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	<title>Blog do Favre &#187; prevenção</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>&#8220;Gestão&#8221; Kassab: o resumo da incompetência</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 12:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar e ler


Esta estampado na capa do Jornal da Tarde (JT) de hoje. Kassab cortou verbas para os piscinões e canalização de córregos. Mesmo assim, do dinheiro previsto que era de R$5,7 milhões, só gastou R$1,5 milhões. O descaso com o problema é evidente.
Qual foi a resposta de Kassab, após passar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><em>Clique na imagem para ampliar e ler</em></div>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/kassab_piscinao.jpg" title="kassab_piscinao.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/kassab_piscinao.jpg" title="kassab_piscinao.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/kassab_piscinao.jpg" alt="kassab_piscinao.jpg" width="554" height="190" /></a></div>
<p><em>Esta estampado na capa do <strong>Jornal da Tarde (JT)</strong> de hoje. Kassab cortou verbas para os piscinões e canalização de córregos. Mesmo assim, do dinheiro previsto que era de R$5,7 milhões, só gastou R$1,5 milhões. O descaso com o problema é evidente.</em></p>
<p><em>Qual foi a resposta de Kassab, após passar o dia em Brasília enquanto a cidade virava o caos? &#8220;Nem todo o dinheiro do orçamento bastaria&#8221;, disse ele. A questão porem é outra: porque não foi utilizado o pouco dinheiro previsto? Porque tão poucos piscinões e córregos canalizados em mais de 4 anos? Porque o único mapeamento das áreas de risco remonta a 2003? porque aumentaram tanto os pontos de alagamento e enchentes nos últimos 4 anos? porque a prevenção funciona tão mal?</em></p>
<p><em>O impecável cabelo preto-acaju do prefeito teria seguramente ficado eriçado, se tivesse que responder concretamente a cada uma dessa perguntas. Os jornalista começaram a responder por ele, como mostra este artigo do <strong>JT</strong>. LF</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><font size="5"><strong>*** </strong></font></p>
<p><strong><font size="5">Contrato de piscinão foi cancelado</font></strong></p>
<p><strong><font size="5">Estrutura fica no córrego da Mooca, que deságua no Tamanduateí. Rio foi um dos que transbordou</font></strong></p>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Vitor Sorano, JT</strong></p>
<p>vitor.sorano@gruopoestado.com.br</p>
<p>O contrato para realização de projeto para construção de um piscinão na Vila Prudente, na zona leste, uma das áreas mais atingidas pela chuva de terça-feira, foi cancelado em setembro do ano passado pela gestão Kassab (DEM). A justificativa oficial é “inexecução total” por parte da empresa contratada, a Drenatec Engenharia. A Secretaria de Infraestrutura e Obras (Siurb), responsável pela obra, não comentou o caso.</p>
<p>O equipamento está previsto para ser instalado na região do Córrego da Mooca, que deságua no Rio Tamanduateí. Na enchente de anteontem, o rio transbordou. O piscinão é previsto para ser instalado na confluência das avenidas Jacindo Menezes Palhares e Luiz Inácio de Anhaia Mello. Os três pontos de alagamentos dessa via registrados anteontem ficam num raio de cerca de 2,5 km a 3,5 km dali, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE).</p>
<p>A vitória da Drenatec na licitação para fazer o projeto chegou a ser anunciada pela Prefeitura em maio. A empresa fechou um contrato de R$ 241.536,95, que incluía o projeto básico, um estudo de termo de referência e de vazão para a implantação do “reservatório de vazão ou amortecimento de cheias”. Segundo a publicação, feita no site da administração, “a área, como é de conhecimento, é um dos pontos da região que sofre com enchentes e alagamentos”.</p>
<p>A decisão de encerrar o contrato consta como “unilateral” no Diário Oficial em setembro. Em 20 de dezembro, foi publicado no Diário Oficial a aplicação de uma multa de R$ 6.038,42 à Drenatec por “inexecução” do contrato.</p>
<p>A Drenatec, por meio de um representante que pediu para não ter seu nome revelado, confirmou ter feito o pedido. “Normalmente não fazemos só o projeto básico. Fazemos o básico mais o executivo. Vamos recorrer da multa, mas esse valor não muda nada no giro da empresa”, afirmou.<br />
<strong><br />
Obras emergenciais</strong></p>
<p>A verba para a execução do serviço sairia de uma rubrica denominada “Projetos Hidráulicos”, da Siurb, que incluem piscinões e canalização de córregos. Em 2008, o orçamento para esses serviços começou com R$ 8,6 milhões.</p>
<p>No segundo semestre, porém, remanejamentos de parte dessa verba para outras áreas &#8211; inclusive obras emergenciais antienchente &#8211; reduziram o valor disponível para R$ 5,7 milhões.</p>
<p>Desse total, foram empenhados (tiveram despesa programada) 42%, ou R$ 2,5 milhões. O valor liquidado (efetivamente gasto), chegou a R$ 1,5 milhão. A assessoria da Prefeitura de São Paulo enviou uma lista de 30 projetos com os recursos empenhados. A assessoria de imprensa afirma que essa verba e os serviços não são as únicas intervenções. A lista, afirmou, é parcial e há um número “muito maior” na Siurb. Para este ano, a rubrica prevê R$ 7,4 milhões, dos quais R$ 371 mil foram empenhados e R$ 27,5 mil liquidados. A verba não liquidada em um ano é repassada ao próximo .</p>
<p><strong><br />
CORTE</strong></p>
<p><strong>1,5 milhão de reais<br />
foi o valor gasto dos R$ 8,6 mi previstos a projetos hidráulicos </strong></p>
<p><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/enchentes_jt.jpg" title="enchentes_jt.jpg"></a></p>
<div style="text-align: center"><a href="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/enchentes_jt.jpg" title="enchentes_jt.jpg"><img src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/03/enchentes_jt.jpg" alt="enchentes_jt.jpg" width="555" height="417" /></a></div>
