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	<title>Blog do Favre &#187; PT SP</title>
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	<description>Cultura, Política, Economia, Mundo, Sociedade, Comportamento</description>
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		<title>Um dado significativo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Donato]]></category>
		<category><![CDATA[CNB]]></category>
		<category><![CDATA[Novo rumo]]></category>
		<category><![CDATA[PT SP]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cidade de São Paulo o número de votantes nas eleições internas do PT, foi 25% maior que na eleição precedente. O fato mostra uma maior participação das bases nas escolhas dos presidentes e das chapas, além de mostrar a vitalidade da democracia interna do PT. Foram 30.000 os filiados que se apresentaram para votar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-16688 alignleft" title="estrela_sobe" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/estrela_sobe2.jpg" alt="estrela_sobe" width="166" height="200" />Na cidade de São Paulo o número de votantes nas eleições internas do PT, foi 25% maior que na eleição precedente. O fato mostra uma maior participação das bases nas escolhas dos presidentes e das chapas, além de mostrar a vitalidade da democracia interna do PT. Foram 30.000 os filiados que se apresentaram para votar na cidade de São Paulo. Antonio Donato foi eleito presidente no primeiro turno com 64% dos votos. As correntes que mais cresceram no PT da cidade, foram Novo Rumo e CNB. Ambas apoiaram a eleição do vereador Antonio Donato para presidente do PT municipal. Ambas correntes apoiaram também a eleição de Edinho Silva como presidente do PT Estadual e de José Eduardo Dutra a presidente nacional da sigla. No Estado de São Paulo os três candidatos a presidentes  obtiveram a maioria absoluta do sufrágio dos militantes.</p>
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		<title>PT de Santo André leva disputa para segundo turno</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[PED]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
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		<category><![CDATA[região metropolitana]]></category>

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		<description><![CDATA[Leandro Amaral e Aline Bosio &#8211; Repórter Diário
O Partido dos Trabalhadores elegeu neste domingo (22/11) em todos os níveis &#8211; municipal, estadual e nacional &#8211; a nova cúpula da sigla. No ABC, apenas o diretório municipal de Santo André não definiu o novo dirigente, levando a disputa para o segundo turno, agendado para o dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="background-color: #ffff99;">Leandro Amaral e Aline Bosio &#8211; Repórter Diário</span></h2>
<p>O Partido dos Trabalhadores elegeu neste domingo (22/11) em todos os níveis &#8211; municipal, estadual e nacional &#8211; a nova cúpula da sigla. No ABC, apenas o diretório municipal de Santo André não definiu o novo dirigente, levando a disputa para o segundo turno, agendado para o dia 6 de dezembro.</p>
<p>No reduto andreense, que conta com 4.490 filiados, apenas 2.550 militantes votaram. A maioria escolheu Luiz Turco (1.142 votos, 47,25%), seguido por Antônio Padre (355 votos, 14,69%), Tiago Nogueira (322 votos, 13,4%) , Valdir da Hora, o Didi (299 votos, 12,37%), Carlão (229 votos, 9,47%) e Ivo Martim (67 votos, 2,77%).</p>
<p>No segundo turno, Tiago Nogueira e Carlão já anunciaram que vão apoiar o nome de Antonio Padre &#8211; que é apoiado pelo ex-prefeito João Avamileno e por uma ala ligada à Ivete Garcia.</p>
<p><strong>São Bernardo</strong><br />
O atual presidente Wanderley Salatiel, como previsto, venceu o PED em São Bernardo. Com apoio do cinco dos seis vereadores e do prefeito Luiz Marinho (PT), o petista foi reconduzido ao cargo por mais três anos. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, militante histórico da legenda em São Bernardo, não compareceu para registrar o sufrágio.</p>
<p>“A união foi construída durante os dois anos (atual mandato). Eu trabalho juntando nossa militância e, por pouco, não conseguimos o consenso. O povo decidiu que a gente continuasse devido ao trabalho na base”, vibrou, destacando que a prioridade, em 2010, é a reeleição dos deputados Vicentinho (federal) e Ana do Carmo (estadual), além da propagação das candidaturas do PT à sucessão do Planalto – com Dilma Rousseff – e à sucessão do governo paulista – cujo candidato ainda está indefinido.</p>
<p>Dos 6.627 filiados aptos, 2650 compareceram. Salatiel conquistou 1967, contra 307 do vereador Luisinho e 113 de Tauvanes. O restante foi nulo e branco.</p>
<p><strong>Diadema</strong><br />
Os petistas compareceram em grande número na votação do PED deste domingo. Eram esperados cerca de quatro mil votantes e compareceram 3.298. Josemundo Dário Queiroz, o Josa &#8211; que teve o apoio do prefeito Mário Reali (PT) &#8211; foi o mais votado, com 2,2 mil (71.82%), seguido de Licio Gonzaga Lobo, que contabilizou 527 votos (17.20%). O suplente a vereador do PT, Ronaldo Lacerda teve 301 votos (9.83%) e professor Reinaldo com 35 votos (1.14%). Nulos e brancos foram 81 votos e 154 votos, respectivamente. A nova direção do partido tomará posse no dia 20 de fevereiro de 2010.<br />
<strong><br />
Mauá</strong><br />
Candidato único, Leandro Dias sagrou-se vitorioso com cerca de 3.200 votos. Ele afirma que a legenda fará um amplo debate com a militância e a sociedade no intuito da conscientização política com foco no próximo pleito. “É a compreensão de que a unidade somente fortalece o partido na cidade. Pela primeira vez não teremos Lula na disputa e, por isso, precisamos ter força para vencer. Nós compreendemos que a unidade é o primeiro passo para essa força. As condições estão reunidas não só para a unidade, mas para um mandato em torno de um consenso”, disse.<br />
<strong><br />
São Caetano</strong><br />
Em São Caetano, o vencedor do processo eleitoral interno é o vereador Edgar Nóbrega, que recebeu 609 votos, o equivalente a 58,4% do total. Em segundo lugar na preferência dos militantes ficou Marco Antônio Guilherme (399 votos, 38,2%), seguido de Arquimedes Lazeri (35 votos, 3,45%). Dos 1.087 votos, 25 foram brancos e 19 nulos. Na cidade, são 2,5 mil filiados.</p>
<p>Na busca pelo renascimento do partido na cidade, que desde a saída de Hamilton Lacerda, não conseguiu preencher o espaço de principal voz oposicionista, o novo dirigente municipal, Edgar Nóbrega, comemorou a vitória. “Vamos reestruturar o partido a partir do próximo ano, para ajudar o PT a eleger a Dilma Rousseff à presidência, além de criar um programa voltado às eleições de 2012”, afirma. Segundo o vereador, a meta é melhorar os serviços prestados à população, já que a cidade já tem uma boa estrutura econômica.</p>
