente com mais força que o próprio líder, “carregado” pela adrenalina de sua vitória na disputa pelo segundo lugar. Pelo menos no futebol, as vezes é assim.”

Hoje, a pesquisa Datafolha mostra que aquele que era o favorito da eleição (em março Alckmin tinha 53% contra 41% de Marta no 2° turno; em maio 52% a 42%, segundo o Datafolha) e que aparecia como imbatível, terá sucumbido assim ao rolo compressor de seu “companheiro” de partido, o governador José Serra, que “cristianizou” a candidatura do seu correligionário e adversário interno, com êxito.

José Serra soube utilizar as máquinas estadual e municipal, e seus apoiadores nas fileiras tucanas, para primeiramente “secar” financeiramente Alckmin, dividir o PSDB, angariar uma importante coligação eleitoral (e o conseguinte tempo de TV) para seu preposto na prefeitura e levantar Kassab a situação de candidato favorito do campo demo-tucano.

A vitória de Serra sobre Alckmin, se confirmada nas urnas domingo, será indiscutível.

Paralelamente, a campanha eleitoral permitiu, no bojo da crise do campo demo-tucano, que Marta consolidasse o eleitorado do campo petista e popular no maior patamar já alcançado nas disputas eleitorais em São Paulo desde o ano 2000.

Nesta fase final, antes do primeiro turno, os principais candidatos na disputa tem concentrado seus ataques contra o PT e Marta. Aparentemente, tanto Alckmin, como Kassab, resumem seus programas a representar o anti-PT.

Porem, acabando o primeiro turno, os eleitores do PSDB por exemplo, deverão, entre outras coisas, definir se as afirmações de Alckmin sobre a trajetória malufista de Kassab são um argumento circunstancial do seu candidato ou a realidade de uma tentativa de vender gato por lebre (ou no caso, papagaio por tucano).

Em duas circunstâncias, quando Mário Covas enfrentou Maluf em 1998, -o PT apoiou o PSDB no segundo turno-, e quando Marta enfrentou Maluf em 2000, -recebendo o apoio de Covas e Alckmin-, o PT e o PSDB consideravam que derrotar a direita malufista era uma prioridade que prevalecia sobre as divergências profundas existentes entre ambos partidos.

Mas existem precedentes, como o do próprio FHC e Maluf juntos pela reeleição do primeiro, apesar de Mário Covas em 1998. Mas não será sem repercussão entre seus apoiadores, mais ainda se confirmado o que as pesquisas no Brasil indicam, que é o quase desaparecimento do ex-PFL (DEM) no país todo.

Tudo indica que este último exemplo, de união do campo malufista-demo-tucano será o movimento que tanto o PSDB, como o DEM e o próprio Maluf, farão apenas apurados os votos do primeiro turno. Este processo já começou, indicando um movimento do eleitorado que precipita a polarização do segundo turno, que começa agora.

Como ja disse aqui no blog e esta nova pesquisa Datafolha confirma:

“Vale a pena destacar também a força e a consistência do eleitorado de Marta, segundo registrado pelas pesquisas. Após 3 meses de intenso tiroteio contra ela, particularmente da campanha Kassab, Maluf, Ciro Moura, e em menor intensidade do próprio Alckmin; das matérias negativas (amplamente dominantes nos jornais segundo o observatório da Mídia), às intenções de voto se mantém no mesmo patamar, na liderança.”

No segundo turno o tempo de TV sendo igual, esta vantagem do campo anti-PT diminui. Ao mesmo tempo, aumentará, e muito, a ação da mídia, da elite e da direita em favor de quem quer que seja o segundo colocado. Para eles a questão é de perspectiva de poder em 2010 e preservar o poder da oposição de direita em São Paulo com Serra.

Para os que têm como norte a luta pela diminuição da desigualdade social e que almejam aprofundar o progresso social conquistado pelo governo Lula, pelo que foi o governo da Marta e do PT, só resta uma atitude: arregaçar as mangas e ir a luta para conquistar os eleitores.

Novamente, as pesquisas mostram que a disputa entre os dois campos no segundo turno será voto a voto.

Não se pergunte o que Marta pode fazer por São Paulo, isso você já sabe. Pergunte-se o que você pode fazer para eleger a Marta, e entre nessa luta.

Luis Favre

A seguir as tabelas da pesquisa Datafolha.

Pesquisas Datafolha de começo de julho até hoje


Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha
Marta 38% 36% 41% 39%
40%
37%
37%
37%
 35%
Alckmin 31% 32% 24% 24% 22%
20%
22%
20%
 19%
Kassab 13% 11% 14% 16% 18%
21%
22%
24%
27%
Maluf 8% 8% 9% 7% 8%
8%
 7% 6%
 7%
2° turno
Marta 45% 43% 49%  46% 47%
47%
47%
45%
 44%
Alckmin 50% 51% 44% 46%
47%
47%
47%
48%
49%
2° turno
 Marta 55% 52% 55% 49%
50%
 48% 46%
46%
44%
 Kassab 36% 37% 35% 41%
43%
 44% 45%
47%
49%
campo 3 e 4 de julho 23-24 julho 21-22 agosto 29 agosto 4-5 setembro 11-12 setembro
17-18 setembro 25-26 setembro  29-30 setembro

 

01/10/2008 - 08:52h Kassab abre oito pontos sobre Alckmin. Petista, com 38% dos votos válidos, e democrata, com 29%, iriam para o segundo turno, se eleição fosse hoje

Pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 29 e 30 de setembro, a cinco dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, mostra que o candidato à reeleição, Gilberto Kassab, do DEM, abre oito pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Geraldo Alckmin, do PSDB, e fica igualmente a oito pontos da primeira colocada na disputa pela prefeitura, a petista Marta Suplicy.

Em comparação com o levantamento anterior, realizado nos dias 25 e 26, a taxa de intenção de voto em Marta oscilou dois pontos percentuais para baixo, de 37% para 35%, enquanto Kassab ganhou três pontos, passando de 24% para 27% das preferências. Alckmin se manteve com 19%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Se o primeiro turno da eleição fosse realizado hoje, Marta Suplicy teria 38% dos votos válidos, e iria para o segundo turno com Gilberto Kassab, que atingiria 29% dos válidos. Geraldo Alckmin ficaria em terceiro, com 20%.