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		<title>Beber todos os dias aumenta risco de câncer de pâncreas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 17:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beber todos os dias aumenta risco de câncer de pâncreas   Estudo com mais de 860 mil pessoas, o maior já realizado, mostra relação entre o consumo diário de álcool e o tumor
Um dos mais letais, o câncer pancreático representa 2% de todos os tipos de tumor no Brasil e responde por 4% das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><strong>Beber todos os dias aumenta risco de câncer de pâncreas </strong></font>  <strong>Estudo com mais de 860 mil pessoas, o maior já realizado, mostra relação entre o consumo diário de álcool e o tumor</p>
<p>Um dos mais letais, o câncer pancreático representa 2% de todos os tipos de tumor no Brasil e responde por 4% das mortes por câncer</strong></p>
<p><img src="http://www.antidrogas.com.br/img_artigos/alcoolcancer.jpg" alt="http://www.antidrogas.com.br/img_artigos/alcoolcancer.jpg" align="left" /></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/cancer-de-pancreas/images/cance-de-pancreas.jpg" alt="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/cancer-de-pancreas/images/cance-de-pancreas.jpg" width="390" height="258" /></div>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>CLÁUDIA COLLUCCI E </strong><strong>RACHEL BOTELHO &#8211; FOLHA SP</strong></p>
<p><font size="-1">DA REPORTAGEM LOCAL</font></p>
<p>O consumo diário de duas ou mais doses de bebida alcoólica aumenta em 22% o risco de desenvolver câncer de pâncreas, revela uma revisão de 14 estudos científicos que envolveram 862.664 pessoas. Entre a mulheres, o risco cresce a partir de uma dose por dia.<br />
O trabalho, publicado ontem em jornal da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, é o maior já feito mostrando a relação entre dieta e câncer pancreático. O tabagismo é outro importante fator de risco. Fumantes têm o triplo de chances de desenvolver o tumor.<br />
O câncer de pâncreas, um dos mais letais, é a quarta principal causa de morte por câncer no mundo. A sobrevida média, em cinco anos, é de apenas 5%. No Brasil, ele representa 2% de todos os tipos de tumor, sendo responsável por 4% do total de mortes por câncer.<br />
Durante o estudo, os pesquisadores identificaram 2.187 pessoas que tiveram tumor no pâncreas. Elas foram comparadas com indivíduos que não bebiam. A conclusão foi que o risco de câncer aumenta a partir do consumo diário de 30 gramas ou mais de álcool (menos de duas latas de cerveja de 350 ml ou três taças de vinho). Não foi observada diferença quanto ao tipo de bebida consumida.<br />
Na avaliação do médico Felipe Coimbra, diretor do departamento de cirurgia abdominal do Hospital A.C. Camargo, o estudo é muito importante no sentido de reforçar o perigo do consumo crônico de álcool, que já estava relacionado a outros tumores, como o de esôfago.<br />
&#8220;Até então, não existia uma relação tão direta do consumo de álcool ao câncer de pâncreas. Assim como as pessoas devem evitar o fumo, diminuir o álcool pode ajudar na prevenção.&#8221;<br />
O cirurgião gastroenterologista Antonio Luiz Macedo, do hospital Albert Einstein, diz que é comum as pessoas exagerarem no consumo do álcool sob alegação de que a substância faz bem ao coração. &#8220;Muitas ultrapassam facilmente os 30 gramas diários.&#8221;<br />
O oncologista Antonio Carlos Buzaid, diretor-geral do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, afirma que o estudo corrobora uma forte suspeita de que o álcool esteja associado ao aparecimento de câncer, mas ele avalia que o aumento do risco seja pequeno. &#8220;O risco de câncer de pâncreas é tão pequeno que, se eu aumentar em 22% uma coisa pequena, ela continua pequena.&#8221;<br />
O problema do câncer pancreático é que 90% dos pacientes descobrem a doença em estágio avançado. &#8220;É um órgão que está no retroperitônio, atrás do intestino e do estômago e que os exames habituais podem não visualizá-lo adequadamente&#8221;, afirma Coimbra.<br />
Outro fator limitante, diz Buzaid, é que o tumor não manifesta sintomas iniciais. &#8220;Quando dá [sinais], está avançado.&#8221;</p>
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		<title>Suplementos vitamínicos são postos em xeque</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 18:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Betacaroteno e ácido fólico em doses altas podem ser prejudiciais



Por TARA PARKER-POPE &#8211; The New York Times &#8211; FOLHA SP
Desde que o Prêmio Nobel Linus Pauling defendeu o consumo de &#8220;megadoses&#8221; de nutrientes essenciais, 40 anos atrás, os EUA viraram consumidores fiéis de vitaminas. Hoje, cerca de metade dos adultos americanos usa algum tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://www.medicatusvinhedo.com.br/images/capsulas.jpg" alt="http://www.medicatusvinhedo.com.br/images/capsulas.jpg" /></div>
<table width="450" height="70">
<tr>
<td>
<hr size="2" noshade="noshade" /> <font size="4"><strong><em>Betacaroteno e ácido fólico em doses altas podem ser prejudiciais</em></strong></font><br />
<hr size="2" noshade="noshade" /></td>
</tr>
</table>
<p style="background-color: #ffff99"><strong>Por TARA PARKER-POPE</strong> &#8211; The New York Times &#8211; FOLHA SP</p>
<p>Desde que o Prêmio Nobel Linus Pauling defendeu o consumo de &#8220;megadoses&#8221; de nutrientes essenciais, 40 anos atrás, os EUA viraram consumidores fiéis de vitaminas. Hoje, cerca de metade dos adultos americanos usa algum tipo de suplemento nutricional, ao custo de US$ 23 bilhões por ano.<br />
Mas vale a pena ingerir tantas vitaminas? Vários estudos recentes não comprovaram que vitaminas adicionais, pelo menos na forma de cápsulas ou comprimidos, ajudem a prevenir doenças crônicas ou a prolongar a vida.<br />
