06/11/2009 - 10:51h CEOs e diretores de bancos disputam lugares para ouvir Lula em seminário organizado pelos jornais “Financial Times” e Valor Econômico, em Londres

Lula 'vende' Brasil aos investidores e à Rainha

Lula foi recebido pela rainha Elizabeth II em um encontro privado na Banqueting House. Depois, foi homenageado com prêmio da Chatham House, instituição privada que trata de assuntos internacionais e tem vínculos com a monarquia inglesa. A distinção é concedida às personalidades que mais contribuem para melhorar as relações internacionais

Investidores e governo mostram entusiasmo com a economia

de Londres – VALOR

A alta superior a 130% da bolsa paulista em dólares neste ano e a agressiva entrada de dólares que mantêm o real sobrevalorizado em pelo menos 50% são os sinais mais evidentes do clima de entusiasmo com o Brasil que tomou conta dos investidores. Em seminário organizado em Londres pelos jornais “Financial Times” e Valor Econômico, ontem, CEOs e diretores de bancos, fundos de investimentos e grandes companhias disputaram um convite para ouvir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ministros da Fazenda e Casa Civil, Guido Mantega e Dilma Rousseff, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e um grupo de presidentes de grandes bancos e companhias estatais e privadas.

O tema era investimentos no Brasil. Os chairmans da British Gas, sir Robert Wilson, da GDF Suez Group, Gérard Mestrallet, e do Banco Santander, Emilio Botín, deram o tom ao falar dos investimentos que pretendem continuar a fazer no Brasil nos próximos anos e de sua satisfação pelos resultados colhidos até aqui. Além de apontar as perspectivas favoráveis de crescimento para os próximos anos, Wilson e Mestrallet ressaltaram que o Brasil é um lugar confiável para o investimento de longo prazo, com respeito aos contratos.

Na mesma onda seguiram os presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, que ressaltaram a importância, para o sistema financeiro, da inclusão de milhões de brasileiros que passaram a ter renda suficiente para manter algum tipo de relacionamento bancário. Henrique Meirelles destacou a solidez do sistema bancário brasileiro, cujas regras prudenciais mais conservadoras evitaram que a crise se abatesse de modo mais violento sobre o país, enquanto Lula e Mantega defenderam a importância dos bancos públicos para o enfrentamento da crise.

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, colocou em cifras o que representa esse entusiasmo: R$ 550 bilhões em investimentos nos próximos quatro anos só no pipeline do banco. Do clima de “estamos todos felizes no mesmo barco” não destoou nem mesmo o presidente da Vale, Roger Agnelli, que passou os últimos meses sob fogo cerrado do Palácio do Planalto, que lhe cobrava uma participação mais ativa nos investimentos no país, especialmente no setor siderúrgico, até como contrapartida ao que a empresa lucra sem devolver nada aos Estados de onde tira o minério, que é isento de impostos.

O discurso estava afinado no mote “o futuro é aqui e agora”, em referência ao “Brasil, país do futuro”, um futuro que nunca chegava e frustrou várias gerações. Botín disse que o Brasil se tornou o país do presente.

As estatísticas sobre o país, de bancos e organismos internacionais, que sempre castigaram a imagem do Brasil e lhe faziam perder credibilidade, agora são mais fortes que qualquer discurso. O ministro da Fazenda exibiu os números que muitos investidores anotavam: o crescimento do PIB no terceiro trimestre deverá superar 8% em termos anualizados e o país poderá gerar mais de 1 milhão de empregos formais neste ano. Apesar da crise, o crédito avança a um ritmo de 20% a 25% em 12 meses. Para 2010, Mantega previu uma expansão do PIB de 5%, mesma aposta do presidente Lula. Dilma, por sua vez, destacou o volume de investimentos ligados ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O presidente Lula aproveitou a participação no seminário para se encontrar, na quarta-feira, com o primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown. Ontem, ele foi recebido pela rainha Elizabeth II em um encontro privado na Banqueting House. Depois, foi homenageado com prêmio da Chatham House, instituição privada que trata de assuntos internacionais e tem vínculos com a monarquia inglesa. A distinção é concedida às personalidades que mais contribuem para melhorar as relações internacionais.

