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	<title>Blog do Favre &#187; produção</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Contagem regressiva para novo recorde</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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Negócios &#38; Cia &#8211; O Globo
Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" alt="http://portalmie.com/atualidade/wp-content/uploads/2008/11/foto1.jpg" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Negócios &amp; Cia &#8211; O Globo</span></h2>
<p>Nem o mais otimista dos executivos ousou prever que a indústria automobilística brasileira terminaria 2009 com novo recorde histórico. A julgar pelo comportamento das vendas na 1a semana de novembro, o setor terá ultrapassado, antes do fim do mês, o recorde de 2.820.381 de veículos emplacados de 2008. Até domingo, o número estava em 2.492.824, 6% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Poucos segmentos da economia, incluindo o próprio PIB, crescerão num ritmo tão forte. A previsão é fechar dezembro com 3,1 milhões de unidades. O setor começou 2009 nocauteado pela escassez do crédito.</p>
<p>Reagiu após um empurrão do governo, que reduziu o IPI e levou consumidores de volta às concessionárias. O benefício começou a ser retirado em outubro, com a gradual elevação das alíquotas até dezembro.</p>
<p>Mês passado, foram emplacados 294.466 veículos; em setembro, 308.718.</p>
<p>Este mês, a estimativa é de 280 mil. É um ótimo número, levando-se em conta que um modelo 1.0 já está pagando 3% de IPI, contra 1,5% em outubro e zero no mês anterior. As montadoras, em geral, estão operando em dois turnos para dar conta da demanda, que só não está melhor em razão da queda nas exportações. Em 2008, até a crise explodir, operavam em três turnos. Por isso, o nível de emprego não retornou ao nível anterior. Infelizmente, vai demorar a chegar lá.</p>
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		<title>País cresce a 9% ao ano no 3º trimestre</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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Consultorias atribuem taxa chinesa à recomposição de estoques e dizem que ritmo de crescimento vai cair




Márcia de Chiara &#8211; O Estado SP
A economia brasileira cresceu no terceiro trimestre deste ano em ritmo chinês, com taxa anualizada do Produto Interno Bruto (PIB) beirando 9%, apontam as projeções de várias consultorias independentes. O número oficial do desempenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
Consultorias atribuem taxa chinesa à recomposição de estoques e dizem que ritmo de crescimento vai cair</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.acemprol.com/download/file.php?id=9524" alt="http://www.acemprol.com/download/file.php?id=9524" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Márcia de Chiara &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A economia brasileira cresceu no terceiro trimestre deste ano em ritmo chinês, com taxa anualizada do Produto Interno Bruto (PIB) beirando 9%, apontam as projeções de várias consultorias independentes. O número oficial do desempenho do PIB do terceiro trimestre, medido pelo IBGE, será conhecido em 10 de dezembro. Para este trimestre, no entanto, a perspectiva é de arrefecimento do crescimento para uma taxa anualizada em torno de 6%.</p>
<p>&#8220;A taxa marginal de crescimento de 2,1% do PIB do terceiro trimestre que, anualizada, corresponde a 8,7%, não deve se repetir no quarto trimestre&#8221;, prevê o economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Segundo ele, o PIB do terceiro trimestre foi &#8220;inflado&#8221; pelo ajuste dos estoques.</p>
<p>Após a brusca freada na produção industrial no fim de 2008, os empresários da indústria não acreditavam numa recuperação tão rápida e cortaram a oferta. Passaram dois trimestres enxugando estoques. Mas, a partir do segundo trimestre, a economia começou a reagir.</p>
<p>No terceiro trimestre, diz Borges, a produção foi fortemente acelerada para recompor os estoques que eram, em alguns setores, insuficientes para atender à demanda. &#8220;Houve problemas de abastecimento nos eletrodomésticos da linha branca e nos carros, ambos setores que tiveram corte de impostos para incentivar as vendas&#8221;, lembra.</p>
<p>Fábio Silveira, sócio da RC Consultores, também projeta desaceleração de crescimento do PIB de 9% anualizado no terceiro trimestre para algo em torno de 6% neste trimestre. Ele atribui esse movimento à recomposição dos estoques queimados no primeiro semestre. Maurício Molon, economista-chefe do Banco Santander, acrescenta outro fator que está contribuindo para diminuir o ritmo de crescimento do PIB neste trimestre: o aumento das importações, favorecidas pelo dólar baixo. &#8220;O setor externo vai roubar o crescimento da economia.&#8221;</p>
<p>Além do aumento das importações, Bernardo Wjuniski, economista da Tendências Consultoria Integrada, acrescenta que a exportação ainda levará algum tempo para se recuperar plenamente. Esse é mais um fator que tira o ímpeto do crescimento nos próximos meses, já que a arrancada no terceiro trimestre resultou de um ajuste de estoques para cima, puxado pelo mercado interno.</p>