A notícia mais recente a esse respeito é de 9 de fevereiro: estudo publicado no &#8220;The Archives of Internal Medicine&#8221; acompanhou oito anos de consumo de complexos multivitamínicos por 161 mil mulheres. Apesar de descobertas anteriores sugerirem que vitaminas reduzem o risco de males cardíacos e certos tipos de câncer, o estudo não constatou nenhum sinal disso. E, em outubro, um estudo com 35 mil homens jogou por terra as esperanças de que altas doses de vitamina E e selênio pudessem reduzir o risco de câncer de próstata.<br />
É claro que os consumidores estão regularmente sujeitos a notícias e estudos conflitantes sobre os benefícios das vitaminas. E, para a consternação de especialistas, as notícias sobre a ineficácia delas não parecem desanimá-los. &#8220;O público em geral ignora os resultados de testes benfeitos&#8221;, disse Eric Klein, presidente do Instituto Urológico e Renal Glickman, da Clínica Cleveland. &#8220;A crença das pessoas nos benefícios de vitaminas e nutrientes não é fundamentada pelos dados científicos disponíveis.&#8221;<br />
Todos precisam de vitaminas -nutrientes essenciais que o corpo não produz sozinho. A insuficiência de vitamina C, por exemplo, provoca escorbuto, e a insuficiência de vitamina D pode causar raquitismo. Mas uma dieta balanceada normalmente fornece um nível adequado desses nutrientes, e hoje muitos alimentos vêm reforçados com doses extras de vitaminas e minerais.<br />
De qualquer maneira, a maioria das pesquisas importantes sobre vitaminas feitas nos últimos anos vem focando não as deficiências, mas a possibilidade de altas doses de vitaminas poderem prevenir ou tratar doenças crônicas. Sabe-se que pessoas que comem muitas frutas e verduras ricas em nutrientes apresentam índices mais baixos de doenças cardíacas e câncer, mas não estava claro se a ingestão de altas doses dos mesmos nutrientes no formato de comprimidos pode resultar em benefícios semelhantes.<br />
Um editorial de janeiro do &#8220;Journal of the National Cancer Institute&#8221; observou que a maioria dos estudos não demonstrou nenhum efeito das vitaminas na prevenção do câncer -com poucas exceções, como a descoberta de que a ingestão de cálcio parece reduzir em 15% a recorrência de pólipos pré-cancerosos no cólon.<br />
Mas alguns estudos também apontaram danos inesperados ligados à ingestão de vitaminas, entre elas o betacaroteno. Em 2007, o &#8220;Journal of the American Medical Association&#8221; revisou os índices de mortalidade em testes aleatórios de suplementos de antioxidantes. Em 47 testes realizados com 181 mil participantes, o índice de mortalidade foi 5% mais alto entre os consumidores de antioxidantes. Os principais culpados foram a vitamina A, o betacaroteno e a vitamina E.<br />
Cientistas suspeitam que os benefícios de uma dieta saudável decorrem do consumo da fruta ou verdura inteira, não apenas das vitaminas individuais. &#8220;Talvez não haja um componente único das folhas verdes que seja responsável pelos benefícios à saúde&#8221;, disse Peter H. Gann, diretor de pesquisas do departamento de patologia da Universidade de Illinois em Chicago. &#8220;Por que adotamos uma abordagem reducionista, tirando uma ou duas substâncias químicas e administrando-as isoladamente?&#8221;</p>
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		<title>EUA indicam remédio para prevenir câncer de próstata</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 19:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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 Usada para tratar calvície, finasterida reduz em 25% o risco de tumor maligno
Recomendação se apoia em estudo com 18.882 homens; especialistas se dividem sobre o uso da droga, que pode gerar disfunção sexual
AMARÍLIS LAGE &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) e a Associação Americana de Urologia (AUA) divulgaram no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://dicasgratis666.files.wordpress.com/2008/08/finasterida.jpg" alt="http://dicasgratis666.files.wordpress.com/2008/08/finasterida.jpg" width="126" height="267" /><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/41381000/gif/_41381365_prostate_cancer.gif" alt="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/41381000/gif/_41381365_prostate_cancer.gif" width="375" height="270" /></div>
<p><strong> Usada para tratar calvície, finasterida reduz em 25% o risco de tumor maligno</strong></p>
<p><strong>Recomendação se apoia em estudo com 18.882 homens; especialistas se dividem sobre o uso da droga, que pode gerar disfunção sexual</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">AMARÍLIS LAGE &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>A Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco) e a Associação Americana de Urologia (AUA) divulgaram no dia 24 a primeira recomendação de um remédio para a prevenção do câncer de próstata.</p>
<p>A orientação prevê que homens saudáveis usem finasterida para prevenir esse tipo de tumor -procedimento que a Asco definiu como &#8220;quimioprevenção&#8221;. O remédio já é utilizado atualmente no tratamento da calvície e do crescimento benigno da próstata.</p>
<p>A recomendação tem como base o PCPT (Prostate Cancer Prevention Trial), estudo realizado nos Estados Unidos e no Canadá com 18.882 homens com idade acima de 55 anos e sem sinal de câncer de próstata.</p>
<p>Durante sete anos, parte dos participantes tomou finasterida e parte, placebo. Constatou-se que o uso do remédio reduziu em cerca de 25% o aparecimento do câncer.</p>
<p>O resultado, porém, foi acompanhado de uma polêmica: aparentemente, os homens que tomaram finasterida e tiveram câncer de próstata apresentavam tumores mais agressivos. Estudos posteriores mostraram que, como esses participantes tinham a próstata reduzida pela finasterida, era mais fácil encontrar nas biópsias deles tumores agressivos. Além disso, os pesquisadores relataram que esses tumores eram detectados antes no grupo que tomou o remédio do que no grupo que recebeu placebo.</p>
<p>&#8220;O tempo mostrou que a finasterida deixa essas células com uma aparência mais &#8220;feia&#8221;, mas é só uma alteração morfológica, elas não ficam mais agressivas. Houve uma polêmica que dividiu os médicos, mas ela vai acabar. Se a AUA adotou essa recomendação, é porque as evidências a favor da finasterida são muito fortes&#8221;, avalia o urologista Miguel Srougi, professor titular da USP.</p>