Lula foi escolhido para receber o prêmio por seus esforços na mediação de crises regionais e pela iniciativa de liderar a missão da ONU de estabilização do Haiti. Também foram levadas em conta as ações para incluir Cuba no Grupo do Rio e a criação da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

04/11/2009 - 12:27h Lula recebe prêmio em Londres por papel na América Latina


Presidente é homenageado por entidade britânica por ser o “motor-chave da estabilidade e da integração” na região

Lula participará, também na Inglaterra, de abertura de seminário que vai destacar como o Brasil tem superado a crise econômica mundial

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CLÓVIS ROSSI ENVIADO ESPECIAL A LONDRES – FOLHA SP

Sete meses após ter sido batizado como “o cara” pelo presidente Barack Obama, Luiz Inácio Lula da Silva regressa a Londres para receber um prêmio que é, de certa forma, um carimbo oficial para a brincadeira do colega americano.
Lula ganhou o prêmio de 2009 da Chatham House, que vem a ser a sede do respeitado Royal Institute for International Affairs. Motivo, segundo a nota oficial da Chatham House: Lula “é um motor-chave da estabilidade e da integração na América Latina”.
Numa enquete em seu site, a Chatham House perguntou aos internautas se achavam que o Brasil seria uma superpotência no futuro. Disseram que “sim” 56%; responderam que “não” 28% e 16% que não sabiam.
O país presidido por Lula também merece mimos. O jornal britânico “Financial Times” e seu congênere brasileiro “Valor Econômico” promovem, amanhã, o seminário “Investing in Brazil”, a ser aberto pelo presidente brasileiro.
É curioso que tanto o prêmio como o seminário destacam no atual governo características que pertencem muito mais ao universo do conservadorismo/liberalismo do que à esquerda, na qual Lula se situava.
Para a Chatham House, com o presidente Lula, o Brasil “tornou-se crescentemente integrado à economia mundial e trabalhou para construir consensos em foros econômicos e comerciais multilaterais”.
Já o seminário destaca o fato de que o Brasil está lentamente superando a recessão mundial, “graças em parte a um sistema financeiro estável, a mercados liberalizados, a políticas fiscal e monetária aperfeiçoadas que controlam a inflação”, além de recursos naturais e um “mix” exportador diversificado.
Tudo isso, mais a previsão de que o país cresça acima da média mundial, torna-o “uma região promissora para investimentos”. Essa mensagem será repetida por Lula e pela comitiva que o acompanha: os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Dilma Rousseff (Casa Civil), os presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, do BNDES, Luciano Coutinho, do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e do Banco Santander, Emilio Botín.
Além de empresários como Roger Agnelli, da Vale.

24/10/2009 - 17:50h Prêmio Esso de jornalismo 2009

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Foto de Marcelo Carnaval. O Presidente Lula na imagem intitulada “Crise, que Crise”, publicada no jornal O Globo.


As comissões de seleção do Prêmio Esso de Jornalismo 2009, após sucessivas reuniões realizadas nos dias 19, 20, 21 e 22 de outubro, no Rio, concluíram as tarefas de indicação dos trabalhos que concorrerão à premiação em 11 categorias. Os vencedores deste ano serão conhecidos no dia 8 de dezembro, durante cerimônia de premiação a ser realizada no Hotel Copacabana Palace, no Rio. Ao todo, 25 jornalistas, alguns dos quais integrantes de equipes dos maiores jornais brasileiros, examinaram durante cerca de 30 dias um total de 1.091 reportagens, fotografias e criações gráficas, para concluir pela indicação de 35 trabalhos finalistas. A foto vencedora do Prêmio Esso de Fotografia 2009 será escolhida via Internet por uma Comissão Especial de 50 jurados que votarão em um dos cinco trabalhos selecionados e adiante indicados. Os finalistas são: Moacyr Lopes Junior, com a foto “A Dor da Perda”, publicada no jornal Folha de São Paulo. Arnaldo Carvalho, com a foto “Fome”, do conjunto “Exilados na Fome” publicado no Jornal do Commercio (Recife). Marcelo Carnaval, com a foto “Crise, que Crise”, publicada no jornal O Globo. Daniel Mobilia, com a foto “Fala que eu não te escuto”, publicada no jornal Diario de São Paulo e Daniel Marenco, com o conjunto de fotos “No Corredor do Inferno”, publicado no jornal Zero Hora.