<p><strong>Ribeirão Pires</strong><br />
Candidato único, Antonio Carlos Pereira de Souza, o Carlão, conquistou 290 dos 301 votos registrados. Na cidade, 975 filiados estavam aptos ao pleito. Segundo ele, a união visa resgatar a pujança do PT na cidade. “Nós tivemos grandes perdas nos últimos anos. Não fizemos o sucessor da Maria Inês, tivemos baixas no quadro de vereadores e perdemos militantes. Na última eleição tivemos baixa votação e não fizemos nenhum vereador. Por tudo isso, fizemos uma série de conversações, um planejamento e retomamos o caminho da unidade para alçar novos trajetos e conseguir os nossos louros”, afirmou.</p>
<p><strong>Rio Grande da Serra</strong><br />
Candidato único, o atual presidente Benedito Araújo foi reconduzido ao posto com o crivo de 402 dos 411 militantes que foram às urnas. “Nós amadurecemos. Não discordamos das outras cidades que estão em um processo acirrado, mas nós estamos muito preocupados com o processo eleitoral, principalmente a eleição presidencial. Nós queremos eleger a Dilma e o processo de unidade vem com esse olhar”, disse.</p>
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		<title>Antonio Donato foi eleito presidente do PT municipal no primeiro turno. Edinho Silva foi releito presidente estadual também no primeiro turno e José Eduardo Dutra deve ser confirmado hoje como o novo presidente nacional do PT</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Donato]]></category>
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		<description><![CDATA[
Apuradas 80% das urnas da capital paulista, durante a noite de ontem, o vereador Antonio Donato contabilizava 65% dos votos. Também na capital paulista Edinho Silva atingia 94% dos votos e José Eduardo Dutra 82%. Estes resultados parciais concernem a votação na cidade de São Paulo. LF fonte twitter Donato





da Folha Online
O ex-senador e ex-presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="size-full wp-image-16636 alignleft" title="estrela_sobe" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/11/estrela_sobe1.jpg" alt="estrela_sobe" width="137" height="164" /></em></p>
<p><em>Apuradas 80% das urnas da capital paulista, durante a noite de ontem, o vereador Antonio Donato contabilizava 65% dos votos. Também na capital paulista Edinho Silva atingia 94% dos votos e José Eduardo Dutra 82%. Estes resultados parciais concernem a votação na cidade de São Paulo. LF fonte twitter Donato</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em><br />
</em></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">da Folha Online</span></h2>
<p>O ex-senador e ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra (SE), favorito na disputa à presidência do PT, deve ser confirmado ainda hoje para o cargo.</p>
<p>Dutra tem o apoio dos principais líderes do partido, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e conseguiu unir três correntes do partido: Novos Rumos, PT de Lutas e Massas e Construindo um novo Brasil.</p>
<p>Ele defende a aliança do partido com o PMDB para 2010, mas não descarta antigos aliados, como o PC do B e o PSB.</p>
<p>O PED (Processo de Eleição Direta) do PT, realizado neste domingo (22), é considerado o maior processo de eleição de um partido no país. A expectativa era de que 200 mil filiados fossem às urnas.</p>
<p>Como a votação é manual, a apuração das cédulas só deve ser finalizada nesta terça-feira.</p>
<p>Se houver segundo turno, Dutra deve disputar o comando do PT com o atual secretário-geral, deputado José Eduardo Cardozo (SP), que conta com o apoio do ministro Tarso Genro (Justiça).</p>
<p>Também estão na corrida interna: Iriny Lopes (Chapa Esquerda Socialista), Markus Sokol (Chapa Terra, Trabalho e Soberania), Geraldo Magela (Chapa Movimento: Partido para Todos) e Serge Goulart (Chapa Virar à Esquerda, Reatar com o Socialismo).</p>
<p>A nova direção deve tomar posse em fevereiro, durante o 4º Congresso do partido, em Brasília, quando deve ser confirmada oficialmente a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à sucessão presidencial.</p>
<p>Ao longo do dia de ontem, os líderes do partido marcaram presença em todo o país na escolha do futuro comando do PT. A maior movimentação foi na sede do Diretório Nacional em Brasília. Pela manhã, o presidente Lula votou acompanhado da primeira-dama Marisa Letícia, da ministra Dilma, de seu chefe de gabinete Gilberto Carvalho e do atual presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini.</p>
<p>Descontraído, Lula aproveitou para mandar recados aos correligionários e aos possíveis aliados do PT para 2010. Recomendou prioridade para o projeto de fazer seu sucessor e defendeu que se houver divergência, não seja um obstáculo para a campanha majoritária.</p>
<p>&#8220;Eu não tenho mais ilusão quando se trata de disputas locais, por mais que a gente oriente as pessoas de que deve prevalecer é o projeto nacional, normalmente, o que tem acontecido é que cada um olha para o seu umbigo e prevalece as questões dos Estados. O que é importante é que se houver divergências dentro da base aliada nos Estados, isso não seja impeditivo para a ministra Dilma&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Dilma também falou das dificuldades em se conciliar os problemas nacionais com os regionais, mas usou um tom conciliador. &#8220;Eu sempre acho que não pode ser fundamentalista. Tem essa ótica nacional que ela sobrepõe necessariamente, mas há de se levar em conta as realidades locais porque os interesses locais são legítimos&#8221;, disse.</p>
<p>A ministra ainda recorreu a um discurso amigável para falar de um possível retorno de petistas à direção do partido que são réus do processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal). Para Dilma, é natural que eles exerçam seus direitos políticos porque ainda não foram condenados.</p>
<p>&#8220;Olha, eu acho que o PT está procedendo de forma correta. Você não pode adotar uma prática que ocorreu muito no Brasil ao longo dos últimos anos que era, ao contrário da conquista democrática do ocidente que havia que provar que uma pessoa era culpada e não a pessoa provar que era inocente. Até agora, nós não temos nenhuma dessas pessoas julgadas ou condenadas em definitivo, então, acho normal que elas exerçam seus direitos políticos. Ninguém pode ser cassado a priori&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo reportagem da Folha publicada no sábado (21), os favoritos, Dutra e Cardozo, afirmam que, se eleitos, não colocarão obstáculo à volta de petistas que são réus no mensalão, com o ex-ministro José Dirceu e os deputados federais José Genoino e João Paulo Cunha.</p>
