<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Favre &#187; prêmios</title>
	<atom:link href="http://blogdofavre.ig.com.br/tag/premios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdofavre.ig.com.br</link>
	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Nov 2009 00:00:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Veja quem são os vencedores do Prêmio Jabuti 2009</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/veja-quem-sao-os-vencedores-do-premio-jabuti-2009/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/veja-quem-sao-os-vencedores-do-premio-jabuti-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 17:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO-AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara brasileira do Livro]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[grafismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jabuti 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio Jabuti]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio Jabuti 2009]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/?p=13985</guid>
		<description><![CDATA[
da Folha Online
A Câmara Brasileira do Livro divulgou hoje a lista com os três primeiros colocados de cada uma das 21 categorias do 51º Prêmio Jabuti. Os vencedores das categorias Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não-Ficção serão revelados durante a cerimônia de premiação, no dia 4 de novembro, na Sala São Paulo.
Tradução
1º [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-13987" title="livros2" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/livros2.jpg" alt="livros2" width="320" height="289" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">da <strong>Folha Online</strong></span></h2>
<p>A Câmara Brasileira do Livro divulgou hoje a lista com os três primeiros colocados de cada uma das 21 categorias do 51º Prêmio Jabuti. Os vencedores das categorias Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não-Ficção serão revelados durante a cerimônia de premiação, no dia 4 de novembro, na Sala São Paulo.</p>
<p>Tradução</p>
<p>1º lugar -&#8221;A Morte de Empédocles / Friedrich Hölderlin&#8221;, Marise Moassaba Curioni (Iluminuras).<br />
2º lugar -&#8221;Satíricon&#8221;, Cláudio Aquati (Cosac Naify).<br />
3º lugar -&#8221;Os Irmãos Karamázov &#8211; 2 Volumes&#8221;, Paulo Bezerra (Editora 34).</p>
<p>Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;Coleção Princesa Isabel &#8211; Fotografia do Século XIX&#8221;, Bia e Pedro Corrêa Lago (Capivara Editora)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Árvores Notáveis &#8211; 200 Anos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro&#8221; (livro e guia de bolsa), Andréa Jakobsson Estúdio Editorial (Andréa Jakobsson Estúdio Editorial)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Tarsila do Amaral&#8221;, Lygia Eluf (Imprensa Oficial do Estado)</p>
<p>Teoria/Crítica Literária</p>
<p>1º lugar -&#8221;Monteiro Lobato: Livro a Livro&#8221;, Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini (Editora Unesp / Imprensa Oficial)<br />
2º lugar -&#8221;Pensamento e &#8216;Lirismo Puro&#8217; na Poesia de Cecília Meireles&#8221;, Leila V. B. Gouvêa (Editora Universidade de São Paulo)<br />
3º lugar -&#8221;Literatura da Urgência Lima Barreto no Domínio da Loucura&#8221;, Luciana Hidalgo (Annablume Editora)</p>
<p>Projeto Gráfico</p>
<p>1º lugar -&#8221;Fazendas Mineiras&#8221;, Marcelo Drummond &amp; Marconi Drummond (Cemig)<br />
2º lugar -&#8221;A História do Brazil de Frei Vicente de Salvador&#8221;, Maria Lêda Oliveira (Versal Editores)<br />
3º lugar -&#8221;Isay Weinfeld&#8221;, Roberto Cipolla (Bei Editora)</p>
<p>Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil</p>
<p>1º lugar -&#8221;O Matador&#8221;, Odilon Moraes (Editora Leitura) &#8211; BH<br />
2º lugar -&#8221;De Passagem&#8221;, Marcelo Cipis (Schwarcz)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Alfabeto de Histórias&#8221;, Gilles Eduar (Editora Ática)</p>
<p>Ciências Exatas, Tecnologia e Informática</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;Introdução à Quimica da Atmosfera &#8211; Ciência, Vida e Sobrevivência&#8221;, Ervim Lenzi e Luzia Otilia Bortotti Favero (LTC &#8211; Livros Técnicos e Científicos Editora)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial&#8221;, Armando Albertazzi G. Jr. e André R. de Souza (Editora Manole)</p>
<p>3º lugar &#8211; &#8220;Mapa do Jogo&#8221;, Lucia Santaella e Mirna Feitoza (Cengage Learning Edições)</p>
<p>Educação, Psicologia e Psicanálise</p>
<p>1º lugar -&#8221;A Voz e o Tempo&#8221;, Roberto Gambini (Ateliê Editorial)<br />
2º lugar -&#8221;Religiosidade e Psicoterapia&#8221;, Claudia Bruscagin, Adriana Sávio, Fátima Fontes e Denise Mendes Gomes (Editora Roca)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Educação à distância: o Estado da Arte&#8221;, Fredric Michael Litto (Pearson Education do Brasil)</p>
<p>Reportagem</p>
<p>1º lugar -&#8221;O Livro Amarelo do Terminal&#8221;, Vanessa Bárbara (Cosac Naify)<br />
2º lugar -&#8221;O Sequestro dos Uruguaios &#8211; uma Reportagem dos Tempos da Ditadura&#8221;, Luiz Cláudio Cunha (L&amp;P Editores)<br />
3º lugar -&#8221;1968 &#8211; o que Fizemos de Nós&#8221;, Zuenir Ventura (Editora Planeta do Brasil)</p>
<p>Didático e Paradidático</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;História e Cultura Africana e Afro-Brasileira&#8221;, Nei Lopes (Barsa Planeta Internacional)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Meu primeiro álbum de piano solo&#8221;, Dulce Auriemo (D.A. Produções Artísticas)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Coleção cidade educadora &#8211; Diário de bordo do aluno 1 &#8211; Volume Amarelo&#8221;, Áureo Gomes Monteiro Júnior, Célia Cris Silva e Júlia Scandiuci Figueiredo (Aymará Edições e Tecnologia)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Literatura Infantil Brasileira: um Guia para Professores e Promotores de Leitura&#8221;, Vera Maria Tietzmann Silva (Cânone Editorial)</p>
<p>Economia, Administração e Negócios</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;Valores Humanos &amp; Gestão. Novas Perspectivas&#8221;, Maria Luisa Mendes Teixeira (organizadora) (Editora Senac São Paulo)<br />
2º lugar -&#8221;Estratégia e Competitividade Empresarial &#8211; Inovação e Criação de Valor&#8221;, Luiz Carlos Di Serio e Marcos Augusto de Vasconcelos (Saraiva)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Meio Ambiente e Crescimento Econômico: Tensões Estruturais&#8221;, Gilberto Dupas (Editora Unesp)</p>
<p>Direito</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;Introdução ao Pensamento Jurídico e à Teoria Geral do Direito Privado&#8221;, Rosa Maria de Andrade Nery (Editora Revista dos Tribunais)<br />
2º lugar -&#8221;Execução&#8221;, José Miguel Garcia Medina (Editora Revista dos Tribunais)<br />
3º lugar -&#8221;Código de Processo Civil &#8211; Comentado Artigo por Artigo&#8221;, Daniel Mitidiero e Luiz Guilherme Marinoni (Editora Revista dos Tribunais)<br />
3ºlugar &#8211; &#8220;Atual Panorama da Constituição Federal&#8221;, Carlos Marcelo Gouveia (Saraiva)</p>
<p>Biografia</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;O Sol do Brasil&#8221;, Lilia Moritz Schwarcz (Schwarcz)<br />
2º lugar -&#8221;José Olympio, o Editor e sua Casa&#8221;, José Mario Pereira (GMT Editores)<br />
3º lugar -&#8221;O Santo Sujo: a Vida de Jayme Ovalle&#8221;, Humberto Werneck (Cosac Naify)</p>
<p>Capa</p>
<p>1º lugar &#8211; Moby Dick&#8221;, Luciana Facchini (Cosac Naify)<br />
2º lugar -&#8221;Jovem Stálin&#8221;, João Baptista da Costa Aguiar (Schwarcz)<br />
3º lugar -&#8221;Introdução à filosofia&#8221;, Rex Design (Editora WMF Martins Fontes)</p>
<p>Poesia</p>
<p>1º lugar -&#8221;Dois em um&#8221;, Alice Ruiz S. (Editora Iluminuras)<br />
2º lugar -&#8221;Antigos e soltos: poemas e prosas da pasta rosa&#8221;, Instituto Moreira Salles (Instituto Moreira Salles)<br />
3º lugar -&#8221;Cinemateca&#8221;, Eucanaã Ferraz (Schwarcz)<br />
3ºlugar &#8211; &#8220;Outros barulhos&#8221;, Reynaldo Bessa (edição do autor)</p>
<p>Ciências Humanas</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;História do Brasil &#8211; Uma Interpretação&#8221;, Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota (Editora Senac São Paulo)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Veneno Remédio&#8221;, José Miguel Wisnik (Schwarcz)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;A Aparição do Demônio na Fábrica&#8221;, José de Souza Martins (Editora 34)</p>
<p>Ciências Naturais e Ciências da Saúde</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;Fundamentos de Dermatologia&#8221;, Marcia Ramos-e-Silva e Maria Cristina Ribeiro de Castro (Editora Atheneu)<br />
2º lugar -&#8221;Oftalmogeriatria&#8221;, Marcela Cypel e Rubens Belfort Jr. (Editora Roca)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Guia de Propágulos &amp; Plântulas da Amazônia&#8221;, José Luís Campana Camargo et al (Inpa)</p>
<p>Contos e Crônicas</p>
<p>1º lugar -&#8221;Canalha! &#8211; crônicas&#8221;, Fabricio Carpinejar (Editora Bertrand Brasil)<br />
2º lugar -&#8221;Ostra feliz não faz pérola&#8221;, Rubem Alves (Editora Planeta do Brasil)<br />
3º lugar -&#8221;Os comes e bebes nos velórios das gerais e outras histórias&#8221;, Déa Rodrigues da Cunha Rocha (Auana Editora)</p>
<p>Infantil</p>
<p>1º lugar &#8211; &#8220;A Invenção do Mundo Pelo Deus-Curumim&#8221;, Braulio Tavares (Editora 34)<br />
2º lugar -&#8221;No Risco do Caracol&#8221;, Maria Valéria Rezende e Marlette Menezes (Autêntica Editora)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;Era Outra Vez um Gato Xadrez&#8221;, Leticia Wierzchowski (Editora Record)</p>
<p>Juvenil</p>
<p>1º lugar -&#8221;O fazedor de velhos&#8221;, Rodrigo Lacerda (Cosac Naify)<br />
2º lugar -&#8221;Cidade dos deitados&#8221;, Heloisa Prieto (Cosac Naify)<br />
3º lugar -&#8221;A distância das coisas&#8221;, Flávio Carneiro (Edições SM)</p>
<p>Romance</p>
<p>1º lugar -&#8221;Manual da Paixão Solitária&#8221;, Moacyr Scliar (Schwarcz)<br />
2º lugar -&#8221;Orfãos do Eldorado&#8221;, Milton Hatoum (Schwarcz)<br />
3º lugar -&#8221;Cordilheira&#8221;, Daniel Galera (Schwarcz)</p>
<p>Tradução de obra literária Francês-Português</p>
<p>1º lugar -&#8221;O Conde de Monte Cristo&#8221;, André Telles e Rodrigo Lacerda (Jorge Zahar Editor)<br />
2º lugar &#8211; &#8220;Topografia Ideal para uma Agressão Caracterizada&#8221;, Flávia Nascimento (Editora Estação Liberdade)<br />
3º lugar &#8211; &#8220;A Elegância do Ouriço&#8221;, Rosa Freire D&#8217;aguiar (Schwarcz)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/09/veja-quem-sao-os-vencedores-do-premio-jabuti-2009/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prêmio da Paz da Unesco vai para Lula</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/premio-da-paz-da-unesco-vai-para-lula/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/premio-da-paz-da-unesco-vai-para-lula/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 23:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio da Paz]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/premio-da-paz-da-unesco-vai-para-lula/</guid>
		<description><![CDATA[