Fonte Images&Visions

09/07/2009 - 10:54h Serra recebe prêmio pelo trabalho na Saúde

Homenagem foi feita pela Organização Mundial da Família em solenidade em Genebra

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Jamil Chade – O Estado SP

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), alertou ontem que o orçamento para a saúde no Brasil “não é suficiente” e que os próximos anos serão marcados por aperto fiscal diante da crise. Em uma sala da ONU em Genebra, Serra recebeu um prêmio de uma entidade internacional e fez um discurso em tom de campanha, enumerando os avanços que conseguiu como ministro da Saúde (1998 a 2002) e apontando como suas políticas de acesso os medicamentos genéricos, que hoje são “exemplos para o mundo”.

O prêmio foi dado pela Organização Mundial da Família, uma entidade internacional presidida por uma brasileira que resolveu homenagear o governador por sua gestão à frente da pasta da Saúde e suas políticas em relação à mortalidade materna e infantil. Serra, porém, deixou claro que o orçamento para a saúde no Brasil terá de aumentar. “A saúde precisa de recursos adicionais”, disse. Ele acredita que o setor conta com “o mínimo para continuar subsistindo”. “Teremos de ver isso no futuro”, afirmou.

Serra é hoje o favorito na disputa pela Presidência da República em 2010, segundo pesquisas de intenção de voto. O governador, entretanto, se recusa a falar de candidatura.

O governador disse acreditar que os próximos anos serão de queda na receita do Estado e aumento de despesas diante da recessão mundial. “Mas pelo menos a saúde está protegida de cortes que viriam num momento de crise”, disse.

A mensagem de Serra foi que os atuais recursos apenas estão sendo mantidos graças às suas políticas. “O financiamento foi central na nossa gestão”, disse, lembrando que os gastos com saúde eram um “verdadeiro colchão amortecedor das crises fiscais”. “Por isso, nos dedicamos à aprovação, difícil, mas bem-sucedida, de emenda constitucional que garantiu uma vinculação de recursos à Saúde.”

Ele criticou o fato de que, até hoje, não se aprovou a lei complementar que teria como função corrigir e monitorar os orçamentos para saúde em municípios e Estados.

Sem mencionar as eleições de 2010, Serra insistiu que o prêmio recebido é uma prova de que suas políticas tiveram um impacto internacional. “Com esse reconhecimento, você passa a ter consciência não apenas que fez uma política que deu certo, que é durável em seus efeitos, mas também uma política que teve uma influência internacional”, disse, lembrando que contrariou até o Banco Mundial para implementar sua estratégia no combate à Aids.

O ponto central foi o acesso aos medicamentos, avanços na saúde familiar e autorização para compra de genéricos. “Foi uma mudança no mercado mundial de medicamentos a partir do nosso trabalho no Brasil.”

Sobre o atual governo, Serra admite que nem todas as políticas de saúde caminharam na mesma direção. Mas foi diplomático. “Não quero criticar. Represento de certa maneira o Brasil aqui”, disse.

Serra foi escolhido entre mais de 200 pessoas. A Organização Mundial da Família também premiou a ex-primeira dama do Reino Unido, Cherie Blair, e a princesa do Kuwait, Sheikha Fariha Al-Sabah. Nenhuma das duas esteve ontem no evento. Serra estará hoje em Paris.

Atenção candidato repete manipulação já usada na campanha à prefeitura em 2004

A ONU não tem nada a ver com a premiação. No blog de Nassif aparece está referência sobre a ONG que decidiu premiar Serra:

A Presidente da WFO é brasileira (Dr. Deisi Noeli Weber Kusztra). O escritório da presidência fica em Curitiba.

Em 2004 montagem no programa eleitoral tucano mostrava imagens da ONU junto com um prêmio recebido pelo Serra, a voz em off proclamava: “eleito o melhor Ministro da Saúde do mundo”, evidentemente a ONU não têm feito nunca essa escolha e o prêmio não correspondia com o anuncio.

Itamar Franco já alertou contra a apropriação indevida do programa dos genéricos. O Programa Saúde da Família foi criado por Davi Capistrano e implementado na prefeitura de Santos.

O dinheiro para saúde aumentou durante o governo Lula e os tucanos derrubaram a CPMF, vinculada precisamente a saúde. Serra pode mostrar que de verdade defende o aumento nos gastos com saúde, começando pelo percentual gasto no Estado que ele comanda, não precisa aguardar o governo federal. Nada como dar o exemplo, não é?

Em 2002 a demissão dos agentes de combate a dengue alertaram para o descaso do ministro Serra sobre o assunto. O esquema de emendas, ambulâncias e desvio de dinheiro do Ministério remonta à época em que os tucanos comandavam a pasta.