A Justiça Eleitoral divulga os resultados oficiais da eleição com base nos votos válidos, excluindo brancos, nulos e abstenções. Para o cálculo destes votos, o Datafolha exclui da amostra, além dos votos brancos e nulos, os eleitores que se declaram indecisos.

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 6% para 7% das preferências e Soninha (PPS) se manteve com 4%. Ivan Valente (PSOL) atinge, pela quarta vez consecutiva, 1% das intenções de voto. Anaí Caproni (PCO), Ciro (PTC), Edmilson Costa (PCB), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN) foram citados, mas não atingiram 1% das menções. Os eleitores sem candidato são 7%: votariam em branco ou anulariam o voto 4%, e não saberiam em quem votar 3%.

A pesquisa também mostra que o prefeito chega às vésperas do primeiro turno com 49% de aprovação. Em relação à pesquisa da semana passada, essa taxa oscilou um ponto para cima. O percentual dos que consideram o desempenho de Kassab ruim ou péssimo oscilou de 15% para 13% e a taxa dos que consideram seu desempenho variou de 35% para 36%. A nota média atribuída ao prefeito, em uma escala de zero a dez, é de 6,2.

Foram ouvidos 1954 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade.

Gilberto Kassab ganhou três pontos no que diz respeito à intenção de voto espontânea, passando de 19% para 22%, seu melhor resultado nessa série de pesquisas. Já o percentual dos que dizem espontaneamente, antes da apresentação dos nomes dos candidatos, que vão votar em Marta Suplicy, oscilou um ponto para baixo, de 29% para 28%. A intenção de voto espontânea em Geraldo Alckmin se manteve em 14%.

A taxa dos que não sabem dizer espontaneamente em quem vão votar para prefeito em 5 de outubro, oscilou de 25% para 22%, menor taxa registrada nessa série de pesquisas do Datafolha.

Marta perde para Kassab e para Alckmin em simulações de segundo turno

Se o segundo turno fosse realizado hoje, a líder na disputa pelo primeiro turno, Marta Suplicy, seria derrotada tanto por Gilberto Kassab quanto por Geraldo Alckmin. É a primeira vez nessa série de pesquisas do Datafolha que Kassab assume a liderança nas simulações de segundo turno, com vantagem que supera a margem de erro.

No caso de uma segunda votação entre Kassab e Marta, o atual prefeito teria 49% do total de votos, cinco pontos a mais do que a petista, que ficaria com 44%. Na pesquisa da semana passada, o democrata estava numericamente à frente (47% a 46%), pela primeira vez, mas ocorria empate, dentro da margem de erro.
Se o segundo turno fosse entre Alckmin e Marta, os percentuais seriam idênticos aos registrados no confronto entre o democrata e a petista: 49% votariam no tucano e 44% dariam seu voto à candidata do PT. Na pesquisa anterior, os dois empatavam, com, respectivamente, 48% e 45%.

A simulação de um pouco provável segundo turno entre Alckmin e Kassab mostra o democrata cinco pontos à frente do peessedebista (46% a 41%). Na pesquisa anterior, os dois empatavam, e o candidato tucano estava numericamente à frente (44% a 42%).

Se disputasse um segundo turno contra Marta hoje, Kassab teria o voto de 72% dos eleitores que declaram intenção de votar em Geraldo Alckmin no primeiro turno. Apenas 18% dos eleitores do tucano afirmam que votariam na petista. O democrata contaria ainda com o apoio da maioria dos eleitores de Maluf (61%). Entre os que pretendem votar em Soninha no primeiro turno, 44% votariam no atual prefeito e 39% dariam seu voto à candidata do PT.

Caso a disputa ficasse entre Geraldo Alckmin e Marta, o tucano contaria com o apoio da maioria dos eleitores que declaram votar no primeiro turno em Kassab (76%), e em Paulo Maluf (63%). Metade (50%) dos eleitores que pretendem votar em Soninha optariam por Alckmin; 36% votariam em Marta.

Taxas de rejeição se mantém estáveis; conhecimento do número de Kassab chega a 70% entre seus eleitores

O percentual de eleitores que não votariam de jeito nenhum em Marta Suplicy no primeiro turno da eleição para prefeito se manteve em 35%; ou seja, a taxa de rejeição à petista é idêntica à que ela obtém de intenção de voto.

A taxa dos que não votariam de jeito nenhum em Gilberto Kassab se manteve em 21% e a taxa dos que descartam votar em Geraldo Alckmin oscilou de 18% para 17%.

A taxa de rejeição a Paulo Maluf oscilou de 58% para 59%.

Vêm a seguir Soninha (18% de rejeição), Levy Fidelix (16%), Ciro (14%), Anaí Caproni (13%), Edmilson Costa, Ivan Valente (12%, cada) e Renato Reichmann (11%).

Votariam em qualquer um dos candidatos 1%, e não votariam em nenhum deles 2%.

Há 12 dias, 70% dos eleitores que tinham intenção de votar em Gilberto Kassab não sabiam dizer o número a ser digitado na urna eletrônica para confirmação de sua vontade no dia da eleição; 26% citavam corretamente o número 25. Uma semana depois, a taxa dos que respondiam corretamente o número do democrata dobrou, chegando a 52%. Hoje ela é de 70%, próxima aos percentuais de respostas corretas registrados entre os que eleitores de Marta (75%) e Alckmin (72%).

Dizem que o voto ainda pode mudar 19% dos que têm intenção de votar em Alckmin,
14% dos que votariam em Kassab e 12% dos eleitores de Marta

A cinco dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, 16% dos eleitores paulistanos que declaram intenção de votar em um candidato ou que pretendem votar em branco ou anular afirmam que ainda podem mudar de idéia até o próximo domingo.