<p>Na avaliação do presidente, o PT que foi às urnas ontem aprendeu com os erros. &#8220;O PT está hoje muito maior, muito mais consolidado, mais calejado, muito mais senhor da situação. Não existe na história da humanidade, na história política do mundo, um partido que estando no poder não tenha cometido erros. Isso aconteceu no mundo inteiro e aconteceu no PT. O que nós precisamos é ter clareza que os erros cometidos devem servir de ensinamentos para que a gente não erre outra vez.&#8221;</p>
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		<title>PT escolhe direção e congresso que definirá programa de governo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulino Menezes

 Lula: voto na direção do PT e reclamações contra diretórios que mantêm candidaturas contra o interesse da candidatura de Dilma; &#8220;cada um olha para seu umbigo&#8221;


Cristiane Agostine, Maria Inês Nassif, Paola de Moura e Sérgio Bueno, de Brasília, São Paulo, Rio e Porto Alegre &#8211; VALOR
No dia em que o PT fechou as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Paulino Menezes<br />
</em></span><img src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002390/imagens/foto23pol-pst-a6.jpg" border="0" alt="Foto Destaque" /><br />
<span style="font-size: x-small;"><em> Lula: voto na direção do PT e reclamações contra diretórios que mantêm candidaturas contra o interesse da candidatura de Dilma; &#8220;cada um olha para seu umbigo&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em><br />
</em></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Cristiane Agostine, Maria Inês Nassif, Paola de Moura e Sérgio Bueno, de Brasília, São Paulo, Rio e Porto Alegre &#8211; VALOR</span></h2>
<p>No dia em que o PT fechou as urnas do seu Processo Eleitoral Direto (PED) como uma coroação do protagonismo que deverá retomar no processo eleitoral de 2010 e num governo de Dilma Rousseff, se a candidata vencer as eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou de camisa vermelha e deixou registrado o seu desagrado ao ao comportamento dos diretórios regionais do partido que não cederam nas negociações de aliança eleitoral com o PMDB. &#8220;Eu não tenho mais ilusão quando se trata de disputas locais. Por mais que a gente oriente as pessoas de que o que deve prevalecer é o projeto nacional, normalmente o que tem acontecido é que cada um olha para o seu umbigo e prevalecem as questões dos Estados&#8221;, disse. &#8220;O que é importante é que se houver divergências dentro da base aliada nos Estados, que isso não seja impeditivo para a ministra Dilma ter dois ou mais candidatos apoiando sua candidatura&#8221;, relativizou.</p>
<p>Lula referiu-se aos casos de Estados como Minas, Rio e Bahia, que mantém decisão de candidatura própria apesar de isso poder resultar no fracasso da negociação nacional com o PMDB. O presidente votou ontem pela manhã, na sede nacional do PT, em Brasília, acompanhado de sua esposa, Marisa Letícia, e da ministra Dilma.</p>
<p>Em Minas, o PED tornou mais remotas as chances de o partido abrir mão de uma candidatura própria (ver matéria). No Rio, a eleição está polarizada entre os grupos do PT que querem a aliança com o PMDB já no primeiro turno da eleição de 2010 e os que pleiteiam uma candidatura própria a governo do Estado. A pré-candidatura ao governo que está na mesa é a do prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, que interpretou as declarações de Lula como reconhecimento de que partido não vai conseguir unificar todos os Estados.</p>
<p>Ao lado do presidente Lula na votação, a ministra e pré-candidata Dilma disse que o PT não pode &#8220;ser fundamentalista&#8221; na articulação de alianças com outros partidos nos Estados. A ministra, no entanto, afirmou que o que for decidido pelo Congresso do PT, em fevereiro, sobre as alianças deverá ser seguido nos Estados.</p>
<p>Embora pareça uma contradição, terminado o PED o PT deverá se envolver na construção do &#8220;protagonismo&#8221; reclamado por todos os candidatos a presidente durante a campanha que terminou ontem, com a provável vitória em primeiro turno do ex-senador e ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra, candidato da tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), que teve o apoio do grupo Novo Rumo, que tem na ex-prefeita Marta Suplicy uma de suas expoentes, e do PT de Lutas e de Massas, facção ligada à família Tatto que chegou ao segundo turno PED de 2009, na disputa pela presidência do PT. O resultado oficial deve ser proclamado na terça-feira.</p>
<p>Além de definir o presidente do partido e a composição do Diretório Nacional &#8211; que deverá escolher a Executiva &#8211; pelos próximos três anos, os filiados que compareceram ao PED escolheram também os delegados do congresso nacional que será realizado em fevereiro. Instância máxima do PT, tem o poder de definir as diretrizes partidárias, as políticas de alianças e normas de condução interna.</p>
<p>Com número de delegados proporcional à votação do PED, cada uma das oito chapas ao Diretório Nacional (que concorreram simultaneamente aos seis candidatos a presidente da sigla) terá condições de participar do congresso, que deve ter cerca de 1.300 delegados &#8211; um para cada mil filiados. &#8220;Por menor que os grupos sejam, eles têm sempre voz; se não disputarem, somem da dinâmica partidária&#8221;, afirmou o deputado José Genoíno, ex-presidente da legenda.</p>
<p>Durante o processo eleitoral, questões programáticas e de alianças foram intensamente debatidas e todos as candidaturas, mesmo as mais ligadas ao presidente Lula, concordam que num terceiro governo do PT, sem Lula, o partido terá de ter um protagonismo maior nas definições programáticas e nas decisões de governo. &#8220;O partido não tem que conceber políticas públicas apenas quando está na oposição&#8221;, afirmou o deputado federal José Eduardo Martins Cardozo (SP), candidato a presidente pela Mensagem ao Partido, que deve sair como a segunda força do PT dessas eleições, mesmo sendo uma tendência relativamente nova &#8211; foi criada após o escândalo do mensalão, em 2005. &#8220;A confusão entre partido e governo permeou a ação partidária, muitas vezes com os presidentes do partido agindo como porta-vozes do governo, e não do partido&#8221;, disse.</p>
<p>Eleitor de Cardozo, o ministro Tarso Genro defendeu, num eventual governo de Dilma Rousseff, um partido &#8220;mais organizado, mais vinculado aos movimentos sociais e mais integrado às grandes decisões políticas do governo.&#8221; Com a ressalva de que o atual presidente, deputado Ricardo Berzoini (SP), &#8220;desempenhou seu papel num momento difícil da vida do partido&#8221;, durante a chamada crise do Mensalão, a ex-prefeita Marta Suplicy, que apoiou a chapa de Dutra, disse que ele foi a &#8220;reboque&#8221; de Lula e de Dilma e o PT tende a retomar o controle nessas eleições.</p>
