Atual prefeito de Vitória e candidato à reeleição, João Coser (PT) manteve larga vantagem nas intenções de voto segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira pela TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo. Pelos novos números, o petista tem 71% da preferência do eleitorado, dois pontos percentuais a mais que no último levantamento. Luciano Rezende (PPS) manteve os 20% da pesquisa anterior.
Bernardo Teteco (PRTB), que tinha 2%, agora aparece com apenas 1%. Os candidatos Avelar (PCO) e Carlão (PSOL) tiveram menos de 1% das intenções. Os votos brancos ou nulos somam 2%, enquanto 6% não sabem ou não opinaram. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
Numa simulação de segundo turno, Coser venceria Rezende por 73% contra 21%, segundo a pesquisa Ibope. Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.Os votos brancos ou nulos somam 3%, enquanto 4% não sabem.
A pesquisa foi realizada entre 30 de setembro e 2 de outubro, e o Ibope ouviu 504 eleitores em Vitória. A pesquisa foi contratada pela TV Gazeta, e está registrada sob o número 072/ 2008 na 1ª Zona Eleitoral da capital capixaba.
Pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 29 e 30 de setembro, a cinco dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, mostra que o candidato à reeleição, Gilberto Kassab, do DEM, abre oito pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Geraldo Alckmin, do PSDB, e fica igualmente a oito pontos da primeira colocada na disputa pela prefeitura, a petista Marta Suplicy.
Em comparação com o levantamento anterior, realizado nos dias 25 e 26, a taxa de intenção de voto em Marta oscilou dois pontos percentuais para baixo, de 37% para 35%, enquanto Kassab ganhou três pontos, passando de 24% para 27% das preferências. Alckmin se manteve com 19%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Se o primeiro turno da eleição fosse realizado hoje, Marta Suplicy teria 38% dos votos válidos, e iria para o segundo turno com Gilberto Kassab, que atingiria 29% dos válidos. Geraldo Alckmin ficaria em terceiro, com 20%.
A Justiça Eleitoral divulga os resultados oficiais da eleição com base nos votos válidos, excluindo brancos, nulos e abstenções. Para o cálculo destes votos, o Datafolha exclui da amostra, além dos votos brancos e nulos, os eleitores que se declaram indecisos.
O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 6% para 7% das preferências e Soninha (PPS) se manteve com 4%. Ivan Valente (PSOL) atinge, pela quarta vez consecutiva, 1% das intenções de voto. Anaí Caproni (PCO), Ciro (PTC), Edmilson Costa (PCB), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN) foram citados, mas não atingiram 1% das menções. Os eleitores sem candidato são 7%: votariam em branco ou anulariam o voto 4%, e não saberiam em quem votar 3%.
A pesquisa também mostra que o prefeito chega às vésperas do primeiro turno com 49% de aprovação. Em relação à pesquisa da semana passada, essa taxa oscilou um ponto para cima. O percentual dos que consideram o desempenho de Kassab ruim ou péssimo oscilou de 15% para 13% e a taxa dos que consideram seu desempenho variou de 35% para 36%. A nota média atribuída ao prefeito, em uma escala de zero a dez, é de 6,2.
Foram ouvidos 1954 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade.
Gilberto Kassab ganhou três pontos no que diz respeito à intenção de voto espontânea, passando de 19% para 22%, seu melhor resultado nessa série de pesquisas. Já o percentual dos que dizem espontaneamente, antes da apresentação dos nomes dos candidatos, que vão votar em Marta Suplicy, oscilou um ponto para baixo, de 29% para 28%. A intenção de voto espontânea em Geraldo Alckmin se manteve em 14%.
A taxa dos que não sabem dizer espontaneamente em quem vão votar para prefeito em 5 de outubro, oscilou de 25% para 22%, menor taxa registrada nessa série de pesquisas do Datafolha.
Marta perde para Kassab e para Alckmin em simulações de segundo turno
Se o segundo turno fosse realizado hoje, a líder na disputa pelo primeiro turno, Marta Suplicy, seria derrotada tanto por Gilberto Kassab quanto por Geraldo Alckmin. É a primeira vez nessa série de pesquisas do Datafolha que Kassab assume a liderança nas simulações de segundo turno, com vantagem que supera a margem de erro.
No caso de uma segunda votação entre Kassab e Marta, o atual prefeito teria 49% do total de votos, cinco pontos a mais do que a petista, que ficaria com 44%. Na pesquisa da semana passada, o democrata estava numericamente à frente (47% a 46%), pela primeira vez, mas ocorria empate, dentro da margem de erro.
Se o segundo turno fosse entre Alckmin e Marta, os percentuais seriam idênticos aos registrados no confronto entre o democrata e a petista: 49% votariam no tucano e 44% dariam seu voto à candidata do PT. Na pesquisa anterior, os dois empatavam, com, respectivamente, 48% e 45%.
A simulação de um pouco provável segundo turno entre Alckmin e Kassab mostra o democrata cinco pontos à frente do peessedebista (46% a 41%). Na pesquisa anterior, os dois empatavam, e o candidato tucano estava numericamente à frente (44% a 42%).
Se disputasse um segundo turno contra Marta hoje, Kassab teria o voto de 72% dos eleitores que declaram intenção de votar em Geraldo Alckmin no primeiro turno. Apenas 18% dos eleitores do tucano afirmam que votariam na petista. O democrata contaria ainda com o apoio da maioria dos eleitores de Maluf (61%). Entre os que pretendem votar em Soninha no primeiro turno, 44% votariam no atual prefeito e 39% dariam seu voto à candidata do PT.