Entre os que têm intenção de votar em Geraldo Alckmin, a taxa dos que dizem que seu voto ainda pode mudar passou de 22% na pesquisa concluída na última sexta-feira para 19% hoje. Desses, 9% afirmam que, em caso de mudança, Gilberto Kassab seria o candidato que teria mais chance de receber seu voto; 5% citam Marta Suplicy.

O percentual de eleitores que pretendem votar em Kassab e admitem que seu voto mudar passou de 18% para 14%, dos quais 9% afirmam que, caso mudem, provavelmente votarão em Alckmin; 4% optariam por Marta.

Entre os eleitores que têm intenção de votar em Marta, a taxa dos que afirmam que seu voto ainda pode mudar passou de 17% na pesquisa da semana passada para 12% hoje. Desses, 5% dizem que Kassab seria o candidato que teria mais chance de receber seu voto em caso de mudança; 4% citam Alckmin.

Taxa dos que defendem apoio de Serra a Alckmin cai de 63% em julho para 52% hoje

A maior parte dos eleitores paulistanos continua acreditando que o governador José Serra , do PSDB, deveria apoiar seu colega de partido, Geraldo Alckmin, na eleição para prefeito de São Paulo. No entanto, o percentual dos que pensam assim caiu de 63% no começo de julho para 52% hoje. Em contrapartida, a taxa dos que opinam que o governador tucano deveria apoiar Gilberto Kassab, do DEM, subiu de 24% para 36%. Kassab foi candidato a vice-prefeito em chapa encabeçada por Serra, e assumiu a prefeitura quando o tucano deixou o cargo para disputar o governo do Estado, em 2006.

Para 42%, Serra está de fato apoiando Geraldo Alckmin. Na opinião de 26%, o tucano está apoiando Gilberto Kassab. Um quarto (25%), no entanto, não sabe dizer quem o governador está apoiando.

Entre os que têm intenção de votar em Alckmin, 47% acham que Serra está apoiando seu colega de partido e 23% acreditam que ele torce pelo candidato democrata. Entre os eleitores de Kassab, os percentuais são parecidos: 44% acham que o governador tucano apóia Alckmin e 26% afirmam que o voto do governador vai para o atual prefeito. Nada muito diferente do que pensam os que pretendem votar em Marta: para 42% deles, o governador está apoiando Alckmin e na opinião de 26% ele apóia Kassab.

São Paulo, 30 de setembro de 2008. Datafolha

27/09/2008 - 12:33h Datafolha: Intenção de voto para prefeito de Sao Paulo

 

Ver também no blog meus comentários sobre as pesquisas Ibope e Datafolha, em Pesquisas mostram disputa acirrada pelo segundo lugar e Marta consolidada na liderança

Datafolha

A nove dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, o atual ocupante do cargo, e candidato à reeleição, Gilberto Kassab, do DEM, chega a 24% das intenções de voto e abre uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Geraldo Alckmin, do PSDB, que tem 20% das preferências. Ocorre um empate, em razão da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Porém, como o empate se dá no limite da margem de erro, a probabilidade de Kassab estar à frente é maior. Marta Suplicy, do PT, continua liderando, com 37%.

Em comparação com o levantamento anterior, realizado há uma semana, nos dias 17 e 18, foram registradas oscilações dentro da margem de erro. A taxa de intenção de voto em Marta permaneceu idêntica, e Alckmin oscilou dois pontos para baixo (tinha 22%). Kassab oscilou dois pontos para cima (atingia 22%).

Gilberto Kassab é, entre os três primeiros colocados na disputa, o único candidato que ganhou pontos após o início do horário eleitoral. No final de julho, o democrata tinha 11%, e estava em terceiro lugar, 21 pontos atrás de Geraldo Alckmin, que tinha 32%, e dividia a liderança com Marta que, na ocasião, tinha 36%. A primeira pesquisa realizada após o início da transmissão do horário eleitoral, realizada nos dias 21 e 22 de agosto, mostrava Marta com 41%, Alckmin com 24% e Kassab com 14%. O prefeito oscilou positivamente a cada pesquisa: ele obteve 16% no final de agosto, foi a 18% no começo de setembro, a 21% em levantamento dos dias 11 e 12 desse mês, a 22% na semana seguinte e chega hoje a 24%. Ou seja, depois do horário eleitoral, a candidata do PT se manteve estável, o candidato tucano perdeu 12 pontos percentuais e Kassab ganhou 13 pontos.

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 7% para 6% das preferências e Soninha (PPS) oscilou de 3% para 4%. Ivan Valente (PSOL) se mantém com 1% das intenções de voto. Anaí Caproni (PCO), Ciro (PTC), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN), foram citados, mas não atingiram 1% das menções. O nome de Edmilson Costa (PCB) constava do cartão circular apresentado aos entrevistados, mas ele não foi citado.

Se a eleição fosse hoje, 4% votariam em branco ou anulariam o voto, e 3% não saberiam em quem votar.

Foram ouvidos 1658 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, nos dias 25 e 26 de setembro.

A taxa dos que dizem espontaneamente, antes da apresentação dos nomes dos candidatos, que vão votar em Marta Suplicy para prefeita, é hoje de 29%. Há uma semana, eram 28%. Gilberto Kassab atinge sua maior taxa de intenção de voto espontânea, 19% (eram 17% no levantamento anterior). Geraldo Alckmin é citado de maneira espontânea por 14%, mesmo percentual registrado na semana passada. Não sabem dizer, espontaneamente, em quem vão votar para prefeito em 5 de outubro, 25%, menor taxa registrada nessa série de pesquisas do Datafolha.

Em simulação de segundo turno contra Marta, Kassab tem 47%, e a petista, 46%

As três simulações de segundo turno feitas pelo Datafolha mostram empates, em razão da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Pela primeira vez a simulação de um segundo turno entre Marta Suplicy e Gilberto Kassab mostra o democrata numericamente à frente da petista: se uma segunda votação fosse realizada hoje, 47% votariam em Kassab, e 46% dariam seu voto a Marta. Na pesquisa da semana passada era a ex-prefeita quem estava numericamente à frente (46% a 45%).