<p>Também há uma convergência nas questões programáticas e nas opiniões sobre políticas de alianças &#8211; embora os candidatos à esquerda, como Markus Sokol, da Tendência &#8220;Terra, Trabalho e Soberania&#8221; e Serge Goulart, da &#8220;Virar à Esquerda, Reatar com o Socialismo&#8221;, sejam contrários à aliança com o PMDB. As demais tendências, agrupadas em torno dos candidatos José Eduardo Dutra, Geraldo Magela, Iriny Lopes e Cardozo defenderam o fortalecimento do núcleo de esquerda na aliança eleitoral e numa eventual coalizão sem, no entanto, descartar uma aliança eleitoral com o PMDB. Essa confluência resulta também num entendimento generalizado de que programaticamente o PT pode caminhar para compromissos mais progressistas com Dilma do que nos dois governos de Lula. &#8220;Existem tarefas que agora podem ser realizadas; antes não podiam&#8221;, afirmou o ex-deputado e ex-presidente do partido José Dirceu. Ele aponta como temas o aprofundamento da distribuição de renda e reformas política, educacional, tecnológica e de gestão pública, além de questões ambientais no agronegócio e na agricultura familiar. &#8220;A sociedade espera um maior papel do Estado e não sei se isso é guinar à esquerda, porque não sei se o empresariado vai ser contra.&#8221;</p>
<p>Integrantes de tendências mais à esquerda do partido, no entanto, estão pessimistas quanto a possibilidade de o PT dar uma guinada à esquerda. Sokol disse que houve uma recomposição do antigo Campo Majoritário, que tinha ampla maioria no partido até o escândalo do mensalão. O dirigente e candidato defende o debate da atualização do índice de produtividade da terra e o aumento do controle estatal sobre as reservas de petróleo.</p>
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		<title>Ex-senador deve ser eleito presidente do PT</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
José Eduardo Dutra, Edinho Silva e Antonio Donato, são os favoritos para presidente nacional, estadual e municipal do PT
DA REPORTAGEM LOCAL FOLHA SP
O ex-senador José Eduardo Dutra deve confirmar hoje seu favoritismo e ser eleito presidente do PT. Segundo dados extra-oficiais da noite de ontem, eram grandes as chances de uma vitória ainda no primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://politicaecidadania.atarde.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dutra.jpg" alt="http://politicaecidadania.atarde.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dutra.jpg" width="137" height="151" /><img src="http://www.pt-sp.org.br/blog/edinho/imagens/913.jpg" alt="http://www.pt-sp.org.br/blog/edinho/imagens/913.jpg" width="236" height="150" /><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://www.pt-sp.org.br/tpl/spawfotos/Donato%20Ogata.JPG" alt="http://www.pt-sp.org.br/tpl/spawfotos/Donato%20Ogata.JPG" width="119" height="149" /></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em>José Eduardo Dutra, Edinho Silva e Antonio Donato, são os favoritos para presidente nacional, estadual e municipal do PT</em></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">DA REPORTAGEM LOCAL FOLHA SP</span></h2>
<p>O ex-senador José Eduardo Dutra deve confirmar hoje seu favoritismo e ser eleito presidente do PT. Segundo dados extra-oficiais da noite de ontem, eram grandes as chances de uma vitória ainda no primeiro turno. Dutra é da chapa Construindo um Novo Brasil (CNB), o antigo Campo Majoritário do partido. Seu principal rival é o deputado federal e atual secretário-geral petista, José Eduardo Cardozo, do grupo Mensagem ao Partido.<br />
Os outros quatro candidatos à presidência são Geraldo Magela, Iriny Lopes, Markus Sokol e Serge Goulart.<br />
Os filiados ao partido votavam diretamente nas chapas. Além da direção nacional, foram eleitas lideranças estaduais e municipais.<br />
Os filiados foram às urnas em mais de quatro mil municípios no país. O resultado oficial será anunciado até amanhã. A nova direção será escolhida com base no número de votos das chapas. A posse ocorrerá em fevereiro. O mandato foi estendido de dois para três anos.<br />
As eleições do PT neste ano marcaram a união das principais correntes da sigla ainda no primeiro turno da disputa. &#8220;Esse foi o PED [Processo de Eleição Direta] de maior convergência entre as candidaturas. Não vai deixar sequelas, como aconteceu em outros anos&#8221;, afirmou Dutra.<br />
Na eleição anterior do partido, em 2007, Ricardo Berzoini, atual presidente, e o deputado federal Jilmar Tatto, do PT de Lutas e Massas, foram para o segundo turno.<br />
No Estado onde está pelo menos um terço dos filiados do partido, a CNB e as correntes Novo Rumo e PT de Lutas e Massas fecharam um acordo que envolveu as três esferas de poder da sigla -municipal, estadual e nacional.<br />
A tendência Novo Rumo, ligado à ex-prefeita da capital Marta Suplicy e uma dissidência da antiga ala majoritária, fechou apoio ao nome de Dutra para a presidência.<br />
Em troca, a CNB apoiou Antonio Donato, do Novo Rumo, para o Diretório Municipal. Edinho Silva foi escolhido pelas duas correntes para comandar o partido no Estado, pelo segundo mandato consecutivo.<br />
&#8220;O PT conseguiu uma união sem grandes turbulências, uma lição de maturidade que todos deveriam aproveitar&#8221;, afirmou Marta. (ANA FLOR E JOSÉ ALBERTO BOMBIG)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Associação Comercial vai protestar</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ontem cobrei posicionamento e ação de entidades, como a Associação comercial. Ela reagiu e recusa veementemente os aumentos de IPTU de Kassab. Ainda ficam calados Marcos Cintra e Afif Domingos, que não são cobrados agora, mas que gostam de aparecer nos holofotes para atacar o PT e sua política tributária. LF


Associação Comercial discorda do novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ontem cobrei posicionamento e ação de entidades, como a Associação comercial. Ela reagiu e recusa veementemente os aumentos de IPTU de Kassab. Ainda ficam calados Marcos Cintra e Afif Domingos, que não são cobrados agora, mas que gostam de aparecer nos holofotes para atacar o PT e sua política tributária. LF</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><span style="font-size: x-large;"><strong>Associação Comercial discorda do novo IPTU; para Secovi, medida não vingará</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Filipe Vilicic &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>Empresários e entidades do setor imobiliário ouvidos pelo Estado são contra o aumento de IPTU. Mesmo aqueles que normalmente se alinham com as decisões da atual gestão municipal parecem discordar dos reajustes sugeridos. A Associação Comercial do Estado de São Paulo (ACSP), por exemplo, interpreta a iniciativa da Prefeitura como abusiva. &#8220;Qualquer aumento nos impostos deve ter razões plausíveis ou cria uma reação contrária da sociedade&#8221;, diz Alencar Burti, presidente da instituição.</p>
