08/05/2009 - 19:38h PT congela pré-candidaturas a governos estaduais para não prejudicar alianças pró-Dilma

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GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília

O Diretório Nacional do PT decidiu nesta sexta-feira restringir os movimentos pré-eleitorais do partido nos Estados para evitar prejuízos à candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Palácio do Planalto. A cúpula petista proibiu o lançamento de pré-candidaturas aos governos estaduais até fevereiro de 2010 –quando será realizado congresso nacional do PT para oficializar o nome de Dilma como candidata do partido.

Resolução editada pelo Diretório Nacional do PT afirma que a “tática [do partido] será orientada para a vitória presidencial, submetendo a ela todos os processos estaduais”. Na prática, a decisão do diretório impede a realização de prévias ou outros movimentos nos Estados.

O presidente do PT, Ricardo Berzoini, disse que só vão estar autorizadas pré-candidaturas nos Estados onde houver consenso com os demais partidos da base aliada governista. “Nós só autorizaremos processos estaduais de escolha pelo voto, ou seja, prévias, encontros, qualquer processo onde haja votação, a partir do congresso nacional do PT. Por enquanto, iniciativas de articulação política estão autorizadas, mas se tiver mais do que uma candidatura que não tiver consenso, tem que ser obviamente deflagrado o processo após o congresso nacional do partido”, disse.

O documento também prevê que todas as decisões do partido nos Estados sejam submetidas à Executiva Nacional do PT –que vai dar a palavra final sobre alianças. O partido teme que eventuais coligações firmadas com partidos, como o PMDB, possam trazer prejuízos à candidatura de Dilma.

“A prioridade nossa é nacional, estamos abertos a discutir os processos em todos os Estados”, disse Berzoini. Segundo o presidente do PT, o partido “não quer um ambiente de insatisfação, mas o diretório nacional ter a capacidade de preservar o processo nacionalmente” na disputa pela presidência da República.

“O PT não vai ceder de mais ou de menos. O PT quer ganhar a eleição, crescer nos Estados. Não é só aliança com o PMDB, queremos fazer com o PSB, com o PC do B, com o PR, com o PP, com todos os partidos. Não é problema do PMDB. Mas a nossa preocupação não é criar situações para uniões com partidos aliados.”

Tarso

O ministro Tarso Genro (Justiça), por exemplo, já havia sinalizado a disposição de se lançar candidato ao governo do Rio Grande do Sul –embora o PMDB no Estado também esteja disposto a lançar José Fogaça na disputa.

O PT estadual há havia agendado a realização de prévias em agosto para a definição do candidato da legenda no Rio Grande do Sul, mas Berzoini disse que elas ficam automaticamente canceladas após a resolução do partido.

“Obviamente, o diretório do PT do Rio Grande do Sul terá que se reunir para adaptar sua estratégia a essa resolução. Não estão autorizados [a realizar prévias]“, afirmou.

O deputado Geraldo Magela (PT-DF), que pretende disputar o governo do Distrito Federal, disse que a ordem foi clara para que cada Estado esteja subordinado ao comando da legenda. “Eu submeto os meus desejos, sonhos e angústias ao projeto de ganhar as eleições presidenciais. Acho que isso deveria ser uma posição de todos, inclusive do ministro da Justiça”, afirmou Magela.

07/03/2009 - 09:30h Aliados de Serra querem ‘empurrar’ prévias


 

Jornal da Tarde

Diante da pressão do governador mineiro Aécio Neves pela realização de prévias no PSDB e das declarações de apoio ao método feitas por caciques do partido como o senador Tasso Jereissati, aliados do governador José Serra trabalham para “empurrar” para 2010 eventual disputa no voto para definir o candidato tucano à Presidência. A articulação “bate de frente” com o desejo de Aécio, que quer resposta sobre a realização de prévias até o fim deste mês.

O mineiro ainda defende que as prévias sejam realizadas no segundo semestre, a fim de que o partido tenha mais tempo para trabalhar a candidatura do escolhido. Outros tucanos citam as viagens da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), como fator catalisador da definição do PSDB.

Para o deputado Arnaldo Madeira, porém, se as prévias forem realizadas, deverão ser feitas só em abril do ano que vem – mês de desincompatibilização dos candidatos que têm cargo no Executivo, caso de Aécio e Serra. “Esse é assunto para 2010. Devagar com o andor: eleição se ganha nos últimos três meses (de campanha)”.

O deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas acha que, se a decisão for feita agora, atrapalha os governadores, que serão vistos como candidatos. “Os governadores têm de se concentrar em combater a crise, que terá efeitos deletérios. Não tem cabimento mudar o enfoque”, afirmou Mendes Thame, presidente do PSDB paulista.

Para o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, “todos sabem que deve haver prévias, se não houver entendimento”. “Uns são mais a favor, outros menos.”

Homenagem a Serra em MG

Em meio à disputa, Serra deverá ser agraciado com o título de cidadão honorário de Minas Gerais. Há pouco mais de um ano, a proposta do deputado estadual Sávio Souza Cruz (PMDB) foi aprovada na Assembleia. Mais de seis meses depois, foi sancionada por Aécio. Opositor do governador, Cruz não esconde o caráter provocativo da ideia. “Já que o governador Aécio propôs a Serra que eles caminhem juntos pelo País, tive uma ideia: quem sabe eles não iniciam essa peregrinação por Minas, com a entrega do título’.

18/02/2009 - 13:02h Prévias acirram mal-estar entre Serra e Aécio

Após Sérgio Guerra declarar que Serra deu aval a disputa interna, governador paulista diz que discussão é um “belo factóide”

FHC teria concordado com a realização da consulta; sigla perguntará ao TSE se é possível que não-filiados ao partido também escolham

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CATIA SEABRA DA REPORTAGEM LOCAL E ANDREZA MATAIS DA SUCURSAL DE BRASÍLIA- FOLHA SP

O debate sobre a conveniência de realização de prévias no PSDB acirrou ontem o mal-estar entre os governadores de São Paulo, José Serra, e o de Minas, Aécio Neves. Sob pressão de Aécio, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou ter recebido o aval de Serra e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para submeter a voto a escolha do candidato do partido à sucessão presidencial.
Mas, condenando o que chamou de “mega-antecipação” do processo, Serra chamou de “factóide” a disseminação da ideia de que se opõe à disputa.
“Não sou, nunca fui e não serei contra prévias para escolhas de candidatos, quando não houver consenso sobre nomes. A ideia de que ele [Aécio] é a favor e eu contra prévias, é falsa, é um belo factóide”, reagiu Serra.
Serra disse que a precipitação da disputa “não faz bem para o país”: “Não estou falando como candidato nem pré-candidato a nada. Fui eleito governador no primeiro turno, o que nunca tinha acontecido em São Paulo. Estou no meio do mandato e a responsabilidade e o trabalho são imensos. A mega-antecipação do processo eleitoral, sobretudo num momento de crise, não faz bem ao país. Deixa as tarefas administrativas num segundo plano. Não entrarei nessa”, disse e acrescentou que cabe ao partido definir se faz prévias ou não e sobre a forma de fazê-lo.
Foi numa tentativa de aplacar a imagem negativa da disputa e por duvidar de um acordo interno que Guerra alegou que a prévia serviria de instrumento para rivalizar com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT.
“Falei com o Serra que a gente iria regulamentar as prévias e ele disse: “Toca isso aí, estou de acordo’”, afirmou Guerra ao relatar conversa que teve com o governador anteontem à noite.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) também teria concordado com a ideia. “É claro que a regulamentação é para termos as prévias”, disse Guerra.
Guerra argumenta que recebeu de Aécio, há três semanas, um pedido para que o partido regulamentasse as prévias.
Diante da concordância dos dois políticos, o senador disse que irá organizar o partido neste primeiro semestre visando a regulamentação das prévias, que podem ocorrer neste segundo semestre ou no ano que vem. Tudo irá depender do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Na consulta, o PSDB pergunta se pode durante as prévias fazer propaganda de rua. A aposta é que o TSE autorize.
E mais: se é possível que eleitores não-filiados ao partido também participem do processo de escolha. Na prática, seria colocar nas ruas a campanha sob o pretexto das prévias.
A Folha apurou com ministros do TSE e advogados que frequentam a Corte que há simpatia com relação aos pedidos do PSDB, embora haja jurisprudência em sentido contrário. O tribunal já deliberou há 16 anos que as prévias devem ser internas e o seu resultado confirmado pela convenção partidária.
“Vou estudar a fundo os termos da consulta. Eu simpatizo com a ideia das prévias, ela viabiliza o regime democrático”, afirmou o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto.