<p>Mas, para outros especialistas, ainda há algumas perguntas em aberto. &#8220;Uma delas é: a finasterida só evita o câncer mais leve, e não o mais agressivo? Outra: qual o resultado da finasterida depois de sete anos? Há indício de que, após esse período, a proteção diminua&#8221;, afirma Stênio de Cássio Zequi, cirurgião pélvico do Hospital do Câncer A.C.Camargo.</p>
<p>O urologista Carlos Eduardo Corradi, chefe do departamento de uro-oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), considera a recomendação norte-americana precoce. &#8220;Estudos com o câncer de próstata demoram muitos anos para apresentar resultados e o PCPT não teve a conclusão final ainda. A gente não sabe o que pode acontecer a longo prazo.&#8221;</p>
<p><strong><br />
Desvantagens</strong></p>
<p>As entidades norte-americanas recomendam que homens que já tomam finasterida e aqueles que têm PSA total até 3 conversem com seus médicos sobre os prós e contras de tomar o medicamento a longo prazo. No Brasil, o PSA total é considerado saudável até 2,5, mas isso varia de acordo com outros fatores, como o tamanho da próstata do paciente e o índice de PSA livre.</p>
<p>Uma desvantagem do remédio é que ele pode gerar disfunção sexual e crescimento da mama. De acordo com Zequi, esses efeitos costumam atingir cerca de 3% dos pacientes.</p>
<p>Para os especialistas ouvidos pela Folha, o uso do medicamento deve ser indicado para homens que integrem grupos de risco. Ter um parente de primeiro grau com a doença eleva em duas vezes o risco de desenvolver câncer de próstata. Além disso, a incidência da doença parece ser maior em negros, de acordo com Srougi.</p>
<p>Ele ressalta que, atualmente, os urologistas não têm à disposição nenhum outro método preventivo para o câncer de próstata. Há alguns anos, acreditou-se que o licopeno (substância que confere a cor vermelha do tomate), o selênio e a vitamina E teriam um efeito protetor, mas levantamentos recentes mostraram que ainda não há evidências suficientes nesse sentido.</p>
<p>Procurado pela reportagem, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta pesquisas que não tenham tido participação do corpo clínico do órgão.</p>
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		<title>“Bom de cama é quem usa camisinha”</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 21:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Casos de Aids entre mulheres com mais de 50 anos triplicam. 
Governo faz campanha no carnaval com o lema &#8220;bom de cama é quem usa camisinha&#8221;
Portal O Globo
RIO &#8211; Às vésperas do carnaval, o Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira uma nova campanha de combate à Aids que terá como foco as mulheres acima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5">Casos de Aids entre mulheres com mais de 50 anos triplicam. </font></strong></p>
<p><font size="5"><strong>Governo faz campanha no carnaval com o lema &#8220;bom de cama é quem usa camisinha&#8221;</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Portal O Globo</p>
<p><img src="http://www.paraibanews.com/v2008/wp-content/uploads/2008/01/aids.jpg" alt="aids.jpg" align="left" />RIO &#8211; Às vésperas do carnaval, o Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira uma nova campanha de combate à Aids que terá como foco as mulheres acima de 50 anos, que não costumam usar preservativos nem nas relações eventuais. A decisão de priorizar as mulheres nessa faixa etária se deve ao aumento da contaminação nesse grupo. Nos últimos dez anos, o número de mulheres com mais de 50 anos que contraiu a doença triplicou, de acordo com dados do governo. Além disso, segundo uma pesquisa do ministério, 72% das mulheres nesta faixa etária não usam camisinha nas relações com parceiros casuais.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">Os jovens já cresceram com essa preocupação de prevenção contra a Aids, enquanto as mulheres mais velhas não estão acostumadas</span><span class="fch">&#8220;</span></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- É quase uma questão cultural. Os jovens já cresceram com essa preocupação de prevenção contra a Aids, enquanto as mulheres mais velhas não estão acostumadas &#8211; disse a jornalistas o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao destacar que a maioria das mulheres infectadas tem relações matrimoniais estáveis.</p>
<p>Em 1996, havia 3,7 casos de Aids em cada grupo de 100 mil mulheres com mais de 50 anos, enquanto em 2006 a incidência subiu para 11,6 casos da doença.</p>
<p>Temporão afirmou ainda que a campanha também terá como foco secundário os homens brasileiros.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><em><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">O machismo ainda é forte no Brasil, e é o homem quem dita as normas e impõe o padrão de comportamento</span><span class="fch">&#8220;</span></em></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- O machismo ainda é forte no Brasil, e é o homem quem dita as normas e impõe o padrão de comportamento &#8211; afirmou.</p>
<p>- A ideia é colocar a mulher como um ator fundamental da relação sexual e não em um papel secundário. Queremos uma democratização da questão sexual &#8211; acrescentou.</p>
<p>A campanha será veiculada nas principais cadeias de rádio e TV do Brasil a partir desta sexta-feira, uma semana antes do início do carnaval, e a peça publicitária batizada de &#8220;Bloco da Mulher Madura&#8221; é protagonizada por mulheres com mais de 50 anos que alertam para a necessidade do uso da camisinha.</p>
<p>- É um erro achar que as mulheres com mais de 50 anos jogam peteca ou baralho. Elas continuam fazendo sexo &#8211; declarou o ministro.</p>