Serra quebrou a patente de um remédio contra AIDS é merece reconhecimento por isto. LF

08/07/2009 - 23:48h Discurso de Lula recebendo o Prêmio da Unesco

08/07/2009 - 15:59h Prêmio de Lula orgulha o país, mas imprensa esconde

Ricardo Kotscho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu ontem à noite, em Paris, o prêmio Félix Houphouët-Boigny concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura).

Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula “por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos”.

Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, Yasser Arafat, ex-presidente da Autoridade Nacional Palestina, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.

Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.

Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.

Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, “o senhor assume novas responsabilidades na história”.

Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. Dos três grandes jornais nacionais, apenas O Globo destacou a entrega do prêmio no alto da capa.

Para o Estadão, mais importante do que o prêmio recebido por Lula foi a manifestão de dois ativistas do Greenpeace que exibiram faixas conclamando Lula a salvar a Amazônia e o clima. “Ambientalistas protestam durante premiação de Lula”, foi o título da página A7 do Estadão.

O protesto do Greenpeace foi também o tema das únicas fotografias publicadas pela Folha e pelo Estadão. No final do texto, o Estadão registrou que Lula pediu desculpas aos jovens ativistas, retirados com truculência pela segurança, e “reverteu o constragimento a seu favor, sendo ovacionado pelo público que lotava o auditório”.

“O alerta destes jovens vale para todos nós, porque a Amaz}ônia tem que ser realmente preservada”, afirmou Lula em seu discurso, ao longo do qual foi aplaudido três vezes quando pediu o fim do embargo a Cuba e a criação do Estado palestino, e condenou o golpe em Honduras.

“Sinto-me honrado de partilhar desta distinção. Recebo esse prêmio em nome das conquistas recentes do povo brasileiro”, afirmou Lula para os convidados das Nações Unidas.

A honraria inédita concedida a um presidente brasileiro, motivo de orgulho para o país, também não mereceu constar da escalada de manchetes do Jornal Nacional. A notícia da entrega do prêmio no principal telejornal noturno saiu ensanduichada entre declarações de Lula sobre a crise no Senado e o protesto do Greenpeace.

É verdade que ontem foi o dia do grande show promovido nos funerais de Michael Jackson, mas também ganhou destaque na escalada e no noticiário a comemoração pelos quinze anos do Plano Real (tema tratado neste Balaio na semana passada) promovida no plenário do Senado, em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aproveitou para atacar Lula.

Diante da manifesta má-vontade demonstrada pela imprensa neste episódio da cobertura da entrega do Prêmio da Unesco, dá para entender porque o governo Lula procura formas alternativas para se comunicar com a população fora da grande mídia.

Muitas vezes, quando trabalhava no governo, e mesmo depois que saí, discordei dele nas críticas que fazia à atuação da imprensa, a ponto de dizer recentemente que não lia mais jornais porque lhe davam azia.

Exageros à parte, mesmo que esta atitude beligerante lhe cause mais prejuízos do que dividendos, na minha modesta opinião, o fato é que Lula não deixa de ter razão quando se queixa de uma tendência da nossa mídia de inverter a máxima de Rubens Ricupero, aquele que deu uma banana para os escrúpulos.

“O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga”, parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.

Valeu, Lula. Parabéns!

30/10/2008 - 17:04h BsAsPhoto

A expo BsAsPhoto reunindo 70 galerias de América latina abriu suas portas no Palais de Glace, em Buenos Aires.

Uma foto de Nico Hardy, Transporte público 28, não foi incluída porque a galeria que representa este fotografo a considerou muito forte. Pessoalmente não penso que ela possa chocar ninguém.

Transporte público 28

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Já a foto Crista, de Res e Constanza Piaggio, que foi finalista do prêmio Petrobrás é bem mais forte e sujeita a controvérsia, particularmente com setores da igreja, mas ela foi autorizada e figura em bom espaço dentro da mostra.

Crista
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10/06/2008 - 22:58h ‘A arte é uma inutilidade indispensável”

“Missão: como construir catedrais”, obra de Cildo Meireles
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Ganhador do Prêmio Velázquez, o brasileiro Cildo Meireles disse que a crise econômica logo vai atingir o mercado artístico

EFE – O Estado de São Paulo

A arte é sempre “uma espécie de inutilidade indispensável”, decorrente daqueles que estão próximos da loucura e que têm força e coragem para transformar seu entorno, afirmou o artista brasileiro Cildo Meireles que, em Madri, receberia ontem à noite o Prêmio Velázquez de artes plásticas.