18/02/2009 - 12:45h Serra cede e aceita prévias para a escolha de candidato do PSDB em 2010

Silvia Costanti / Valor

Serra: governador sai da defensiva em que lhe colocou seu colega, Aécio Neves

Raymundo Costa, de Brasília – VALOR

O governador de São Paulo, José Serra, concordou com a realização de prévia partidária para a escolha do candidato do PSDB a presidente da República, nas eleições de 2010, conforme era reivindicado pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que disputa com ele a indicação dos tucanos à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão de Serra foi comunicada ao presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), na noite de anteontem, em jantar em São Paulo que reuniu também o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Além de concordar com a prévia, o governador disse que não pretende tratar de candidatura agora mas deixou claro que vai participar da primária tucana.

Com a decisão, Serra tira o discurso de Aécio, cuja defesa contundente das prévias deixou na defensiva o governador paulista. Serra também sinaliza para os integrantes do PSDB que não teme a disputa de uma eleição primária com Aécio, como insinuavam os adversários até do PT.

Antes de regulamentar quando e como serão as prévias, o PSDB quer ouvir o que tem a dizer o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto. Segundo apurou o Valor, a tendência do tribunal é dizer que se trata de matéria partidária, mas que a eleição não poderá ferir a legislação eleitoral. Ou seja, não pode comício em lugar aberto, outdoors ou arrecadação pelos candidatos.

A decisão do PSDB será tomada ainda neste ano, provavelmente no segundo semestre, segundo Guerra anunciou ontem. Mas talvez já em 30 de março os tucanos tenham material preliminar sobre as regras do jogo. Mas a consulta aos filiados do partido somente deve ser feita no ano da sucessão presidencial, em 2010.

Os tucanos querem esticar o prazo para a realização da prévia de modo a não correrem nenhum risco de ser acusados de infringir a legislação eleitoral, como fazer campanha antecipada, fora do prazo legal. Além disso, é sempre um tempo para permitir que Serra e Aécio possam chegar a algum tipo de entendimento sobre a candidatura.

No jantar, Sérgio Guerra falou sobre a determinação de Aécio no que se referia à realização das prévias. Além disso, explicou, o PSDB já havia tomado uma decisão sobre o assunto, o que Serra, aparentemente, desconhecia. Guerra então explicou que ao deixar a presidência do PSDB o senador Tasso Jereissati (CE), seu antecessor, deixara o projeto encaminhado, a partir de um amplo estudo feito pelo sociólogo Antonio Lavareda.

Em 2007, quando a Executiva Nacional tratou de prévias, não chegou a haver votação, mas foi consensual a adoção da proposta. Chegou-se inclusive à decisão de fazer testes nas eleições municipais de 2008, o que não chegou a ocorrer porque não houve nenhum confronto significativo entre tucanos, nas capitais. Houve um pequeno teste no Acre, num colégio de pouco mais de uma centena de eleitores.

Depois de ouvir a explicação, Serra disse que não se opunha a realização da prévia, que o partido tinha seu apoio para organizá-la e que era sua disposição disputar a eleição. “Eu vou concorrer”, disse Serra aos presentes.

Serra, no entanto, disse a Guerra e FHC que não lançaria sua candidatura a presidente agora, quando ainda tem uma agenda cheia para tratar no governo de São Paulo. Segundo Serra argumentou com os presentes, o importante para ele agora era combater os efeitos da crise em São Paulo e não sair pelos Estados fazendo campanha eleitoral para candidato a presidente.

“Estou procurando trabalhar para minimizar os efeitos da crise sobre a população do Estado de São Paulo e naquilo que São Paulo contribui para o resto do país”, disse o governador, segundo testemunho de presentes ao jantar feito ao Valor.

Os comentários feitos por Serra não deixam de ser uma estocada no governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que anunciou sua intenção de percorrer o país em campanha, a partir de março.

Depois de ouvir o relato de Guerra, o ex-presidente também concordou a realização das prévias: “Se o Aécio quer, tem o direito de postular”, foi a resposta de FHC, segundo um dos tucanos. Ao contrário de Serra, FHC defendia a antecipação da definição do candidato tucano.

O governador de São Paulo trabalha com outro tempo: se for ele o candidato escolhido e antecipar o processo eleitoral, acredita que vira alvo da oposição em São Paulo, precipita o processo de sucessão no Estado e passa a correr riscos legais, como o PSDB acredita que tem ocorrido com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

Os tucanos acham que a aprovação de Serra às prévias é uma saída honrosa tanto para ele quanto para o governador de Minas e o PSDB, pois retira do discurso do governador mineiro um eventual pretexto para ele deixar o partido. Mas existe a expectativa que Aécio crie novos fatos para tentar colocar Serra na defensiva.