<p>Para 2010, as projeções das consultorias para o crescimento do PIB vão de 3,7% a 5,6%, sem pressões inflacionárias. &#8220;A inflação corrente é baixa e há ociosidade na indústria&#8221;, diz Silveira. Wjuniski acredita que o cenário é benigno para a inflação em 2010 e as pressões de preços podem ocorrer em 2011. Nas suas previsões, a produção industrial deve fechar 2009 com queda de 8% e crescer 8,7% em 2010.</p>
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		<title>Sondagem da FGV mostra que o crescimento da produção no fim do ano será o maior dos últimos dez anos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Produção superaquecida para o Natal




Márcia De Chiara &#8211; O Estado SP
A produção industrial prevista para o último trimestre deste ano está superaquecida, o que sinaliza um Natal forte e um início de 2010 acelerado nas fábricas. Metade das 1.065 empresas consultadas pela Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) planeja crescimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-large;">Produção superaquecida para o Natal</span></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-large wp-image-15579 aligncenter" title="Lula_noel" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Lula_noel-1023x516.jpg" alt="Lula_noel" width="554" height="279" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Márcia De Chiara &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A produção industrial prevista para o último trimestre deste ano está superaquecida, o que sinaliza um Natal forte e um início de 2010 acelerado nas fábricas. Metade das 1.065 empresas consultadas pela Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) planeja crescimento da produção entre outubro e dezembro e apenas 4,3% delas programam redução. É o menor índice de indústrias que vão cortar a produção no último trimestre do ano desde 1980, o início da série.</p>
<p>Dos 14 gêneros industriais pesquisados pela sondagem em outubro, todos estavam com a produção prevista para o último trimestre do ano acima da média de dez anos para esse período, um resultado inédito. &#8220;A produção de outubro costuma ser menor que a de setembro&#8221;, observa o coordenador técnico da pesquisa, Jorge Ferreira Braga. Mas, neste ano, os resultados contrariaram a regra.</p>
<p>Segundo o economista, dois fatores explicam a mudança no padrão. O primeiro deles é atraso na produção da indústria, que primeiro tratou de se livrar dos estoques excessivos para depois acelerar a produção. O segundo fator é a própria sinalização de crescimento vigoroso do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010, na casa de 5%, puxado pela demanda interna.</p>
<p>De setembro para outubro, o indicador de produção prevista para três meses, apurado pela FGV, descontadas as influências sazonais, cresceu 4,5%. O indicador leva em conta o saldo entre os porcentuais de empresas que apostam no aumento e na queda de produção.</p>
<p>Dos 14 gêneros pesquisados, 7 puxaram de forma acentuada o crescimento da produção prevista para o trimestre: minerais não metálicos, metalurgia, mecânica, material elétrico e de comunicações, material de transporte, têxtil e alimentos. Três desses gêneros atingiram o maior nível de produção prevista para três meses apurado pela FGV num mês de outubro.</p>
<p>Segundo a pesquisa, 57,4% das indústrias de minerais não metálicos, itens usados principalmente pela construção civil, acreditam que a demanda será maior até dezembro e só 3,2% delas, menor. A Eternit, por exemplo, fabricante de telhas e caixas d&#8221;água, trabalha com mais de 90% de uso da capacidade nas 5 fábricas. &#8220;Estamos praticamente sem estoques nas fábricas&#8221;, afirma o presidente da companhia, Elio A. Martins.</p>
<p>O empresário explica que o que o que está puxando atualmente a demanda por seus produtos é o consumo &#8220;formiga&#8221;. &#8220;É a autoconstrução, a reforma&#8221;, exemplifica. A população de baixa renda responde por 80% desse consumo. Segundo Martins, o quadro de abastecimento deve ficar mais apertado no ano que vem quando entrar em operação o programa habitacional do governo. Por isso, ele já estuda investimentos em aumento de produtividade.</p>
<p>A indústria mecânica, que inclui dos bens de capital que começam a reagir à linha branca (geladeiras e máquinas de lavar, por exemplo), é outro setor que está super otimista, com 58,1% das empresas planejando alta da produção no trimestre.</p>
<p>Beneficiadas pela prorrogação do corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os eletrodomésticos, os fabricantes da linha branca vão acelerar o ritmo das fábricas. A Mabe, dona das marcas GE e Dako, por exemplo, vai ampliar em 25% a produção no último trimestre deste ano em relação a 2008. &#8220;Com certeza, será o maior trimestre de vendas da companhia no Brasil&#8221;, afirma o presidente da companhia para o Mercosul, Patricio Mendizabal. Ele observa que &#8220;os estoques da empresa estão abaixo do adequado para encarar a temporada&#8221;.</p>