Lula, nombrado premio de la Paz de la Unesco
La organización de la ONU ha querido recompensar la labor del presidente de Brasil &#8220;en pro de la paz, el diálogo, la democracia, la justicia social y la igualdad de derechos&#8221;
EFE &#8211; París &#8211; El País
El presidente de Brasil, Lula da Silva, ha sido galardonado este miércoles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/premio-da-paz-da-unesco-vai-para-lula/11257/" rel="attachment wp-att-11257" title="lula_madri.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/05/lula_madri.jpg" alt="lula_madri.jpg" width="555" height="409" /></div>
<p></a></p>
<p><font size="4"><strong>Lula, nombrado premio de la Paz de la Unesco</strong></font></p>
<p><font size="4"><strong>La organización de la ONU ha querido recompensar la labor del presidente de Brasil &#8220;en pro de la paz, el diálogo, la democracia, la justicia social y la igualdad de derechos&#8221;</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>EFE &#8211; París &#8211; El País</strong></p>
<p>El presidente de Brasil, Lula da Silva, ha sido galardonado este miércoles con el Premio de Fomento de La Paz Félix Houphouet-Boigny, según ha informado la Unesco en un comunicado.</p>
<p>El acto solemne de entrega tendrá lugar el próximo mes de junio, agregó la organización de la ONU para la Educación, la Ciencia y la Cultura, sin precisar la fecha exacta. Con él han querido recompensar, explica el texto, la labor del presidente de Brasil &#8220;en pro de la paz, el diálogo, la democracia, la justicia social y la igualdad de derechos&#8221;.</p>
<p>El jurado quiso celebrar, igualmente, la &#8220;inestimable contribución&#8221; de Lula para a la erradicación de la pobreza y la protección de los derechos de las minorías.</p>
<p>La decisión del jurado de este galardón creado en 1989 fue anunciada por el ex presidente portugués Mario Soares.</p>
<p>El último galardonado con este premio por la Paz de la Unesco fue, en 2008, el ex presidente de Finlandia y fundador de la organización no gubernamental Crisis Management Initiative, Martti Ahtisaari, pocos meses antes de recibir el Premio Nobel de la Paz.</p>
<p>Entre los políticos que lo recibieron en ediciones anteriores figuran Nelson Mandela y Frederik W. De Klerk; Yitzhak Rabin, Shimon Peres y Yasser Arafat; el Rey de España, Juan Carlos I y el ex presidente estadoundense Jimmy Carter.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/05/premio-da-paz-da-unesco-vai-para-lula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8221;Meu testemunho é impreciso&#8221;</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/meu-testemunho-e-impreciso/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/meu-testemunho-e-impreciso/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 19:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Coração Andarilho]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[escritoras]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Nelida Piñon]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/meu-testemunho-e-impreciso/</guid>
		<description><![CDATA[Em Coração Andarilho, Nélida Piñon não se preocupa com fatos para criar suas memórias afetivas



Ubiratan Brasil &#8211; O Estado SP
&#160;

Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")