<p>Para a ACSP, as justificativas apresentadas para os aumentos não são corretas. &#8220;Não dá para dizer, por exemplo, que o ajuste deve ser feito porque houve valorização dos imóveis&#8221;, defende Burti. &#8220;Apartamentos e casas podem valer mais, porém, seus proprietários não tiveram aumentos da ordem de 40% ou 60% em suas rendas para arcar com as propostas da Prefeitura.&#8221; A instituição planeja se unir a outros órgãos descontentes para promover protestos públicos na semana que vem. &#8220;As empresas acabam de sair de uma crise mundial e muitas ainda não têm estrutura para bancar mais impostos&#8221;, diz Burti.</p>
<p>O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) também não concorda com a medida. &#8220;A Prefeitura fala que o aumento condiz com a melhora dos serviços municipais&#8221;, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP. &#8220;Mas não houve uma melhora compatível com os reajustes propostos, de até 60%.&#8221; Para o Secovi-SP, se os imóveis têm se valorizado nos últimos anos é por consequência de iniciativas privadas, que construíram shoppings e bairros planejados, e não por empreitadas públicas.</p>
<p>Crestana acredita que a Prefeitura vai desistir da decisão de aumentar o IPTU. &#8220;A proposta foi feita de forma impositiva, sem consultar a população&#8221;, afirma. &#8220;Por muito menos, acrescentamos &#8220;taxa&#8221; no nome de outros prefeitos.&#8221; Ele faz referência ao apelido Martaxa, dado à prefeita Marta Suplicy quando ela criou, entre outras cobranças, o IPTU progressivo, em 2001.</p>
<p>A Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic) diz que o aumento vai afetar negativamente o mercado imobiliário. &#8220;Muitos inquilinos não renovarão contratos porque a elevação do IPTU será integrada aos aluguéis&#8221;, diz Eduardo Zangari, diretor de Locação da instituição. &#8220;E ainda será mais difícil locar imóveis vagos, porque seus aluguéis ficarão maiores.&#8221;</p>
<p>A Aabic ainda não vê lógica na elevação de até 60% do tributo. &#8220;Faltam razões técnicas, plausíveis e condizentes com a realidade da população&#8221;, protesta Zangari.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_yVno-tUW75Q/SgKnru_P6mI/AAAAAAAAGU0/sYXhxDqpe1g/s400/serra-kassab.jpg" alt="http://2.bp.blogspot.com/_yVno-tUW75Q/SgKnru_P6mI/AAAAAAAAGU0/sYXhxDqpe1g/s400/serra-kassab.jpg" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: x-small;"><em>Partidarios de Serra estão apreensivos com impacto eleitoral do aumento cavalar</em></span></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong>Centrão e PT criticam projeto</strong></span></p>
<p><span style="font-size: xx-large;"><strong><br />
</strong></span></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Diego Zanchetta &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>O projeto de correção da Planta Genérica de Valores (PGV) de São Paulo deve ser votado em primeira discussão na próxima quarta-feira na Câmara Municipal. Apesar de objeções colocadas ontem por líderes do &#8220;centrão&#8221; contrários a novas isenções, a proposta de aumento do IPTU deve ser aprovada em duas discussões sem dificuldades. A base governista tem pelo menos 41 dos 55 vereadores.</p>
<p>&#8220;Tentaremos levar o texto para a Comissão de Finanças na próxima terça-feira. A legalidade da correção da PGV está prevista no Plano Diretor&#8221;, afirmou ontem o líder de governo, vereador José Police Neto (PSDB). Líderes do centrão e normalmente aliados do governo, Adilson Amadeu (PTB) e Aurélio Miguel (PR) pretendem debater a PGV em plenário, com a sugestão de alterações.</p>
<p>&#8220;Eu sou contra dar isenções. Essa é uma medida que acaba onerando o cidadão que paga seu tributo&#8221;, afirmou o ex-judoca. Amadeu é contrário ao reajuste para bairros de classe média, como a Mooca e Santo Amaro. &#8220;Num momento como esses, no fim do ano, não é justo os vereadores repassarem mais tributo à população. Tenho recebido e-mails e telefonemas no meu gabinete de pessoas que são contrárias ao aumento&#8221;, afirmou o vereador.</p>
<p>A bancada do PT passou o dia atacando a nova proposta. &#8220;Com o freio de 40%, o aumento do tributo vai onerar principalmente a classe média&#8221;, disse Antonio Donato.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_XoU2C6EGKME/SopMCrzMplI/AAAAAAAAArM/rnW21S4yXCM/s400/kassab_serra2.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_XoU2C6EGKME/SopMCrzMplI/AAAAAAAAArM/rnW21S4yXCM/s400/kassab_serra2.jpg" /><br />
<span style="font-size: xx-small;"><em>Charge  do Portal do Guarda Civil, ironiza sobre agressão de Kassab a um municipe da cidade</em></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong id="titulo" style="font-size: 18px;">IPTU é para Kassab pagar promessa eleitoral, diz PT</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Midiacon</span></h2>
<div id="fotoMateria"><img src="http://midiacon.com.br/imgNoticias/2009/Nov/18/politica_18111214_gd.jpg" alt="IPTU é para Kassab pagar promessa eleitoral, diz PT" />Ele prometeu muito e não tem dinheiro para fazer tudo, disse vereador Antonio Donato (PT). (Foto divulgação)</div>
<p id="corpoNoticia" style="font-size: 12px; margin-top: 10px;"><em>Prefeitura de SP pode receber R$ 650 mi a mais com projeto de aumento que está na Câmara</em></p>
<p>Mesmo dizendo considerar a revisão do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) na cidade de São Paulo uma necessidade, o vice-presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, vereador Antonio Donato (PT), disse que o valor a mais que entrará no caixa da Prefeitura servirá para que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) cumpra suas promessas de campanha. Se aprovado, o total arrecadado será de cerca de R$ 650 milhões para o Orçamento municipal do ano que vem.</p>
<p>Ele prometeu muito e não tem dinheiro para fazer tudo. Prometeu três hospitais, olha o Orçamento, tem R$ 5 milhões para cada hospital, um hospital custa R$100 milhões &lt;&#8230;&gt; Não cabem todas as promessas no Orçamento. Tanto que ano passado eles fizeram Orçamento super inflado que não foi por causa da crise que cortou. A crise evidentemente que deu um impacto, mas era um Orçamento irreal.</p>