<p>Na concorrente Whirlpool, donas das marcas Brastemp e Consul, o otimismo se repete. O diretor de Relações Institucionais, Armando Ennes do Valle Júnior, diz que o crescimento da produção no último trimestre deste ano deve oscilar entre 13% 15% em relação a 2008, que foi uma base baixa por causa da crise. Na comparação com igual período de 2007, o acréscimo varia entre 8% e 9%. &#8220;Teremos um começo de ano aquecido&#8221;, prevê o executivo, lembrando a recuperação da renda, do emprego e da oferta de crédito.</p>
<p>Até o setor têxtil, tido como &#8220;patinho feio&#8221; da indústria por perder mercado para os importados, deu a volta por cima. A sondagem revela que 31,5% das empresas do setor planejam aumentar a produção no último trimestre deste ano. A Stenville Têxtil, por exemplo, trabalha hoje usando 100% da capacidade de produção da fábrica de Jundiaí (SP). &#8220;A reação da economia foi muito rápida&#8221;, afirma o sócio diretor, George Tomic. O motor da reação é a reposição de estoques no varejo e as boas perspectivas para 2010.</p>
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		<title>Produção de máquinas cresce 5,8%</title>
		<link>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/11/producao-de-maquinas-cresce-58/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 15:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bens de Capital]]></category>
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Em setembro, setor de bens de capital puxou a melhoria do desempenho geral da indústria, que avançou 0,8%
Jacqueline Farid e Alexandre Rodrigues, RIO &#8211; O Estado SP
A produção industrial do País aumentou 0,8% em setembro ante agosto e fechou o terceiro trimestre com alta de 4,1% ante período anterior, no melhor desempenho trimestral apurado desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://blog.empregosdeprimeira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/empregos0509cursopro1.jpg" alt="http://blog.empregosdeprimeira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/empregos0509cursopro1.jpg" width="555" height="377" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Em setembro, setor de bens de capital puxou a melhoria do desempenho geral da indústria, que avançou 0,8%</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Jacqueline Farid e Alexandre Rodrigues, RIO &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A produção industrial do País aumentou 0,8% em setembro ante agosto e fechou o terceiro trimestre com alta de 4,1% ante período anterior, no melhor desempenho trimestral apurado desde o fim de 2003. A reação da produção de bens de capital em setembro, um termômetro do desempenho dos investimentos, teve forte impacto nos resultados industriais do mês, como mostra pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Para a gerente de análise da coordenação de indústria do IBGE, Isabella Nunes, os resultados de setembro confirmam a continuidade da recuperação do setor industrial, com destaque para os bens de capital. Segundo ela, os estímulos governamentais e o aumento da confiança dos empresários garantiram a aceleração no crescimento desse segmento industrial.</p>
<p>A produção de bens de capital aumentou 5,8% em setembro ante agosto, bem acima da média da indústria e a sexta taxa positiva seguida ante mês anterior. Isabella observou que esse ritmo de crescimento foi bem superior em setembro, já que os resultados ante o mês anterior não ultrapassaram 0,7% em agosto e 1,6% em julho.</p>
<p>Os dados trimestrais confirmam a forte reação na produção de bens de capital. No terceiro trimestre, ante trimestre anterior, a produção aumentou 6,1%, o primeiro saldo positivo após três trimestres seguidos de queda. &#8220;Os resultados de bens de capital confirmam a recuperação crescente dos investimentos, estimulados pela reação, embora lenta, no uso da capacidade instalada e estímulos de governo, via crédito especial e desoneração de impostos.&#8221;</p>
<p>Analistas econômicos concordam que essa reação foi o principal destaque no desempenho da indústria em setembro. &#8220;O aumento da produção desses bens indica uma retomada dos investimentos&#8221;, avalia o analista da Tendências Consultoria, Bernardo Wjuniski.</p>
<p>O economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal, destaca a importância da expansão de bens de capital. &#8220;Achei um bom resultado (da indústria), pois foi amparado no setor de bens de capital, que é importante para abrir espaço para o crescimento.&#8221;</p>
<p>Mesmo com o impulso dos investimentos, a recuperação na margem da indústria em geral não foi suficiente para evitar a continuidade das quedas na produção ante iguais períodos do ano passado. Em setembro, na comparação com igual mês de 2008, houve queda de 7,8% e no terceiro trimestre, ante o mesmo trimestre do ano passado, o recuo foi de 8,3%. No ano, a indústria acumula queda de 11,6% e em 12 meses, de 10,3%.</p>
<p>NA CONTRAMÃO</p>
<p>Na contramão dos resultados dos bens de capital, a produção de bens de consumo duráveis (automóveis, eletrodomésticos), que vinha aumentando há oito meses consecutivos ante o mês anterior, caiu 1,1% em setembro. Para Isabella, a queda é pontual e reflete um recuo também pontual na produção de automóveis, por causa de paralisações de trabalhadores em empresas do setor.</p>