A palavra sempre teve um peso valioso para a escritora Nélida Piñon &#8211; nenhum livro seu sai da gráfica sem um cuidadoso preparo. &#8220;Já cheguei a fazer nove versões de uma mesma história&#8221;, comenta Nélida, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="c"><font size="4"><strong>Em Coração Andarilho, Nélida Piñon não se preocupa com fatos para criar suas memórias afetivas</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090314/img/arteelazer.jpg" width="267" height="472" /></div>
</div>
<div class="grupoC2">
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Ubiratan Brasil &#8211; O Estado SP</p>
<p class="tmTexto" id="ctrl_texto">&nbsp;</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.nelidapinon.com.br/img/phhomeNP.jpg" alt="http://www.nelidapinon.com.br/img/phhomeNP.jpg" /></div>
<p><script>Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")</script></div>
<div id="corpoNoticia">
<div class="ImagemMateria"></div>
<p>A palavra sempre teve um peso valioso para a escritora Nélida Piñon &#8211; nenhum livro seu sai da gráfica sem um cuidadoso preparo. &#8220;Já cheguei a fazer nove versões de uma mesma história&#8221;, comenta Nélida, que utilizou o mesmo procedimento para Coração Andarilho, seu primeiro livro de memórias lançado agora pela Record (352 páginas, R$ 38).</p>
<p>Filha de uma brasileira e de um pai nascido na Galícia, ela descobriu o mundo (real e literário) quando viajou pela primeira vez para a Europa, aos 12 anos. &#8220;Isso me deu uma condição de dupla cultura, de ser mestiça, e me ajudou a enxergar o mundo&#8221;, conta Nélida, que estreou na literatura em 1961, com Guia-Mapa de Gabriel Arcanjo. E, embora tenha colecionado amigos ilustres (Mario Vargas Llosa, Toni Morrison, entre outros) e prêmios (foi a primeira autora de língua portuguesa a vencer o Prêmio Príncipe de Astúrias das Letras), Nélida dedica-se, em Coração Andarilho, às memórias de sua primeira infância, como o fato de ter nascido em casa e não em um hospital, onde a mãe temia não reconhecer a própria filha. E também dos avós galegos, que lhe ajudaram a expandir a visão de mundo. Memórias afetivas, despreocupadas com os fatos, como comenta na seguinte entrevista, realizada por telefone.</p>
<p><strong>O que a levou a escrever essas memórias?</strong></p>
<p>Eu sempre soube que chegaria o momento das memórias. Fui uma menina que muito cedo despertou para a literatura, uma vocação estranha, enigmática, uma paixão por algo aparentemente sem contorno. Convivendo com essa literatura, descobri os motivos de ela fazer parte da minha vida. Existe uma harmonia profunda entre quem sou e por que ela me tocou. Assim, eu queria esclarecer minha gênese e minha formação.</p>
<p><strong>Mas por que esse desejo se manifestou agora?</strong></p>
<p>Não, já faz muito tempo que penso nisso mas nos últimos dois anos ficou mais forte. Eu sabia que viria mas não sabia quando. De repente, larguei um romance ainda em produção (já escrevi 60 páginas de uma história forte, contundente) porque as lembranças foram chegando. Tenho material para até três livros de memória. Resta saber se vou querer publicá-los. E, nesses dois anos, sobretudo no último, o livro nasceu com uma força, com evocações muito extremadas.</p>
<p><strong>Seus livros sempre recebem muitas versões. E com esse de memórias?</strong></p>
<p>Também, porque o livro não nasce pronto: surge com um grande arcabouço, mas a linguagem que vai ser seu semblante vem com o trabalho. Só é preciso se preocupar com o afã, pois pode asfixiar a emoção do texto. Sempre digo que o crítico não mata um escritor, mas ele próprio se suicida ao esterilizar o texto, torná-lo artificial, liquidar o mínimo de melodramático que é fundamental para o campo da emoção. E nas memórias fiz muita revisão &#8211; a linguagem, que julgo bem elaborada, revela a emoção. Mas meu testemunho é impreciso, nascido dos meus desacertos.</p>
<p><strong>O livro permitiu descobertas?</strong></p>
<p>Sim, muitas. Uma delas foi descobrir a figura de meu pai, Lino. Eu não falava publicamente sobre ele enquanto vivo, apenas entre familiares. Mas o livro revela minha dor de perdê-lo. A cena do enterro é muito simbólica, pois representou uma espécie de carta de alforria. Eu tirei o privilégio dos homens da família de escolher o caixão do meu pai. Foi muito duro. A partir dali, com minha mãe abaladíssima, tive de assumir todas responsabilidades. Tanto que ela estranhou o fato de eu não ter chorado durante os dois primeiros anos após a morte dele. Até o dia em que escrevi uma grande carta para o meu pai, explicando minhas razões a ela. Eu precisava ser forte &#8211; afinal, não é fácil ser escritora, ser brasileira, sobreviver com dignidade e de acordo com aspirações maiores.</p>
<p><strong>Como a experiência de ter quatro avós galegos enriqueceu sua vida?</strong></p>
<p>Foi fundamental. Eu me tornei uma mulher cosmopolita, múltipla, arcaica (digo isso pois tenho 5 mil anos de história nas costas) depois da minha primeira viagem à Europa. Eu lia muito, mas meus limites eram o Rio de Janeiro e São Lourenço, pátrias da minha imaginação. Quando quebro esse paradigma geográfico, com minha mãe explicando que a Espanha não era um bairro do Rio, começo a ver que minha fatalidade histórica era atravessar o Atlântico e fazer o caminho contrário dos imigrantes. Com isso, a geografia se tornou fundamental na minha vida. Nenhuma paisagem é vazia para mim, mas impregnada de mitos, conceitos, história, transações, pecados, transtornos, crise. Assim, quando admiro alguma paisagem, sei que não estou vendo apenas uma imagem mas sabendo que há muito mais por detrás dessa visão. Toda analogia é possível e isso é importante para a poética do texto, assegurando uma liberdade criativa. A metáfora do cotidiano está ao meu alcance.</p>
<p><strong>As viagens foram importante para sua aprendizagem de vida?</strong></p>
<p>Sim, demais. Continuo viajando muito, mas hoje advogo a grandeza do cotidiano, da casa. Tenho convívio íntimo com os objetos, com a comida, com a sucessão dos fatos corriqueiros. Admiro o trivial da vida. Com isso, consigo ao menos administrar a vaidade. A literatura tem coerência com minha vida. Espero ter forças para continuar a criar sem medo.</p>
<p><strong>Você carrega seus personagens para a vida real?</strong></p>
<p>Não, separo os momentos. Meu cordão umbilical com a casa e com a vida não está cortado. Claro que prefiro escrever sozinha, mas não sou uma escritora augusta, aquela em que a vida tem de parar por estar impregnada pela grandeza da criação. Eu aceito as pausas da vida.</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/03/meu-testemunho-e-impreciso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fotógrafo norte-americano vence o World Press Photo 2009. Brasileiros são premiados</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 19:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Suau]]></category>
		<category><![CDATA[concursos]]></category>
		<category><![CDATA[fotografias]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[galerias]]></category>
		<category><![CDATA[imagem]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[mostras]]></category>
		<category><![CDATA[photos]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[revistas]]></category>
		<category><![CDATA[World Press 2009]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/</guid>
		<description><![CDATA[ Blog Imagens&#38;Visions

© Foto de Anthony Suau. Policial faz uma inspeção em uma casa de Cleveland, após os proprietários serem despejados. EUA. 2008.









© Foto de Luiz Vasconcelos. Indígena tenta conter um batalhão de policiais em uma disputa por terras. Brasil. 2008.









 
Saiu o resultado do World Press Photo 2009, uma das mais importantes e prestigiadas premiações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://imagesvisions.blogspot.com/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world.html">Blog Imagens&amp;Visions</a></h3>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/9632/" rel="attachment wp-att-9632" title="world3_subprime.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/02/world3_subprime.jpg" alt="world3_subprime.jpg" /></a><span style="font-size: 78%"><br />
© Foto de Anthony Suau. Policial faz uma inspeção em uma casa de Cleveland, após os proprietários serem despejados. EUA.</span> <span style="font-size: 78%">2008.</span></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<div align="center">
<div align="center"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_q08M1ajACHg/SZWDzdCnezI/AAAAAAAAFyQ/1-ayHbZwIlw/s1600-h/world2.jpg"><br />
</a></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/9634/" rel="attachment wp-att-9634" title="world2_indigena.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/02/world2_indigena.jpg" alt="world2_indigena.jpg" /></a><span style="font-size: 78%"><br />
© Foto de Luiz Vasconcelos. Indígena tenta conter um batalhão de policiais em uma disputa por terras. Brasil.</span> <span style="font-size: 78%">2008.</span></div>
<div align="left"></div>
<div align="left"></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<div align="left"></div>
<div align="left"></div>
<div align="left"></div>
<div align="center">
<p align="left"><font size="3"> </font></p>
<p align="left"><font size="3">Saiu o resultado do <strong>World Press Photo 2009</strong>, uma das mais importantes e prestigiadas premiações de fotografia do mundo. O fotógrafo norte-americano Anthony Suau foi o grande vencedor com a imagem que mostra um policial fazendo uma inspeção em uma casa de Cleveland, após os proprietários serem despejados, a foto faz parte de uma reportagem publicada em março de 2008 pela revista Time. O fotógrafo brasileiro Luiz Vasconcelos ficou em primeiro lugar na categoria General News com a imagem de uma indígena que tenta conter um batalhão de policiais em uma disputa por terras. A foto premiada foi publicada originalmente no jornal A Crítica, de Manaus (AM). Além de Vasconcelos, outros dois brasileiros foram reconhecidos pelo prêmio. Eraldo Perez, da agência Associated Press, recebeu menção honrosa na categoria &#8220;Cotidiano&#8221; por uma foto que mostra pessoas em volta do corpo de Thiago Franklino Lima, na favela do Coque, no Recife. Já André Vieira, da &#8220;Focus Photo und Presse Agentur&#8221;, ficou em terceiro lugar na categoria &#8220;Artes e Entretenimento&#8221; por um registro do estilista angolano Xhunos, feita em Luanda. Desde 1955, a missão da fundação holandesa que organiza o concurso é encorajar o fotojornalismo. A competição recebeu este ano o número recorde de 5019 candidatos, de mais de 125 países – 12,5% a mais que o ano passado. Veja a galeria de fotos premiadas no <a href="http://www.worldpressphoto.org/index.php?option=com_photogallery&amp;task=blogsection&amp;id=19&amp;Itemid=223&amp;bandwidth=high" target="_blank">World Press 2009</a></font></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fotografo-norte-americano-vence-o-world-press-photo-2009-brasileiros-sao-premiados/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lições sem preconceitos</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/licoes-sem-preconceitos/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/licoes-sem-preconceitos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 14:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/licoes-sem-preconceitos/</guid>
		<description><![CDATA[ Professora da rede pública do DF ganha prêmio ao ensinar, com livros, músicas e máscaras, a cultura afro a meninos e meninas de 8 anos
Correio Braziliense


Daniel Ferreira/CB/D.A Press





Nádia Rodrigues: “Em nenhuma das escolas em que trabalhei a cultura negra era promovida”