<p>O vereador disse que revisar o IPTU é uma necessidade porque tem muita distorção, já que a planta genérica da cidade, base para o cálculo do imposto, não era reajustada desde 2001, mas que o partido é contra revisar para &#8220;arrecadar mais&#8221;.</p>
<p>- Isso nós somos contra. Você pode fazer a revisão da planta, mas você pode diminuir as alíquotas e manter o IPTU no patamar que ele está no global. &lt;&#8230;&gt; Até porque é muita incoerência do prefeito, do seu partido e dos tucanos que primeiro criticaram todos os aumentos do IPTU da prefeita Marta  e dizem que a carga tributária no Brasil é elevada. Estão fazendo aqui elevação da carga tributária.</p>
<p>De acordo com o prefeito, o secretário de Planejamento, Manoelito Magalhães, já avalia alguns destinos para o montante, e a primeira sugestão que a liderança do governo fará à Câmara é que sejam aumentados os investimentos em saúde, retomando um investimento de 20% do Orçamento.</p>
<p>- Outras vinculações também deverão ser respeitadas, como 31% para educação e o comprometimento de 13% das receitas para as despesas da dívida pública com o governo federal, mas isso será debatido nas próximas semanas.</p>
<p>Fonte: R7.com</p>
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		<title>Partidos da base lulista fecham acordo por Ciro</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB

Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR
Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo: Candidatura de deputado cearenese ao governo paulista une PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN e PCdoB</strong></p>
<p><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" alt="http://www.estadao.com.br/fotos/ciro_sindical_valeria_goncalvez_p.jpg" width="280" height="269" /><img style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" alt="http://farm4.static.flickr.com/3571/3639798812_8349aa13eb.jpg" width="202" height="269" /></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Vandson Lima, de São Paulo &#8211; VALOR</span></h2>
<p>Reunidos na sede do PDT em São Paulo, a convite do deputado federal Paulo Ferreira da Silva, o Paulinho da Força, os líderes de oito partidos da base governista de Luiz Inácio Lula da Silva fecharam acordo para elaborar uma agenda política em comum, seguindo também unidos na disputa pelo governo de São Paulo.</p>
<p>E o candidato deverá ser o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE). Único nome a unir boa colocação nas pesquisas de opinião e aceitação de todos os partidos envolvidos (PT, PDT, PSB, PSL, PSC, PRB, PTN, PPL e PCdoB), Ciro contaria ainda com o apoio declarado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O grupo ainda buscará o apoio do PR, do PP e do PTB.</p>
<p>O acordo praticamente tira da disputa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que não conta com apoio do PT e do PDT. Outra possibilidade seria a aliança apoiar um candidato petista, o que só ocorrerá caso Ciro Gomes se candidate à Presidência.</p>
<p>Para o deputado federal e líder do PSB, Márcio França, &#8220;Ciro tentará à Presidência caso se mantenha crescendo nas pesquisas, à frente de Dilma, até março. Mas Ciro está ciente de que, cada vez mais, o cenário se torna favorável à sua candidatura em São Paulo&#8221;. Márcio calcula que, com a atual configuração, o candidato da aliança recém formada terá 9 minutos na propaganda eleitoral, enquanto o candidato da coligação PSDB-DEM-PMDB terá cerca de 10 minutos.</p>
<p>O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) acredita que o acordo muda a qualidade da disputa em São Paulo, na medida em que propõe um novo projeto de oposição, com viabilidade eleitoral e em sintonia com o governo federal. Ao final de sua fala, ouviu do anfitrião, Paulinho: &#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato a governador&#8221;, deixando o senador encabulado e provocando riso nos presentes.</p>
<p>O PT foi o partido que enviou mais nomes de peso para a reunião. Além de Mercadante, compareceram o deputado federal e presidente do PT, Ricardo Berzoini, o presidente estadual Edinho Silva, o líder do PT na Assembleia Legislativa e deputado estadual Rui Falcão, além da vice-prefeita de Bauru, Estela Almagro.</p>
<p>A aliança formará três grupos de trabalho: de deputados, presidentes dos partidos e lideranças. Esses grupos avaliarão as condições de se eleger uma bancada forte na Assembleia e elaborarão uma agenda política comum, com encontros para apresentação de propostas, criando uma plataforma alternativa para o governo de São Paulo.</p>
<p>No encontro nacional do PT, realizado no sábado, em Guarulhos (SP), nomes antes cogitados para a disputa, como o prefeito de Osasco, Emídio de Souza, e a ex-prefeita da capital, Marta Suplicy, relativizaram o discurso pela candidatura própria, mostrando que o partido está resignado à ideia de concentrar forças na disputa presidencial e, como é do desejo do presidente Lula, compor chapa com Ciro em São Paulo.</p>
<p>Emidio disse ontem no Twitter (microblog) que mantém sua candidatura. &#8221; Acabei de sair da reunião com a executiva estadual do PT. Oficializei minha disposição para ser candidato ao governo de São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um bom começo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra
REGIANE SOARES da Folha Online
Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: xx-large;">Bloco de apoio a Lula se une em SP em torno de candidato único e amplia oposição a Serra</span></strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">REGIANE SOARES da Folha Online</span></h2>
<p>Dirigentes e parlamentares PDT, PT, PC do B, PSB PSL, PSC, PRB, PTN e PPL (ainda em formação) se reuniram hoje em São Paulo para definir as estratégias para a construção de uma candidatura única ao governo do Estado.</p>
<p>No plano nacional, esses partidos fazem parte da base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em São Paulo, entretanto, algumas dessas legendas &#8211;como PDT e PSB&#8211; são aliados do governador José Serra (PSDB), que faz oposição a Lula.</p>
<p>Na reunião, os partidos formaram grupos de trabalho para elaborar uma agenda política comum. Os grupos serão divididos entre os dirigentes estaduais dos partidos, os parlamentares na Assembleia Legislativa, na Câmara e no Senado, que farão um diagnósticos dos problemas do Estado, a elaboração de propostas para um programa de governo, além da elaboração de seminários para discutir o assunto. Serão agendada pelo menos mais três ou quatro reuniões até o fim do ano.</p>