Em entrevista coletiva, Meireles disse receber com “imensa honra” o prêmio que, também importante, se abre agora para outros países, em que não se fala espanhol.

Artista multidisciplinar, ele é considerado referência na arte conceitual e postula um compromisso político ao criticar a natureza européia da arte moderna ocidental, buscando dar-lhe uma nova identidade.

Meireles, que usa fotografia, instalação e pintura em seus trabalhos, admitiu que, embora considerado um artista conceitual, sua singularidade é sempre fronteiriça com o compromisso político, do qual não se pode fugir.

“Não se pode mais fazer planos. O maior deles é seguir vivo e trabalhando. É importante saber que não importa o que se está fazendo, pois, de alguma forma, já se está entrando na História”, declarou.

Seu parecer sobre a relação entre a crise econômica mundial e a arte é que, “se não se nota, logo acontecerá”. “A crise nos envolve, mas é secundária: há coisas mais importantes, como a própria sobrevivência do planeta.”

Sobre o Brasil, Meireles comentou que educação, saúde e salários são prioritários antes da arte que, em seu país, responde à máxima “Cada um por si e Deus contra todos”.

“A arte é a arma para combater o poder?”, perguntaram. “Não, isso é para trabalhos como o filme Encouraçado Potemkin. A forma de se opor ao poder seria algo muito mínimo, mas permanente. Não se pode ter a ilusão de uma revolução por meio da arte”, respondeu.

O prêmio, que pela última vez estará dotado em 90.450 (a partir do próximo ano, passará a 125 mil), inclui ainda a organização de uma exposição no museu Reina Sofía, que Meireles já negocia com seu diretor.

Ainda que não tenha um compromisso firmado com a instituição espanhola, como a mostra a ser exibida, a partir de outubro, na Tate Modern de Londres, Cildo Meireles espera que a exposição no Reina Sofía ocorra o mais cedo possível. Sobre o compromisso com a Tate, ele disse, como já ironizou um amigo, que “será uma a menos, não uma a mais”.

Sobre sua tentativa, há anos, de ser escritor, Meireles se desculpou por seu “deslize”. “Uma das razões que me levou às artes plásticas é poder me expressar por outro meio que não o da palavra”, afirmou. “As palavras são implacáveis.”

09/06/2008 - 20:48h Prêmio ao arte brasileiro

Cildo Meireles, artista conceptual y autodefinido como comprometido políticamente, recibirá el Premio Velázquez de Artes Plásticas 2008

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El artista conceptual brasileño Cildo Meireles, que recibirá el Premio Velázquez de las Artes Plásticas 2008 Foto: EFE

MADRID, (EFE).- El Rey de España Juan Carlos I entregará hoy al artista brasileño Cildo Meireles (Río de Janeiro, 1948) el Premio Velázquez de Artes Plásticas 2008, concedido por un trabajo que critica la esencia europea propia del arte moderno occidental para reelaborarlo y darle una nueva identidad.

El arte es siempre “una especie de inutilidad indispensable” que mana de quienes están cerca de la locura y tienen la fuerza y el coraje de transformar el entorno, afirmó hoy en rueda de prensa el brasileño.

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La ceremonia de entrega del galardón, que pretende convertirse en el Cervantes de las artes plásticas, se celebrará en el Museo del Prado, en Madrid, estará presidida por los Reyes Juan Carlos y Sofía, y contará con la asistencia, entre otras autoridades, del ministro de Cultura, César Antonio Molina.

El jurado del premio estimó que la obra de Meireles postula un compromiso político que ha sabido armonizar con las necesidades poéticas de toda creación y recoge críticamente la esencia europea propia del arte moderno occidental, transformándola de tal modo que le da identidad propia e incita a cuestionar las mismas bases del arte occidental.

Meireles, que utiliza la fotografía, la instalación o la pintura en sus trabajos, admitió que si bien está considerado como un artista conceptual, su singularidad es siempre fronteriza del compromiso político, del que no puede huir.

Meireles, dibujante y escultor, es pionero en el arte de la instalación desde los años 60, al que incorporó distintos medios como el cine, y participó en convocatorias tan importantes como la Bienal de Sao Paulo o la Documenta de Kassel.

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Su veredicto sobre la crisis económica mundial y el arte es que, “si no se nota, se notará. La crisis nos envuelve a todos, pero es secundaria, hay cosas más importantes: la propia supervivencia del planeta”. En cuanto a Brasil, Meireles sostuvo que tiene prioridades como la educación, la salud y los sueldos antes que el arte, que en su país responde a la máxima “cada uno para sí y Dios contra todos”.