<p>A produção de bens de consumo semi e não duráveis (alimentos, remédios, vestuário) também registrou recuo, de 0,7%, em setembro ante agosto. De acordo com Isabella, essa queda teve forte impacto da produção de carburantes e da indústria farmacêutica, e também não altera uma tendência de crescimento dessa categoria. COLABOROU FLÁVIO LEONEL</p>
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		<item>
		<title>Uso da capacidade da indústria tem 8ª alta seguida. Índice medido pela FGV supera o resultado médio dos últimos dez anos</title>
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		<comments>http://blogdofavre.ig.com.br/2009/10/uso-da-capacidade-da-industria-tem-8%c2%aa-alta-seguida-indice-medido-pela-fgv-supera-o-resultado-medio-dos-ultimos-dez-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bens de Capital]]></category>
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		<category><![CDATA[desoneração]]></category>
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		<description><![CDATA[Isto indica que as fábricas devem acelerar a retomada dos investimentos
 

Márcia De Chiara &#8211; O Estado SP
Puxada pelo mercado interno, a indústria brasileira pisou fundo no acelerador neste mês. O uso da capacidade de produção das fábricas subiu pelo oitavo mês seguido e atingiu em outubro 82,9%. A marca supera a média dos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Isto indica que as fábricas devem acelerar a retomada dos investimentos</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-large;"><strong> </strong></span><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.fiec.org.br/portalv2/sites/fiec-onlinev2/files/images/fiec_online/industria.jpg" alt="http://www.fiec.org.br/portalv2/sites/fiec-onlinev2/files/images/fiec_online/industria.jpg" width="555" height="335" /></p>
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Márcia De Chiara &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Puxada pelo mercado interno, a indústria brasileira pisou fundo no acelerador neste mês. O uso da capacidade de produção das fábricas subiu pelo oitavo mês seguido e atingiu em outubro 82,9%. A marca supera a média dos últimos dez anos (82,2%) e empata com a média desde 2003, período recente de maior produção. Os números de uso da capacidade fazem parte do Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que atingiu neste mês 112,2 pontos, o maior nível desde setembro de 2008.</p>
<p>Em apenas três meses, de julho a outubro, o nível de utilização da capacidade instalada (Nuci)das 1.065 indústrias consultadas aumentou 3,1 pontos porcentuais. &#8220;É uma aceleração muito forte&#8221;, afirma o coordenador da pesquisa, Aloisio Campelo. Ele lembra que entre fevereiro e junho, em cinco meses, o acréscimo havia sido de apenas 2,2 pontos porcentuais. Com a rápida evolução da ocupação, a perspectiva é que o investimento na indústria volte antes do previsto. &#8220;O investimento volta nesta virada do ano&#8221;, prevê o economista.</p>
<p>Apesar da arrancada, o indicador de uso da capacidade de outubro de 82,9% está abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado (85,3%). &#8220;Não existe uma explosão do Nuci, ainda há ociosidade&#8221;, pondera.</p>
<p>Dos cinco segmentos pesquisados, três estão hoje com o uso da capacidade acima da média de dez anos: bens de consumo duráveis, bens de consumo não duráveis e material de construção. As vendas desses segmentos dependem essencialmente do crédito, da renda e da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), fatores que jogam a favor do mercado.</p>
<p>Já o Nuci dos fabricantes de bens de capital e da indústria de bens intermediários ainda está abaixo da média, aponta a FGV. Campelo argumenta que os bens intermediários são muito voltados para a exportação, que recupera o fôlego, porém lentamente. No caso dos bens de capital, que são as máquinas e os equipamentos, eles dependem da volta do investimento.</p>
<p>De toda forma, o índice de confiança da indústria de bens de capital foi o que teve a maior taxa de crescimento neste mês entre todos os segmentos pesquisados. O ICI dos bens de capital aumentou 13,8% de setembro para outubro. Na análise do economista, esse resultado é um indicador antecedente de que a volta do investimento e a aceleração na produção e venda de máquinas deve ocorrer em breve.</p>
<p>Outro dado relevante, que reforça a perspectiva de forte recuperação, é que a produção para três meses atingiu neste mês o maior nível da série histórica iniciada em 1980. Quase a metade das empresas (49,8%) prevê produção maior até dezembro.</p>
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		<title>Expectativa da indústria para a produção é a melhor em 18 anos, diz FGV</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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TATIANA RESENDE da Folha Online
O índice de expectativa para a produção da indústria atingiu neste mês o maior nível (139,2) desde abril de 1991, segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgada nesta quarta-feira.