<p>A reunião foi realizada a convite do presidente estadual do PDT em São Paulo, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, e reuniu os principais líderes dos partidos no Estado, como o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, o presidente nacional do PSB, Márcio França, entre outros.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é a construção de uma candidatura única do campo popular progressista em São Paulo&#8221;, afirmou Paulinho, que não informou quando será definido ou anunciado o nome do candidato da oposição. &#8220;Quem sabe em junho [de 2010], nas convenções dos partidos&#8221;, disse.</p>
<p>Berzoini disse que o PT está aberto a discutir as indicações e ressaltou que a reunião de hoje não era para falar em nomes. &#8220;Estamos abertos para disputar qualquer arranjo&#8221;, afirmou.</p>
<p>A candidatura dessa frente em São Paulo está indefinida. O PT, por exemplo, tem pelo menos seis pré-candidatos a governador, entre eles o deputado Antonio Palocci e o senador Eduardo Suplicy. Outro nome que ganhou força entre os aliados é o do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) &#8211;defendido hoje por Paulinho.</p>
<p>&#8220;Esse é um bom discurso para ser candidato ao governo&#8221;, afirmou Paulinho depois que Mercadante defendeu a mudança no comando do Estado &#8211;que há mais de 16 anos é administrado pelo PSDB.</p>
<p>O PSB também não definiu se lançará o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo paulista, como deseja o presidente Lula, ou à Presidência da República. A definição deve sair em 2010.</p>
<p>Independentemente de quem seja o candidato, o presidente estadual do PT em São Paulo, Edinho Silva, acredita que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à Presidência, terá um palanque forte em São Paulo. &#8220;Não será um palanque frágil&#8221;, afirmou o petista, que pretende atrair ainda partidos como o PTB, PP, PR, PTB e PMDB, que está rachado e em São Paulo defende a candidatura do governador José Serra (PSDB) à Presidência.<br />
<strong><br />
Assembleia Legislativa</strong></p>
<p>Além da discussão de uma candidatura única, a reunião de hoje também deve ter consequências na Assembleia Legislativa de São Paulo.</p>
<p>A ideia é que os partidos que se reuniram hoje comecem a fazer parte da bancada de oposição a Serra, que atualmente reúne apenas o PSOL, PC do B e o PT.</p>
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		<title>Aliados cobram definição do PT em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes
Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP
A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da [...]]]></description>
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<p><strong>Histórico de derrotas e força dos tucanos levam líderes a pedir pressa na escolha do candidato ao Bandeirantes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">Julia Duailibi e Clarissa Oliveira &#8211; O Estado SP</span></h2>
<p>A indefinição sobre o palanque que sustentará a candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), em São Paulo na eleição de 2010 tem causado desconforto nos partidos da base governista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A força dos adversários tucanos e o histórico de derrotas do PT no maior colégio eleitoral do País levaram aliados a intensificarem a articulação no Estado para definir uma candidatura já no começo do ano que vem.</p>
<p>Os principais partidos da base aliada se encontram hoje na capital paulista para discutir a aliança que sustentará a candidatura petista e qual o papel que cada um terá no processo. PT, PDT, PSB e PC do B debaterão a eventual candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB) &#8211; o nome mais forte do grupo &#8211; e colocarão as condições do apoio aos planos do PT.</p>
<p>A reunião, organizada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, será na sede do partido em São Paulo. Participarão os presidentes estaduais do PSB, Márcio França, e do PT, Edinho Silva, e representantes do PC do B.</p>
<p>O PT ouvirá os demais partidos do bloquinho para saber como está o clima na aliança e que tipo de fatura eles pretenderão em troca do apoio. O partido prepara o terreno para Ciro ser o candidato, mas depende do ânimo do deputado &#8211; ele diz pretender disputar a Presidência.</p>
<p>&#8220;Se ele não decide lá, a gente fica a pé aqui. Precisamos pensar num plano B e fechar um pacto em São Paulo&#8221;, disse Paulinho. O partido já pensa em um nome no PT, provavelmente o deputado Antonio Palocci Filho ou, num caso extremo, o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.</p>
<p>A avaliação no PT é de que não será possível agradar a todos. O cenário mais provável, se Ciro for o candidato, é o PSB ficar com a cabeça de chapa e uma cadeira para o Senado com o vereador Gabriel Chalita, o mais votado do País. A vice seria do PT, assim como a outra vaga para o Senado, que ficaria com o senador Aloizio Mercadante, que tentará se reeleger.</p>
<p>É aí que está o nó. Aliado de Lula, o deputado Aldo Rebelo (PC do B) estava de olho na vaga do Senado. Seu colega de partido, o vereador Netinho, tem o compromisso de parte do PC do B de que receberá a vaga na disputa. Aldo disputaria a reeleição na Câmara.</p>
<p>Diante do xadrez, o comando petista já enxerga como única saída negociar espaço no governo, em caso de vitória. Boa parte do plano, entretanto, se apoia nas negociações feitas na esfera federal pelo presidente.</p>
<p><strong>PLANO B</strong></p>
<p>Enquanto isso, o PT paulista tenta garantir um plano B na disputa estadual e, de quebra, amenizar a imagem de que está nas mãos de Ciro em São Paulo.</p>
<p>O partido autorizou desde o dia 1º inscrições de pré-candidatos ao Palácio dos Bandeirantes e inicia esta semana uma série de sabatinas com possíveis nomes. Emídio fará a estreia.</p>
<p>O PT disse ter solicitado reuniões com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a ex-prefeita Marta Suplicy e o deputado Arlindo Chinaglia. E promete convencer Palocci a participar do ciclo, apesar de ele resistir a falar de candidatura.</p>
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		<title>Candidatura Ciro ao governo de São Paulo unificará o PT e reforçará a oposição aos tucanos no Estado. Ciro aceitará?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Favre</dc:creator>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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Após uma tentativa vã de incentivar uma disputa no PT, abrindo um debate sobre o eventual candidato a vice, da eventual candidatura Ciro ao governo de SP -tentativa abandonada apenas esboçada-; a Folha SP tenta novamente hoje especular sobre o &#8220;efeito Ciro&#8221; nos rumos do PT no Estado.