Se o segundo turno fosse entre Marta e Geraldo Alckmin, 48% votariam no tucano e 45% optariam pela candidata do PT. As quatro últimas pesquisas mostravam os dois rigorosamente empatados, com 47% das preferências, cada, nos três últimos levantamentos, e com 46%, cada, no final de agosto.

A simulação de um segundo turno entre Alckmin e Kassab, hipótese hoje pouco provável, mostra o peessedebista com 44% e o democrata com 42% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, o candidato tucano estava sete pontos à frente (47% a 40%).

Rejeição a Kassab oscila para baixo e empata com a de Alckmin; Marta é rejeitada por 35%

A rejeição a Gilberto Kassab, que tinha subido na última pesquisa, voltou a oscilar para baixo. O percentual dos que não votariam de jeito nenhum no democrata no primeiro turno da eleição para prefeito passou de 24% na semana passada para 21% hoje. Assim, o democrata volta a empatar com Geraldo Alckmin no ranking de rejeição; a taxa dos que descartam votar no tucano oscilou de 17% para 18%. Marta, por sua vez, atinge a maior taxa de rejeição nessa série de pesquisas: 35% afirmam que não votariam na ex-prefeita de forma alguma no primeiro turno da eleição. Na pesquisa da semana passada eram 34%.

Paulo Maluf continua sendo o candidato com maior taxa de rejeição: 58% dos eleitores paulistanos não votariam de jeito nenhum no ex-prefeito, taxa idêntica à registrada no levantamento anterior.

Vêm a seguir Soninha (17% de rejeição), Levy Fidelix (16%), Ciro (13%), Anaí Caproni, Ivan Valente (12% de rejeição, cada), Edmilson Costa (11%) e Renato Reichmann (10%).

Votariam em qualquer um dos candidatos 2%, mesmo percentual dos que não votariam em nenhum deles.

27/09/2008 - 11:10h Pesquisas mostram disputa acirrada pelo segundo lugar e Marta consolidada na liderança

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As novas rodadas de pesquisas Datafolha e Ibope estão nos jornais. Os resultados, com margem de erro de 3 pontos para o IBOPE e de 2 pontos para o Datafolha, mostram uma consolidação das intenções de voto em favor de Marta e um certo favoritismo de Kassab na sua disputa com Alckmin pelo segundo lugar.

O que as pesquisas registram, a uma semana do primeiro turno, é que entre o começo de julho e agora, a candidatura Alckmin perdeu aproximadamente 11 pontos, recuperados pela candidatura Kassab (isto é mais claro com o Datafolha; com o IBOPE é um pouco diferente, mas não muda a apreciação de conjunto).

Para muitos analistas este resultado é produto do marketing eleitoral, com as campanhas de Marta e Kassab bem focadas e avaliadas, diferentemente do marketing eleitoral de Alckmin. Para outros analistas, é o próprio caracter “anormal” da candidatura Alckmin ao margem do governo demo-tucano, que acabou desidratada pela força do debate sobre os governos municipais, atual e anterior.

Eu incluo com peso preponderante, à ação de desconstrução de Alckmin levada a cabo internamente e com apoio da mídia, pelo grupo de Serra apoiado nas máquinas municipal e estadual. Não tem quase nenhum comentarista que não participe deste trabalho em favor de Kassab e, após uma certa resistência, até o Estadão acabou se juntando à Folha, contra Alckmin.

Por isso mesmo, o que chama mais atenção nos números é a resistência do eleitorado de Alckmin e do próprio candidato, ao rolo compressor do marketing e da quinta-coluna contra ele. Mas ainda falta uma semana que pode precipitar o processo de agrupamento eleitoral em favor de Kassab ou não.

No plano mais geral, as pesquisas do segundo turno indicam um equilíbrio entre as intenções de voto em favor de qualquer um dos candidatos suscetível de ir para o segundo turno contra Marta e os votos em favor dela.

Aparentemente esse equilíbrio só será rompido no segundo turno e não antes. É um pouco como em aqueles campeonatos de futebol em que o primeiro já está classificado com antecedência e só se saberá com quem ele ira disputar a copa, após o jogo decisivo entre o segundo e o terceiro colocado. É natural nesse caso que todo o interesse das torcidas e dos comentaristas esteja concentrado nessa disputa e não nas qualidades do líder. Incluso é normal que o vitorioso apareça inicialmente com mais força que o próprio líder, “carregado” pela adrenalina de sua vitória na disputa pelo segundo lugar. Pelo menos no futebol, as vezes é assim.

No plano político, esta semana concentrará os ataques contra Alckmin e as pressões para montar, com sua participação, um frente anti-PT e anti-Marta com Kassab. Se ele se recusar, José Serra já anunciou que o substituirá como quase “candidato” (esse o sentido de vazar que estaria disposto a se licenciar do cargo para fazer a campanha… de Kassab). FHC veio, com sua declaração anti-PT, indicar que este será o desfecho que o alto tucanato apadrinhará.

Para Alckmin o que está sendo preparado pelos seus “companheiros” é um haraquiri. A morte política.

Após explicar que Kassab é a continuidade de Maluf e Pitta, disfarçado por oportunismo de lambe-tucano, ser levado a dizer que o demo conta com seu apoio contra Marta é demais. É bom lembrar que Marta apoio Mário Covas contra Maluf em 1998 e que Mário Covas e o próprio Alckmin apoiaram Marta em 2000 contra o mesmo Maluf (que tudo indica estará com Kassab no segundo turno). Mas existem precedentes, como o do próprio FHC e Maluf juntos pela reeleição do primeiro, apesar de Mário Covas.

Para evitar tamanha sinuca de bico, Alckmin terá que tentar reverter a situação em seu favor nesta reta final, o que não pode ser excluído.

Em todo caso, o respeito aos adversários e a democracia eleitoral, exige aguardar o resultado das urnas e do veredito popular para depois abordar as condições concretas do segundo turno.