O indicador considera a projeção para o trimestre (setembro, outubro e novembro), no comparativo com os três meses imediatamente anteriores, e é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://fiepb.com.br/images/noticias/3108/image/prodindust.jpg" alt="http://fiepb.com.br/images/noticias/3108/image/prodindust.jpg" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<h2><span style="background-color: #ffff99;">TATIANA RESENDE da Folha Online</span></h2>
<p>O índice de expectativa para a produção da indústria atingiu neste mês o maior nível (139,2) desde abril de 1991, segundo pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgada nesta quarta-feira.</p>
<p>O indicador considera a projeção para o trimestre (setembro, outubro e novembro), no comparativo com os três meses imediatamente anteriores, e é a combinação entre as respostas dos empresários otimistas e dos pessimistas. Nesse confronto, 49,9% esperam ampliar a produção, patamar semelhante ao de agosto de 2008 (50,0%). Já os que preveem diminuição totalizam 10,7% &#8211;menor nível desde novembro de 2007 (5,7%).</p>
<p>Para Aloísio Campelo, coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da FGV, esse indicador é &#8220;o mais operacional&#8221; entre os que compõem o Índice de Confiança da Indústria, que atingiu neste mês o maior nível desde setembro de 2008. O dado (109,5), que apresentou a nona alta consecutiva neste mês, está acima da média histórica e só 4,7% abaixo do patamar pré-crise. &#8220;Houve uma diminuição das incertezas.&#8221;</p>
<p>O setor de material de transporte, que engloba montadoras e autopeças, é o que tem a melhor expectativa sobre a produção, seguido de metalurgia, materiais plásticos e celulose, papel e papelão. A cadeia da indústria automotiva também lidera o otimismo na análise do índice de confiança geral e já está em um patamar mais elevado até do que a média histórica, considerando o período desde o Plano Real.</p>
<p>A partir de amanhã, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido em dezembro do ano passado para automóveis, com o objetivo de impulsionar as vendas, volta a subir gradativamente, até chegar à alíquota original em janeiro.</p>
<p><strong>Emprego</strong></p>
<p>A expectativa para o emprego no mesmo período é menos otimista do que para a produção. Isso mostra, na avaliação de Campelo, que a indústria vai em busca de aumento de produtividade e ampliação no número de horas extras antes de acelerar as contratações. De acordo com a pesquisa, 26,5% dos empresários projetam um incremento no quadro de funcionários e 14,4%, retração, resultando em um índice (112,1) que só é inferior ao de setembro de 2008 (115,1).</p>
<p>Na perspectiva da situação dos negócios para os próximos seis meses, o índice também é o melhor desde o agravamento da crise. &#8220;O mercado externo deve passar a ter mais relevância&#8221;, afirmou.</p>
<p>O nível de demanda global teve uma leve queda (-1,9%) entre agosto e setembro por causa do mercado interno (-0,7%), que já estava em um patamar alto. Já o nível de demanda externa cresceu 2,9%, mas ainda está abaixo da média histórica.</p>
<p>Na avaliação de estoques, 5,0% dos empresários o consideram insuficiente, e 4,5%, excessivo.&#8221;Esse indicador retrata o equilíbrio. Os estoques estão ajustados&#8221;, comentou Campelo. Corroborando o momento favorável, a utilização da capacidade instalada na indústria chegou a 81,9% em setembro, superior a agosto (81,3%) e bem próxima da média histórica (82,2%).</p>
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		<title>Investimento estrangeiro na produção cresce 89% em maio</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 20:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Total de recursos de múltis destinados a subsidiárias chega a US$ 2,48 bi
Adriana Fernandes e Fernando Nakagawa &#8211; O Estado SP
Apesar da crise e da queda na lucratividade da economia, as empresas estrangeiras têm mantido elevado o volume de recursos destinados aos projetos das subsidiárias no País. Em maio, o ingresso de dólares para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <strong>Total de recursos de múltis destinados a subsidiárias chega a US$ 2,48 bi</strong></p>