Bastaria observar que os &#8220;Martistas&#8221; defensores da candidatura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-out;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/10/06/06_MVG_ciro-gomes.jpg" alt="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/10/06/06_MVG_ciro-gomes.jpg" /></p>
<p><em>Após uma tentativa vã de incentivar uma disputa no PT, abrindo um debate sobre o eventual candidato a vice, da eventual candidatura Ciro ao governo de SP -tentativa abandonada apenas esboçada-; a Folha SP tenta novamente hoje especular sobre o &#8220;efeito Ciro&#8221; nos rumos do PT no Estado.</em></p>
<p><em>Bastaria observar que os &#8220;Martistas&#8221; defensores da candidatura Ciro citados na matéria, apoiam a candidatura de Emídio, Prefeito de Osasco, como candidato do PT caso Ciro persista em disputar a presidência, para desmontar a idéia que a divergência entre &#8220;Martistas&#8221; esteja centrada em apoiar ou não Ciro Gomes ao governo estadual.</em></p>
<p><em>Vale lembrar também que a eventual candidatura Palocci ao governo foi posta na mesa pelo próprio presidente da República em conversa com o senador Mercadante e estampada na capa do Estadão e só recentemente o próprio Lula teria evoluído, pressionando Ciro em favor de uma aliança com o PT no plano estadual. </em></p>
<p><em>Para qualquer observador que conheça o PT é evidente hoje que, caso Ciro aceitar a sugestão lançada por Lula, o partido do presidente estará unido na aliança com Ciro e o PSB. Tanto é assim, que Emídio e Palocci, assim como Eduardo Suplicy, já indicaram publicamente que apoiam Lula nesta escolha e subordinam eventual candidatura à decisão do deputado do PSB que definirá sua escolha até março 2010.</em></p>
<p><em>A decisão está inteiramente nas mãos de Ciro e do PSB, este ultimo devendo escolher entre o apoio a Serra ou a aliança com a oposição aos demo-tucanos no Estado, ou seja o PT.</em></p>
<p><em>Agir para provocar está ruptura do PSB com Serra é o caminho para reforçar a candidatura Dilma e também para procurar derrotar o continuismo tucano no Estado. Se Ciro decidir ser candidato ao governo estadual o PSB passará a integrar a oposição e está aliança tem potencial de vencer o pleito estadual.</em></p>
<p><em>Ciro aceitará?</em></p>
<p><em>Caso ele aceite, alguém representativo no PT recusa essa aliança com Ciro como candidato? Ninguém. </em></p>
<p><em>Por isso a tentativa de provocar disputa interna sobre o assunto está fardada ao fracasso.</em></p>
<p><em>Caso Ciro persista na sua recusa a abandonar a candidatura a presidente, o PT deverá escolher um nome próprio para essa disputa. Nessa escolha o presidente também terá uma voz de peso, mas dificilmente existirá consenso no partido se o candidato não tiver o aval das principais lideranças no Estado, o que é o caso hoje com Palocci. </em></p>
<p><em>Poderá, aí sim, surgir disputa interna e até previa para definir o candidato. Mas isto é hoje só especulação. </em></p>
<p><em>De concreto, a candidatura Ciro ao governo estadual jogaria o PSB para uma aliança com o PT, unificaria a oposição aos demo-tucanos, alavancaria as candidaturas de Chalita e Mercadante ao Senado e permitirá à candidatura a deputada federal da Marta, eleger uma importante bancada do PT no parlamento. </em></p>
<p><em>O PT só tem a ganhar com esse desfecho das conversas para trazer Ciro para São Paulo.</em></p>
<p><em>A palavra está com Ciro. </em></p>
<p><em>Luis Favre</em></p>
<p><strong>Ver também</strong></p>
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<h3 id="post-15117"><a title="Permanent Link to Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui" rel="bookmark" href="../2009/10/os-desdobramentos-do-dilma-la-e-ciro-aqui/">Os desdobramentos do Dilma lá e Ciro aqui</a></h3>
<h3 id="post-15145"><a title="Permanent Link to Caciques do PT paulista dão sinal verde para ”projeto Ciro”" rel="bookmark" href="../2009/10/caciques-do-pt-paulista-dao-sinal-verde-para-projeto-ciro/">Caciques do PT paulista dão sinal verde para ”projeto Ciro”</a></h3>
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<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="cursor: -moz-zoom-in;" src="http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/wp-content/uploads/2009/10/martaciro1-570x427.jpg" alt="http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/wp-content/uploads/2009/10/martaciro1-570x427.jpg" width="495" height="371" /></p>
<p><strong><span style="font-size: xx-large;">&#8220;Efeito Ciro&#8221; implode grupo de Marta em SP</span></strong></p>
<p><strong>Parte da ala do PT ligada à ex-prefeita rejeita proposta de candidatura própria da sigla e trabalha por deputado do PSB para o governo</strong></p>
<p><strong>Intenção da ex-ministra de ver Antonio Palocci à frente da chapa que vai disputar o Palácio dos Bandeirantes divide seus simpatizantes</strong></p>
<h2><span style="background-color: #ffff99;">JOSÉ ALBERTO BOMBIG &#8211; FOLHA SP</span></h2>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O grupo político ligado à ex-prefeita Marta Suplicy, hegemônico no PT paulista há pelo menos seis anos, está próximo da dissolução por conta da disputa envolvendo a candidatura da sigla ao governo do Estado e dos planos da ex-prefeita de concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados em 2010.<br />
Parte dos principais &#8220;martistas&#8221;, como são chamados internamente os apoiadores da ex-prefeita, se empenhou em pavimentar o caminho para que Ciro Gomes (PSB-CE) tenha o apoio do PT na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.<br />
Marta, no entanto, trabalha por uma candidatura própria da sigla, de preferência a do deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que seria uma espécie de herdeiro natural, na visão da ex-prefeita, do comando de seu grupo.<br />
No mês passado, Marta afirmou que Ciro &#8220;não tem nada a ver com São Paulo&#8221;.<br />
Líder do PT na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (SP), por exemplo, alega que Ciro poderia ajudar Dilma Rousseff (pré-candidata do PT ao Planalto) e concorrer com chances de vitória no Estado.<br />
&#8220;É nessa medida, a de um palanque forte para a Dilma e de um nome forte junto ao eleitor, que a candidatura de Ciro Gomes ganha força&#8221;, diz Vaccarezza -que sempre foi identificado como um &#8220;martista&#8221;.<br />
A posição de Vaccarezza é compartilhada internamente pelos também deputados federais José Mentor, Devanir Ribeiro e Jilmar Tatto, expoentes da gestão de Marta na Prefeitura de São Paulo (2001-2004).<br />
Ao lado da ex-prefeita na defesa de Palocci como pré-candidato permaneceram Rui Falcão, líder do partido na Assembleia paulista, Antonio Donato, vereador na capital, e Carlos Zaratini, deputado federal, os três ex-secretários de Marta.<br />
&#8220;Entendo que o PT deva apresentar uma candidatura própria aos aliados, e acho que o Palocci é nosso melhor nome, mas reconheço que hoje há um importante movimento pró-Ciro&#8221;, afirmou Donato.</p>
<p>Vaga aberta<br />
Palocci se reuniu recentemente com seus correligionário em São Paulo e disse que não pretende se colocar como pré-candidato antes que Ciro decida qual eleição irá disputar -o Palácio do Planalto ou o Palácio dos Bandeirantes.<br />
Na prática, isso significa que o PT ficará sem ter um nome para trabalhar eleitoralmente até o início do ano que vem, quando o deputado do PSB deverá tomar sua decisão.<br />
A despeito da recusa de Palocci, seus correligionários vão inscrevê-lo como pré-candidato no diretório estadual.<br />
Na avaliação dos que tentam convencer o deputado petista a entrar na disputa, uma eventual candidatura Ciro ao governo paulista poderá criar um novo polo de oposição ao PSDB no Estado, vaga hoje automaticamente ocupada pelo PT.<br />
A outra opção anti-Ciro aventada no PT seria convencer Marta a concorrer novamente ao governo, mas a ex-prefeita já avisou o seu entorno que pretende se candidatar novamente a deputada federal.</p>
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