Caso a disputa ficasse entre Geraldo Alckmin e Marta, o tucano contaria com o apoio da maioria dos eleitores que declaram votar no primeiro turno em Kassab (76%), e em Paulo Maluf (63%). Metade (50%) dos eleitores que pretendem votar em Soninha optariam por Alckmin; 36% votariam em Marta.
Taxas de rejeição se mantém estáveis; conhecimento do número de Kassab chega a 70% entre seus eleitores
O percentual de eleitores que não votariam de jeito nenhum em Marta Suplicy no primeiro turno da eleição para prefeito se manteve em 35%; ou seja, a taxa de rejeição à petista é idêntica à que ela obtém de intenção de voto.
A taxa dos que não votariam de jeito nenhum em Gilberto Kassab se manteve em 21% e a taxa dos que descartam votar em Geraldo Alckmin oscilou de 18% para 17%.
A taxa de rejeição a Paulo Maluf oscilou de 58% para 59%.
Vêm a seguir Soninha (18% de rejeição), Levy Fidelix (16%), Ciro (14%), Anaí Caproni (13%), Edmilson Costa, Ivan Valente (12%, cada) e Renato Reichmann (11%).
Votariam em qualquer um dos candidatos 1%, e não votariam em nenhum deles 2%.
Há 12 dias, 70% dos eleitores que tinham intenção de votar em Gilberto Kassab não sabiam dizer o número a ser digitado na urna eletrônica para confirmação de sua vontade no dia da eleição; 26% citavam corretamente o número 25. Uma semana depois, a taxa dos que respondiam corretamente o número do democrata dobrou, chegando a 52%. Hoje ela é de 70%, próxima aos percentuais de respostas corretas registrados entre os que eleitores de Marta (75%) e Alckmin (72%).
Dizem que o voto ainda pode mudar 19% dos que têm intenção de votar em Alckmin,
14% dos que votariam em Kassab e 12% dos eleitores de Marta
A cinco dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, 16% dos eleitores paulistanos que declaram intenção de votar em um candidato ou que pretendem votar em branco ou anular afirmam que ainda podem mudar de idéia até o próximo domingo.
Entre os que têm intenção de votar em Geraldo Alckmin, a taxa dos que dizem que seu voto ainda pode mudar passou de 22% na pesquisa concluída na última sexta-feira para 19% hoje. Desses, 9% afirmam que, em caso de mudança, Gilberto Kassab seria o candidato que teria mais chance de receber seu voto; 5% citam Marta Suplicy.
O percentual de eleitores que pretendem votar em Kassab e admitem que seu voto mudar passou de 18% para 14%, dos quais 9% afirmam que, caso mudem, provavelmente votarão em Alckmin; 4% optariam por Marta.
Entre os eleitores que têm intenção de votar em Marta, a taxa dos que afirmam que seu voto ainda pode mudar passou de 17% na pesquisa da semana passada para 12% hoje. Desses, 5% dizem que Kassab seria o candidato que teria mais chance de receber seu voto em caso de mudança; 4% citam Alckmin.
Taxa dos que defendem apoio de Serra a Alckmin cai de 63% em julho para 52% hoje
A maior parte dos eleitores paulistanos continua acreditando que o governador José Serra , do PSDB, deveria apoiar seu colega de partido, Geraldo Alckmin, na eleição para prefeito de São Paulo. No entanto, o percentual dos que pensam assim caiu de 63% no começo de julho para 52% hoje. Em contrapartida, a taxa dos que opinam que o governador tucano deveria apoiar Gilberto Kassab, do DEM, subiu de 24% para 36%. Kassab foi candidato a vice-prefeito em chapa encabeçada por Serra, e assumiu a prefeitura quando o tucano deixou o cargo para disputar o governo do Estado, em 2006.
Para 42%, Serra está de fato apoiando Geraldo Alckmin. Na opinião de 26%, o tucano está apoiando Gilberto Kassab. Um quarto (25%), no entanto, não sabe dizer quem o governador está apoiando.
Entre os que têm intenção de votar em Alckmin, 47% acham que Serra está apoiando seu colega de partido e 23% acreditam que ele torce pelo candidato democrata. Entre os eleitores de Kassab, os percentuais são parecidos: 44% acham que o governador tucano apóia Alckmin e 26% afirmam que o voto do governador vai para o atual prefeito. Nada muito diferente do que pensam os que pretendem votar em Marta: para 42% deles, o governador está apoiando Alckmin e na opinião de 26% ele apóia Kassab.
A nove dias do primeiro turno da eleição para prefeito de São Paulo, o atual ocupante do cargo, e candidato à reeleição, Gilberto Kassab, do DEM, chega a 24% das intenções de voto e abre uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Geraldo Alckmin, do PSDB, que tem 20% das preferências. Ocorre um empate, em razão da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Porém, como o empate se dá no limite da margem de erro, a probabilidade de Kassab estar à frente é maior. Marta Suplicy, do PT, continua liderando, com 37%.
Em comparação com o levantamento anterior, realizado há uma semana, nos dias 17 e 18, foram registradas oscilações dentro da margem de erro. A taxa de intenção de voto em Marta permaneceu idêntica, e Alckmin oscilou dois pontos para baixo (tinha 22%). Kassab oscilou dois pontos para cima (atingia 22%).