<p>O ministério também vai reforçar durante o Carnaval a distribuição de preservativos em todo país. Além dos 45 milhões de camisinhas distribuídos mensalmente, mais 10 milhões de preservativos serão disponibilizados durante a folia.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 630 mil pessoas no Brasil teriam HIV, mas 255 mil delas desconhecem que são portadores do vírus da Aids.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><font size="5"><em><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">Eles rezam e oram, e nós trabalhamos contra a doença</span><span class="fch">&#8220;</span></em></font></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- A doença no Brasil está estabilizada e, nos últimos anos, o ganho na sobrevida e na qualidade de vida foi excepcional &#8211; avaliou Temporão, que não espera mais atritos com a Igreja Católica com a nova campanha anti-Aids.</p>
<p>- Eles rezam e oram, e nós trabalhamos contra a doença &#8211; ironizou o ministro, que no início de seu mandato já teve atritos com a Igreja.</p>
<p><strong>Temporão rebate críticas sobre compra de gel lubrificante</strong></p>
<p>O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, rebateu as críticas sobre a   <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/02/03/governo-gasta-1-1-mi-em-gel-para-reduzir-risco-de-contaminacao-da-aids-por-sexo-anal-754254785.asp" target="_self">compra de gel lubrificante</a>pelo governo. Segundo ele, não houve aumento dos gastos destinados a essa iniciativa, implementada pelo governo federal desde 2001 e que faz parte da política de prevenção à aids.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><strong><em><font size="5"><span class="abr">&#8220;</span><span class="frs">É lamentável que setores retrógrados critiquem</span><span class="fch">&#8220;</span></font></em></strong></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>- É lamentável que setores retrógrados critiquem isso. Ao contrário do que muita gente, disse o ministério não gastou R$ 40 milhões na compra de gel lubrificante e sim R$ 1 milhão em 2008. Este número mantém o padrão dos outros anos. Vamos continuar comprando &#8211; afirmou Temporão, durante lançamento de campanha de prevenção à aids no carnaval de 2009.</p>
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		<title>FHC defende a descriminação da maconha</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/02/fhc-defende-a-descriminacao-da-maconha/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 14:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Ex-presidente diz que política somente de repressão &#8221;não resolve&#8221; e &#8221;é preciso outras ações&#8221;
Felipe Werneck &#8211; O Estado de SP
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu ontem a descriminação da posse de maconha para consumo pessoal na abertura da 3ª Reunião da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. A proposta está no documento da comissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Ex-presidente diz que política somente de repressão &#8221;não resolve&#8221; e &#8221;é preciso outras ações&#8221;</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Felipe Werneck &#8211; O Estado de SP</p>
<p>O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu ontem a descriminação da posse de maconha para consumo pessoal na abertura da 3ª Reunião da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia. A proposta está no documento da comissão que será apresentado aos governos da região e à Organização das Nações Unidas (ONU), cujo título é Rumo a Uma Mudança de Paradigma.</p>
<p>Fernando Henrique disse que o objetivo é abrir o debate para &#8220;acabar com um tabu&#8221;. &#8220;Essa história de guerra contra as drogas não resolve. É preciso ter outras ações que levem à redução da demanda&#8221;, declarou.</p>
<p>Para a comissão, a proposta de descriminação da maconha deve ser avaliada &#8220;sob o prisma da mais avançada ciência médica&#8221;. O grupo também propõe que o consumo de drogas seja tratado como questão de saúde pública e a redução do consumo por meio de ações de informação e prevenção. Criada pelos ex-presidentes Fernando Henrique, César Gaviria (Colômbia) e Ernesto Zedillo (México), a comissão é integrada por 17 pessoas, entre elas o escritor peruano Mario Vargas Llosa e o brasileiro Paulo Coelho.</p>
<p>&#8220;Fomos capazes de reduzir drasticamente o tabaco. Por que não a maconha?&#8221; Nas 12 páginas do documento apresentado ontem não há menção aos direitos humanos, muitas vezes ignorados na chamada guerra contra as drogas. Indagado por um jornalista sobre isso, Fernando Henrique reconheceu a falha. Sobre as ações tomadas em relação ao tema durante seu governo, citou a criação, em 1998, da Secretaria Nacional Antidrogas (Sead) e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que investiga lavagem de dinheiro. Fernando Henrique disse acreditar que a posição atual do governo brasileiro seja semelhante à da comissão, de que é preciso dar mais atenção à prevenção.</p>
<p>O ex-presidente disse que não gosta de maconha. &#8220;Tenho tranquilidade para falar porque não fumo nem cigarro. Mesmo com bebida. Meu pai era militar e só comecei a tomar vinho depois que casei.&#8221;</p>
<p>Ele disse que candidatos não deveriam ser punidos porque fumam maconha ou bebem cachaça. &#8220;Vamos supor que algum candidato tenha fumado maconha. Qual é o problema? E quantos tomam cachaça? Qual é o problema?&#8221;, declarou. &#8220;Quando começaram a falar do presidente Lula, eu dei meu testemunho. Conheço o Lula há muitos anos e nunca vi ele bêbado. Tomar cachaça todo trabalhador toma. É crime isso? Não. Diminui a capacidade de exercer o poder? Não.&#8221;</p>
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		<title>Confiança no parceiro é principal motivo para dispensar camisinha</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 21:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Estudo mostra que razão é citada mesmo por quem tem parceiros eventuais
FLÁVIA MANTOVANI &#8211; FOLHA SP
DA REPORTAGEM LOCAL
A confiança no parceiro é a principal razão para deixar de usar camisinha mesmo quando se trata de sexo casual, revela estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.