Vale a pena destacar também a força e a consistência do eleitorado de Marta, segundo registrado pelas pesquisas. Após 3 meses de intenso tiroteio contra ela, particularmente da campanha Kassab, Maluf, Ciro Moura e também em menor intensidade de Alckmin; das matérias negativas (amplamente dominantes nos jornais segundo o observatório da Mídia), às intenções de voto se mantém no mesmo patamar, na liderança e amplamente consolidadas no registro da “espontânea”(onde o entrevistado diz em quem pensa votar antes de ver a lista dos candidatos, no Datafolha a espontânea dá 29% Marta; 19% Kassab; 14% Alckmin. No IBOPE a espontânea dá 30% Marta; 20% Kassab e 16% Alckmin) e também na “estimulada” (com a lista dos candidatos).

Novamente, as pesquisas mostram que a disputa entre os dois campos no segundo turno será voto a voto. A seguir as tabelas das pesquisas Datafolha e IBOPE.

Luis Favre

Pesquisas Datafolha de começo de julho até hoje


Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha Datafolha
Marta 38% 36% 41% 39%
40%
37%
37%
37%
Alckmin 31% 32% 24% 24% 22%
20%
22%
20%
Kassab 13% 11% 14% 16% 18%
21%
22%
24%
Maluf 8% 8% 9% 7% 8%
8%
 7% 6%
2° turno
Marta 45% 43% 49%  46% 47%
47%
47%
45%
Alckmin 50% 51% 44% 46%
47%
47%
47%
48%
2° turno
 Marta 55% 52% 55% 49%
50%
 48% 46%
46%
 Kassab 36% 37% 35% 41%
43%
 44% 45%
47%
campo 3 e 4 de julho 23-24 julho 21-22 agosto 29 agosto 4-5 setembro 11-12 setembro
17-18 setembro 25-26 setembro

 

 

Pesquisas IBOPE

IBOPE IBOPE IBOPE IBOPE  IBOPE
Marta 34% 41% 39%
35%
 35%
Alckmin 31% 26% 22% 21%
 20%
Kassab 10% 8% 12%
21%
 25%
Maluf 9% 9% 9% 8%
 7%
2° turno
Marta 43% 47% 50%
45%
45%
Alckmin 47% 42% 39%
45%
45%
2° turno
 Marta 51% 55% 55%
48%
45%
 Kassab 35% 30% 32%
42%
44%
campo 15-17 julho 15 agosto 27-29 agosto 8-11 setembro 23-24-25 setembro

 

 

12/09/2008 - 19:22h IBOPE: Marta cai e segue na liderança, Alckmin e Kassab estão empatados. Disputa no 2° turno será voto a voto

 

martakassabalckminmaluf.jpg

A nova rodada de pesquisas desta semana começa com o IBOPE que foi a campo de segunda e quinta. No fim de semana teremos o Datafolha, com campo quinta feira e hoje.

O Ibope registra mudanças na evolução das intenções de voto.  A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O Ibope registrou uma queda da Marta, para 35 (estava com 39) e confirmou o empate detetado no Datafolha da semana retrasada, entre Alckmin e Kassab, com 21 pontos.

Nas projeções do segundo turno as variações são maiores em relação ao IBOPE anterior de 29 de agosto, mas em parte já tinham sido detetadas nas duas últimas pesquisas Datafolha. Marta continua empatada com Alckmin (45 a 45) e derrota Kassab (48 a 42) .Veja embaixo o quadro do IBOPE e também os quadros de ambos institutos, IBOPE e Datafolha, na seqüência de datas das pesquisas.

Reiterando minha opinião, as relações de forças eleitorais estão equilibradas entre o bloco Alckmin-Kassab e a candidatura Marta. Esta relação mudou um pouco, mas sem resolver em favor de qualquer um dos dois campos. No artigo do jornal Valor, o jornalista Paulo Totti considera que está situação traduz uma clara melhora de Marta em relação as eleições de 2004 (Vantagem comparativa).

O equilibro entre ambos campos será quebrado, ao que tudo indica, no segundo turno e numa disputa acirrada voto a voto. O fato do PT estar unido, com uma coligação também unificada e uma candidata da força e do prestigio de Marta e as forças demo-tucanas estarem divididas e brigando, permitiram fazer recuar o favoritismo tucano na cidade. Mas não resolvem a parada.

Para ganhar será necessária ainda mais que nunca da garra e do trabalho de convencimento dos filiados e simpatizantes de Marta, do PT e das forças coligadas.

Luis Favre

Pesquisas IBOPE

  IBOPE IBOPE IBOPE IBOPE
Marta 34% 41% 39%
35%
Alckmin 31% 26% 22% 21%
Kassab 10% 8% 12%
21%
Maluf 9% 9% 9% 8%
2° turno
Marta 43% 47% 50%
45%
Alckmin 47% 42% 39%
45%
2° turno
 Marta 51% 55% 55%
48%
 Kassab 35% 30% 32%
42%
campo 15-17 julho 15 agosto 27-29 agosto 8-11 setembro

 

 

 

Pesquisas Datafolha e Ibope de começo de julho até o IBOPE de hoje


Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha IBOPE Datafolha Datafolha IBOPE
Marta 38% 34% 36% 41% 41% 39%
39%
40%
35%
Alckmin 31% 31% 32% 26% 24% 22% 24% 22%
21%
Kassab 13% 10% 11% 8% 14% 12%
16% 18%
21%
Maluf 8% 9% 8% 9% 9% 9% 7% 8%
8%
2° turno
Marta 45% 43% 43% 47% 49% 50%
 46% 47%
45%
Alckmin 50% 47% 51% 42% 44% 39%
46%
47%
45%
2° turno
 Marta 55% 51% 52% 55% 55% 55%
49%
50%
 48%
 Kassab 36% 35% 37% 30% 35% 32%
41%
43%
 42%
campo 3 e 4 de julho 15-17 julho 23-24 julho 15 agosto 21-22 agosto 27-29 agosto 29 agosto 4-5 setembro 8-11 setembro


Luis Favre

O quadro a seguir, da agencia Estado, contém os resultados do IBOPE publicados hoje de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife


Marta cai, Kassab sobe e empata com Alckmin em 2º, diz Ibope

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que a vantagem da petista diminuiu e candidata caiu 4 pontos

Elizabeth Lopes - da Agência Estado

SÃO PAULO - A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, caiu 4 pontos na pesquisa de intenção de voto e o candidato Gilberto Kassab (DEM) alcançou Geraldo Alckmin (PSDB) sem empate técnico, pela primeira vez, segundo pesquisa Ibope encomendada pelo Estado e TV Globo, divulgada nesta sexta-feira, 12. Marta registrou 35%, contra 39% da anterior, enquanto Kassab e Alckmin aparecem juntos com 21%. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais.