Gilberto Kassab é, entre os três primeiros colocados na disputa, o único candidato que ganhou pontos após o início do horário eleitoral. No final de julho, o democrata tinha 11%, e estava em terceiro lugar, 21 pontos atrás de Geraldo Alckmin, que tinha 32%, e dividia a liderança com Marta que, na ocasião, tinha 36%. A primeira pesquisa realizada após o início da transmissão do horário eleitoral, realizada nos dias 21 e 22 de agosto, mostrava Marta com 41%, Alckmin com 24% e Kassab com 14%. O prefeito oscilou positivamente a cada pesquisa: ele obteve 16% no final de agosto, foi a 18% no começo de setembro, a 21% em levantamento dos dias 11 e 12 desse mês, a 22% na semana seguinte e chega hoje a 24%. Ou seja, depois do horário eleitoral, a candidata do PT se manteve estável, o candidato tucano perdeu 12 pontos percentuais e Kassab ganhou 13 pontos.
O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) oscilou de 7% para 6% das preferências e Soninha (PPS) oscilou de 3% para 4%. Ivan Valente (PSOL) se mantém com 1% das intenções de voto. Anaí Caproni (PCO), Ciro (PTC), Levy Fidelix (PRTB) e Renato Reichmann (PMN), foram citados, mas não atingiram 1% das menções. O nome de Edmilson Costa (PCB) constava do cartão circular apresentado aos entrevistados, mas ele não foi citado.
Se a eleição fosse hoje, 4% votariam em branco ou anulariam o voto, e 3% não saberiam em quem votar.
Foram ouvidos 1658 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, nos dias 25 e 26 de setembro.
A taxa dos que dizem espontaneamente, antes da apresentação dos nomes dos candidatos, que vão votar em Marta Suplicy para prefeita, é hoje de 29%. Há uma semana, eram 28%. Gilberto Kassab atinge sua maior taxa de intenção de voto espontânea, 19% (eram 17% no levantamento anterior). Geraldo Alckmin é citado de maneira espontânea por 14%, mesmo percentual registrado na semana passada. Não sabem dizer, espontaneamente, em quem vão votar para prefeito em 5 de outubro, 25%, menor taxa registrada nessa série de pesquisas do Datafolha.
Em simulação de segundo turno contra Marta, Kassab tem 47%, e a petista, 46%
As três simulações de segundo turno feitas pelo Datafolha mostram empates, em razão da margem de erro, de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Pela primeira vez a simulação de um segundo turno entre Marta Suplicy e Gilberto Kassab mostra o democrata numericamente à frente da petista: se uma segunda votação fosse realizada hoje, 47% votariam em Kassab, e 46% dariam seu voto a Marta. Na pesquisa da semana passada era a ex-prefeita quem estava numericamente à frente (46% a 45%).
Se o segundo turno fosse entre Marta e Geraldo Alckmin, 48% votariam no tucano e 45% optariam pela candidata do PT. As quatro últimas pesquisas mostravam os dois rigorosamente empatados, com 47% das preferências, cada, nos três últimos levantamentos, e com 46%, cada, no final de agosto.
A simulação de um segundo turno entre Alckmin e Kassab, hipótese hoje pouco provável, mostra o peessedebista com 44% e o democrata com 42% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, o candidato tucano estava sete pontos à frente (47% a 40%).
Rejeição a Kassab oscila para baixo e empata com a de Alckmin; Marta é rejeitada por 35%
A rejeição a Gilberto Kassab, que tinha subido na última pesquisa, voltou a oscilar para baixo. O percentual dos que não votariam de jeito nenhum no democrata no primeiro turno da eleição para prefeito passou de 24% na semana passada para 21% hoje. Assim, o democrata volta a empatar com Geraldo Alckmin no ranking de rejeição; a taxa dos que descartam votar no tucano oscilou de 17% para 18%. Marta, por sua vez, atinge a maior taxa de rejeição nessa série de pesquisas: 35% afirmam que não votariam na ex-prefeita de forma alguma no primeiro turno da eleição. Na pesquisa da semana passada eram 34%.
Paulo Maluf continua sendo o candidato com maior taxa de rejeição: 58% dos eleitores paulistanos não votariam de jeito nenhum no ex-prefeito, taxa idêntica à registrada no levantamento anterior.
Vêm a seguir Soninha (17% de rejeição), Levy Fidelix (16%), Ciro (13%), Anaí Caproni, Ivan Valente (12% de rejeição, cada), Edmilson Costa (11%) e Renato Reichmann (10%).
Votariam em qualquer um dos candidatos 2%, mesmo percentual dos que não votariam em nenhum deles.
Marinho afirma que investigação começou quando ainda era ministro.
Foto Felipe Logli
O pleiteante ao Paço de São Bernardo Luiz Marinho afirmou que a operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (11), a qual prendeu 21 pessoas – entre elas três bernardenses (um vereador e dois candidatos ao Legislativo) suspeitos de fraudar benefícios do INSS- foi iniciada em 2007, quando o petista ainda comandava o Ministério da Previdência.
“Eu estava em uma caminhada no ano passado quando recebi um cartão de uma pessoa que eu não conheço me pedindo para investigar o escritório da Dra. Otília (Azevedo), pois apresentava irregularidades. Eu pedi para investigar e constatamos, realmente, os problemas”, explicou Marinho citando o nome de uma das possíveis envolvidas no caso, pois a ação ocorre em sigilo. “O passo seguinte foi passar o problema, como sempre fazemos, para a Polícia Federal”, emendou durante caminhada no bairro Baeta Neves.
Além da candidata a vereadora pelo PPS, o prefeiturável citou que um membro da base de sustentação do prefeito William Dib (PSB), na Câmara Municipal, também está envolvido. “O vereador preso, o Dr. Alberto Raposo (PSB), todo mundo sabe é uma liderança do prefeito e, aliás, eu tinha recebido várias denúncias dele”, afirmou o ex-ministro referindo-se ao correligionário socialista que é supervisor da Perícia Médica do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
Luiz Marinho fez questão de ressaltar que cabe agora ao Ministério dar continuidade as ações que ele, como ministro, iniciou. “É o caminho da limpeza que o presidente Lula conduz e eu, na época ministro, botei para quebrar”, destacou. “Aqui em São Bernardo está muito claro que tem problemas, de forma que eu espero que a Previdência reveja os benefícios para não prejudicar ninguém”, observou.