El premio Velázquez, dotado con 90.450 euros (142.000 dólares), reconoce el conjunto de la obra de un creador español o de la comunidad iberoamericana de naciones. Desde que se concedió por primera vez en 2002, los galardonados fueron Ramón Gaya, Antoni Tapies, Pablo Palazuelo, Juan Soriano, Antonio López y Gordillo.

23/04/2008 - 00:04h Marta Suplicy: agindo com responsabilidade social no turismo

Discurso ministra Marta Suplicy

Evento: Entrega Prêmio Responsabilidade Social no Turismo
(destaques)

foto Gloria Flugel
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Boa tarde!

Obrigada pela presença e por prestigiarem aqueles que lutam contra os que exploram sexualmente as crianças e adolescentes brasileiras se autodefinindo como turistas. Nós sabemos que não são. São criminosos. Infelizmente, brasileiros e estrangeiros estão envolvidos direta e indiretamente nessa prática criminosa no nosso país. Nós não podemos – e nem queremos – fechar os olhos a essa realidade.

O Ministério do Turismo se associou aos que combatem esse crime e buscam alternativas de vida para essas crianças. Em 2004, o Presidente Lula lançou o Programa Turismo Sustentável & Infância, o TSI, como uma das engrenagens do Governo Federal para o combate a todas as formas de exploração e de violência contra crianças e adolescentes.

Meninas e meninos são sujeitos de direitos e assim devem ser respeitados. Cabe ao Ministério do Turismo promover o desenvolvimento sustentável do turismo. Entre nossas ações, estão as de sensibilizar e conscientizar empresários e profissionais, que atuam na cadeia produtiva, sobre o papel que crianças e adolescentes ocupam no cenário da sustentabilidade do turismo.

Infelizmente, é nessa cadeia que se organizam os aliciadores, os exploradores, os violentadores. Mas nós acreditamos que, com redes de proteção, nós teremos condições de combater as redes de exploração.

O Prêmio de Responsabilidade Social em Turismo é uma ação do TSI. Ainda na gestão do meu antecessor, o ministro Walfrido dos Mares Guia, em 2006, o MTur procurou a FGV com a proposta de se criar um observatório para avaliar e auxiliar nas suas ações. Em 2007, começamos o projeto numa tríplice parceria: MTur, FGV e Childhood Brasil. Foram criados grupos de estudos, formados por professores de universidades federais, no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Amazonas e Brasília.

Nas discussões do Observatório, acabou surgindo a idéia de se criar o prêmio, que lançamos em julho, a fim de dar reconhecimento público a empresas e instituições que desenvolvessem projetos de enfrentamento da exploração sexual.

Nós sabemos que o tema da criança e do adolescente é objeto de ação de inúmeras empresas e organizações não governamentais no país desde o ECA. Mas o foco da exploração sexual ligada ao turismo é novo. Acredito mesmo, verificando o histórico da luta dos premiados hoje, que surgiu neste novo século. Ao criar o prêmio, fizemos o recorte do turismo para empresas e instituições se inscreverem. Tivemos 16 inscrições.

E hoje estamos aqui, premiando iniciativas pioneiras. O CIAF – Centro Integrado de Apoio Familiar, de Recife, em Pernambuco. A RESPOSTA – Responsabilidade Social Posta em Prática, de Natal, no Rio Grande do Norte. E a Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, no Paraná, com extensão para cidades das demais fronteiras da Argentina e do Paraguai. Essas três instituições – duas do terceiro setor e uma do setor público – comprovam que o público, o privado e o terceiro setor podem direcionar o olhar para onde há situações de vulnerabilidade de crianças e adolescentes em atividades turísticas. A sociedade brasileira terá a oportunidade de conhecer, em detalhes, como essas instituições premiadas criaram e desenvolveram o trabalho. A expectativa do Ministério do Turismo é que essas experiências sejam replicadas de acordo com cada destino.

O programa Turismo Sustentável & Infância é o braço do Ministério do Turismo para essa luta. Por meio dele, o Ministério do Turismo, junto com parceiros, tem direcionado esforços para sensibilizar a cadeia produtiva sobre o mal que fazem a seus próprios negócios quando abrem as portas para os exploradores. Nos últimos três anos, o MTur somou investimentos nessas ações da ordem de 15 milhões e 200 mil reais. Só para este ano de 2008, os recursos previstos para o TSI somam oito milhões e 259 mil reais. No ano passado, foram firmados 28 convênios, totalizando mais de quatro milhões e 300 mil reais. Em 2006, o programa recebeu dois milhões e 560 mil reais. O que vale aqui não são só os recursos, mas os resultados.

