05/10/2008 - 00:51h Nessun Dorma

Placido Domingo, ária da Ópera Turandot de Puccini

17/09/2008 - 20:58h Madama Butterfly de Giacomo Puccini

Ópera imaginária

Madama Butterfly é uma ópera em três atos (originalmente em dois atos) de Giacomo Puccini, com libreto de Luigi Illica e Giuseppe Giacosa, baseado no drama de David Belasco, o qual por sua vez se baseia numa história escrita pelo advogado americano John Luther Long. Estreou no teatro Scala de Milão a 17 de fevereiro de 1904.

23/06/2008 - 18:27h Senza mamma

Renata Scotto canta a ária “Senza mamma”, da Ópera de Puccini Suor Angélica

08/06/2008 - 23:13h Vissi d´arte

Maria Callas canta a ária da Ópera Tosca de Puccini no Covent Garden de Londres, com Tito Gobbi no papel de Scarpa

19/05/2008 - 15:49h Passado, presente, e memória na voz de Kathleen Battle

Soprano norte-americana fala ao Estado sobre sua carreira após apresentação com a Sinfônica Brasileira, no Rio

“Amantes”, música do filme Adagas voadoras, na voz de Kathleen Battle

João Luiz Sampaio - O Estado de São Paulo

‘A diversidade de influências é o que define o cantor. É na maneira de reunir estilos, épocas e gêneros que encontramos os aspectos únicos de uma voz.’ Assim a soprano norte-americana Kathleen Battle definiu suas origens como cantora, em entrevista ao Estado, na manhã de sábado. Kathleen está no Rio, onde fez na sexta sua primeira apresentação na cidade, ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, com regência do maestro Roberto Minczuk.

‘Cresci ouvindo música country com meus pais, música gospel na igreja, R&B com meus irmãos e, aos 13 anos, quando comecei a estudar piano, passei a conhecer a música clássica. Não acho que um desses elementos tenha sido decisivo na minha carreira. Todos eles foram fundamentais no processo de encontrar a minha própria voz’, disse a soprano.

Battle surgiu no cenário no final dos anos 80, com um timbre muito bonito, delicado, aliado a uma técnica precisa que logo a levou aos principais teatros da ópera mundo afora. Com o tempo, no entanto, a atuação fora dos palcos foi ganhando igual repercussão em sua carreira - o temperamento difícil, testemunhado por empresários, colegas cantores, maestros, fez com que cada vez menos ela fosse convidada a se apresentar. Já se vão alguns anos em que se ouve pouco dela e, então, eis que ela reapareceu, em abril, cantando para o papa Bento XVI em Washington e, agora, na temporada da OSB.

Kathleen não responde perguntas sobre seu temperamento. E ponto final. Você pode tentar circular, dar a volta, entrar por outra porta… Esqueça, não. Ela fala, no entanto, da dificuldade de encontrar tempo para si mesma no ritmo frenético de uma carreira internacional e, ao mesmo tempo, de como consegui-lo, o que é fundamental para um cantor. Aos jovens artistas, dá apenas um recado - ‘cantem de acordo com a sua idade’. ‘Há sempre a tentação de cantar com outra voz que não a sua, de tentar arriscar demais. Não há nada de errado em soar jovem, pelo contrário. A voz cresce, à medida que seu ritmo natural é respeitado’, diz. Ela elege Bach e Mozart como os dois compositores com os quais tem mais identificação - e é categórica ao afirmar que, em uma época de profunda especialização, com recriação de técnicas da época em que as obras foram escritas, o cantor não pode se furtar jamais de emprestar a sua individualidade aos papéis. Sobre a relação com os spirituals, a música negra americana de caráter sacro, diz que se sente muito à vontade, mas ressalta: ‘A tradição de cantoras desse repertório remonta a Marian Anderson, Leontyne Price, Jessye Norman, que são todas vozes mais pesadas, escuras, que a minha. Procurei, portanto, uma maneira própria de interpretá-las.’ E, pronto, acabaram-se os dez minutos de conversa, não sem que antes ela elogiar o Coral Infantil da UFRJ, com o qual havia se apresentado na noite anterior, interpretando Azulão, de Jayme Ovalle. ‘Eles cantam como se fossem uma só voz. Essa experiência de cantar em conjunto pode ser definitiva na formação do cantor.’