Questionado sobre as conseqüências eleitorais que o caso poderia ter, uma vez que os supostos envolvidos são filiados aos partidos que apóiam os dois principais concorrentes, o petista foi taxativo. “Temos que separar as coisas e ter muita cautela, até porque podem ser filiados mas isso não significa que os meus concorrentes estejam envolvidos”, ressaltou garantindo não vai utilizar o episódio na disputa eleitoral.
Polícia desarticula quadrilha acusada de fraudar INSS em São Bernardo
A Polícia Federal desencadeou nesta quinta-feira (11) a Operação Providência, com o objetivo de desmantelar um esquema de fraude em benefícios previdenciários, especialmente os de auxílio doença e de aposentadoria por invalidez, requeridos na Agência da Previdência Social em São Bernardo. De acordo com estimativa da PF, as quadrilhas, que atuavam desde 2003, tenham intermediado cerca de 3.500 benefícios previdenciários fraudulentos, gerando um prejuízo à Previdência Social de aproximadamente R$ 200 milhões.
As quadrilhas corrompiam médicos peritos e outros servidores da agência da Previdência Social de São Bernardo para que estes concedessem benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez para pessoas saudáveis e com plena capacidade laboral.
Participam da operação 204 Policiais Federais e 10 servidores do Previdência Social, para cumprir 21 mandados de prisão temporária e 38 mandados de busca e apreensão contra servidores públicos, médicos peritos da Previdência Social, advogados, agenciadores e beneficiários que buscavam os serviços dos grupos criminosos.
As ações são realizadas nos município de São Bernardo, São Paulo, Santo André, Diadema, Mogi das Cruzes, Guareí, Americana, Campos do Jordão, Guarujá, Bertioga, Santos, Itanhaém e Montes Claros, em Minas Gerais. Segundo a PF, as investigações constataram que diversas empresas, empresários e advogados domiciliados em São Bernardo estariam intermediando a concessão fraudulenta dos benefícios previdenciários.
A Força Tarefa Previdenciária analisou 349 benefícios previdenciários intermediados pela quadrilha, com indícios de fraudes, cujo prejuízo aos cofres da União estão estimados em R$ 8,720 milhões. Os titulares desses benefícios com indícios de fraudes deverão ser submetidos a novos exames periciais pela Previdência Social.
Também serão cumpridas ordens de bloqueio de contas bancárias, seqüestro de imóveis e veículos automotores utilizados pelos grupos criminosos, bem como a realização de perícias por junta médica da Previdência Social em segurados que participaram do esquema delituoso. (AE)
Eduardo Paes (PMDB) assume a liderança no Rio. Marcelo Crivella (PRB) em segundo
O Globo Online
RIO - Pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisas Sociais (IBPS), divulgada nesta sexta-feira, mostra uma mudança de cenário na disputa pela Prefeitura do Rio. Na oitava consulta de intenção de votos feita pelo instituto, Eduardo Paes (PMDB/PTB/PP/PSL) passou a frente de Marcelo Crivella (PRB/PR/PSDC/PRTB). Paes, que em agosto tinha 16% da intenção de votos, agora aparece com 25%. Já o senador, que antes tinha 20%, obteve 19% este mês.
Jandira Feghali (PCdoB/PTN/PHS/PSB) ocupa o terceiro lugar, com 12% da preferência do eleitorado, seguida por Fernando Gabeira (PV/PSDB/PPS), com 8%. Solange Amaral (DEM/PTC/PMN) tem 5% da intenção de voto, Chico Alencar (PSOL/PSTU) e Alessandro Molon (PT) têm 4%; e Paulo Ramos tem 1%. Votos brancos e nulos somam 9%. Os candidatos Filipe Pereira (PSC), Antônio Carlos (PCO), Eduardo Serra (PCB) e Vinicius Cordeiro (PTdoB) não atingiram 1%.
Marcelo Crivella é o candidato com maior índice de rejeição, com 32%, seguido por Solange, com 15%; Gabeira, com 11%; Jandira, com 8%; Molon, com 7%, Paes, com 6%; e Chico Alencar, Paulo Ramos e Felipe Pereira, com 4%.
Em um possível segundo turno entre Jandira e Crivella, a candidata venceria com 46%, contra 32%. Crivella venceria, com 39%, o candidato Fernando Gabeira 36%. Já Eduardo Paes venceria Crivella, com 53% contra 28%. Paes também derrotaria Jandira, com 47%, contra 34%.
A pesquisa, registrada na 228ª ZE, sob o número 025/2008, ouviu 1.100 entrevistados, por telefone, entre os dias 2 e 4 de setembro. A margem de erro é de 3%, para mais ou para menos.
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Como o programa de TV de Marta “é o mais bem avaliado”, a Folha pós como manchete que o programa de Maluf tem pior avaliação.
DEU NA FOLHA DE S.PAULO
Programa de TV de Maluf tem pior avaliação
Horário eleitoral de Marta é o mais bem avaliado; Alckmin e Kassab empatam
O programa do candidato à prefeitura Paulo Maluf (PP) teve a pior avaliação nos dez primeiros dias do horário eleitoral gratuito na TV e no rádio, segundo a última pesquisa do Datafolha. A performance do ex-prefeito de São Paulo foi considerada como a mais fraca por 22% dos eleitores ouvidos pelo instituto na última sexta-feira.