O prefeito e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, cresceu 9 pontos porcentuais na corrida à Prefeitura da Capital. De acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira, 12, contratada pelo Estado e TV Globo, Kassab subiu de 12% para 21% das intenções de voto e aparece empatado com o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que oscilou dentro da margem de erro de 22% para 21%. A pesquisa mostra também que a candidata do PT, Marta Suplicy, mantém a liderança, mas caiu de 39% para 35% das intenções de voto. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.

Na última pesquisa Ibope, do dia 30, Kassab e Alckmin apareciam tecnicamente empatados na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Ele tinha 26 e caiu para 22 % e Kassab subiu de 8 para 12 %.Na sondagem, a candidata Marta Suplicy (PT) seguia liderando, com 40% das intenções de voto.

A pesquisa Ibope, a quarta da série, mostra que o candidato do PP, Paulo Maluf, oscilou dentro da margem de erro, com 8% das intenções de voto contra 9% da mostra anterior, divulgada no dia 30 de agosto. A candidata do PPS, Soninha Francine, permanece com 3% e Ivan Valente (PSOL) registrou 1% na pesquisa divulgada hoje. Os candidatos Anai Caproni (PCO), Ciro Mora (PTC), Levy Fidelix (PRTB), Renato Reichmann (PMN) e Edmilson Costa (PCB) não alcançaram 1% das intenções de voto. De acordo com o Ibope, os votos brancos e nulos atingiram 4%, os indecisos somam 6% e não respondeu 1%.

A pesquisa ouviu 1001 pessoas, entre os dias 9 a 11 de setembro e foi registrada na 1ª zona eleitoral de São Paulo/SP, sob o registro nº 02400108-SPPE.

Rejeição e segundo turno

Nas simulações de segundo turno, se a disputa for entre Marta e Alckmin, a disputa aparece empatada, pois os dois registraram 45% das intenções de voto. Na briga entre Marta e Kassab, a petista aparece com 48% das intenções de voto e o atual prefeito e candidato à reeleição com 42%. Na hipótese do segundo turno ser disputado entre Alckmin e Kassab, o tucano venceria o pleito com 48% das intenções de voto contra 34% de Kassab.

O Ibope perguntou aos eleitores em quem eles não votariam “de jeito nenhum” para a Prefeitura de São Paulo. O líder em termos de rejeição é o candidato do PP, Paulo Maluf, com 53%, seguido de Marta Suplicy com 31%, Gilberto Kassab com 22%, Levy Fidelix com 17%, Soninha com 15% e Geraldo Alckmin com 12%.

Na pesquisa espontânea, onde não é mostrado o disco com os nomes dos candidatos, Marta Suplicy aparece com 30% das intenções de voto, Gilberto Kassab com 17% e Geraldo Alckmin com 14%. Paulo Maluf registrou 6% das intenções de voto na mostra espontânea e Soninha 2%.

12/09/2008 - 10:31h Marinho afirma que iniciou investigação que resultou na prisão de peritos do INSS em S.Bernardo

Leandro Amaral - Repórter Diário

Marinho afirma que investigação começou quando ainda era ministro.
Foto
Felipe Logli
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O pleiteante ao Paço de São Bernardo Luiz Marinho afirmou que a operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (11), a qual prendeu 21 pessoas – entre elas três bernardenses (um vereador e dois candidatos ao Legislativo) suspeitos de fraudar benefícios do INSS- foi iniciada em 2007, quando o petista ainda comandava o Ministério da Previdência.

“Eu estava em uma caminhada no ano passado quando recebi um cartão de uma pessoa que eu não conheço me pedindo para investigar o escritório da Dra. Otília (Azevedo), pois apresentava irregularidades. Eu pedi para investigar e constatamos, realmente, os problemas”, explicou Marinho citando o nome de uma das possíveis envolvidas no caso, pois a ação ocorre em sigilo. “O passo seguinte foi passar o problema, como sempre fazemos, para a Polícia Federal”, emendou durante caminhada no bairro Baeta Neves.

Além da candidata a vereadora pelo PPS, o prefeiturável citou que um membro da base de sustentação do prefeito William Dib (PSB), na Câmara Municipal, também está envolvido. “O vereador preso, o Dr. Alberto Raposo (PSB), todo mundo sabe é uma liderança do prefeito e, aliás, eu tinha recebido várias denúncias dele”, afirmou o ex-ministro referindo-se ao correligionário socialista que é supervisor da Perícia Médica do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

Luiz Marinho fez questão de ressaltar que cabe agora ao Ministério dar continuidade as ações que ele, como ministro, iniciou. “É o caminho da limpeza que o presidente Lula conduz e eu, na época ministro, botei para quebrar”, destacou. “Aqui em São Bernardo está muito claro que tem problemas, de forma que eu espero que a Previdência reveja os benefícios para não prejudicar ninguém”, observou.

Questionado sobre as conseqüências eleitorais que o caso poderia ter, uma vez que os supostos envolvidos são filiados aos partidos que apóiam os dois principais concorrentes, o petista foi taxativo. “Temos que separar as coisas e ter muita cautela, até porque podem ser filiados mas isso não significa que os meus concorrentes estejam envolvidos”, ressaltou garantindo não vai utilizar o episódio na disputa eleitoral.

Polícia desarticula quadrilha acusada de fraudar INSS em São Bernardo

A Polícia Federal desencadeou nesta quinta-feira (11) a Operação Providência, com o objetivo de desmantelar um esquema de fraude em benefícios previdenciários, especialmente os de auxílio doença e de aposentadoria por invalidez, requeridos na Agência da Previdência Social em São Bernardo. De acordo com estimativa da PF, as quadrilhas, que atuavam desde 2003, tenham intermediado cerca de 3.500 benefícios previdenciários fraudulentos, gerando um prejuízo à Previdência Social de aproximadamente R$ 200 milhões.