<p style="background-color: #ffff99">Adriana Fernandes e Fernando Nakagawa &#8211; O Estado SP</p>
<p>Apesar da crise e da queda na lucratividade da economia, as empresas estrangeiras têm mantido elevado o volume de recursos destinados aos projetos das subsidiárias no País. Em maio, o ingresso de dólares para a ampliação de fábricas e construção de novas unidades, o chamado Investimento Estrangeiro Direto (IED), saltou 89% na comparação com o mesmo mês do ano passado e somou US$ 2,48 bilhões, o melhor resultado para maio desde o início da coleta dos dados, em 1947. Em abril, no entanto, o ingresso havia sido ainda maior: US$ 3,4 bilhões.</p>
<p>O aumento da entrada de investimentos produtivos em maio foi diretamente influenciada pelo setor químico, responsável pelo ingresso de US$ 811 milhões. Em seguida, o segmento de transportes trouxe US$ 192 milhões em novos recursos e as metalúrgicas, mais US$ 163 milhões.</p>
<p>Os dados de maio foram comemorados pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central (Depec), Altamir Lopes. De acordo com ele, o ingresso de IED ocorre porque há confiança das multinacionais nas perspectivas de crescimento do Brasil.</p>
<p>&#8220;Esse é o número mais bonito de todo o relatório apresentado pelo BC, é a melhor notícia. Mostra que as empresas continuam apostando no mercado interno e nas perspectivas de exportação de algumas áreas&#8221;, diz o analista da Tendências Consultoria, André Luiz Sacconato.</p>
<p>Apesar da boa notícia, o IED acumulado de janeiro a maio é 19,7% menor que o verificado em igual período de 2008.</p>
<p>Influenciado pela crise, o ingresso de recursos somou US$ 11,23 bilhões de janeiro a maio, em comparação com US$ 13,98 bilhões em igual período do ano passado.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que multinacionais têm reforçado a operação no País, empresas brasileiras reduzem posições no exterior. O Investimento Brasileiro Direto (IBD) registrou o retorno de US$ 1,45 bilhão em maio.</p>
<p>Isso quer dizer que as multinacionais brasileiras trouxeram de volta parte dos investimentos feitos anteriormente em outros países.</p>
<p>A volta dos recursos contrasta com o forte movimento de internacionalização feito pelas companhias nacionais no ano passado. Em maio, os investimentos no exterior somavam US$ 1,43 bilhão. No acumulado de janeiro a maio de 2008, os projetos no exterior haviam recebido US$ 7,53 bilhões. Em igual período de 2009, a saída dos recursos diminuiu 87%, para US$ 944 milhões.</p>
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		<title>Produção cresce em 7 regiões, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 15:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valor Online
SÃO PAULO &#8211; Metade das regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) verificou avanço na atividade fabril entre março e abril. Das sete regiões com crescimento na produção industrial entre as 14 avaliadas, o destaque coube ao Espírito Santo, com 7,1% de elevação e uma inversão de direção ante março, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="background-color: #ffff99">Valor Online</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Metade das regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) verificou avanço na atividade fabril entre março e abril. Das sete regiões com crescimento na produção industrial entre as 14 avaliadas, o destaque coube ao Espírito Santo, com 7,1% de elevação e uma inversão de direção ante março, quando houve recuo de 3,5%.</p>
<p>Na sequência, conforme o levantamento apresentado nesta quinta-feira pelo instituto, vieram Goiás e Rio Grande do Sul, com aumento de 2,3% cada no setor industrial, e Ceará, com acréscimo de 1,7%. Todos esses indicadores ficaram acima da média nacional, que foi de 1,1% entre março e abril, com ajuste sazonal.</p>
<p>Abaixo da média nacional, apareceram São Paulo, com ampliação de 1% na produção da indústria e quarta taxa positiva consecutiva, Minas Gerais (0,6%) e Santa Catarina (0,5%). No terreno negativo, figuraram Bahia (-11%), região Nordeste (-5,1%) e Amazonas (-5%).</p>
<p>Considerando o comparativo com abril de 2008, as 14 áreas analisadas pelo IBGE registraram baixa na atividade fabril. &#8220;Além da elevada base de comparação, abril de 2009 possui um dia útil a menos que abril de 2008&#8243;, explicou o organismo.</p>