Já o de Marta Suplicy (PT) foi indicado como o programa com o melhor desempenho na propaganda política na mídia, de acordo com o Datafolha.
O instituto ouviu 1.082 eleitores no dia 29 de agosto. O ranking dos piores no horário gratuito, liderado por Maluf, com 22%, tem o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e Marta na segunda colocação, empatados com 9%.
Em seguida na lista estão Soninha (PPS), Levy Fidelix (PRTB) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%, 5% e 4%, respectivamente.
Marta foi indicada por 33% dos entrevistados como a concorrente mais bem-sucedida no horário eleitoral.
Kassab ocupa o segundo lugar no ranking dos melhores na propaganda, com 17%, seguido por Alckmin, com 16%. Como a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, existe empate técnico entre Kassab e Alckmin.
Marta abre 17 pontos de vantagem sobre Alckmin
Diferença de Alckmin para Kassab diminui de 21 para 10 pontos percentuais
A candidata do PT à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, atinge 41% das intenções de voto, e abre uma vantagem de 17 pontos percentuais sobre o segundo colocado, Geraldo Alckmin, do PSDB, que obtém 24% das preferências, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha nos dias 21 e 22 de agosto, a 44 dias do primeiro turno da eleição. No levantamento anterior, realizado nos dias 23 e 24 de julho, Marta e Alckmin empatavam, em razão da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais: a petista atingia 36% e o tucano obtinha 32% das intenções de voto. Em um mês, a ex-prefeita ganhou cinco pontos percentuais, enquanto o candidato do PSDB perdeu oito.
A pesquisa, a primeira após o início da exibição do horário gratuito dos candidatos a prefeito na TV, no dia 20, também mostra que Marta empata com Alckmin em simulação de segundo turno, além de crescimento na taxa de intenção de voto espontânea e ligeira variação na taxa de rejeição à petista.
O atual prefeito, Gilberto Kassab, oscilou três pontos para cima: o candidato à reeleição pelo DEM passou de 11% para 14% das preferências. Paulo Maluf oscilou de 8% para 9% das preferências. Assim, se mantém o empate entre os dois candidatos. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, Kassab pode ter entre 11% e 17% das intenções de voto. Maluf, por sua vez, pode ter entre 6% e 12% das preferências.
Soninha (PPS) se manteve com 2% das intenções de voto. Ciro (PTC) e Ivan Valente (PSOL), que na pesquisa anterior obtinham 1% das menções, cada, embora citados, não atingiram esse percentual no atual levantamento. Edmilson Costa (PCB) e Levy Fidelix (PRTB) foram citados, mas não atingem 1%, como ocorria na pesquisa de julho. Anaí Caproni (PCO) e Renato Reichmann (PMN), cujos nomes constavam do cartão circular apresentado aos entrevistados, não receberam nenhuma menção.
Se a eleição fosse hoje, 5% votariam em branco ou anulariam o voto. Não saberiam em quem votar 4%.
Foram ouvidos 1093 eleitores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade.
Outro dado da pesquisa demonstra a consolidação da liderança de Marta: a intenção de voto espontânea. O percentual dos que dizem, antes da apresentação dos cartões circulares com os nomes dos candidatos, que gostariam de votar na petista para prefeita, subiu oito pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, passando de 22% para 30%. Citam Geraldo Alckmin de maneira espontânea 14%; eram 13% na pesquisa anterior. A taxa de menções espontâneas a Gilberto Kassab oscilou de 7% para 10%. Paulo Maluf é citado espontaneamente como seu candidato a prefeito por 5%.
O percentual dos que não sabem dizer espontaneamente em quem gostaria de votar para prefeito caiu 11 pontos percentuais, de 43% para 32%. A taxa dos que afirmam de maneira espontânea que pretendem votar em branco ou anular oscilou de 7% para 5%.
Instituto ouviu 1093 pessoas entre os dias 21 e 22 de agosto.
Margem de erro é de três pontos percentuais.
Do G1, em São Paulo
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (23) mostra que a candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, subiu cinco pontos percentuais em relação à pesquisa de julho e tem 41% das intenções de voto. Ela abriu 17 pontos de vantagem sobre Geraldo Alckmin, do PSDB, que caiu oito pontos e registra 24%. Antes, a vantagem da petista era de quatro pontos.
O instituto ouviu 1093 pessoas entre os dias 21 e 22 de agosto. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, a pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais e foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo com o número 01900108-SPPE.
O candidato do DEM na disputa, Gilberto Kassab, oscilou três pontos para cima e tem agora 14%. Paulo Maluf, do PP, passou de 8% para 9%. Os dois seguem tecnicamente empatados.
Soninha Francine (PPS) manteve 2% das intenções de voto. Os candidatos Ciro Moura (PTC) e Ivan Valente (PSOL), que tinham 1% cada, não atingiram 1% neste levantamento. Edmilson Costa (PCB) e Levy Fidelix (PRTB) repetiram o desempenho da pesquisa anterior e não alcançaram 1%.
Anaí Caproni (PCO) e Renato Reichmann (PMN), que não atingiram 1% no levantamento anterior, não foram citados nesta pesquisa.
O percentual de eleitores que disseram que votarão branco ou nulo passou de 6% para 5%. Os que não souberam responder somam 4% contra 3% no último levantamento.
Segundo turno
Na simulação de segundo turno entre Marta e Alckmin, a petista aparece com 49% contra 44% do tucano.
Se a disputa fosse entre Marta e Kassab, ela teria 55% e ele, 35%. Na hipótese de disputa entre Alckmin e Kassab, o tucano teria 57% e o democrata, 28%.