15/02/2009 - 11:02h Aécio avisa a PSDB que exige prévias

Insatisfeito com cúpula do partido, governador estabelece até prazo para anúncio de primárias: 30 de março

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Christiane Samarco, BRASÍLIA – O Estado SP

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, comunicou ao PSDB que exige prévias e estabeleceu um prazo para que o partido regulamente o modelo das primárias tucanas: a data-limite é 30 de março e nem um dia a mais. Ele está preocupado com a resistência dos paulistas e se irritou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por conta da defesa da antecipação da escolha do nome tucano, sob a alegação de que a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), já está posta.

O que preocupa Aécio é que FHC reclamou do fato de o PT estar correndo sozinho, mas não falou em prévias para escolher o candidato da oposição. O governador entendeu que, se for para apressar a definição sem uma consulta ampla e democrática às instâncias partidárias, é porque o escolhido não será ele, e sim o governador paulista, José Serra. Nesse cenário, caso as primárias tucanas não saiam até março, estará explicitado o racha e o governador vai se considerar “liberado” para articular alternativas que o atendam no processo sucessório. No limite, admite até a hipótese de sair do partido.

O governador tem exposto sua estratégia em conversas reservadas e revelou-a ao presidente Lula na sexta-feira, 6 de fevereiro. Lula nunca acreditou que ele pudesse deixar o PSDB, mas levou o governador a sério e o estimulou a seguir adiante. O presidente também quer ter uma alternativa a Dilma, embora toda a aposta dele seja na ministra. A alternativa é cultivada com o interesse de rachar o PSDB – o que Lula não quer é que a sucessão dê em Serra.

GUINADA

O Planalto avalia que a candidatura Aécio tem potencial para dividir os tucanos a partir de São Paulo. O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP), por exemplo, diz que o PSDB “já virou um PMDB, só que de menor tamanho”. Refere-se ao velho PMDB, que, a partir do racha interno e da bandeira da ética na política, deu origem ao PSDB. Parte dos tucanos agora entoa discurso semelhante em São Paulo, por causa dos desentendimentos na sucessão da liderança da Câmara.

Aécio tem sinalizado que pode pegar este embalo para criar uma nova legenda com insatisfeitos do PSDB, do PMDB e de outros partidos, tanto de oposição como da base aliada ao governo. Mas é no PMDB que a movimentação do governador tem gerado maior expectativa.

Peemedebistas não perderam a esperança de vê-lo novamente filiado à legenda, percorrendo o caminho de volta 20 anos depois. As cúpulas da Câmara e do Senado estão convencidas de que, se Aécio entrar no jogo sucessório, mudará todo o cenário. A avaliação geral é que a “guinada” tornaria difícil prever até o impacto sobre as candidaturas de Dilma e Serra.

Nas conversas que teve semana passada, em Brasília, Aécio não deixou dúvidas de que levará “às últimas consequências” a decisão de se candidatar a presidente. “Ele saiu da Câmara turbinado pela excelente recepção que teve em praticamente todos os partidos”, resumiu o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), assim que o mineiro deixou o Congresso, na quarta-feira, para almoçar com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Com o senador, ele também foi explícito: disse que está disposto a “procurar um terceiro caminho”, firmando-se como opção fora da polarização entre Serra, representante dos governos FHC (1995-2002), e Dilma, símbolo dos governos Lula (2003-2010).

RISCO

Apesar do entusiasmo de peemedebistas com a possibilidade de transformar Aécio em candidato do partido ao Planalto em 2010, o governador considera esta opção de “alto risco”. Afinal, os próprios dirigentes do PMDB admitem nos bastidores que será difícil fechar todo o partido em torno de um candidato, ainda que este nome seja o do governador mineiro. O cenário mais provável seria o PMDB se dividir entre vários candidatos, como Serra, Dilma e Aécio.

Diante disso, o governador mineiro já se articula com caciques regionais do PMDB. A tática, neste caso, não é assegurar o apoio da maioria dos diretórios regionais para garantir o lançamento de sua candidatura pelo partido, e sim sondá-los sobre a eventual montagem de um palanque em torno de seu nome nos Estados. A ajuda do PMDB é preciosa para quem cogita alçar voo por uma nova legenda ou um partido pequeno.

É que o PMDB não é o único que está de olho em Aécio. O tucano também está muito próximo do PSB do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Por enquanto, o pré-candidato dos socialistas ao Planalto é o deputado Ciro Gomes (CE), mas setores do partido sonham em filiar Aécio ou, no mínimo, compor a chapa presidencial com o mineiro, caso ele saia candidato por outra legenda ou um novo partido.