<p>Com queda de dois dígitos no quarto mês deste ano em relação a intervalo equivalente do exercício passado, ficaram Espírito Santo (-26,7%), Minas Gerais (-21,6%), Amazonas (-21,1%) e Bahia (-20,4%). Também se enquadram nesse caso Santa Catarina (-17,8%), São Paulo (-16,2%), Rio Grande do Sul (-15,2%) e Região Nordeste (-15,6%). A produção industrial brasileira declinou 14,8% nesse tipo de comparação.</p>
<p><em>(Valor Online</em><strong>)</strong></p>
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		<title>Produção mundial de biocombustíveis desacelera, mas no Brasil não</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 15:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil alivia freada na produção de biocombustíveis

Assis Moreira, de Genebra &#8211; VALOR
Depois de anos em rápida expansão, o crescimento da produção mundial de biocombustíveis sofrerá dramática desaceleração em 2009, de acordo com projeções da Agência Internacional de Energia (AIE). A perda de fôlego só não será maior em razão da elevada produção de etanol no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font size="5">Brasil alivia freada na produção de biocombustíveis</font></strong></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://crescebrasil.com/wp-content/uploads/2008/08/etanol-crescebrasil-2008.jpg" style="cursor: -moz-zoom-out" alt="http://crescebrasil.com/wp-content/uploads/2008/08/etanol-crescebrasil-2008.jpg" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Assis Moreira, de Genebra &#8211; VALOR</p>
<p>Depois de anos em rápida expansão, o crescimento da produção mundial de biocombustíveis sofrerá dramática desaceleração em 2009, de acordo com projeções da Agência Internacional de Energia (AIE). A perda de fôlego só não será maior em razão da elevada produção de etanol no Brasil.</p>
<p>Neste levantamento mais recente, a AIE ajustou para baixo sua estimativa para o incremento da produção global em um volume equivalente a 220 mil barris de petróleo por dia. A entidade prevê, agora, que a produção global de biocombustíveis só aumentará 95 mil barris por dia (6,6%) este ano, ante alta de 345 mil barris/dia (31,55%) registrada em 2008.</p>
<p>A recessão global, a queda dos preços do petróleo, o aperto de crédito, os problemas nos subsídios concedidos pelos governos e a redução da demanda de combustíveis para transporte &#8220;conspiram&#8221; para minar a produção e a viabilidade econômica dos biocombustíveis, de acordo com avaliação da agência.</p>
<p>Mas a forte revisão mascara realidades diferentes. Os maiores problemas são verificados nos países desenvolvidos, com usinas de etanol ou biodiesel nos Estados Unidos e na União Europeia em falência ou com capacidade ociosa. Ao mesmo tempo, a produção brasileira &#8211; que, conforme a AIE, foi maior do que a esperada em 2008 &#8211; deverá continuar relativamente estável este ano.</p>
<p>Nos EUA, a projeção é de que entre 15% e 20% da capacidade total de produção de 800 mil barris por dia de etanol já tenha sido cortada ou esteja ociosa, enquanto o restante segue a operar, mas abaixo do potencial. E a lucratividade também diminuiu.</p>
<p>O declínio de 115 mil barris diários na produção de etanol nos EUA tende a ser compensado por maior volume brasileiro. Dessa forma, o &#8220;declínio líquido&#8221; deverá vir da Europa, da China e de outros paises asiáticos. A expectativa é de que um aumento na mistura de etanol na gasolina nos EUA, para 685 mil barris por dia (10,5 bilhões de galões ou 39,7 bilhões de litros), possam oferecer um certo suporte à produção local.</p>
<p>Para a Europa, a AIE projeta estagnação na produção de biodiesel, mesmo com a decisão da UE de sobretaxar as importações procedentes dos EUA. De um lado, pesa o fraco apoio governamental e o excesso de capacidade na Alemanha &#8211; maior país produtor do bloco; de outro, a importação de 25 mil barris diários procedente dos EUA deverá ser substituída por ofertas de America Latina e Ásia, mais do que pela própria produção doméstica europeia.</p>