Caso Marta fosse para o segundo turno com Maluf, ela venceria por 62% a 22%, informou o instituto. Se Maluf disputasse com Alckmin, o tucano teria 69% contra 18% do candidato do PP
Com a divulgação nesta edição de mais três pesquisas eleitorais, encerra-se o primeiro ciclo dos quadros sucessórios na região. Com os sete levantamentos realizados, três cidades podem considerar-se já com o nome do novo prefeito, ou melhor, com reeleições definidas.
Em São Caetano, o atual chefe do Palácio da Cerâmica e candidato à reeleição, José Auricchio Júnior (PTB) com 73% das intenções de voto; em Rio Grande da Serra, o postulante a reeleição Adler Kiko Teixeira (PSDB) com 64% e em Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (PV), também pleiteante a mais quatro anos de mandato com 51%, lideram com folga as disputas. Já Santo André, São Bernardo, Mauá e Diadema apresentam um quadro ainda indefinido sobre o novo administrador municipal.
Santo André
O candidato governista que disputa à sucessão municipal de Santo André, o deputado estadual Vanderlei Siraque (PT) lidera isolado com 31% das intenções de voto. A disputa, porém, está acirrada na busca pelo segundo lugar, pois três prefeituráveis aparecem tecnicamente empatados: Raimundo Salles (DEM) tem 11%, seguido por Newton Brandão (PSDB) 10% e Aidan Ravin (PTB) 9%. Já o candidato Ricardo Alvarez (PSol) registra 1%.
De acordo com a pesquisa, 25% do eleitorado afirmou que ainda não definiu o candidato e 14% não votará em nenhum dos postulantes ao Paço. Na pesquisa espontânea - onde o eleitor não recebe a lista com o nome dos candidatos - Vanderlei Siraque tem a preferência de 25% dos entrevistados, seguido por Raimundo Salles com 7% e, tecnicamente empatados, Newton Brandão e Aidan Ravin com 5%. Neste levantamento Ricardo Alvarez não atinge 1%.
Na avaliação quanto à rejeição de cada candidatura, Newton Brandão é o mais rejeitado com 43%. Na seqüência aparecem tecnicamente empatados: Vanderlei Siraque (28%), Ricardo Alvarez (25%), Raimundo Salles (23%) e Aidan Ravin (21%).
São Bernardo
O candidato governista à sucessão municipal de São Bernardo Orlando Morando (PSDB) lidera com 26% das intenções de voto, seguido por Luiz Marinho (PT) com 19%, Alex Manente (PPS) 13%; Aldo Santos (PSol) e Evandro de Lima (PTdoB) aparecem empatados com 1%. Se os números forem mantidos até o dia do pleito - 5 de outubro - a cidade terá 2º turno, fato que não ocorre desde 1996.
De acordo com a pesquisa, 28% do eleitorado afirmou que ainda não definiu o candidato e 12% não votará em nenhum dos postulantes ao Paço.
Na pesquisa espontânea, Orlando Morando é citado por 17% dos entrevistados, seguido por Luiz Marinho 13%, Alex Manente 8% e, assim como na estimulada, aparecem Aldo Santos e Evandro de Lima com 1%.
Na avaliação quanto à rejeição de cada candidatura, os pleiteantes aparecem tecnicamente empatados de acordo com a margem de erro: 25% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum em Luiz Marinho; 23% descartam Orlando Morando e Evandro de Lima, 21% não escolheriam Aldo Santos e 20% não votariam em Alex Manente.
São Caetano
O atual prefeito e candidato à reeleição em São Caetano José Auricchio Júnior (PTB) deve manter o posto de chefe do Palácio da Cerâmica. Com 73% das intenções de voto dos eleitores o governista abriu 66 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o petista Jayme Tortorello, que aparece na preferência de 7% do eleitorado. O prefeiturável Horácio Neto (Psol) tem 4%. Ainda de acordo com o levantamento, apenas 12% dos eleitores estão indecisos e 4% afirmaram que não votarão em nenhum dos postulantes.
Na pesquisa espontânea as posições são não se alteram em relação ao levantamento estimulado. José Auricchio Júnior é lembrado por 64% dos entrevistados, seguido à distancia por Jayme Tortorello com 6% e Horácio Neto com 2%.
Na avaliação quanto à rejeição de cada candidatura, mesmo sendo o atual prefeito, José Auricchio Júnior é o candidato que registra menor índice: 8%. Já os dois postulantes oposicionistas aparecem tecnicamente empatados, isto é, estão com a mesma porcentagem se levada em consideração a margem de erro. Jayme Tortorello é rejeitado por 40% dos eleitores contra 38% de rejeição do prefeiturável Horácio Neto.
Diadema
O petista Mário Reali aparece na primeira colocação na pesquisa litoral estimulada. O candidato da situação registra 38% da preferência dos eleitores, seguido por José Augusto (PSDB), com 28%. Ricardo Yoshio (PMN) conta com 4% dos votos e Vladão (PCB) não registrou menos que 1%. Entre os entrevistados, 10% afirmaram que não votarão em nenhum dos pleiteantes à vaga do Executivo e 21% ainda estão indecisos.
Na pesquisa espontânea, Mário Reali também aparece na frente, com 31% dos votos contra 22 de José Augusto. Ricardo Yoshio registra 2 pontos percentuais e Vladão não foi citado pelos entrevistados. O número de indecisos salta para 37%, enquanto 8% afirmam que irão anular o voto.