Foram ouvidas 79.075 pessoas que procuraram os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" width="480" height="385"><param name="height" value="385" /><param name="width" value="480" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WnZdfJsgSTM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><embed type="application/x-shockwave-flash" height="385" width="480" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" src="http://www.youtube.com/v/WnZdfJsgSTM&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b"></embed></object></div>
<p><strong>Estudo mostra que razão é citada mesmo por quem tem parceiros eventuais</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">FLÁVIA MANTOVANI &#8211; FOLHA SP</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL<br />
A confiança no parceiro é a principal razão para deixar de usar camisinha mesmo quando se trata de sexo casual, revela estudo inédito da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.</p>
<p>Foram ouvidas 79.075 pessoas que procuraram os Centros de Aconselhamento e Testagem para fazer o exame de HIV entre 2000 e 2007 e afirmaram não ter usado preservativo. Do total, 43,68% apontaram essa razão para deixar a camisinha de lado. Nesse grupo, 23,5% disseram ter tido relações com parceiros eventuais.</p>
<p>&#8220;Ainda é muito difícil conscientizar sobre o uso da camisinha. Há pessoas que deixam de usá-la porque confiam no parceiro, mas depois buscam um teste de HIV, o que mostra que podem ter refletido melhor&#8221;, diz Maria Clara Gianna, diretora do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids.</p>
<p>Ela diz que o que preocupa não é o fato de ter parceiros eventuais, mas de confiar neles a ponto de dispensar a prevenção. &#8220;Tanto em caso de parceria fixa quanto eventual, a confiança deve ser bastante avaliada.&#8221;</p>
<p>Se um casal estável decidir parar de usar o preservativo, o melhor é que faça o teste de HIV. &#8220;Fazer o exame é importante, mas não é suficiente, já que ele pode cair no período da janela imunológica&#8221;, pondera Gianna. Trata-se do intervalo entre a infecção pelo vírus e a detecção de anticorpos pelos exames. Esse tempo, no qual pode haver resultado falso-negativo, é de duas a oito semanas, mas pode se prolongar.</p>
<p>Para aumentar a segurança, a psicóloga Maria Cristina Antunes, pesquisadora do Nepaids (Núcleo de Estudo para a Prevenção da Aids), da USP (Universidade de São Paulo), recomenda refazer o exame três meses depois, mas diz que não se pode dispensar a chance de infidelidade. &#8220;De acordo com estudos, cerca de 45% da população brasileira já foi infiel. A camisinha é a melhor proteção&#8221;, afirma.</p>
<p>Não gostar da camisinha foi a segunda razão mais citada para deixá-la de lado. Uma dica para reduzir o desconforto é passar lubrificante por dentro e por fora do acessório, diz Antunes.</p>
<p>Falta de informação é o terceiro item no ranking de &#8220;desculpas&#8221;. &#8220;Mesmo com todas as campanhas existentes, ainda há esse problema. Precisamos continuar falando sempre a respeito&#8221;, diz Gianna.</p>
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		<title>Programa de aids começa a estagnar</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 11:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na opinião de especialistas, epidemia tem novas características que exigem mudança, principalmente na prevenção
Lígia Formenti, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP
Após sucessivos elogios recebidos no cenário internacional, o Programa Nacional de DST-Aids começa a dar sinais de estagnação. Indicadores importantes, como número de casos novos e taxa de mortalidade, praticamente não mudaram nos últimos cinco anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na opinião de especialistas, epidemia tem novas características que exigem mudança, principalmente na prevenção</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99" class="fonte">Lígia Formenti, BRASÍLIA &#8211; O Estado SP</p>
<p>Após sucessivos elogios recebidos no cenário internacional, o Programa Nacional de DST-Aids começa a dar sinais de estagnação. Indicadores importantes, como número de casos novos e taxa de mortalidade, praticamente não mudaram nos últimos cinco anos. Os índices de transmissão da mãe para o bebê durante a gravidez caíram, mas não como era esperado pelo próprio governo.</p>
<p>Além disso, com o aumento de casos no Norte e Nordeste entre homossexuais jovens e pessoas com mais de 50 anos, a epidemia adquiriu novas características, o que exige mudança na forma de atuação, principalmente na área de prevenção.</p>
<p>&#8220;O quadro é bastante preocupante, mas o que vemos é apenas comemoração&#8221;, afirma Mário Scheffer, da organização não-governamental Pela Vidda. Todos os dias , 97 pessoas se contaminam com o HIV, vírus da aids, e outras 30 morrem por causa da doença. &#8220;É como se um ônibus caísse do despenhadeiro diariamente e ninguém se importasse.&#8221;</p>
<p>Para Scheffer, os números estampam a necessidade de o programa fazer uma autocrítica, perceber o que não está dando certo e, nessas áreas, mudar a estratégia. &#8220;Mas o que vemos é o oposto. Há uma percepção coletiva de que tudo está maravilhoso, que temos o maior programa do mundo. Estamos vivendo de sofismas, não da realidade.&#8221;</p>