Nestes anos, foram realizadas campanhas de sensibilização e seminários de capacitação. Em festas populares que atraem muitos turistas, o TSI se mostra às pessoas em materiais como banners, leques, desivos, cartazes, camisetas. E redes de hotéis filiadas à ABIH, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, e os Convention and Visitors Bureaux são parceiros firmes em muitos estados, como Pernambuco e Rio Grande do Norte. Nos anos de 2006 e 2007 foram realizados seminários em todos os estados e no Distrito Federal, para capacitação direta de mais de 30 mil pessoas.

A partir do ano passado, logo que entrei – gosto muito de coisa concreta – procuramos tentar algo diferente. E agora, em Fortaleza, já temos uma experiência (parceria com a ABIH, as Secretarias de Turismo do Estado e da capital e organizações não governamentais) que foi levada a meninos e meninas em situação de risco. De 700 famílias, fizemos uma triagem e, dentre estas, 360 com jovens com idade entre 16 e 26 anos, vão ser capacitados com o objetivo de atuarem no mercado de trabalho. E o interessante é que eles escolheram em que querem atuar: Cumin de Garçom – precisamos ensinar o que é um Cumim – Camareira; Assistente de Produção Para Eventos; Promotor de Vendas para Hotelaria; Recepcionista dos Meios de Hospedagem; e Ajudante de Cozinha. As famílias estão sendo colocadas no Bolsa Família. A gente tenta, nessa ação, alavancar a família inteira. Em um ano, saberemos resultados. De outra forma, sem incluir a família, continuaríamos enxugando gelo.

O Ministério do Turismo também continuará sensibilizando a cadeia produtiva a adotar o Código de Conduta Ética, conforme orientação da Organização Mundial do Turismo, de cujas reuniões temos participado ativamente para debater o tema. Apresentamos à OMT o novo projeto de enfrentamento da situação. Estamos em Florença, Itália, em consultas sobre tráfico e turismo sexual e na reunião do comitê organizador internacional para a realização do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes que será realizado, entre 25 e 28 de novembro de 2008, no Rio Centro, no Rio de Janeiro.

Em relação à América Latina, realizaremos um encontro com os países membros do Grupo Ação, em junho próximo, preparatório ao 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

O MTUr também apoiará e participará da 1ª Conferência Regional contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes na Região da Costa da Mata Atlântica, em consulta ao 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Participamos da organização do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apoiamos a agência organizadora do congresso nas negociações com o SindRio e ABIH/RJ, a fim de facilitar hospedagem aos participantes do evento. O apoio financeiro a este evento será de 280 mil reais.

O Ministério do Turismo não tem dúvida de que o enfrentamento desse problema que, infelizmente, existe em nosso país, precisa da união entre Governo Federal, governos estaduais, governos municipais, empresários do turismo e sociedade organizada. É bom destacar, contudo, que não temos carimbado a marca de destino de “turismo sexual”. Temos foco. Temos pobreza. E o que fazemos é deixar claro que “turismo sexual” destrói o lugar.

Por isso, o CIAF, em Recife; a RESPOSTA, em Natal; e a Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu, são exemplos, primeiro, de que as parcerias são possíveis, e, segundo, de que elas podem dar resultados para a vida de crianças e de adolescentes e de suas famílias e para os negócios do turismo.

A questão é complexa. Mas, com vontade política e persistência, continuaremos combatendo essa perversidade e acenando com um futuro de dignidade e respeito para os verdadeiros turistas, profissionais e empresários do turismo no Brasil.”

Fonte MinTur

22/04/2008 - 23:43h Entidades recebem Prêmio de Responsabilidade Social em Turismo

Entidades recebem Prêmio de Responsabilidade Social em Turismo

Brasília (22/04) – A ministra do Turismo, Marta Suplicy, entregou hoje (22/04), em Brasília, o Prêmio de Responsabilidade Social em Turismo, lançado em 2007, com objetivo de valorizar projetos de prevenção e de enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo. O prêmio foi entregue a três organizações em cerimônia pública no auditório do ministério. “Essas iniciativas são muito importantes porque mostram que a parceria entre o governo federal e setor privado pode funcionar. Os resultados são bons, é um combate árduo, assíduo, complexo, mas que tem tudo pra dar certo”, declarou a ministra.