A disputa entre os candidatos com o maior índice de rejeição está entre José Augusto e Vladão. Enquanto o tucano aparece com 24% na pesquisa, o comunista vem logo em seguida com 21%. Mário Reali aparece na terceira colocação, com 18 pontos percentuais e Yoshio registra 17%. 47% dos entrevistados não rejeitam ou não sabem se rejeitam os candidatos que estão disputando as eleições municipais.
Mauá
O petista Oswaldo Dias, um dos candidatos à prefeitura de Mauá, aparece em primeiro lugar na pesquisa eleitoral estimulada, com 36% de intenção de votos. Atrás dele está Chiquinho do Zaíra (PSB), com 22%. Diniz Lopes (PSDB) e Mateus Prado (PSol) aparecem com 12% e 1%, respectivamente. Entre os eleitores, 23% ainda não decidiram em quem irão votar em outubro. 7% do total afirmou que não votarão em nenhum dos candidatos que estão disputando a vaga do Executivo.
Na pesquisa espontânea, Oswaldo Dias também aparece na frente, com 31% da intenção de votos. Assim como na estimulada, Chiquinho do Zaíra está em segundo lugar, com 19%, seguido por Diniz Lopes, com 10%, e Mateus Prado, com 1%. Sete por cento disseram de irão anular o voto e 33% ainda estão indecisos.
Ribeirão Pires
O atual prefeito e candidato à reeleição Clóvis Volpi (PV) lidera a disputa em Ribeirão Pires com 51% das intenções de voto, seguido à distância pelo ex-prefeito Valdírio Prisco (PSDB) com 15% e Mário Nunes (PT) com 6%. De acordo com o levantamento, os indecisos somam 17% e 11% dos eleitores afirmaram que não votarão em nenhum dos postulantes.
Na pesquisa espontânea, Clóvis Volpi (PV) é citado por 35% dos entrevistados, seguido por Valdírio Prisco (PSDB) com 7% e Mário Nunes (PT) com 4%.
Rio Grande da Serra
O cenário político de Rio Grande da Serra é um dos mais definidos da região. Com 64% da intenção dos votos na pesquisa estimulada, Adler Kiko Teixeira (PSDB) está disparado na primeira colocação. Em segundo e terceiro lugares estão Carlos Augusto César, o Cafu (PT), com 8%, e Nilson Gonçalves, com 1%. Os que não souberam responder em quem irão votar somam 20% e os que afirmaram que não votarão em nenhum dos candidatos registra 7%.
A vantagem de Kiko na pesquisa espontânea também grande em relação ao segundo colocado. Ele aparece com 57% da intenção dos votos, enquanto Cafu registra 6% e Nilson Gonçalves 1%. O índice de indecisos é de 29% e os que não vão votar em nenhum dos candidatos atinge 7%.
Reunido com os ministros, nesta segunda (18), Lula decidiu incluir Natal, Recife e Vitória em seu roteiro de campanha no primeiro turno.
No caso de Vitória (ES), a presença de Lula parece desnecessária. Ali, o candidato do PT, João Coser, vai à sinuca eleitoral como dono da mesa.
A bola 13, de Coser, faz e acontece. Candidato à reeleição, o prefeito petista desponta em pesquisa do Ibope com confortáveis 60% das intenções de voto.
Na segunda colocação –longe, muito longe do líder—vem Luciano Rezende (PPS), com 12%. Segundo o Ibope, 17% dos eleitores da capital capixaba declaram-se indecisos.
Outros 8% afirmam que votarão em branco ou anularão o voto. Ainda que todos os indecisos e os desalentados aderissem a Luciano Rezende, o candidato iria a 37%.
Muitos longe ainda dos 60% do líder. Ou seja: Lula vai a Vitória a passeio.
A carta do Ministério da Saúde indica que em 2008 os repasses para criar novas unidades das Farmácias Populares foram para 38 prefeitura, já para manutenção das Farmácias existente foram bem mais. Por exemplo este blog está em condições de afirmar que a prefeitura de São Paulo, a maior e mais importante prefeitura demo-tucana, não solicitou nenhum aporte novo para construir mais farmácias, mas recebeu sim o dinheiro federal para manutenção das 16 farmácias populares existentes no município. LF
Forum dos leitores- O Estado de São Paulo
FARMÁCIA POPULAR
O Ministério da Saúde esclarece que a reportagem Prefeitos aliados têm mais verbas do Farmácia Popular no ano eleitoral (18/8, A4) contém dados equivocados, que distorcem a realidade e levam a uma interpretação que não condiz com a verdade, pondo em xeque a idoneidade de um dos principais programas da pasta. O Farmácia Popular do Brasil atende 2 milhões de pessoas por mês com a oferta de 107 itens de medicamentos a baixo custo. Ao contrário do que sustenta a reportagem, neste ano foram 33, e não 351, os municípios habilitados a receber recursos federais para instalar unidades do Programa Farmácia Popular. Os números verdadeiros mostram que os critérios adotados pelo Ministério são estritamente técnicos, desprovidos de favorecimento político-partidário: das 33 prefeituras que receberam verbas para instalação do Farmácia Popular neste ano, sete são do PSDB, cinco do DEM, três do PPS, três do PTB, três do PP, duas do PMDB, duas do PSB, duas do PT, duas do PDT, duas do PL, uma do PMN e uma do PSC. O Ministério reitera que todos os municípios com mais de 70 mil habitantes estão aptos a receber o Farmácia Popular. Para aderir ao programa basta que a prefeitura preencha e encaminhe ao Ministério da Saúde proposta de adesão e termo de compromisso, ambos com formulários disponíveis na internet.
Priscila Lambert jorge.vasconcelos@saude.gov.br
assessora de imprensa do Ministério da Saúde
Brasília
N. da R. - Em 2008, o Ministério da Saúde liberou R$ 26 milhões para a implementação e manutenção do Programa Farmácia Popular em 351 cidades. Em 73% dos casos, as cidades pertencem à base aliada.