<p>O pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Alexandre Grangeiro diz que os dados divulgados no último boletim, em novembro, estampam uma lista de desafios que precisam ser enfrentados. Grangeiro, que já foi coordenador do programa nacional, observa que o País hoje apresenta não uma, mas várias epidemias de aids. Nas Regiões Sudeste, Sul e na faixa litorânea, há uma epidemia mais antiga e estabilizada, com queda do número de soropositivos usuários de drogas e um aumento dos casos entre gays jovens. No Norte e Nordeste, existe uma epidemia bem mais recente, formada principalmente por transmissão heterossexual. &#8220;Isso exige a adoção de estratégias diferenciadas na prevenção e na melhoria da qualidade do atendimento.&#8221;</p>
<p>O que preocupa nos Estados do Norte é a combinação de alguns fatores &#8211; menor tendência ao uso de preservativos, iniciação sexual precoce, menos interesse pelo teste para detectar o HIV. Todas características que dificultam a prevenção e o acesso mais rápido ao tratamento. Talvez por isso a Região Norte apresente uma tendência de aumento nos índices de mortalidade. &#8220;Com a interiorização da aids, o País enfrenta outro problema, que é a desigualdade na qualidade dos serviços, a dificuldade no acesso ao tratamento. Isso precisa ser solucionado&#8221;, avalia a coordenadora da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), Cristina Pimenta.</p>
<p>Grangeiro aponta ainda outros dois pontos que precisam ser melhorados: quantidade de pessoas testadas para o HIV e o acesso a tratamento para gestantes contaminadas. &#8220;Muito se fala que a aids somente será controlada com a vacina. No caso das gestantes, o tratamento existente é uma forma de vacina, algo que previne a infecção do feto em quase 98% dos casos. Mesmo assim, o País continua registrando, todos os anos, uma triste marca de contaminações em bebês.&#8221;</p>
<p>O pesquisador da USP acredita que os maiores desafios estão em áreas que dependem de ações governamentais gerais. &#8220;Sem infraestrutura adequada nos serviços, não há como garantir diagnóstico precoce. Sem pré-natal de qualidade, não há como se certificar de que a gestante não é portadora do vírus, não há como ofertar tratamento adequado antiaids para o bebê. A qualidade das ações acaba esbarrando nos problemas gerais.&#8221;</p>
<p><strong>PREVENÇÃO</strong></p>
<p>A estimativa é de que 46% dos pacientes cheguem aos serviços em estágio adiantado da doença. Com isso, o efeito dos remédios antiaids será limitado. &#8220;Há muito o que melhorar nesta área&#8221;, diz Grangeiro. O infectologista Caio Rosenthal tem avaliação semelhante. &#8220;O programa melhorou muito, há avanços inegáveis. Mas em alguns pontos é possível avançar mais, como no diagnóstico precoce.&#8221; O infectologista Celso Ramos concorda: &#8220;É preciso mudar a cultura, tornar o teste mais disponível em toda a rede. &#8220;</p>
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		<title>A nova superbactéria</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2008/11/a-nova-superbacteria/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Caption: Scanning electron microscope image of A. baumannii, with maps of its genome (outer circle) and alien island sequences (inner circle – red).
Credit: Courtesy of J.Carr/CDC; T.Gianoulis and D.Massa/Yale
Comunidade internacional divulga alerta para infecções resistentes a remédios
Normalmente encontrada no solo e na água, uma perigosa e resistente bactéria se alastra por hospitais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">  <em><font size="1"><img src="http://www.eurekalert.org/multimedia/pub/web/3307_web.jpg" border="0" /></font></em></p>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<p align="center"><em><font size="1"><strong>Caption:</strong> Scanning electron microscope image of A. baumannii, with maps of its genome (outer circle) and alien island sequences (inner circle – red).<br />
<strong>Credit:</strong> Courtesy of J.Carr/CDC; T.Gianoulis and D.Massa/Yale</font></em></p>
<p><strong>Comunidade internacional divulga alerta para infecções resistentes a remédios</strong></p>
<p>Normalmente encontrada no solo e na água, uma perigosa e resistente bactéria se alastra por hospitais de todo o mundo, inclusive do Brasil, alertaram especialistas em doenças infecciosas em artigo publicado esta semana na revista médica “The Lancet”. De acordo com os médicos, a Acinetobacter baumannii seria ainda mais ameaçadora do que a MRSA (uma variante muito resistente de Staphylococcus aureus) e a Clostridium difficile: ela já responde por pelo menos 30% das infecções hospitalares resistentes a drogas.</p>
<p>— Há um crescente aumento de infecções por A baumannii em vários hospitais em todo o mundo — afirmou, em entrevista à Reuters, Matthew Falagas, da Universidade de Tufts, em Boston, e do Instituo Alfa de Ciências Biomédicas, na Grécia, co-autor do artigo ao lado de Drosos Karageorgopoulos. — E são infecções muito difíceis de tratar porque as bactérias são resistentes à maioria dos medicamentos disponíveis.</p>
<p>Brasil já registrou casos de infecção</p>
<p>Especialistas em infecção hospitalar no Brasil já estão cientes da ameaça da bactéria e de sua presença em centros de saúde no país há algum tempo.</p>
<p>— Do mesmo modo que em outros países, não somente as Staphylococcus aureus resistentes à meticilina, conhecidos como MRSA, têm preocupado nossa comunidade médicocientífica.</p>