&#8211;&#62;
 A professora Nádia Maria Rodrigues, 40 anos, tinha o hábito de alisar os cabelos negros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <font class="sutia">Professora da rede pública do DF ganha prêmio ao ensinar, com livros, músicas e máscaras, a cultura afro a meninos e meninas de 8 anos</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Correio Braziliense</p>
<table width="120" align="right" border="0" cellpadding="1" cellspacing="1">
<tr>
<td><em><font class="credito" size="1">Daniel Ferreira/CB/D.A Press</font></em></td>
</tr>
<tr>
<td class="imagem"><img src="http://stat.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20081203/fotos/pri-0312-2601.jpg" border="1" /></td>
</tr>
<tr>
<td><font class="legenda"><font size="1"><em>Nádia Rodrigues: “Em nenhuma das escolas em que trabalhei a cultura negra era promovida”</em></font><br />
</font></td>
</tr>
</table>
<p>&#8211;&gt;</p>
<p><font class="legenda"> </font><font class="texto">A professora Nádia Maria Rodrigues, 40 anos, tinha o hábito de alisar os cabelos negros desde criança. Nesse período, não percebia que os termos ovelha e lista negra diziam respeito à raça e à cor de sua pele. Nem imaginava o quanto existia de preconceito e como era deficiente o ensino da cultura afro nas escolas. Nádia trabalha como professora há 22 anos. Começou a estudar a cultura dos antepassados há pouco mais de um ano. O resultado já deu frutos. Ela recebe hoje, do Ministério da Educação (MEC), o Prêmio Professores do Brasil, dedicado aos educadores que trabalharam temas importantes da cultura brasileira com criatividade e tiveram resultados interessantes com os alunos. É a única professora do Distrito Federal a receber a premiação.</font></p>
<p><font class="texto">“Nós, negros, não temos uma representação positiva. E isso passa para as crianças. Percebi isso e senti a necessidade de trabalhar a cultura afro na escola”, afirma a professora, que dá aulas para crianças da 3ª série do ensino básico, com idade média de 8 anos. Ela abordou cinco temas diferentes: identidade negra; formação do povo brasileiro; falta de personagens negros na cultura, como heróis, fadas, anjos etc.; expressões preconceituosas utilizadas no cotidiano e a história da relação de poder entre negros e brancos. Para isso, usou livros, atlas, máscaras típicas e música.</font></p>
<p><font class="texto">O resultado com os alunos surpreendeu a professora. Ela recebeu relatos dos pais dizendo que estavam aprendendo muito com os filhos. As crianças a procuravam para contar como tinham negros nos shows que haviam ido. E, o que a deixou mais contente, foi perceber que muitos estudantes negros, que no início tinham vergonha de assumir a identidade afro, chegaram ao fim do ano orgulhosos da cor da própria pele. De quebra, aprenderam a criar máscaras africanas, que a professora orgulhosamente expôs no local onde os projetos premiados pelo MEC estavam sendo apresentados.</font></p>
<p><font class="texto">O trabalho de valorização da cultura negra é obrigatório na educação brasileira desde 2003, quando foi publicada a Lei nº 10.639. Mas o que o decreto não previu era que, antes, seria necessária uma preparação dos professores para tratar o tema. “Muitas vezes os próprios professores incorporam o preconceito e não sabem como agir. Ações como as da professora Nádia não deveriam ser isoladas, e sim uma regra na educação”, afirma a professora da UnB Glória Moura, doutora em educação pela Universidade de São Paulo (USP) e especialista em relações étnico- raciais.</font></p>
<p><font class="texto">De acordo com Glória, atividades que trabalhem o tema da identidade cultura negra são muito importantes. “Muito do preconceito nasce do desconhecimento, e esses alunos desconheciam a cultura afro, o que podia gerar preconceito”, diz. Segundo ela, não há como pensar o povo brasileiro sem levar em conta a cultura africana na formação da nossa identidade nacional. Mas ela lembra que ainda falta muito a avançar. “O negro sempre está numa relação pior. Não há igualdade de oportunidades. O país ainda não aceita a miscigenação.”</font></p>
<p><font class="texto">Após se envolver com o projeto, a professora Nádia assumiu o cabelo crespo. Percebeu também que existia muito mais preconceito do que imaginava. Sentiu, como nunca, a necessidade de mostrar aos outros professores a importância do estudo da cultura afro. “Em nenhuma das escolas em que trabalhei a cultura negra era trabalhada no currículo escolar”, lembra. Agora, com o prêmio de R$ 5 mil, pretende viajar e conhecer mais o universo com que trabalha. “Quero ir para Angola e aprender mais sobre a África.”</font></p>
<p><font class="texto">Na apresentação que fez aos outros 30 professores premiados, ela finaliza com um poema de Maria Helena Vargas da Silveira: “As pedras que nos machucam vêm por trás, são atiradas/ Por favor educador!/ Conscientiza teus alunos,/ Que as pedras machucam,/ Não importa a direção./ E não ignore a pedrada,/ Por que ela existe,/ Por que persiste./E precisa,/E necessita,/ Ser trabalhada”.</font></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/12/licoes-sem-preconceitos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Anatomia do pânico com o Morgan Stanley</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/anatomia-do-panico-com-o-morgan-stanley/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/anatomia-do-panico-com-o-morgan-stanley/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 16:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[AIG]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Citigroup]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[Procurador-geral]]></category>
		<category><![CDATA[Renda]]></category>
		<category><![CDATA[seguradoras]]></category>
		<category><![CDATA[Trade]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[UBS]]></category>
		<category><![CDATA[WSJ]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/anatomia-do-panico-com-o-morgan-stanley/</guid>
		<description><![CDATA[
&#160;
&#160;
Susan Pulliam, Liz Rappaport, Aaron Lucchetti, Jenny Strasburg e Tom McGinty, The Wall Street Journal &#8211; VALOR
Dois dias depois que a Lehman Brothers Holdings pediu concordata, espalhou-se um boato explosivo: outra grande firma de Wall Street, o Morgan Stanley, estava prestes a quebrar. O que se dizia no mercado naquele 17 de setembro é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://arcade.ya.com/xvtedicion/bin/piratas.jpg" style="cursor: -moz-zoom-in" alt="http://arcade.ya.com/xvtedicion/bin/piratas.jpg" width="514" height="386" /></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Susan Pulliam, Liz Rappaport, Aaron Lucchetti, Jenny Strasburg e Tom McGinty, The Wall Street Journal &#8211; VALOR</strong></p>
<p>Dois dias depois que a Lehman Brothers Holdings pediu concordata, espalhou-se um boato explosivo: outra grande firma de Wall Street, o Morgan Stanley, estava prestes a quebrar. O que se dizia no mercado naquele 17 de setembro é que o Deutsche Bank AG tinha cancelado uma linha de crédito de US$ 25 bilhões para o banco de investimento.</p>
<p>Não era verdade, mas o boato ajudou a desencadear uma cascata de apostas contra o Morgan Stanley. O diretor-presidente John Mack queixou-se amargamente de que operadores desejosos de lucros estavam semeando o pânico. Mas faltava uma informação essencial: quem, exatamente, estava por trás dessas transações?</p>
<p>Registros de transações examinados pelo Wall Street Journal oferecem agora uma resposta parcial. Esses documentos revelam que algumas das maiores firmas de Wall Street &#8211; Merrill Lynch &amp; Co., Citigroup Inc., Deutsche Bank e UBS AG &#8211; estavam apostando pesado contra o Morgan. A estratégia dessas firmas era usar complicados instrumentos financeiros chamados swaps de crédito, uma forma de seguro contra perdas com crédito.</p>
<p>Um exame dessas transações feito pelo WSJ também revela que os swaps tiveram papel importante ao amplificar a avaliação pessimista do mercado sobre o Morgan Stanley, o que, por sua vez, levou os operadores a investir contra as ações da firma, vendendo-as a descoberto. A inter-relação entre as transações com swaps e a venda a descoberto acelerou a espiral descendente da firma.</p>
<p>Este relato foi elaborado a partir dos registros das transações e de mais de 70 entrevistas com executivos de Wall Street, operadores, corretores, administradores de fundos de hedge, investigadores e autoridade reguladoras.</p>
<p>Durante anos, a venda de swaps de crédito foi uma mina de ouro para Wall Street. Mas, por ironia, naqueles dias tumultuados de setembro, o mercado de swaps virou-se contra o Morgan Stanley como um Frankenstein financeiro. Esse mercado se tornou um termômetro bem visível do Pânico de 2008, insuflando a crise que acabou exigindo a intervenção do governo.</p>
<p>Outras firmas também estavam negociando com swaps do Morgan em 17 de setembro: Royal Bank of Canada, Swiss Re e vários fundos de hedge, como King Street Capital Management LLC e Owl Creek Asset Management LP.</p>
<p>A pressão também se intensificou em outra frente: houve um aumento nas vendas a descoberto &#8211; apostas contra as ações da Morgan &#8211; por parte de grandes fundos de hedge. No fim do dia, a ação do Morgan tinha caído 24%, e as autoridades temiam que investidores com práticas predatórias estavam mirando os bancos de investimento.</p>
<p>Esse tipo de transação, que já havia derrubado Bear Stearns Cos. e Lehman, fez com que as ações do Citigroup desabassem 60% na semana passada, o que forçou novo socorro do governo.</p>
<p>Os investigadores estão tentando identificar o que causou o caos do mercado em meados de setembro e saber se os swaps de crédito ou as ações do Morgan Stanley foram negociados de forma imprópria. O procurador-geral de Nova York, Andrew Cuomo, o escritório em Manhattan da Procuradoria-Geral dos Estados Unidos e a comissão de valores mobiliários americana (SEC) estão investigando se houve manipulação do mercado por parte de corretores que teriam divulgado intencionalmente falsos boatos para lucrar com suas apostas. As investigações também querem verificar se os operadores compraram swaps por altos preços para provocar o medo quanto à estabilidade do Morgan e assim lucrar em outras aplicações, e se as transações envolveram cotações falsas e fechamento de negócios inexistentes, segundo pessoas a par do assunto.</p>
<p>Ainda não surgiu publicamente nenhuma prova de que qualquer firma tenha feito algo de errado em relação às ações ou swaps do Morgan Stanley. A maior parte das firmas afirma que comprou os swaps simplesmente para se proteger contra eventuais prejuízos com vários tipos de negócios que estavam fazendo com o Morgan. Algumas garantem que suas aplicações em swaps foram pequenas em relação a todas as transações desse tipo ocorridas naquele dia.</p>