Azulão, com letra de Manuel Bandeira, foi o destaque da apresentação de sexta. Ela começou o programa com a interpretação de duas árias de ópera, Una Voce Poco Fa, de Rossini, e O Mio Babbino Caro, de Puccini. Em seguida, cantou Melodia Sentimental, de Villa-Lobos, e Elegia, de Granados. Foi a vez então da canção de Jayme Ovalle e, no final da noite, três spirituals. A voz já perdeu um pouco da agilidade e da clareza nas articulações e, em muitos momentos, a intenção se sobrepõe à técnica, com certa dificuldade na manutenção das linhas de canto. Mas algo, então, acontece. Jorge Luis Borges sugeriu que talvez seja o passado a substância de que é feito o tempo. A citação vem à mente em certas passagens do concerto, quando o timbre de outra época reaparece - uma articulação, um fraseado, uma construção de clímax. Ele, no entanto, logo se desfaz. Ouvimos o concerto com a memória como filtro; e fica difícil não pensar no que teria sido o auge jamais concretizado de uma carreira interrompida e abandonada cedo demais. Mas o coro infantil volta ao palco para o bis. ‘Vai Azulão/ Azulão companheiro vai/ Vai ver minha ingrata/ Diz que sem ela/O sertão não é mais sertão/ Ah, voa, Azulão/ Azulão, companheiro vai…’ Tudo se encaixa perfeitamente, a voz da soprano corre solta, suave, em direção ao silêncio; e, embalado na melodia encantadora de Jayme Ovalle, o texto de Manuel Bandeira nos relembra que na simplicidade há muita beleza. E que, mesmo apenas por um momento, o recomeço é possível.

30/04/2008 - 19:39h Nessun Dorma

Plácido Domingo na ária “Nessun Dorma” da Ópera Turandot de Puccini

21/04/2008 - 20:21h Placido Domingo - Tosca - Recondita Armonia

1992, Conductor: Zubin Mehta.

27/03/2008 - 22:27h Non piangere Liu

Placido Domingo é Calaf em Turandot de Puccini, junto com Katia Ricciarelli e Kurt Rydl. Dirigido por Lorin Maazel. Scala de Milão 1983

27/03/2008 - 22:13h Signore ascolta

Montserrat Caballé é Liù, na Ópera Turandot, de Puccini

27/02/2008 - 22:30h Non Piangere Liu, por Franco Corelli

Turandot, de G. Puccini

09/01/2008 - 22:33h La Rondine


Ainoa Arteta, Marcus Haddock, Inva Mula e Richard Troxell no segundo ato da Ópera La Rondine de Puccini

08/01/2008 - 23:08h Angela Gheorghiu: Chi il bel sogno di Doretta



Angela Gheorghiu canta “Chi il bel sogno di Doretta”, da opera de Puccini “La Rondine”

25/12/2007 - 13:19h Vissi d’arte

Minha amiga Monica Valente, leitora do blog e particularmente entusiasta da parte cultural, solicitou ouvir esta ária, “Vissi d’arte” da opera Tosca, de Puccini, cantada pela soprano neozelandesa Kiri Te kanawa.

19/10/2007 - 20:06h Angela GHEORGHIU -Un bel di vedremo- Madama Butterfly


Music Video: Romanian soprano Angela Gheorghiu sings the aria “Un bel di vedremo”, from Puccini’s opera ‘Madama Butterfly’ (2004)

This video was filmed to promote Angela’s album “Puccini”

18/10/2007 - 22:37h Placido Domingo e Mirela Freni - Vieni la sera - "Madama Butterfly" de G. Puccini