<p>Surtos de infecções hospitalares causadas por A. baumannii, sensíveis somente ao antibiótico colistina, têm sido descritos, há alguns anos, no Brasil — diz Agnes Marie Sá Figueiredo, diretora do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>De acordo com o artigo da “Lancet”, o papel da A. baumannii em graves infecções diagnosticadas em pacientes criticamente doentes é cada vez mais claro. “Esse patógeno está associado a surtos de infecção muito difíceis de serem controlados”, destaca o texto.</p>
<p>Alguns médicos estão lançando mão de uma classe de antibióticos conhecidos como polimixinas para combater a infecção.</p>
<p>Essas drogas não são usadas há 20 anos para esta finalidade, em parte por causa dos efeitos colaterais que apresentam, entre eles problemas renais. “Isso significa que os médicos precisam de novas drogas para combater a bactéria”, sustentou Falagas. “Mas a melhor arma para deter o avanço da A. baumannii ainda é lavar bem as mãos. Essa é a medida mais importante de prevenção para os que trabalham em hospitais.” Mas não apenas. A limpeza das instalações hospitalares e dos equipamentos utilizados é ainda mais importante, sustentam especialistas em infecções resistentes.</p>
<p>A A. baumannii compartilha muitas das piores características da MRSA e da Clostridium difficile, como a sobrevivência em superfícies secas e a resistência à maioria dos desinfetantes. A A. baumannii sobrevive na poeira e até na roupa de cama por meses.</p>
<p>Ela também pode ser transportada na pele de pessoas saudáveis. Tudo isso torna muito difícil a erradicação da bactéria depois que ela se instala em alguma instituição, explicam os especialistas, e revelam a importância da limpeza rigorosa na prevenção.</p>
<p>A A. baumannii provoca infecções sangüíneas e pneumonia, entre outros problemas.</p>
<p>Especialistas dizem que a bactéria não representa uma ameaça às pessoas saudáveis e que mesmo para as linhagens mais resistentes ainda existem drogas eficazes. No entanto, dizem, a questão é preocupante.</p>
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		<title>Inca: toque retal não é indicado como prevenção</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 19:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Instituto também desaconselha teste do PSA para próstata
Roberta Jansen &#8211; O GLOBO
A notícia é boa para os homens no Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata: o exame de toque retal e de dosagem de PSA não são recomendados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) como uma forma eficaz de reduzir a mortalidade causada [...]]]></description>
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<p><font size="4"><strong>Instituto também desaconselha teste do PSA para próstata</strong></font></p>
<p style="background-color: #ffff99">Roberta Jansen &#8211; O GLOBO</p>
<p>A notícia é boa para os homens no Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata: o exame de toque retal e de dosagem de PSA não são recomendados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) como uma forma eficaz de reduzir a mortalidade causada pelos tumores malignos. Ou seja, o instituto desaconselha que os exames sejam feitos periodicamente por homens que não apresentem sintomas.</p>
<p>A idéia de que os exames preventivos seriam eficazes na redução da mortalidade é bastante difundida e recomendada, inclusive, pela Sociedade Brasileira de Urologia. Mas o Inca, referência para os tratamentos e políticas públicas de câncer no país, garante que não há base científica para tal recomendação. A mesma posição é adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>— Acho que essa idéia foi construída por analogia com os cânceres em que o rastreamento leva à redução da mortalidade, como o de mama e colo de útero — afirmou a gerente da Divisão de Gestão da Rede Oncológica do Inca, Ana Ramalho. — Mas não existem evidências científicas de que o rastreamento para o câncer de próstata reduza a mortalidade causada pela doença. Estudos feitos desde a criação do teste do PSA vem mostrando que a mortalidade é a mesma.</p>
<p>Muitos tumores não evoluem para câncer</p>
<p>Isso ocorre, segundo a especialista, porque os tumores de próstata apresentam uma característica específica: embora sejam relativamente freqüentes em homens acima dos 50 anos, em boa parte dos casos não se desenvolvem.</p>
<p>— Mas no momento em que um tumor é descoberto num exame, tem que se tomar uma atitude porque não há como saber quais vão evoluir e quais não vão — explica Ana Ramalho. — Então, ocorre o que chamamos de sobretratamento em boa parte dos casos, estamos tratando algo que nunca ameaçaria a saúde daquela pessoa, que nunca se transformaria em doença.</p>
<p>Para as pessoas que quiserem fazer os exames, a recomendação do Inca é que o médico as informe sobre os benefícios e os riscos de tal decisão, já que o tratamento pode envolver radioterapia e cirurgia.</p>
<p>— As duas complicações mais freqüentes do tratamento são a incontinência urinária e a impotência sexual — lembrou a especialista.</p>
<p>O Inca recomenda a adoção de hábitos saudáveis na prevenção do câncer (não fumar, praticar exercícios físicos e ter uma alimentação balanceada) e a procura por um especialista se forem detectados sintomas como sangue na urina, necessidade freqüente de urinar, jato urinário fraco e dor ou queimação ao urinar.</p>
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