<p>Provar que o preço de qualquer papel foi manipulado é extraordinariamente difícil. O mercado de swaps não é nada transparente: as transações são feitas por telefone e email entre os corretores, sem cotações públicas.</p>
<p>Erik Sirri, um diretor de mercados da SEC, afirma que o mercado de swaps é vulnerável à manipulação. &#8220;Transações de baixo volume em um mercado relativamente pequeno podem ser usadas para (&#8230;) sugerir que um crédito é considerado fraco pelo mercado&#8221;, disse ele em depoimento ao Congresso americano no mês passado. Sirri disse que a SEC temia que as transações com swaps estivessem causando investimentos prejudiciais às ações.</p>
<p>O Morgan tinha começado setembro em boa forma. Teve lucro nos dois primeiros trimestres fiscais, até 31 de maio. Ao contrário da Lehman, não tinha muita exposição aos créditos imobiliários residenciais de alto risco, embora estivesse exposto ao mercado de imóveis comerciais e de empréstimos alavancados. Mack sabia que os lucros do terceiro trimestre seriam maiores do que o esperado.</p>
<p>Em 14 de setembro, enquanto a Lehman se preparava para pedir concordata, Mack disse aos funcionários, em memorando interno, que o Morgan estava &#8220;em uma posição única para ter sucesso neste ambiente tão cheio de desafios&#8221;. No dia seguinte, a firma conseguiu alguns novos clientes de fundos de hedge que estavam fugindo da Lehman.</p>
<p>Mas os rumores corriam soltos, com operadores preocupados com qual firma de Wall Street seria a próxima a cair. A conversa nos fundos de hedge, segundo alguns operadores, é que o Morgan Stanley tinha US$ 200 bilhões em risco devido às suas transações com a seguradora American International Group Inc., então prestes a pedir concordata. Isso não era verdade. O Morgan informou à SEC que sua exposição à AIG era &#8220;irrelevante&#8221;.</p>
<p>Alguns corretores do J.P. Morgan Chase &amp; Co. estavam sugerindo a clientes do Morgan Stanley que era arriscado manter contas nessa firma, segundo pessoas a par do assunto. Mack queixou-se a James Dimon, diretor-presidente do J.P. Morgan, que pôs fim às conversas, segundo essas pessoas. Deutsche Bank, UBS e Credit Suisse também ofereceram seus serviços a fundos de hedge atendidos pelo Morgan, segundo pessoas a par do assunto.</p>
<p>No dia 16, a ação do Morgan desabou durante o dia, mas com uma recuperação no final do pregão. Alguns fundos de hedge retiraram seus recursos da firma, temendo que o Morgan seguisse os passos da Lehman no tribunal de falências, com risco de imobilizar os ativos dos clientes. Em um esforço para amainar as preocupações, o Morgan divulgou seus resultados naquela tarde, às 16h10, um dia antes do previsto.</p>
<p>&#8220;É muito importante devolver um pouco de sanidade ao mercado&#8221;, disse Colm Kelleher, diretor financeiro do Morgan, em teleconferência com investidores. &#8220;As coisas estão realmente saindo de controle, e boatos ridículos estão sendo repetidos.&#8221;</p>
<p>Glenn Schorr, analista do UBS, perguntou a Kelleher sobre o alto custo de proteção da dívida do Morgan Stanley no mercado de swaps. A proteção para US$ 10 milhões em dívidas do Morgan tinha subido para US$727.900 por ano, ante US$221.000 em 10 de setembro, segundo a CMA DataVision.</p>
<p>&#8220;Certas pessoas estão se concentrando nos swaps de crédito como desculpa para olhar para as ações&#8221;, respondeu Kelleher, sugerindo que os operadores que investiam nos swaps também estavam vendendo a descoberto ações do Morgan Stanley, apostando que elas cairiam.</p>
<p>É impossível saber com certeza qual era a motivação dos que compravam swaps do Morgan. Eles receberiam pagamentos caso o Morgan não pagasse títulos e empréstimos. Alguns desses compradores, sem dúvida, possuíam créditos do banco e estavam simplesmente tentando proteger-se contra uma eventual insolvência.</p>
<p>Mas os swaps também eram uma boa maneira de especular, para operadores que não detiam esses créditos. O valor do swap aumenta com o medo da inadimplência. Os operadores que apostavam no aumento dos temores sobre o Morgan Stanley podiam usar os swaps para obter um lucro rápido.</p>
<p>Em meio às incertezas daquele 16 de setembro, a Millennium Partners LP, fundo de hedge com US$ 13,5 bilhões, pediu para retirar US$ 800 milhões dos mais de US$ 1 bilhão que mantinha no Morgan, segundo pessoas a par dessas retiradas. Em separado, a Millennium também tinha vendido a descoberto ações do Morgan Stanley &#8211; parte de uma série de apostas na queda das ações de firmas financeiras, disse uma dessas pessoas. Além disso, a fundo de hedge comprou opções de venda, que lhe davam o direito de vender ações do Morgan no futuro a um preço determinado.</p>
<p>&#8220;Escute, nós precisamos proteger nossos ativos&#8221;, disse Israel Englander, presidente da Millennium, a um executivo do Morgan Stanley, segundo uma pessoa a par da conversa. &#8220;Não é nada pessoal.&#8221; Essas apostas na queda das ações, pequenas em comparação com o volume total de transações da Millennium, subiam de valor à medida que caíam as ações do Morgan.</p>
<p>Na manhã do dia 17, David &#8220;Tiger&#8221; Williams, presidente da Williams Trading LLC, que presta serviços de transações para fundos de hedge, ouviu um de seus operadores dizer que certo fundo havia transferido uma conta de US$ 800 milhões do Morgan Stanley para uma firma rival. O operador, que estava ao telefone com o gestor do fundo que retirou o dinheiro, perguntou por quê. O Morgan estava quebrando, respondeu o cliente.</p>
<p>Pressionado a dar detalhes, o administrador do fundo repetiu o rumor sobre o cancelamento da linha de crédito de US$ 25 bilhões por parte do Deutsche Bank. Williams passou a dar vários telefonemas, mas suas fontes no mercado opinaram que se tratava de um boato falso.</p>
<p>Mas o estrago já estava feito. Às 7h10, um operador do Deutsche Bank cotou em US$ 750.000 a compra de proteção para US$ 10 milhões em dívida do Morgan. Às 10h, o Citigroup e outros operadores já cotavam preços de US$ 890.000. E à medida que se alastrava o boato sobre o Deutsche, as ações do Morgan despencaram, de cerca de US$ 26 às 10h para perto de US$ 16 às 11h30.</p>
<p>Antes do meio-dia, operadores de swap começaram a cotar o custo de seguro para o Morgan em &#8220;pontos adiantados&#8221; &#8211; jargão de Wall Street para transações em que os compradores têm de pagar pelo menos US$ 1 milhão adiantado, mais um prêmio anual, para segurar US$ 10 milhões em dívida. No caso do Morgan Stanley, alguns operadores estavam exigindo mais de US$ 2 milhões adiantados.</p>
<p>Durante o dia, a Merrill comprou swaps para cobrir US$ 106,2 milhões em dívida do Morgan Stanley, segundo os documentos das transações. A King Street comprou swaps que cobriam US$ 79,3 milhões; o Deutsche Bank, US$ 50,6 milhões; a Swiss Re, US$ 40 milhões; a Owl Creek, US$ 35,5 milhões; UBS e Citigroup; US$ 35 milhões cada; Royal Bank of Canada, US$ 33 milhões; e ACM Global Credit, um fundo de investimento operado pela AllianceBernstein Holding, US$ 28 milhões, segundo os documentos.</p>
<p>No dia seguinte, 18 de setembro, algumas dessas mesmas firmas estavam de volta ao mercado. A Merrill comprou proteção para outros US$ 43 milhões em dívida do Morgan; o Royal Bank of Canada, US$ 36 milhões; a King Street, US$ 30,7 milhões; e o Citigroup, US$ 20,7 milhões, indicam os registros.</p>
<p>Nenhuma das firmas comenta quanto pagou pelos swaps, ou se lucraram com as operações.</p>
<p>&#8220;A proteção que compramos foi um simples hedge, não baseado em nenhuma visão negativa do Morgan Stanley&#8221;, diz John Meyers, um porta-voz da AllianceBernstein. Um porta-voz do Royal Bank of Canada diz que o banco comprou os swaps para administrar seu &#8220;risco de crédito&#8221; com o Morgan Stanley e que não estava &#8220;apostando contra o Morgan Stanley nem realizou apostas na baixa de sua ação&#8221;.</p>
<p>A King Street, um fundo de hedge com US$ 16,5 bilhões, comprou os swaps para cobrir sua exposição ao Morgan Stanley, que incluía títulos de renda fixa, segundo uma pessoa ligada ao fundo. O fundo não tinha uma posição vendida na ação, diz essa pessoa.</p>
<p>Porta-vozes de Deutsche Bank e Citigroup dizem que as transações deles foram relativamente pequenas e com o propósito de proteger contra perdas em outros investimentos relacionados ao Morgan, e para atender a ordens dos clientes. Um porta-voz da Owl Creek diz que ela comprou os swaps &#8220;para segurar o colateral que tínhamos no Morgan Stanley na época&#8221;, e que continua a fazer negócios com a firma.</p>
<p>Merrill, UBS e Swiss Re negaram-se a prestar comentários.</p>
<p>Durante o frenesi de transações em 17 de setembro, Mack havia começado a discutir uma fusão com o Wachovia Corp. Quatro dias depois, o Morgan Stanley alterou o curso, tornando-se uma holding bancária e ganhando maior acesso a recursos do governo. No mês passado, depois de captar US$ 9 bilhões do japonês Mitsubishi UFJ Financial Group, o Morgan recebeu US$ 10 bilhões do governo americano.</p>
<p>O Morgan Stanley precisa agora revisar sua estratégia para lidar com um ambiente avesso a risco e com a supervisão mais rígida do governo que acompanha a condição de holding bancária. Este mês, o banco anunciou que demitiria 2.300 empregados, ou 5% do total.</p>
<p>O custo de segurar sua dívida caiu. Ontem sua ação subiu 33,13% e fechou a US$ 13,38.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/anatomia-do-panico-com-o-morgan-stanley/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Efeito &#8220;Obama&#8221; nos prêmios literários franceses?</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/efeito-obama-nos-premios-literarios-franceses/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/efeito-obama-nos-premios-literarios-franceses/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 21:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Atiq Rahimi]]></category>
		<category><![CDATA[Delanoë]]></category>
		<category><![CDATA[FRANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Martine Aubry]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[Prix Goncourt]]></category>
		<category><![CDATA[prix Renaudot]]></category>
		<category><![CDATA[Sarkozy]]></category>
		<category><![CDATA[Ségolène]]></category>
		<category><![CDATA[Tierno Monénembo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/efeito-obama-nos-premios-literarios-franceses/</guid>
		<description><![CDATA[