Na pesquisa anterior, Marta tinha 34% das intenções de voto. Alckmin caiu de 31% para 26%
Da Redação - O Estado de São Paulo
SÃO PAULO - Com 41 % das intenções de voto, a candidata Marta Suplicy (PT) disparou na corrida pela Prefeitura de São Paulo, segundo pesquisa encomendada pelo O Estado de S.Paulo e pela TV Globo, divulgada nesta sexta-feira, 15. A candidata do PT havia registrado 34% na última pesquisa. Já o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) caiu de 31% para 26%. Com uma margem de erro de três pontos porcentuais, Marta abriu uma vantagem de 15 pontos. Na pesquisa anterior, os candidatos estavam tecnicamente empatados na pesquisa induzida - 34% de Marta contra 31% de Alckmin.
Os números divulgados hoje mostram ainda que o atual prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM) perdeu dois pontos nas intenções de voto - caiu de 10% para 8%. Já o candidato do PP, Paulo Maluf, e a candidata do PPS, Soninha, ficaram no mesmo patamar - em 9% e 2%, respectivamente. Do total de entrevistados, 7% dizem que votarão nulo, 4% ainda não sabem em quem vão votar e 1% não respondeu.A pesquisa mostra ainda que nas projeções de segundo turno para as eleições à Prefeitura de São Paulo, Marta venceria o pleito. Na disputa com Kassab, a petista aparece com 55% contra 30%. Num enfrentamento com Alckmin, o resultado é mais apertado, mas a petista venceria o pleito com 47% das intenções contra 42% do tucano. Num hipotético segundo turno entre Alckmin e Kassab, o tucano venceria com 57% contra 20%RejeiçãoNa pesquisa, o índice mais alto de rejeição é do candidato Maluf: 50% declararam que não votariam nele “de jeito nenhum”. Em segundo lugar nessa categoria aparecem empatados a petista Marta Suplicy com restrição de 27% do eleitorado da Capital e o prefeito Kassab também com 27%. O candidato do PSDB é o que aparece com o mais baixo índice de rejeição entre os candidatos competitivos: 11% disseram que não votariam nele.
A pesquisa Ibope, contratada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo foi a campo entre os dias 12 e 14 de agosto e entrevistou 805 eleitores da Capital. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos porcentuais. A pesquisa está registrada na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, sob número 01700108.
Gilberto Kassab (DEM) oscilou negativamente de 10% para 8%.
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.
G1 - Portal da Globo - 15/08/08 - 19h11 - Atualizado em 15/08/08 - 19h15
Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (15) mostra que a candidata Marta Suplicy (PT) subiu sete pontos percentuais em relação à pesquisa anterior e soma 41% das intenções de voto na disputa pela Prefeitura de São Paulo.
Geraldo Alckmin (PSDB) caiu cinco pontos percentuais, passando de 31% para 26%.
Paulo Maluf (PP) permanece com o mesmo percentual do levantamento anterior (9%).
Já o atual prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), oscilou negativamente de 10% para 8%.
O Ibope ouviu 805 eleitores na cidade de São Paulo entre estas terça (12) e quinta (14). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa contratada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo” está registrada na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo sob o número 01700108-SPPE.
Demais candidatos
Entre os demais candidatos, a vereadora Soninha (PPS) permanece com 2% das intenções de voto, enquanto Ivan Valente (PSOL) tem 1%. Anaí Caproni (PCO), Ciro Moura (PTC), Edmilson Costa (PCB), Levy Fidelix (PRTB) não atingiram 1% das intenções de voto.
O nome do candidato Renato Reichmann (PMN) constava no disco apresentado aos entrevistados, mas ele não foi citado por nenhum deles. Brancos ou nulos somaram 7%, enquanto 5% não sabem em quem votar ou não responderam.
Pesquisa Espontânea
Na pesquisa espontânea, na qual não são apresentados ao entrevistado os nomes dos candidatos, Marta Suplicy (PT) aparece com 29% das intenções de voto, contra 14% de Geraldo Alckmin (PSDB), 6% de Gilberto Kassab (DEM) e 5% de Paulo Maluf (PP). Soninha (PPS) apareceu com 1%. Os brancos ou nulos somaram 11%, enquanto 33% não responderam.
Segundo turno
O Ibope simulou três cenários diferentes para o segundo turno. Entre Marta e Kassab, a petista teria 55% e o democrata, 30%. Os brancos ou nulos somariam 12%, enquanto 2% não sabem. Já 1% não respondeu.
Entre Marta e Alckmin, o Ibope aponta empate técnico. A candidata do PT somaria 47%, contra 42% do candidato do PSDB. Os brancos ou nulos somariam 8%, enquanto 2% não sabem. Já 1% não respondeu.
Entre Alckmin e Kassab, o tucano teria 57%, contra 20% do candidato do DEM. Os brancos ou nulos somariam 18%, enquanto 4% não sabem. Já 1% não respondeu.
Luis Favre or Luiz Favre is the nom-de-guerre of Felipe Belisario Wermus (born 1949 Buenos Aires, Argentina). He was, as a young man, an Argentine union militant and member of Politica Obrera. Later he moved to France and became a leading member of the Internationalist Communist Organisation (OCI), a Trotskyist party in France, working especially in its international department. He moved to live in Brazil and is now a member of the PT.He is known to a broader public as the second husband of Marta Suplicy, ex-mayor of São Paulo and now a PT minister. Leia mais em Wikipedia.org http://en.wikipedia.org/wiki/Luis_Favre