As quadrilhas corrompiam médicos peritos e outros servidores da agência da Previdência Social de São Bernardo para que estes concedessem benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez para pessoas saudáveis e com plena capacidade laboral.

Participam da operação 204 Policiais Federais e 10 servidores do Previdência Social, para cumprir 21 mandados de prisão temporária e 38 mandados de busca e apreensão contra servidores públicos, médicos peritos da Previdência Social, advogados, agenciadores e beneficiários que buscavam os serviços dos grupos criminosos.

As ações são realizadas nos município de São Bernardo, São Paulo, Santo André, Diadema, Mogi das Cruzes, Guareí, Americana, Campos do Jordão, Guarujá, Bertioga, Santos, Itanhaém e Montes Claros, em Minas Gerais. Segundo a PF, as investigações constataram que diversas empresas, empresários e advogados domiciliados em São Bernardo estariam intermediando a concessão fraudulenta dos benefícios previdenciários.

A Força Tarefa Previdenciária analisou 349 benefícios previdenciários intermediados pela quadrilha, com indícios de fraudes, cujo prejuízo aos cofres da União estão estimados em R$ 8,720 milhões. Os titulares desses benefícios com indícios de fraudes deverão ser submetidos a novos exames periciais pela Previdência Social.

Também serão cumpridas ordens de bloqueio de contas bancárias, seqüestro de imóveis e veículos automotores utilizados pelos grupos criminosos, bem como a realização de perícias por junta médica da Previdência Social em segurados que participaram do esquema delituoso. (AE)

05/09/2008 - 13:55h Rio: Paes ultrapassa Crivella e assume a liderança no Rio

Pesquisa IBPS

Eduardo Paes (PMDB) assume a liderança no Rio. Marcelo Crivella (PRB) em segundo
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O Globo Online

RIO - Pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisas Sociais (IBPS), divulgada nesta sexta-feira, mostra uma mudança de cenário na disputa pela Prefeitura do Rio. Na oitava consulta de intenção de votos feita pelo instituto, Eduardo Paes (PMDB/PTB/PP/PSL) passou a frente de Marcelo Crivella (PRB/PR/PSDC/PRTB). Paes, que em agosto tinha 16% da intenção de votos, agora aparece com 25%. Já o senador, que antes tinha 20%, obteve 19% este mês.

Jandira Feghali (PCdoB/PTN/PHS/PSB) ocupa o terceiro lugar, com 12% da preferência do eleitorado, seguida por Fernando Gabeira (PV/PSDB/PPS), com 8%. Solange Amaral (DEM/PTC/PMN) tem 5% da intenção de voto, Chico Alencar (PSOL/PSTU) e Alessandro Molon (PT) têm 4%; e Paulo Ramos tem 1%. Votos brancos e nulos somam 9%. Os candidatos Filipe Pereira (PSC), Antônio Carlos (PCO), Eduardo Serra (PCB) e Vinicius Cordeiro (PTdoB) não atingiram 1%.

Marcelo Crivella é o candidato com maior índice de rejeição, com 32%, seguido por Solange, com 15%; Gabeira, com 11%; Jandira, com 8%; Molon, com 7%, Paes, com 6%; e Chico Alencar, Paulo Ramos e Felipe Pereira, com 4%.

Em um possível segundo turno entre Jandira e Crivella, a candidata venceria com 46%, contra 32%. Crivella venceria, com 39%, o candidato Fernando Gabeira 36%. Já Eduardo Paes venceria Crivella, com 53% contra 28%. Paes também derrotaria Jandira, com 47%, contra 34%.

A pesquisa, registrada na 228ª ZE, sob o número 025/2008, ouviu 1.100 entrevistados, por telefone, entre os dias 2 e 4 de setembro. A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.

01/09/2008 - 10:51h A campanha na TV e na Folha

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Como o programa de TV de Marta “é o mais bem avaliado”, a Folha pós como manchete que o programa de Maluf tem pior avaliação.

DEU NA FOLHA DE S.PAULO

Programa de TV de Maluf tem pior avaliação

Horário eleitoral de Marta é o mais bem avaliado; Alckmin e Kassab empatam

O programa do candidato à prefeitura Paulo Maluf (PP) teve a pior avaliação nos dez primeiros dias do horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, segundo a última pesquisa do Datafolha. A performance do ex-prefeito de São Paulo foi considerada como a mais fraca por 22% dos eleitores ouvidos pelo instituto na última sexta-feira.

Já o de Marta Suplicy (PT) foi indicado como o programa com o melhor desempenho na propaganda política na mídia, de acordo com o Datafolha.
O instituto ouviu 1.082 eleitores no dia 29 de agosto. O ranking dos piores no horário gratuito, liderado por Maluf, com 22%, tem o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e Marta na segunda colocação, empatados com 9%.

Em seguida na lista estão Soninha (PPS), Levy Fidelix (PRTB) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%, 5% e 4%, respectivamente.

Marta foi indicada por 33% dos entrevistados como a concorrente mais bem-sucedida no horário eleitoral.

Kassab ocupa o segundo lugar no ranking dos melhores na propaganda, com 17%, seguido por Alckmin, com 16%. Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, existe empate técnico entre Kassab e Alckmin.

Maluf está em quarto lugar nessa lista, com 4% das indicações dos eleitores paulistanos. Assinante da Folha leia mais em: Programa de TV de Maluf tem pior avaliação, segundo Datafolha

23/08/2008 - 13:05h Pesquisa Datafolha

 

Eleições2008 - 23/08/2008 - Texto do Datafolha

Marta abre 17 pontos de vantagem sobre Alckmin
Diferença de Alckmin para Kassab diminui de 21 para 10 pontos percentuais


A candidata do PT à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, atinge 41% das intenções de voto, e abre uma vantagem de 17 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Geraldo Alckmin, do PSDB, que obtém 24% das preferências, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 21 e 22 de agosto, a 44 dias do primeiro turno da eleição. No levantamento anterior, realizado nos dias 23 e 24 de julho, Marta e Alckmin empatavam, em razão da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais: a petista atingia 36% e o tucano obtinha 32% das intenções de voto. Em um mês, a ex-prefeita ganhou cinco pontos percentuais, enquanto o candidato do PSDB perdeu oito.