 
©H.Bamberger. D.R. Atiq Rahimi


por Suzanne Lehn
“The Obama effect,” the new set phrase for change French-style, from economics to sports to nearly every area of life, is shaking up the literary as well as the political communities. Whatever the agenda displayed by those concerned, diversity – meant as the contrary of discrimination in jobs, society, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="post" id="full-entry">
<div class="entry" id="home-entry">
<h3>
<div align="center"> <img src="http://bibliobs.nouvelobs.com/files/BibliObs.com/rahimi_%28c%29H.Bamberger.D.R..jpg" alt="rahimi_(c)H.Bamberger.D.R..jpg" title="rahimi_(c)H.Bamberger.D.R..jpg" width="369" height="245" /><em><font size="1"><br />
<a href="http://bibliobs.nouvelobs.com/atiq-rahimi">©H.Bamberger. D.R. Atiq Rahimi</a></font></em></div>
</h3>
<h4></h4>
<p style="background-color: #ffff99"><font size="4"><strong><a href="http://voiceswithoutvotes.org/author/suzanne/" title="Posts by Suzanne Lehn">por Suzanne Lehn</a></strong></font></p>
<p>“The Obama effect,” the new set phrase for change French-style, from economics to sports to nearly every area of life, is shaking up the literary as well as the political communities. Whatever the agenda displayed by those concerned, diversity – meant as the contrary of discrimination in jobs, society, politics, etc… &#8211; seems, if not to be moving quickly, then at least to have sped up recently.Take the world of literary prizes, the season of which is at its height every November, after the yearly – and plentiful – start of the literary calendar. It is often caricatured as a combat area for a few market-leader publishing houses. On the same day, Nov. 10th, to everybody&#8217;s approval, the prestigious <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Goncourt_Prize">Goncourt Prize</a> was awarded to Afghan writer <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Atiq_Rahimi">Atiq Rahimi</a> (Fr) for his first French-written novel , «Syngué Sabour» («Stone of Patience»), while the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Renaudot_Prize">Renaudot Prize</a> went to veteran Guinean novelist <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tierno_Mon%C3%A9nembo">Tierno Monénembo</a> for his book «Roi de Kahel».</div>
<div class="entry" id="home-entry"><em>Le grand journal</em>, the “daily of French-speaking people in Mexico”, <a href="http://www.legrandjournal.com.mx/culture-people/prix-litteraires-goncourt-et-renaudotleffet-obama">comments</a> :</p>
<blockquote><p><em>Est-ce un effet Obama ? Les prix Goncourt et Renaudot ont été attribués à des auteurs marqués par la diversité de leurs origines et de leur culture. Ils couronnent un Franco-Afghan et un Guinéen. Tous deux s’expriment en exil sur la guerre et l’oppression.<br />
Pour Bertrand Visage, éditeur de Monénembo aux éditions du Seuil, « la littérature a précédé l’effet Obama. En effet, depuis dix ans, les jurés Renaudot ont joué la carte de la diversité et couronné trois auteurs d’origine africaine, Amadou Kourouma en 2000 et Alain Mabanckou en 2006. De leur côté, les Goncourt ont souvent ouvert la porte à des auteurs d’origine étrangère comme Andréï Makine et Jonathan Littell […]</em></p></blockquote>
<p>Is it an Obama effect ? The Goncourt and Renaudot prizes have been awarded to writers characterized by the diversity of their origins and culture. They reward a French-Afghan and a Guinean. Both express themselves in exile on war and oppression.<br />
For Bertrand Visage, Monénembo&#8217;s publisher at Editions du Seuil, «literature was ahead of the Obama effect. The Renaudot board has indeed played for ten years the diversity card and awarded three African native writers, Amadou Kourouma in 2000 and Alain Mabanckou in 2006. For their part, the Goncourt [board] often opened the door to writers from foreign origins, as Andréï Makine and Jonathan Littell […]</p></div>
<p><em>Destin de l&#8217;Afrique</em> analyzing the book, the context, and the author&#8217;s biography, <a href="http://www.destindelafrique.com/L-ecrivain-guineen-Tierno-Monenembo-prime-Le-jury-Renaudot,-protecteur-des-lettres-africaines_a3444.html">wonders</a> :</p>
<blockquote><p><em>Faut-il y voir une reconnaissance (tardive) de la créativité des plumes ‘noires’ ou s’agit-il un simple effet Obama, comme s’est interrogé un critique français ?</em></p></blockquote>
<p>[…] Does that show a (belated) acknowledgement of the creativity of «black» pens, or is it only a matter of Obama effect, as a french literary critic was wondering ? […]<br />
Chantal Serrière <a href="http://chantalserriere.blog.lemonde.fr/2008/11/11/le-roi-de-kahel-de-tierno-monembo-couronne-par-le-renaudot/">voices her enthusiasm</a> in her blog,  <em>Ecritures du Monde</em>, at <em>Le Monde</em> :</p>
<blockquote><p><em>Un vent plus léger venu d&#8217;ailleurs souffle sur les prix littéraires, cuvée 2008. Soudain, on respire mieux. L&#8217;écriture se partage donc! D&#8217;un continent à l&#8217;autre! D&#8217;aucuns parleront d&#8217;effet Obama. Comme s&#8217;il s&#8217;agissait d&#8217;un phénomène de mode. Peut-être. Peut-être aussi s&#8217;avérait-il imposible de ne pas reconnaître enfin qu&#8217;on écrit en français, quelles que soient les origines de l&#8217;auteur, à Paris et même hors de l&#8217;hexagone. Bravo au jury du Renaudot pour ce choix!</em></p></blockquote>
<p>A lighter breeze from abroad is blowing on the literary prizes, 2008 vintage. All of a sudden, you breathe again ! So writing can be shared ! From a continent to another ! Some will speak of an Obama effect. Maybe. Maybe it was also impossible not to at last acknowledge that [people] write in French, whatever the origins of the author, in Paris and even outside of the Hexagon. Congratulations to the Renaudot jury for their pick!<br />
More about Atiq Rahimi <a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/le-goncourt-2008-vu-par-ariane-chemin-deux-ou-trois-choses-que-je-sais-datiq-rahimi/">here</a>.</p>
<p>President Sarkozy was not outdone, and appointed a Cameroon-native prefect: in <em>Fred-lille</em>&#8217;s <a href="http://www.lepost.fr/article/2008/11/12/1323214_effet-obama-nicolas-sarkozy-nomme-un-prefet-noir.html">words</a> :</p>
<blockquote><p><em>Nouveau préfet des Alpes-de-Haute-Provence, Pierre N&#8217;Gahane est le dernier en date des hauts fonctionnaires issus de la diversité et promus par le président.</em></p></blockquote>
<p>The new prefect in the Alpes de Haute Provence [department], Pierre N&#8217;Gahane is the latest high-ranking civil servant stemming from diversity and upgraded by the President.<br />
Asked whether this appointment was aroused by the Obama effect, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mich%C3%A8le_Alliot-Marie">Minister of the Interior Michèle Alliot-Marie</a> answered: “It means no more than acknowledging the qualities of a man who already exercised prefect duties.” [he was not yet a head of department, but was in charge of promoting equality of opportunities in nearby Bouches du Rhône department]</p>
<p>Political parties are all taking their stand in this new competition, claiming they did not just wait for Obama to jump on the scene to give minorities the visibility they deserve. This kind of competition led <em>lowblogging</em> to <a href="http://lowblogging.fr/?p=696">make fun</a> of the current <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/French_Socialist_Party">French Socialist Party</a>&#8217;s leadership warfare:</p>
<blockquote><p><em>Bertrand Delanoë et Martine Aubry n’ont cessé de le répéter au micro des journalistes ces trois derniers jours : la France aurait tout à gagner à suivre la voie ouverte par les Américains qui ont accordé leurs voix à Barack Obama. Pour trancher avec une classe politique française assez monochrome, Bertrand Delanoë et Martine Aubry auront tout loisir de mettre en accord leurs vœux pieux avec leurs actes en votant pour Ségolène Royal au Congrès de Reims. Née à Dakar en 1953, Ségolène Royal deviendrait ainsi la première Africaine de l’histoire à accéder au poste de premier secrétaire du Parti socialiste. His-to-ri-que ! His-to-ri-que ! His-to-ri-que !</em></p></blockquote>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Delano%C3%AB">Bertrand Delanoë</a> and <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Martine_Aubry">Martine Aubry</a> constantly said it again in front of the jounalists&#8217; mikes during the three last days : It would be France&#8217;s best advantage to follow the road which was opened by the US people who gave their votes to Barack Obama. To contrast sharply with a rather monochromatic political class, Bertrand Delanoë and Martine Aubry will have all the leisure to put their pious hopes in harmony with their action by voting for <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9gol%C3%A8ne_Royal">Ségolène Royal</a> at the Reims Party&#8217;s Conference. Born in Dakar in 1953, Ségolène Royal would become this way the first African woman in history stepping to the position of First Secretary of the Socialist Party. His-to-ric! His-to-ric! His-to-ric!</p>
<p>And finally, let&#8217;s speak hope, with the <a href="http://www.lecran.org/">CRAN</a> (Fr) (Conseil représentatif des associations noires de France), an organization federating French black associations, according to <em><a href="http://www.yanndarc.com/article-24635418.html">YannDarc</a></em>:</p>
<blockquote><p><em>FIERE de ses métissages (sic), la France, pays des Lumières et patrie des droits de l’homme, aura-t-elle un jour son Barack Obama au sommet du pouvoir ? Patrick Lozès, président du Conseil représentatif des associations noires de France (Cran) reçu hier à l’Elysée par le chef de cabinet de Nicolas Sarlozy pour demander que les élections européennes et régionales en 2009 et 2010 ne soient pas des scrutins « monocolores » , y croit.</em></p></blockquote>
<p>PROUD of her mixed origins (sic), will France, country of Enlightment and motherland of Human Rights, have some day its own Barack Obama on the top of power? Patrick Lozes, President of CRAN, who was met yesterday by the head of Nicolas Sarkozy&#8217;s private staff to ask for 2009 European and Regional elections not being monochrome polls, believes so.<br />
[…]</p>
<blockquote><p><em>Un Manifeste pour l’égalité réelle, initié par Yazid Sabeg, enfant d’immigré devenu industriel, signé par des responsables politiques de droite comme de gauche et soutenu par Carla Bruni-Sarkozy, propose, depuis ce week-end, de lancer un « Grenelle de la diversité ». Et vite, histoire de surfer sur la victoire d’Obama qui a suscité de l’espoir auprès de millions de citoyens bien décidés à saisir l’occasion de se montrer enfin.</em></p></blockquote>
<p>A Manifesto for a real equality, started by Yazid Sabeg, a son of an immigrant turned manufacturer, signed by political right as awell as left wing officials, and supported by Carla Bruni-Sarkozy, has suggested since this week-end to launch a «Grenelle for diversity.» And quickly so, just to surf on Obama&#8217;s victory, which aroused hope among millions of citizens who are quite determined to seize the opportunity of asserting themselves.</p>
<p>Well, let&#8217;s hope this «Grenelle of diversity» (as a reference to the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grenelle_Agreements">Grenelle agreements</a> which put an end to the May 1968 upheavals) will be luckier than the current «<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grenelle_de_l%27environnement">Grenelle of environment</a>», a great package of good resolutions in danger of getting mired in the global economic crisis.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/efeito-obama-nos-premios-literarios-franceses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reportagem sobre problemas da saúde no norte de Minas na final do Prêmio Esso</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 18:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[ambulâncias]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Esso]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[PSF]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/</guid>
		<description><![CDATA[