Foram premiados o Centro Integrado de Apoio Familiar (CIAF) pela implementação, desde 2003, em Recife, do Código de Conduta para proteção de crianças contra a exploração sexual em viagens e turismo na cidade e o programa Responsabilidade Social Posta em Prática (RESPOSTA), que há cinco anos, atua, em Natal (RN), estimulando a adoção de práticas éticas socialmente responsáveis contra a exploração sexual infanto-juvenil. O projeto Itaipu Binacional – Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente, mereceu menção honrosa pelo apoio às instituições e entidades que tratam de crianças e adolescentes. “As instituições são parceiras. O importante é que elas sirvam como exemplo também e esse prêmio signifique um incentivo para que outras organizações adotem práticas semelhantes”, disse a ministra Marta Suplicy.

A representante do RESPOSTA , Ana Paula Felizardo, ressaltou, ao receber o prêmio, que a sustentabilidade do destino turístico está relacionada com a responsabilidade social dos agentes envolvidos com a proteção dos direitos das crianças e adolescentes.

O objetivo da iniciativa do MTur, em parceria com o Núcleo de Turismo da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EBAPE/FGV) e a Childhood Brasil, é reconhecer e disseminar as boas práticas de empresas e organizações não-governamentais voltadas à proteção dos direitos das crianças e adolescentes, estimulando a atitude ética e compromissada da instituição em relação às suas atividades e à sociedade, além de incentivar empresas e a sociedade a adoção de práticas semelhantes.

“Os premiados ilustram uma preocupação absorvida pela sociedade brasileira. É importante que esses resultados possam levar à criação de políticas públicas”, concluiu o coordenador do programa de estudos em gestão social da FGV, Fernando Tenório.

A presidente do conselho da Childhood Brasil, Rosana Camargo Botelho, ressaltou a importância da parceria ao reconhecer e valorizar iniciativas de proteção aos direitos de crianças e adolescentes.

O prêmio está entre as ações do Programa Turismo Sustentável e Infância (TSI) do MTur, lançado em 2004, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de prevenir e enfrentar todas as formas de violência e de exploração sexual de crianças e adolescentes. Complementa ainda as atividades do Observatório de Inovação Social do Turismo, que visa gerar propostas para mobilizar e qualificar a cadeia produtiva do turismo, disseminar uma base teórica para o desenvolvimento do turismo sustentável e dar subsídios ao TSI.

As ações do programa contaram com R$ 4,3 milhões. Neste ano, o orçamento do Ministério do Turismo reservou R$ 8,2 milhões. Ainda em 2007, logo depois de assumir o cargo, a ministra lançou o projeto de inclusão social com capacitação profissional. No momento, o ministério, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), as secretarias de Turismo do Ceará e de Fortaleza e organizações não-governamentais cearenses, está qualificando, na capital do estado, 360 jovens em situação de vulnerabilidade social, entre 16 e 26 anos de idade, para serem inseridos no mercado de trabalho nos diferentes segmentos turísticos.

“O MTur com esse programa inovador, em Fortaleza, busca resultados concretos, porque aí não é só repressão, banner, não é só trabalhar com o turista que vem explorar, mas é trabalhar com aquele jovem que está sendo explorado. Esse jovem vai ser treinado para uma profissão que o trade pode absorver”, destacou Marta Suplicy.

Estavam presentes na cerimônia o ministro da Previdência Social, Luiz Marinho; a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Nilcéa Freire; o presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, Albano Franco (PSDB-SE); a presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal, Lúcia Vânia (PSDB-GO); o vice-governador do Ceará, Francisco Pinheiro, embaixadores entre outras autoridades.

11/02/2008 - 10:16h Herbie Hancock obtém o Grammy do melhor álbum de jazz contemporâneo

Herbie Hancock – Jazz Fusion Cantelope Island

Pianiste de Miles Davis, pioneiro do jazz-funk nos anos 1970, ganhou o Grammy do melhor álbum de jazz contemporâneo.

Herbie Hancock, já conquistou 12 Grammys na sua carreira.

A última vez que um álbum de jazz instrumental obteve o Grammy do melhor álbum antes, foi “Getz/Gilberto” com o saxophoniste Stan Getz e o compositor brasileiro de bossa nova Joao Gilberto en 1965.