A pesquisa, a primeira após o início da exibição do horário gratuito dos candidatos a prefeito na TV, no dia 20, também mostra que Marta empata com Alckmin em simulação de segundo turno, além de crescimento na taxa de intenção de voto espontânea e ligeira variação na taxa de rejeição à petista.

O atual prefeito, Gilberto Kassab, oscilou três pontos para cima: o candidato à reeleição pelo DEM passou de 11% para 14% das preferências. Paulo Maluf oscilou de 8% para 9% das preferências. Assim, se mantém o empate entre os dois candidatos. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, Kassab pode ter entre 11% e 17% das intenções de voto. Maluf, por sua vez, pode ter entre 6% e 12% das preferências.

Soninha (PPS) se manteve com 2% das intenções de voto. Ciro (PTC) e Ivan Valente (PSOL), que na pesquisa anterior obtinham 1% das menções, cada, embora citados, não atingiram esse percentual no atual levantamento. Edmilson Costa (PCB) e Levy Fidelix (PRTB) foram citados, mas não atingem 1%, como ocorria na pesquisa de julho. Anaí Caproni (PCO) e Renato Reichmann (PMN), cujos nomes constavam do cartão circular apresentado aos entrevistados, não receberam nenhuma menção.

Se a eleição fosse hoje, 5% votariam em branco ou anulariam o voto. Não saberiam em quem votar 4%.
Foram ouvidos 1093 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade.

Outro dado da pesquisa demonstra a consolidação da liderança de Marta: a intenção de voto espontânea. O percentual dos que dizem, antes da apresentação dos cartões circulares com os nomes dos candidatos, que gostariam de votar na petista para prefeita, subiu oito pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, passando de 22% para 30%. Citam Geraldo Alckmin de maneira espontânea 14%; eram 13% na pesquisa anterior. A taxa de menções espontâneas a Gilberto Kassab oscilou de 7% para 10%. Paulo Maluf é citado espontaneamente como seu candidato a prefeito por 5%.

O percentual dos que não sabem dizer espontaneamente em quem gostaria de votar para prefeito caiu 11 pontos percentuais, de 43% para 32%. A taxa dos que afirmam de maneira espontânea que pretendem votar em branco ou anular oscilou de 7% para 5%.

São Paulo, 22 de agosto de 2008

23/08/2008 - 12:28h Datafolha: em SP, Marta abre 17 pontos de vantagem sobre Alckmin

Instituto ouviu 1093 pessoas entre os dias 21 e 22 de agosto.
Margem de erro é de três pontos percentuais.

Do G1, em São Paulo

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23) mostra que a candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, subiu cinco pontos percentuais em relação à pesquisa de julho e tem 41% das intenções de voto. Ela abriu 17 pontos de vantagem sobre Geraldo Alckmin, do PSDB, que caiu oito pontos e registra 24%. Antes, a vantagem da petista era de quatro pontos.

O instituto ouviu 1093 pessoas entre os dias 21 e 22 de agosto. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, a pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo com o número 01900108-SPPE.

O candidato do DEM na disputa, Gilberto Kassab, oscilou três pontos para cima e tem agora 14%. Paulo Maluf, do PP, passou de 8% para 9%. Os dois seguem tecnicamente empatados.

Soninha Francine (PPS) manteve 2% das intenções de voto. Os candidatos Ciro Moura (PTC) e Ivan Valente (PSOL), que tinham 1% cada, não atingiram 1% neste levantamento. Edmilson Costa (PCB) e Levy Fidelix (PRTB) repetiram o desempenho da pesquisa anterior e não alcançaram 1%.

Anaí Caproni (PCO) e Renato Reichmann (PMN), que não atingiram 1% no levantamento anterior, não foram citados nesta pesquisa.

O percentual de eleitores que disseram que votarão branco ou nulo passou de 6% para 5%. Os que não souberam responder somam 4% contra 3% no último levantamento.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno entre Marta e Alckmin, a petista aparece com 49% contra 44% do tucano.

Se a disputa fosse entre Marta e Kassab, ela teria 55% e ele, 35%. Na hipótese de disputa entre Alckmin e Kassab, o tucano teria 57% e o democrata, 28%.

Caso Marta fosse para o segundo turno com Maluf, ela venceria por 62% a 22%, informou o instituto. Se Maluf disputasse com Alckmin, o tucano teria 69% contra 18% do candidato do PP

22/08/2008 - 13:42h Confira os resultados da pesquisa eleitoral para o ABC

Leandro Amaral - Repórter Diário

Com a divulgação nesta edição de mais três pesquisas eleitorais, encerra-se o primeiro ciclo dos quadros sucessórios na região. Com os sete levantamentos realizados, três cidades podem considerar-se já com o nome do novo prefeito, ou melhor, com reeleições definidas.

Em São Caetano, o atual chefe do Palácio da Cerâmica e candidato à reeleição, José Auricchio Júnior (PTB) com 73% das intenções de voto; em Rio Grande da Serra, o postulante a reeleição Adler Kiko Teixeira (PSDB) com 64% e em Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PV), também pleiteante a mais quatro anos de mandato com 51%, lideram com folga as disputas. Já Santo André, São Bernardo, Mauá e Diadema apresentam um quadro ainda indefinido sobre o novo administrador municipal.

Santo André
O candidato governista que disputa à sucessão municipal de Santo André, o deputado estadual Vanderlei Siraque (PT) lidera isolado com 31% das intenções de voto. A disputa, porém, está acirrada na busca pelo segundo lugar, pois três prefeituráveis aparecem tecnicamente empatados: Raimundo Salles (DEM) tem 11%, seguido por Newton Brandão (PSDB) 10% e Aidan Ravin (PTB) 9%. Já o candidato Ricardo Alvarez (PSol) registra 1%.</