Luiz Ribeiro jornalista na final do Esso

Reportagem sobre as dificuldades de acesso dos moradores de Mirabela (Norte de Minas) aos serviços de saúde e a suspeita de envolvimento da prefeitura local com a Máfia dos Sanguessugas está entre as finalistas do Prêmio Esso de Jornalismo 2008. A matéria do jornalista Luiz Ribeiro fez parte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/8486/" rel="attachment wp-att-8486" title="luiz_ribeiro.jpg"></a></p>
<div align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/8486/" rel="attachment wp-att-8486" title="luiz_ribeiro.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/luiz_ribeiro.jpg" alt="luiz_ribeiro.jpg" width="551" height="416" /></a><font size="1"><em><br />
Luiz Ribeiro jornalista na final do Esso<br />
</em></font></div>
<p>Reportagem sobre as dificuldades de acesso dos moradores de Mirabela (Norte de Minas) aos serviços de saúde e a suspeita de envolvimento da prefeitura local com a Máfia dos Sanguessugas está entre as finalistas do Prêmio Esso de Jornalismo 2008. A matéria do jornalista Luiz Ribeiro fez parte de uma série publicada pelo jornal Estado de Minas, intitulada “Sangria na Saúde”, que revelou as irregularidades e desvios de recursos na saúde em todas as regiões brasileiras, com base em relatórios da Controladoria-Geral da  União (CGU).  A entrega do Prêmio está marcada para o dia 9 de dezembro, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. A série “Sangria da Saúde” já garantiu pelo menos menção honrosa.</p>
<p>Em sua reportagem, o jornalista norte-mineiro mostrou que alguns moradores da zona rural de Mirabela eram obrigados a pagar até 15 reais a um vereador para ter direito de ser transportado em ambulância do município. A quantia era cobrada a título de “ajuda” para pagar o combustível.</p>
<p>Mirabela é um dos municípios mais pobres da região Norte de Minas Gerais, fica a 500 km de Belo Horizonte e tem 12,8 mil habitantes. Uma fiscalização realizada por auditores da Controladoria Geral da União (CGU) no município apontou indícios de superfaturamento e de conluio na compra de ambulância pela prefeitura junto à Planam, uma das empresas envolvidas com a chamada Máfia das Ambulâncias ou Máfia das Sanguessugas. O relatório da CGU chamou a atenção de Luiz Ribeiro, que percorreu o município atrás de moradores dispostos a falar sobre a precariedade do setor de saúde. Descobriu que a Prefeitura de Mirabela pagou R$ 76 mil por uma ambulância, e que o valor era R$ 10,8 mil superior ao preço de mercado. A Prefeitura nega o superfaturamento e diz ter havido apenas “uma diferença de preço”. A  reportagem mostrou ainda as dificuldades para o acesso o atendimento médico, a falta de cobertura de comunidades rurais por parte das equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) e falta de profissionais em postos de saúde.</p>
<p>Não é a primeira vez que uma reportagem de Luiz Ribeiro se destaca no cenário nacional.. O repórter do Estado de Minas em Montes Claros já ganhou mais de vinte prêmios – individual e em equipe. Neste ano, esteve entre os ganhadores do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo e do Prêmio Sebrae de Jornalismo. Jornalista de texto primoroso, Ribeiro sempre dá ênfase às questões sociais em suas reportagens.</p>
<p>Publicada pelo Estado de Minas no período de 24 a 29 de agosto, a série “Sangria na Saúde” foi uma das maiores reportagens investigativas produzidas pelo jornalismo brasileiro. Um grupo de repórteres do Estado de Minas – liderado pelos jornalistas Alana Rizzo, Maria Clara Prates e Thiago Herdy &#8211;  analisou 1.341 relatórios da CGU relativos ao mesmo número de cidades visitados pelos auditores do órgão federal. As equipes do jornal estiveram em 11 municípios das cinco regiões brasileiras para observar de perto as irregularidades detectadas pela Controladoria-Geral da União e saber que providências foram tomadas. Uma das cidades inspecionadas foi Mirabela, onde os auditores da CGU constataram diversos problemas no acesso da população aos serviços de saúde.</p>
<p><strong>O QUE É O PREMIO ESSO</strong></p>
<p>O Prêmio Esso de Jornalismo é um programa institucional da Esso Brasileira de Petróleo, empresa com mais de 95 anos de presença no Brasil.</p>
<p>Desde 1955, o Prêmio Esso vem promovendo o reconhecimento do mérito dos profissionais de Imprensa através da indicação e escolha dos melhores trabalhos publicados em jornais e revistas, segundo o julgamento de comissões independentes formadas exclusivamente por jornalistas e especialistas da área de Comunicação. E desde 2001, vem distinguindo também o melhor trabalho de jornalismo em televisão, com a concessão do Prêmio Esso de Telejornalismo. Na edição 2008, foram inscritos 1.182 trabalhos, sendo 533 reportagens e séries de reportagens.</p>
<p>Luiz Ribeiro já ganhou o Prêmio Esso Regional Centro-Oeste de Jornalismo em 2001, como membro da equipe que publicou uma série de reportagens sobre os super salários dos deputados estaduais mineiros, também publicada pelo jornal Estado de Minas.</p>
<p>Em 2006, o jornalista norte-mineiro contribuiu com a série de reportagens sobre a “Máfia dos Sanguessugas”, que também foi finalista do Esso e ganhou vários outros prêmios nacionais e internacionais. Além de Mirabela, outros municípios do Norte de Minas adquiriram veículos do esquema das ambulâncias: Januária e Bonito de Minas.</p>
<p>O Norte de Minas conta com três jornalistas ganhadores do Prêmio Esso de Jornalismo: Fialho Pacheco, já falecido, Paulo Narciso e Luiz Ribeiro. Fialho Pacheco foi um dos maiores vencedores da história do prêmio – ganhou cinco vezes -. Paulo Narciso conquistou a premiação duas vezes.</p>
<p>Fonte Fábio Oliva</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/reportagem-sobre-problemas-da-saude-no-norte-de-minas-na-final-do-premio-esso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Argentina: &#8220;Dominó&#8221; ganó el Martín Fierro de Cable al Mejor programa Económico</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/argentina-domino-gano-el-martin-fierro-de-cable-al-mejor-programa-economico/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/argentina-domino-gano-el-martin-fierro-de-cable-al-mejor-programa-economico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 18:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MÍDIA]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio de Turris]]></category>
		<category><![CDATA[APTRA]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Dominó]]></category>
		<category><![CDATA[Ismael Bermúdez]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[mídia Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio Martin Fierro]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/argentina-domino-gano-el-martin-fierro-de-cable-al-mejor-programa-economico/</guid>
		<description><![CDATA[