<p>França, Itália, Espanha e Grã-Bretanha elevaram suas metas de produção de biocombustíveis para 2009, mas a alta será pequena. Na América Latina, a estimativa é de aumento da produção em quase 60 mil barris equivalentes por dia, ante os 85 mil barris do ano passado. A maior parte do crescimento vem do etanol brasileiro, que teve média de produção de 460 mil barris por dia em 2008, nos cálculos da agência.</p>
<p>A AIE se apoia em relatório da Unica (entidade que reúne as usinas do Centro-Sul do Brasil) para destacar o que chama de &#8220;crescentes barreiras econômicas&#8221; que contiveram a expansão do etanol brasileiro. Apenas de 15 a 20 de 35 novas usinas planejadas para este ano verão a luz do dia. Além disso, maior parte da produção de cana vai para a produção de açúcar, que hoje oferece melhores margens.</p>
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		<title>Montadoras têm melhor trimestre da história</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 11:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Com o corte do IPI, as vendas chegaram a 668 mil veículos, alta de 3,14% em relação ao ano passado

Cleide Silva &#8211; O Estado SP
Março foi o segundo melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, com vendas de 271,4 mil veículos, incluindo caminhões e ônibus. Em relação ao mesmo mês de 2008, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <font size="4"><strong>Com o corte do IPI, as vendas chegaram a 668 mil veículos, alta de 3,14% em relação ao ano passado</strong></font></p>
<div style="text-align: center"><img src="http://pitstopbrasil.files.wordpress.com/2008/11/vendasimportados.jpg" alt="http://pitstopbrasil.files.wordpress.com/2008/11/vendasimportados.jpg" width="535" height="335" /></div>
<p style="background-color: #ffff99">Cleide Silva &#8211; O Estado SP</p>
<p>Março foi o segundo melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, com vendas de 271,4 mil veículos, incluindo caminhões e ônibus. Em relação ao mesmo mês de 2008, foi registrado crescimento de 16,9%. Na comparação com fevereiro deste ano, o aumento foi de 36,1%. O melhor mês até agora é julho passado, com 288,1 mil carros vendidos.</p>
<p>Empresários do setor admitem que parte do desempenho se deve a antecipação de compras de consumidores que não confiavam na renovação do acordo de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que venceria em 31 de março e foi estendido até 30 de junho, conforme anúncio do governo federal feito na segunda-feira. A medida permite preços entre 5% a 7% mais baixos para modelos com motor 1.0 até 2.0.</p>
<p>De janeiro a março, as vendas somaram 668,3 mil veículos, um aumento de 3,14% ante os mesmos meses do ano passado e o melhor resultado já obtido para esse período. Os dados, na visão de executivos, comprovam as previsões de que o Brasil sofreria menos com a crise internacional. Nos Estados Unidos, as vendas de carros despencaram 40% na comparação com março de 2008.</p>
<p>A ajuda recebida do governo, que além do benefício tributário incluiu a liberação de crédito para financiamento, também foi fundamental para o desempenho. &#8220;O impacto da redução do IPI, no entanto,vai começar a se diluir nos próximos meses&#8221;, diz o presidente da General Motors, Jaime Ardila. Para ele, as vendas nesse trimestre devem ficar na casa das 230 mil unidades ao mês.</p>
<p>Segundo Luiz Carlos Andrade, vice-presidente da Toyota, entre 20% a 30% das vendas em março foram antecipação de compra. &#8220;Abril será um mês morno, maio será mais quente e em junho vamos retomar (as vendas nos níveis do mês passado)&#8221;, prevê o executivo. Ele não quis fazer projeções para o ano. Ardila aposta em vendas de 2,4 milhões a 2,5 milhões de veículos, entre 11% a 15% menor que em 2008 por levar em conta um segundo semestre mais fraco que o anterior.</p>
<p>Só em automóveis e comerciais leves foram vendidos em março 261 mil unidades, 36,4% acima do volume de fevereiro e 11,6% maior que o de igual mês de 2008. No trimestre, as vendas cresceram 3,9% ante o ano passado, para 642,4 mil unidades. Fiat e Volkswagen travam disputa acirrada pela liderança no mercado, com 152,7 mil unidades vendidas pela primeira e 151,7 mil pela segunda. Depois vem a GM, com 123,3 mil veículos.</p>
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