Infobae.com
El ciclo conducido por Ismael Bermúdez y Antonio de Turris se llevó la estatuilla otorgada por APTRA en la Sociedad Rural Argentina
Dominó, el programa de economía conducido por Ismael Bermúdez y Antonio de Turris por América 24 ganó el Martín Fierro al Mejor Programa Económico de la Televisión por Cable. El ciclo es producido periodísticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/argentina-domino-gano-el-martin-fierro-de-cable-al-mejor-programa-economico/8475/" rel="attachment wp-att-8475" title="martin_fierro_bermudez.jpg"></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/11/martin_fierro_bermudez.jpg" alt="martin_fierro_bermudez.jpg" /></div>
<p></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Infobae.com</strong></p>
<p>El ciclo conducido por Ismael Bermúdez y Antonio de Turris se llevó la estatuilla otorgada por APTRA en la Sociedad Rural Argentina</p>
<p>Dominó, el programa de economía conducido por Ismael Bermúdez y Antonio de Turris por América 24 ganó el Martín Fierro al Mejor Programa Económico de la Televisión por Cable. El ciclo es producido periodísticamente por Karina Solano.</p>
<p>El ciclo, que se emite todos los domingos a las 19, recibió la estatuilla otorgada por APTRA en la ceremonia que se realizó en el Salón Tango Palace de la Sociedad Rural.</p>
<p>La fiesta fue conducida por José María Listorti y Gabriela Sobrado y premió a los mejores programas, conductores y periodistas de la televisión por cable de nuestro país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/argentina-domino-gano-el-martin-fierro-de-cable-al-mejor-programa-economico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>País lidera Brics em tecnologia</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/pais-lidera-brics-em-tecnologia/</link>
		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/pais-lidera-brics-em-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 13:19:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[computadores]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/pais-lidera-brics-em-tecnologia/</guid>
		<description><![CDATA[ Estudo da IDC mostra que Brasil investe mais do que outros emergentes, inclusive a China

Renato Cruz &#8211; O Estado de São Paulo
No ano passado, a subsidiária brasileira da HP resolveu encomendar um estudo sobre o Brasil para a consultoria americana IDC. A idéia era mostrar para a matriz e para clientes internacionais as oportunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="4"> Estudo da IDC mostra que Brasil investe mais do que outros emergentes, inclusive a China</font></p>
<p align="center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/pais-lidera-brics-em-tecnologia/6918/" rel="attachment wp-att-6918" title="tecnologia.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/08/tecnologia.jpg" alt="tecnologia.jpg" /></a></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Renato Cruz &#8211; O Estado de São Paulo</strong></p>
<p>No ano passado, a subsidiária brasileira da HP resolveu encomendar um estudo sobre o Brasil para a consultoria americana IDC. A idéia era mostrar para a matriz e para clientes internacionais as oportunidades que existiam no País, quando comparado a outros emergentes. &#8220;Naquela época, existia uma tremenda discussão se o Brasil fazia sentido, ou se o B dos Brics tinha morrido&#8221;, diz Denoel Eller, diretor de Marketing e Alianças da HP. &#8220;A HP vinha investindo no Brasil, mas menos do que nos outros Brics. Havia uma imagem de que o País não estava crescendo, que tinha violência e instabilidade.&#8221;</p>
<p>No meio do caminho, enquanto o estudo era feito, a situação mudou. Em 2007, foram vendidos 10,7 milhões de microcomputadores no País, o que tornou o Brasil o quinto maior mercado de PCs do mundo. A expectativa é que ele se torne o terceiro maior até 2010, atrás somente da China e dos Estados Unidos. Um exemplo da mudança foi o interesse da imprensa internacional em relação ao País.</p>
<p>Neste ano, o atual presidente da subsidiária brasileira, Mário Anseloni, visitou a matriz, nos EUA, e teve de dar uma entrevista coletiva para os americanos. &#8220;Eles acabaram surpresos ao saber, por exemplo, que o mercado brasileiro de software e serviços de tecnologia é maior que o de equipamentos&#8221;, conta Eller.</p>
<p>O estudo da IDC mostrou que, entre os Brics, o Brasil só perde para a China no volume de investimentos em tecnologia. Quando se analisa, porém, o total de investimentos como porcentual do Produto Interno Bruto (PIB), o Brasil está à frente, sendo o único entre os emergentes com gastos maiores que 2% do PIB. &#8220;Isso coloca o Brasil ao lado de países como Japão, França e Alemanha&#8221;, afirma Roberto Gutierrez, diretor de Consultoria da IDC Brasil.</p>
<p>O mercado de tecnologia no País deve crescer três vezes mais que o PIB nos próximos quatro anos, a maior taxa entre os Brics. O da China, por exemplo, deve aumentar 1,43 vez em relação à economia em geral. O estudo da IDC também mostrou que o Brasil está em uma situação melhor no que diz respeito à estabilidade e à liberdade econômica. Como resultado, a HP conseguiu da matriz a contratação de 800 pessoas para o setor de serviços.</p>
<p>A mudança na imagem do Brasil fez com que a fabricante de computadores Dell nomeasse o brasileiro Fernando Loureiro diretor global de Mercados Emergentes, há cerca de um ano e meio. A divisão não existia e foi criada como uma das cinco iniciativas mundiais da empresa para acelerar o crescimento. O executivo continua sediado no Brasil, de onde comanda a divisão. &#8220;Pouquíssimos países receberam destaques em todos os relatórios da Dell nos últimos trimestres, como foi o caso do Brasil&#8221;, afirma Loureiro.</p>
<p>A situação atual contrasta bastante com o que acontecia há cinco ou seis anos, quando o mercado de PCs era pequeno e dominado pelos chamados fabricantes cinzas, que sonegam impostos e usam peças contrabandeadas. O corte de impostos federais, o câmbio favorável, o avanço do financiamento e a melhora da situação econômica mudaram a situação. &#8220;Em 2002, chegamos a pensar em deixar o País&#8221;, diz o diretor da Dell.</p>
<p>A Dell, que prosperou com um modelo de venda direta de computadores, começou a ir para o varejo, e o mercado brasileiro foi um dos pioneiros no movimento. &#8220;Fizemos uma série de ações fortes com varejistas como o Wal-Mart e o Ponto Frio&#8221;, explica Loureiro.</p>
<p>Outra empresa que recebe reflexos positivos do aumento na venda de PCs é a Microsoft. Em julho, o Brasil ganhou um prêmio da corporação como a melhor subsidiária de países emergentes. A redução do chamado mercado cinza levou a uma queda na pirataria de software, que beneficiou a Microsoft.</p>
<p>Além do crescimento do mercado, a diretora de Marketing e Negócios da companhia, Paula Bellizia, afirma que a Microsoft Brasil tem obtido bons resultados por causa de suas estratégias de aumento dos escritórios regionais, do número de empresas-parceiras e de profissionais treinados em suas tecnologias.</p>
<p>&#8220;No último ano, abrimos oito escritórios regionais no Brasil, chegando a 13 escritórios&#8221;, diz a executiva. &#8220;Ainda existe um potencial de crescimento muito grande no Brasil, tanto em tecnologia quanto em educação.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/08/pais-lidera-brics-em-tecnologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
